mom's bad date - ls oneshot
Harry volta mais cedo para casa, depois de um péssimo encontro, e vai direto ao quarto de seu filho para contá-lo sobre. O que ela não esperava era pegá-lo no flagra batendo uma punheta gostosa; sendo a boa mãe que era, a mulher decide satisfazer as vontades de seu filhinho e dar a ele algo para foder — seu corpo.
[Esse smut conterá incesto consanguíneo, diferença de idade grande (Harry com 35 e Louis com 19), palavras de baixo calão e do tipo "grelinho, grutinha, caralho, melzinho, etc.", H!cisgirl, desuso de camisinha, xingamentos durante o sexo, tapas na buceta, etc. Não leia se não gostar de um dos temas abordados]
Era noite quando a mulher penteava seus cachos, tentando ajeitá-los de maneira que não ficassem tão volumosos, mas ainda assim com formato. Ao contrário do cotidiano, no entanto, se arrumar estava sendo um tédio, porque Harry não estava nada ansiosa para ir àquele encontro. Sentia que algo estava errado com aquele amigo de uma das meninas de seu trabalho, mas não sabia o quê. Sua postura era estranha, de certa forma, e parecia uma daquelas pessoas que você só sabe que tem algo de estranho.
De um jeito ou de outro, estava quase terminando de se ajeitar e não queria cancelar e ficar arrumada para nada. Não queria sair de casa, mas havia feito um acordo consigo mesma de tentar experimentar coisas novas e sair um pouco da rotina; tentava seguir aquele plano, por mais que não quisesse. Na realidade, Harry não enxergava necessidade em ficar fora do seu conforto em casa e ir para a rua, mas suas amigas comentavam tanto, tanto sobre como era bom ir à encontros diversos que ela sentia como se estivesse perdendo algo.
Terminava de passar o gloss rosado e brilhante nos lábios carnudos, após o rímel e um pouco de blush nas bochechas, quando sentiu uma presença atrás de si, se assustando e então vendo o reflexo de seu filho pelo espelho; com os braços ao redor de seu corpo num abraço carinhoso.
— É, aquele doido não te merece mesmo. — Louis falou, apoiando o queixo no ombro da mãe. — Por que você vai sair com ele? Cara estranho.
A mais velha riu rápido e então fechou a cara, dando-o aquele olhar repreendedor que toda mãe tem e fechando o tubinho do gloss, se virando em direção ao filho. Ele a segurou superficialmente pela cintura enquanto ela respondia:
— Porque ele é um bom homem e eu preciso sair um pouco, bebê. — Explicou, deixando um beijinho em sua bochecha e desvinculando o enlaço. — Eu volto rapidinho, amor, lá 'pras onze, ok?
— Beleza, mãe. — Respondeu num suspiro.
Então, ambos desceram as escadas, indo à cozinha e ficando um pouco juntos enquanto esperavam a chegada de Andrew. O filho também não estava ansioso para o encontro; não queria que sua mãe fosse à lugares chiques com outros caras, muito menos com um tão estranho como era aquele. Ele chegou a tentar convencê-la de não ir, mas ela não o deu ouvidos, decidindo que tentaria ter uma noite de diversão adulta e, quem sabe, encontrar um novo amor.
Louis sabia que aquilo não iria acontecer, no entanto. A única pessoa que Harry era capaz de amar era seu filho, na visão do próprio. Odiava a ideia de ter que dividir sua amada mãe e, só de pensar nela com outra pessoa, seu estômago se embrulhava. Não havia nada que ele pudesse fazer, de qualquer jeito, então se mantinha emburrado sobre o assunto e não comentava muito sobre ele.
Conversavam um pouco sobre a faculdade do mais novo e o que ele precisava fazer em um de seus trabalhos quando a campainha soou alto, chamando suas atenções.
Harry caminhou até a porta e se encontrou com o ruivo, cumprimentando-o educadamente e fechando a porta ao ouvir um "juízo, hein?!" de Louis; sua voz estava irritadiça e nem um pouco animada, mas a mulher ignorou aquilo.
Assim que pisou para fora de casa, se sentiu estranha. Como se algo não estivesse certo. Foi quando entrou no carro do homem que soube que aquela seria uma longa e péssima noite.
