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꧁ঔৣ☬✞ holy Mary ✞☬ঔৣ꧂
Onde Harry é um garoto certinho que cresceu na igreja e é desvirtuado pela dita reencarnação do diabinho, Louis
-Conteúdo Homosexual -Desuso da camisinha -Harry Inter! Harry com bucetinha -Penetração Anal -Ltops! Hbottom -Porn with plot Dirty talk
inspiração: totalmente e completamente do perfil @zjmots no tt, muito obrigada meu amor!!
✶⊶⊷⊶⊷❍⊶⊷⊶⊷✶
Holy Mary: uma parte da musica chamada “Mary on A Cross”, onde tem uma frase dizendo “You go down just like holy Mary, Mary on a cross” (você se ajoelha igual a Maria, , Maria em uma cruz), dizendo sobre seu duplo sentido.
*** Não tenho a intenção de ofender qualquer religião, não quero ser grosseira, não se passa de um cenário fictício e uma história fictícia, e avisar antecipadamente que há informações diferentes sobre a religião e tudo pode não estar certo, me perdoem pelo erro, boa leitura a todos, amo vocês ;)
✞
A semana quando se iniciava durante os longos períodos do inverno eram angustiantes e entediantes para o garoto cacheado. Desde quando cresceu dentro da religiosidade da sua família e seguia normas e regras dentro de casa, era um garoto certinho e não tinha muito o que fazer quando voltava da universidade.
Quando era apenas um garoto pequenininho se lembra rasamente da rotina que tinha, quando voltava do colégio com a pequena bolsa amarela pendurada nas costas e as roupas larguinhas, desde que estava para iniciar sua puberdade, limpando as solas dos sapatos encardidos de areia antes de entrar no carro do seu pai e escondendo qualquer resquício de sujeira das roupas para não levar uma bronca. Apertava os dedinhos gordinhos atrás das costas em um sinal claro de ansiedade e a cabeça baixa, seus cachos não costumavam ser formadinhos e muitas vezes apenas precisava manter os fios presos, não sabia ao certo por que.
Então almoçava juntamente à ele com as mãos dadas e recitando uma oração que era apenas dita da boca para fora, sem intenção real de agradecimento. Fazia então suas atividades e precisava se apressar em passos pequenos para alcançar o Styles mais velho e organizar as pequenas salas da igreja ou então ajudar a varrer o piso amadeirado e escuro, apesar do cenário escuro e caótico do lugar, gostava bastante de se distrair pulando entre os bloquinhos como tímidos passos de balet.
Seu pai era líder religioso de uma grande igreja antiga na cidade pequena, que era tão minúscula a ponto de tornar Styles conhecido por esse feito apesar dos burburinhos ao seu respeito por ser tão certinho, não se importava.
Sempre tão tão devoto. Sua família seguia o mesmo ramo e talvez tenha sido por isso que foi incentivado a participar tanto das reuniões de família e nas missas.
Seguia privado de fazer algumas coisas, o que realmente nunca o incomodou durante todo o ensino médio, por mais que as brincadeiras maldosas nunca fossem embora, não era como se ele se importasse realmente em deixar de se embebedar, fumar ou sair para festas com os seus amigos.
Até um certo ponto.
Cresceu idealizando a ideia de trabalhar com medicina, então não era novidade que passasse seu tempo todo enrolado nas cobertas com quilos de livros grossos nas mãos, lendo, fazendo anotações, estudando e deixando a pontinha dos dedos pegajosos de doces. E com certeza, seguir medicina tenha sido a única coisa que não privou o garoto de entender sobre relações sexuais, por mais que não fetichizado, entendia aquilo apenas como meio de se reproduzir.
Quando nasceu também, com um genes diferente do que previsto, sua aparência física não se adequava aos cromossomos do seu corpo. O Styles mais velho nunca diria que se arrepende, sua vontade de ter um garoto era tão imensa que apesar de sua genitália não encaixar exatamente com o nome que daria ao pequeno garoto, não se importou por hora, afinal, não veriam o corpo do pequeno Harry.
Desde que escondesse por trás de roupas largas e não envergonhasse seu querido pai, líder religioso, seguiria mostrando seu rostinho delicado e bonito com as bochechas totalmente rosadinhas e os pequenos pelos que cresciam por seu maxilar ao atingir por fim a puberdade.
Quando estivesse crescido o suficiente, encontraria alguém que logo após o casamento, o daria muitos filhinhos e, quem sabe, não o desprezaria por seu corpo, assim esperava, e porra, queria tanto.
Harry realmente não se importava com aquilo, talvez um pouco, mas não o suficiente para contradizer seu pai. Desde que não cresceu com algum apoio materno para conversar consigo sobre tudo aquilo que passava, sobre ser um garoto intersexual, ou sobre qualquer outra mínima coisa, cresceu dentro da igreja. Ensinado em primeiro de tudo a pregar e espalhar amor.
“Vista-se com roupas largas, Harry. Não quero ver você exibindo seu corpo como uma maldita prostituta quando não possui corpo para isso. Não faça seu pai passar vergonha”. Seu pai o gritava todos os dias, como humilhação, com os lábios totalmente rachados.
Isso se encaixa como “pregar amor”? Quem sabe, seu dilema apenas não se encaixe para o filho.
Nunca se encaixou .Algumas vezes se questionava se aquele era realmente o dilema que tinham dentro das catedrais e centros religiosos. Se, espalhar amor era realmente o que todos faziam, mas, Harry cresceu tão rodeado de palavras ruins e tanto ódio direcionado a outras pessoas que já não tinha tanta certeza disso.
Quando começava a se questionar se realmente gostava de ajudar seu pai e fazer parte de tudo aquilo, sua mente perigosa acabava o levando para outro lugar, sobre como gostaria de ter apenas uma família que o apoiasse, e não tratasse seu corpo com tanto desprezo como o homem mais velho sempre fez.
Acontece que, um momento você se cansa. E isso ocorre como uma bomba em timer para estourar, quando você simplesmente explode e, pode quem sabe, voltar a sua época tão mais juvenil, se revoltando como um maldito adolescente no corpo de um homem de vinte e três anos, que nunca conseguiu ter alguma diversão durante toda sua vida.
“Bom dia, Harry”. Niall abraçou o amigo pelo pescoço com um sorriso acolhedor nos lábios, assim que o cacheado apareceu nos portões da universidade. Olhando para trás de canto de olho, na intenção de conferir se seu pai já havia ido em bora. O menino de cabelo encaracolado que sustentava uma bíblia em baixo do braço e as suas roupas largas costumeiras. “Você tem noção do quão contraditório seria se fizesse história?”. Soltou um risinho.
Harry devolveu a risadinha baixa, acompanhando os olhos do amigo que viajaram para o livro em baixo do seu braço.
“Fique quieto, Niall”. Sorriu pequeno com os lábios vermelhinhos. As brincadeirinhas de Horan por sempre levar uma bíblia em baixo do braço eram recorrentes, e Harry, de forma alguma se importava com essas brincadeiras. “Onde está o seu amigo estranho chamando Zayn?”.
“Eu acho que você é considerado o garoto estranho, Harry”. Escutou a voz baixinha perto do seu ouvido quando deu um pulo assustado. O menino com uma barba rala adornando seu queixo marcado, juntamente ao maxilar tinha um garoto com o braço em cima do seu ombro, como se o abraçasse de lado. Cada segundo trocando beijinhos ao seu lado e causando aqueles barulhos estranhos.
Styles torceu em uma careta quando viu os dois garotos se beijando ao seu lado. Desde que entrou na universidade tomou conta que coisas como aquelas eram mais comuns do que gostaria realmente de imaginar. Apenas pensava que a homossexualidade ainda estava escondida e que talvez, os dois garotos ao seu lado teriam medo de se expor dessa forma, se lembrando das exatas palavras do seu pai sobre ser um ato nojento, foi quase impossível não reproduzir a mesma expressão. Era apenas reflexo, ele não sentia nojo realmente.
“Pare com essa cara, Harry”. Niall o empurrou pelo ombro, com uma careta brava e chateada.
“Desculpa Ni, ainda é muito estranho ver que isso acontece realmente, você sabe como é estranho e…”. Evitou olhar para o lado, mesmo quando seus olhos esverdeados o guiaram para a cena que deixava o Styles curioso e sua barriga engraçada com uma sensação estranha. Sentia isso absolutamente todo momento que os olhava. Portanto, fazia o máximo para não faze-lo.
“É tão mais estranho pensar que você era pior no início do ano, Haz”. Niall murmurou baixo. Ele, de certa forma, não julgava o garoto mais novo. Houveram raras vezes que tinha ido na casa dos Styles e consegue detalhar o quanto era um ambiente estranho, sua comunicação com o pai aparentava ser horrivel e o Styles mais velho, não era o tipo de pai atencioso e exemplar de qualquer maneira.
“Oh por favor vamos nos apressar, tenho palestra de histologia”. Horan formou um bico como se estivesse com nojo.
“Eww medicina”. Harry balançou os ombros rindo, se virando uma última vez para os dois garotos se beijando no pilar esbranquiçado da uni, delineando atentamente a forma que os dedos de Malik se enrolavam nós fios castanhos do outro garoto, enquanto puxava seu couro cabeludo e soltava um barulho estranho.
Arqueou a sobrancelha, de certa forma interessado. Quando olhou para baixo dos seus braços novamente, destacando a bíblia.
“Nojento. Papai disse sobre ser nojento”. Falou baixinho para si mesmo, balançando rápido sua cabeça para substituir a imagem fresca na sua cabeça por qualquer outra, e por fim, em direção à sala de palestras. Gostaria que Niall estivesse em seu curso para talvez o acalmar, e escutar suas lamúrias estranhas sobre o quão estranho era ver dois garotos se beijando.
✞
Harry sustentava os olhos verdes apertadinhos com alguns livros agarrados em seus seios gordinhos, deixando inevitavelmente seu livro religioso dentro da sala ao se esquecer. Observou de longe os cabelos loiro escuro de Horan sentado em baixo de uma cerejeira carregada no campus, junto a outro garoto que mantinha a postura mais despojada.
“Harry, por que está com essa cara de bravinho?”. Harry jogou os livros no gramado limpo de maneira emburrada quando abraçou apertado o loiro. Aquilo havia se tornado um ato costumeiro entre eles e Niall se sente feliz que Harry não tenha mais receio de o abraçar, desde que foi colocado na sua cabeça zero contato com garotos, principalmente.
“A Senhorita Daves não para de pegar no meu pé”. Falou abafado para o amigo, sentindo seus peitorais apertarem mais e Niall sentir a protuberância dos montinhos, sem deixar Syles desconfortável de qualquer maneira, o cacheado havia se sentido confortável o suficiente para segredar aquilo ao outro garoto, que o acolheu completamente.
“Ela ainda faz isso Haz?”. Acariciou sua cabeça. Um aceno positivo.
“Por Deus, Ni, estou no quarto semestre de medicina e ela continua fazendo isso como uma maldita perseguidora”. Pulou para trás quando percebeu a palavra que falou, arregalando os olhos verdes e tampando a boca em reflexo. “Não não não, me perdoa Deus, eu realmente não falei por mal”.
“Harry, eu não acho que ele irá te condenar por ter dito uma palavrinha feia em vinte anos de vida, fica tranquilo”. Soltou uma risada pela maneira afobada que ele agia, mesmo sabendo que o cacheado realmente se culparia no fim.
“Não gosta de falar palavrão, docinho?”. Escutou outra voz ao seu lado, com um tom tanto rouco. Observou o maxilar definido e as bochechas fundas com maças marcadas do menino bonito, tão finas e fundas que seriam quase capaz de cortar, os olhos marcantes e tão azuis com as suas pupilas marcadas. As costas magras e definidas jogada no tronco grosso da árvore em alguma posição estranha que acabava marcando tão bem seu bíceps e a barriga igualmente magrinha na camiseta regata transparente, contornando os mamilos e tão bem disposta sobre os poucos gominhos e marcações na barriga. Parou sua mente antes que os olhos viajassem para baixo do quadril e cometesse outro pecado, como os que tem cometido naquele dia.
Harry respirou fundo, estranhando seu comportamento pela segunda vez no dia, precisando apertar os olhos que já estavam pequenos pelo estresse para se distrair.
“Não gosto, essas palavras são horríveis e eu gostaria de garantir o meu lugar no céu”. Falou convicto arrancando outro sorrisinho debochado de Tomlinson.
“Acha realmente que vai para o céu enquanto me olha desse jeito, Maria? Seus olhinhos verdes não mentem, você sabe”.
“Maria?”.
“Sim, da Virgem Maria”.
“Nossa você é tão adulto, fala sério, quantos anos tem? Sete?”. Sentiu o rosto avermelhar pela breve menção na palavra que não gostava de relacionar. “E se te interessa tanto assim, estou me guardando para alguém bom, é maldoso falar dessa forma”. Acenou com a cabeça como se proferisse um discurso ao menino aparentemente mais velho.
Niall parecia estar fora de cena enquanto os dois meninos debatiam tão confiantes.
“Nossa você é tão adulto, fala sério, quantos anos tem? Sete?”. Sentiu o rosto avermelhar pela breve menção na palavra que não gostava de relacionar. “E se te interessa tanto assim, estou me guardando para alguém bom, é maldoso falar dessa forma”. Acenou com a cabeça como se proferisse um discurso ao menino aparentemente mais velho.
Niall parecia estar fora de cena enquanto os dois meninos debatiam tão confiantes.
“Louis não provoque o menino, deixe pelo menos ele em paz”. Puxou o corpo de Harry mais perto de si. O garoto todo emburradinho novamente.“Haz queria te chamar para uma coisa”.
“Sabe que eu não aceito ir para festas”. Tomlinson sussurrou um pequeno ‘garoto bonzinho’ de forma baixa, arrancando um suspiro cansado do cacheadinho.
“Você quer ir para uma festa na piscina?”. Harry virou seu rosto novamente para o loiro espantado, tentava achar um jeito de talvez falar aquilo baixinho mas seu tom irritadiço não o permitia.
“Eu não vou usar biquíni, Horan”.
“Biquíni?” Tomlinson resolveu se intrometer quando Styles se deu conta do que havia dito. “Por que biquíni?”. Torceu as sobrancelhas finas.
“Não não não”. Agitou a cabeça preocupado, não devia ter dito aquilo, agora seu coração estava tão disparado e amedrontado. Se sentia confortável o suficiente com Niall para conversar sobre aquilo que esquecia de seu amiguinho inconveniente, saiu correndo por impulso de volta as salas.
“Por que você não para de fazer perguntas inconvenientes, Tommo?”.
“O que ele estava querendo dizer sobre usar biquíni? Ele não nasceu um garoto?”.
“Olha a situação é apenas diferente, tudo bem? Aliás. Você não deveria tratar o garoto desse jeito com provocações se está afim dele, não tem mais quinze anos Lou”.
“É inevitável, senhor Horan”. Piscou o olho, agora pensando mais profundamente sobre o que seria diferente sobre Harry.
“Quer saber, apenas o de um tempo, apenas seja paciente o suficiente com o garoto e não o amedronte. Eu sei que você vai procurar descobrir sobre mas é delicado então apenas cale a boca”.
“Tão gentil, meu amor. Você sabe muito bem que eu não sou assim Ni.”. Horan concordou satisfeito por momento com sua resposta, acompanhando o amigo para dentro das salas da universidade novamente.
“Vou apenas ser gentil, da minha maneira”. Passou a ponta da língua sobre os lábios fininhos e rosados, pensando em toda beleza do garoto e a sua inocência, que talvez não fosse tanta assim.
****
“Cadê sua bíblia, Styles?”.
“Esqueci na palestra, papai, me desculpe”. Harry abaixou a cabeça enquanto desejava se bater mentalmente pelo feito horrivel. Poxa, quantas vezes ele iria cometer erros naquele dia. A volta para o apartamento havia sido desconfortável, com os olhares duros e firmes do Styles para o filho, desejando proferir qualquer palavra feia ao garoto quando chegasse em casa.
“Você está sendo irresponsável moleque, o que o Senhor vai achar de todas estas atitudes?”. Por questões de segundos, Harry chegou a cogitar que o mais velho soubesse de algo que passou pela sua mente à tarde, até entender ao que ele se referia. “Você sabe o quão difícil vai ser para garantir o seu lugar no céu filho…” Amaciou a voz. “Sabe o quanto deve se esforçar para isso, sua condição e o defeito que você esconde já são suficiente para ser condenado”. Styles não media palavras para humilhar o garoto que continha o corpo tão encolhido e envergonhado.
“Me dá um tempo, pai”. Bufou contrariado e irritadiço com suas atitudes, pela primeira vez em todos estes anos, se referindo de tal forma com o pai que, arregalou os olhos segurando firmemente seus pulsos e despejando mais uma série de palavras repudiadas contra o garoto que dizia amar tanto na frente dos outros fiéis.
Quando o clima amenizou na sala de estar fria, Harry teve permissão para subir ao andar de cima, com as narinas dilatadas de raiva e pensamentos maldosos em relação ao seu pai rondando a mente. Não sentia mais repudio dos pensamentos em relação a Louis mais cedo.
Não se isso irritaria seu pai.
“Se troque direito para me ajudar na missa de hoje, Harry. Você tem trinta minutos. Esconda esses olhos inchados, não quero ninguém perguntando.
"Vai se ferrar”. Desejou que tivesse dito isso diretamente para o mais velho, que tivesse coragem o suficiente para despejar tudo que vem guardando ao longo dos anos e sempre trancou os sentimentos tão bem a ponto de não sentir que eram seus.
Se reprimiu por toda adolescência. O quão bom teria sido se tivessem escutado suas lamúrias e soubesse como se cuidar, ou então que precisava usar sutiã se quisesse usar blusas, para que não marcasse seus mamilos pontudos no tecido fino. Tão mais fácil.
Refrescou a mente enquanto tirava a quentura de todo seu corpo delicado em uma ducha fria, depilando tão bem as pernas e a intimidade, ficando tão lisinha e com a pele avermelhada toda macia com seus óleos corporais, se sentia tão mais delicado quando fazia e nunca teve extrema certeza sobre ser pecado ou não, não gostaria de ter esta conversa com seu pai.
Mas se era pecado ou não, não importava agora.
Vestido em uma calça cor bege que ficava tão marcada no seu bumbum mas, coberta pela blusa larga que chegava às suas coxas, arrumou os pequenos cachos, ainda com as pupilas dilatadas da briga anterior porem, mais calminho. O caminho para a igreja foi novamente silencioso e com o ar pesado de uma incógnita.
Seu pai estava responsável em abrir a igreja e organizar todo o lugar juntamente ao seu filho, a cidade era tão pequena e a igreja tão antiga que não gostaria de arcar com outras pessoas, não davam aulas a crianças catequistas ou tinham alguma banda, era tão rigida e grossa quanto sempre foi, apenas o lugar e o padre, não sabem ao certo por que, mesmo sendo um tanto estranho.
Harry varria e passava um pano perfumado na madeira velha do chão para limpar toda a poeira que acumulava no lugar abafado, também dispunha os tapetes vermelhos no chão e alinhava os bancos amadeirados em toda a igreja. Ajudava o Styles mais velho a ajeitar a mesa de cerimonia, já que não seguia as regras tradicionais de apenas arruma-la durante a missa. E então se sentava quietinho em uma das pontas da cadeira no fundo da igreja, à mando de seu pai para que não pregassem os olhos no garoto logo de cara.
As pessoas chegavam sempre com a postura ereta e as roupas igualmente grandes e cobertas, respeitando muito o lugar. Nada de tatuagens ou furos de brincos que não fossem em garotas e, a maldita cordialidade. Quando a voz do homem com a batina no corpo fazia presente, Harry dava seu máximo para não prestar atenção no pai, que de qualquer maneira, fazia seu máximo para ignorar igualmente sua existência.
Ele escuta um espirro abafado ao seu lado, finalmente levantando os olhos e a cabeça do que estava abaixada cutucando as unhas que já cresciam novamente. Arregalou os olhos espantado com certeza que havia chamado atenção quando quase deu um gritinho, sentiu a mão firme e áspera apertar a sua boca para não fazer devido barulho e o rosto de Louis próximo ao seu.
“ O que você está fazendo aqui?”.
“Acha que eu não sou religioso, Maria?”.
“Não minta desse jeito, aliás, não me chame mais de Maria”. Formou um bico nos lábios gordinhos e tão apetitosos aos olhos de Tomlinson, que não evitou grudar o olhar azul cintilante no lugar e deixar Styles tão mais envergonhado quando desviou a cabeça.
“Certo, não sou bom em mentir de qualquer forma. Quer que te chame de que forma, amor? Prefere docinho como mais cedo?”.
“Apenas Harry”. Apertou a boca antes que soltasse o quanto amor soava bem na voz gostosa de Louis.
“Vim te ver, amor”. Como se tivesse lido seus pensamentos. “Ou acha que eu perderia de vista uma coisa tão linda como você? Niall me disse onde passa suas tardes”.
“Eu vou matar ele amanhã”. Cerrou os olhos.
“Que boquinha suja para ser dita no meio da missa, eu devia tomar conta dela”. Piscou um dos olhos, como um fodido charme para o mais novo.
“Você realmente veio para me ver, Louis?”.
“Louis Tomlinson”. Completou. “E, por que não?”.
“Você é um homem, Tomlinson”.
“E você é Maria”. Zombou novamente, nunca abandonando o tom de voz que fazia todo o corpo coberto se arrepiar por baixo e calafrios o atingirem. Aquilo tudo era tão tão estranho.
Louis desceu os olhos para o quadril do menino bem posicionado na madeira maciça, suspirando tão forte quando os dedos branquinhos dele apertaram a própria coxa e conseguiu ter uma breve noção do quão cheia ela era, deviam ser tão branquinhas também e porra, sua inocência era uma delicia.
Tomlinson se sentia como o diabo querendo levar o garoto ao mal caminho, mas era tão inevitável quando se tratava de Harry de uma forma absurda.
Reencarnaria no diabo bíblico apenas para levar Styles ao inferno e torna-lo propriamente seu.
Sua mente agora viajava por tantas coisas, principalmente sobre como seria gostosinho enfiar a glande babada no meio das suas coxas tão apertadinhas e foder o garoto todinho até que estivesse gemendo alto o suficiente e suplicando para foder o seu cuzinho. Não evitou apertar a protuberância que formava na calça, tentando a esconder.
Se assustou brevemente quando todos se levantaram e começaram a recitar a oração juntamente ao padre. Harry apenas conseguiu escutar um pequeno, 'licença’ e então, o corpo do diabo sumindo entre as portas dos fundos até o banheiro.
Formou um biquinho decepcionado ao que pensou que o garoto havia ido em bora, gostava da atenção do diabinho de todo jeito. Até surgir em sua cabeça a ideia de procurá-lo. O Harry de anos atrás certamente não se orgulharia das atitudes deste, sobre sair no meio da missa e até ir procurar o garoto problema que era incrivelmente bonito. Não foi como se houvesse largado a religião, ainda ligava para seus pecados e quem sabe precisasse de confessar novamente mas, durante o momento de adrenalina não consegue sentir receio algum.
Louis não estava mais sentado próximo a ele, quando notou sua falta e decidiu por coincidência que precisava usar o banheiro, a porta não estava trancada, não tem certeza se foi descuido ou intenção, mas a cena que seus olhos captaram não fugiria.
O corpo de Louis se encontrava apoiado na pia com a quadril apertando na porcelana e a cabeça jogada para trás em prazer, os dedos da mão livre estavam apertando a própria coxa como se estivesse se contendo e a outra trabalhava rápido na frente do quadril. Harry por instinto grudou os olhos atento no que Tomlinson estava fazendo quando, capturou a cena em que ele passava o polegar áspero de um lado para o outro na glande gorda, as vezes deslizando em círculos por cima da fenda que espirrava toda pré-porra no chão, pela quantidade exuberante.
A boca fininha com o biquinho bonito e logo a seguir, Harry notou como a palma da mão bonita apertou o caralho tão forte, investindo o quadril marcado para trás e para frente com agilidade, recitando alguma coisa baixinho e a voz soando rouca, assim como uma prece.
