Primeiro ano de faculdade, jovens adultos com os hormônios borbulhando, aquela fase onde não se é mais adolescente, mas que alguns costumes imaturos ainda persistem, entretanto a maturidade da vida adulta batendo na porta e aquela confusão que deixam qualquer um maluco.
Muse A não era o/a nerd da turma, não era o/a encrenqueire, não era o/a popular e também não era o/a tímide. Muse A era apenas Muse A, alguém que entrava em qualquer “tribo” e que tinha uma boa convivência com todos, mas que não gostava de firmar laços firmes com ninguém.
Muse B, no entanto, era o bad boy da banda do clube de música. Roqueiro, cabelo colorido, algumas tatuagens e piercings, guitarrista e, claro, o crush de muita gente. Basicamente o rockstar que amamos amar, ou amamos odiar. Ao menos Muse B não era um delinquente, só fingia ser por conta do aesthetic. Seria terrível pra imagem um roqueiro perfeitinho, certo?
Durante um dos eventos da banda, Muse A compareceu só porque um de seus colegas insistiu demais e, no meio da plateia, Muse B o/a viu. Muse B já havia visto Muse A nos corredores, mas nunca havia prestado atenção nelu, mas ali seu interesse fora imediato, o que elu não esperava, porém, era que Muse A não fosse lhe dar a mínima.
O ego ferido de Muse B pode ter acendido aquele fogo da perseverança, mas era fato que seu interesse estava muito além de ser apenas porque fora rejeitade uma primeira vez e agora elu fazia de tudo para que Muse A preste atenção em si e lhe de uma chance pelo menos.
Muse A realmente está desinteressade ou isso faz parte do seu joguinho de sedução? Elu não pode negar que é engraçado ver Muse B tentando chamar sua atenção o tempo todo e até se aproveita em alguns momentos, mas seus sentimentos só pertencem a si naquele momento, e muita água precisa rolar debaixo dessa ponte para que alguém consiga fisgar algum peixe.