A mulher chegou em casa cansada, ainda eram nove e quarenta da noite e ela fechou a porta estressada. O encontro, para resumir bastante, havia sido uma merda. Andrew era estranho, falava sobre assuntos que não eram nem um pouco interessantes e, sendo honesto, até o beijo e a pegada eram ruins. Talvez desse para salvar se os últimos dois artefatos fossem melhores, mas, pelo visto, não eram.
Estranhou que seu filho não estivesse na sala, já que ele sempre maratonava alguma série quando a mãe saía, mas não pensou muito sobre isso. Foi à cozinha e bebeu um grande copo de água enquanto tirava os saltos baixos que usava e os deixava perto do batente do cômodo, sentindo aquele alívio de sempre ao ficar descalça. Harry ouvia alguns barulhos no andar de cima, pensando que Louis talvez estivesse em ligação com algum amigo, por ouvir sua voz — não conseguindo, no entanto, entender o que ele dizia.
Pensou que seria bom não atrapalhá-lo, então esperou que os barulhos cessassem por completo antes de ir escadas à cima, se dirigindo à última porta do corredor, que tinha a clássica plaquinha juvenil de "do not enter" pendurada. O mais novo já a havia dito que ela sempre deveria ignorar o recado do pedaço de papel que ali jazia, então, ao ouvir seu filho murmurar um "mãe" baixinho — pensando, obviamente, que ele já sabia que ela estava ali e estava a chamando para dentro —, abriu a porta, se deparando com uma cena que nem em um milhão de anos pensou ver (muito menos gostar).
Louis estava completamente nu, deitado com as costas na cama enquanto tinha a cabeça afundada no travesseiro. Seus cabelos estavam bagunçados e cobrindo seus olhos, mas era possível vê-los fechados em deleite com o prazer que sentia. Uma fina camada de suor se fazia por todo o corpo do jovem enquanto suas pernas tremiam levemente, mas nada disso chamava tanto a atenção de Harry quanto o próximo lugar ao qual olhou. A mão direita de seu filho cobria seu próprio pau, fazia uns anos que a mãe não o via e poderia afirmar que, sim, estava muito maior; também era grosso e tinham veias espessas, brilhante pelo pré-gozo que o rapaz espalhava em seu comprimento com tanto afinco.
Ele ainda não havia percebido a presença de sua mãe à porta, surpreendendo-a quando gemeu sôfrego:
Seu polegar, agora, fazia movimentos circulares ao que todos os pêlos de seu corpo se arrepiavam; sedento por um orgasmo, mas não querendo tê-lo tão cedo.
A mulher ainda estava estática em seu lugar na porta, pensando no que faria. Aquele showzinho particular que estava tendo era deliciosamente proibido, excitante num nível descomunal de errado — mas tão, tão belo de se aproveitar. Reuniu os fatos em sua cabeça, para poder pensar melhor; seu filho estava se masturbando; ela estava assistindo; e ele gemia, chamando por si. Harry sempre foi uma ótima mãe, que dava o que seu bebê queria toda vez que ele pedia — Louis era um garoto meio mimado. Não deveria ser diferente daquela vez, deveria?
Ela fazia de tudo por ele, então, se era por seu corpo que ele pedia, era seu dever entregá-lo isso, não? E entrava no seu acordo consigo mesma, já que seria algo novo a se experimentar.
Bom, não importava mais quando Harry já caminhava até a cama, fazendo com que Louis percebesse e parasse assustado, cobrindo-se com o edredom e ficando vermelho de vergonha, escondendo o rosto com as mãos. Pensou que sua mãe estivesse indo bater em si por tamanho desrespeito, mas se surpreendeu quando ela subiu na cama e engatinhou lentamente até estar sentada em seu colo.
— Mãe, me d-desculpa, eu não aguent-
— Você quer ajuda? — Interrompeu, segurando seu rosto com as duas mãos e obrigando-o a olhá-la nos olhos. — Você quer que a mamãe te ajude, bebê?
Um brilho de excitação e receio se passou pelos olhos de Louis, o rapaz assentindo contido, ainda envergonhado.
— Bom, amor. Isso é bom, porque eu posso te ajudar. — Levou uma das mãos à nuca do outro, fazendo um carinho ali. — A mamãe também quer te ajudar, ok? Mas você não pode contar 'pra ninguém, bebê, você sabe disso, não é?
