“Eu ouvi a pior cantada hoje. Era algo tipo ‘você não é pomo mas quero te pegar’ e eu fiquei meio ‘mals, hoje eu to que nem balaço, querendo bater na sua cara’.”

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@grrimaldi
“Eu ouvi a pior cantada hoje. Era algo tipo ‘você não é pomo mas quero te pegar’ e eu fiquei meio ‘mals, hoje eu to que nem balaço, querendo bater na sua cara’.”
kingoberxn:
“Ei!” afastou as mãos dela de seu cabelo, apressando-se para arruma-los. “Meus cabelos estão fora dos limites para as suas mãos, princesa.” reclamou enquanto se arrumava, fingindo-se de bravo. Como retaliação, Oberon bagunçou os cabelos dela também. “Não é muito difícil, monstrinha. Você quase sempre está de bom humor quando está comigo. De nada, aliás. Doces para a criancinha então.” assentiu, soando caçoadamente formal enquanto guiava ela em direção à cozinha.
“E onde está escrita essa regra?!” questionou, rindo e em seguida provocando “Não que eu vá respeitá-la, é claro... Só para saber exatamente como a quebrar por completo.” piscou para ele divertidamente, tentando falhamente desviar de suas mãos e em seguida arrumando sem muita preocupação os próprios fios de cabelo. Soltou uma risada dramática diante do comentário convencido dele, erguendo as sobrancelhas como se questionasse e propusesse um desafio para verificarem aquilo. Felizmente, a Grimaldi era infantil demais, não dando muita atenção a qualquer outra coisa quando o assunto era comida, especialmente doces. Prontamente andou ao lado de Oberon até a cozinha, provocando-o com um sorriso lateral divertido “Y’know, na verdade, é bem ao contrário! Você é que não consegue ficar de mal humor comigo, nem mesmo ficar bravo... Nem mesmo quando eu bagunço seu cabelo! Fala sério, eu sou simplesmente uma criatura amável e impossível de odiar.” comentou com ironia, sabendo que definitivamente não era assim, especialmente para aqueles que não eram tão próximos dela.
aleklvandamme:
“O mundo seria um péssimo lugar sem mim, Gigi. Principalmente o seu, afinal, o que seria da princesa de Mônaco sem seu mero plebeu que a leva para o mau caminho?” questionou com as sobrancelhas arqueadas, em um raro momento de convencimento próprio, uma brincadeira, claro. E assim como ela, Alek não viveria sem Georgine, e o pequeno pensamento de um dia perdê-la o assustava imensamente; desde a separação dos pais, o franco-belga tinha essa insegurança, temia perder as melhores pessoas em sua vida, assim como perdera a mãe, que, por mais que ainda mantivesse contato, havia se afastado notavelmente do filho. Além disso, Georgie era especial, por muito tempo em sua vida, ela fora muito mais que sua melhor amiga. Hoje em dia, porém, era aquilo e nada mais, a paixonite que possuíra pela garota durante seus 13-14 anos fora superada e nunca revelada justamente pelo medo de perder a amizade da princesa caso a fizesse. “Credo, eu não conseguia subir dois lances de escada sem ficar meia hora procurando por ar. E é bom não ser o centro do bullying.” falou, rindo de sua piada autodepreciativa, mania comum que tinha. “E eu sou forte, ok? Não tenho culpa se seu peso pena equivale a 20 toneladas” continuou, voltando a implicar com a morena. “Chegamos, senhorita Grimaldi. O que vai querer?”
“Não vou nem negar, porque sei que é a mais pura verdade...” riu baixo, oferecendo a ele um sorriso que só surgia em seu rosto quando na companhia de alguém com quem tinha intimidade. Em sua mente, completou o pensamento de que ele era ainda mais importante para ela do que sabia. Muito mais do que para o mal caminho, ele a instigava a descobrir aquele novo universo que eram os sentimentos além da amizade por alguém. As pessoas ficariam surpresas ao saber que, apesar da idade e da quantidade de gente ― especialmente garotos ― que conhecia, apaixonar-se ainda era algo relativamente inédito para a princesa. G sabia detalhadamente da história que moldara Alek a ser a pessoa que era, a compreendia, e por isso mesmo sabia que aquela afirmação era muito mais profunda que uma mera brincadeira, o que, de certa forma, aquecia seu coração pelo lugar importante que tinha do do franco-belga, e vice-versa. E, justamente por isso, Georgine dava seu máximo para esconder os verdadeiros sentimentos, tendo como maior pesadelo estes levando a amizade deles ao fim. “Isso é verdade... Lembra daquela vez que apostamos corrida e você quase teve que ir para o hospital? Acho que nunca te vi tão perto da morte...” riu baixo com a lembrança, então o provocando amigavelmente “Ei! E quem disse que você deixou de ser o meu alvo principal de bullying, plebeu?!” Em seguida, socou o punho sem muita força como uma manifestação de desaprovação da zoeira “Alek, eu vou mandar cortar a sua cabeça! Ou, pior, vou proibir por decreto que te forneçam comida, pelo resto da sua breve vida!” ameaçou, zombando do poder que a realeza já tivera num sombrio passado. “Só porque você está extremamente implicante com meu peso hoje... Vou te desafiar a me preparar algo que seja extremamente delicioso...” fez uma pausa dramática, estreitando os olhos para ele ao que descia de suas costas e postava-se a sua frente, com os quadris e mãos apoiados contra um balcão “E fitness.” falou com a voz ainda mais dramática.
