Harry tem uma melhor amiga que se diverte muito com o próprio pai. Decidida a experimentar também, ela conta ao seu papai sobre a história da amiga, deixando Louis com os sentimentos confusos.
[Avisos: harry intersexual, Louis 40 anos e Harry 18, sexo baunilha, primeira vez, perda de virgindade, incesto sanguíneo entre pai e filha.]
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— Boa aula meu amor ♡ — Foi isso que Harry leu quando chegou em frente ao edifício, a mensagem do seu pai tinha sido enviada a uns 4 minutos atrás quando Harry saiu de casa para ir a escola.
Ela respondeu com um coração e passou pelo portão do colégio, logo olhando ao redor procurando por sua melhor amiga Julie que não estava no pátio, então Harry resolveu ir para a sala, esperá-la lá.
Sentando na sua bancada na última fileira perto da janela, Harry olhou para a frente da sala vendo que já tinha alguns alunos ali bagunçando e conversando. O sorriso tímido surgiu em seu rosto quando um garoto piscou para si, desviando o olhar em seguida.
Harry era o sonho de qualquer garoto e filha do mundo. Ela era uma garota muito inteligente e bonita, sendo sempre muito carismática e gentil com as pessoas, e claro era uma filha exemplar e bem educada.
A garota tinha sua própria beleza digna de uma deusa, olhos verdes perfeitos, pele branquinha e macia, boca carnudinha, coxas grossas, e o principal que agradava todos sem ser a sua óbvia beleza: a personalidade perfeita.
Harry tinha muitas amigas e amava a vida que levava. Com 18 anos completos ela estava naquela fase de que qualquer coisa e qualquer assunto é sobre sexo, beber, fumar, pegar garotos e etc.. O que era muito errado já que a escola era um tanto quanto rígida sobre esses comportamentos.
Estudava em uma escola de elite, que prezava muito pela educação e respeito. A mensalidade era um fortuna mas Harry não precisava se preocupava com isso, seu pai tinha muito dinheiro.
Mas como dito anteriormente Harry era uma garota inteligente, então evitava se envolver em problemas. O que é um pouco difícil quando você é uma adolescente cheia de hormônios.
Seu pai, Louis Tomlinson, era a sua pessoa favorita de todo mundo. Ela se esforçava a ser uma boa filha e uma boa aluna para não decepcionar o pai. Louis era um homem e tanto, cuidou da filha sozinho depois que a mãe a abandonou e conseguiu subir na vida com muito esforço e dedicação.
A relação dos dois era perfeita, digna de filme. Os dois eram muito unidos e conversavam sobre qualquer coisa, não tinha vergonha ou tabu dentro de casa, e Harry amava isso, mesmo sabendo que seu pai não lhe entendia as vezes.
Distraída em pensamentos Harry apenas viu pela janela quando sua amiga saiu do carro em frente a escola, sorrindo grandemente para o que parecia ser o pai em despedida e logo em seguida entrou na sala chamando atenção com seus cabelos loiros lisos.
Segundos depois e ela já estava sentada ao lado de Harry, falando sem parar de como foi seu final de semana.. ela conta que saiu com o pai para uma cidade vizinha e que foi o melhor final de semana da sua vida, Harry apenas ouve tudo com atenção sorrindo para a amiga.
— E foi isso.. meu pai é incrível, você não acha? — Pergunta sorridente, Harry ficava espantada em como ela tinha tanta energia e falava sem parar as oito e meia da manhã.
— Sim amiga. — Harry responde tendo que ficar em silêncio quando a professora entra na sala. Ela não pode comentar sobre isso com a amiga, mas sempre estranhava que Julie aparecia com marcas de chupões e outras marcas em diferentes parte do corpo porque ela não tinha um namorado e vivia com o pai.
Bom, ela poderia ter alguém é claro, mas se tivesse contaria para Harry afinal elas são melhores amigas. Tudo o que Harry escuta é sobre o pai de Julie.. de como ele é um homem incrível e coisas assim..
A garota de olhos verdes não gostava muito de falar sobre sua família e vida pessoal, já Julie era totalmente ao contrário, ela sempre falava de como amava o pai e em como ele cuidava tão bem de si, Harry claro que já perguntou quem fez os chupões e o que eram aquelas marcas nos seus pulsos, Julie apenas sorria safada e mudava de assunto.
De qualquer forma Harry apenas tentou focar na aula tentando que não pensar muito no garoto lhe encarando, o mesmo que tinha piscado pra si antes.
(...)
— O que você acha? — Pergunta tentando apontar disfarçadamente. Julie sorri baixinho dando uma olhada e desviando o olhar rapidamente quando ele as encara de volta.
— É um gato amiga! — Ela sorri levantando as sobrancelhas em sugestão para Harry que sorrir corando.
As duas estão nessa exato momento na biblioteca da escola, e não, elas não estão ali para estudar, estão para flertar com os nerds gatinhos que passam por ali de vez em quando.
— Ele piscou pra mim na sala — Harry conta fazendo a amiga sorrir ainda mais — Faz tanto tempo que não fico com ninguém, estava pensando.. eu já tenho 18 anos faço 19 ano que vem acha que estou pronta? — Ela desvia o olhar envergonhada.
— Quem tem que dizer se está pronta é você mesmo amiga, mas se quer saber minha opinião, você já está mais que pronta! — Julie sorri vendo Harry pensar, até que ela diz.
— Mas.. com quem eu faria isso? Eu não namoro e tem que ser especial, é a minha primeira vez. — Fala baixinho com medo de que alguém a escute, Julie parece pensar e ponderar sobre o que dizer depois disso, o que deixa Harry curiosa. A garota nunca disse com quem foi a sua primeira vez, ela só contou que foi especial e muito boa.
— Qual é a pessoa que você mais confia nessa vida inteira amiga? — A perguntou, parecendo ansiosa pela resposta.
Harry nem pensou muito antes de dizer "meu pai" porque era muito óbvio. Louis era o seu verdadeiro terapeuta e amigo, ele sabia de tudo que a menina fazia, claro que não tudo.. mas tudo o que Harry lhe contava.
— Hm.. — Foi o que Julie disse desviando o olhar para a mesa soando muito insinusiva e claro que Harry percebeu, a encarando com pavor
— Você ficou maluca? Isso é errado em tantos níveis que eu nem sei por onde começar! Primeiro que-
— Tá bom tá bom.. — A amiga a interrompeu antes que ela começa-se. — Não é errado se vai te fazer se sentir bem amiga, pense nisso. — Foi a última coisa que ela disse antes de mudar de assunto, deixando Harry muito confusa.
(...)
Algumas horas depois e Harry já estava em casa, distraída em pensamentos ela nem percebeu quando Louis entrou no seu quarto se sentando aos seus pés na cama. Ele tocou nas suas pernas lisas e Harry saiu do seu transe observando o motivo de seus pensamentos sorrindo carinhoso para si.
— Como foi seu dia hoje? — Perguntou com cuidado, os olhos azuis claros quase cinzas tinham carinho e um pouco de cansaço no rosto, Harry ficou um tempo o observando, ela estava com medo de falar, com medo da reação do seu pai.
Harry tinha medo porque isso era errado. Ela sabia disso, mas ela também não podia se conter. Amava o seu pai com a sua vida, e ele ser o seu primeiro parecia certo, talvez seja alguma coisa a ver com os pornos de incestos que assistia, mas olhando para Louis agora e sentindo seu leve carinho nas pernas, Harry se sentia pronta.
— Tudo bem.. e o seu? Parece cansado.
— É foi um dia cansativo.. — Ele dá duas batidinhas nas suas pernas antes de se levantar, indo em direção a porta — O que acha de um filme antes de dormir? Pode escolher enquanto eu faço a pipoca. — Sorriu antes sair do quarto, deixando a filha nervosa com seus próprios pensamentos.
Titanic era um bom filme. Tirando a parte final que claramente dava para o tal de Jack se salvar junto com a Rose.. e quem discordar disso claramente não viu o filme e não sabe ter a mínima noção de espaço.
Harry estava meio deitada meio sentada com um balde de pipoca em seu colo, seus olhos verdes claros fixados no filme igualmente ao pai que comia uma pipoca doce ao seu lado.
Ela não sabia por onde começar o assunto. Seus pensamentos voando para a história que sua melhor amiga lhe contou na escola, sobre como o final de semana foi incrível e em como Julie parecia feliz e nem um pouco incomodada por fazer sexo com o próprio pai.
— Pai, como foi a sua primeira vez? — Pergunta de repente, fazendo Louis parar de mastigar e lhe olhar confuso pela pergunta repentina.
— Por que está perguntando isso agora e do nada filha? — Ele engole a pipoca, seus olhos azuis dando totalmente atenção a Harry agora, ela suspira tentando não surtar.
— Só curiosidade, a gente nunca conversou sobre isso..
— Ok? — Louis responde, parecendo pensar um pouco antes de continuar — Foi com uma namorada minha, pra falar a verdade a gente não chegou a namorar.. mas você sabe, a gente fez e foi bem embaraçoso, porque também foi a primeira vez dela. Mas deu tudo certo no final. — As bochechas de Louis estão vermelhas agora, era muito estranho falar sobre isso com a filha, Harry apenas deu uma risadinha sentindo seu coração acelerado no peito.
— Não doeu? — Ela pergunta, tentando disfarçar seu nervosismo enquanto mastiga.
— Para mim não amor, mas para ela sim.. Sempre dizem que dói um pouco, estudou sobre isso na escola hm? — Louis parece não perceber a intenção da filha, respondendo todas as perguntas com sinceridade apesar da vergonha. Harry se aproxima um pouco mais, suas coxas se encostando.
— É sim.. — Ela disfarça olhando para TV, pensando se deve dizer ao pai sobre a história de Julie — Eu.. queria falar uma coisa para o senhor, mas tem que me prometer que não vai contar para ninguém.
— Claro filha, é algo sobre a escola? — Ele coloca o balde de pipoca na mesa de centro se virando para a garota e dando sua total atenção.
— É sobre uma amiga minha.. ela me contou algumas coisas, e eu queria saber o que você acha sobre isso
— Tudo bem, pode me falar amor. — Louis levanta a mão passando delicadamente nos cabelos cacheados de Harry. Ela suspira, nervosismo visível em sua voz quando começa a falar.
— Julie sempre me falou que a primeira vez dela foi muito especial e incrível, e ela sempre falava do quanto gostou e tudo mais.. — O pai apenas ouve tudo com atenção o que deixa Harry ainda mais nervosa — E hoje ela chegou na escola falando que viajou com o pai no fim de semana e que foi incrível..
— Entendi filha — Ele fala quando Harry para — vejo que essa sua amiga parece ser muito legal, mas porqu—
— A primeira vez dela e todas as outras vezes foi com pai. — Harry o interrompeu sentindo seu coração quase parar quando o pai arregala um pouco os olhos.
— O que você está me dizendo Harry? — Louis pergunta com a voz rígida, a garota sente todos os seus pelos do seu braço se arrepiarem de medo
— Ela faz isso.. com o pai. — Harry diz baixo, seus olhos verdes analisando o pai quando ele respira fundo em uma clara tentativa de se acalmar.
— Meu Deus.. isso é.. — Começa mas não termina, olhando pro rosto assustado da filha Louis franze a testa perguntando logo em seguida: — Por que está me dizendo isso Harry? Por que perguntou da minha primeira vez?
A garota engole a seco sem saber o que dizer. Seus pensamentos estão tão confusos agora. O medo do seu pai lhe bater e gritar o quão aquilo era nojento e errado na sua cara, ela não precisava disso, Harry sabia que era errado, mas..
— E-eu não sei — Sua voz sai falhada, se afastando até que suas costas se encontrem no braço do sofá ainda olhando pro rosto do pai.
— Harry você não está insinuando o que acho que está, não é? — Louis pergunta sério, seu maxilar travado demonstra o quanto estava assustado e confuso com aquilo.
— Pai, eu..
— Quero que vá pro seu quarto. Falamos sobre isso depois, eu estou cansado. — Ele disse secamente se levantando e indo para a cozinha, deixando Harry com as lágrimas nos olhos de vergonha e medo, sentindo que seu pai lhe achava uma garota nojenta.
Ela só não tinha percebido o quão mexido Louis ficou com a sua insinuação, pensamentos errados passando pelo sua cabeça enquanto ele bebia água na cozinha, tentando acalmar a si mesmo..
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Dias depois e Harry estava sozinha em casa, era final de semana e ela se sentia um pouco culpada por ter falado com o pai sobre Julie, Louis tinha mudado, ele não falará muito com si durante a semana e também não tinha mais tocado do assunto.
Usando seu pijama de gatinhos amarelos Harry imaginava o que se passará na cabeça do seu pai quando contou a história de Julie.. ela não sabia se o pai tinha alguém na sua vida, Louis não falava sobre os seus relacionamentos.