— Sei, mamãe. Não vai sair daqui…
Harry, então, juntou as bocas num beijo um tanto carinhoso, sentindo as mãos grandes de Louis apertando sua cintura. O que começou com um selinho singelo e que serviu mais como um teste, logo se tornou algo intenso; a língua do mais novo invadia os lábios de sua mãe num ósculo delicioso, deixando-a maluca com aquilo. Os dedos apertavam os cabelos na nuca de Louis sem muita força, mas era suficiente para que ele sentisse uma certa ardência no couro cabeludo.
Enquanto as línguas travavam uma batalha gostosa entre os lábios dos dois, o mais novo conseguia sentir seu pau endurecer de novo com o peso da outra sobre si ao que ela sugava seu lábio inferior, se movimentando minimamente sobre o seu colo. As mãos de Louis desceram lentamente para a bunda de Harry, apertando o lugar com força e sorrindo orgulhoso quando percebeu ela se desconcertando um pouco do beijo. A mulher se encontrava em deleite por estar fazendo aquilo com o próprio filho, era tão bom e proibido que se tornava uma bagunça promíscua — ela já sentia seu grelinho sensível raspando minimamente na calcinha que usava e estava sendo levada à loucura com aquela sensação.
Levantou-se um pouco do colo de seu filho e tirou o cobertor que separava os corpos, tendo novamente a visão de seu corpo malhado e as tatuagens grotescas que cobriam toda a pele bronzeada. Afastou suas mãos da nuca e cabelos de Louis apenas para desfazer-se lentamente de sua camisa, desfazendo botão por botão até que os seios proeminentes e envoltos num sutiãzinho branco ficassem visíveis; sendo minuciosamente assistida pelo outro. A peça de roupa foi jogada para longe, os dedos ágeis do mais novo foram à parte da frente de seu corpo e tiraram a calça que usava numa velocidade necessitada, deixando-a apenas com a lingerie que usava num piscar de olhos.
Harry suspirou quando se sentiu livre de roupas pesadas e percebeu os beijos descerem lentamente por seu pescoço, sugando em pontos específicos que causavam gemidos baixinhos e dengosos, provavelmente marcando-a, também.
— Tão doce, mamãe… — Murmurou, sentindo-a se movimentar mais sobre seu corpo.
O único tecido que os separava era a calcinha fina que a mais velha usava, era um pedaço de pano mínimo e isso deixava Louis insano. Ele queria arrancar aquilo para fora e fodê-la até não aguentar mais, mas preferiu por seguir um plano mais calmo e que duraria mais, ao invés.
Os beijos foram cada vez mais baixos, até o momento em que o rapaz se encontrava com o rosto entre os peitos de sua mãe, lambendo a pele ali e enchendo as mãos geladas com os seios cheinhos num contraste de temperatura delicioso. Harry gemia e jogava a cabeça para trás a cada contato, ficando impaciente muito rápido com a demora de seu filho e desfazendo o sutiã ela mesma, tirando-o e fazendo os peitos pularem contra o rosto do outro, que sorriu diante da cena de sua mãe desesperada pela sua boca.
— Você já fez isso antes, bebê, não mudou muita coisa. — Falou, acariciando seus cabelos e rindo de sua feição hipnotizada. — Seja bom para a mamãe, sim? Chupe direitinho.
Louis, então, fez o que foi instruído a fazer. Não seria nenhum esforço ou sacrifício, claro; já observava os peitos da mãe quando a via de biquíni ou usando algo decotado demais. Ficava extremamente carinhoso nesses dias, pedindo abraços e espremendo o rosto contra a pele macia.
Passou a ponta da língua no seio esquerdo, segurando o biquinho entre os dentes e então chupando-o forte. Harry gemeu alto, incentivando-o ao puxar seus fios acastanhados e morder os próprios lábios. O rapaz se deliciava nos peitos de sua mamãe e estava sendo estimulado a continuar o fazendo, lambuzando o biquinho avermelhado que tinha em seus lábios e marcando a pele clarinha.
Os gritinhos manhosos de sua mãe ecoavam por todo o quarto, sendo arrastados e completamente dengosos enquanto ela tentava conter sua excitação. Rebolava no volume que sentia debaixo de si com afinco enquanto se sentia ser chupada e estava ficando maluquinha com o tanto de estímulos que estava tendo ao mesmo tempo. Sentia o caralho de Louis raspar contra o tecido da calcinha, rente ao seu grelinho no mesmo tempo que seu peito era mordido e a cintura apertada. Estava louca para ter mais daquela sensação que seu filhinho a dava, então se sentiu mais quente ainda quando ouviu-o falar:
— Você bem que podia tirar a calcinha e deixar eu sentir essa sua buceta gordinha em mim, hm? — A voz saiu abafada pelo seio em sua boca, mordendo o biquinho e fazendo-a soltar um gritinho. — Me deixa sentir seu melzinho, mamãe, mostra que 'tá toda molhadinha 'pro seu bebê.