vasilyev-n:
“VOCÊ ESTÁ DOIDA?” Antonina gritou, rapidamente proferindo o feitiço Aguamenti, apagando todo o fogo produzido pela outra menina. Com os olhos arregalados, ela se aproximou da aranha - que, por sorte, tinha escapado de uma morte horrenda - e a colocou nas mãos, que estavam em forma de concha para abrigá-la. “Ela é minha! Você não tem compaixão, não? Eu, hein. Depois eu que sou a louca daqui”
“Você está doida?!” questionou com os olhos mais arregalados do que nunca com a revelação de que o bichano era, na verdade, de estimação da garota. Cessou o fogo, mas recuou um bom tanto do antigo alvo, ainda mantendo o olhar fixo no mesmo para, a qualquer sinal de vida, disparar prontamente para longe. “V-você tem uma tarântula?! Uma fucking tarântula?! Qual o seu problema? Por que não pode ter, sei lá, um coelinho fofinho e indefeso?!”
m-valleix:
Manon soltou uma risada, ela sabia sobre muitas espécies de animais, graças aos ensinamentos de seus pais, e por isso não se preocupava tanto como os outros. -Bem, acredito que aquelas aranhas enormes realmente iriam me matar, ainda bem que aqui não tem essas coisas.
“Graças a Merlin, ou certamente já teria tacado fogo e fugido para muito, mas muito longe daqui!” comentou deixando transparecer a fobia e não contendo um arrepio perceptível que fez seu corpo todo estremecer com o pensamento.
lago-shmi:
Eu estava prestando atenção em você. Sou multitarefas. Mas, então eu vou prestar atenção em você 100% agora. O que quer, de verdade?
Se for um ovo de dragão mesmo, eu vou precisar que você me empreste antes.
“Well, fazer o que, eu gosto de ser exclusiva. Just kidding. Uh, infelizmente não é hoje que eu tenho um ovo de dragão, mas quem sabe outro dia? Na verdade, queria só saber se você não tem algum doce.”
yvettetheactress:
Wow, calma aí! É só uma aranhazinha, princesse. Não precisa colocar fogo no castelo por isso.
“A-a-aranhazinha?! Você viu o tamanho desse demônio?! Eu prefiro botar fogo no castelo inteiro a acordar com ela na minha cara!”
gcnxvieve:
Ginny se esquivou de onde a outra lançava fogo, um tanto assustada com a reação dela. “Você não acha que… hm, é uma reação meio equivocada? Podemos chamar alguém ao invés de…. AI MEU DEUS! ELA ESTÁ ALI!”
O berro que Georgine deu provavelmente causou a cena digna de filme dos pássaros da região abandonando seus calmos lugares nas árvores e fugindo para os ares. “Mata! Mata! Mata!” começou a gritar para a outra, correndo para trás da mesma na tentativa de usá-la como escudo, vez que tinha perdido o alvo do fogaréu que saía de sua varinha de vista. “V-vievs? P-pra onde ela foi?!”
levasseurebel:
Jules ficou parado no lugar, um pouco afastado, enquanto via a amiga matar a aranha. Era um absurdo um cara daquele tamanho ter medo de aranhas, certo? Bom, não é exatamente assim que uma pessoa com aracnofobia pensa, ainda mais perto de aranhas mutantes como aquela.
— Mata logo esse caralho, pelo amor de Merlin. — Pediu, lívido.