No fundo sabia que ele deve ter tido alguns casos durante os anos, mas nada muito sério a ponto de "começar uma nova família" com Harry e a tal pessoa, o que deixa a garota feliz, porque ter seu pai apenas para si era bom.
Três batidas na porta desperta Harry de seus pensamentos, Louis entra já vestido com seu pijama que consistia em uma camisa velha confortável e uma calça de moletom quentinha, seus cabelos molhados mostram que ele havia acabado de sair do banho.
— Oi pai..— A garota se senta na cama abraçando seu travesseiro contra a barriga enquanto o pai se senta nos pés da cama.
— Oi amor, como você está? Já jantou? — Ele pergunta com cuidado, os cabelos molhados dando um contraste a mais ao seus olhos.
— Tudo bem.. já jantei — Harry diz baixinho seus olhos seguindo o movimento de seus dedos fazendo desenhos invisíveis na fronha.
Louis observa Harry com atenção, vendo seus cabelos cacheados nos ombros e seu rosto concentrado no travesseiro, ele andou pensando esses dias, se sentindo nojento e errado por cogitar ter algo com a própria filha.
Mas.. tinha algo que Louis sentiu quando a garota lhe contou sobre a amiga, de um jeito que ele não sabe explicar ele sentiu que parecia "certo" a maneira que a filha confiou em si pra tal coisa, e bom.. porque não?
— Filha — Harry volta a atenção pro seu rosto, ele respira fundo, começando: — Eu sinto muito pelo jeito que reagir quando você me contou sobre a Julie, eu.. eu estava cansado e você sabe que o que ela faz é errado. — Ela concorda — Sinto muito se eu fui grosso com você, foi apenas a minha primeira reação amor, você sabe que o papai sempre vai estar aqui para você. — Louis se aproximou mais da garota, tocando nas mãos dela em cima do travesseiro — Eu te amo, você sabe disso, não?
Harry respira fundo acenando para o pai, segundos depois ela se joga nos braços dele em um abraço cheio de amor e carinho se sentindo segura quando os braços fortes dele a aperta com força de volta.
— Eu também te amo pai.. eu também. — Ela sussurra baixinho, deixando beijos pelo pescoço quente e cheiroso de Louis que fecha os olhos a apertando com mais força.
— Harry.. — Louis suspira sentindo a filha fazer uma trilha de beijos no seu pescoço, perto da sua orelha.
A garota se afasta olhando no fundo dos olhos azuis brilhantes, ela desvia o olhar para a sua boca, Louis faz o mesmo sentindo seu coração acelerado dentro do peito, e depois que os lábios se encontram pela primeira vez, tudo o que é errado é esquecido pelos dois.
Louis a beija com vontade deitando a menina na cama com cuidado e logo se colocando entra as pernas dela, a beijando de novo e de novo, sentindo seu pau endurecer enquanto a filha suspirava com seus beijos.
Descendo os beijos para o maxilar delicada e logo o pescoço cheiroso da filha Louis sente ela começar a se remexer inquieta abaixo de si, ele deixa um último beijo nos lábios carnudinhos antes de se afastar vendo o rosto assustado da filha.
— Tudo bem? — Ele pergunta apoiando um braço ao lado de sua cabeça, vendo Harry respirar com dificuldade.
— Sim.. e-eu só.. eu—
— Eu sei que você é virgem amor, está tudo bem — Louis acaricia a bochecha rosada de Harry devagarinho, vendo a menina relaxar — Papai só vai fazer o que você quiser, só o que você quiser.. — Sussurou a última parte deixando um beijo e uma leve mordida no pescoço sensível da filha que suspira com o carinho tão bom em uma das suas áreas mais sensíveis.
— Eu quero você. — Harry diz baixinho, seu coração quase explodindo no peito quando o pai a encara de novo
— Você tem certeza? — Ela concorda com a cabeça, parecendo nervosa — Mesmo? Se você quiser eu posso ir, e então esquecem-
— Eu quero por favor, eu me sinto pronta e segura com você pai.. me faça me sentir bem, por favor? — Louis a fita com seriedade procurando alguma insegurança ou medo em seu rosto, quando ele não acha, ele a beija novamente levantando um pouco seu corpo até sentir seu pau duro tocar na virilha da filha.
— Tudo bem meu amor, papai vai cuidar de você. — Harry apenas acena com a cabeça sentindo sua buceta contrair com voz rouca tão perto do seu ouvido.
Depois de mais beijos e esfregadas Louis começa a tirar o pijama de Harry com cuidado, vendo a pele branquinha e cheirosa deitada na cama lhe encarando com aquele carinha.. aquela carinha que fazia o seu pau pulsar dentro da cueca boxer que enfeitou o chão do quarto segundos depois.
Os corpos se enrolam juntos, com Harry deitada de lado abraçando o pai com força beijando sua clavícula e sentindo seu cheiro gostoso, suas pernas enroladas nas deles que remexia um pouco o quadril fazendo a filha sentir seu pau duro e grande na parte de dentro das coxas.
— Porra Harry, você é tão cheirosa e linda.. — Ele diz baixinho, afastando um pouco os olhos vendo as bochechas vermelho fogo da filha — Não precisa se envergonhar meu amor, papai está aqui e comigo você não precisa ter nenhum tipo de vergonha — Ele desce a mão para a cintura de Harry que ouvia tudo com atenção tentando esconder seu rosto tímido do pai — Você é perfeita pra mim. — Louis fala amoroso, virando seus corpos juntos e ficando novamente em cima de Harry, começando a explorar o corpo macio.
Ele passou a língua em cima dos seios cheinhos com as pontinhas duras, se deliciando com os gemidinhos baixos que a filha soltava. Desceu o rosto para a barriga com algumas gordurinhas e estrias beijando tudo com cuidado e amor, e por último, ele deixou um beijo molhado e demorado nos ossinhos do quadril, vendo com atenção a xotinha lisa e virgem de Harry.
— Pai.. — Harry diz em um gemido, vendo com atenção o rosto do pai perto da sua bucetinha, ela fecha os olhos com força quando ele passa a língua em cima do seu clitóris sensível.
Louis a chupa por alguns minutos, sentindo seu pau soltando pré-gozo com o gosto da filha nos lábios, e as mãos delicadas dela apertando seus cabelos. Ele sobe depois de mais alguns minutos, beijando Harry com força enquanto masturbava seu pau, espalhando a pré porra para entrar na filha.
O pai sabia que deveria ser cuidadoso com a garota, era tudo tão emocial e especial e mesmo sendo errado, ele sentia seu corpo todo quente, seu pau pulsava de tesão apenas por causa de Harry..
Se afastou depois de mais alguns beijos, se posicionando entre as pernas lisas de filha, Louis pincela a cabeça vermelha do seu pau entre os grandes lábios, levantando seu olhar para Harry quando vê o corpo dela tremendo levemente pelo contato.
— Ei — Ele segura delicadamente o rosto dela com a outra mão — Se concentre no papai está bem? Pode doer um pouco, mas eu vou estar aqui para você.. É só me dizer que eu paro. — Harry assente, sentindo logo depois a cabecinha molhada do pau do pai se forçar para dentro de si, ela aperta o braço do pai que estava ao lado do seu quadril, sentindo um incômodo.
— Está doendo.. — Ela diz baixinho, Louis respira fundo tentando se controlar com o calor da buceta molhada da filha apertando a cabeça do seu pau.
— Vai passar amor, calma.. papai tá aqui — Louis diz enquanto vai se empurrando lentamente para dentro da garota, fazendo Harry sentir cada centímetro do seu pau lhe preenchendo.
Depois de entrar por completo na filha, Louis fica paradinho se deitando lentamente no corpo de Harry sentindo ela se contrair ao seu redor enquanto gemia baixinho pelo incômodo.
— Shh.. vai ficar gostoso meu amor, papai promete. — Harry abre os olhos sentindo os beijos carinhosos do pai no seu pescoço, ela fala baixinho: — Dói um pouco.. mas pode se mexer devagar por favor?
Então Louis começa, se afastando lentamente deixando só a cabecinha e se empurrando novamente para dentro da filha, Harry geme apertando com força as costas do pai.
— Puta merda! — Ele geme quando estoca com um pouco mais de força, enfiando seu rosto nos cabelos cacheados da filha que geme contraindo-se sem parar ao seu redor.
— Hmm papa-i porra. — A cama balança um pouco por conta dos movimentos enquanto Louis continua estocando com força e voltando devagar sentindo a bucetinha de Harry molhadinha.
Louis levanta o rosto, olhando no fundo dos olhos da filha enquanto suas mãos se entrelaçam a cima da cabeça de Harry, ela geme gostoso para si enquanto o pai a encara com um tesão do caralho, continuando a estocar.
— Cacete filha.. que gostoso porra. — Louis geme sem vergonha, fechando os olhos e levantando o corpo enquanto mete com mais força dentro de Harry que aperta os lençóis da cama sentindo sua buceta esquentar.
— Papai.. eu vou gozar! Não para de me comer. — Harry geme mais alto, sentindo com força as estocadas de Louis contra o seu pontinho G. Segundos depois a menina goza em um gemido fino, seu corpo tremendo levemente enquanto aperta seus olhos com força.
— Caralho Harry, caralho! — Louis xinga vendo a carinha de prazer da sua filha não aguentando mais e gozando em seguida, estocando e gemendo alto e rouco.
Louis sai de dentro da garota deitando ao seu lado e a puxando para deitar em seu peitoral um pouco suado. Harry sorrir com a respiração ofegante, ouvindo o coração acelerado do pai enquanto ele regula a respiração.
Foi uma primeira vez muito especial, e é claro aquilo iria repetir com frequência, Harry sabendo mais do que ninguém que o seu papai sempre vai estar ali para ela quando a garota precisar..
Harry não sabe exatamente o que Louis está procurando. Ele apenas pediu para ela esperar na cama que ele tinha algumas coisas em mente, mas precisaria de algumas coisas.
Ele demora alguns minutos, até sair da porta com uma corda rosa nas mãos. Ela é longa e fina, e Harry se desespera um pouco.
Ela não esperava que Louis fosse prendê-la assim. Esperava algemas nas mãos ou algo do tipo, mas agora não tem mais certeza de nada. Não que ela se preocupasse ou se incomodasse com essa ideia, Harry sente seu melzinho a molhar ainda mais quando pensa em como deve ser gostoso ser amarrada e imobilizada por Louis para depois ser fodida tão gostoso e tão fundo.
Ela mal pode esperar por isso.
Ela observa Louis caminhando até si, os braços com as tatuagens contrastando com seu tom de pele, algumas se espalhando por seu tronco e até por suas pernas. A pele bronzeada pelo sol quente dessa época do ano, o cabelo bagunçado, o cacete duro batendo contra sua barriga e a corda enrolada em suas mãos.
Ela está sentada sob seus tornozelos, sentindo sua boceta piscar e seu melzinho e a porra de Louis escorrendo de sua grutinha e pingando nos lençóis da cama.
-Você não para de pingar, não é meu amor. Sempre tão molhadinha pra mim, gracinha. - Ele diz chegando até a cama e a puxando para um beijo, que dessa vez é conduzido por ele.
Suas mãos vão até os peitinhos dela quando ela se ajoelha no colchão para ficar mais próxima dele, apertando os montinhos e raspando os dedos pelos mamilos sensíveis, sentindo ela se contorcendo e tentando fugir do contato.
-Oh amor, a gente nem começou ainda e você já está assim? Acho bom você estar preparada, gracinha. Vou acabar com você. - Ele diz mordendo seu pescoço e se afastando rapidamente. - Coloque suas mãos para trás, princesa. E fique quietinha.
Ela obedece e Louis começa a passar a corda pelo corpo delicado de Harry. Ele da de duas a três voltas em cada parte que decide prender.
Ele amarra de leve em volta dos peitinhos, contornando a tatuagem de mariposa no meio deles, deixando ela totalmente a mostra pra si. Ele se abaixa levemente e deixa beijos molhados ali antes de continuar, logo amarrando a corda pela barriga dela, apertando em sua cintura, fazendo ela se contorcer um pouco.
Logo a corda passa pelos cotovelos e punhos, contornando o braço de Harry, logo prendendo os em suas costas, os imobilizando.
Ele deixa ela na cama, seus peitos se esfregando nos lençóis, os deixando mais durinhos para si. Ele começa a passar o restante da corda por suas coxas, logo levando os pés dela para perto de sua bunda, amarrando eles ali e deixando ela toda abertinha para si.
Agora ele pode brincar com ela a vontade e fazer tudo o que quiser. Ela é toda sua agora.
Ele leva uma das mãos até a bunda da mais nova, deixando a bocetinha a sua mostra, começando a deixar tapas ali.
Seu grelinho já está inchadinho e vermelho, ficando cada vez mais sensível conforme os tapas ficam mais frequentes.