Harry, então, fez o que lhe foi instruído, surpreendendo-se ao ter seus corpos rodados e as posições invertidas antes que pudesse perceber. Seu filho estava, agora, sobre si; esfregando o caralho duro entre os lábios cheinhos e rosados de sua buceta. O grelinho era tocado pela cabecinha grossa do pau de Louis, levando-a a sentir as pernas tremerem sensíveis e mais gemidos em deleite escaparem por sua boca.
Os beijos subiram mais uma vez e o mais novo os envolvia num ósculo delicioso, repleto de baba e grunhidos reprimidos. Apoiava seu corpo com um dos braços, na cama, enquanto a outra mão descia ao encontro de suas intimidades, ajudando o processo de mantê-las juntas. Passava os dedos ágeis por sua glande ao mesmo tempo que os esfregava no pontinho doce de sua mãe, parando quando viu suas pernas tremerem demais e perceber que um possível orgasmo se aproximava.
— Bebê… — Começou dócil. — Não seja mau com a mamãe, por fa- Oh, okay… — Se interrompeu ao sentir a língua do rapaz descendo em uma linha reta por todo o seu corpo, se aproximando cada vez mais de seu destino.
Os lábios de Louis envolveram o grelinho de Harry numa sucção gostosa, ele esfregava a língua velozmente contra o pontinho doce e sentia o melzinho escorrer por todo o seu queixo, melando a cama e deixando um gosto adocicado em seu paladar. A mãe gemia alto e desgovernada, afundando a cabeça nos travesseiros e apertando os cabelos de seu filho com força; empurrando-o mais contra sua buceta. Era uma sensação tão gostosa, tão boa, que ela precisou dizer-lhe isso:
— Tão bom, bebê… Tão bom 'pra mamãe.
Quando ele juntou o anelar ao dedo médio e os forçou contra ela de vez, a mulher soube que não aguentaria por muito mais tempo. A mão do mais novo era tão boa dedando-a que ela queria mais, mais forte, mais rápido, mais fundo; mais. Mas era impossível ao que, toda vez que tentava descer contra os dedos, tinha sua cintura segurada fortemente — deixando-a paradinha no lugar e frustrada com a penetração rasa.
— A-amor, eu vou gozar, sobe aqui. — Pediu trêmula, assistindo com deleite e muita, muita atenção quando seu filho tirou os dedos de dentro de si e os chupou com uma feição de satisfação. — Isso, bebê, vem até a mamãe.
O jeito o qual Harry falava era carinhoso, mas Louis não parecia querer ser carinhoso. Estava com as sobrancelhas franzidas e os lábios apertados quando ficou cara a cara consigo, dando-a uma impressão de que estava se controlando muito para não fazer algo. Ele voltou a se apoiar com um só braço na cama, passando a mão do outro da grutinha molhada até os seios clarinhos, apertando-os antes de levar os dedos ao seu pescoço; segurando-o de leve, mas firme.
— Eu vou te foder agora. — Contou com o rosto ainda sério, a voz baixa e grave. — Você vai ficar paradinha e gemendo alto 'pra mim, hm? Como a boa putinha que eu sei que você é, mamãe. Vamos inverter os papéis um pouco, seja uma boa mãezinha 'pra mim.
A mulher só conseguiu assentir em resposta, se excitando mais ainda com o tom rude e sentindo sua buceta mais molhadinha quando a cabecinha do caralho de Louis roçou no seu grelinho, massageando-o levemente e levando-a a gemer esganiçado. O rapaz a olhava com devoção no olhar, faminto por sua luxúria e tudo o que queria fazer era acabar consigo.
O carinho em seu pontinho doce foi deixado de lado quando ele desceu mais o pau, arrastando-o contra seu melzinho e provocando-a, não de fato se enterrando em si. Ela queria pedir, queria gritar para que ele entrasse logo, mas havia dito que seria boa e assim o faria. Foi como um espetáculo dentro de si quando sentiu a cabecinha sendo forçada contra sua grutinha, escorregando facilmente para dentro pelo tanto de mel que a mulher escorria. No entanto, ele não se mexeu; se manteve parado enquanto a olhava, ouvindo os gemidinhos baixinhos que escapavam de sua boca sem sua permissão.