“Morreu, morreu, ta morta e amarrada em nome de Merlin!” exclamou com um misto de nojo e medo da criatura, sensações que não passariam tão cedo e ainda fariam-se presentes e percorrendo seu corpo pela espinha toda vez que lembrasse do bicho peludo, que agora virara churrasquinho. “O sangue de Merlin tem poder, tem poder, tem poder!” cantarolava baixinho, tentando reunir coragem para aproximar-se do corpo carbonizado e conferir sua morte, por mais que no fundo tivesse a impressão de que a criatura era imortal e vingaria-se dela pulando em sua cara.
kingoberxn:
“Nah, seu pai me ama. Porque ele ainda tem a esperança de que eu seja uma boa influência para você.” Oberon riu, porque aquilo era uma piada, afinal. Por mais rígida que tenha sido a criação de Obe, ele estava longe de ser um bom exemplo para alguém. “Claro que foi um elogio! O que mais poderia ser? Como eu poderia te xingar, minha princesa.” ironizou, quebrando o abraço por um momento apenas para simular uma reverência, guardando a varinha antes de voltar a abraça-la. “Suas informações estão erradas. Georgine está listada no bestiário mágico como perigo nível 5 sem estar com fome. Georgine com fome nem classificação tem. Por isso vamos te manter alimentada. O que quer comer?”
Acompanhou ele na risada pelo comentário, sabendo tanto quanto ele que nenhum dos dois tinha mais jeito. “Oberon!” ralhou, bagunçando seus cabelos enquanto ele fazia a reverência, grunhindo de raiva. Fingiu recusar o abraço, mas logo rendeu-se, não deixando barato e beliscando a cintura alheia. Por mais que estivesse tentando manter a cena, não conseguiu, caindo abertamente em uma gargalhada com o comentário dele “Viu só?! Melhor me manter bem humorada! Ou seja, de barriga cheia!” provocou, e então animou-se como sempre para comer “Uh, doces!” escolheu, parecendo uma criança pidona.
aleklvandamme:
“Miga, ou eu aprendia a cozinhar, ou morria de fome. Meu pai trabalhava o dia todo, e eu ficava em casa morrendo de tédio. Logo, ou eu cozinhava, ou voltava a ser o gordo que eu era quando tinha oito anos porque só ia comer bobeiras.” contou, distraidamente. Gerogina sendo amiga de Aleksander há anos, sabia do que ele falava, conhecia sua história, que sua mãe e pai divorciaram logo quando entrou em Beauxbatons, tendo o filho ficando com Nikolaj na Bélgica, enquanto Shantel voltara para França. Com o comando da princesa, o franco-belga parou, já sabendo o que ela faria por conhecê-la tão bem. “Ouch! Você engordou, sabia?” provocou, mesmo sabendo que apanharia da melhor amiga. Entrando na brincadeira, esfregou o pé direito contra o chão, como se preparasse para apostar uma corrida com alguém. “Preparada?” E sem que Georgina pudesse responder, disparou correndo pelo corredor em direção ao seu destino.
“Ok, ok, você está certo. Definitivamente fez a escolha certa, porque eu não viveria sem você, e muito menos sem seu talento culinário.” brincou, afinal, Alek era muito mais importante do que qualquer talento que pudesse ter. Até podia-se dizer que era especialmente importante. “Mas sabe, eu sinto falta da sua obesidade em miniatura, era legal usar você de travesseiro.” provocou, rindo em seguida “Agora olhe só! Está esquelético!” reclamou, retrucando por ele ter chamado-a de gorda, murmurando ao dar-lhe um tapa no ombro “Que vergonha, não tem forças nem mesmo pra levantar uma peso pena!” Por mais que desejasse ficar emburrada, não conseguiu, caindo na gargalhada com a atuação do mais alto e soltando um gritinho agudo pela inércia quando ele disparou, que continuou em forma de comemorações e incentivos até que chegassem ao destino.
St(c)upid Problem Solved | G&O
kingoberxn:
Seu primeiro ano em Beauxbatons fora melhor do que Oberon esperava. Ele não era, nem de longe, a pessoa mais sociável do lugar nem a mais simpática, porém passar o tempo todo de aula longe de casa foi muito bom para ele. Finalmente foi capaz de se soltar mais e uma das primeiras coisas que fizera no colégio fora se inscrever para as aulas de ballet. Estar longe de seu pai e das cobranças o fazia muito bem. Então as férias chegaram e ele fora obrigado a voltar para casa. Não que não gostasse, estivera com muitas saudades da mãe, das irmãs e um até um pouco do pai, mas voltar para casa significava voltar a ouvir as brigas por sua causa e ter que aturar seu pai. Por isso ele ficou tão animado quando lhe contaram que iriam para Mônaco.