Louis ouve e se deleita com os gritinhos de prazer que ela solta, se desesperando cada vez mais. Depois de um dos tapas ele aperta a xotinha melada em sua mão, logo enfiando dois dedos na grutinha melada, começando a foder a entradinha com força, mas por pouco tempo. Os tapas voltam mais fortes, quase sem intervalos entre eles.
Louis maltrata tanto a bocetinha de Harry.
Ela volta a tremer desesperada, sentindo mais e mais tapas, e vez ou outra sente Louis beliscando seu grelinho, fazendo Harry chorar de desespero, a dor e o prazer andando lado a lado, cada um ocupando exatamente a proporção necessária nos sentidos de Harry.
Satisfazendo ela do jeitinho que ela gosta, como ninguém conseguiu antes.
E ela goza tão rápido em sua mão enquanto sente os tapas sendo deixados em sua xotinha, tremendo tanto e ficando tão molhadinha para Louis usá-la o quanto quiser, sem machucar sua bocetinha.
-Tão sensível pra mim amor. Já gozou tão gostoso pra mim. Espero que a partir de agora sempre que você estiver rebolando no colo de alguém em algum dos seus shows você se lembre de mim, se lembre de como eu te fiz gozar tão gostoso no seu Carnaval. De como você ficou tão molhada e tão desesperada por tanto tempo pra mim. E de como você está tremendo, tanto e sem parar pra mim, gracinha.
Louis se deita na cama, levando suas mãos até a bunda da mais nova e apertando com força. Ele segura nas cordas que passam pelo quadril dela, levando sua língua até o grelinho dolorido.
Ele começa a lamber toda a xotinha devagarinho, fazendo um carinho para que ela pare de doer. Harry ainda chora, agora baixinho, logo relaxando e sentindo a língua de Louis trazer um alívio para a sua florzinha.
Ele continua por um tempo, mesmo que ela já não sinta mais quase nenhum resquícios da dor em sua bocetinha. Ele derrepente fode a grutinha com sua língua, sabendo que Harry sente muito prazer com isso, não se demorando ali, porém.
Ele se ajoelha na cama outra vez, virando Harry e agora possibilitando que ela olhasse para si enquanto ele come sua xotinha. Louis deixa seu pau entre os lábios gordinhos da boceta, fodendo ali, passando pelo grelinho maltratado dela e voltando com os estímulos rápidos.
Ele maltrata toda a bocetinha, se esfregando ali até sentir as pernas dela tremendo outra vez. Louis gosta de deixar elas assim. Quando ela está perto de gozar Louis para de forder os lábios gordinhos, pressionando o pau forte no grelinho.
Ela se desespera, gemendo alto e desesperada, tentando se esfregar em Louis, não conseguindo quase nenhum estímulo, mesmo com todo o esforço pelos nós em seu corpo. Louis apenas ignora, levando a boca até os peitinhos dela e começando a chupar eles, enquanto Harry se contorce em prazer e necessidade, implorando por algum estímulo em sua bocetinha.
Louis apenas continua mamando nos peitinhos, intercalando entre os dois e parando vez ou outra para brincar com a tatuagem de mariposa no meio deles. Os lábios e a língua brincam com os peitos, deixando eles cada vez mais sensíveis e vermelhinhos pra si.
Uma das mãos desce pela lateral do corpo dela, parando na cintura e deixando um aperto sob a corda. Ele continua descendo até o quadril, apertando ali e logo deixando um tapa forte na bunda da mais nova. A mão continua seu caminho, logo chegando nas intimidades que ainda estão juntas.
Ele leva a mão até o seu pau, masturbando ele com movimentos lentos porém fortes, esbarrando sua mão no grelinho de Harry sempre que possível. Seus dedos passam por sua glande, sentindo eles se melarem com sua pré porra. Ele mela os dedos o máximo que consegue, recolhendo o pré gozo de todo o cacete melado, logo levando os dedos para a grutinha que vaza sem parar.
Ele os enfia de uma vez na entradinha apertada, sentindo ela se contrair em volta de seus dedos e um grito alto sair de seus lábios. Ele fode com força a bocetinha, sentindo as pernas tremerem contra si.
Ele continua mamando os peitinhos, deixando lambidinhas e mordidas pelos dois montinhos, além dos chupões que deixava por todo o tronco dela. Os dedos indo fundo na xotinha enquanto o pau ainda pressiona o grelinho, sentindo ela se desmanchar em seus dedos outra vez.
Louis volta a mão para o seu pau, usando o melzinho dela para se masturbar, forte e rápido dessa vez. Ele se afasta levemente do grelinho, levando a cabecinha do pau para a grutinha e entrando nela, continuando com a punheta no resto do pau, não demorando até que ele sinta suas pernas tremendo levemente e ele goze dentro da entradinha apertada.
-Estou sentindo seus filhinhos na minha bocetinha Lou. Me fode e me deixa mais cheia. Cheia do seu leitinho, amor. Por favor. - Ela diz baixinho, enquanto Louis continua masturbando seu pau que logo está totalmente duro outra vez.
Ele mete todo o cacete na grutinha de uma vez, alargando ela e não a dando tempo para se acostumar com a sua bocetinha se alargando no pau do mais velho. Ela geme gritado, sentindo Louis acertar seu pontinho em todas as estocadas.
Ele fode a bocetinha com movimentos rápidos e fortes, uma das mãos o mantendo apoiado no colchão enquanto a outra desce até o ventre da mais nova, sentindo uma elevação ali enquanto seu pau entra e sai da xotinha melada.
-Sente como eu estou fundo em você amor? Você está sendo uma garota tão boa para mim, deixando eu usar você e sua bocetinha do jeitinho que eu quiser, sem reclamar de nadinha. Nem ao menos se importando com a dor na sua bocetinha, só por querer ser tão boa para mim, não é? - Ele diz, fodendo ela cada vez mais rápido, apenas vendo ela assentir com a cabeça.
Seus quadris batem rápido contra os dela, as peles se chocando causando um barulho alto pelo quarto, esse porém sento encoberto pelos gemidos altos deles que preenchem todo o cômodo.
Ambos estão muito sensíveis, eles sabem que não vão mais aguentar os estímulos por muito tempo, e em uma troca de olhares eles apenas aceitam e decidem não se segurar. Harry goza muito rápido depois disso, sentindo Louis foder sua grutinha sem descanso, sem se importar com o que ela está sentindo e se está sendo demais para ela e para sua bocetinha. Ele continua fodendo ela com força, ouvindo ela gritando e se contorcendo sobre si.
Louis não demora para gozar na grutinha inchadinha, sentindo seu pau ser expulso da entradinha vermelha quando Harry esguicha por sua abdômen, gritando e chorando por todos os estímulos que teve durante todo esse tempo. Louis rapidamente leva os dedos até o grelinho, esfregando eles ali de um lado para o outro, fazendo mais e mais do líquido sair da bocetinha e molhar seu quadril, o dela e os lençóis da cama.
Quando Harry para de gozar Louis garante que ela está bem, repetindo diversas vezes que Harry foi uma boa garota, que ela foi perfeita e que ele tinha gostado muito.
-Você foi perfeita, princesinha. - Ele dizia enquanto soltava os nós espalhados pelo corpo dela, jogando a corda no chão e de deitando ao lado dela. - Você precisa de algo, meu amor?
-Eu queria um pouco de água, Lou. E depois eu quero só dormir. Por favor. - Louis coloca sua cueca outra vez, descendo as escadas e procurando pela cozinha. Ele leva a água gelada mas não tanto para ela, esperando ela beber enquanto tira sua cueca e se deita ao lado dela outra vez.
-Gracinha? Sai comigo um dia desses? A gente pode jantar em algum lugar ou ir em algum lugar que você goste, não sei. Qualquer coisa. O que me diz amor? - Ele pergunta deitado de frente para ela, segurando sua cintura e sorrindo esperançoso.
-Lou, eu estou saindo em turnê. Eu viajo amanhã de noite para os primeiros shows. E eu não sei exatamente quando eu volto, ainda estamos marcando shows em algumas cidades. Desculpe amor. - Ela diz abraçando ele com um pouco de culpa, logo se afastando e colocando uma mão em seu rosto. - Prometo que quando eu voltar a primeira coisa que eu vou fazer vai ser te visitar. Pode ser? E ai a gente sai e vai jantar onde você quiser, amor.
🩸
-Obrigada por me ajudar, Lana. E não esquece de pensar sobre trabalhar comigo viu. Estou esperando por uma resposta.- Ela diz pegando a chave das mãos de Lana e se despedindo dela, antes de entrar no apartamento de Louis.
Os shows foram feitos e agora ela podia finalmente voltar para a casa depois de alguns meses.
Fato que não é do conhecimento de Louis, porém. O mais velho não tinha ideia de quando Harry voltaria para a casa, e não imaginava que seria bem hoje, no meio da e noite enquanto ele dorme.
A única coisa que Louis sabia era que no dia que Harry voltasse ele seria acordado com um boquete. Eles combinaram isso alguns meses antes e agora era o momento de cumprir isso.
E Harry está ansiosa para o fazer.
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Harry está de quatro na cama, com o cotovelo apoiado ao lado do quadril de Louis e o pau já meio duro em suas mãos. Ela está só com a sua lingerie e Louis está nu, apenas um lençol cobria seu corpo, que agora está jogado ao lado dos corpos.
Ela punhetava o pau com a ajuda de sua própria saliva, esperando que ele ficasse duro para poder enfim colocar o cacete em sua boca. Ela lambe a cabecinha, provocando como da última vez, logo sentindo o pau totalmente duro em sua mão e devagar colocando mais mais do cacete em sua boca.
Hoje ela não tem presinhas para atrapalhar, e vai descendo enquanto começa a apertar as bolas de Louis fraquinho, logo levando a mão de volta para o pau, punhetando o que ainda não colocou na boca.
Ela sente sua bocetinha piscando e melando toda a calcinha. Ela solta o pau momentaneamente, ouvindo um resmungo não muito alto de Louis, querendo a boca gordinha de volta em seu cacete. Ela se move, ficando com uma perna de cada lado de uma das pernas de Louis, se sentando com a bocetinha aberta ali e rebolando enquanto estimula o grelinho meladinho.
Ela volta a colocar o pau na boca, chupando ele todo agora, ficando com a ponta do nariz sob a pelve de Louis durante alguns segundos, até que sentiu o ar começar a fazer falta, subindo e punhetando o pau, enquanto deixava chupões e mordidas pela virilha do mais velho.
Ela ouve um gemido ou outro enquanto intercala entre chupar o pau todo e masturbar ele rápido e forte, até que Louis geme mais alto e acorda, sentindo ela rebolando em sua perna e com a boca no seu pau.
-Porra, finalmente. Senti sua falta gracinha.
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Louis acorda no outro dia, as lembranças da foda voltando e ele agradece por ser sábado, o que significa que ele pode fazer o que quiser, já que não tem que trabalhar. Ele olha para o lado, vendo Harry nua deitada ali, de bruços e com as pernas abertas e uma delas dobrada, deixando a bocetinha livre para que ele pudesse ver e fazer o que bem entendesse.
Louis se move, até ficar com a cara pertinho da boceta, que ele percebe estar meladinha. Ele coloca um dedo entre os lábios, sentindo um pouco do melzinho escorrer diretamente em seu dedo agora.
Ele não demora a abrir os lábios da xotinha como pode, levando seus lábios finos até lá, começando a chupar forte o grelinho, esfregando sua língua no clitóris sensível sem dó.
Ele não pretende deixar Harry dormir por muito tempo, e logo ele sente ela melar mais seu rosto e ouve os gemidos começarem a preencher o quarto. Louis mete dois dedos na grutinha e fode ela forte, enquanto não para de chupar e massagear o grelinho.
Ele não sabe exatamente se Harry está muito sensível ou se seu sono é muito pesado, talvez sejam ambos, e Harry só acorda depois de gozar nos dedos e na boca de Louis, o que não demora a acontecer com a intensidade dos estímulos de Louis em sua bocetinha.
Um grito falhado sai de seus lábios quando ela acorda, pressionando a cabeça de Louis em sua boceta e abrindo mais as pernas para ele.
A vida de Louis havia virado um inferno desde que sua filha, Harry, tinha entrado nela.
Louis era casado à 10 anos com Meggie e juntos, eles adotaram Harry. Com mais ou menos cinco anos de casados, Meggie descobriu que não poderia ter filhos o que culminou em inúmeras crises no relacionamento do casal. Após muita terapia, decidiram que adorariam uma garota, a qual sempre fora o sonho dos dois, uma garotinha linda para que pudessem mimar e devotar suas vidas. Poucos dias antes da notícia de que a adoção foi aprovada, Louis havia decidido que se separaria de Meggie. Para ele, já não havia amor, respeito e lealdade naquela relação, ele simplesmente não à amava mais. Ele foi estendendo os dias, enrolando sempre para ter a maldita conversa com ela e pedir finalmente o divórcio, quando pela manhã ela recebeu uma ligação e lhe enviou uma mensagem:
Nós conseguimos! Podemos ir buscar nossa futura filha amanhã mesmo, obviamente teremos o período de adaptação, mas, nós conseguimos!!! Eu te amo.