O caralho grosso a dava uma sensação de alargamento maravilhosamente dolorida, se sentia esticar ao redor de toda aquela espessura e sabia que seria melhor ainda quando Louis começasse a se mexer. Mas ele não o fazia, apenas a assistia fechar os olhos e tentar se impulsionar para baixo, tentando ter mais daquela sensação e choramingando frustrada quando percebia que não teria mais.
Foi quando uma única lágrima escapou de seus olhos tristes que o mais novo falou:
— Isso tudo é desespero por um pau? — Riu sarcástico, passando a língua pelos dentes e dando uma única estocada forte; bruta. Harry gemeu alto e curvou os dedos dos pés, quase sorrindo por finalmente sentir a tão aclamada sensação. — É isso que você quer, putinha?
— Sim, bebê, sim… — Respondeu baixinho, abrindo os olhos e levando as mãos ao rosto suado de seu filho, beijando sua boca e mantendo as testas juntas. — Por favor, Lou.
— Ah, mas aí perde a graça. Te ver assim, toda desesperadinha, é tão divertido… Por que eu deveria fazer diferente?
A mulher choramingou mais uma vez, se sentindo muito frustrada e a única coisa que queria era que Louis socasse fundo. Era tão difícil assim acatar à um pedido?
— Por favor, bebê, mete em mim. — Pediu mais uma vez, deixando um selinho doce em seus lábios. — Por favor.
Sem aviso nenhum e sem que Harry pudesse sequer perceber, o rapaz começou a estocar num ritmo maluco. Entrava e saía fortemente, indo diretamente ao fundo de sua grutinha e fazendo uma protuberância aparecer outrora num ponto abaixo do seu umbigo. A mãe estava tão feliz por tê-lo conseguido, fazendo como ele tinha pedido e gemendo alto; naquele momento, talvez os vizinhos soubessem o que se passava ali dentro.
Os movimentos eram bruscos e rígidos, a mão em seu pescoço ainda o apertava forte e quase a deixava sem ar. Louis estava gostando muito de toda aquela faceta pervertida de sua mãe, que parecia gostar de sua brutalidade e querer mais rude, mais rápido, mais fundo. Os gritinhos estagnados e interrompidos que saiam de sua garganta e iam diretamente aos ouvidos do filho estavam servindo como melodia, era inimaginável que um dia realmente estariam assim e realizar aquela vontade que o rapaz tinha em segredo o estava levando à um estágio gigante de tesão.
— Lou, m-meu Deus… — Harry chamou baixinho, arranhando forte sua nuca com as unhas quando ele levou os dedos ao seu grelinho mais uma vez, massageando o local com carinho e cuidado; mas preciso, também.
Era tudo muito bagunçado, muito gostoso e muito, muito errado. A zona na qual estavam ambos envolvidos os deixava sedentos por mais; queriam ter daquela sensação sempre que pudessem e já tinham em mente que fariam aquilo mais vezes. Os corpos se encaixavam perfeitamente, chegava a ser estranha a forma a qual a mão de Louis parecia ter o tamanho perfeito para o pescoço de sua mãe, ou como ela se sentia perfeitamente preenchida pelo seu pau.
As estocadas não diminuíram de ritmo nem por um segundo, o mais novo parecia ter um pique enorme e aquilo agradava muito a Harry. Cada solavanco que seu corpo dava pelas socadas fundas de seu filho era motivo para um gemido alto, o rapaz tinha suas costas arranhadas enquanto entrava e saía e era certeza de que marcas avermelhadas e longas apareceriam na manhã seguinte. Os corpos suados se esfregavam ao que o único barulho ouvido eram os gritinhos altos de Harry e os grunhidos roucos de Louis; o sexo estava tão promíscuo que, pelo som, realmente parecia que a mulher era sua putinha. E ele amava isso.
— Olhos em mim. — O rapaz mandou quando a mãe os fechou. — Olhe para mim.
— Eu não… — Tentou, falhando ao fechá-los e afundar a cabeça no travesseiro, gemendo por sentir o dedo de seu filho se movimentar mais rápido e seu pau indo mais fundo dentro de si. — Eu não consigo…
— Eu não perguntei se você consegue, eu 'tô te mandando olhar para mim. — Respondeu rude, estocando mais fundo ainda e passando a unha curta no grelinho. — Vai, caralho, olha 'pra mim. — Mandou mais uma vez, sorrindo cafajeste quando a mulher o fez, com muita dificuldade. — Você vai ser uma boa mamãe 'pra mim agora, ok? Vai fazer o que eu mandar. — Instruiu, sorrindo mais uma vez ao tê-la concordando. — Goza.
