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@heyjudx
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O filho de Juventa soltou um suspiro ao encarar x semideusx. Não era justo, simplesmente não era. Sendo uma pessoa extremamente curiosa, o homem não conseguia conter-se e simplesmente precisava saber o motivo de tanta urgência em deixarem os dormitórios. “Eu já estava pronto para dormir, o mínimo que você pode fazer é me dizer o que é tão urgente que não pode esperar até amanhã de manhã, não?”
Jude estava apenas exercendo uma função que ele mesmo inventou para receber os novatos do acampamento. Primeiro tinha pensado em tacar glitter em todos, mas talvez aquilo deixasse alguns irritados. Por isso ele começou a campanha abraços grátis e a expandiu para os romanos também. Ninguém ficava bravo com abraços! E assim ele estava parado na porta e quando o outro perguntou, Jude não pode deixar de abrir os braços e depois coloca-los envolta do mais velho. “Campanha abraços grátis para os gregos com expansão especial para os romanos porque todo mundo precisa de abraços!” Explicou sorrindo esperando que ele notasse porque não podia esperar até amanhã, porque eram abraços!
deadlyjasper:
Jasper notou a óbvia vergonha que o semideus mais novo estaria sentindo naquele momento, ninguém gostava de fazer algo errado, especialmente quando tinha mais pessoas a assistir, mas fazia parte do treinamento, e a verdade era que ele não era o primeiro e certamente não seria o único a errar. Estendeu a mão para que o rapaz se levantasse e sorriu. “É, eu acho que aconteceria algo desse género, sim.” Assentiu com um sorriso, não ignorando as risadas alheias e acabando por jogar um olhar aos que assistiam. “Não tem problema, acontece a qualquer um.” O assegurou dando um pequeno tapa encorajador no ombro alheio. “Consegue continuar?”
A maior parte da vergonha que sentia não era por ter errado, não mesmo, era por continuar cometendo erros, continuadamente e sem parar. Se fosse apenas um ele agiria normalmente como o Jude de sempre, fazendo brincadeiras para quebrar o clima, mas a falta de acertos o deixava chateado demais. Ele tinha que tentar ser bom em algo. Só uma coisa era tudo que pedia. Com a ajuda do seu instrutor ele levantou e limpou a poeira da roupa tentando ignorar ainda as risadas. “Seria um adeus para Jude. Muito divertido pensar nisso.” O sorriso fraco era só pra não perder o costume de brincadeiras, porque, no final, a decepção com si mesmo era grande. “Aposto que você não erra, você é tão bom. Tipo o magnifico lutador de espadas.” E aquilo parecia nome de filme de bilheteria ruim, mas Jude superava. “Acho que consigo, não machuquei nada não. Totalmente inteiro.” E não era mentira, ele estava bem, no final.
jun-ryung:
A filha de Plutão esboçara um breve sorriso ao ouvir que o outro tinha entendido, isso era quase um milagre, e já deixava a garota mais confortável, uma vez que não teria de repassar o assunto. — Não é tão divertido se quer saber, a vida colorida era mais legal. — Constatou prendendo a bandagem com um esparadrapo, concluindo o curativo com sucesso. — Sim, é mais parecido ainda! Sou sim, é que a maioria do pessoal de lá é babaca e pensa que as cores menores são inferiores. — Disse sem hesitar, dando um passo para trás, abrindo distância do garoto. — Você tem mais algum machucado que precisa de curativo?
Jude ficou feliz de fazer ela sorrir, mas não comentou nada porque vai que ela parasse de sorrir, seria ruim porque ele gostava das pessoas sorrindo. Mas ele não soube o que responder com o comentário da outra, porque ele realmente gostava das cores e seria muito ruim viver sem elas. “As cores não legais...” Apenas disse baixinho para não deixar em branco, mas era tão dificil para ele pensar sem cores. “Se você ou eu fossemos filhos de um mesmo deus poderíamos ser gêmeos! Temos até olhos puxados igualzinho.” Disse para ela saber, porque como ela não via não podia reparar naquele detalhe, mas Jude conseguia. “Eles não sabe o que perdem porque somos muito legais.” Ah, ele gostava das pessoas de coortes menores, o que poderia fazer se ele era de lá? “Acho que não, esse era o pior. Agora eu tenho um pé torcido e uns arranhões só.”