Que porra. Louis sabe que todas suas ações seguintes foram errôneas mas para ele, naquele momento, sua filha era o melhor motivo que ele tinha para permanecer com Meggie. Ainda relutante, eles foram pela tarde ao abrigo. Não demorou cinco segundos até que seus olhos pousassem em uma garota. Os olhos verdes mais lindos que ele já havia visto, os cabelos castanhos cacheados caindo como cascatas emolduravam seu rosto perfeito, ela era simplesmente a garota mais bonita que Louis já havia visto. Naquele dia, ela vestia um vestidinho curto rosinha claro, um laço bonito no cabelo num tom rosé. Quando os olhos da garota encontraram os seus também, ela não demorou muito à chegar até ele, completamente tímida, perguntando se eles estavam ali para adotar alguma criança. Ela se deu bem de cara com Louis, o grande problema foi: Meggie a amou de cara também, porém, Harry mostrava para Louis que sabia um pouco de piano quando lhe disse:
- Eu amei muito o senhor, mas eu não gostei muito dela. - a pequena olhou de soslaio Meggie, que os observava com um sorriso enorme no rosto.
Louis deveria ter ouvido uma pequena voz que ecoou em sua mente lhe alertando que aquela não era uma boa ideia.
- Eu também não gosto muito dela. - Foi o que ele respondeu com um sorriso no rosto.
À partir dali, sua vida virou de cabeça para baixo. A garota foi adotada por eles quando tinha seus 15 anos, já era uma adolescente. Porém desde o primeiro segundo ela se tornou a coisa mais importante da vida de Louis. Ele a amava profundamente, era a garotinha do papai, sempre sendo mimada e muito amada por ele.
Só havia um detalhe. Um pequeno detalhe.
Harry via Louis não somente como seu papai, mas também sentia uma atração descomunal pelo mesmo. Nas primeiras semanas Harry se portou tão bem, sendo uma filha dedicada, obediente e amorosa com ambos, mas isso só durou até perceber que Louis não amava a esposa. Ela passou a provocar Louis, sentar em seu colo de forma provocativa, tentava de todas as maneiras chamar a atenção de seu papai e ter ele no meio de suas pernas.
Louis já estava louco, à esse ponto. Ele sempre tratou Harry como filha, sempre se esquivando e deixando claro para ela que era seu pai - e nada além. Eventualmente, Meggie pediu o divórcio. Ela acreditou fielmente que Harry salvaria seu casamento mas tudo só piorou após a chegada dela. Louis era totalmente devoto à garota, chegando a dormir por dias no quarto da mesma que alegava estar triste ou com medo de estar só.
Hoje, Harry fazia dezoito anos. Já haviam três que Meggie havia ido embora, nunca mais fazendo questão de visitar a filha ou mandar uma mensagem que fosse e Harry nunca se incomodou por isso. Seu papai era tudo em sua vida e ela não precisava de nada e nem ninguém além dele.
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- Coelhinha? - Louis chamava Harry, ele estava na sala de sua casa. Eles combinaram de sair para almoçar já que era o aniversário de Harry. Ela havia escolhido seu restaurante favorito e estava radiante por poder passar um tempo com seu papai, já que ele trabalhava muito.
- Estou bonita? - ela parou na ponta da escada, seus olhos brilhantes obcecados pela aprovação e pelos elogios de Louis.
- Você está radiante, meu doce. - Louis analisou cada pedacinho do corpo dela. Ela tinha colocado o vestido que Louis dera para ela ontem 00h, na virada de seu aniversário. Era azul clarinho, tão curto que mal cobria sua bunda. Ela sabia que eventualmente sua calcinha branca rendada apareceria e estava ansiosa para que seu papai visse ela bem apertadinha nos lábios de sua bucetinha. Seus cabelos estavam trançados, o penteado preferido de Louis, as mãos cheias de anéis brilhantes que ele havia lhe dado a cada aniversário ou data comemorativa, ele sabia exatamente como agradar seu bebê. Nos pés, calçava um salto estilo boneca com meias branquinhas quase transparentes que subiam até suas coxas roliças e apetitosas. Harry sempre foi a perdição de Louis mas, nesse último ano, ela havia começado a se esforçar cada vez mais para conseguir que seu papai finalmente a fodesse do jeitinho que sabia merecer. - Você é a mulher mais linda desse mundo, meu bebê. - Louis concluiu com um sorriso no rosto, se aproximando dela e a abraçando.
- A única mulher da sua vida, não é, papai? - Ela sussurrou no ouvido dele, adentrando a camisa social que ele vestia sorrateiramente, brincando com o couro do cinto firme em seu quadril.
- A única, meu bem. - afirmou, deixando um beijo na bochecha rosada pelo blush. - Qual deles está usando hoje? - ele observava seus lábios.
- Morango. - ela respondeu prontamente. Louis sempre perguntava qual sabor dos glosses ela usava, diariamente. Os dois sabiam que ele perguntava pois queria imaginar qual seria o gosto que sentiria caso a beijasse, eles apenas fingiam um para o outro que isso era apenas um dos pequenos rituais cuidadosos que Louis tinha com ela.
- Hmm, esse deve ser delicioso. - Louis abriu um sorriso lindo, fazendo Harry se perder nos lábios fininhos, perdendo algum tempo olhando a barba ralinha e imaginado como os lábios dele sugariam seu clitóris avidamente e sua barba arranharia a pele branquinha de suas coxas e as deixariam sensíveis.
Ótimo, eles não ficaram nem dez minutos perto um do outro e Harry já havia arruinado sua calcinha, assim como Louis já sentia seu pau endurecendo lentamente.
- Vamos comer, meu bichinho? - Louis já disse rindo, sabendo que Harry reviraria os olhos para o apelido, exatamente como aconteceu.
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- Eu nunca, nunca, nunquinha, vou entender como você gosta disso. - Louis olhava o prato de Harry com o cenho franzido.
- Papai, é sushi. É peixe, arroz e alga! Tipo, é só um sushi. - Harry revirava os olhos, já havia perdido as contas de quantas vezes tinha tido o mesmo diálogo com Louis. - Além do mais, você está comendo Yakisoba e parece estar adorando, nem deveria estar reclamando. - ela deu de ombros, mostrando a língua para ele antes de abocanhar mais um sushi.
- O problema não é o peixe, nem o arroz e nem a alga. O problema é que está cru, Harry. O peixe tá morto gelado aí dentro. - ele fingiu um arrepio. - Sério, tudo isso aí tem gosto de mar, é horrendo. E sim, estou amando minha Yakisoba, muito obrigado. Mesmo assim, daria um fígado e um pulmão pra estar comendo um bom hambúrguer agora. - ele dramatizou, somente porque isso tirava sua garota do sério.
- Nem em troca de um hambúrguer alguém iria querer algum desses seus órgãos. Você fuma igual chaminé e bebe igual um opala, tá tudo estragado aí dentro. - ela segurou o riso.
- Harry eu acho que as vezes você esquece que eu sou seu pai, sabia? - ele fingiu estar ofendido.
- Você também esquece que sou sua filha as vezes, não é, papai? - Ela enfatizou a última palavra, conseguindo mudar totalmente o sentido do diálogo inocente que tinham estabelecido. Ela viu Louis engolir em seco e ele sentiu um arrepio percorrer toda sua espinha, terminando em seu pau.
- Constantemente, mas eu sempre me lembro logo em seguida. - Louis falou firme, observando agora Harry engatar a respiração, corando antes de voltar a comer encerrando a seção de flerte que tentou iniciar.
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- Cinema!
- Parque!
- Cinema!
- Parque!
Eles estavam nessa discussão à mais de dez minutos. Harry queria ir ao parque de diversões e Louis ao cinema. Louis argumentava que o filme favorito dos dois estava passando no cinema e Harry argumentava que no parque tinha muita água e estava calor.
- Ok, parque. Eu desisto, é seu aniversário. Mas quando a senhorita ficar totalmente molhada, com os cabelos todos grudados no rosto e a maquiagem borrada, igualzinha um bichinho, eu não quero ninguém reclamando. Combinado? - ele estendeu a mão para ela, que apenas pulou nele distribuindo inúmeros beijos pelo seu rosto.
- Eu te amo! - ela lhe beijava rápido, deixando um selinho no canto dos lábios dele. - Você é o melhor papai do mundo! - ela se virou sentindo seu coração palpitar, tentando não parecer tão culpada quanto se sentia.
- Eu também amo você, bichinho. - ele respondeu lambendo os lábios, sentindo o gosto de morango em seus lábios e parando por alguns segundos para respirar fundo. Ele sentiu vontade de pegá-la por trás e gritar com a mesma dizendo que ela havia passado dos limites, que ele era seu pai e que aquilo não iria se repetir nunca mais. Mas, ele sabia que se prensasse ela contra a parede e espancasse sua bunda branquinha, ele iria acabar fodendo ela contra o vidro da loja no meio do corredor do shopping.
Ele estava fodido e sabia disso, seu único objetivo agora era não foder a filhinha dele até o final do dia.
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- Ok, papai vai ficar aqui e beber uma cerveja, você vai nessa montanha russa que eu me recuso a ir e isso não tem discussão, e quando você descer nós vamos em brinquedos que seres humanos normais vão. Ok? Ok! Vai lá, bichinho. - Ele falou rápido, já pedindo uma cerveja no bar, torcendo para que ela não contestasse.
- Senhor Tomlinson, eu sei bem o que você fez. Porém, como eu sou a melhor filha do mundo e sei que você prefere morrer do que subir nessa montanha russa, eu vou te deixar com sua cerveja. - ela sorriu, ficando na ponta dos pés para dar um beijo na bochecha do pai. - Mas você vai segurar minha bolsa. - ela colocou a bolsa de mão cheia de brilhos em cima do pau de Louis marcadinho na calça, de propósito, passando os dedos suavemente por ele. - Te amo! - ela gritou já saindo correndo até a fila.
Louis observou ela sumindo no meio das pessoas e reaparecendo como um pontinho azul feliz no final da fila do brinquedo. Ele respirou fundo antes de dar goles grandes em sua cerveja, a sensação dos dedos delicados da garota na cabecinha do seu pau simplesmente fazendo morada em seu tato, se recusando a desaparecer. Aquelas mãos cheias de anéis com o cheirinho do creme delicioso que Harry passava nas mãos desde que ele se lembra, em volta do seu pau, o punhetando lentamente enquanto ela se ajoelhava implorando para tomar toda sua porra na boca melada de gloss. Era só isso que a mente de Louis pensava, como um looping, acabando com sua sanidade mental que já era mínima. Todo o corpo do Louis estava implorando por Harry e a essa altura, ele já se perguntava se aquilo era tão errado quanto decidiu que era.
Ele pediu mais uma cerveja, pagando logo em seguida já que Harry estava prestes a subir no brinquedo. Seguiu até ele, vendo o funcionário prender o cinto na garota, fazendo seus peitos nem tão grandes e nem tão pequenos, simplesmente perfeitos para encaixarem em suas mãos, ficarem amassados e proeminentes. Viu o funcionário apertar mais uma vez, o cinto fez um estalo ao que Louis capturou o dedão do homem passando sutilmente pelos seios de Harry. Ele apertou a garrafa entre os dedos, o ciúmes o consumindo rapidamente, mas aquilo não lhe causou tanto ódio quanto quando ele viu Harry sorrir e morder o lábio inferior para o homem. Que caralho foi aquilo? Não. Sua filhinha era só dele, apenas dele e ele faria Harry entender isso assim que saísse daquele brinquedo.
Uma volta, duas voltas, três voltas. Louis já estava impaciente vendo o funcionário perseguir Harry no brinquedo com o olhar, exatamente como ele fazia. O vestido que ele tinha escolhido havia sido uma péssima ideia, a cada volta que o brinquedo tava a saia subia e pendia no cinto, fazendo a calcinha minúscula e transparente de Harry aparecer, dando à todos aqueles marmanjos pervertidos a visão da bucetinha gostosa que era só dele. Louis não era idiota, ele sabia que Harry queria esfregar toda sua lubrificação em seus lábios, ela queria sua barba no seu corpo, o seu pau a fodendo forte e fundo até que ela chorasse. Ela não queria nenhum daqueles babacas e ele se esforçava demais pra pensar só nisso. Ela era a sua menina, sua garota, sua filha. Ela era dele e somente dele.
- Também está olhando ela, não é? Aquela calcinha, eu daria tudo pra comer ela. Deve ser uma delícia. - O funcionário se aproximou de Louis logo começando a falar.
- Ela é uma delícia, apertada pra caralho. E é só minha, garoto. Vai caçar o que fazer antes que eu arrebente a porra da sua cara aqui mesmo. - Louis falou entre dentes, estava completamente possesso de ódio.