Harry estava embebido pela cena que olhava com tanta atenção, a boca entreaberta enquanto precisava respirar pesado, pois sentia como se faltasse ar suficiente, talvez o cômodo do banheiro fosse apenas pequeno de mais.
“Harry Harry Harry, porra”. Soltou um ruído baixo surpreso, ainda tentando conseguir ver o que Louis fazia com tanta afinidade escondido. A pélvis como se estivesse prestes a estourar com a pressão e, os ruídos que Tomlinson fazia embebido no prazer. A medida que apertava o membro entre os dedos, tão vermelho que chegava a alcançar o tom arroxeado.
“Harry, sabe o quão errado é ficar me observando?”. Escutou Louis proferir pausadamente, ainda segurando o membro rijo na mão, apertando as veias grossas e massageando as bolas com a outra mão. “Está curioso amor?”. Tomlinson novamente brincou com a fenda da glande, esparramando todo pré sêmen e mostrando na pontinha dos dedos como o líquido brilhava. Harry suspirou alto, ainda embebido por todo ambiente caloroso sem que qualquer pensamento racional, imaginava como seria colocar os dedos na sua língua e sentir o gosto de Louis.
Poderia fazer aquilo? Ou seria nojento?
Por que Louis tornava aquilo tão bonito e fazia parecer tão gostoso de sentir? Se sente de toda forma mal, em se quer questionar essas coisas, querendo bater em sua curiosidade por isso. Era feio pensar em promiscuidade e sobre querer entender como fazer aquilo da maneira certa, mas devia se guardar para o casamento, achar alguma moça que seja gentil com ele, o que ele tem certeza sobre nunca acontecer, crescendo naquela pequena e pacata cidade quando a religiosidade era extrema, nunca encontraria uma garota que amasse seu corpo da mesma forma que seu rosto masculino, era tudo muito complicado.
Pensar em atos libidinosos com um homem era da mesma forma errado para caralho mas, inevitável.
Bateu a porta do pequeno banheiro quando sentiu que estava perdendo a lucidez, feliz por perceber que a missa estava prestes a acabar e todas as pessoas finalmente iriam em bora. Apenas o restava que organizasse devidamente a igreja para ir embora, o que não demorou tanto. O clima entre seu pai e ele ainda era deveras estranho, não gostaria de trocar mais de duas palavras de boa noite com ele, também.
Se deitou para dormir entre os lençóis fofos da sua cama, não deixando de pensar na cena mais cedo no banheiro e em como a sensação na sua intimidade o perseguia por ver Tomlinson com seu corpo bonito de uma maneira tão desinibida. Sentindo pulsar fraquinho com a memória fresca e uma súbita vontade de ver como seria a sensação de se tocar. Tinha negado aquilo a tantos anos, com a ideia de ser nojento e horrivel que fizesse aquilo quando não havia ao menos nascido direito e com um corpo de um garoto normal.
Mas a sensação não parava por nada. Não negou dessa vez, quando levou dois dedinhos por cima da roupa intima, sentindo o tecido tão molhadinho e se dando conta do quão fora das regras estava sendo. Talvez sua súbita rebeldia com papai, tornava tudo tão bom, e realmente não se importava de testar todas essas coisas de adolescentes na puberdade dês que, a briga com seu pai seja uma desculpa esfarrapada.
Louis era realmente a reencarnação mais próxima do diabo e, não nega a malicia no seu olhar quando lembrava do garoto, o fazendo cometer todos pecados.
Imaginou qual seria a sensação dos dedos de Louis o tocando e falando tantas coisas erradas no seu ouvido, que negava subitamente gostar de ouvir. Pensou em Louis sentindo a pele lisinha da sua bucetinha e soltando uma risada no pé do seu ouvido falando quão desobediente ela era por fazer tais coisas e descumprir as regras. A boca vermelha e gordinha abrindo em reflexo e sentindo a barba rala do maxilar ossudo de Tomlinson raspando por todo seu rosto e pertinho da sua boca.
No ato de levar a outra mão para apertar a barriga e acalmar a sensação avassaladora que estava quase sentindo, esbarrou sua palma por cima dos seios sensíveis, soltando um gritinho com a sensação e seu corpo delicado dando um pulinho na cama, ainda com as pontas dos dedos encharcados e a sensação de querer mais tomando conta de todo corpo do Harry.
Apenas esfregando a ponta do dedinho macio e apertando com a outra mão no edredom, não tendo conta do tanto de barulho que faria, em segundos, ao apertar o dedo em cima do clitóris e esfregar em todo grelinho por dentro do tecido que o incomodava sentiu a sensação diferente, com os olhos verdes se revirando em prazer igualmente os dedos dos pés, e o grito fino preso na garganta enquanto tinha seu primeiro orgasmo.
Se sentia nas nuvens por alguns segundos e se perguntava como não havia feito aquilo por todos esses anos quando sentia a pulsação na sua xotinha. Adormeceu logo em seguida, com todo corpo que se encontrava fervendo por baixo do edredom e os cachos um pouco grudentos por conta do suor.
****
Quando amanheceu, sem ao menos pensar nas coisas da noite anterior, sentiu as bochechas enrubescerem ao ver papai preparando o café da manhã. Tinha feito aquilo tudo em baixo do seu teto e por hora, não se arrependia. Porem, gostaria de não pensar por enquanto, apenas comendo seus ovos mexidos e sendo levado em um longo caminho desconfortável em direção à faculdade.
E a sensação de sentir que todos sabiam o que você tinha feito era angustiante, todo e qualquer mínimo olhar direcionado para o garoto cacheado, sentia como se estivessem o lendo e observando cada pequena cena da noite anterior, mas o pior, definitivamente foi o olhar de Tomlinson. Com o seu sorriso de ladinho e os olhos azuis brilhantes como uma criança arteira que não se importava nem um pouco com o que tinha feito, direcionados ao Styles, todo maldito tempo. As vezes, intercalava do seu rosto jovem e vermelhinho para a calça de tecido fino, na exata direção que estava o seu membro.
Os olhos com as pupilas dilatadas quando estava falando com Horan durante os intervalos das aulas, ou quando sua respiração quente atravessava seu rosto ao chegar perto de mais. Porem, durante o almoço, decidiu dar um tempo para si mesmo, se sentar sozinho no campus da uni, e uma pequena mesa de pedra com cadeiras bonitinhas em volta, alguns livros grossos em cima e o seu almoço, ainda sentindo o olhar afiado de Louis na sua direção, a forma como ele ajeitava o elástico na cintura e as vezes precisava arrumar o membro para não aparecer no tecido, Harry se sentia molhar com tão pouquinho agora.
Apertou os dedos fortes na sua coxa coberta por baixo da calça, se sentava em baixo de uma arvore florida, em um canto um tanto afastado dos outros. Não pensou duas vezes, ao que sua cabeça já havia sido tomada pela luxúria e o tesão em, se sentar em cima do dedinho no banco e esfregar a boceta para frente e para trás, rebolando devagarzinho e apertando as vezes.
Os lábios vermelhos eram constantemente mordidos pelo garoto ansioso, sentia a calça molhar por cima do dedo, enquanto se esfregava por cima das roupas rebolando no dedo apoiado em cima do clitóris para frente e para trás, sentindo seu corpo ferver e os pelos arrepiarem ao que os olhos de Louis ainda não deixavam a figura pequena e delicada fazendo aquilo publicamente.
A outra mão ainda apoiando um lápis que estava estudando e fingia se concentrar nos livros de anatomia, não conseguia esperar para chegar em casa. Apertava o grelinho molhado e toda a buceta gordinha por cima das roupas, gemendo baixinho e inebriado. Não percebia quando a figura mais velha se aproximou da pequena mesa, segurando os pequenos cachos na sua nuca e grudando os lábios finos rodeados pela barba curta em seu ouvido.
“ O que o garotinho da igreja está fazendo? Eu sei seu segredinho, Harry, não pense que me engana com essas roupas largas, porra, você deve ser tão gostosa.” Beijou em baixo do seu maxilar, deixando Styles novamente sozinho e se impossibilitando de escutar o gritinho de prazer que o mais novo deu ao gozar no próprio dedinho, apenas se esfregando e tão tão rápido, por ser chamado no pronome feminino.
Harry então se deu conta o que referia o segredinho que Tomlinson tinha descoberto. Decidiu que nunca mais veria o garoto.
✞
Styles se sentia de certa forma importante quando tarefas com certa responsabilidade eram dadas a ele, e fechar a igreja era uma delas. O Styles mais velho deu um breve aviso, sobre precisar sair para algum compromisso importante e Harry precisaria ser adulto o suficiente para organizar tudinho no fim e trancar as portas grandes do lugar sagrado.
Havia feito tudo como de costume e a missa daquele dia tinha passado rápido em comparação aos outros dias, não conseguiu olhar para as imagens de cristo estampadas na parede quando seus olhos transpareciam o pecado, mas não sentia arrependimento ou se quer remorso, apenas se sentia distante e talvez, normal, um pouco desconcentrado mas, decidido a esquecer tudo o que tinha acontecido em relação a Tomlinson, o que era de certo modo impossível, por ele ainda trabalhava veemente na tarefa de perseguir o cacheado como um doido.
A âmbula e o cálice já estavam sendo guardados e devidamente higienizados na pequena sala ao lado da grande mesa onde eram postos tais objetos para ocorrer a missa, limpando os resquícios do vinho para que pudesse ser usada no próximo dia. As vezes se assustava brevemente com barulhinhos baixos que escutava, mesmo não dando a mínima mas, seu corpo sem dúvidas gelou quando sentiu uma figura parar atrás do seu corpo.
“Por que está fugindo de mim, Maria?”.
“Já te disse para parar de me chamar assim”. Respondeu baixinho e emburrado.
“Eu tenho te observado tanto, me diz se você se esfregar igual uma cadela no cio na cadeira durante o almoço é por minha causa. Se eu te desvirtuei e agora a garotinha da igreja faz esse tipo de coisa, seu rostinho quando me viu no banheiro aquele dia foi tão linda, amor. Totalmente. O jeito que olhava pro meu pau me fazia pensar tanta coisa.”
“Foi por minha causa?”.
“Eu descobri o seu segredinho, Harry. Não paro de pensar no seu corpo e como deve ser tão linda por baixo das suas roupas largas. Você é tão linda, sua beleza não me assusta”. Sentiu o quadril de Styles empurrar em direção ao seu, inconscientemente, apertando o bumbum. “Gosta de ser chamada no feminino, amor? Ninguém tinha feito isso com você? Te dito o quanto você deve ser uma delicia?”. Sorriu malicioso quando escutou o garoto murmurar um pequeno 'não’, como um gatinho ainda de olhos fechados e as sobrancelhas apertadas.
“Eu tenho que me guardar pro casamento”. Responde com firmeza.
“Mas? Por que está esfregando essa sua bucetinha gostosa em mim? Você parece tão desesperado, não é? Me deixa te tratar bem e fazer qualquer coisinha com você?”.
“Eu quero tanto, Lou”. Gemeu baixinho com o biquinho bonito, apertando a própria coxa novamente e soltando suspiros altos.
“Eu posso foder o seu cuzinho, te mostrar o quão gostoso quando você é bem fodida e te chupar em todo canto, amor? Você quer? A minha boquinha na sua bucetinha ou nos biquinhos dos seus seios? Não preciso comer a sua bucetinha se não quiser, eu vejo o quanto de desespero você transparece, está querendo tanto assim ser tocada?”. Harry já tinha ouvido falar sobre aquele tipo de penetração em uma roda de amigos, algum dia, apesar de ter achado estranho no momento, a ideia era tão excitante agora.
“Sim. P-por favor Lou, é tudo que eu quero, me toca”. Harry segura a mão firme de Louis atrás do seu corpo, trazendo a palma gelada em cima da sua calça, encostando tão devagar na xoxotinha, como se estivesse tocando algo quebradiço, soltou um suspiro satisfeita quando aconteceu, e os dedos de Tomlinson apertaram a sua intimidade, como se tivesse posse.
“Mhmmm ooh- Lou, esfrega devagarinho”. Pediu baixinho, repetindo várias vezes como um mantra e arrancando uma risada safada do mais velho.
“Você é doidinha pra te tocarem assim faz quando tempo, amor? Alguém segurando a sua buceta gordinha como se fosse dele. Eu fazendo tudo isso em você”.
“Muito muito muito”. Revirou os olhos, deixando os dentinhos de coelho a mostra quando o indicador de Tomlinson ousou apertar o grelinho por cima da roupa. Desistindo do tecido e invadindo a calça quando percebeu que poderia. Disferiu um tapa em cima da sua xota, apertando os lábios da bucetinha juntos e esfregando em movimentos circulares, fazia aquilo com tanta vontade e causava coisas tão boas nela, que não conseguia pensar em outra coisa.
Os gemidos altos já tomavam conta de absolutamente todo lugar, tão fininhos e afeminados como eram, o pescoço que começava a suar e a vontade repentina de gozar se aproximava. Ele era tão tão bom naquilo.
As coxas grossas foram reveladas, com as pontas dos dedos de Louis tocando sua pele tão delicadamente, como se estivesse o adorando, enquanto o moreno tirava a calça larga com a permissão do cacheado, a peça parou em seus pés juntamente com a roupa íntima quando Harry sentiu a necessidade de cobrir a bucetinha com as mãos, tão envergonhada. Tomlinson então virando o corpo delicadinho ainda em pé e se ajoelhando na sua frente.
“Não precisa se esconder pra mim, Maria”. Riu baixinho com a brincadeira do nome. E, antes que Styles pudesse relutar contra o apelido, sentiu os lábios finos de Louis deixar beijinhos por toda extensão em baixo do seu umbigo, sendo tão delicado ao beija-lo por cima da intimidade, com os estalos baixinhos e a boca molhadinha beijando em cima da xotinha gordinha.
“Vamos ali, mhm, vou te tocar sentadinha no meu colo”. Trouxe o corpinho do garoto mais novo para fora da sala pequena, assim que se levantou deixando outro tapinha na xota gordinha, levando delicadamente para a poltrona almofadada onde se sentava o padre usualmente, tomando posse do lugar quando se sentou e trouxe seu corpo para cima de suas pernas musculosas, um pouco atrás do caralho marcado por cima da calça, tão grossinho.
Harry se encontrava imóvel sobre o que fazer, mesmo que uma ideia rondasse a sua mente pervertida, não tinha certeza se Louis gostaria daquilo. Tomlinson, enquanto isso subia as mãos bonitas pelas costas magra, por dentro do tecido da camiseta do mais novo, apertando de uma forma deliciosa sua cintura e então subindo para os seios, segurando os dois montinhos na palma da mão e apertando tão bem como se fosse dono.
Harry não conseguia desgrudar o olhar do seu colo. Como a sua própria bucetinha conseguia ficar tão bem posicionada no membro de Louis, tomando coragem para empurrar o quadril para frente e para trás, como havia feito durante o almoço. O membro de Louis se encontrava em cima do quadril, molhando todo o tecido e os pelinhos ralos da sua barriga com a pré-porra. Não largando o sorrisinho incontrolável ao perceber a forma que ela se soltava cada vez mais, observando o jeitinho que o garoto mordia a ponta do dedo em ansiedade e olhava com tanto afinco o que fazia ali.
“Quer a minha calça fora, amor? Quer sentir o meu caralho na sua bucetinha e ficar se esfregando igual uma cadela no cio? Mhm? Me diz se você quer”. Circulou os mamilos protuberantes e grossinhos, que estavam apenas cobertos por um fino tecido do sutiã. Com a permissão do cacheadinho, subindo a blusa por sua cabeça e finalmente deixando todo seu corpo exposto, levou a ponta da língua áspera em cima do mamilo coberto no sutiã fino, passando tão devagar e molhadinho que a deixava colapsando, como se estivesse prestes a gozar com tão pouquinho.
E a língua de Louis era tão habilidosa, sempre rodeando o biquinho do seu seio, chupando ele veemente para dentro da boca e olhando com as orbes azuis para os esverdeados de Harry.
“Me diz que você quer que eu tire a minha calça pra me sentir melhor, sentir a minha glande esfregando em toda sua xotinha, te deixando tão mais molhadinha pra depois te chupar todinha e sentir como o meu gosto deve ficar delicioso com o seu”.
“Sim sim sim”. Enroscou os dedinhos no elástico da calça em desespero, puxando um pedaço do tecido para baixo, suficiente para deixar a ponta gorda do cacete de Louis para fora, tão brilhosa e inchadinha em prazer.
Por ela. Todinho por ela.
Encaixou o grelinho no cacete de Louis, sentindo o pré sêmen dele deixar sua xota tão mais meladinha, apertando com o quadril e movendo, por instinto, de um lado para o outro. Como se estivesse cavalgando, esfregando a bucetinha e o clitóris da cabecinha encharcada, sentindo todas as vezes que a fenda pequena espirrava mais pré porra.
Os movimentos começavam a ficar rápidos e desesperados conforme ela masturbava a glande inchada e, a boquinha de Louis trabalhava deliciosamente nos biquinhos do seu peito, tão tão gostoso, sentia a sua bucetinha espirrar toda a lubrificação na roupa de Tomlinson e estava tão pertinho de gozar.
Styles levou a pontinha do indicador quando percebeu a glande em baixo de si mais molhada que nunca, recolhendo um pouco do liquido transparente e esfregando na lingua quando observou Louis arregalar o olho.
“Mhmmm, e-eu queria saber qual era o gosto”. Rebolou devagarzinho apertando a bucetinha, sentindo a sensação gostosa no pé de sua barriga ao que estava próxima de gozar, assim como as ultimas vezes mas antes que fizesse, foi levantada pelas coxas e se agarrou ao corpo definido de Tomlinson. Sentiu seu bumbum encostar em uma superfície dura e suas costas sentirem o gelado da mesa. Ela estava deitada na porra da mesa que ocorriam as cerimonias e as missas. Na porra da mesa onde se manuseava o cálice com o vinho, com as coxas abertas e a buceta gordinha exposta para o diabinho.
“Toda abertinha pra’ mim”. Beijou delicadamente em baixo do seu umbigo, com as duas mãos ocupadas girando os mamilos grossos nos dedos, então outro beijinho tão próximo da sua xota. Beijou outra vez delicadamente, em cima da intimidade exposta.
“Não me c-chupa aí”. Relutou uma ultima vez. Mesmo seu corpo querendo sentir os lábios finos do moreno na sua xoxotinha, sentia isso como uma segunda forma de preservar sua virgindade. Louis ergueu os olhos para ela, parando imediatamente.
“Você tem certeza? Me disse isso gaguejando, amor”. Sorriu pequeno e assanhado. Beijou mais uma vez em baixo do umbigo, ainda longe da sua intimidade.
“Não”. Deu uma pausa. “Faz, por favor, foda-se”. Louis sentiu seu cacete inchar mais e expelir mais pré sêmen pelo tesão que sentiu em escutar o garotinho da igreja pedir por aquilo.
“Tão boazinha pra’ mim, amor. Fico tão orgulhoso”. Sentiu a forma que a buceta dela espirrou a lubrificação ao dizer aquilo e os gemidos que se tornavam deliberadamente altos preencherem a igreja. “Mas eu não vou te chupar”. Retirou a boca do local, subindo o beijos delicados por dentre dos pequenos seios e soltando uma risadinha abafada quando notou o desespero do cacheadinho ao escutar aquilo. “Você devia ser boazinha e guardar sua virgindade amor”. Soltou uma risada zombeteira.
“O que? Não n-não não não”. Tentou bater as pernas, como uma criança mimada, parando imediatamente ao sentir as mãos firmes de Louis em seu corpo.
“Cala a porra da boca e seja obediente”. Bateu na coxa branca, causando um estalo pela igreja e a seguir, levando os dedos para a boca, cuspiu em três e então em direção a bucetinha, dando uma série de tapinhas gostosos e massageando o grelinho e o clitóris em movimentos circulares. “Agora, você vai me deixar foder o seu cuzinho, não vai, amor?”.
“Vou v-vou, por favor”. Sentiu os olhos verdes marejarem pelos tapas ao mesmo tempo que derramava mais lubrificação na madeira da mesa e gemia desesperada, a sensação do orgasmo próximo que tinha sido interrompido enquanto rebolava na glande grossa do garoto, gozando forte ao sentir o ultimo tapa molhadinho, se sentindo tão meladinha.
O dedo indicador de Louis circulou a bordinha da entrada pequena e comprimida, sentindo ela se comprimir em tesão e ouvindo um pequeno chiado do garoto quando a pontinha molhada por introduzida.
“Shhhh, vai passar, Maria”. Subiu o corpo com os ombros definidos novamente para perto do rosto de Harry, distribuindo beijinhos por seu rosto e sussurrando novamente. “Me beija”. Grudou a boca fininha nos lábios grossos sem esperar alguma resposta do cacheado, em um longo selinho até a mão livre de Tomlinson para abaixar seu queixo e abrir a boca de Styles, introduzindo a lingua e guiando o garoto a esfregar na sua delicadamente, os envolvendo em um beijo gostoso, de certa forma esquecendo a dor, e gemendo gostosinho na boca do moreno.
A ponta do dedo foi lentamente introduzida dentro dela, fodendo sua entrada devagarzinho e sentindo os pequenos lamurios desesperados por mais da garota. E então outro dedo.
“Mais mais mais”. Harry desgrudou sua boca de Louis, implorando com os olhinhos fechados e um biquinho em prazer, enquanto gemia.
“Porra. Vou te foder agora, amor. Quero tanto você gritando em volta de mim”. Deixou um ultimo selinho nos lábios do outro menino agora envergonhado, quando terminou de abaixar sua calça, deixando o membro grosso e longo para fora, a palma da mão envolvendo o cacete enquanto punhetava devagarinho, não desgrudando seus olhos de Harry, enquanto observava os do outro brilhar. “Vem aqui”. Apertou os dedos nas coxas branquinhas, trazendo o corpo mais perto do seu, para que pudesse dobrar as pernas longas por cima dos seus ombros e ir bem fundo no garoto.
Passou a glande molhada devagarzinho nele, introduzindo devagar até, de repente empurrar com brutalidade o quadril até bater as bolas no bumbum gordinho e arrancar um grito do garoto assustado.
Styles estava com as palmas das mãos apoiada seu corpo semi-deitado, com os olhos verdinhos apertados e gemendo tão manhosinho pela sensação gostosa quando começava ser fodida lentamente.
“Mais, mais m-mais”. Colocou a pontinha da lingua para fora conforme seu corpo se mexia mais rápido e causava estalos na mesa de madeira antiga.
“Mal comecei a te comer e já está desesperada, caralho?”. Apertou a palma da mão desta vez na cintura fininha, enquanto começava a foder o cuzinho apertadinho mais forte, puxando o quadril para fora totalmente e voltando rápido, ela não devia ter se acostumado ainda com a dor mas devia gostar dela.
O como grande e enfeitado pelas imagens de Cristo não se tornava um péssimo lugar enquanto estava embebido de prazer. Gemendo fininho e alto por ser tão escandalosa junto aos gemidos gostosos de Louis, que se encontrava tão inebriado no prazer como ela.
“Porra. Eu vou te comer tão forte que não vai conseguir entrar aqui sem ficar com a bucetinha toda melada lembrando da forma que eu te comi”. Aumentou os movimentos do quadril, metendo rápido na garota que sentia sua garganta rouca dos gritinhos que dava e a sensação de gozar tão próxima. Até sentir uma dor não conhecida se alastrar pelo seu corpo.
Tomlinson fodia a bucetinha dela sem perceber, apenas notando como estava tão mais apertadinha e molhada em volta dele, quando seu cacete deslizou e penetrou a bucetinha dela com força ,e antes que pudesse relutar e sair de dentro da garota, percebeu ela gozando forte e molhando todo seu membro.
“Porra”. Jogou a cabeça para trás, gozando longamente dentro do garoto com as bochechas coradas e e um sorrisinho na boca vermelha. Tinha sentido o quão mais gostoso foi Louis comer a sua xoxotinha e não tinha como brigar com o garoto agora, já que se tornava tão pecadora como ele em gostar daquilo e ter gozado e encharcado o garoto com a ideia de ter descumprido uma das regras.
