Ex-militar, atriz é chamada de “sionista” por defender as Forças de Defesa de Israel.
Uma simples busca por “gal gadot zionist” no Twitter revela vários outros exemplos. É mais uma demonstração de causas do movimento progressista se chocando. Não importa que Gal Gadot, uma mulher, vai estrelar um filme solo de super-heroína ou que ela provavelmente pode derrotar qualquer homem lendo isso no combate próximo.
O que importa é que ela é uma “sionista que é a favor da opressão dos palestinos”. O movimento que tanto esperneia por “exemplos femininos positivos na cultura pop”, não hesita em abandonar uma mulher que é exemplo de força, lealdade e disciplina por causa de um povo que tem como lei a subjugação do sexo feminino e que persegue e marginaliza homossexuais.
É essa forma de pensamento, essa ideologia, a qual criadores e executivos da indústria se curvam, na sua busca por uma boa imagem na mídia. Uma luta cheio de buracos e incongruências que, no fim do dia, acaba dividindo e oprimindo mais do que as forças invisíveis que ela jura combater.