O homem gelou e simplesmente se afastou, trocando de lugar com outra funcionária a sumindo. Provavelmente trocou seu turno antes da hora ou deu alguma desculpa esfarrapada pra sumir das vistas de Louis o mais rápido possível.
Harry desceu do brinquedo e veio cambaleando até Louis.
- Eu estou tonta. - ela riu o abraçando. - O que foi, papai? - ela estranhou ao que viu Louis com o maxilar travado, as sobrancelhas juntas e as narinas dilatadas. Conhecia Louis muito bem e sabia que ele estava com raiva. - O que aconteceu?
- Aquele garoto que passou a mão no seu peito veio me dizer o quanto você deve ser apertadinha, Harry. Foi isso que aconteceu. - Louis bufou, abraçando a garota e aninhando seu rosto no pescoço da mesma, sentindo seu cheirinho. - Você é só do papai, entendeu? - Louis apertou a cintura de Harry com possessividade, falando rouco ao pé do ouvido.
- Sim, papai. Eu sou só sua. - a menina revirou os olhos em prazer, ela sempre quis ouvir e dizer isso. Sua bucetinha começou a esquentar e ela teve que reprimir um gemido.
- Você sorriu e mordeu o lábio quando ele pegou no seu peito, Harry. Você gostou daquilo? - Louis puxou a filha mais pra perto, fazendo a garota sentir seu caralho duro contra sua coxa desnuda.
- Eu gosto de ter atenção, papai. Eu quero a sua atenção, mas você nunca me dá, não é? Sempre me lembra que sou sua filha e nada mais, mesmo que eu sinta seu pau duro e gostoso esfregando em todo meu corpo. Se você não me quer, eu preciso que outra pessoa me queira, não é assim que funciona? - Harry falou ofegante. A adrenalina percorria seu corpo e seu clitóris latejava, a renda da calcinha estava totalmente molhada. Ela tremia, o medo de Louis se afastar e acabar com tudo aquilo que ela sempre quis era imenso.
- Então você é só uma puta desesperada por pau, Harry? Hm? É isso que você é? - ele falava firme, apertando com tanta força a cintura de Harry que ele tinha certeza que ficaria roxo depois, e ela não poderia estar mais feliz por ter ele possessivo consigo daquela forma.
- Eu sou desesperada pelo seu pau, papai. Você sabe disso desde que eu tinha quinze anos. Eu nunca escondi isso de você, sempre me esfreguei no seu pau quando a gente dormia no meu quarto e a Meggie dormia no outro, sempre estive no seu colo encaixando minha bucetinha na sua coxa e deixando sua calça molhada, sempre abrindo minhas pernas na sua direção e fazendo questão demostrar meus peitos e minha buceta pra você em toda oportunidade. Você sempre fugiu de mim e me afastou, não venha agora querer me dizer que eu sou desesperada por qualquer outro pau que não seja o seu. - Harry praticamente vomitou as palavras para Louis, um misto de excitação, prazer e raiva se apossaram de seu corpo. Ela não aguentava mais viver provocando o pai e sendo negada todas as vezes.
- Quer dizer que você acha que eu não vejo como você se oferece pros meus amigos também, Harry? Acha que não vejo como você sempre usa suas roupas mais curtas quando Matt, Oli, Luke ou qualquer outro amigo meu vai lá em casa? Como num passe de mágica você decide tomar banho de piscina e coloca seus biquínis ridiculamente pequenos e fica passeando na frente deles? Você acha que eu sou otario? Hm? Você acha que eu esqueci de todas as coisas que você já fez que fizeram meus amigos ficarem descaradamente duros na minha frente? Você testa a porra da minha paciência, Harry. - Louis sussurrava tudo ao ouvido dela, para os de fora eles pareciam um casal de abraçando, mas ali entre os dois havia tensão sexual pra caralho.
- Sempre fiz isso porque, primeiro, eu gosto de atenção. E segundo, porque eu tentei realmente testar sua paciência pra ver se você parava de graça e me fodia logo. Eu já ouvi você batendo punheta e chamando meu nome no meio da noite, papai. Eu já vi você me olhando enquanto eu tomava banho de porta aberta. Você acha que eu não sinto seu caralho duro toda vez que a gente assiste filme juntos? Você acha que toda vez que você se afasta e diz que vai no banheiro eu não sei que você está gozando me desejando lá pra tomar sua porra? Você vai, de uma vez por todas, me foder como eu mereço e como você deseja tanto, ou vai de novo olhar pra mim e dizer que é meu - caralho! - Harry parou de falar instantaneamente. Louis estava cansado, ele estava prestes a gozar nas calças no meio do parque só de ouvir as palavras de Harry. Ele soltou a cintura da filha e colocou a mão no meio das pernas da mesma, começando a esfregar a renda babada da calcinha dela no clitóris, fazendo ela se calar.
- Eu vou te levar pra casa agora e vou foder você tanto Harry, que você vai se arrepender de ter infernizado a porra da minha vida. Não quero você olhando pra outro homem, desejando outro homem ou se oferecendo nunca mais. Você me entendeu? Você e todos os seus buracos são só meus. - ele arredou a calcinha de lado, sentindo o quão molhada sua garota estava, circulando e massageando seu clitóris até a menina responder. - Sim, papai. Eu entendi.
- Muito bem, bichinho. - Ele afastou a mão, trazendo os dedos molhados até a boca e sugando os mesmos enquanto olhava no fundo dos olhos de Harry. A garota gemeu baixinho, quase chorando ao pensar em tudo que seu papai finalmente faria com ela. - Vamos. - Louis pegou em sua mão, virando a cerveja e jogando no cesto mais próximo antes de puxa-la para a saída do parque.
Louis passava pelas pessoas rapidamente e Harry se esforçava pra acompanhá-lo já que estava de saltos. Até que ele virou para o lado contrário e os levou para uma entrada de funcionários. O pequeno beco era estreito e deserto, ele logo a empurrou de costas para o mesmo, prendendo suas mãos atrás das costas.
- Papai, o que você vai fazer? - Ela perguntou assustada, sentindo seu coração disparar e sua buceta melar mais ainda.
- Papai vai foder sua bocetinha, amor. Você não vai gozar e eu vou encher ela, você vai guardar minha porra direitinho até a gente chegar em casa. - ele já havia desafivelado o cinto, abrindo rapidamente o botão e abaixando a braguilha. - Continua com as mãos pra trás. - ele puxou o pau pra fora, abaixando a calcinha de Harry até que ela pendesse em seus calcanhares. - Abre a porra das pernas. - Louis subiu a saia de Harry depositando um tapa ardido na pele branquinha, marcando seus cinco dedos ali.
Harry prontamente o obedeceu, abrindo as pernas e empinando a bunda. Ela sentia sua lubrificação escorrer no meio das coxas, ela não sabia como conseguiria não gozar quando o cacete do seu papai finalmente entrasse nela.
Louis não demorou, não fez cerimônia. Ele cuspiu em seus dedos e lambuzou seu pau, dando três tapas no clitóris inchadinho antes de posicionar o caralho na entradinha encharcada empurrando de uma só vez.
- caralho, você é muito apertada, coelhinha. - ele puxou a trança de Harry para trás e começou a beijar seu pescoço, a garota gemeu alto tanto com a invasão rápida quanto pelo puxão ríspido.
- Meu deus você é tão grande papai, fode minha bucetinha por favor. - ela choramingou e Louis apertou a carne de seu quadril, metendo agora rápido e forte, fazendo ela gritar.
- Cala a porra da boca, caralho! Você quer que todo mundo veja seu papai fodendo você? Quer que todo mundo saiba a puta suja que você é? Implorando pelo caralho do seu próprio pai Harry, levando ele todinho bem fundo nessa bucetinha gostosa no meio de um parque. Quer que todo mundo veja você assim? Eu tenho certeza que você gostaria de uma plateia de vendo gemer desse jeito agora, não é? - o ritmo que Louis tinha estabelecido era implacável, ele estava delirando de prazer.
- Papai, para de falar assim se não eu vou gozar, você mandou eu não gozar mas eu não sei se consigo papai, você me fode tão bem e tão forte, tão gostoso, seu pau me preenche tão bem. - Harry era manhosa nos gemidos, ela apertava a bocetinha no caralho de Louis, ela pulsava e molhava cada vez mais, o barulho molhado do pau estocando e batendo em sua bunda era demais pra garota. Seus mamilos tão negligenciados, ela tinha vontade de esfrega-los contra a parede. Tudo que seu papai fazia em seu corpo era muito pra suportar e pouco para fazê-la finalmente gozar gritado como gostaria.
- Eu vou gozar tão gostoso dentro de você, bebê. - Louis começou a estocar mais rápido, denunciando que seu orgasmo estava próximo. - Me fala de quem você é, Harry. Fala que você é do papai. - Ele falava rouco e ofegante em sua orelha.
- Eu sou sua papai, só sua! A coelhinha do papai. - Harry falou sentindo seu clitóris latejar forte, seu baixo ventre começou a esquentar cada vez mais e ela sabia que iria gozar muito forte se Louis não parasse de meter logo. - A garotinha do papai, pra ele brincar e fazer o que quiser. Minha bocetinha é só sua, apertadinha e molhada só pra você e por você. - Ela falou rápido, seus olhos enchendo de lágrimas que logo escorreram por suas bochechas. Poucos segundos depois ela sentiu Louis prensar seu corpo contra a parede, gozando na sua bocetinha e gemendo rouco em sua orelha.
- Gostosa pra caralho, bichinho. - Ele saiu de dentro dela, lhe dando três tapas estalados na bunda antes de se abaixar e morder acima. Puxou sua calcinha e posicionou de volta em seus quadris, deixando um beijo em cima, lambendo os lábios e sentindo o gosto da lubrificação. Ele levantou e a virou para si, a puxando pela cintura.
- Você chorou, bichinho? - Ele riu, ainda completamente excitado. - Minha bebê, tão gostosa e apertadinha, tão, tão vergonhosamente molhada no meu pau. - ele lhe deu um beijo no queixo, fazendo a garota procurar seus lábios. - Você quer que o papai beije você, amor? - Ele sorriu ao que a garota assentiu rápido de mais, vezes demais. Puxou ela pela cintura e grudou seus lábios, a beijando com calma, aproveitando o máximo que pode de toda obscenidade do momento. Sua filha gemendo manhosa em sua boca, chupando sua língua com desejo enquanto esfregava as coxas juntas, claramente implorando por qualquer atrito no clitóris inchado e negligenciado.
- Papai, vamos pra casa, por favor. Eu quero gozar pra você logo. - ela fez um bico lindo, que pela primeira vez Louis pôde matar a vontade de morder e sugar pra dentro de sua boca, como desejava toda vez que ela o fazia.
- Vem. - Ele entrelaçou seus dedos e eles seguiram até o carro, logo entrando e seguindo pra fora do parque.
Assim que saíram e pegaram a estrada, Louis percebeu que Harry não parava quieta. Sempre se mexendo no banco, apertando as mãos entre as coxas e mordendo os lábios.
- O que foi, bebê? - ele perguntou desviando o olhar da estrada por alguns segundos.
- Eu tô muito molhada, papai. Eu preciso muito gozar. - ela soltou um gemido baixinho, começando a esfregar seu rosto no braço do pai.
- Mostra a bucetinha pro papai, amor. Você pode fazer isso pra mim? - ele pediu plantando um beijo no topo de sua cabeça.
Harry assentiu rapidamente, puxando a saia pra cima e arredando a calcinha suja de lubrificação abundante e porra do seu papai.
- Aí, coelhinha. A porra do papai tá vazando. - Ele olhou a buceta encharcada, vermelha e soltando porra branquinha. Ela era deliciosa. Levou sua mão livre até lá, pegando a porra que escorria até o cuzinho dela e metendo o dedo pra dentro da bucetinha, enfiando a porra pra dentro de novo. - Acho que você vai ter que ficar metendo minha porra dentro de você até a gente chegar em casa, bebê. Você consegue fazer isso pro papai, não consegue? - ele tirou o dedo e o observou todo babado, a porra e a lubrificação de Harry misturadas. - Abre a boquinha, sim? - Ele levou o dedo pra dentro da boca de Harry, vendo-a revirar os olhos enquanto sentia o gosto dos dois misturados e metia os dedos pra dentro da bucetinha, tentando manter ela cheia da porra do papai e tentando não gozar a cada vez que ia e voltava seus dedos.
- Seu gosto é tão bom. - ela falou entre gemidos. - Depois você pode gozar na minha boca, papai? - ela olhou Louis com os olhos marejados e pidões.
- Claro que posso, bichinho. Tudo pro meu bebê. - ele sorriu ladino.
- Papai, você quer que eu chame você de outro jeito? - ela perguntou com os olhos fechados, passando o dedo pela porra que escorria e enfiando pra dentro de novo.
- Do que você me chamaria, coelhinha? Eu sou seu papai e você é minha filha. E mesmo que você não fosse minha filha, eu ainda mandaria você me chamar de papai. - Ele apertou a coxa da menina, fazendo ela tremilicar no banco. - Estamos chegando, meu bem. Coloca a calcinha e limpa direitinho seus dedos.