Não podia dizer que estava com saudades de Georgine, afinal eles estudaram juntos e se viam praticamente todos os dias, mas o garoto gostava da companhia dela e sabia que viajar para o país da princesa era sempre diversão na certa. Como sempre, assim que eles conseguiram escapar de fininho, os dois deixaram os adultos conversando sozinhos e foram brincar. Como o bom amigo que era, Oberon só ria dos problemas da amiga.
“ Vocês, garotas, são piores que a gente! E olha que os garotos da nossa sala não são as melhores pessoas do castelo não.” o loiro ainda ria enquanto falava, mas assentiu em concordância antes de continuar a falar, tentando levar o problema dela mais à sério. “Uhum, eu já beijei algumas vezes e depende. Meu primeiro beijo foi bem estranho, mas depois melhorou um pouco. Não que eu tenha beijado muito, também… E, sinto dizer, mas suas amigas exageraram. Beijar é bom, mas não é tudo isso.” Obe deu de ombros, se balançando mais alto enquanto a respondia. “Se esse crush imaginário te fizer agir como elas, eu quero muito ver isso acontecendo, Gigi.” gargalhou ao imaginar a amiga agindo como as garotas mais frescas que estudavam com eles. “Essa ideia envolve um crush fantasma?”
“Eu vou ignorar a parte em que você me incluiu no comentário, ok? Mas, voltando ao assunto, elas são! Os garotos podem até ser pestes, mas pelo menos fazem coisas interessantes... Acredita que um dos passatempos favoritos delas é passar quilos e quilos de maquiagem na cara, só pra depois tirar e ir dormir?! Fala sério!” reclamava, sinceramente indignada e ponderando como poderiam esperar que ela fizesse parte daquilo naturalmente. Assentiu ao ouvir o relato alheio, amadurecendo seu plano na mente, rindo ao debochar “Não me diga que elas são exageradas... Jura?” Fez uma careta para ele, retrucando “Pode esperar isso deitado na sua cova, Oberon! Eu morro, mas não faço isso!”
Sendo cara de pau suficiente e tendo a devida intimidade com o loiro, soltou sem cerimônias “Considerando que você é super branquinho, quase.” riu, então explicando melhor “Você vai me ajudar. Vai me beijar, e quando elas perguntarem, eu vou responder que você é o meu crush. Afinal, elas sabem que nos conhecemos a tempo, mas nada além disso. E também não é como se isso tivesse chances de ser verdade para nós, né.” riu, mas seu sorriso continuava como anteriormente. “Aí, se elas perguntarem, eu posso simplesmente responder e me esquivar do assunto, como elas fazem. Se tem alguma coisa boa que aprendi com meus pais, é como atuar. Espere só as aulas voltarem... Elas vão cair nessa direitinho!”
St(c)upid Problem Solved | G&O
@kingoberxn
FLASHBACK - vacation of 2012, at the Grimaldi Magic Palace, Monte-Carlo.
“Eu juro, é ridículo como elas não param de me encher o saco!” reclamava a princesa, bufando enquanto embalava-se para frente e para trás nos balanços do jardim de inverno do palácio. Seu primeiro ano em Beauxbatons não tinha sido tão bom, mas não diferente do que Geogine esperava. Sabia que seu sobrenome e título trariam amizades puramente interesseiras, tanto que ela agarrou-se às de longa data ainda mais. No entanto, as novas pessoas tinham uma visão completamente errada de Georgine, oposta à realidade da princesa. Afinal, a última palavra que poderia ser usada para defini-la era “princesa”. Gigi claramente não fazia parte do estilo de garotas frufrus e perfeitas de Beauxbatons, vez que preferia sem pensar duas vezes apostar uma corrida na chuva ou rolar na grama recém cortada a fazer as unhas e falar sobre garotos. Ah, garotos, aí estava o seu maior problema. Vendo-os como amigos, não tinha nenhum “crush” ou coisa do tipo, o que aparentemente era inaceitável para uma garota, ainda mais da sua idade. Pior ainda foi quando ela contou que não, ainda não tinha beijado um garoto, muito menos um sapo que transformasse em príncipe. E, por isso, obviamente foi zoada.