Quando voltou os olhos para o garoto cansado entre as suas pernas, sentindo a barriga apertar e gemer bem dengosa pela porra dele preenchendo toda sua intimidade, analisou as veias bonitas que compunham o seu pescoço e, pode ter certeza sobre ter visto um par de chifres no diabinho.
***—-***
me perdoem qualquer erro, este aqui ficou gigante e passava de 8k de palavras antes de mudar algumas coisinhas, espero que tenham gostado e qualquer sugestão ou critica construtivas são aceitas, me digam o que acharam!! Até daqui a pouco, amo vocês <33
Chupar a bct dela até ela ficar com as pernas tremendo e me olhar com aquela carinha de cansada resolveriam todos os meus problemas agr
Princesinha
Oneshot Larry, hinter!¡
Diferença de idade (Harry 19 e Louis 30)
Harry MUITO mimado
Louis professor
Harry encarava com um biquinho a sua prova com a nota 8, ele sabia que todo seu trabalho era digno de um 10, e queria saber o porquê de não ter recebido a nota que merecia.
─ Não é uma nota ruim Harry, eu tirei 7 e estou feliz. ─ Zayn deu ombros.
─ Mas você nem estudou, Zee, eu me esforcei tanto e fui boicotado. ─ o cacheado bufou.
─ Foram dois pontos, sossega.
─ Dois pontos agora, amanhã cinco, e-
─ Harry! ─ Zayn segurou os braços do amigo. ─ Você é o mais inteligente do curso, nunca vi você tirar menos de 9.
─ Aquele professor me odeia, Zayn.
─ Odeia nada, ele é legal.
─ A sorte dele é que hoje ele não veio, mas quando eu o vir, irei ter uma boa conversa com ele.
─ Para de ser certinho só uma vez na vida, se você considera um 8 como uma nota ruim, se sinta rebelde por ter tirado uma "péssima" nota.
─ Irei em busca dos meus direitos como estudante, e se for preciso eu vou até até a reitoria dessa universidade! ─ Harry entrou no seu carro enquanto ainda reclamava.
•
─ Harry, meu bem, o que foi? Você parece estar estressado. ─ a mãe de Harry perguntou enquanto ele digitava alguma coisa agressivamente no seu notebook.
─ Nada com o que você precise se preocupar mamãe, foi um problema com uma nota que eu recebi, mas em breve irei resolver.
─ Espero que dê tudo certo, amor. ─ Anne deixou um beijo nos cachos de Harry e saiu da sala.
Harry encarava a tela do seu notebook depois de escrever e apagar várias vezes o que havia no campo de texto do e-mail, respirou fundo e voltou a digitar mais uma vez.
Caríssimo Sr. Tomlinson, venho por meio desse e-mail questionar uma injustiça em relação a minha última nota na prova da sua disciplina. Sei do meu esforço e reconheço minha dedicação para aquela prova, também sei que eu merecia uma nota 10. Espero poder conversar com o Sr. sobre isso na próxima aula, caso esse incidente não seja resolvido, saiba que não medirei esforços para mostrar quem realmente manda aqui.
Att. Harry Edward Styles
Harry releu seu e-mail mais algumas vezes e repensou se deveria ou não enviar, até que depois de xingar seu professor mentalmente várias vezes, apertou no botão "enviar" e esperou por uma resposta do seu professor babaca, que não demorou muito para chegar.
Não precisa esperar pela próxima aula, me econtre na minha sala amanhã às 15:00. É uma pena que você esteja chateado em relação a essa nota, peço mil desculpas, iremos resolver isso, querido.
LWT.
─ "Querido"??? Quem ele pensa que é pra me chamar assim? ─ Harry encarava incrédulo o e-mail do seu professor.
Mesmo sendo um idiota, Harry não podia negar que Tomlinson era, de fato, um grande gostoso. No primeiro ano, quando ainda não havia tido aula com ele, Harry tinha uma queda pelo professor, sempre o via passando pelos corredores, exalando sua beleza e seu cheiro delicioso, tudo o que Harry mais queria era grudar naquele homem e poder sentir aquele cheiro pra sempre.
Mas nem tudo são flores, pois o que o professor Tomlinson tinha de gostoso, também tinha de arrogante. O que fez com que todo o encanto que Harry via no professor, sumisse.
•
─ Bom dia, gatinho. ─ Zayn sorriu largo assim que viu Harry na sala de aula. ─ Você está lindo!
─ Obrigado, Zee. ─ Harry sorriu tímido.
Harry havia acordado com disposição para se arrumar, o que não acontecia com frequência, geralmente o cacheado apenas usava alguma calça de moletom e um cropped, acompanhados de seus velhos all star surrados. Mas hoje ele estava usando uma saia vermelha xadrez, uma blusinha branca apertadinha, meias 7/8 brancas e um sapatinho de salto baixinho.
─ Como ficou a parada lá da nota? Conseguiu resolver com o Tomlinson? ─ Zayn perguntou.
─ Ainda não, irei me encontrar com ele hoje após a aula para discutir sobre isso, mas eu espero que eu consiga a nota que eu mereço.
─ Eu já disse pra você que isso é besteira, mas se você insiste tanto... Espero que dê tudo certo.
─ Obrigado. ─ Harry deixou um beijinho na bochecha de Zayn.
Eram 14:55 quando Harry corria em direção a sala de Tomlinson, com uma latinha de coca-cola na mão, já que não havia dado tempo de almoçar, ao menos iria tomar o eu refrigerante preferido. Às 15:01, ele bateu na porta da sala do seu professor, ouvindo sua voz o convidando a entrar.
─ Um minuto atrasado, Styles. ─ Louis estava sentado virado pra parede, Harry revirou os olhos e estirou a língua pra ele.
─ Perdão, senhor Tomlinson, minha última aula demorou mais que o esperado e eu precisava comprar alguma coisa para comer, a fila estava enorme.
─ Não quero saber, apenas sente-se e vamos resolver isso. ─ o professor se virou rápido e sentiu o mundo girar ao ver a roupa que Harry estava usando.
As coxas fartas do cacheado ficavam ainda mais lindas naquela saia, o seu torso apertadinho naquela blusa minúscula, os peitinhos pequenos deixavam a blusa ainda mais linda no corpo dele, Louis teve certeza de que sentiu seu pau pulsar dentro da calça ao ver o garoto vestido daquela forma, as meias perfeitamente coladas nas suas pernas, era uma visão do paraíso.
Harry sentou-se e levou o canudo aos seus lábios brilhantes com seu gloss de morango, Louis desviou o olhar rapidamente antes de ter sérios problemas.
─ Então, Harry, me conte o porquê você acha que a sua nota na última prova está errada.
─ Eu não acho, senhor, eu tenho certeza. ─ Harry disse sério. ─ Eu me esforcei muito, eu sei que eu fiz um trabalho digno de receber um 10.
─ E você tirou 8. ─ Louis encarou a tela do computador.
─ Sim, e isso é uma injustiça. ─ Harry fez um biquinho. ─ Por favor, senhor, adicione os dois pontos.
─ Por que eu deveria fazer isso? ─ Louis arqueou uma sobrancelha.
─ Eu posso citar mil motivos, mas o principal: Eu mereço.
─ Você sempre tem tudo na mão, não é Harry?
─ Tudo o que eu quero e tudo que eu mereço.
─ Então tá, você irá receber os seus dois décimos, mas isso vai ser o nosso segredinho, ok? ─ o professor disse enquanto digitava no computador.
─ Fácil assim? ─ Harry sorriu largo. ─ Obrigado, senhor Tomlinson, você é o melhor! ─ Harry cruzou as pernas deixando o restante das suas coxas a mostra, apenas para Louis.
Ele sabia o que estava fazendo, seu professor havia sido tão bom pra ele, mesmo sabendo que no fundo ele era um babaca arrogante, Harry se lembrou do primeiro ano, quando sua única obsessão era o professor Tomlinson.
─ Não precisa agradecer. ─ Louis virou o rosto para tirar a atenção das coxas de Harry. ─ Terminamos por aqui?
─ Na verdade... ─ Harry deixou a latinha vazia de refrigerante em cima da mesa de Louis. ─ Eu gostaria de te agradecer mais ainda por isso, senhor, é tão importante pro meu histórico manter apenas notas 10, o senhor sabe que eu sou um aluno dedicado, não sabe? ─ ele levantou e deu a volta na mesa, se aproximando de Louis.
─ Sei, mas está tudo bem, você não precisa agradecer, querido. ─ Louis já estava começando a se sentir ameaçado com Styles tão perto de si, ainda mais naquelas circunstâncias.
─ Senhor, é claro que preciso... ─ Harry se sentou no colo de Louis, ficando cara a cara com ele.
─ H-harry... ─ Louis se segurou para não levar as mãos a cintura dele.
─ Eu estou reconhecendo os seus sinais, senhor. ─ Harry disse baixinho com a boca próxima a orelha de Louis. ─ Você não tirou os olhos de mim assim que me viu, gostou da minha roupinha?
─ Styles- ─ Louis foi interrompido quando sentiu beijos no seu pescoço.
─ Vamos lá, Louis, eu sei que você quer...
─ Quer saber, foda-se. ─ Louis levou as mãos até a cintura de Harry e o puxou para sentar em cima do seu pau duro marcado na calça.
─ Hum... ─ Harry gemeu quando sentiu seu queixo ser puxado para ir de encontro aos lábios de Louis.
As mãos fortes do homem seguravam firme a cintura branquinha de Harry, ele sentia seu corpo incendiar apenas com os toques do professor na sua pele.
─ Faz o que quiser comigo, professor, come minha bucetinha, me enche com a sua porra.
─ Eu não posso- ─ Harry rebolou no colo de Louis. ─ Merda, Harry.
─ Ninguém vai saber. ─ Harry segurou o rosto de Louis com as duas mãos. ─ Vai ser o nosso segredinho.
─ Por que você tem que ser tão irresistível? ─ Louis levou a boca até o pescoço de Harry. ─ Tão gostosa, princesa.
O apelido fez Harry gemer próximo ao ouvido de Louis, foi então que o professor descobriu qual era o ponto fraco do garoto.
─ Então você gosta de apelidos, amor? O que acha de ser a minha putinha, hum?
─ Sim, sim, tudo que o senhor quiser! ─ Harry voltou a se esfregar no colo de Louis.
─ Tão desesperado pelo meu pau, parece uma cadela no cio. ─ Louis desferiu um tapa na coxa de Harry. ─ Tira toda a sua roupa, menos a meia.
Harry imediatamente se levantou do colo de Louis e fez o que ele mandou, assim que tirou sua saia viu os olhos de Louis saltarem ao verem sua calcinha vermelha de renda que mal cobria a buceta gorda.
─ Fique com a calcinha também.
─ Sim senhor. ─ Harry puxou o elástico da sua calcinha e soltou, fazendo um estalo na pele.
─ Ajoelha, tira minha calça, e me chupa.
Louis esboçou um sorriso quando viu Harry fazer o que ele mandou, sentiu as mãos do seu aluno apalpando sua calça até abrir o zíper e tirar seu membro duro e pesado de lá.
Os olhos de Harry brilharam ao ver o pau grande e grosso, marcado pelas veias e a glande brilhosa, levou o membro a sua boca começando a chupar todo pré gozo que Louis soltava, ouvia satisfeito os gemidos do mais velho.
─ Porra, que caralho de boquinha deliciosa... ─ Louis jogou a cabeça pra trás enquanto seu membro era engolido pela boquinha gulosa de Harry. ─ Quem diria que a princesinha seria tão putinha assim.
As mãos de Louis se juntaram nos cachos de Harry, começando a guiar os movimentos dele, Louis sentiu seu ventre dar um nó quando as mãozinhas de Harry acariciaram suas bolas cheias, ele sabia que se continuassem assim, ele iria gozar logo.
─ Vai mais devagar gatinha, ou se não eu vou gozar.
─ Por favor professor, goza na minha boquinha, suja todo meu rosto com o seu leitinho. ─ Harry mordeu o lábio inferior encarando Louis com os olhos pidões.
─ Caralho... ─ Louis começou uma punheta rápida e Harry colocou a língua pra fora, próxima a glande de Louis.
Louis não demorou muito para explodir na boca de Harry, sujando todo seu rostinho e sua língua, o mais novo engoliu toda a sua porra.
─ Deita aqui nessa mesa, me deixa chupar essa sua buceta de puta. ─ Louis puxou o corpo de Harry e o posicionou em cima da mesa, saiu espalhando selinhos na barriga, até chegar na bucetinha, puxando o fio de tecido pro lado e tendo tudo de Harry só pra ele.
Assim que sua língua entrou em contato com o grelinho de Harry, ele sentiu o corpo do mais novo tremelicar na mesa, os gemidos de Harry estavam começando a ficar um pouco altos, até Louis acertar um tapa forte em uma das coxas do garoto.
─ Geme baixo caralho, ou você quer que alguém chegue aqui e descubra que você está dando pro seu professor?
─ Des-cu... desculpa. ─ Harry segurou um gemido assim que Louis o penetrou dois dedos na sua bucetinha. ─ Louis, me come logo!
Louis deixou mais um tapa na coxa de Harry e voltou para sua cadeira, se sentando com as pernas abertas.
─ Senta no meu pau, princesinha, eu sei que você quer isso.
Harry sentou no colo de Louis e segurou o pau dele o guiando para sua grutinha, foi sentando lentamente enquanto soltava resmungos e gemidos baixos, até finalmente sentir todo o comprimento do mais velho dentro de si.
─ L-Louis... ─ ele gemeu sôfrego.
─ Cacete, tão putinha, mas tem uma buceta tão apertadinha... Se mexe amor, faz o meu pau de pula-pula. ─ Louis segurou a bunda de Harry e ele começou a rebolar no seu pau.
Assim que Harry se acostumou com o tamanho e grossura de Louis, ele começou a rebolar e sentar mais forte no pau dele, Louis colocou a mão sobre a boca dele para tentar silenciar seus gemidos que aumentaram assim que ele começou a estocar no seu pontinho.
─ Meu grelinho... Eu preciso gozar! ─ Harry choramingou no ouvido de Louis.
─ Nada disso, amor, você vai gozar apenas sentando no meu pau. ─ Louis disse enquanto se afundava mais em Harry.
─ Louis por favor não, não! Eu tô quase lá.
─ Goza Harry, vem pra mim. ─ Louis aumentou a intensidade e a velocidade das estocadas certeiras no ponto G dele.
─ Lou- ─ Harry segurou forte o corpo de Louis enquanto sentia sua bucetinha esguichar e o pau de Louis liberar porra dentro de si.
─ Cacete... ─ Louis respirou fundo.
•
─ Então, Zee, lembra do dia que você me disse que eu precisava parar de ser certinho e me sentir rebelde ao menos uma vez na vida? ─ Harry estava na sua cama conversavando por ligação com Zayn enquanto pintava suas unhas.
─ Lembro sim.
─ Eu segui o seu conselho.
─ Ah é, o que você fez? Aceitou o 8 daquela prova?
─ Não, eu dei pro senhor Tomlinson, e irei a um encontro com ele. ─ Harry disse como se estivesse falando sobre o tempo.
─ VOCÊ O QUE? ─ Zayn gritou do outro lado da linha.
quero brincar mas ainda tô no estágio ☹️☹️ acho q vou ter q ir no banheiro
rigid daddy.
Onde Harry apronta na escola e seu papai com os amigos ensinam a ela uma lição. (vi algumas ideias na conta da @louismetetudo não sei se essa é uma, mas de qualquer forma..)
Avisos!!
- Harry intersex.
- Desuso de camisinha
- Daddykink
- Spanking
- Degradação
- Dupla penetração.
- Dacrifilia
- Asfixiofilia
Idades: Harry 18 | Louis 40 | Calvin 30 | Matt 29.
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Eram nove horas da noite e Harry estava indo ao trabalho do seu papai. E pra ser sincera ela estava nervosa, não, ela estava extremamente nervosa. E muito triste. Seus pensamentos estavam a mil por hora e ela apertava as bordas da saia preta que vestia com força.
Estava no carro do motorista particular do seu pai e enquanto o homem na frente digiria com tranquilidade até a empresa dos Tomlinson's, Harry no banco de trás só conseguia pensar em qual seria seu castigo e o que o seu papai faria com ela.
E todos esses pensamentos estavam começando a enlouquecer Harry. Uma ansiedade e frio na barriga já estavam com ela quando a secretaria de Louis ligou para casa avisando a Harry que Louis queria que ela fosse encontrar com ele no trabalho. Harry sabia que se o homem não queria esperar até chegar em casa é porque ele estava com muita raiva, ou melhor, furioso com ela.
Estava tentando se acalmar, mas era difícil quando pensava o quão irritado seu pai estaria e no que ela mesmo fez para deixá-lo assim. A coisa toda é que Harry levou uma suspensão de três semanas por ter sido pega transando com um garoto do terceiro ano em umas das salas vazias da escola.
Harry estava arrependida isso é fato, mas ela conhecia bem seu pai. Ele não deixaria isso passar batido como fez nas outras vezes, a verdade é que Harry não sabia como ainda não tinha sido expulsa do colégio, ela já levou várias suspensões por várias outras coisas e até agora não foi expulsa. Talvez tenha alguma coisa a ver com o dinheiro da sua família e o poder que o sobrenome Tomlinson carrega.
Filha de um dos maiores advogados criminalista de Londres, Harry era a menina com a vida "perfeita." Sempre teve tudo, os brinquedos mais caros, as melhores roupas, os melhores celulares, as amigas perfeitas, e a melhor educação que seus pais tanto lhe custam dar.
A menina era mimada e apesar de ter tudo o que qualquer adolescente e criança deseja, ela sentia que faltava algo. Seus pais não tinham um dos melhores relacionamentos do mundo, mas estavam juntos. As brigas eram constantes e Harry quase nunca entendia o motivo delas.
Seu pai era um homem rígido e sério. Mas era muito amoroso consigo, ele a mimava desde que estava na barriga e Louis sempre tentou dar tudo de si para que nunca faltasse nada para sua filha. Sua mãe, Chloe, não era uma mãe muito presente e vivia fazendo viagens a trabalho. Ela era fotógrafa, e apesar de não se falarem muito e expressarem pouco seus sentimentos, Harry a amava, tanto quanto o seu pai.
E era por isso que Harry estava nervosa e triste, por que decepcionou seu pai, e estava com medo do que tudo isso iria se tornar. A menina tinha uma relação perfeita com o pai, sempre conversavam sobre tudo, mas Louis era rígido e odiava quando quebravam a confiança dele, e de certo modo Harry a quebrou. Transar com um garoto na escola, fumar maconha escondida no banheiro, ir pra festas escondida, trepar com seu próprio primo, e mentir em outras diversas coisas, deixavam Louis furioso e triste.
Mas Harry tinha uma coisa em mente. Faria de tudo pro seu papai lhe perdoar e poder confiar em si de novo. Estava com medo, sim, mas aguentaria tudo o que o homem quisesse lhe dar e faria o seu melhor para deixar o homem satisfeito e feliz de novo. Fosse o que fosse, Harry sempre faria de tudo pra ser a menininha perfeita pro papai.
[...]
Chegou no prédio alto e luxuoso em um dos bairros mais caros de Londres, e saiu do carro. O motorista disse a ela que poderia subir, e ela entrou no prédio, o nervosismo tinha aumentado e ela andava devagar em direção ao elevador. Usava uma saia preta curta, e uma meia calça que deixava suas coxas grossas marcadas. Uma blusinha curta de mangas que cobria acima do umbigo e sua tatuagem de borboleta estava a mostra. O que realçava a sua pele branquinha macia, os cachos sedosos estavam bem arrumados, e ela batia os dedos na coxa repetidamente por conta do nervosismo.
Entrou no elevador e apertou o botão pro último andar do prédio, enquanto o elevador subia Harry não parava de pensar no que tinha feito, e no quão burra foi por ter sido pega. Ela podia ter feito isso sem ninguém saber, mas foi burra o suficiente pra esquecer a porta entre a aberta, o que resultou na diretora entrando no meio do ato e fazendo Harry quase morrer de tanta vergonha.
Quando o elevador chegou, Harry saiu e foi andando por ali, observou que ainda tinham algumas pessoas trabalhando e o cheiro que tinha ali era forte. Muitos homens velhos vestidos com ternos perfeitos, as secretárias em suas mesas digitando algo no computador, e o cheiro forte era de café e perfume caro. Engoliu a seco com alguns olhares que recebeu dos homens ali e seguiu para a sala do seu pai.
Passou pela secretaria particular de Louis e ela disse que Harry podia entrar. Harry respirou fundo três vezes em frente a grande porta de madeira escura na sua frente, suas mãos estavam suando e ela olhou pra trás tentando ver se conseguia sair correndo dali e ir para casa se esconder com seu cachorro Lucky.
Deu duas batidas na porta e escutou um "pode entrar" baixinho. Respirou fundo e abriu a porta, a sala estava meia escura e conseguia ver a sombra do seu pai sentado na grande mesa de vidro no meio da sala. As janelas atrás da mesa eram enormes e ela conseguia ver Londres inteira dali. Fechou a porta atrás de si e ficou parada, olhando pra sombra de Louis que estava sentado de forma relaxada na cadeira.
- Tranque a porta.
Harry escutou a voz rouca e rígida do seu pai dizer, fez o que ele pediu e engoliu a seco quando viu o homem mandar ela se sentar em frente a sua mesa com um aceno, Harry andou quase tremendo de nervosismo e se sentou ali, estava com muito mais medo agora que estava frente a frente com o mais velho.
Conseguia ver os olhos azuis afiados olhando pra si, Louis estava com a camisa branca do terno e gravata preta, o tecido estava enrolado até seus cotovelos e seus cabelos estavam em uma franja um pouco bagunçada. A barba um pouco grande e os lábios vermelhos em uma linha reta enquanto observava os olhos da filha.
- Então Harry, o que tem pra me dizer?
Ela engoliu a seco e começou o seu discurso de desculpas: - Papai, eu sei que o senhor está muito irritado comigo, sim eu sei, eu errei feio e eu queria pedir desculpas porque o que eu fiz foi errado, mas se o senhor me der mais uma chance pra provar que pode confiar em mim eu jur-
Se calou quando ouviu a risada irônica do seu pai, viu ele se levantar e tremeu no seu lugar quando o homem se aproximou, Louis virou a cadeira em que sua filha estava sentada pra si, e se abaixou pra ficar com o rosto próximo da menina, viu os olhos verdes assustados e sorriu de novo.
- Não faça isso querida, não peça desculpas por algo que você fez por que quis e gostou.
- Papai eu-
- Eu ainda estou falando Harry. - a menina engoliu a seco mais uma vez e assentiu. - Sabe, eu sempre achei que essa sua fase ia passar, por que você é adolescente e adolescente só faz merda. - Ele suspirou. - Mas o que você fez hoje Harry, não dá pra deixar passar, eu estava trabalhando que nem um condenado na porra dessa empresa pra dar tudo o que você pede, quando do nada recebo uma ligação da escola dizendo que minha querida filhinha estava dando que nem uma prostituda na porra de uma sala de aula.
Louis cuspiu as palavras de forma rígida no seu rosto. Harry sentiu lágrimas grossas caírem por suas bochechas, a menina abaixou a cabeça com medo e seu pai segurou em seu maxilar com força a fazendo olhar pra si de forma assustada.
- Sabe o que você é Harry? - Ela negou chorando. - A porra de uma vagabunda que não pode passar um minuto sem um pau grosso dentro dessa sua boceta de puta.
Harry arregalou os olhos e negou com a cabeça chorando, o aperto em seu maxilar doía e ela se assustou quando ouviu duas risadas baixas atrás de si. Louis soltou seu rosto e se afastou, sentando em sua cadeira novamente, Harry não olhou pra onde tinha ouvido risadas por medo do que seu pai ia falar.