Ela assentiu desesperada, subindo sua calcinha e lambendo seus dedos, olhando pro cacete duro do seu papai marcado na calça.
Poucos minutos depois eles haviam parado o carro na garagem. Subiram em silêncio, Louis na frente e Harry o seguindo quietinho atrás, seu estômago de revirando em excitação. Louis nem pestanejou, seguiu direto pro seu quarto, sentando na cama e vendo Harry se aproximar devagarinho.
- Vem aqui, meu bem. - ele puxou Harry e a deixou parada em sua frente. - Tira sua roupa pro papai, eu sempre quis ver você fazendo isso pra mim. - ele agarrou as coxas de Harry, deslizando pra cima e pra baixo, fazendo um carinho gostoso que Harry amava receber.
Harry puxou as alças do vestido para baixo, demorando para expor seus seios, se divertindo com os olhos fixos de Louis em seus peitos, ansioso, a respiração engatada olhando para ela com desejo. Deixou o vestido cair lentamente por suas pernas, tirando se seus calcanhares e empurrando para o lado com o pé.
Louis deslizou as mãos pra cima e a puxou pela cintura, beijando suavemente e lambendo sua barriga. Se levantou girando a garota e a jogando deitada na cama, se encaixando no meio de suas pernas e apertando um de seus peitos, levando sua boca até o mamilo durinho e sugando com força. Harry levou as mãos até os cabelos dele, enrolando seus dedos ali e deixando seus gemidos ecoarem pelo quarto.
- Você é tão linda, meu bem. - Louis soprou, mordendo com delicadeza o mamilo e puxando entre os dentes, logo fazendo o mesmo no outro. - Tão, tão bonita e gostosa, seu gemido é uma delícia. - Ele beijou a garota, esfregando seu pau coberto pela calça em cima da bocetinha molhada, causando arrepios na menina. Ele levantou e tirou os sapatos dela com calma, jogando no chão de qualquer jeito. Deslizou a calcinha pra fora de seu corpo, vendo a bagunça que ele a deixara. - Abre as pernas pro seu papai, amor. Eu vou chupar você até você gozar na minha boca, você gosta disso? - Ele forçou as pernas dela para os lados, olhando a bucetinha pulsar, contraindo no nada, implorando pelo seu pau.
- Sim papai, por favor. Eu sonhei tanto com isso, com sua barba arranhando minha pele. - ela dizia chorosa.
Louis sorriu beijando seus lábios mais uma vez, antes de colocar as pernas dela em seus ombros e deixar um selar demorado acima do clitóris. Harry tremeu e suas mãos rapidamente se enrolaram novamente nos cabelos dele.
Louis esfregou sua barba na parte interna da coxa de Harry, inalando o cheiro dela e lambendo sua virilha. - Assim, meu doce? Foi assim que você imaginou? - Ele mordeu ali, não deixando que ela respondesse. Ele lambeu os lábios menores que eram avantajados, esfregando a língua ao meio e subindo, esfregando os lábios no clitóris e fazendo sua menina gritar e tremer em seus braços, forçando sua cabeça para baixo. Ele sorriu ao ver o efeito que causava nela, não demorando a sugar suavemente o clitóris pra dentro da boca, lambendo com a língua molinha em círculos, beijando e babando o músculo que pulsava constantemente em sua boca. Ele gemia gostoso na bocetinha, seu pau pulsante completamente duro nas calças. Suas mãos apertavam as coxas de Harry e as mantinham abertas, já que a garota tentava fecha-las ao redor de sua cabeça. Ele aumentou a velocidade, lambia pra cima e pra baixo, rodava, ia de um lado para o outro e repetia tudo de novo enquanto Harry gemia alto, as costas arqueadas, soltando mais e mais lubrificação, molhando seu queixo. Ele estava insano com o gosto de Harry invadindo seus sentidos, com seus gemidos deliciosos enquanto chamava ele. Deslizou dois dedos pra dentro da garota, os curvando pra cima e pressionando ali, lambendo mais rápido e mais forte, até ouvir o gemido estrangulado dela. A buceta pulsava e esmagava seus dedos, as pernas fechando em sua cabeça, tremendo, os mamilos completamente duros e a lubrificação escorrendo por sua palma.
- Papai! - Harry gritou puxando a cabeça de Louis pra cima. - Meu deus, caralho! - choramingou.
Louis beijou novamente as coxas de Harry, a deixando na cama tremendo, os olhos fechados enquanto tentava regular sua respiração. Louis desabotoou sua camisa, aproveitando para ver Harry sentindo seu orgasmo, tirando sua roupa com calma. Desafivelou o cinto, desabotoou a calça e a desceu pelas pernas, tirando os tênis com os próprios pés. Quando estava completamente nu, segurou seu pau completamente duro e molhado de pré gozo e começou a descer e subir a mão lentamente, se masturbando devagar olhando o corpo da filha molinho em seus lençóis.
- Já cansou, bichinho? - Louis falou, atraindo a atenção de Harry que ainda estava em sua própria bolha.
- Não, papai. - ela engoliu em seco, levantando e sentando em seus calcanhares com dificuldade, seu corpo mole pós orgasmo. - Deixa eu chupar você, papai. Por favor. - Ela se aproximou mais da beirada da cama, apoiando as mãos nas coxas de Louis.
- Você vai fazer direitinho, bebê? - Louis levou a mão livre até o queixo de Harry, usando o polegar para abrir sua boca.
- Vou papai, eu prometo. - Ela sugou o dedão de Louis para dentro da boca, circulando com a língua na ponta. Louis gemeu pesado, abrindo a boca da menina e passando a glande pelos seus lábios, espalhando o pré gozo ali. - Não quero que use suas mãos. - falou antes de enrolar a trança de Harry em seu punho e puxar sua cabeça de encontro ao seu pau, deixando Harry controlar seus próprios movimentos.
Harry gemeu de prazer ao finalmente sentir o peso do caralho de seu papai em sua língua, se molhando inteirinha de novo em segundos. Ela sugou a cabecinha, circulando a língua e a pressionando na fenda, sentindo Louis jorrar pré gozo diretamente em sua língua. Ela começou a tomar cada vez mais, engolindo o pau grosso até que seu nariz encostasse na pelve dele.
- Caralho bebê, você me mama tão gostoso. Tão boa, sua boca é tão deliciosa. - Louis pressionou a cabeça de Harry contra seu pau, soltando quando ela bateu em sua coxa. Ela tossiu e respirou fundo, voltando a chupar agora com rapidez, indo e voltando rápido, engasgando sozinha.
- Fode minha boca, papai. Mete igual você fez na minha bocetinha. - Ela sussurrou e voltou a chupar, sentindo Louis gemer rouco e firmar o aperto em seu cabelo, passando a estocar firme contra sua boca.
- Caralho, amor. - Louis aumentou a velocidade. - Quer a porra do papai? - a menina gemeu alto em confirmação. - Engole tudo, bebê. - Ele deu três estocadas fortes, esporrando na garganta dela.
Ela se afastou, engolindo tudo. Segurou na base do pau, lambendo o comprimento, limpando cada gota de porra que havia nele.
- Você é tão gostoso, papai. Seu gosto é tão bom. - falou rouca, a garganta fodida.
- Você foi incrível, bichinho. Minha princesa linda, eu nunca mais vou precisar de nada além de você. - Louis se abaixou, beijando seus lábios e apertando seu pescoço, a jogando deitada na cama novamente. - Você quer a porra do papai aonde agora? Hm? Papai pode encher sua bocetinha de novo, pode encher seu cuzinho... Você já deu esse seu rabo gostoso pra alguém, bebê? - Ele falava deslizando a mão sob a barriga de Harry, logo encontrando a bocetinha molhada e masturbando seu clitóris devagarinho.
- Não papai. - respondeu afetada. - Eu quero você metendo na minha bocetinha de novo, mesmo se você comer meu cuzinho eu ainda quero sua porra me deixando bem cheia nela. - Ele gemeu no ouvido da garota.
- Eu vou comer você em todos os lugares hoje, bebê. - Louis sussurrou em sua boca. - Vou deixar você bem abertinha pra receber o papai. - ele a beijou, aumentando a velocidade dos dedos e a fazendo gemer em sua boca. Se afastou e cuspiu em seus mamilos. - Brinca com eles pra mim, bichinho. - ele sorriu ao vê-la apertando e girando os mamilos entre os dedos, descendo entre suas pernas e voltando a chupa-la. Dessa vez, ele foi com fome. Sem cerimônias, sugava e chupava rude, bruto, cru. Gemendo contra sua buceta, metendo dois dedos nela enquanto a garota gritava pelo papai. Usou a própria lubrificação dela e bastante saliva quando desceu o dedo médio até o cuzinho que piscava, massageando e introduzindo.
- Papai! Meu deus! Isso é muito bom, porra. - Harry estava insana.
Logo tinha dois dedos em sua buceta, dois em seu cuzinho e a língua de seu papai trabalhando em seus clitóris, tudo enquanto tentava manter o quadril pra cima apoiada em seus calcanhares para facilitar o ângulo para Louis.
Louis começou a estocar em seus dois buracos juntos, lambendo mais rápido e fazendo Harry esguichar contra sua boca. Ele não parou, mesmo quando Harry implorou dizendo que era muito, ele sabia que não era.
- Você quer mesmo que eu pare? - ele perguntou logo voltando a chupar vendo Harry negar rapidamente, confusa demais com todas as sensações.
Ele só parou quando já haviam três dedos no cuzinho de sua bebê, não perdendo tempo em subir sob seu corpo e encaixar a glande sob ele, empurrando devagar. Harry cravou as unhas em suas costas, chorando copiosamente.
- Papai, mete por favor, por favor! - ela começou a implorar.
Louis entrou e saiu devagar, aumentando a velocidade aos poucos. Levou sua mão até o clitóris e voltou a massagear, fazendo Harry esguichar de novo. Ele metia lento e forte, aproveitando cada gemido estrangulado que ela dava quando estava todo dentro. Suas mãos passeavam por todo corpo da menina, desesperado por ela, desejando ter tudo de uma só vez, como se pudesse recuperar o tempo que perdeu negando suas investidas. Ele lhe beijava com amor e cuidado, contradizendo as estocadas que já eram desesperadas à essa altura. Quando percebeu que ia gozar, saiu de dentro dela, repentinamente.
- Fica de quatro. - Ele lhe deu um tapa no rosto e a garota quis explodir em tesão, ela não conseguia expressar como Louis conseguia mudar em poucos segundos. Ela o fez com dificuldade, bunda pra cima e dorso e rosto espalhados na cama. Louis se posicionou atrás dela, metendo na bocetinha tão apertada que chegava a ser torturante. Cuspiu em cima do cuzinho alargado, enfiando dois dedos antes de começar a meter impiedosamente na menina.
- Mais forte papai, mais! - Harry soluçava, gozando de novo quando Louis começou a estapear sua bunda.
- Uma putinha insaciável, não é? Eu já fodi todos seus buracos, Harry, e você continua implorando por mais! - e mais tapas eram estalados. Louis puxou os cabelos de Harry pra trás, sentindo a garota apertar tanto seu pau que foi incapaz de não gozar bem fundo, esporrando na bocetinha judiada, toda vermelhinha e dolorida de tanto ser fodida.
Ele saiu de Harry com cuidado, puxando a garota mole para seus braços.
- Bebê? - ele a chamou, mas ela apenas resmungou cansada, beijando seu peitoral. - Você foi perfeita pro papai. Tão gostosa, bonita, obediente. Papai te ama muito, meu bichinho. Você é a mulher da minha vida, e a única, você sabe, não sabe? - ele falava devagar, enquanto distribuia beijos por todo rosto da filha.
- Uhum. - ela sibilou, procurando os lábios do pai e lhe dando um selar.
Louis apenas ficou ali por alguns segundos, vendo ela ressonar baixinho em seu peito. A pegou no colo, levando-a pro banheiro e lhe dando um banho. Lavou todo seu corpo sonolento com calma não deixando de dizer sempre o quanto ela era linda e quanto a amava. Lavou seus cabelos do jeitinho que ela gostava. Era muita coisa pra fazer com uma menina dormindo profundamente, então a deixou na cama sem trocar os lençóis, passou o creme que ela tanto amava em seu corpo e o outro que ela passava todos os dias religiosamente em seu rosto. Secou seus cabelos rindo todas as vezes que ela resmungava pelo barulho, beijando seu rostinho sempre para acalma-la. A vestiu com uma camisa velha dele do Skid Row, a cobrindo antes de ir tomar seu próprio banho. Vestiu apenas uma cueca e deitou ao seu lado, trazendo seu bichinho pra dormir tranquila em seu peito.
he grabs me, he shares me, he loves me • one shot h!inter
Descrição: Harry fica surpreso quando certo dia encontra titio William em casa, descobrindo depois que infelizmente o homem estava sendo traído pela noiva e precisava de um tempo longe de casa para tentar esquecer esses problemas.