— Lou, b-bebê… — Choramingou. — Eu não consigo…
O rapaz, bravo, a estapeou sua buceta com a mão que estava lá. A ardência fez Harry gritar, sentindo a queimação no seu ventre aumentar quando uma única lágrima escorreu seus olhos; exatamente como mais cedo acontecera.
— Eu já falei que não te perguntei se você consegue. — Falou devagar e baixo. — Eu 'tô te mandando gozar agora, então você vai gozar agora. — A mulher chorou mais, se sentindo frustrada por não conseguir fazer o que seu filho mandava. Ela queria obedecer, queria gozar e satisfazê-lo em suas vontades, mas não conseguia em tanto pouco tempo. — Vai logo, cachorra! 'Tava parecendo uma cadela no cio até agora e não consegue sequer gozar? Putinha ingrata do caralho.
Toda aquela degradação fez o calor da mais velha aumentar drasticamente, e foi quando Louis deu mais um tapa ardido no seu grelinho, apertando seu pescoço, que ela gozou; forte e gostoso. O gemido arrastado e rouquinho que saiu de sua garganta serviu de incentivo para o rapaz, que a estapeou mais uma vez em sua intimidade antes de soltar sua garganta e fazer o mesmo nos peitinhos gordinhos; dando tapas fortes em cada um deles.
As pernas esbeltas tremiam enquanto o mais novo a olhava por cima, sem se movimentar e admirando seu rostinho todo suado e corado; os olhos lacrimejando e os lábios gordinhos com manchinhas vermelhas, causadas pelos dentes dela. Era um bela visão, ele devia admitir.
Assim que sua respiração se regulou e seu coração se acalmou, ela sorriu; zonza pela sensação de ter um orgasmo tão intenso. Abriu seus olhos verdes e olhou para o filho, percebendo como ele já a olhava fixamente. Ele se aproximou lentamente, segurando seu rosto e então a beijando com carinho e esfregando os lábios preguiçosamente. O ósculo tinha um quê de gentileza, o jeito o qual Louis acariciava sua bochecha e juntava suas línguas era calmo, realmente gentil.
Mas tudo mudou quando ele deu uma estocada repentina, voltando a segurar seu pescoço e rindo da sua cara de espanto. Aparentemente, ela tinha se esquecido que tinha um pau dentro de si.
— Achou que eu ia foder a minha putinha e não gozar? — Zombou, sendo bruto em seus movimentos ininterruptos.
— Não, bebê… Pode usar meu corpo 'pra gozar, amor, ele é todo seu.
Louis, então, continuou metendo fundo; queria seu orgasmo o quanto antes e não se seguraria, daquela vez. Estava quase gozando quando sua mãe entrou no quarto, quase gozou enquanto a fodia, mas seria naquele momento que teria sua porra transbordando a mulher. Seu caralho ia fundo e saía rápido, não queria enrolar muito, e em poucos minutos já sentia o estômago borbulhar.
Esporrou em jatos longos dentro da mãe, sentindo-a se apertar envolta de si e gemendo rouco rente ao seu rosto. Continuou dando estocadas lentas, para prolongar o momento, e logo estava saindo de dentro dela; abaixando-se até a altura de sua buceta e assistindo o buraquinho apertado expelindo sua porra. Louis enfiou o dedo nela, ouvindo-a dar um gritinho surpreso quando recolheu todo aquele gozo de dentro da mulher; levando a mão até a sua boca e assistindo-a enquanto ela sugava e lambuzava seu dedo, tendo os olhinhos fechados e uma feição satisfeita.
— Gostoso, bebê. — Comentou manhosa, o puxando para se deitar consigo.
O rapaz, no entanto, se levantou; indo até o banheiro e voltando com uma toalha molhada. Ele os limpou e deixou beijinhos carinhosos por todo o corpo da mãe, percebendo-a adormecida quando se deitou ao seu lado.
Naquela noite, eles dormiram como em muito tempo não faziam; juntos.
depois de dias prometendo… desculpa a demora 😣 não fiz a correção, me perdoem se tiver algum erro ou algo repetitivo demais…