- Então, já que você gosta tanto de dar essa sua boceta, papai vai dar o que você tanto quer. - Louis disse calmo e viu Harry arregalar o olhos cheios de lágrimas assustados.
- Não papai, c-como assim?
Ele sorriu de lado e virou sua cadeira na direção das risadas que a menina tinha ouvido antes, Harry seguiu o movimento e se assustou quando viu dois homens ali, vestidos da mesma forma que Louis só observando o que acontecia.
- Esses são Calvin e Matt, querida, e eles vão usar você que nem uma prostituta do jeito que o papai sabe que você gosta.
Harry congelou no lugar quando ouviu o que Louis disse, ela virou a cabeça na direção de seu pai que tinha os olhos em si com um sorriso malicioso no rosto, Harry chorou ainda mais negando com a cabeça.
- Papai o que? Por que? Papai não! por favor não! - Disse sentindo suas lágrimas caírem de forma descontrolada do seus olhos.
Louis franziu o cenho em confusão. - Como assim não? - Se levantou de novo em direção a menina e segurou com força os cabelos dela, Harry gemeu com a dor no seu couro cabeludo. - Acha que pode dizer o quer e o que não quer ainda sua vagabunda? Esse é o seu castigo por você ser uma putinha desesperada por um pau que encha essa sua xotinha de porra. - Deu um tapa forte no rosto de Harry e ela sentiu sua boceta pulsar. Segurou no braço do pai que apertava seus cabelos com força.
- Papai eu não quero! por favor me desculpa, eu jur-
Se calou quando recebeu outro tapa, e Louis a puxou pelos cabelos para se levantar, empurrou ela para mesa e se afastou, enquanto ainda tinha os olhos dos homens observando toda a cena com admiração.
- Tire toda a roupa. - Louis mandou com os braços atrás das costas. Harry chorou e assentiu começando a tirar a roupa devagar. Estava estranhamente exitada por saber que os dois homens a olhavam com desejo, e Louis tinha o olhar severo sobre si, observando com detalhe agora o corpo nu da filha.
Os peitos grandes com os bicos marrons, a cintura fininha e barriga com algumas gordurinhas aqui e ali, a xotinha que não dava pra ver muito de onde estava, mas era lisinha e gordinha. Harry tinha a cabeça baixa chorando baixinho, enquanto Calvin e Matt já mastubarvam o pau duro por cima da calça social.
- Ajoelha e vem de quatro pra mim igual a cachorra que você é. - Louis mandou rígido, tirando o cinto preto e grosso da cintura. Harry fez o que foi pedido e foi de quatro até o pai, sabendo que assim os homens conseguiriam ver sua bocetinha rosa, e o seu cuzinho pequeno apertado.
Quando chegou perto de Louis ela se sentou em seus calcanhares, o chão frio fazendo contato com todo seu corpo quente. Louis tirou o cinto e o drobou em dois podendo assim deixar mais grosso, Harry olhando pra si com os olhinhos verdes chorosos e a carinha vermelha pelos tapas de antes, seu pau duro doía na cueca apertada.
- Agora sua vagabunda, papai vai te bater pra você aprender a me respeitar. - Viu que ela ia falar algo e logo a cortou, continuando: - E eu não quero ouvir uma palavra saindo dessa sua boca de puta boqueteira.
Harry assentiu e abaixou a cabeça, Louis a fez ficar de quatro de novo e foi para atrás do seu corpo, vendo a bunda branca redondinha, o cuzinho pequeno, e a boceta já melada com o melzinho brilhante. Calvin e Matt tinham agora a rola pra fora, batendo uma punheta lenta só observando o que o mais velho fazia.
Louis apertou o cinto na mão e o levantou batendo com força na bunda branquinha da sua filha, Harry gritou e contraiu a boceta com força, os seus joelhos doíam no chão duro enquanto Louis continuava batendo com força o cinto na sua bunda.
- Pap-pai, d-doi.. papai.. - Harry falava chorando, Louis batia nos dois lados da sua bunda com força. Os peitos grandes pulavam toda vez que o cinto batia e Harry choramingava com a ardência do local, deu um pulo quando o pai acertou em cima da sua xotinha molhada, ela se encolheu com a boceta se contraindo e o cuzinho piscando.
- Sh, sh.. eu sei amor, sei que dói, mas papai tá fazendo isso pra você aprender. - Louis falou atrás de si, apertou a bunda vermelha da filha e Harry tremeu com a dor. - Agora ande. - Deu um tapa de mão cheia na bunda machucada. - Vá fazer seu trabalho de vagabunda e satisfazer meus amigos. - Louis falou se afastando do corpo trêmulo da menina, Harry ainda chorando levantou a cabeça indo em direção aos amigos do seu pai, que estavam sentados de pernas abertas no sofá do canto, enquanto batiam punheta.
Louis se sentou na sua cadeira de novo e abriu o zíper da calça social, colocou a mão dentro da cueca vermelha e massageou a cabeça do pau, sentindo a glande toda molhadinha de pré gozo. Observou com atenção a bunda machucada da filha empinada pra si enquanto ela ia de quatro até Calvin.
Harry se sentou em seus calcanhares de novo e gemeu com a dor que sentiu na bunda. Levantou a cabeça e encarou o pau de Calvin duro na sua frente, ela olhou nos olhos azuis dele como se pedisse permissão, e ele deu um aceno com um sorriso de lado.
- Vá em frente princesa, tô louco pra sentir sua boquinha em mim. - Calvin falou baixinho, Harry então segurou o pau duro na mão e passou a língua na glande sentindo o gosto indefinido do pré gozo. Depois sugou a cabecinha com força, Calvin gemeu segurando seus cachos e ela viu pelo canto do olho Matt se levantar com o pau na mão e ir para atrás de si.
Louis observava tudo ainda punhetando de leve seu pau duro, viu quando Matt foi pra trás da sua filhinha e fez ela ficar de quatro novamente, enquanto continuava chupando Calvin. Harry soltou um gemido com o pau na boca quando sentiu a língua quente de Matt passar pelo seu cuzinho até a boceta.
- Caralho Louis essa sua filha tem uma boca de puta tão boa.. - Calvin disse gemendo, ele segurou a cabeça de Harry parada enquanto levantava o quadril fodendo a cavidade molhada. Harry gemia com o pau na boca toda vez que Matt lambia seu cuzinho e massageava seu grelinho duro.
Engasgou quando sentiu a cabeça do pau de Calvin na garganta e ele soltou seus cabelos, deu dois tapas na sua cara punhetando o pau com a outra mão, Matt cuspiu na própria mão e desceu pelo seu cacete esfregando a cabecinha no cuzinho quente.
— Cadela. - Matt xingou quando forçou a cabecinha do pau pra dentro da boceta molhada.
— Aah pap-pai.. - Harry gemeu quando Matt começou a socar com força dentro de si, Calvin se levantou com o pau todo babadinho na mão e bateu com ele nas bochechas vermelhinhas de Harry, a menina tremia e gemia adorando ser usada como nada além de um buraco apertado pra ser fodido.
— Nunca fodi uma vagabunda tão boa, porra.. — Matt gemeu atrás de si, Harry gritou quando ele bateu na sua bunda machucada, olhou com os olhos marejados pra onde o pai estava e viu Louis descendo e subindo o punho rapidamente no próprio pau, ele gemia baixinho observando com prazer Matt foder a sua boceta.
— Eu quero.. o pap-pai.. - Harry gemeu chorando. — Papai.. por favor, pap-
— Cala a porra da boca Harry, você vai ter o papai quando acabar. Que feio, dando pra outro e gemendo pra mim? Sua vadiazinha barata.
Harry gemeu alto e sua boceta esquentou com as palavras de Louis, Matt sentiu a boceta dela contraindo e aumentou a velocidade. Só se ouvia os barulhos das peles se chocando e os gemidos e gritos de Harry.
Calvin que estava observando Matt foder a garota, se aproximou e cuspiu no cuzinho que não parava de piscar. Punhetou o pau rapidamente e deu um tapa em cima, vendo a menina se escolher ainda mais.
— Caralho eu vou gozar. — Matt gemeu rouco e olhou para Calvin, ele entendeu o recado e Matt saiu de Harry antes que gozasse, a menina não teve nem tempo de raciocinar, foi puxada com força pro sofá e empurrada para se deitar com as pernas abertas, Louis levantou, agora só vestido com a cueca e a camisa e foi em direção a filha.
Harry abriu os olhos marejados e observou Calvin e Matt em cima de si e Louis logo atrás, sentiu um tapa forte no seu grelinho e não aguentou mais, gemendo alto e gozando. Os homens observavam a cena com admiração, Harry gritou e revirou os olhos quando Calvin meteu de uma vez na sua boceta sem esperar tempo para ela se recuperar.
— Porra, quero ver se você aguenta dois nessa sua boceta de puta. - Calvin gemeu metendo rápido.
— O que? Mas- Harry se calou quando recebeu um tapa no rosto, abriu os olhos e viu Louis em cima de si. Olhou pra baixo e viu Matt ficar ao lado de Calvin forçando o pau pra dentro junto com o do outro e gritou quando Louis beslicou seus bicos durinhos.
— Isso Harry é pra você aprender a não dar essa sua boceta pra qualquer um, mas você não consegue não é? — Louis disse vendo a menina chorar, negando. — Não consegue passar um dia se quer sem um pau bem fundo dentro de você, é só pra isso que você serve afinal. Você não passa de um buraco apertado que todos gostam de foder. — Louis disse sorrindo apertando os peitos grandes, Harry gemeu quando sentiu a dor de se alargar pra receber dois paus.
— Ooh! Porra papa-i isso... é t-tao gostoso.. — Harry gemeu quando Calvin e Matt começaram a meter rápido dentro de si, ela se sentia tão cheia como nunca antes, abriu um sorriso cansado pro pai que tinha os olhos azuis lhe observando com atenção, recebeu um tapa forte no rosto começando a chorar de novo.
— Sua cachorra. — Louis disse e viu ela revirar os olhos, o rosto de Harry estava todo vermelho marcado por tapas e lágrimas, ela tinha o cabelo bagunçado e a boquinha aberta gemendo alto enquanto os homens se moviam rápido dentro da sua boceta.
— Vagabunda! - Matt gemeu e tirou seu pau rapidamente de dentro do calor apertado, desceu o punho duas vezes no cacete molhado e jatos de porra quente acertaram os peitos e a barriga de Harry, Calvin veio minutos depois também gozando na sua barriga e peitos, ele gemeu quando a última gota de porra saiu de dentro de si, e deu um tapa na coxa da menina.
Louis observou Harry destruída abaixo de si e olhou pros amigos, eles entenderam o recado e se vestiram, saindo da sala. Louis puxou Harry pro chão novamente e ficou em cima da menina, esfregando a cabeça do pau na boceta quente.
Harry abriu os olhos cansados e o gemido ficou preso na garganta quando sentiu sua boceta se alargar mais para receber o pau grande de Louis, o pai agarrou seu maxilar com força a forçando olhar pra si, Harry fez, meio zonza.
— Agora o papai vai te deixar cheia de porra tudo bem amor?
— S-sim papai.. me enche com sua porra quente...
— Você foi tão boa pro papai, aceitou o castigo tão bem bebê. — Louis gemeu rouco quando ela contraiu a boceta. Levou a mão para o pescoço dela e apertou deixando a menina sem ar, Harry arregalou os olhos assustada. — Porra! que bocetinha de puta gostosa do caralho..
— Pap-pai... pap-
— O papai vai gozar tão forte dentro de você, deixar você tão cheia. — Ele gemeu aumentado a velocidade das estocadas e Harry chorava com a dor que sentia toda vez que as bolas pesadas de Louis batiam na sua bunda.
— Ooh! isso papa-i.. — Harry gemeu quando Louis soltou seu pescoço e deu um tapa no seu peito esquerdo, juntando suas bocas em um beijo cheio de saliva.
— Que delicia, caralho! - Louis gemeu alto quando estocou mais duas vezes e gozou forte dentro da filhinha, Harry gritou e contraiu a boceta quando sentiu a porra quente do seu papai dentro de si, gozou de novo e esguichou expulsando o pau de Louis pra fora e molhando todo o chão.
— Vadia sedenta. — Louis disse e deu um tapa forte no grelinho vermelho, viu a sua porra sair de dentro da xota arrombadinha e sorriu, se levantando e ajudando a filha cansada.
Harry sorriu quando Louis a pegou no colo e a colocou no sofá dizendo o quanto a amava e o quanto ela foi boa. Harry definitivamente tinha aprendido a lição.
indo dormir só de calcinha e a renda tá toda molhadinha
como diria a filósofa doja cat: me espanque, me bate, me enforca e me morde
"do que você me chamou? 🫣"
"😒"
"do que você me chamou?? 🥺"
"brinquedinho de foda do papai 😌"
"😩😭❤️✨❤️🤯😍✨😍😩🥹😍😭🥺💖💖✨"
anniversary (failed) surprise - ls oneshot
Harry, como uma ótima namorada e uma boa garota, decide fazer uma surpresa de seis meses de namoro para o seu namorado, Oliver, mas ele termina com ela no mesmo dia e antes de ver a surpresa que havia preparado. Louis, vendo sua irmãzinha tão tristonha e chateada, decide tentar animá-la um pouco, mostrando que seu ex-namorado não era nada comparado ao seu irmão mais velho.
[Essa oneshot contém: incesto consanguíneo, H!cisgirl, Louis com 20 anos e Harry com 17, palavras de baixo calão e do tipo "grutinha, melzinho, caralho, etc." para se referir às intimidades das personagens, xingamentos durante o sexo, tapas e etc. Não leia se não gostar de algum desses temas]
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Harry havia acordado animada naquele dia, seria o aniversário de seis meses de namoro com quem pensava ser o amor de sua vida, Oliver, e ela não poderia estar mais feliz.
Acordou bem cedo para arrumar a surpresa que pensara para agradar ao outro, tomando um banho bem quentinho e hidratando os cachos sedosos para que ficassem mais brilhosos e aparentáveis. Desceu as escadas, após passar seu hidratante corporal de canela, ainda animada; preparando algo leve para o café da manhã e se contentando em comer apenas alguns morangos picotados com uvas verdes.
Não estava vestida com a roupa que usaria para o dia ainda, preferiu por vesti-la apenas quando o namorado estivesse indo para sua casa, para não amassar nada. Naquele momento, enquanto terminava de lavar as louças que utilizara, tudo que vestia era uma camisola longa de seda, passava de seus joelhos e era de um rosinha bem clarinho, quase branco. Calçava, também, pantufas da mesma cor; assim como a touca que estava em sua cabeça, para a preservação dos longos cachos. Também não havia passado seu gloss ou o rímel ainda, queria que tudo ficasse perfeito e isso só aconteceria se tomasse cuidado extra com tudo.
Enquanto terminava de secar as louças lavadas, pôde ouvir passos nas escadas, reconhecendo, pelo ritmo, que quem se aproximava era o seu irmão mais velho, Louis. Estava louca para contar tudo sobre sua surpresa para ele, mas quando viu seu rosto cansado, mudou de ideia.
— O que aconteceu, Lou? — Perguntou, apoiando o quadril no balcão da pia. — Está tudo bem?
O outro se sentou em uma das cadeiras da mesa, deitando a cabeça sobre os braços na superfície de madeira e suspirando alto. A camiseta branca que usava se levantou um pouco na parte das costas, permitindo a visão de sua pele bronzeada.
— Só cansado, pequena. — Levantou a cabeça. — Mas e você? Por que levantou tão cedo?
— Hoje fazem seis meses que eu comecei a namorar o Oli, Lou! — Exclamou animada. — Eu falei sobre isso a semana toda, você esqueceu?
O rosto de Louis se contorceu em reconhecimento enquanto se levantava, recordando-se da tal surpresa que a garota dialogou sobre durante toda a semana.
— Oh, é verdade. Acabei de acordar e minha cabeça não está funcionando direito, princesa, me desculpe. — Buscou por um copo, enchendo-o de água e bebendo-o antes de continuar: — Você ia fazer uma surpresa para ele, não?
Harry corou, repentinamente tímida ao se lembrar do que planejava fazer. Estava ansiosa para que o namorado visse o presentinho que havia comprado para eles, ficaria contente caso ele gostasse.
— Eu vou…
— E o que vai ser?
De repente, toda a animação e ansiedade em contar sobre a surpresa para o irmão desapareceu, vergonha tomando todo seu corpo enquanto pensava em alguma desculpa para dar.
Por sorte, sua mãe se fez presente no cômodo antes que pudesse tornar a situação vergonhosa, enchendo os filhos de beijos calorosos e abraços carinhosos.
Essa foi quase, pensou a garota.
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O horário que Oliver combinara consigo de buscá-la em sua casa era às cinco da tarde, de forma que, quando o horário se aproximasse, Harry já estivesse pronta.
Tinha vestido a roupa separada, uma camisa social branca que ficava perfeitamente delineada em seu corpo, uma saia preta minúscula e uma meia-calça também preta, que abraçava suas coxas gordinhas e deixava-as com um ar sexy. Os sapatos que calçava eram Mary Janes clássicos, contrastando com a meia cheia de frufrus branca. Os cachos estavam jogados como cachoeiras castanhas e chegavam na altura dos seios, dando a Harry aquele ar provocador e indecente que ela sabia ter. A boca estava repleta de gloss e os cílios realçados com o rímel, assim como o nariz e bochechas rosados pelo blush e iluminados pelo brilho que passara. Sua surpresa também estava ali, consigo; mais especificamente entre as bandas de sua bunda e com a pedrinha preta reluzente sob a meia-calça — já que não vestia uma calcinha.
Estava ansiosa para a chegada de seu namorado e correu para a porta quando ouviu a campainha, checando seu cabelo no espelho que tinha ali perto e apanhando a pequena bolsinha preta que levaria.
Virou a maçaneta e olhou para Oliver com uma felicidade iminente implantada no seu rosto, correndo em sua direção para abraçá-lo mas estranhando quando o moreno a afastou, não deixando que envolvesse os braços em seu pescoço.
— A gente precisa conversar, Harry. — Falou firme, causando arrepios na garota.
Ele nunca a chamava assim, sempre era "vida" ou "bebê", mas nunca pelo nome.
— Claro… — Fechou a porta, ambos ficando em silêncio na varandinha em frente à casa. — Eu fiz alguma coisa? Tem algo errado, amor?
Harry assistiu quando o namorado suspirou e fechou os olhos, já sentindo o tremor se apossar de seu corpo e o medo de ter fodido com tudo na boca de seu estômago.
— Eu não sou mais o seu amor. Não estamos namorando mais, Harry, sinto muito.
— M-mas… Por quê? O que eu fiz?
— Você não fez nada, eu só não te quero mais. — Explicou, sua face estava tranquila e ele não parecia realmente se importar com tudo o que estava acontecendo. — Você é muito melosa e chata, eu sabia disso quando a gente começou a ficar, mas acho que minha cota de paciência já acabou.
O mundo de Harry caiu aos seus pés quando ouviu aquelas palavras, engolindo o choro e tentando não derramar as lágrimas ao tentar dialogar:
— Eu tinha feito uma s-surpresa pra você…
— É disso que estou falando. Só namoramos por seis meses, Deus, não é como se eu te amasse. — Bufou. — E você e o seu irmão são estranhos, todo mundo sabe que ele te fode. E eu tenho certeza de que você, como a putinha desesperada que é, adora.
E aquele foi o estopim; toda a vontade de uma possível reconciliação sumiu da cabeça da garota quando tudo que ela podia sentir era arrependimento e decepção.
— Vai se foder, Oliver. — E entrou em casa novamente, apoiando-se na madeira da porta e se desmanchando em lágrimas.
O choro que tinha repreendido anteriormente veio à tona, as lágrimas grossas e soluços engasgados eram tudo que saíam de si enquanto seu corpo deslizava até o chão, de forma que abraçasse seus joelhos em busca de apoio. Não estava mais com vontade de fazer nada, toda a animação de antes tinha evaporado de si e ela não sabia o que faria mais.
Louis estava em seu quarto enquanto tudo acontecia, escrevia rapidamente em seu computador, ouvindo à uma música qualquer, quando pôde perceber barulhos esganiçados vindo de algum lugar. Sabia que sua mãe e pai tinham saído de casa e só voltariam três dias depois, Harry estava no tal encontro de aniversário com seu namorado; então ficou preocupado com o barulho e fechou o laptop, descendo as escadas apressado e sentindo seu coração despedaçado quando se deparou com sua irmãzinha chorando na porta.
Correu até o corpo da garota e a abraçou, sentindo-a envolver os braços ao redor de seu pescoço e esconder o rosto molhado em seu peitoral. O mais velho ficou ali, acariciando suas costas e sussurrando palavras de conforto enquanto esperava que o choro de Harry diminuísse um pouco, erguendo-se e levando-a até o sofá quando isso, finalmente, aconteceu.
— O que houve, princesa? — Perguntou baixo, tendo a garota em seu colo e ainda agarrada ao seu corpo.
— E-ele terminou comigo. — Contou, fungando baixinho e olhando para o irmão. — Terminou comigo e d-disse que não me amava no dia do nosso aniversário.
Louis reprimiu a vontade de dizer que sempre soube que aquele moleque era problema, engolindo sua raiva para o fundo de seu corpo e concentrando-se em ajudar a mais nova.
— E você ama ele, pequena?
— Eu acho que sim. Não sei. — Suspirou, esfregando os olhinhos e limpando as lágrimas que restaram ali. — Eu acho que eu estava quase lá, sabe? Mas ele falou de um jeito que pareceu que ele nem se deu o trabalho.
— Ele não te merece, meu bem. — Acariciou o rosto de Harry, segurando sua bochecha e fazendo-a olhar para si enquanto falava: — Você merece alguém que faça de tudo por você, sim? Que saiba do que você precisa e o que você quer sem você ter que dizer.
A garota sorriu doce para o irmão, beijando a palma da mão que estava em seu rosto e se acomodando melhor no colo do irmão.
— Eu sei que você está certo, como sempre — Revirou os olhos. —, mas eu acho que o que me chateia é o fato de eu realmente ter me entregado a ele, entende? Eu… — Suspirou. — Eu sinto que me pus em muitas situações de desconforto ou fiz coisas que eu não queria só para agradar ele.
— E ele foi ruim para você, princesa? Não fez o que você queria?
Mesmo que a pergunta não tivesse sido numa conotação sexual, um rubor se apossou das bochechas e pescoço de Harry, causando um sorrisinho maroto em Louis quando ele percebeu o que ela tinha entendido.
— Ele foi terrível, Lou…
Com isso, a garota envergonhada se escondeu no pescoço do mais velho mais uma vez, inspirando o cheiro másculo e terrivelmente atrativo que ali jazia, imaginando como seria ter aquele aroma por todo o seu corpo e impregnado em suas roupas. Era tão, mas tão errado que tivesse pensado algo daquele jeito com seu irmão, mas ela estava carente não se importava com nada mais. Queria atenção, queria carinho e Louis estava ali, proporcionando isso à ela.
O mais velho abraçou sua cintura mais forte, aproximando mais ainda os corpos e se pegando pensando sobre como o corpo pequeno de sua irmãzinha ficava tão bom junto do seu.
Eles ficaram daquele jeito por um tempo, sem saber o que falar e aproveitando o calor do corpo do outro. Harry sentia um fogo repentino se apossando de si, mas não queria tentar algo e ser afastada ou rejeitada, então se manteve quietinha. Apenas afastou a cabeça do pescoço de Louis, ainda tendo o aperto firma em sua cintura, e olhou para suas mãozinhas; levando-as para o peitoral do outro e fazendo desenhos imaginários por ali. Era um espécie de flerte que não seria tão óbvia, mas perceptível, caso o irmão também quisesse algo.
De repente, o que era apenas dedos traçando o nada sobre o peitoral do irmão, virou um carinho muito explícito e com segundas intenções. Louis assistiu de perto quando a garota lambeu os lábios, mordendo-os em seguida e olhando para si com aquele olhar falsamente inocente. Estava o deixando louco.
— O que você está fazendo, princesa? — Perguntou, só tendo uma piscada lenta e um sorrisinho malicioso como resposta. Ela deveria estar enlouquecendo, só poderia ser isso. — Fala pro irmão, meu bem. O que você está fazendo?