Harry sempre é muito bom para seu papai, servindo como o brinquedo perfeito quando esse precisa de um pequeno consolo para se sentir melhor. Por que não ser oferecido para ajudar seu titio nessa questão, também?
avisos: nessa one shot vai ter incesto pra dar e vender entre o harry, louis e o william (filho, pai e tio respectivamente). que isso já esteja bem ciente desde esse ponto para não ter qualquer choque futuramente na leitura, se não lhe agrada nem comece bj bj
tag's: h!inter (harry tem uma buceta) - todos os personagens maiores de idade - incesto - size kink (imaginei o harry menor mas é de seu critério) - desuso de camisinha - mordidas e tapas nos peitinhos, bunda e bucetinha - belly bulge - daddy kink - falsa inocência - um pouquinho de cnc e manipulação.
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Certa tarde Harry chegou em casa do colégio e teve uma surpresa ao encontrar na mesa do almoço seu tio William, que era irmão gêmeo de seu pai. Já fazia um tempinho que o homem não os visitava, pois sempre dizia estar ocupado com questões do trabalho e depois com as novas questões que acabaram surgindo: as do casamento.
Por isso que ver o homem ali, justamente naquele dia, era uma das coisas mais improváveis para Harry. Porém ele não deixou de ficar feliz, tinha muito carinho pelo tio.
Sua mãe não estava na mesa do almoço quando chegou, deveria ainda estar fazendo plantão no hospital, por isso apenas beijou a testa do pai e cumprimentou o tio com o mesmo beijinho, antes de sentar em seu lugar onde já tinha um prato de comida prontinho.
— Como foi a escola? Chegou um pouco mais tarde. — Louis observou dando uma olhada no relógio de pulso.
— Bem. Tive que ficar mais um pouco pra resolver umas coisas do grêmio estudantil. — Harry explicou com um sorrisinho, colocando um pedacinho de tomate na boca. — É uma surpresa ver você aqui, tio William. — Falou chamando a atenção do outro, não deixando de notar as pequenas olheiras sob seus olhos e o aspecto cansado de seu rosto.
— Eu tinha algumas coisas para resolver em Londres e seu pai disse que não haveria problema ficar aqui durante esse período, então... — Deu de ombros ainda forçando aquele sorriso e Harry ficou um pouco preocupado que algo a mais estivesse acontecendo.
Assim como Louis era um bom papai, sempre cuidando dele e sendo o homem mais amoroso do mundo o tratando feito uma princesinha, seu tio William não ficava muito atrás. Harry sempre se lembrou muito bem que desde sempre foi muito mimado por ambos os homens, que sempre lhe davam as melhores roupas e brinquedos. Mesmo ele não sendo mais uma criança e não precisando tanto de tamanha atenção, os dois homens continuavam assim – William em pequena parcela por morar longe, mas sempre que estava por perto cumpria com seu papel de melhor titio de todos os tempos.
Isso se provava em datas especiais como nos seus aniversários, ou no Natal. Sempre ganhava presentes do tio e recebia ligações em que ele genuinamente se preocupava em saber se tudo estava bem.
Os dois sempre cuidaram tão bem de si, por isso que quando notava que algo parecia estar os deixando tristes ou preocupados, sempre tentava pensar nas melhores maneiras para se resolver aquela situação.
Seu papai, servindo como um bom exemplo, sempre usava ele quando precisava se sentir um pouquinho melhor e sempre funcionava. Harry amava ser tão útil ao ponto do homem sempre parecer buscar cada vez mais de si.
Harry sabia que era errado, muitas vezes ele pensou sobre e tinha noção de que não era nada certo. Mas era tão gostosinho ser tão desejado e saber no final de tudo o quanto seu papai gostou, tendo em base o quanto de porra branquinha escorria do seu buraquinho usado. E no final sempre tinha aquelas palavras de aprovação, os beijinhos carinhosos, o banho de espuma especial na banheira e todo o carinho até que pegasse no sono.
Harry gostava de seu útil para seu papai, simples assim.
Em uma dessas noites em que Louis tinha ido até seu quarto para ficarem juntinhos, como costumavam fazer sempre que podiam, Harry sem querer se viu pensando sobre o tio sozinho no quarto de hóspedes mais aos fundos da casa.
— Tudo bem? — Louis perguntou baixinho, enquanto colocava meias quentinhas em seus pés. — Papai machucou muito? — Tinha a sombra de um sorriso em seus lábios com a pergunta, e isso fez Harry sorrir também com bochechas ganhando um tom rosa.
— Não. — Harry respondeu ainda com aquele adorável sorriso. — Só um pouquinho.
Quando Louis terminou de colocar as meias em seus pés para mantê-los aquecidos, Harry abriu os braços indicando que queria ficar abraçadinho. Claro que Louis não demorou a atender seu pedido, se aproximando mais de onde ele estava, deitando no lado vazio da cama puxando-o para deitar a cabeça em seu peito, o braço rodeando seu corpo magro com firmeza.
— Eu conto tudo pra você, não conto? — Harry rompeu com o silêncio que se formou no quarto, tendo sua certeza de que Louis não tinha caído no sono quando ouviu ele rir baixinho da sua pergunta.
— Eu espero que sim. — Murmurou sonolento, as mãos deslizando vagarosamente pela lateral de seu corpo até seus quadris, onde apertou.
— Então me conta o que aconteceu com o tio William. — Harry pediu deixando um beijinho na bochecha dele coberta por uma barba de tom ruivo por fazer, como se esse fosse o segredo para fazê-lo contar.
— Você é um garotinho muito curioso. — Louis tinha um sorriso nos lábios, os olhos azuis fechados, os dedos apertando o quadril de Harry novamente em provocação. — Hum, você já sabia que seu tio ia se casar com aquela mulher, a Becky, certo?
— Uhum. — Harry assentiu, tentando conter a empolgação por Louis finalmente estar falando sobre aquilo.
— Então, ele descobriu que ela estava o traindo com um colega de trabalho, e isso o deixou muito magoado, é claro. — Louis explicava lentamente. — Ele está aqui em Londres, enquanto ela arruma as coisas para sair da casa que eles dividiam e também pra cancelar os preparativos do casamento. Tudo isso coincidiu com o trabalho que ele realmente veio fazer aqui.
— Isso é muito triste. — Harry observou com um pequeno beicinho. — O tio William é muito legal.
— Ele é. Mas não vamos falar sobre isso com ele, princesa. Ele já se sente magoado o suficiente. — Harry não demorou a assentir e relaxar mais contra o corpo de Louis, mostrando que já estava pronto para dormir. — Boa noite, meu bem.
— Boa noite, papai.
Os dois caíram no sono rapidamente e Harry na manhã seguinte curiosamente despertou antes mesmo que seu alarme tocasse indicando que deveria começar a se arrumar pra ir a escola.
Harry sorriu ao se dar conta do peso do braço de Louis envolta de sua cintura, mostrando que ele não tinha saído no meio da madrugada para voltar e dormir no próprio quarto. Não querendo despertar ele tão cedo sem motivo, afastou seu braço com cuidado e ficou de pé para pegar o uniforme limpo da escola no guarda roupa, junto às meias e sapatos que colocaria no banheiro após tomar banho.
Minutos depois quando Harry já estava pronto na cozinha tomando um copo de suco, mexia distraído no celular aproveitando aquele tempinho livre que teria antes de sair pra escola. Tinha os antebraços apoiados no balcão, o bumbum balançando distraidamente de um lado para o outro.
Harry então se assustou quando sem aviso sentiu braços envolta de sua cintura, sendo abraçado fortemente por trás. Deu um pulinho assustado e olhou sobre o ombro, vendo o rosto sério de Louis.
— Bom dia, papai. — Harry beijou a bochecha dele, a barba fazendo cócegas em seus lábios macios.
— Você levantou sem falar nada. Ia sair sem falar comigo? — Louis perguntou baixinho rente a sua orelha, Harry sorrindo de modo adorável deixando o copo já vazio sobre o mármore da pia.
— Você parecia estar em um sono tão bom, não queria atrapalhar. — Harry explicou, precisando virar quando Louis indicou que deveria fazê-lo, os dois ficando um de frente pro outro.
Harry se assustou quando de repente Louis juntou seus lábios, empurrando seu corpo até que estivesse encurralado contra a ilha de mármore escuro no meio da cozinha. O mais novo se encolheu e virou o rosto para que parassem, fazendo Louis deixar beijinhos por sua bochecha.
Sua atitude deixou Louis confuso, se afastando um pouco para segurar sua bochecha e fazê-lo olhar nos seus olhos.
— O que foi?
— A gente não pode fazer isso aqui e agora. — Harry disse baixinho, ficando na ponta dos pés para olhar sobre o ombro de seu papai na direção do corredor. — Alguém pode nos ver.
— Eu não ligo. — Louis segurou seu pescoço em um pequeno aperto nas laterais, sentindo Harry engolir em seco sob sua palma. — E você sabe que o papai não gosta nenhum pouco quando você se afasta assim. E sabe por quê? — Seus lábios estavam muito próximos, Harry com a respiração ficando aos pouquinhos menos controlada.
— Porque eu sou seu. — Harry respondeu baixinho e Louis sorriu satisfeito com a resposta.
— Exatamente, Hazzy, você é só do papai. — Louis o fez virar de costas novamente, o empurrando até que tivesse o torso deitado sobre o mármore da ilha e a bundinha empinada contra sua virilha.
Harry comprimiu os lábios fortemente ao sentir Louis esfregar o pau coberto com firmeza contra sua bunda, suas mãos se fechando em punhos quando ele simplesmente levantou sua saia plissada e puxou sua calcinha branca de algodão para baixo. Seus lábios róseos se entreabriram com a intenção de dizer algo, mas logo precisou conter um gemido quando desta vez sentiu o calor do pau dele semi-ereto entre as bandas de sua bunda nua.
O corpo de Harry ardia por toda a tensão da situação. Ele não tinha ideia se sua mãe tinha vindo para casa naquela noite, fora isso tinha o risco de seu tio acordar e aparecer justamente quando estavam naquela situação, bem na cozinha onde poderiam ser facilmente vistos.
Sentiu Louis se afastar, mas rapidamente foi capaz de reconhecer o hálito quente dele atingir a pele macia de sua bunda, em seguida o calor quente e úmido da boca dele devorando sua bucetinha como se tivesse fome. Seus olhos verdes brilhantes se reviraram, sua boquinha se abrindo em um gemido silencioso com a língua ágil do seu papai tocando cada lugarzinho certo, as mãos fortes dele puxando suas nádegas para os lados a fim de ter mais acesso.
— Papai. — Harry sussurrou agoniado, os olhos se arregalando e mordendo as costas da mão quando Louis pressionou a pontinha rígida da língua no seu cuzinho virgem e tão apertado. — V-Vão nos encontrar, p-papai.
— Se continuar gemendo assim, é claro que vão. — Louis murmurou deixando mordidas na pele macia com a justa intenção de deixar pequenas marcas espalhadas por todo seu bumbum. — Papai é louco pra meter o pau aqui, você tem ideia disso?
Harry no mesmo instante se contraiu com força somente com o pensamento. Pensou que normalmente, pra levar seu papai inteiro na sua bucetinha já era tão doloroso, mas que aos pouquinhos se tornava doloroso de um jeito bom.
Seu cuzinho era tão mais apertado. Somente imaginar a ideia dele deslizando para dentro de si por trás, já fez todos os pelinhos de seu corpo se arrepiarem e aquele frio na barriga já familiar o consumir.
Harry não precisou olhar para saber que Louis tinha ficado de pé novamente, voltando a esfregar o pau nas bandas de sua bunda. As mãos dele apalpavam as laterais de seu corpo, se demorando em seus peitinhos quando os dedos esbarraram nos mamilos durinhos.
Era tão difícil pra Harry estar naquele tipo de situação em que precisava ficar obrigatoriamente em silêncio. Sempre era tão gostoso quando sua mãe estava fora de casa e Louis não precisava sair para trabalhar, e assim os dois tinham a casa inteiramente para brincarem do modo que bem desejassem. Mas nas circunstâncias em que se encontravam, além de sua mãe estar possivelmente em casa, ainda precisavam tomar cuidado com o titio William.
O celular de Harry sobre a ilha da cozinha vibrou e a tela acendeu em uma nova notificação. Mesmo na situação em que se encontrava, Harry ainda foi capaz de ler e era uma mensagem de sua amiga, dizendo que ela e a mãe passariam em sua casa para oferecê-lo carona em alguns minutos.
— Hum. — Harry tentou chamar sua atenção, enquanto se esforçava para ignorar como sua bucetinha piscava de tesão com a cabecinha daquele pau se pressionando bem sobre os lábios gordos da sua xoxotinha já vergonhosamente melada. — Eu vou me atrasar.