jun-ryung:
A semideusa via a silhueta do rapaz completamente formada de sombras, era interessante como seu mundo funcionava, jamais seria capaz de explicar fielmente a uma pessoa, mas tentava. — Sim… É como se tudo fosse um breu completo, mas silhuetas de pessoas ou coisas se destacam… — Concluiu de forma delicada, não achava divertido mas não queria ser rude a ponto de contrariar o rapaz então simplesmente ignorou aquela parte da frase continuando a enfaixar o braço do rapaz. — Prazer te conhecer, Jude! Sou Jun, filha de Plutão e da primeira coorte!
Novamente ele assentiu com a cabeça, começava a entender o que ela dizia, mas não era como se ele imaginasse. Na verdade ele conseguia imaginar como seria tudo colorido, mas como seria tudo escuro? Não mesmo. O filho de Íris não tinha essa capacidade. “Acho que entendi agora.” E ele observou melhor enquanto ela enfaixava seu braço. Já até começava a sentir que ele parava um pouco de doer, só um pouco. “Olha! A gente tem nome parecido! Jude e Jun, na verdade meu nome é Ji Hun, sabia? Fica mais parecido ainda com o teu. Mas você é da primeira coorte? Eu não conheço muitas pessoas de lá.”
jun-ryung:
A semideusa sorriu por um instante, não era seu intuito constranger o outro, apenas explicar para que a situação não se tornasse constrangedora quando fosse cuidar dos ferimentos do mesmo. — Não precisa se desculpar, eu meio que enxergo através das sombras por isso não uso bengala nem nada, então é difícil saber. — Concluiu tateando o braço do rapaz com cuidado enquanto limpava o mesmo com os materiais organizados pelos filhos de Apolo, logo começando a enfaixar o local com delicadeza para que o outro não sentisse dor. — Não, parece um corte comum, sem biocinese ou morte, nem precisa se preocupar… Aliais qual é o seu nome? Você veio do CHB?
Ele assentiu com a cabeça para ela, mesmo que ela não conseguisse vê-lo. Se tinha uma coisa que Jude fazia muito era usar o corpo para se expressar. Ele havia entendido e se sentido menos idiota por não saber das coisas, pelo menos isso havia funcionado. “Quer dizer que você vê as sombras ou algo assim? Parece ser divertido...” Não que ele achasse que ser cego era divertido, mas tipo ver as sombras seria tipo ver no escuro, certo? Ele queria saber ver no escuro porque ele batia muito o dedo na quina das coisas e se visse, isso não aconteceria. Jude ficou sentado enquanto sentia ela cuidar dos machucados, parecia saber o que fazia e isso começou a tranquiliza-lo de verdade. “Que bom! Eu sou muito novo pra morrer.” De fato agora estava mais tranquilo, até um suspiro deixou escapar. “Ah, eu sou o Jude! Mas eu sou daqui, quarta coorte. O filho de Íris mais legal do acampamento Jupíter! E você? Qual o seu nome?”
Jasper observava x semideusx na sua frente com um pequeno sorriso no rosto, gostava dos treinos comuns, mas quando tinha um treino corpo a corpo, mais pessoal era diferente. Dava para saber exatamente o desempenho e o progresso do x mais novx. Mas a verdade é que também se divertia com aquilo. “Preste atenção!” O instrutor avisou antes de levemente com a vara de madeira nos pés dx campista, x fazendo cair. “Eu disse para ter atenção, imagina se vai em uma missão distraido?!”
Jude tinha um péssimo jeito para lutas corpo a corpo. Tipo, seu instrutor era bom demais e ele mediano demais. Óbvio que sabia lutar, mas com tanta gente os olhando o garoto ficava tão nervoso que nem todos os anos em Nova Roma o fariam acostumar com aquele típico nervosismo. E ao ser derrubado pela distração, o filho de Íris ficou claramente envergonhado, afinal tudo seu ficou vermelho, desde seu rosto até os fios em sua cabeça. “Eu acho que teria morrido, né?” E embora pudesse ouvir algumas pessoas do lado de fora dando risada, Jude se levantou e segurou novamente a espada em sua mão. “Desculpe por ficar distraído, senhor.” E agora, mesmo com o nervosismo pelas pessoas ele tentou se manter no lugar e prestar atenção apenas no outro a sua frente, respeito era algo que eles ensinavam naquele acampamento. “Não vou fazer mais isso.”