A menina permaneceu quieta, voltando o olhar para os próprios dedos enquanto subia-os até o pescoço de Louis mais uma vez, sorrindo provocadora quando viu os pelos ralos da região se arrepiando levemente. Ela envolveu a nuca do mais velho com ambas as mãos, puxando-o para mais perto e ficando com o rosto bem próximo do seu.
— Harry, o que você está fazendo? — Perguntou. Ele também queria aquilo, mas não queria que sua irmãzinha se deixasse levar por uma carência instantânea e se arrependesse depois.
— Sabia que o Oliver disse que todo mundo pensa que você me fode? — Sussurrou contra o ouvido de Louis, beijando o lóbulo. — E ele disse que tem certeza de que eu gosto. Mas nós não fazemos isso, Lou, fazemos?
O mais velho pôde sentir um calor enorme no fundo de seu estômago com aquilo, queria se controlar e não estragar tudo com sua irmã, mas não conseguiu se conter ao responder:
— Nunca fizemos isso, princesa, realmente… — Firmou o aperto em sua cintura, sentindo quando ela ofegou, sensível aos toques. — Mas poderíamos, não?
Harry não aguentou mais um segundo se quer, juntando as bocas com vontade e puxando-o para mais perto ainda (se é que fosse possível), suspirando entre os lábios de seu irmão quando ele fez o mesmo, puxando-a mais pelos quadris. O mais velho aproveitou o momento de deleite da cacheada para introduzir a língua entre seus lábios carnudos, quase gemendo quando sentiu ela chupando o músculo com força e muita, muita vontade; quase como um verdadeiro boquete.
Estavam os dois muito envolvidos no ósculo, aproveitando as sensações que quiseram — secretamente — por tanto tempo, mas que nunca chegaram a sentir. A garota estava ficando enlouquecida ao subir mais suas mãos e prendê-las nos cabelos do outro, beijando-o com mais afinco ainda e mordiscando seu lábio inferior e logo lambendo-o carinhosamente. Louis, por outro lado, estava se concentrando em apertar cada vez mais o quadril da irmã, descendo as mãos grandes para a bunda redondinha e ouvindo-a gemer satisfeita, jogando a cabeça para trás.
Aquela foi a oportunidade perfeita que encontrou para enfiar a cara em seu pescoço, chupando e mordendo a pele branquinha. Estava fazendo aquilo com a intenção clara de deixar marcas, queria que as pessoas vissem o estrago que faria, queria que todos tivessem mais certeza ainda de que os dois fodiam. Harry começou a rebolar suavemente em seu colo, por puro instinto e não percebendo o que estava fazendo; sentia o plug dentro de si se mexer e seu pontinho de prazer estava se esfregando na calça jeans de Louis de um jeito tão gostoso, fazendo-a gemer ainda mais e acelerar os movimentos.
O irmão estranhou que a garota estivesse se mexendo tanto e parecendo sentir tanto prazer com tão pouco, largando de sua clavícula e segurando-a parada no lugar, levantando sua saia e entendendo a situação.
— Então quer dizer que você não consegue ficar uns minutinhos sem buscar satisfação em algo? É isso? — Riu, vendo o rosto envergonhado de Harry. — Você é uma puta mesmo, princesa. Inacreditável.
A garota sentia suas bochechas queimando com a degradação de Louis, ficando mais excitada ainda quando o mais velho a tirou de seu colo, jogando-a no sofá de qualquer jeito.
— Eu vou beber um copo de água, e depois vou subir para o meu quarto. — Explicou, já desafivelando o cinto que usava. — Quando eu chegar lá, eu quero você peladinha e quietinha na cama, entendeu?
Harry assentiu submissa.
— Eu te quero sentadinha na borda da cama, princesa. Seja obediente, sim? — E saiu, deixando-a perplexa e só.
Ela subiu as escadas o mais rápido que conseguiu, tirando todas as suas peças e escondendo o plug em meio às roupas ao chegar no quarto do irmão. Se sentou na cama, do jeito que ele pediu, e ficou quietinha enquanto aguardava por sua chegada. Estava mais ansiosa que nunca para o que aconteceria em seguida, o momento curto que tivera com o irmão no andar de baixo foi intenso e delicioso, ela não poderia querer mais que algo acontecesse.
Louis, no andar de baixo, sorria feliz enquanto bebia sua água. Nunca esperou que sua vontade de foder a irmã fosse realmente acontecer, e estava contente em saber que poderia mostrá-la seu potencial na cama.
O homem subiu as escadas devagar, ainda vestido. Tiraria suas roupas na frente de Harry, para poder captar suas reações, então preferiu só desabotoar os botões de sua calça, não tirando-a de fato. Chegou no quarto e encontrou a porta entreaberta, vendo de relance a cabeça baixa e corpo nu, as curvas sendo pouco visíveis de onde estava. Entrou no cômodo e Harry levantou a cabeça, olhando-o com um sorrisinho ansioso enquanto o olhar do mais velho percorria seu corpo; os seios cheinhos, mas não grandes, a cintura fina, os quadris largos, a bocetinha gordinha… Absolutamente tudo sobre o corpo de sua irmã o excitava, desde a forma a qual os cachos cobriam os biquinhos dos peitos até como ela espremia as pernas, tentando se conter em querer se tocar.
Louis chegou mais perto e a segurou pelo queixo, vendo como seus olhos pidões estavam colados no volume em suas calças, anteriormente, e envolvendo sua boca num beijo extremamente gostoso e explícito; sendo dominante à outra e comandando o ósculo como bem entendesse. Enfiava a língua na boca de Harry e fazia com que ela chupasse o músculo, realmente parecendo uma putinha que fazia tudo o que o homem mandasse.
Ele separou as bocas e se afastou de vagar, rindo de sua irmã quando ela buscou por mais e continuou indo com a cabeça em sua direção, bufando irritada quando percebeu que o homem não a beijaria mais.
— Eu sei, princesa. Eu sei. — Falou sarcástico, deixando um selinho a mais em seus lábios, apenas para dar um gostinho, e passou a descer a mão que estava no queixo da menina para seus seios. — Fique paradinha pro irmão, sim?
— O que você vai— Ia perguntar, se interrompendo quando sentiu a mão do outro apertando seu peito, a outra se fazendo repentinamente presente em sua bocetinha gordinha. — Lou…
— Paradinha, princesa, não se mexa.
O mais velho começou a apertar o seio esquerdo da garota enquanto passava os dedos sobre sua grutinha, não realmente a masturbando, já que as pernas juntas de Harry o impediam de fazer isso, mas dando aquela sensação de quase satisfação maravilhosa.
— Abra as pernas para mim, meu bem. — Pediu, vendo quando a cacheada obedeceu com prontidão, levando uma das mãos ao pescoço do irmão e arranhando a pele quando seus dedos entraram em contato com o seu melzinho, ficando deliciosamente melados.
Harry gemia e apertava a nuca de seu irmão enquanto ele a acariciava superficialmente, de forma que ela pudesse sentir o toque, mas não fazer daquilo um estimulo. O biquinho de seu peito ainda era espremido por Louis e tudo ficou mais intenso quando ele passou a beijar o local, mordiscando a pele clarinha e fazendo a cacheada gemer mais alto ainda.
Ela estava indo à loucura com as coisas que ele estava fazendo, sentia um calor descomunal crescer em seu ventre e estava movimentando o quadril contra a mão do irmão quando ele, de repente, parou; se afastando de vez e deixando-a só na cama. Ele caminhou em passos lentos para trás, tirando sua camiseta de pouco em pouco e logo a peça estava no chão, levando Harry a encarar o abdômen definido e os braços tatuados, eram tão fortes e podiam, com toda a certeza, fazer um estrago enorme consigo. A próxima peça a ser retirada foi a calça, deslizando lentamente pelas pernas musculosas até que o homem estivesse só com a boxer azul-escura. A mais nova olhava para a escultura em sua frente completamente hipnotizada, queria poder passar sua língua por absolutamente todos os lugares daquele corpo e estava realmente difícil de se controlar e ficar quieta.
Percebendo como o irmão estava distraído em recolher e dobrar suas roupas, a menina foi ousada ao descer a mão para sua bocetinha, acariciando o lugar meladinho e soltando um gemidinho gostoso ao dar um tapa fraquinho no seu pontinho de prazer, chamando a atenção de Louis.
— Você não consegue obedecer nem à mais simples ordem, não é mesmo? — Questionou irritado, caminhando até a cama e puxando a mão de Harry de onde estava, usando-a para estapear a mesma bem na bochecha.
Talvez não tão surpreendentemente, aquilo fez com que mais um gemido esganiçado escapasse de sua boca, levando o irmão a sorrir orgulhoso de sua garota.
— Eu vou foder essa sua boceta até você não aguentar mais, e você vai ficar paradinha e gemendo bem alto pro irmão, entendeu?
— Sim, Lou. — Respondeu sorrindo, ainda sentindo a ardência em seu rosto.
Louis empurrou a garota pelo pescoço, a mão envolvida em sua garganta e impedindo um pouco da passagem do ar, levando-a até mais para o meio da cama e envolvendo seus lábios em mais um daqueles beijos explícitos e molhados. Ele só se deu o trabalho de pegar uma camisinha na mesa de cabeceira e colocá-la apressadamente antes de separar o beijo e colocar dois dedos dentro da boca de Harry, que os chupou com afinco, fazendo o mesmo ao colocar dois da outra mão em sua grutinha quente.
A menina gemeu alto e revirou os olhos com a dor maravilhosa que sentiu, ainda sugando os dedos em sua boca com toda a força e dedicação que tinha enquanto sentia seu irmão surrando os dedos — que logo viraram três — dentro de si. Entendendo que já estava bom e que ela aguentaria seu pau, Louis entrou com tudo na boceta molhada, assistindo orgulhosamente quando Harry segurou seu punho e foi com os dedos mais fundo na própria garganta, revirando os olhos mais uma vez e gritando abafado.
O mais velho tirou os dedos — contra a vontade da garota — de sua boca, voltando a apertar sua garganta e se deliciando com os gritos esganiçados e roucos quando começou a estocar.
— Lou! — Gemeu, puxando sua nuca e tentando beijá-lo, ficando frustrada quando o irmão riu e passou a ir mais forte. — M-meu Deus…
— Você acha que eu não percebi essa sua bunda toda aberta, não é? — Socou fundo, apertando mais a traqueia da outra. — Era esse o seu presentinho pro seu namorado de merda?
— E-ex-namorado, Lou… — Falou entre gemidos, enterrando a cabeça no colchão. — Mais… — Pediu, levando as mãos ao próprio cabelo.
— É uma pena que ele seja tão burro ao ponto de sequer ver isso. Você, toda abertinha, gemendo e pedindo por mais… Mas é difícil com gente burra, não tem o que fazer.
— Você quer parar de falar e me foder direito? — Zombou, gritando quando teve o desejado. — Louis!
— É, ele nunca mais vai te ver assim.
O mais velho passou a enterrar mais fundo, mas mais devagar, também. Soltou a garganta da irmã e levou os dedos ao seu pontinho doce, acariciando-o rapidamente e desencadeando uma série de gemidos altos e engasgados em Harry. Quando percebeu que a garota estava ficando envolvida demais e, provavelmente, chegando ao seu clímax, parou com tudo.
Saiu de dentro dela e se sentou na cabeceira da cama, assistindo-a tentar entender o que estava acontecendo.
— P-por que você parou, Lou? — Confusa perguntou, levantando também e se sentando em frente ao irmão.
— É ruim quando as pessoas não fazem o que queremos, não é, princesa?
E então Harry entendeu o que estava acontecendo.
— Lou, por favor… — Começou, engatinhando até o irmão e se sentando em suas pernas. — Não me negue isso, Lou, por favor.
Louis nada respondeu, permaneceu com o corpo imóvel olhando no fundo dos olhos da garota.
— Lou? — Chamou mais uma vez, quase desesperada por prazer. — Por favor, Lou, eu prometo ser boa pra você…
— Você vai fazer exatamente como eu mandar, feito a boa garota que você é. — Não foi uma pergunta, mas a menina assentiu, de qualquer jeito. Não queria ter seu prazer negado mais uma vez. — Busque o que estava dentro de você e traga pra mim.
Harry, então, fez o que lhe foi ordenado; levantando-se do colo do outro e indo até as roupas dobradas sobre a cômoda. Pegou o plug brilhoso entre as peças e voltou para a cama, deixando-o nas mãos de Louis e ficando ajoelhada ao seu lado. O mais velho chamou-a com os dedos e ela se aproximou, sendo beijada com luxúria e ficando distraída demais para perceber quando o irmão apanhou o objeto de suas mãos e a botou em seu colo novamente, acariciando seu rosto com delicadeza.
De repente, o que havia se tornado um momento dócil, mudou completamente quando Louis enfiou o plug dentro de si de uma só vez, levando-a a gemer alto em sua boca. A posição que estavam era perfeita para uma surpresa daquelas, já que o homem a havia arrumado perfeitamente sobre suas coxas e com a bunda gorda bem empinada.
— Lou, meu Deus! — Exclamou, segurando nos ombros à sua frente.
Louis sorriu sacana e passou a socar o objeto fundo em sua irmãzinha, assistindo-a gemer e sentindo quando ela escondeu o rosto em seu pescoço e passou a gritar enquanto mordia a pele. Ele a levantou e enfiou seu caralho na bocetinha molhada com tudo, arrumando os pés na cama e estocando na bunda e grutinha ao mesmo tempo. Harry estava maluca enquanto sentia prazer de todos os jeitos possíveis, estava sendo fodida em dois lugares, sentia seu pontinho se esfregando na virilha do irmão e tinha seus seios acariciados pela mão que estava livre.
— Putinha do caralho, hein… — Suspirou. — Não é pra você gozar, entendeu? — Ordenou, surpreendendo-a. Estava tendo todo aquele estimulo e não poderia gozar? — Você vai gozar na minha boca.
E então tudo virou uma bagunça de barulhos melados e gemidos altos, o irmão estocava fundo e chupava os peitos da irmã enquanto ela quicava o mais forte que conseguia e gritava cada vez mais alto que queria mais. Louis os virou na cama e arrancou o plug de si, indo mais forte e mais fundo ainda enquanto tinha sua boca cheia dos seios gordinhos da irmã.
Não demorou muito para que ele saísse de dentro dela, subindo sobre o seu corpo e arrancando a camisinha antes de enfiar o caralho pesado em sua boca, não se importando com os engasgos enquanto investia forte. Queria gozar desesperadamente e sentia que, abrigado na boca quente de Harry, sentindo a glande esbarrar no fundo de sua garganta. Jatos espessos de porra foram jorrados no fundo da boca da mais nova, e ela, como uma boa garota, engoliu tudinho.
— Puta merda, sim… — Gemeu o mais velho, dando uma última estocada profunda antes de sair por completo, acariciando a bochecha corada de sua garota e admirando o bom trabalho dela em fazê-lo gozar. — Você foi ótima.
Harry sorriu cansada, tentando esticar os braços para abraçá-lo mas sendo negada quando Louis só deixou um beijo em sua testa e falou:
— Ainda não, princesa. Você ainda não gozou, hm?
Com isso, o irmão a beijou novamente, lento e intenso. Foi descendo os beijos por todo o seu corpo, tendo a garota lhe acariciando os cabelos enquanto arrastava os lábios até a boceta dela. Selou um beijinho singelo no pontinho doce de Harry e começou a lambê-lo logo em seguida, arrancando gemidinhos e lamúrias baixinhas de si, enfiando dois dedos na grutinha molhadinha e toda melada.
— Lou, assim. Assim 'tá tão gostoso… — Ela gemia, correndo os dedos entre os fios castanhos do irmão e rebolando contra sua língua.
Louis passou a chupar o melzinho que saia dali, se deliciando com o gosto agridoce de sua caçula e fazendo uma sucção deliciosa em seu maior lugar de prazer. Se sentia nas nuvens por saber que era ele, naquele momento, quem arrancava os gritinhos manhosos de sua irmãzinha gostosa.
Dedava sua bocetinha enquanto ainda chupava o ponto doce, subindo uma das mãos para os seios enquanto fazia movimentos circulares com a língua na grutinha apertada de Harry, assistindo-a revirar os olhos e morder os lábios em deleite.
— Continua assim, Lou, eu 'tô quase… — Gemeu manhosa, afundando a cabeça no travesseiro e arranhando o couro cabeludo do irmão.
Estava tão bom e gostosinho que ela desejou poder parar o tempo, sentir aquela sensação para sempre e nunca mais sair daquele momento; quando tinha seu irmão mais velho chupando sua boceta da maneira mais deliciosamente proibida.
Quando Harry gozou, Louis teve prazer em lamber todo o seu melzinho e ouvir todos os gemidos e grunhidos, guardando tanto o gosto quanto o som em sua memória para sempre. Não sabia se Harry iria querer repetir aquilo algum dia ou se sequer falaria consigo depois que o clima passasse e não queria esquecer daquele dia.
Ele terminou de recolher todo o gozo e foi ao banheiro, molhando uma toalha e passando a por todo o corpo molenga de sua irmã. Depois, deitou-se junto de Harry e suspirou satisfeito ao tê-la enlaçando os braços em seu pescoço, dando-o um beijinho doce antes de dormir no seu abraço.
🎧
primeira one e um dos primeiros smuts que eu escrevo, me desculpem se estiver ruim ou tiver muitos erros…
Oh My God! Did You Call Me Cookie? 🍪 ▪︎ Oneshot Smut
Sinopse: Uma figura cacheada começa a frequentar a livraria que Louis trabalha, ele se sente atraído por ela, mas se recusa a acreditar que ela possa sentir atração por ele. Harry decide provar que ele está errado.
AVISOS IMPORTANTES!
H!inter
Harry sendo chamado no pronome feminino e masculino
Nesta fanfic Harry é mais baixo que Louis
Diferença de idade (não especifiquei)
Louis gentle super tímido e Harry putinha maliciosa
Gag
Crossdressing
[...]
O sino acima da porta balança quando o desconhecido a empurra, o vento gelado do lado de fora adentrando a pequena livraria. Os olhos azuis de Louis encaram o corpo baixo daquele que entra, as bochechas coradas pelo frio, a pele leitosa das coxas cobertas por nada mais que uma saia curta, os mamilos rosados dos peitinhos marcando a regata branca. Louis suspira em satisfação. Observa o belo menino de cachinhos passar seus pequenos dedos pela sessão de romance da livraria. A saia se movimenta para lá e para cá pelo balançar dos quadris cheinhos dele.
Já faz duas semanas que Louis vê o moço bonito ir visitar a livraria. Ele nunca compra nada, o que chateia Louis que só quer uma oportunidade para falar com o estranho.
Os olhos verdes encaram os olhos de Louis. Azul e verde se misturando num flash rápido, mas suficiente para causar arrepios na nuca do mais novo.
Uma vez, quando Liam decidiu o visitar no trabalho, o cacheadinho apareceu, Louis deixou o corpo estático e os olhos encaravam o lado contrário que o menino passava. Liam obviamente percebeu a reação esquisita do amigo.
"Tem alguma chance eu ficar com ele?" Perguntou, desesperado por uma opinião sobre seu caso.
"Nem se aquele cara estivesse sobre tortura". Louis não tentou questionar a sinceridade fria de seu amigo, Liam estava certo. Louis era muito mais novo e além de tudo era baixinho, um cara como aquele nunca se interessaria por ele.
Então, se sentiu claramente surpreso quando o notou caminhando até o balcão, a grande quantidade de cachos se pondo em seu campo de visão tão rápido que Louis mal teve tempo de formular uma reação.
"Oi Louis." Ele disse, uma covinha apareceu na bochecha esquerda pelo sorrisinho. "Meu nome é Harry."
Paralisou. O ar deixando seus pulmões lentamente. Louis acha que vai desmaiar.
"Como você sabe o meu nome?"
"Está escrito no seu crachá bobinho." Harry sorriu mais largamente, mostrando os dentes de coelho.
Ótimo Louis, agora o cara mais bonito que você já viu te acha um imbecil, pensou.
"Louis Willian Tomlinson, nome bonito, parece de príncipe."
"O... O seu nome também é bonito Harry, quer dizer, tudo sobre você é bonito. Não que eu esteja dando em cima de você, não é isso..." Louis está claramente nervoso, temia que Harry o achasse idiota. Mas Harry não fez isso, ele apenas soltou uma risada alta e o olhou em seus olhos.
Louis se sente intimidado quando Harry faz isso, os olhos esmeraldas parecem saber todos os seus pecados.
"Você é um bobinho príncipe Louis."
Louis corou, ele realmente parece um adolescente cheio de hormônios quando está perto de Harry.
Ficaram em um silêncio gostoso depois da breve conversa, a livraria quase entrando no horário de fechar quando Louis sente um cutucão no seu ombro, tirou os olhos do computador e o observou falar. "Você tem cookies?" Perguntou pidão. Louis achou fofo. "É que eu sempre vejo você comendo cookies no trabalho, pensei que tivesse".
Louis não disse uma palavra. Tinha medo de gaguejar. Abriu a mochila e notou que ainda tinha uma vasilha de cookies pela metade, entregou nas mãos de Harry, que sibilou um "Obrigada príncipe" baixinho, mas ainda perceptível aos ouvidos.
Ele secou Harry, notando o quanto a saia está levantada, mostrando boa parte das coxas leitosas. Louis sente o desejo incontrolável de apertar a carne.
"Está tudo bem Lou?" Harry disse, um sorriso sapeca nascendo no canto da boca. "Você parece meio afobado."
Louis se ajeitou na cadeira a fim de disfarçar seu pau ganhando vida na cueca.
“Nada, não é nada."
Harry continuou comendo seus cookies, fingindo não saber o que estava acontecendo.
|...|
Harry se sente piscar, a bucetinha completamente encharcada. Está nesse momento em sua casa. Ela não consegue evitar, havia observado Louis por tanto tempo, sempre sentado na cadeira com os braços cruzados evidenciando os músculos que tem, os lábios finos molhando a boca toda hora por mania, e o jeitinho tímido faziam ela se molhar todinha.
Harry cavalga incessante no vibrador roxinho, sua mão esquerda segura a cabeceira da cama para se sustentar enquanto se masturba no consolo lambuzado pelo lubrificante, sua xota engole gulosa o membro de plástico, colocando o mais fundo que consegue, piscando e implorando por mais.
Harry só consegue se imaginar em cima de Louis, sentando sem parar em cima daquele pau gostoso, ela geme mais alto com o pensamento, levando a mão direita ao seu grelinho inchado esfregando devagar, contrastando com as quicadas fortes no objeto.
"Hum... Papai" Ela grita, os cachos suados nublando sua visão por estarem grudados em sua testa.
Ela goza, se jogando para o outro lado da cama em seguida, cansada demais para fazer qualquer coisa, e ainda assim não se sente satisfeita. Ele precisa de mais, precisa de Louis metendo fundo dentro de si.
|...|
É uma sexta-feira à tarde, Louis se sente esgotado, um novo carregamento de livros havia chegado mais cedo naquele dia, ele teve que organizá-los na sessão de lançamentos e colocar outros exemplares que na dispensa que fica aos fundos.
Harry ainda não chegou, o que está causando um pouco de preocupação em Louis já que o cacheado sempre aparece depois que é liberado de seu próprio trabalho, não que ele tenha stalkeado os horários de Harry, é só que ele está demorando muito.
Louis come os cookies que guardou na mochila, deixando um pouco para Harry, é claro, ele sabe que Harry ficaria triste se Louis não guardasse ao menos cinco cookies para ele.
Ele começa a se preocupar de verdade ao ponto que falta menos de 10 minutos para a loja fechar, o lugar está vazio. Harry ainda não apareceu.
Louis se pergunta se seu menino está bem, ele não comete atrasos, até onde Louis sabe. Então Harry aparece, um lacinho vermelho carmusa prendendo os cachos que Louis tanto idolatra. O mais baixo está usando um sobretudo também vermelho, cobrindo seu corpo até metade das coxas. Louis sente falta das saias de diversas cores.