Agora, contava tudo a Oberon, que viera com os pais para mais um jantar formal e tedioso, que era preparado na cozinha enquanto brincavam, deixando que os adultos conversassem em paz. “Você já beijou, não? Não tem nada demais, né? Porque elas falaram que é mágico, mas você tinha me falado que era horrível...” fez uma careta, dando de ombros, confusa. “Sério, essas meninas são tão chatas que você deveria ver! Acho até que vou inventar um crush imaginário, só para elas me deixarem em paz...” murmurou. Depois de um tempo, no entanto, freou bruscamente o balanço com os pés e abriu um sorriso artimanhoso para Oberon “Obe, tive uma ideia.”
kingoberxn:
“Porque é a missão de vida das aranhas, pular em você. Compreendo.” riu do próprio sarcasmo, tirando a própria varinha do bolso, mas desviando para o lado da garota e colocando um braço nos ombros dela. “Se eu temesse algo, acha que eu andaria com você?”
“Exato. Ainda bem que você concorda.” retrucou em tom ácido, emburrada, mas que não durou por muito tempo, já que era impossível para ela ficar zangada com ele por muito tempo. “Ameçando uma princesa, Oberon! Meu pai ficará sabendo disso!” zombou ao ver que ele sacara a varinha, porém ela ria do próprio sarcasmo, visto que seria a última a reclamar de um duelo. Com um meio sorriso, ergueu uma sobrancelha desafiadora para ele ao ouvir sua frase “Sorte a sua que eu vou levar o comentário como um elogio, e não um xingamento.” cutucou-o de leve com o cotovelo nas costelas antes de passar o braço por suas costas, completando o meio abraço. “Mas sabe o que você deve temer? Georgine com fome. Essa sim representa risco à humanidade, está até listada no bestiário mágico como perigo de 5 Xs!”
aleklvandamme:
Levantou os braços em comemoração pelo pedido de desculpas ter colado. “YEAH!” falou, quase gritando. “Você é a minha pessoa preferida no mundo, Georgie, comida é a coisa.” retrucou sorrindo e piscando para a amiga. O que falara não era mentira, afinal; Georgina era sua melhor amiga desde que eram pequenos e sua pessoa favorita. “Esqueceu eu aprendi a cozinhar com meu pai? Talento culinário corre nas minha veias, meu anjo.” disse convencido. O beijo em seu rosto fez brotar um sorriso em seus lábios. “Para a cozinha!” continuou, começando a marchar para a direção do local referido.
Soltou uma gargalhada baixa com a comemoração, rolando divertidamente os olhos ao que negava com a cabeça. Seu sorriso então estendeu-se mais com a afirmação, até a fazendo corar de leve. Podia não ser a melhor pessoa para demonstrar amor, mas ser amada definitivamente esquentava seu complicado coração. Apesar de ter uma relação turbulenta com a família de sangue, sempre teve facilidade para relacionar-se com pessoas de fora, da mesma idade que ela, tendo feito na infância muitas amizades leais e duradouras, que considerava família e protegeria com unhas, dentes, e até mesmo maldições proibidas se fosse necessário. “Urgh, disso sim eu tenho inveja... A única coisa que meus pais me ensinaram foi como se portar como realeza, como se ainda vivêssemos no século retrasado, ou como se alguém se importasse.” bufou em frustração. No entanto o sorriso dele logo a contagiou, e assim que começou a marchar com ele, pediu “Espera!” para que pudesse escalar suas costas em cavalinho, e batendo com a lateral dos sapatos em suas coxas “Avante! Antes que alguém veja essa ultrajante conduta, monsieur!” falou com o sotaque de francês antigo carregado, claramente debochando das regras da escola.
m-valleix:
Ela não ia fazer isso, esse tipo de aranha só pica quando se sente ameaçada, se você não tivesse feito nada ela iria seguir seu caminho, Gi.
“Qual é, Mannie, você já viu a cara delas bem de pertinho?! Não tem bondade ou inocência alguma ali! Sabe, você deveria conhecer Hogwarts, lá perto tem tipo um ninho de uma aranha gigante, pelo que ouvi falar... De duas, uma: ou você ia adorar, ou ia ser devorada. Nada pessoal, mas eu aposto mais na segunda.”
kingoberxn:
“Não precisa de um lança chamas para matar uma aranha, G. Longe de mim te zoar por essa demonstração de exagero e habilidade com fogo, princesa.”
“Antes usar chamas do que ter a possibilidade de ela desviar, ou, sei la, pular em mim!” defendeu-se, e então franziu os olhos, apontando a varinha que antes usara para queimar a aranha como uma ameaça para ele “Você realmente não teme a morte, huh, lorde?”