jun-ryung:
A única coisa que Jun era capaz de ver eram sombras, silhuetas, detalhes não existiam desde o dia que foi atacada por ciclopes, logo trabalhas cuidado de ferimentos alheios não era lá tão simples, mas não queria dizer que a garota não podia tentar. — Ah, sinto muito, mas eu sou cega, não consigo ver nada além de sombras e silhuetas. — Explicou com calma, esperando que se fizesse por entender, no entanto fora capaz de perceber que o outro estendera o braço, então deu um passo à frente e segurou o mesmo com cuidado, tateando brevemente assentiu, sabendo o que tinha que fazer. — Tudo bem, nem pretendo gastar minha biocinese só com esse corte, deixe-me pegar as bandagens, pode se sentar? Facilita meu trabalho.
Jude ficou olhando para ela por alguns minutos. Tinha visto ela algumas vezes no acampamento, mas nunca havia percebido que ela não enxergava. Seria distraído demais? Ele automaticamente se sentiu culpado e seu peito se apertou. Como ele poderia ser tão mais tão lerdo daquela forma? “Ah, me desculpa eu não tinha percebido...” Ele disse um tanto envergonhado pela falta de atenção e por um segundo ele pensou explicar como o braço estava, mas ficou quieto vendo-a tocar nele. Sentiu um tanto de dor, não podia negar, mas ficou ali sentado esperando. “Eu sento sim. Não tá tão ruim né? Não tem biocinese de morte então ta tudo bem né?”
Oceana ainda estava ressentida pelos monstros levaram crianças que só estavam lutando para sobreviver, tantas vidas perdidas e todas inocentes. Aquele era o seu calcanhar de Aquiles; tentar salvar todos. Era mais do óbvio e lógico pensar que não se podia salvar todos da mesma sala, mas Ana não queria saber se o seu pensamento estava certo ou errado, apenas não conseguia evitar cada face horrorizada quando a morte se aproximava. Longe da enfermaria, longe de todos, na verdade, a loira não conseguia conter as lágrimas. Não de tristeza, e sim de raiva. E era assim em quase todo o final de caçada, quando a perda era imensa e Oceana não podia fazer nada além de se alegrar minimamente por saber que os semideuses iriam para os Campos Elísio, contudo, a chama do rancor era mais forte do que o simples contentamento de que não estavam mais com medo ou lutando. O pranto da caçadora não durara muito tempo, não queria manchar a sua imagem de instrutura que, querendo ou não, tinha de preservar. Não era bom que a vissem chorar, iria desfazer a imagem não só dela, e sim das suas colegas de caça, que por acaso eram muito diferentes de Ana. Rumou até os campos de treinamento, onde via que os semideuses que eram responsáveis pela arrumação já tinham feito o seu trabalho por lá. Apesar de tudo, a filha de Eros estava energética pela recém-batalha, e seus músculos relembravam o tempo de caçada, há sete anos atrás. Não saberia quando ia voltar, mas sabia que Ártemis, mesmo na forma de Diana, estava bem acompanhada e uma caçadora a menos não iria acabar com o mundo. Com a aljava reaparecendo, em vista de que iria usá-la, Ana passou as mãos pelos olhos, afim de retirar qualquer resquício de lágrima que tivesse. Suspirou fundo, pegou uma flecha, puxara a corda do arco e soltara; no centro do alvo. E assim fora repetidamente, acertando todas as flechas. Tecnicamente, era impossível de Oceana errar uma flecha sequer. O parentesco ligado à Eros já a dava uma habilidade extra com o arco e flecha, e sendo uma caçadora, intensificava a manha com a arma. A postura era não só de uma guerreira, mas de alguém treinando para matar milhares de monstros se pudesse. Se tivesse a chance, de fazê-los sofrerem assim como os semideuses que foram arrancados de suas casas. Ao dar uma pequena pausa para ir retirar as flechas dos alvos, Ana escutou um barulho — sutil, mas ainda sim. Não levantou a cabeça, entretanto, rindo pelo nariz. ❝ — Nunca te disseram que é feio espiar? ❞