Ao vê-lo ali ele solta uma respiração que mal sabia que tinha prendido.
“Olá Louis.” Harry sorri, as malditas covinhas aparecendo no canto das bochechas “Foi mal pelo atraso.” Harry caminha e se senta no balcão como de costume.
“Sem problemas.” Mentira, Louis sabe que quase morreu sem Harry ali o vigiando “Qual é a do sobretudo?”
“É que eu tenho uma surpresa pra você, príncipe.” Ele mordisca seus lábios macios.
“Eu amo surpresas, o que você trouxe pra mim?” Louis pergunta inocentemente. Oh, Louis...
“Se senta em um daqueles puffs dos fundos que eu te mostro.” Enuncia, malícia escorrendo por sua língua. Louis mal nota.
O azulado vai de encontro ao puff, os armários escondem o assento, não dando brecha para pessoas de fora enxergarem Louis sentado ali. Ele se questiona o porque de tanto mistério.
Quando Harry retira seu sobretudo Louis fica sem palavras.
Harry não está usando mais que um babydoll vermelhinho e transparente, com um mini laço no meio de onde os seios pequenos ficam.
Louis se sente um maníaco sexual encarando sem parar os mamilos eriçados sobre o tecido fino, a barriguinha lisa, os quadris gorduchos, e as pernas... Aquelas pernas branquinhas enlouquecem Louis.
Mas o que mais lhe chama atenção é a boceta gordinha e livre de pelos, Louis tem a impressão que a grutinha está tão molhadinha. Molhada para ele. Louis encara o chão, as bochechas corando pelos pensamentos impuros. Ele realmente parece um virgem quando está ao lado de Harry.
“O que foi? ” Ela mexe em seu cabelo comprido, desconcertada. “Você não gostou?” Suas grandes esmeraldas marejam com o pensamento de estar sendo rejeitada.
“Não, não é isso!” Louis gagueja “Não é que eu não te queira, é que, uau.”
Harry o encara, o olhar perdido, nada que Louis está lhe dizendo parece fazer sentido.
Ela passa as pernas pelas coxas de Louis, se sentando sobre o membro dele. Harry o encara, procurando qualquer vestígio de negação no olhar do mais novo.
“Diga que não me deseja.” Murmura ao pé de seu ouvido “Me diga para sair do seu colo. Me obrigue a parar de rebolar no seu pau Louis.” Beijos são despejados no pescoço quente de dele.
Louis não pronúncia uma só palavra, gemidos são a única coisa capaz de sair de seus lábios finos, as mãos grossas prendem a cintura de Harry com força.
“Não, não podemos.” Repreende “Aqui não Harry.”
Ela não lhe dá ouvidos, continua cavalgando sobre o membro coberto de Louis.
“Pare.” Ele ordena. “Pare agora.”
Ela continua, Louis pode sentir a lubrificação melar sua calça. Ele não vê outra alternativa.
Louis dá um tapa forte na bunda de Harry, a carne branquinha ficando vermelha. Ela ofega. Louis prende sua mandíbula fazendo-a encara suas lagoas azuis.
“Você faz o que eu mando, entendeu? Eu mandei parar, então você para.”
Outro tapa é desferido, dessa vez sobre a face de Harry. Seus olhos começam a marejar de novo, não sabendo se de tesão ou de dor. Louis vai lhe deixar maluca de prazer.
“Mas, papai...”
“Vamos resolver isso em outro lugar, Harry.” Adverte.
|...|
Eles adentram o apartamento de Louis, mais ou menos umas 19 horas. Louis joga Harry na parede segurando a cintura dela com possessividade.
Tudo isso parece irreal. Louis tem medo de que se fechar os olhos, acorde de um sonho. Ele recua com tal pensamento.
“Por que eu?” Pergunta de repente, desacreditado com o que acontece agora.
“Eu quem devo perguntar o porquê do seu questionamento.” Harry acaricia as bochechas livres de pelos do mais novo. “Você é uma pessoa muito doce e bonita Louis, eu só ia naquela livraria todos os dias por você.”
Uma lâmpada pareceu se acender na cabeça dele. Então era isso, por isso o cacheado nunca comprava nada.
“Você não me acha esquisito?” Harry nega com um leve revirar de olhos. “Nem baixo demais?”
“Cale logo a boca e aceite que você é atraente pra caralho Louis.”
Louis não o nega dessa vez, beijando os lábios macios dela deslizando sua mão facilmente para a bucetinha do menor, apenas provocando com o dedo médio na entradinha, Harry se sente piscar em desejo. De vez em quando sente tapas sendo despejados no seu grelinho, ela treme ansiando por mais.
As mãos de Harry prendem os ombros de Louis, não deixando que o de olhos azuis a soltasse, a perna esquerda pendendo no quadril de Louis, se sustentando com toda a sua força, se ele a soltar provavelmente cairia.
“Me chupa Harry, quero sentir essa boquinha no meu pau.”
Harry rapidamente se pôs em seus joelhos, olhando Louis, as grandes esmeraldas se arregalam, olhos pidões necessitados encarando Louis desabotoando a calça, mostrando seu pau em toda sua glória. Ele riu ladinho, notando Harry arregalar os olhos pelo tamanho e babar imaginando sua boca naquele pau, ela encara a glande gorda pingando pré-gozo e as veias inchadas sem nem piscar. Tão desesperadinha pelo pau dele.
Ela põe as mãos na base do membro, buscando os olhos de Louis por um momento, como se pedisse permissão, Louis obviamente cedeu. Ela começou a masturbar, passando sua mão de forma lenta, intensificando gradualmente a movimentação. Cuspe na glande de Louis, logo após colocando na boquinha o cacete grosso, lambendo a cabeça como se fosse o melhor pirulito que já provou.
Enfia o membro duro em sua boca, sugando gostoso sem cortar o contato visual com Louis, este que sem piedade alguma começa a foder sua boca, socando o membro grande na boquinha. Harry sente a glande bater na garganta algumas vezes, os olhinhos verdes marejam pelo sensação, o nariz de Harry perto demais da pélvis de Louis.
Louis franze as sobrancelhas, se concentrando demais para não gozar antes da hora. Harry continua chupando seu pau com tanta necessidade.
Louis precisou parar Harry antes que ele acabesse por gozar em sua boca. Harry retira o membro com chateação.
“Calma meu amor, você já vai receber o que merece.” Louis beija o topo da cabeça de Harry com carinho.
“Me carrega por favor.”
“Tudo bem.” Louis a pega nos braços, carregando-a como uma noiva, deitando-a de ladinho, a deixando confortável na cama macia.
“Você é tão bom pra mim” Harry sussurra.
Louis se põe atrás de Harry, uma mão segurando a perna direta, deixando a buceta totalmente aberta para si. Ele beija o pescoço de Harry, deixando marcas para todos saberem que Harry é seu. Louis suga seus dedos melecando-os com sua saliva quente, os levando na direção da buceta, enfiando sem dó no buraquinho.
“Hum... Louis!” Harry grita ao se sentir alargar.
Ele continua distribuindo chupões no pescoço dela, tesourando a bocetinha habilmente, preparando Harry para algo maior. O polegar massageando a área do clitóris suavemente. Harry ofega cada vez mais alto, gemidinhos ocasionalmente deixam sua boca. Ela está tentando ao máximo ser boa para Louis e continuar quietinha.
“Posso meter em você?” Ele pergunta, a boca bem próxima ao ouvidinho dela. Ela sacode a cabeça como um sim. “Quero ouvir sua voz, amor.”
“Sim...”
Louis se estimula, esfregando a glande no melzinho que vem aos montes de Harry.
“Enfia logo” Harry manda.
Louis ri ladino “Está tentando me dizer o que fazer?”
Harry ri mais ainda, as bochechas coradinhas e suadas “Eu sempre mandei em você querido.”
Louis mete sem piedade apenas porque Harry o enfrentou daquele jeito. Hiperestimula a buceta de Harry, fazendo seu corpo solavancar e seus peitinhos pularem. Os gemidos entrecortados pelos altos ofegos, Harry está uma bagunça.
O barulho da pélvis de Louis se chocando com a bunda de Harry preenche todo o quarto. Harry amam ser fodido de ladinho exatamente do jeito que o moreno está fazendo, socando fundo e maltratando a xotinha do cacheado.
“Hum... Mais papai." Harry pede.
“Insaciável pra porra.” Louis bate na bunda dela, a carne balançando. Ele continua batendo ao passo que Harry comprime a entradinha em torno de seu pau.
“Eu vou gozar.” Harry anuncia antes de melecar todo o membro com seu líquido transparente. Louis goza em seguida, não conseguindo se segurar dentro da xota apertada.
Os dois ficam parados na cama, Louis ainda abraçando a cintura curvilínea de Harry, respirando pesadamente no pescoço do mais velho, sem se importar em tirar o pau da entrada de Harry.
“Isso foi bom.” Louis ri e Harry o acompanha, a risada meio ofegante.
“Eu estava esperando você perceber que eu queria dar pra você” Harry admite, Louis esconde a risada no pescoço dele.
“É que eu sou meio lerdo pra essas coisas, cookie.”
“Meu Deus, você me chamou de cookie?”
“Talvez eu tenha.” Ele pressiona os lábios, as maçãs do rosto corando. “Tá tudo bem eu te chamar assim?”
“Sim, tá tudo bem... Eu gostei.”
“Legal.” Eles falam em uníssono, a risada de ambos preenchendo o quarto.
Louis não se preocupa com o que vai acontecer no outro dia, ou no outro após o próximo dia. Não liga se vai ter que ouvir um sermão de Liam sobre transar sem camisinha (Louis promete não cometer mais esse erro).
Louis só pensa em Harry e seus cachos cor de chocolate desde o dia que viu sua figura adentrar a livraria, Louis só quer Harry. Apenas ela.
Younger Brother
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𝘓𝘰𝘶𝘪𝘴 𝘛𝘰𝘮𝘭𝘪𝘯𝘴𝘰𝘯 𝘯𝘶𝘯𝘤𝘢 𝘪𝘮𝘢𝘨𝘪𝘯𝘰𝘶 𝘲𝘶𝘦 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘳𝘪𝘢 𝘢 𝘣𝘶𝘤𝘦𝘵𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘥𝘦 𝘴𝘶𝘢 𝘪𝘳𝘮ã 𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘯𝘰𝘷𝘢, 𝘏𝘢𝘳𝘳𝘺, 𝘢𝘵é 𝘪𝘮𝘱𝘳𝘦𝘷𝘪𝘴𝘵𝘰𝘴 𝘢𝘤𝘰𝘯𝘵𝘦𝘤𝘦𝘳𝘦𝘮 𝘦𝘮 𝘴𝘶𝘢 𝘷𝘪𝘥𝘢 𝘭𝘩𝘦 𝘧𝘢𝘻𝘦𝘯𝘥𝘰 𝘷𝘰𝘭𝘵𝘢𝘳 𝘢 𝘮𝘰𝘳𝘢𝘳 𝘯𝘢 𝘤𝘢𝘴𝘢 𝘥𝘰𝘴 𝘱𝘢𝘪𝘴.
🔗 Nesse capítulo conterá incesto e se esse assunto de alguma forma lhe causa desconforto, peço gentilmente para que procure ler os outros capítulos ou leia outras one-shots minha ♡
🔗Apesar da inocência excessiva do bottom, tudo o que ocorrerá nessa narrativa será CONSENSUAL.
🔗 Em determinado parágrafo da narrativa eu faço apenas MENÇÃO de sexo entre um maior de idade com um menor de idade e perante a lei isso não é crime, a menos que não seja consensual ou (e) que o menor seja menor que QUATORZE anos, como eu não fiz menção a crime nenhum, não estou fora das diretrizes do Wattpad então por favor não me lacrem.
🔗 Nessa narrativa Harry se identifica tanto com pronomes masculinos quanto femininos.
🔗 Tudo isso não passa de ficção.
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Eu nunca achei que me sentiria tão culpado ao longo dos meus trinta anos. Culpado ao ponto de dormir e acordar com a frustração de não poder tê-lo para mim da forma que eu desejava. Ele é tão doce, adorável, apaixonante, bonito e seu sorriso se assemelha a uma linda paisagem sob o sol de domingo. Suas orbes esverdeadas brilham feito esmeraldas genuínas, seu corpo tão escultural era completamente irreal e não se assemelhava aos outros garotos de dezoito anos pois caregava coxas leitosas e fartas, um bumbum cheio empinado completamente enlouquecedor e uma bucetinha gorda que insistia em marcar nos shortinhos colados ou ficava a mostra nas sainhas curtinhas quando as usava sem calcinha por baixo.
Há dois meses atrás eu decidi que voltaria a morar com meus pais em nossa casa do campo em Holmes Chapel, vilarejo no qual eu morei até os dezessete anos mas logo o deixei para tentar uma nova vida em Londres e eu até consegui me manter sozinho na capital. A princípio consegui um emprego em uma lanchonete de dia e estudava bacharelado em língua inglesa e literatura à noite. Logo depois de me formar consegui um emprego de professor dando aulas como professor substituto, mas durante as férias o diretor decidiu que me despediria no corte de gastos já que um professor substituto não estava sendo tão útil.
Pela manhã seguinte eu soube que não haveria outra opção a não ser voltar para Holmes Chapel pois eu não conseguiria me manter desempregado em Londres com todas as escolas me negando uma vaga e concursos públicos que só estavam previstos para abrir no ano seguinte. Por isso assim que arrumei minhas malas liguei para Johanna avisando a minha ida e ela disse que me receberia de braços abertos. Peguei o trem das seis sob o sol singelo da manhã e em poucas horas me encontrava em frente à pequena casa de madeira que instantaneamente ao vê-la, me fez sorrir por lembrar de memórias antigas. Eu bati timidamente na porta e me lembro de como seus dedinhos bonitos com resquícios de esmalte nas unhas abriram a porta para mim, abrindo-a lentamente para meu corpo passar.
Meu irmão caçula, Harry estava tão lindo, ele era mais perfeito do que um anjo recém caído do céu. Seu sorriso delicado brilhava, seus lábios rosados e inchadinhos estavam tão convidativos que eu quis beijá-los de antemão, quis agarrar sua cinturinha fina e beijar sua boca como um bilhete de boas vindas. Ele mal parecia um garoto de dezoito aninhos, sua cintura magra e curvilínea formava curvas lindas, seus quadris eram largos e ele carregava dois montinhos gostosos presos no top coladinho ao seu corpo, evidenciando peitinhos gostosos com os mamilos pontudinhos que pareciam querer saltar do tecido e fizeram minha boca salivar, enquanto meus olhos se arregalaram brevemente. Meu irmão estava uma delícia e com um corpinho tão gostoso que eu me senti um merda por querer vê-lo peladinho e acariciar aqueles peitinhos gostosos.
── Maninho, você voltou! Senti tanto sua falta, boo. ── Ele correu para os meus braços e de maneira singela sua coxa gostosa roçava no meu caralho enquanto seus bracinhos envolviam a minha cintura e seus cachos raspavam em meus ombros.
Eu sei que nada era proposital, aliás, por mais que Harry já tivesse a maioridade ele era ingênuo e eu duvidava bastante se ele um dia sequer havia beijado na boca. Diversas vezes que eu visitava minha família no Natal, eu reparava no quanto minhas outras irmãs que possuíam praticamente a mesma idade que ele pareciam deveras mais evoluídas enquanto ele ficava corado com as perguntinha bobas que o faziam sobre "namoradinhos e namoradinhas"
Levei meus dedos até sua nuca e em um carinho lento aproveitei o toque em seus cachos macios, inspirando para que eu pudesse sentir seu cheiro embriagante.
Eu não conseguia formar uma frase concreta, Harry estava deslumbrante. Parecia uma garotinha tão gostosa com curvas ligeiramente femininas que meu cacete já endurecida por dentro das calças só de ter aquele lindo garoto roçando as coxas ali. Aprofundei mais o nosso contato e desci minhas mãos grossas até seu bumbum cheio e arrebitadinho, puxando seu corpo para cima até tê-lo em meu colo.
Rapidamente Harry saltou envolvendo suas coxas ao redor do meu quadril e eu afundei o nariz em seu pescoço sendo embriagado pelo seu perfume. Apertei sua bunda e sem pudor algum pressionei meu caralho contra sua xotinha marcada apenas por um shortinho colado de yoga. Meu pau já estava tão duro por estar a tempos sem sexo e ter uma bucetinha tão quente e provavelmente virgem roçando no meu caralho era demais pra mim.
── Eu também senti sua falta princesa, agora estou feliz porque sei que não vou te ver apenas no Natal. ── Sorri malicioso contra sua bochecha e o beijei no canto dos lábios.
Larguei seu corpo para que ele pudesse descer e lentamente deixei sua buceta escorregar no meu cacete enquanto eu o colocava no chão. A cabecinha do meu pau estava exposta dentro da cueca e eu sentia vazar tanto que provavelmente deveria ter uma mancha enorme na mesma... Eu teria problemas mais tarde.
Agora fazia pouco mais de um mês que eu morava em Holmes e há um par de meses que havia trancado minha pós graduação, eu estava desempregado e me sentindo um lixo por não conseguir um emprego nem na oficina da esquina mais próxima. O que fazia eu me distrair brevemente dos meus pensamentos negativos era meu irmãozinho que sempre ocupava minha mente com o pensamento instintivo de querer fodê-lo. Durante esse período eu tive a certeza que Harry com apenas dezoito anos era tão inocente, que chegava a me deixar duro só de pensar em como seria provocá-lo roçando a cabecinha do meu pau na sua xotinha virgem, ouvindo seus gemidinhos baixinhos e manhosos implorando para que eu o fodesse.
Antes eu nunca havia olhado para meu pequeno com outros olhos, aliás nunca fomos tão melhores amigos quanto os outros irmãos são. Claro, eu o amava, mas eu havia saído de casa quando Harry ainda era apenas uma criança, não acompanhei seu crescimento e só o via por fotos e umas três vezes a cada ano quando eu ia visitar Holmes e ele nunca esteve tão pecaminoso quanto agora. Óbvio que quando ele tinha uns dezesseis anos eu já olhava sua cinturinha fina e sua bundinha macia apertada em shorts curtos, imaginando como seria brincar com a cabecinha do meu pau entre aquelas bandinhas pequenas mas que aparentavam serem tão macias quanto rosas recém colhidas. Mas nada que passasse disso, eu não teria coragem o suficiente de fazê-lo.
Agora, nós estávamos morando juntos e isso era horrível. Eu me sentia culpado a cada segundo que olhava para Harry e ele era tão inocente, adorava a minha companhia, fazia de tudo para ter o irmão mais velho por perto. Me abraçava o tempo inteiro, queria minha atenção sempre e adorava jogar vídeo game comigo, enquanto eu estava fingindo fazer um belo papel de irmão mais velho, mas ele parecia não se importar com isso.
── Lou, você ouviu o que eu disse Lou? ── Harry sacudiu meus ombros com suas mãozinhas pequenas e se tornou adorável em dobro ao colocar um biquinho lindo nos lábios.
── Não pequena, me desculpe. Pode repetir de novo?
Observei a forma como seus olhos verdes reviraram para dentro das pálpebras que para alguns seria um gesto normal, mas para mim foi totalmente sexy.
── Eu disse que esse jogo já tá chato, por que nós não mudamos pra outro jogo ou colocamos um filme? ── Harry se jogou ao meu lado no sofá e se aninhou ao meu corpo, envolvendo suas mãos em minha cintura e deixando sua cabeça apoiada em meu pescoço.
Ele era sempre tão carinhoso, procurava sempre por meus toques e geralmente sempre os retribuía. Ele estava sempre procurando por minha iniciativa de beijinhos na bochecha apenas para que pudesse retribuí-los também
── Boa ideia, vamos ver um filme. Já estamos jogando há muito tempo. ── Escorreguei minha mão lentamente pelas suas costas e acariciei seu quadril, me segurando para não apertar sua bunda macia e redondinha. ── Que gênero de filme você quer assistir minha princesa? — Dedilhei sua cintura desnuda e percebi sua pele se arrepiar e seus mamilos rosados ficarem inchados e durinhos, completamente suculentos.
Harry usava sempre diversos tipos de tops em seus peitinhos e hoje em específico usava um sem alças e bem apertadinho.
── Os filmes do canal setecentos. Mamãe Jay disse que eu não posso assistir esse canal, mas como ela não está em casa eu quero assistir com você Lou. ── Seus olhinhos verdes brilharam e sua vozinha manhosa quase me fez ceder e mudar imediatamente para o canal pornográfico.
Fiquei cheio de tesão só de saber que minha princesa tinha curiosidade em ver pornô, mesmo sem que soubesse totalmente do que se tratava.
── Você não pode assistir esse tipo de coisa, ainda é muito novinha para isso.
Por mais que eu quisesse colocar no canal e explicar da forma mais explícita possível para Harry o que era o sexo, eu ainda tinha que ter o senso e negar aquele pedido ao meu pequeno.
── Eu não sou nova. ── Harry praticamente grunhiu, era como um gatinho bravo. Suas bochechas ficaram coradas e seus cachinhos balançaram com sua breve indignação. ── Eu vou fazer dezenove ano que vem, já sou uma mocinha.
Se ja é uma mocinha então pode muito bem calar essa boca e chupar meu cacete até que eu jorre minha porra nesse seu rosto de putinha.
── Por favor Lou, me deixa ver, só uma vez. Não vou contar nada pra mamãe. ── Suas mãozinhas se juntaram e ele implorava de joelhos no sofá com sua voz manhosa.
Revirei os olhos e busquei o controle próximo a almofada, tudo o que ele pedia eu geralmente sempre cedia. Era impossível negar algo para meu bebê.
── Tudo bem, mas só dessa vez, e você não pode contar pra ninguém, tudo bem? Vai ser nosso segredinho, tá bebê? Se você contar isso pra mamãe eu nunca mais vou falar ou jogar com você. ── Sorri de forma safada com o lábio inferior entre os dentes e vi meu pequeno assentir animado fazendo seus cachinhos balançaram e seus olhinhos verdes brilharem. ── Vem, senta no meu colo! ── Bati em minhas coxas e o pequeno rapidamente se sentou em minhas pernas com sua bucetinha gostosa em cima do meu pau. Nós sempre fazíamos isso quando íamos ver filme, meu pequeno adorava ficar em meu colo e eu me recusava a acreditar que Harry ainda era tão inocente ao ponto de não sentir meu pau endurecendo entre os lábios gordos da sua xotinha. Eu podia sentí-la quente todas as vezes, provavelmente ficando meladinha sentindo meu caralho pulsar embaixo de si.
Eu nunca tive o costume de andar somente de samba canção, nem quando morava sozinho, mas quando descobri que Harry gostava de sentar no meu colo para assistir filmes, eu passei a usar o short de dormir e era uma sensação deliciosa quando o grelinho inchado do meu irmão ficava pressionado no meu cacete. Era quase instantâneo que meu pau ficaria duro e a cabecinha iria escapar do short. Eu ficava tão molhado que meu pré-gozo ultrapassava o tecido de cetim e deixava seu shortinho todo melado. A cabecinha do meu pau inchava e as veias ficavam saltadas, minhas bolas repuxavam e eu sentia vontade de gozar naquela xota até meu pequeno implorar para que eu o fodesse.
── Boo você anda muito estranho. ── Harry me despertou dos meus pensamentos rindo sapeca enquanto se aninhava no meu colo, de frente, rebolando delicadamente sua buceta quente em meu pau semi ereto. ── As vezes você para no tempo e fica com uma cara de bobo, parece que tá pensando em várias coisas importantes. No que você tanto pensa maninho?
Suas mãozinhas acariciaram minha nuca e seu peitoral grudou ao meu, me deixando sentir seus peitinhos gostosos.
Estou pensando no quanto você ficaria lindo de quatro pra mim implorando pra eu meter nesse seu cuzinho virgem.
── Nada que você tenha que saber baby. ── Sorri e senti Harry se mexer em meu colo, tornando a ficar agora com sua bunda bem pressionada em meu pau e o corpo virado para frente de novo.
Liguei a televisão e lentamente ainda um tanto receoso toquei respectivamente nos números sete, zero e zero, colocando no canal de filmes pornô e instantaneamente um casal se beijava avidamente na tela e eu agradeci mentalmente por ainda estarem na parte do beijo. Não saberia explicar caso estivesse na cena do sexo. Aparentemente uma menina mais nova, de corpo franzino e pele branquinha beijava de maneira explícita o homem mais velho de músculos aparentes enquanto apertava com força seu pau por cima da calça.
Eu nunca senti tesão em ser um expectador de vídeos porno, mas eu já me excitava antecipadamente pela curiosidade de Harry, que se aconchegou em meu colo trazendo mais sua bunda para meu pau. Suas nádegas praticamente abraçavam meu caralho e o deixava completamente duro dentro do short fino, eu já me encontrava tão duro que a cabecinha do meu short escapava da barra elástica e pingava pré porra um pouco acima do meu umbigo.
── Lou, porque eles estão se beijando? E porque ela ta encostando a mão no... dele? ── Ele apontou para a tela se remexendo em meu colo e eu apenas mordi meu lábio inferior, rosnando quando sua pele branquinha ficou amostra por conta de seu short ter subido um pouco para que eu pudesse contemplar as bochechas branquinhas de seu bumbum macio.
Sua cintura curvilínea estava marcada de forma tão sensual e seu corpo inteiro parecia ter sido esculpido por deuses. Harry era como um anjo perfeito, feito para que eu pudesse desfrutar de tudo o que tem a oferecer.
── Baby, eles estão se beijando porquê se sentem atraídos um pelo outro e essa atração todos podem sentir uns pelos outros independente do gênero.
Rastejei lentamente minhas mãos pelo couro do sofá até que elas tocassem por cima de sua cintura nua. Sua pele quente envolveu meus dedos e eu senti seu pequeno corpo estremecer em cima das minhas coxas. As minhas palmas ásperas causavam um contraste perfeito com sua pele quente e macia, fazendo-me cada segundo mais excitado ao imaginar como seria foder sua xotinha enquanto metia três dedos no seu cuzinho guloso.
── Então eu também posso beijar outros homens um dia sem me importar? ── Harry disse com tamanha dificuldade pois puxava o oxigênio com certa dificuldade, ele estava ficando excitado também e isso me deixava louco.
Suor escorria pelo meu abdômen bronzeado, as pontas firmes dos meus dedos tremiam e meu pau apontava dolorosamente para cima. O meu cheiro forte e característico estava prestes a me deixar louco. O cheiro masculino preenchia a sala e uma névoa sexual tão densa nos cobria que eu não conseguia ter outra visão a não ser eu me masturbando enquanto tenho a bunda linda do meu irmão pressionada contra o meu caralho grossa.
Era tudo tão errado de certa forma, mas ao mesmo tempo tão certo.
Seus olhinhos verdes pareciam interessados naquele filme tão indecente. A medida que o homem tocava a garota de maneira mais íntima, Harry inclinava seu pequeno corpo para frente esbarrando sua bunda cheinha no meu pau que pulsava a cada gemidinho manhoso que saía de seus lábios gordinhos. Ele parecia se excitar com a ideia de duas pessoas trocando carícias e eu me excitava mais ainda em estar sendo o primeiro a mostrar isso a ele.
O novo e o incomum sempre me excitou mais que o normal. Inclusive tirar a virgindade do meu irmão mais novo fazia meu cacete pulsar. Eu sentia tanto prazer com tal fato que poderia gozar só vendo Harry sentir prazer ao assistir um pornô.
As paredes do cômodo pareciam derreter de tanto calor que nossos corpos emanavam. Era capaz que entrássemos em combustão de tão quente que estávamos.
── Princesa, como se sente? ── Minha voz soava como um suspiro disfarçado de gemido. Eu queria fodê-lo. Debruçar seu pequeno corpo sobre o sofá e abusar de sua linda bunda, tirar sua virgindade e ser o primeiro homem a gozar dentro da sua buceta e o cuzinho, fazendo ele ser meu depósito de porra.
Nada mais justo que eu ser o seu primeiro.
── Isso parece bom, Lou... ── Respondeu enquanto mantinha seus olhos fixos na televisão aonde o homem tocava os peitos grandes da mulher.
Sua voz saiu rouca e baixa, inclinei meu corpo para o lado e olhei para frente à fim de ver seu estado e Harry estava tão excitado quanto eu. Suas pernas estavam juntinhas e ele roçava suas coxas gordinhas na tentativa falha de conter seu prazer.
── Louis porque ela tem peitos tão grandinhos e eu não? ── Ele choramingou olhando para seus peitinhos gostosos com os mamilos durinhos.
Suas mãos voaram para os próprios peitos, apertando os montinhos gostosos entre os dedos remexendo timidamente o quadril contra o meu.
── Os seus ainda vão crescer princesa, mas eles só crescem quando outra pessoa os toca. ── Soprei em sua orelha com uma risadinha maliciosa subindo meus dedos em sua cintura, apertando-a até meus dedos rasparem nos cantinhos dos seus peitos.
Ouvi seu gemido baixo e logo suas mãos procuraram abaixar seu topzinho sem alça. Harry se debruçou contra meu peitoral e deitou a cabeça em meus ombros se esfregando no meu caralho. Seus peitinhos estavam expostos, com os mamilos duros e rosados esperando para serem chupados, aquilo havia sido um pedido implícito para que eu os tocasse e eu fiz. Levei minhas mãos grandes até seus montinhos e os apertei com tanta vontade, estocando fraco para cima esbarrando meu pau na sua bucetinha.
── Lou, porque eu estou tão meladinha assim, maninho? É tão dolorido. Minha florzinha tá tão quentinha. ── Seus olhinhos rapidamente se voltaram para mim, sua voz chorosa e manhosa me fez sorrir. ── Eu nunca fiquei assim boo, isso é normal? ── Vi lágrimas finas caírem por suas bochechas e rapidamente eu as sequei com meus dedos, sem parar de acariciar um dos peitinhos.
── Baby, isso é normal amor. Você apenas está com tesão. ── Sorri acariciando sua bochecha, vendo ele virar de frente para mim novamente, na posição que estávamos antes de começar a ver o filme. ── Tá molhadinha porque tá sentindo meu cacete roçar nessa bucetinha, não é princesa? Eu também tô louco de tesão.
Sua atenção foi rapidamente para meu pau com a cabecinha rubra escapando do meu short, tão curto e colado que o desenho do meu cacete duro poderia ser visto e contemplado de longe, minhas bolas ficavam totalmente marcadas na posição que eu estava sentado com as coxas separadas. Harry parecia hipnotizado, olhava de forma curiosa e no cantinho de seu lábio eu via um sorrisinho discreto crescer ali.
Minhas mãos se dirigiram para a sua cintura, apertando meus dedos na sua pele branquinha e puxando seu corpinho frágil para mais perto do meu, fazendo com que sua xotinha revelasse ainda mais a cabecinha do meu cacete, lhe arrancando um gemido baixinho.
── O que significa ao certo estar com tesão Lou? ── Seu lábio rosinha formou um biquinho tão beijável que eu inclinei meu corpo para frente beijando inesperadamente o cantinho de sua boca.
De forma singela eu pude sentir seu lábio, mas ainda não era suficiente pois eu não estava o beijando de fato. Lentamente, subi minha mão para sua nuca e aproximei minha boca de sua orelha. Harry respirava de forma pesada.
── Estar com tesão é quando seu corpo implora por algo ou alguém, e consequentemente quando isso acontece eu fico de pau duro e você fica com a xotinha melada. ── Soltei um riso e beijei seu pescoço branquinho.
── Então é por isso que você também está assim? Seu corpo está implorando por mim? ── Seu jeitinho inocente me deixava louco. Ele não era explícito. Ele estava excitado mas nunca usaria de fato as palavras evidentes.
Sua mãozinha curiosa acariciou meu pau e seu dedão rodeou minha glande com curiosidade. Aquele toque foi o suficiente para eu sentir meu corpo inteiro tremer sob o seu.
── Sim princesa, eu estou assim porquê quero tocar você. ── Continuei com os lábios praticamente colados em sua orelha.
Senti seu corpinho tremer em cima de mim. Harry havia soltado um breve gemido manhoso, talvez minha garotinha não fosse tão inocente assim. Com as pontas dos meus dedos acariciei sua barriga lisinha coberta por pintinhas e senti a pele leitosa se arrepiar com meu toque. Eu subia e descia meus dedos, sentindo seu abdomen contrair a cada toque. Meus lábios agora passavam em seu pescoço, apenas me segurando para não beijá-la.
── Lou, o seu... ── Ele pausou no meio da frase antes de continuar. ── É tão grandinho... ── Ele gemeu manhoso empurrando a xoxota na cabeça da minha rola para fora do short, me arrancando um gemido alto. ── Será que vai caber na minha buceta? Por que eu sou tão apertadinha Lou, acho que seria melhor você entrar na minha bundinha, assim o estrago não seria tanto.
Seu olhar curioso novamente se voltava para meu pau, que latejava dentro das calças e disfarçadamente as vezes eu o tocava. Eu estava louco de tesão.
── Princesa, você tá mesmo insinuando que eu coma seu cuzinho? Você ao menos consegue se ouvir? ── Sussurrei contra sua orelha e levei meus dedos até sua buceta, sentindo meus dedos queimarem ao esfregar gostoso o grelinho inchado por cima do shortinho colado. Ela estava tão meladinha e como uma boa puta abriu as pernas para que eu pudesse brincar melhor com sua xotinha.
── Me desculpa maninho, eu não quis dizer isso, eu só achei que poderíamos fazer igual o casal do vídeo. Poderíamos brincar de marido e esposa, sim?! E assim nós faríamos coisinhas de papai e mamãe. ── Ele riu baixinho rebolando contra meus dedos.
Por um momento quase me esqueci que ele era um completo inocente, ou pelo menos se fazia.
Levei a mão livre para meu cacete, masturbando lentamente por cima do short. A essa altura eu já não ligava se Harry estava assistindo aquilo, eu apenas precisava me aliviar. Meu tesão aumentava a cada segundo e a cada segundo que passava eu queria estar dentro de Harry. Minha outra mão acariciava seu grelinho inchado com o polegar, ele estava tão durinho que marcava nos shorts.
── Lou, eu posso ver? ── Um sorriso surgiu no cantinho de sua boca. Ele olhava para meu pau com certa malícia.
── Você quer ver meu pau, baby? Desde quando você se tornou tão safada assim? ── Ri baixinho acariciando suas bochechas que ficaram vermelhas no mesmo instante.
── Me desculpa... Eu-
── Não se desculpe amor, gostei da sua iniciativa. Tira meu short! Assim você vai poder olhar bem de pertinho. ── Sussurrei contra seus lábios e Harry sorriu tão inocente que eu me culpei por isso.
Ele rapidamente colocou seus joelhos no chão e observou minhas coxas grossas abertas, passou suas mãozinhas na minha panturrilha e fez uma breve massagem no local. Eu queria esporrar em todo seu rostinho perfeito, encher seus lábios de porra apenas para depois beijá-los e fazer com que ficassem ainda mais inchadinhos e vermelhos.
Lentamente suas mãos subiram para o cós do meu short e ainda um pouco receoso ele o abaixou lentamente. Meu pau latejou com o olhar surpreso de Harry. Meu cacete bem grosso com as veias saltando bateu com força na minha barriga, um pouco acima do umbigo, pesado e pingando tanto que eu poderia socar no seu cuzinho virgem sem problema nenhum que minha boneca não sentiria dor, apenas minha pré porra e um pouco de saliva daria conta. Eu nunca estive tão duro.
Eu tinha poucos pelos ao redor, era apenas alguns, bem aparados que até se juntavam ao caminho de pelos em minha barriga. Minhas bolas pesadas repuxavam e rapidamente levei minha mão até meu pau, tocando uma punheta lenta.
── Louis, é tão grande e grosso... ── Harry parecia vidrado no meu pau, eu estava feliz em ser o primeiro que ele via pessoalmente.
── Você gostou baby? Se quiser pode tocá-lo. ── Coloquei minhas mãos atrás da cabeça e relaxei meu corpo ao ver Harry de inclinar e passar a pontinha do seu dedo indicador na cabecinha do meu caralho, levando o dedo em sua boca de modo curioso para lambê-lo.
Puta merda
── Que delícia. ── Ele gemeu.
── Bebê, você já mamou em um cacete antes? Já chupou ou sentiu o gostinho de porra na língua? ── Meus olhos escureceram. O tesão me consumiu como fogo. Harry rapidamente sorriu e negou com a cabeça ainda com o dedinho na boca.
Meu corpo queimava, minhas têmporas suavam e eu queria tanto foder aquela boquinha. Eu queria ser o primeiro dele em tudo.
── Eu posso te provar Louis? Seu gosto parece delicioso. ── Sua vozinha calma e seu jeitinho meigo até nesses momentos me excitavam.
Sem conseguir formar uma frase concreta, fui capaz apenas de assentir. Sua boca se aproximou do meu pau e com as mãos para trás como se estivesse se autoimobilizando, Harry abocanhou a cabecinha vermelha do meu caralho e chupou todo meu líquido ali presente. Seus olhinhos verdes me encaravam com tesão enquanto sua boquinha gulosa envolvia a cabeça do meu cacete. Essa pose de inocente era uma farsa para esconder seu jeitinho de puta. Por mais que fosse virgem, ele sabia me provocar como uma putinha.
Eu apenas gemia rouco, louco com toda aquela situação. Meu irmão mais novo estava me chupando e estava sendo uma delícia.
Sua boquinha lentamente desceu pela minha extensão, aos poucos pois com dificuldade tentava engolir tudo. Lentamente meu pau ia sumindo na sua boca e eu sentia e ouvia os barulhinhos de sua garganta misturados com sons de saliva, seus olhinhos lacrimejavam e uma careta de dor ia surgindo a medida que meu pau invadia sua boca.
— Vadia da boca gostosa. — Gemi rouco e agarrei seus cachos empurrando com força sua cabeça para baixo. Ele se engasgou tossindo forte, e eu sorri satisfeito. Não tinha nada mais prazeroso do que ver um garotinho como aquele engasgando com um pau. — Imagina quando meu caralho inteiro estiver comendo essa tua buceta apertadinha, será que você vai fazer essa carinha de dor também?
— Lou... Eu gostei.
Ele mal havia me chupado e parecia acabado. Olhos vermelhos, a boca cheia de saliva aos arredores e as bochechas coradas.
— Chupa mais então, quero gozar na sua boquinha. Você quer isso neném? — Passei a mão delicadamente em seus cachinhos e eu o vi sorrir assentindo rapidamente voltando a abocanhar meu pau.
Agora com a ajuda de sua mão, ele masturbava e chupava ao mesmo tempo, me encarando. Sua bochechas gordinhas formavam vincos, apertando meu pau dentro de sua boca. Ele chupava com vontade e as vezes soltava meu pau com um barulho obsceno apenas para circular sua língua em minha glande, sugando para dentro de sua boca todo o meu fluído.
Com a cabeça jogada para trás, senti suas mãos pequenas acariciando minhas bolas equanto voltava a socar meu caralho na sua garganta, chupando e recolhendo qualquer resquício da minha pré porra. Eu estava absorto nas sensações que me dei conta quando ele havia parado os movimentos. Abri lentamente os olhos e vi minha pequena tirando o shortinho colado, mostrando sua bucetinha inchada ligando uma linha fininha de melzinho até o tecido do short. Minha garota carregava um sorriso tão safado, com as covinhas nas bochechinhas deixando tudo ainda mais adorável. Ela se aproximou novamente de mim e sentou com a buceta gostosa no meu caralho, esfregando desesperadamente a xotinha inchada na cabeça molhada do meu pau.
Era uma bagunça gostosa de gemidos e nossos fluidos que se misturavam. Sua buceta era tão lisinha e tinha o grelinho gostoso proeminente saltando e durinho que chegava a fazer uma fricção gostosa quando esfregava ele na cabeça inchada da minha piroca.
— Caralho princesa, você é uma putinha. Sempre quis se esfregar assim no meu cacete? — Apertei sua cinturinha e o ajudei com os movimentos do quadril, sentindo seus lábios da buceta envolverem meu caralho e seu melzinho jorrar melando meu pau e nos transformando em uma bagunça molhada e muito gostosa.
— Maninho... Lou... Minha florzinha tá pulsando muito. — Ele grunhiu tímido, bem baixinho que mal pude ouvir.
Harry mordeu seu lábio inferior gordinho, jogando a cabeça para trás rebolando a grutinha em cima da cabeça do meu pau. Seus peitinhos apontavam para meus lábios e seu corpo inteiro tremia próximo ao orgasmo.
— Princesa, deixa eu encaixar só a cabecinha do meu pau na sua xotinha, vai? — Pedi manhoso apertando sua bunda redondinha, escorrendo dois dedos pro seu cuzinho apertadinho que pulsou com meu toque.
— Mas maninho, vai doer muito. — Minha princesa choramingou rodeando seus braços em meu pescoço, cessando os movimentos apenas para levantar o seu quadril e encaixar sua grutinha melada e pequena na cabeça do meu cacete. — Eu sou virgem. — Suas bochechas coraram e ele sussurrou segredando aquilo para mim.
Ela rebolou um pouquinho e não tardou em bater meu caralho grosso na sua buceta, completamente maravilhada ao ver seu melzinho grudando no meu pau.
— Só a cabecinha não vai machucar não bebê e você tá bem molhadinha, só deixe eu te sentir um pouquinho. — Sussurrei contra seus biquinhos pontudinhos e rosados, capturando o esquerdo com meus lábios, chupando e mordendo ouvindo os gemidinhos manhosos de Harry enquanto ele não parava de se esfregar em mim. — E eu não me importo em ser o seu primeiro, inclusive acho justo que eu seja o primeiro a abusar dessa bucetinha, você não acha? — Sussurrei deixando um beijo em sua testa suada acariciando sua cintura, vendo Harry assentir incapaz de formar alguma frase enquanto mantinha a boquinha aberta e os olhinhos fechados.
Senti seus dedos agarrarem a base do meu pau e sua bucetinha abrigar a cabeça gorda do meu pau com dificuldade. Por mais que estivesse bem meladinha, a bucetinha de Harry nunca tinha recebido um caralho grosso e seu aperto gostoso me sufocava. Seus gemidos se tornaram ainda mais altos e como se houvesse perdido o controle, Harry sentou de uma vez só, e eu não pude impedi-lo. Agora sua bucetinha inteira estava preenchida pelo meu pau. Seu grelinho inchado pulsava contra minha virilha e sua boquinha aberta gemia desesperadamente chamando meu nome com lágrimas escorrendo por seu rostinho.
— Vadiazinha da buceta apertada. — Grunhi contra seus mamilos, apertando ambos com meus dedos.
— Maninho, seu pau é tão grosso.
Minha irmãzinha rebolou em círculos e apertou a bucetinha no meu pau, gozando imediatamente só de me ter dentro da sua grutinha necessitada. Eu não consegui me conter e em um gemido alto apertei novamente seus peitinhos e gozei gostoso no fundinho da sua buceta apertada. Meu abdômen contraiu tão forte e um gemido rouco rasgou minha garganta quando minha porra atingiu forte a buceta gordinha da minha irmã. Levei minhas mãos até seus peitinhos apertando fortemente enquanto minhas bolas pulsavam e eu jorrava o máximo de porra na sua xotinha.
Eu me sentia um virgem que havia gozado com literalmente uma única sentada, mas não era fácil se controlar quando estava há meses sem sexo e uma buceta quente e apertada sufocava meu pau e o ordenhava mesmo que inconscientemente.
Joguei a cabeça para trás e deixei pender nas almofadas do sofá. Harry ainda não havia saído de cima de mim, ele continuava rebolando e esfregando o grelinho em mim com o meu pau atolado em sua grutinha melada, contraindo e tentando ganhar o máximo de leitinho possível na sua buceta escorregadia. Eu estava acabado e se não fosse por lábios curiosos distribuindo beijos tímidos por toda a pele suada do meu pescoço, eu provavelmente dormiria. Sua boca me beijava com delicadeza e suas mãozinhas se mantiam ao redor do meu rosto, acariciando minha barba com os polegares.
— Lou me leva pro quarto e dá um banho por favor, cuida da sua irmãzinha. — Ele sussurrou contra meus lábios, me deixando alguns selinhos tímidos.
Sorri ao escutar sua voz calma e assenti em concordância encaixando minhas mãos em sua bunda, levantando seu corpo em meu colo fazendo com que infelizmente meu pau escorregasse para fora de sua grutinha e toda minha porra grossa pingasse no chão e em minhas coxas. Resolvi que depois limparia aquilo, agora eu cuidaria da minha bonequinha.
Mas tudo se esvaíu quando a campainha tocou. Meu corpo tremeu e eu arregalei os olhos empurrando Harry no sentindo contrário que ele fazia. Meu coração pareceu dar um salto de aceleramento e eu rapidamente mudei de canal para algo que parecia ser um canal de compra de jóias e a contragosto vesti meu short enquanto Harry limpava os lábios, arrumava os cachos rapidamente e foi correndo atender.
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H
Jay e nossos outros irmãos nunca desconfiaram do que Louis e eu fizemos naquele dia, o máximo que ocorreu foi mamãe me indagar do porque de eu ter dormido tão cedo, mal sabe ela que foi porque meu maninho me fez ter meu primeiro orgasmo e esporrou com força dentro da minha buceta, foi o suficiente para que eu ficasse acabadinha e cansada. O fato de ninguém ter prestado atenção o suficiente foi a deixa para que tivéssemos combustível para fazer de novo mas sempre nos faltava oportunidade.
Naquele dia Louis cuidou tão bem de mim, ele lavou meu corpinho inteiro sem nenhum resquício de segundas intenções, enchendo minha barriguinha e meu bumbum gordinho de beijos, apertando cada cantinho do meu corpo e distribuindo beijos pelo meu pescoço e no canto dos meus lábios, as vezes acariciando despretensiosamente meus peitinhos. Ele beijava delicadamente meu pescoço e dava atenção a cadê partezinha do meu corpo.
Após me deixar no quarto depois do banho ele correu até seu quarto para um banho e eu não tardei em tentar espioná-lo. Minha visão não era tão clara mas era possível vê-lo bater uma punheta gostosa com os olhos fechados e o lábio inferior entre os dentes fantasiando provavelmente como seria me foder de fato em todas as posições. Ele gozou novamente em abundância, de uma forma que eu me surpreendi e minha bucetinha esquentou imaginando receber aquela grande quantidade de porra novamente. Ele jorrou tanta porra que foi inevitável não imaginar como seria aquela quantidade dentro do meu cuzinho apertado.
Os dias se passaram e Louis e eu estávamos mais próximos que o normal. Eu adorava o seu jeito doce de agir normalmente comigo como meu irmãozinho mais velho, mas seu jeito safado e desinibido era o meu favorito de fato. Eu ainda me sentia tímido, mas um pouco menos. Nossas provocações eram breves, mas o suficiente para que eu choramingasse todas as vezes procurando seu caralho grsso pra me preencher. A todo momento eu o provocava vestindo meus shorts mais curtos e sentava em seu colinho toda vez que eu tinha a oportunidade ou apenas alisava meu cacete na mesa do jantar.
Era notório o pecado pairando sobre nós quando mamãe, nossos irmãos e Dan fechavam os olhos para rezar e eu movia minhas pequenas mãos para seu pau, o deixando duro em instantes.
Algumas semanas haviam passado desde o acontecido do filme pornô e a todo momento eu tentava ter a sua atenção para que pudéssemos foder e eu pudesse ter seu caralho maltratando minha xotinha apertada novamente, mas nunca conseguíamos de fato chegar aonde queríamos, mas hoje a noite eu pretendia saciar a vontade de ter seu cacete indo fundo na minha bucetinha já que a mamãe, o papai e nossos irmãos sairiam para a casa de uma amiga de longa data da mãe e assim Louis e eu faríamos a noite dos filmes, que não fazíamos há um tempinho para mamãe ou Dan não desconfiar tanto já que estávamos sempre juntinhos e eu tinha medo que eles desconfiassem de algo.