Jude era um tanto curioso, ele tinha que admitir. Não havia se dado tão bem em Nova Roma no começo graças a isso. Era o tipo de pessoa que sempre ouvia o ditado: A curiosidade matou o gato. Mas conforme ele cresceu e amadureceu, ou deveria ter amadurecido, seu nivel de curiosidade apenas passou a diminuir, cada vez menos ele se sentia na necessidade de olhar para as pessoas e querer saber o que elas faziam, entretanto as vezes não tinha como fugir. Vendo a garota que estava treinando, Jude se pôs a observar, primeiramente de longe. Não era como se fosse curiosidade real, ele ficou um tanto admirado pela ótima mira da outra que estava a sua frente. Ele gostava de arco e flechas porém... Não era como ela, não chegava realmente perto. E por isso ele ficou um tanto hipnotizado. Ele queria ser como ela naquilo. Talvez por essa admiração ele começou a ir mais para frente, com cuidado para que ela não o notasse. Mas se tinha uma coisa que Jude era péssimo, era em não ser notado. Afinal, em um momento ele pisou em uma folha, se assustou com isso ai pulou e pisou em outra folha e depois tentou parar e se esconder entre as mãos. Que vergonha que ele sentia. Mas o que poderia fazer? Não havia nada. Pode sentir seu rosto queimar e presumiu que o cabelo ficava da mesma cor. Era tão ruim a habilidade que possuía em momentos como aquele. Ao ouvir a voz da outra, apenas levantou sua cabeça levemente, sentindo seu rosto cada vez mais vermelho. “Me desculpe é só que... Você é tão boa...”
( ✉ → sms ) i dropped my pzziza o nt eh floror im fuckgin pissed
( ✉ → sms ) Você deixou cair sua pizza????
( ✉ → sms ) Não pode escrever palavrão isso é feio!
( ✉ → sms ) Mas você bebeu? Essa ortografia ‘tá tão errada...
( ✉ → sms ) Você está bem?
HEY JUDEEEEEEEE / Jin
EU NÃO VOU COMPLETAR COM A MÚSICA OUTRA VEZ! Você pare...
Horus: What is one thing you've had to fight for in your life?
Lutar para tudo dar certo conta? Eu tive que lutar pra ficar aqui e conseguir me adaptar, muito. Eu era uma criança que sentia muita falta do meu pai, então... Acho que foi a batalha mais difícil que tive, saudades...
56. What's your favourite animal?
Um tigre! Ou um vaga-lume! Não sei qual dos dois gosto mais.
❤️- A happy memory that makes them smile
Hm... Eu sorrio muito quando eu lembro de quando eu era pequeno. Teve uma vez que meu pai decidiu que queria mudar a casa, eu tinha uns 7 anos, e ele falou que ia pintar tudo! Tipo tudo! Ai eu disse que queria tudo colorido e nisso ele me deu umas latas de tintas e falou pra jogar na parede. Eu realmente joguei sabe? Ai a parede foi pintada com respingos de tinta. Tinha verde, azul, laranja, amarelo, rosa, marrom... Tinha tudo! E a nossa sala ficou assim, e o meu quarto ficou com desenhos de uma criança de 7 anos. Mas foi divertido! Eu realmente gostei disso.
OBSIDIAN: which of the seven deadly sins my muse would be
Provavelmente Jude seria a Gula. Ele é o tipo de pessoa que come muito, sempre que pode na verdade.
"Can you dance for me?"
O rosto de Jude se avermelhou conforme ele ouvia aquela pergunta. Os cabelos também variaram um pouco seu tom enquanto ele focava seu olhar na garota. Dançar assim era estranho, não estava acostumado com aquilo. Afinal apenas dançava em algumas festas ou quando estava sozinho. “Dançar aqui?” Perguntou bagunçando os cabelos e assentindo envergonhado em concordância, ele não poderia se sair tão mal, né? Entretanto ele nem deu a chance de mostrar seu lado dançante. Jude balançou os braços e as pernas de forma dessincronizada e apenas riu baixo. Tentar ele tinha tentado.
20: What's your OCs favorite kind of pizza?
Meia pepperoni, meia mussarela.