Coloquei uma camisola pequenininha que mal cobria minhas coxas e se eu levantasse os braços era possível enxergar minha xotinha sem calcinha ou a poupa do meu bumbum. Meus peitinhos pareciam querer saltar para fora da camisola branquinha, estavam tão evidentes no tecido transparente que eu não me contive em tocá-los. Antes de ter contato íntimo com meu maninho, eu nunca ao menos tinha tentado me masturbar, mas desde que ele havia chegado eu sentia algo diferente na minha florzinha, principalmente quando eu sentava em seu colinho para jogarmos ou assistirmos algum filme e eu sentia algo grande e grosso roçar na minha grutinha.
Eu ficava quentinha, meladinha, pulsando e com os peitinhos durinhos sensíveis por ter Louis esbarrando neles sem querer e com toda essa dúvida do porque eu e ele ficávamos assim durante nossas carícias e abraços, decidi perguntar pra minha amiga da escola o motivo disso tudo. Bonnie riu imediatamente mas não de um jeito que tivesse a intenção de julgar, ela disse que estava indignada por não ter a mesma sorte que eu pois meu irmão era uma delícia. Ela me explicou que ele ficava duro porque queria me foder e ria baixinho ao sussurrar que eu também provavelmente queria já que minha xotinha molhava só de sentir seu caralho roçando ali.
Eu fiquei feliz ao saber que meu irmãozinho me amava ao ponto de querer que eu fosse a sua garotinha. Naquele dia voltei pra casa saltitando e o abracei com tanta força e fiz questão de dizer o tempo todo que eu o amava, pois eu também o queria sendo meu homem e queria que ele me tratasse igual putinha assim como Bonnie falou, e riu em seguida me chamando de sortudo.
Terminei de me arrumar e corri para o quarto de Louis, bati fraquinho na porta e sorri ao ouvir sua voz me mandando entrar. Lou estava deitado em sua cama de casal usando apenas uma bermuda curtinha que marcava seu volume grosso e os braços relaxados atrás da nuca contraindo os músculos do braço, deixando evidente suas tatuagens bonitas.
— Vem princesa, deita aqui do meu lado.
Seu sorriso bonito cresceu em seus lábios ao me ver. Seus olhos percorreram todo o meu corpinho e rapidamente prendeu o lábio inferior entre os dentes encarando meus peitinhos balançando conforme eu caminhava até sua cama. Me deitei timidamente ao seu lado, um tanto cauteloso para minha xotinha não aparecer e tratei de abraçar sua cintura encostando minha cabeça em seu peitoral assim como eu adorava fazer. Enrosquei minhas pernas na sua e delicadamente rocei minha bucetinha em sua coxa descoberta, sentindo meus pelinhos arrepiarem e minha grutinha começar a lubrificar implorando imediatamente pelo pau de Louis.
— Qual filme você escolheu essa noite Lou? — Perguntei baixinho sussurrando contra o seu pescoço, inspirando devagar o cheirinho do seu perfume gostoso, aproveitando o calor da sua pele bronzeada.
Uma de suas mãos agarrou minha cintura com possessividade e me trouxe para mais perto, escorregando a mão para cima e para baixo acariciando a lateral do meu corpo, raspando o polegar no comecinho dos meus seios.
— Um de terror. — Ele respondeu vagamente, esticando a mão para buscar o controle da televisão.
— Ah não maninho, você sabe que eu tenho medo de filmes de terror. — Fiz um biquinho nos lábios e aconcheguei mais ainda meu corpo ao seu.
— Mas princesa, se quiser pode ficar no meu colinho, assim podemos ficar abraçadinhos até o final. — Ele sorriu terno com as ruguinhas aparecendo em seus olhos e eu devolvi o sorriso no mesmo instante.
Louis além de lindo conseguia ser carinhoso, um bom irmão e muito atencioso. Seu sorriso me encantava o tempo inteiro e eu amava cada detalhezinho do seu rosto bonito, eu poderia ficar horas observando.
Assenti rapidamente com alguns cachinhos caindo em meu rosto e subi em seu colo, sentindo seu tronco subir e as costas apoiarem na cabeceira da cama, enquanto eu mantinha minhas costas coladas em seu peitoral. Louis deu início no filme e suas mãos livres tocaram minhas coxas em um carinho gostoso. Seus dedos grossos acariciavam minha pele de baixo para cima lentamente, fazendo com que eu me arrepiasse com seus dedos acariciando, enquanto eu me remexia deixando que minha camisola minúscula se enrolasse em sua bermuda e revelasse um pouco mais do meu bumbum descoberto pressionando forte seu pau. Eu conseguia sentir o caralho do meu irmãozinho endurecendo entre a minha bunda, com minhas nádegas o envolvendo, Louis gemia baixinho e não parou o carinho em minhas pernas, ele parecia realmente muito dedicado em assistir o filme.
— Maninho...
Sem que eu quisesse um suspiro manhoso escapou dos meus lábios e eu não me contive em rebolar gostosinho no seu cacete duro. Louis pareceu receber os meus estímulos pois apertou forte minhas coxas e pressionou o quadril para cima, estocando no meu bumbum com o pau coberto mas eu conseguia sentir perfeitamente a cabecinha da sua rola escapando dos shorts e melando minha bundinha nua. Ele era tão grande que a cabecinha inchada chegava a escapar dos shorts diversas vezes que eu o deixava duro.
— O que foi bebê? — Ele soprou contra a minha orelha.
Cínico.
— Vem cá, senta de frente no meu colo, assim você não precisa ficar olhando pro filme.
Seus dedos apertaram minha cintura e sua voz era carregada de malícia. Eu sorri e prontamente mudei as posições, sentei de frente em seu colo e abracei seu pescoço com força, deixando a bucetinha bem em cima do seu cacete. Eu conseguia sentir meu grelinho inchado esfregar gostoso na cabecinha molhada do seu caralho. Ele soltava tanta pré porra só em me ter em seu colo, apenas em sentir a irmãzinha mais nova com a xotinha toda melada implorando por rola.
— Bem melhor assim, não acha? — Ele sorriu malicioso e sugestivo, seu lábio inferior foi capturado pelos seus dentes e eu me perdi na sua boca gostosa, imaginando como seria ele chupando minha xotinha.
Bonnie me explicou também que receber sexo oral na buceta era gostosinho, então eu queria que Louis fizesse em mim e se isso fizesse com que eu me sentisse bem eu o procuraria todos os dias só pra chupar meu grelinho.
— Maninho eu não quero ver filme. — Fiz um biquinho nos lábios rebolando em seu colo.
Mexi meus quadris lentamente sentindo toda sua protuberância grossa arrastar no meu grelinho todo meladinho. Subi minhas mãos para os meus peitinhos com os mamilos durinhos e os apertei gemendo baixinho.
— Não? Poxa gatinha eu queria tanto assistir o filme mas você não para de esfregar essa xota melada em mim, parece até uma puta desesperada por rola. — Louis sorriu cafajeste soprando contra meus lábios.
Eu conseguia sentir minha grutinha molhar ainda mais com seus elogios ao mesmo tempo que minhas bochecinhas coraram por ganhar um nome que havia soado tão bem. Se eu pudesse pediria para ele me chamar assim o dia todo. Eu queria tanto ser a putinha do meu irmão. Eu queria ser todinha de Louis, ser sua namorada, mulher e a vadia que ele come todas as noites apenas para depois cuidar como se eu fosse sua bebê. Eu realmente o amo mais do que deveria.
— Lou... Você falando assim deixa minha xotinha pulsando tanto maninho. — Gemi fraquinho enquanto arrastava meus polegares em meus mamilos, eu sentia meu corpo inteiro tremer, eu precisava tanto dele.
— Vadia, desde quando você trocou o florzinha por xotinha, hm? Desde quando você virou uma puta desesperada pelo pau do irmão? — Louis gemeu rouco contra a minha pele, seus lábios maltratavam meu pescoço tombado para o lado ao mesmo tempo que suas mãos grossas estapeavam meu bumbum tão forte que ardia.
— Me desculpa Lou, eu não queria s-
— Não se desculpe bebê, eu amo ver você safadinha assim implorando pra levar surra de cacete nessa xotinha gulosa. — Ele me interrompeu entre as pausas dos beijos que deixava em meu pescoço.
Seus lábios macios deixavam um rastro por onde passava na minha pele. Louis beijava meu pescoço e o colo dos meus peitinhos, apertando meu bumbum com força, roçando a cabecinha inchada da sua rola na minha grutinha. Eu já conseguia sentir lágrimas se formando nos meus olhos e minhas bochechas pinicarem com a vontade louca de querer tê-lo logo dentro de mim.
— Louis, fode minha bucetinha, vai! — Gemi manhoso quando sua língua arrastou no meu mamilo durinho.
Desesperadamente levei minhas mãos até seu short de moletom e abaixei sua bermuda revelando seu caralho pesado com as veias grossas pulsando da base até a cabecinha vermelha toda meladinha do meu melzinho e sua pré porra.
— Senta gostosinho princesa. — Ele beijou minha bochecha e apertou minha cintura quando levantei o quadril para encaixar minha bucetinha no seu pau.
Deixei minha testa encostar em seu ombro e o abracei com mais força ainda, agarrando seus fios da nuca com ambas as minhas mãos, apertando e puxando com força quando seu pau escorregou pra dentro da minha buceta, alargando minha xoxotinha conforme eu sentava devagarzinho ouvindo o som das nossas lubrificações ressoando.
— Seu pau me preenche tão bem gatinho... — Rebolei sentindo minha virilha contra a sua.
Seu pau já estava completamente dentro de mim me preenchendo da forma mais gostosa e dolorosa possível. Louis gemia rouco e apertava meu bumbum descontando o tesão que era me ter esmagando seu caralho com minha bucetinha pequena e inchada. Meu grelinho duro roçava nos poucos pelos em sua virilha e sua bolas repousavam no final do meu bumbum, estavam tão quentinhas e cheias repuxando, eu estava me sentindo pronto para receber seus bebês no fundo da minha buceta.
— Tão apertadinha e gostosa...
Louis gemeu feroz entre os dentes, suas mãos puxaram as alcinhas da minha camisola para baixo revelando meus peitinhos durinhos e os mamilos rosados apontando dolorosamente para frente, implorando por sua boca. Suas têmporas brilhavam e o suor já escorria por seu pescoço, ele parecia tão pecaminoso com a boca entre aberta, os lábios inchados e avermelhados somente por ter chupado meu pescoço. Não me contive ao observá-lo e subi lentamente no seu caralho descendo com força, satisfeito com os sons molhados e com o barulho da minha bunda batendo nas suas bolas.
Seu pau batia certeiro no meu pontinho de prazer, era tão grande que era impossível não sentir a cabecinha inchada preenchendo bem a minha bucetinha.
Gemi alto ao rebolar em seu colo e o abracei pelo pescoço com ainda mais força, seu tronco escorregou um tanto para frente e apenas sua cabeça se apoiava na cabeceira da cama, agora ele tinha total controle sobre mim com as mãos grossas em minha bunda, abrindo minhas bandas e expondo meu cuzinho pro meu polegar raspar ali pretenciosamente. Louis jogou o quadril para cima fazendo meu corpinho solavancar para frente e meus peitinhos roçarem em seus lábios, um gemido alto rasgou minha garganta e meus cachinhos saltaram com a investida gostosa do seu pau.
— Sua xotinha apertada me engole tão bem, puta merda... — Louis gemeu baixinho estapeando meu bumbum enquanto eu me esforçava para ser uma boa putinha cavalgando na sua pica.
Lou me segurava pela cintura ou pela bunda, ele parecia querer me domar pela cintura, mas as vezes segurar na minha bunda farta parecia mais atrativo já que ela recebia quase toda sua atenção. Ele jogava forte o quadril para cima, me fodendo forte. Seu caralho me invadia com força e sem pena alguma, ele maltratava minha xotinha tão bem enquanto eu sentava e me fodia no seu cacete intensificando mais as suas investidas com o quadril.
— Louis você me come tão gostoso. — Rebolei gostoso no seu caralho esfregando meus mamilos na sua boca, apoiando minhas mãos na cabeceira.
Louis pareceu entender meu pedido e abocanhou meu peitinho, sugando com força mamando gostoso no meu biquinho sensível.
— Nunca imaginei que minha irmãzinha fosse uma vadia sedenta por pau. — Ele acariciou minha cintura e subiu beijinhos para o meu maxilar.
Eu estava uma bagunça, meus cachos totalmente desgrenhados e o corpo suado pingando gotinhar de suor sobre Louis. Seus olhos pareciam me devorar e sua boca parecia implorar pela a minha já que estávamos tão próximos. Segurei firme novamente em seus ombros sentindo minha bucetinha contrair e meu grelinho pulsar, eu estava quase lá. Intensifiquei as quicadas em seu colo e em um pico de coragem tomei seus lábios em um beijo desajeitado. Meu coração acelerou ao ter sua boca quentinha raspando contra a minha e nossas línguas desesperadas buscando uma a outra. Eu tentava desesperadamente beijá-lo mas sem coordenação alguma já que Lou estava sendo o meu primeiro beijo
Gemi manhoso sentindo todas as sensações possíveis se intensificando, meu estômago pareceu revirar e meus olhos reviraram sem que eu tivesse controle sobre eles. Louis pareceu perceber meu orgasmo próximo e levou uma das mãos até meu grelinho, masturbando bem gostosinho enquanto continuava a me foder rápido e sem dó. Senti minha bucetinha apertar e um líquido clarinho esguichar. Um gritinho inesperado rasgou minha garganta e eu tentei fechar as pernas para conter o xixi, minhas bochechas esquentaram e eu escondi o rosto com minhas mãozinhas envergonhado por ter feito xixi, mesmo que Louis parecia não se importar, continuando a foder fortemente intensificando a sensação gostosinha na minha xotinha.
— Lou... Eu fiz- ahhn maninho. — Gemi fraquinho encostando minha testa em seu ombro.
— Eu vou gozar gatinha, vou encher sua buceta de porra quente, é isso que você quer bebê? — Louis sussurrou contra a minha orelha e eu assenti rapidamente, rebolando em círculos louca pra receber seus filhinhos dentro de mim.
Meu irmão apertou meu bumbum e gemeu rouco no meu ouvido, liberando jatos grossos de porra quentinha na minha xotinha sensível. Eu sentia sua pica pulsar dentro de mim, gozando gostoso todo seu leitinho enquanto apertava minha bunda.
— Lou... Foi tão gostoso. — Sussurrei contra sua boca.
Sua porra escorria pelos cantinhos da minha buceta, eu me sentia tão preenchido e um sorriso satisfeito marcava meus lábios.
Seus braços rodearam minha cintura e eu me aconcheguei em seu abraço quentinho, sentindo seu carinho gostoso nas minhas costas, retribuindo o carinho em seus cabelos macios enquanto sua cabeça descansava em meu peito.
— Lou, desculpa eu fiz xixi. — Falei baixinho sentindo a vergonha consumir meu corpo.
Ele riu baixo e apertou minha cintura voltando a distribuir beijos em meus peitinhos. Lou estava viciado neles.
— Não amor, você gozou. Não se preocupe com isso. Você molhou meu pau de um jeito tão gostoso. — Ele sorriu beijando meus lábios. — Vem cá gatinha deixa eu chupar sua buceta. Se esfrega na minha língua até gozar.
Porra.
Eu nunca me acostumaria com a forma que ele demonstrava carinho e desejo por mim.
Prontamente sorri e assenti animado com os lábios entre dentes. Louis deitou na cama, levantei do seu colo e contemplei sua porra grossa escorrendo da minha grutinha inchada, pingando na cabecinha gorda do seu pau. Virei minha cabeça em direção ao seu quadril e suspendi a camisola pequenininha que cobria só metade da minha bunda, dando a ele a visão completa do meu cuzinho e da minha bucetinha inchada com os resquícios da sua porra saindo da minha grutinha.
— Lou, você me encheu tanto com sua porra. — Choraminguei esfregando meu grelinho no seu queixo, sentindo os pelos ralos da sua barba me causando arrepios. — Olha como você me deixou, tô toda abertinha e cheia dos seus filhos. — Levei meus dedos até minha grutinha, metendo dois dígitos bem em cima do seu rosto.
Louis agarrou minha bunda com força e separou as duas bandas sem o mínimo de delicadeza, cuspindo forte em cima do meu cuzinho, me causando arrepios gostosos e um risinho baixo já que eu nunca tinha sido tocada ali. Rebolei em sua boca raspando devagarzinho minha xotinha nos seus lábios macios, sentindo beijinhos lentos tocarem meu grelinho sensível.
— Gatinha, você já tinha sido chupada por alguém antes? — Lou soprou contra minha grutinha que pingava meu melzinho misturando-se com sua porra.
— Não amor, você está sendo meu primeiro em tudo maninho. — Gemi manhoso espalmando minhas mãos em suas coxas. Eu me sentia bem em verbalizar que Louis estava sendo meu primeiro homem, eu me sentia como sendo seu troféu e uma enorme conquista que poderia lhe satisfazer a qualquer momento. Eu só queria ser boa para meu irmãozinho.
Empinei meu bumbum e esfreguei minha xotinha na sua boca chegando a sentir até a pontinha do seu nariz raspando no meu grelinho enquanto sua língua trabalhava em movimentos circulares lentos, seguidos de seus lábios me chupando forte, desesperado pelo meu gostinho.
Sua língua agora passava por toda a minha bucetinha toda melada de porra, melzinho e saliva, babando muito meu grelinho passando a língua para cima e para baixo pressionando meu grelinho inchado, as vezes sugando pra dentro de sua boca, soltando em seguida com um chupão gostoso. Seus braços agarravam minha cintura com força puxando meus quadris em direção ao seu rosto e eu me esfregava no seu rosto como uma vagabunda, com uma das mãozinhas para trás segurando seu cabelo com força enquanto a outra masturbava desajeitadamente seu caralho que já estava duro novamente, pulsando entre meus dedos, melado de porra facilitando a punheta.
— Você me come tão gostosinho Lou, me come tão gostosinho com sua língua e seu pau!
Gemi com sua boquinha sugando todo meu melzinho e seus dois dedos brincando com meu cuzinho, penetrando só a pontinha e depois tirando só para que eu contraísse em busca de algo ali me preenchendo também. Louis estapeava minha bunda com a mão livre e fodia minha xotinha com sua língua, as vezes usando os lábios para sugar todo meu melzinho que escorria em abundância por todo seu rosto.
Senti sua língua escorregar para meu cuzinho, deixando vários beijinhos e chupadas fraquinhas me tirando gemidos altos e arrepios gostosos e diferentes.
— Lou, amor... — Mordi o lábio inferior apertando os olhinhos.
Sua boca chupou meu grelinho sensível com força e sua língua me comia com vontade. Seus dedos agora aproveitavam para masturbar rapidamente meu clitóris e a outra mão apertava minha bunda, alternando entre meter dois dedos no meu cuzinho que os recebia tão bem. Meus gemidos descontrolados e a maneira que eu me esfregava em sua boca fizeram com que eu largasse seu pau e apenas aproveitasse os estímulos gostosos que vinham de todas as partes, aproveitando para apertar meus peitinhos, sentindo em seguida meu corpinho tremer e minhas coxas prenderem sua cabeça. Novamente eu estava gozando.
Explodi em um orgasmo intenso e gostoso com a xotinha sensível pulsando e esguichando na boquinha gostosa do meu Louis.
Ele parecia não se importar já que continuava a enfiar seu rosto na minha buceta melada com meu orgasmo e rios de saliva. Eu gemia alto totalmente sensível por seus toques, sentindo as pernas tremelicando e meu corpinho fraco descansando sobre o seu.
— Vem cá princesa, me dá um abraço. — Ele sussurrou rouco e ainda buscando forças, assenti com os olhinhos cheios de lágrimas, voltando á posição original com seu peitoral junto ao meu e nossas intimidades se esbarrando, eu ainda podia sentí-lo duro contra meu grelinho inchadinho.
Eu o abracei com força enterrando meus cachos em seu pescoço cheiroso e úmido de suor, inspirando seu cheiro forte e gostoso misturando com seu perfume genuinamente intenso. Louis me aconchegou em seu abraço e acariciava minhas costas beijando meu ombro nu sem as alças da minha camisola. Eu estava uma bagunça, mas isso era a última coisa que eu queria me importar, eu só me importava com ele e como ele agiria comigo depois de tudo isso.
— Louis, eu te amo muito gatinho. — Sussurrei contra seu pescoço, sentindo minhas bochechas esquentarem pela declaração repentina.
Eu realmente o amo e quero ele para toda a minha vida. Lou cuida tão bem de mim e eu não sei se conseguiria viver sem suas mãos ao meu redor enquanto assistimos filme ou sem seus beijinhos gostosos de boa noite que ele deixa em minha nuca quando dormimos agarradinhos, eu sempre em sua frente sendo aconchegado por seu corpo forte.
— Eu também te amo princesa. — Ele sorriu terno nos afastando apenas pra beijar a pontinha do meu nariz, descendo suas mãos até o início do meu bumbum, acariciando minha pele sem segundas intenções. — Eu machuquei seu bumbum, amor? Se sim, me deixe cuidar dele no banho. — Louis selou nossos lábios carinhosamente e eu neguei com a cabeça desviando nossos olhares.
— Você não me machucou boo, mas eu tenho medo que me machuque aqui. — Peguei uma de suas mãos e coloquei sobre meu peito, indicando meu coração que pulsava forte apenas em receber o olhar azul intenso do homem que tanto amo. — Eu realmente te amo, não só como irmã mais nova, mas eu sinto que quero ter você para sempre Lou. Eu só me entreguei para você porque mamãe me disse um dia que essas coisas devemos fazer com quem amamos verdadeiramente e eu te amo tanto que chega a doer meu coraçãozinho. Gosto do jeitinho que nossos corpos parecem bem juntos, amo seus carinhos e amo assistir filme agarradinha com você.
Meus olhinhos lacrimejavam e eu me sentia fraco diante toda a minha declaração. Eu não tinha forças ao menos para olhar em seus olhos, eu só queria chorar e passar o dia inteiro pensando em como eu era boba de expressar meus sentimentos de forma tão verdadeira e intensa.
— Lou eu te amo tanto que esses dias cheguei a sonhar que eu tinha um bebê seu e bom, você sabe que meu sonho é ser mamãe... — Enxuguei as lágrimas fracas que molhavam minhas bochechas e me senti boba por dizer tudo aquilo. — Boo, apenas esqueça tudo isso que eu te disse-
— Não gatinha, não irei esquecer nunca. Eu estou impressionado em saber tudo isso e maravilhado com o jeitinho que você me admira pois eu também te amo pequena. Desde que nos aproximamos eu soube que eu teria problemas porque exatamente tudo em você me chama atenção, eu amo seu jeito carinhoso e seus beijinhos matinais quando dormimos juntinhos e amo quando você decide cozinhar para mim. Eu quero tanto ter você pra mim amor e caso queira, eu posso realizar o seu sonho de ser mamãe. — Louis falava baixinho contra minha orelha, segurando meu queixo e de vez em quando dando alguns beijinhos em minhas bochechas.
Meu coração parecia prestes a saltar do meu peito. Louis também me amava da mesma maneira e eu só pude sorrir largamente voltando a abraçar seu corpo contra o meu, apertando meus braços ao redor do seu pescoço e beijando suas bochechas.
— Agora podemos tomar um banho rapidinho? Tô doido pra cuidar do corpo da minha namoradinha, enquanto só nós beijamos de forma preguiçosa, sim?
que saudade q tava dessa
um colinho pra sentar definitivamente era tudo o que eu queria agora
chili peppers (to morrendo de vergonha ainda bem q é madrugada
tenho tumblr faz tantos anos e só agora tô me divertindo mesmo aqui
nao recebi nenhuma chupadinha minha na minha buceta hj :(
(nem nunca 😞
beijei quatro pessoas hj minha boca tá dormente 😵💫