Antes que Harry pudesse falar qualquer outra coisa, seu papai colocou a calcinha dentro de sua boca com a palma se posicionando sobre seus lábios, Louis pressionando a glande gorda um pouco mais em sua buceta até que tivesse pelo menos a cabecinha dentro.
Harry choramingou com a pequena ardência de sua xotinha se alargando para recebê-lo, mordendo com força o tecido macio da calcinha que tinha na boca, os olhos verdinhos voltando a se revirar em prazer conforme aquele pau deslizava cada vez mais fundo para dentro de si. Com a intenção de ver seu papai, Harry olhou para trás sobre o ombro assistindo Louis com os lábios rosados entreabertos observando o pau sumir aos pouquinhos conforme se afundava nele.
As mãos de Louis apertaram seus quadris com força, começando a se movimentar para frente e para trás lentamente o dando um tempo pra se acostumar, porque no começo o mais velho era sempre tão bonzinho para depois destruí-lo. Era sempre assim e Harry adorava, mas não tinha tanta certeza de que era uma boa ideia ser fodido com tamanha força antes de ir ao colégio.
Geralmente, depois dessas fodas brutas e rápidas, Harry sempre andava com certa dificuldade. O garoto sabia que Louis tinha prazer em fazer isso, somente pelo privilégio de poder assistí-lo ir embora com as pernas bambas e a bucetinha dormente por sua causa.
— Caralho. — Louis praguejou excitado, metendo o pau bem fundo até que os quadris ficassem pressionados nas nádegas cheinhas de Harry, a mão se posicionando no pescoço do seu gatinho o incentivando a deitar a cabeça em seu ombro, os dois ficando bem juntinhos daquele jeito. — Sua florzinha é sempre tão apertadinha no meu caralho. Lembra quando o papai fodeu ela pela primeira vez? Você me abraçava forte e chorava baixinho dizendo que machucava, mas não me deixava sair de jeito nenhum.
O papai sussurrou próximo a sua orelha, um sorriso cretino no rosto porque sentia seu corpinho estremecer por inteiro a cada mínimo movimento. Harry abriu mais as pernas, em uma tentativa de melhorar na movimentação daquele pau grosso entrando e saindo dentro de si, porém não tinha jeito quando ele era tão apertadinho.
Se antes havia qualquer controle em Louis, esse foi embora quando aparentemente desistiu de esperar que sua xotinha estivesse mais propícia a recebê-lo devidamente, os dedos agarrando seus quadris para mantê-los parados ao que passou a se movimentar para frente e para trás.
A sensação de ardência estava ali, mas ao mesmo tempo era tão gostosinho, porque sempre era quando tinha Louis o fodendo daquele jeitinho. Tamanha era aquela sensação e todos aqueles sentimentos se espalhando para diferentes pontos de seu corpo, que as mãos de Harry se apertaram em punhos sobre o mármore gelado, mordendo aquela calcinha dentro da boca com tamanha força por temer deixar escapar algum som alto e chamar atenção.
— Ah, princesa. — Louis murmurou em meio a um beijo em sua nuca, não parando em momento algum de estocar contra sua buceta. Em meio a isso os movimentos de Louis começaram a ficar mais rápidos e um tanto agressivos, o corpinho de Harry sendo empurrado para frente conforme o corpo dele se chocava contra o seu.
Mesmo com aquela calcinha na boca, ainda era possível escutar os pequenos gemidinhos de Harry perdidos pelo cômodo, a maneira que ele choramingava sempre que seu papai conseguia ir ainda mais fundo que antes.
Harry estava muito perdido no prazer para se dar conta do que estava acontecendo, enquanto Louis o fodia tão forte e de maneira tão certeira. Em determinado momento daquela brincadeirinha libidinosa com o papai, não se deu conta de que alguém havia aparecido no corredor e estava ali espreitando como um observador silencioso.
William estava dormindo no confortável quarto de hóspedes ao final do corredor. Tinha um costume de acordar um pouco cedo para usar o banheiro e beber um pouco de água, mas acabou esquecendo de pegar uma garrafa noite passada para não ser preciso ir até a cozinha. E foi nessas circunstâncias que encontrou o irmão e seu sobrinho em tal situação.
William não era idiota, sabia que tinha algo acontecendo. Seu irmão também não fazia muita questão de esconder, pelo menos dele, chegando até a provocá-lo em situações muito específicas. Como quando estavam na sala de estar e Louis pedia para que Harry sentasse em seu colo, fazendo o garoto ficar propositalmente com as pernas abertas em sua direção.
O gêmeo mais novo chegou ao ponto de se questionar se era algo que Harry realmente queria, e sua pergunta foi respondida quando nesses momentos – onde Harry supostamente pensava que não estavam sendo observados – provocativamente começava a se esfregar sobre a virilha do pai, deixando beijinhos adoráveis em sua bochecha.
Tentava evitar a todo custo, porque sabia que era errado, mas sempre acabava de pau duro nessas situações. Começou a assumir para si mesmo que Harry era irresistível demais e que ultimamente se sentia muito sozinho, após descobrir a infidelidade da noiva.
Então naquela manhã, quando encontrou Louis e Harry daquele jeito, mesmo já tendo uma ideia do que se passava, paralisou por completo. E ele foi visto por Louis, que ao invés de ter parado com o que estava fazendo, fez questão de segurar a dobra do joelho direito de Harry e levantar sua perna para que ficasse mais aberto e exposto na direção William em que estava, o mais novo precisando então se manter de pé tremulamente em uma só perna.
Naquela posição William podia ver perfeitamente Louis entrando e saindo daquela xotinha, que notavelmente se apertava bem gostoso envolta daquele caralho. Aparentemente Harry havia gostado do jeitinho que estava naquele momento, pois passou a gemer um pouquinho mais alto com a cabeça pendendo para trás e as costas de curvando belamente em completo prazer, antebraços apoiados na ilha gelada.
— Você gosta, huh? De saber que é um brinquedinho especial do papai? — Louis perguntou baixinho, não tirando os olhos de William, ficando satisfeito quando Harry respondeu quase imediatamente em um choramingo. — E você sabe como me enlouquece, me faz querer estar dentro de você a todo instante. É só meu.
— Uhum! — Harry respondeu balançando a cabeça em afirmação vezes demais, passando a se empurrar contra os movimentos de Louis, que o conhecia bem o suficiente para saber que aquilo significava o quão perto ele estava de gozar.
Harry estava mais alheio que nunca a tudo que estava envolta dele. Na sua cabeça o mundo se resumia somente a ele, seu papai e o modo que seus corpos se chocavam conforme o mais velho metia deliciosamente em sua xota.
Aquela sensação prazerosa se espalhava em seu baixo ventre, como quando sentimos borboletas no estômago. Em sua bucetinha dolorida ficava cada vez mais evidente aquela sensação de formigamento que Harry conhecia tão bem, fazendo-o automaticamente levar os dedos até seu grelinho inchado e vermelho que implorava para ser tocado.
Mesmo com a boca ocupada, Harry conseguiu avisar que estava gozando, entendendo o aumento na intensidade das estocadas como um sinal de que poderia ir em frente.
Enquanto gozava em um revirar de olhos satisfeito, se possível, sua xotinha se apertava ainda mais forte envolta daquele pau enfiado tão fundo dentro de si. Estava tão fundo que Harry podia jurar senti-lo em sua barriguinha, junto a uma sensação de que ele pulsava conforme liberava jatos de porra que o manteria cheio.
As pernas de Harry estremeceram com tamanha intensidade, que se não tivesse Louis segurando sua cintura, certamente teria cedido e caído no chão.
Conforme Harry tentava controlar a respiração descompassada, tinha seus antebraços apoiados no mármore gelado. Estava tão aéreo que nem mesmo percebeu Louis enfiando dois dedos em sua boca para puxar aquele tecido frágil para fora, em seguida se abaixando atrás de seu corpo para vesti-lo com aquela mesma calcinha novamente.
— Agora você pode ir pra escola. — Louis tinha um sorrisinho, enquanto daquela vez arrumava a saia devidamente em seu corpo, Harry aproveitando para passar as mãos na blusa pra de alguma forma desamassar.
— Lacey já está chegando. — Harry passou os dedos pelos fios desarrumados do cabelo, Louis mais uma vez ignorando sua fala para segurar seu queixo e juntar seus lábios. — Papai! — Harry virou o rosto em uma risadinha, o rosto extremamente corado, tentando de alguma forma afastar o mais velho. — Eu preciso mesmo ir!
— Eu sei. Me espera lá que hoje eu vou te buscar. — Isso fez Harry sorrir ainda mais se possível, balançando a cabeça em entendimento e desta vez por conta própria deixou selinhos em seus lábios.
— Tchau!
Harry se despediu quando pegou a mochila e o celular, correndo para sair de casa e não acabar perdendo a carona, a porra vazando de sua xoxota e melando a calcinha. Não se deu conta de que não deixou somente o pai para trás, mas também um tio excitado que o observou silenciosamente se afastar.
Louis e William trocaram olhares. Eles teriam muito o que conversar.
笠
Alguns dias depois, na parte da manhã, Harry tinha ido à escola como de costume, e de tarde para a casa de uma amiga quando através de uma ligação teve a autorização do pai, após muita bajulação e promessas. Por lá ele se distraiu conversando, provando roupas e ouvindo músicas.
Harry acabou ficando para o almoço e até para o lanche da tarde, decidindo depois que era melhor ir embora quando notou que o céu estava muito perto de escurecer, e seu papai não gostava quando ele voltava para casa muito tarde.
Assim que Harry chegou em casa, soube que sua mãe não estava por não ter visto o carro dela na garagem, somente o de Louis. Se adiantou em entrar, encontrando já na sala escura seu papai e titio William sentados no sofá assistindo o final do jogo que passava na televisão.
Ainda ali no pequeno hall, Harry tirou seus tênis deixando-os na pequena sapateira de madeira e também deixou sua mochila por ali, antes de se aproximar do sofá onde cumprimentou o tio com um beijo na bochecha e depois subiu no colo de seu papai para beijar seu rosto. Foi quase automático para Louis abraçar sua cintura, deixando bem claro que o queria por ali, a outra mão ainda segurando a garrafa de cerveja.
— Ficou muito tempo na Lacey. — Louis murmurou próximo a sua orelha sem tirar os olhos da televisão.
— Quase no final da tarde a mãe dela nos deu a ideia de fazer um bolo. Desculpa. — Harry pediu espiando William pelo canto do olho, antes de deixar um selinho em seus lábios.
— Tudo bem.
Os três estavam no sofá de três lugares, então Louis o fez ficar no meio vazio e deitar com a cabeça em suas coxas, Harry sorrindo satisfeito quando William segurou delicadamente suas pernas com as meias ¾ brancas para que as colocasse sobre seu colo também.
Harry gostava de assistir jogos com seu papai, era uma das coisas que costumavam fazer quando ficavam juntos, por isso que começou a prestar a atenção no que passava na televisão, apesar de já estar praticamente no final. Como sempre Louis acariciava gentilmente os fios macios de seu cabelo, mesmo que esses estivessem presos em uma única trança.
O que Harry não deixou de notar foi o modo que William acariciava gentilmente seu tornozelo, evoluindo depois para suas pernas, os dedos brincando com o material macio de suas meias. Ficou um pouco alerta quando moveu as pernas, esfregando um pouco a sola dos pés nas coxas de William, acabando por sentir nos dedos como o pau dele estava duro sob o aperto da calça.
Seus pés acabaram se esfregando no membro dele também, o que o causou a reação de segurar seus calcanhares e suspirar longamente, se movendo um pouco no sofá. Diante disso Harry espiou a expressão de Louis, tentando identificar se ele percebeu o que aconteceu.
No mesmo instante a porta da sala foi aberta e pelos passos Harry já conseguiu identificar que era sua mãe. Sentou-se rapidamente e ficou de pé, arrumando a sainha plissada em seu corpinho, sentindo o olhar de ambos os homens queimando em si.
— Harry, quantas vezes eu já disse pra não deixar essa mochila aqui na porta. — Jane reclamou fechando a porta com o pé, segurando sacolas de compras do supermercado com ambos os braços tendo certo esforço.
Harry se adiantou em se aproximar para ajudá-la com aquilo, reparando na maneira que ela o olhou de cima a baixo carregando, se possível, ainda mais repreensão no olhar.
— Você ainda está com o uniforme?
— Eu o deixei ir para a casa da Lacey depois da escola e ele acabou de chegar. Já estava indo tomar banho quando você chegou. — Louis se adiantou em falar antes que Harry pudesse dizer qualquer coisa.
Harry precisou pressionar os lábios para conter um sorrisinho, se dando conta de como Louis sempre o protegia naqueles pequenos confrontos.
A reação de Jane foi fechar os olhos por alguns segundos e respirar fundo, Harry se adiantando em se livrar daquelas sacolas. Com a mãe em seu encalço, os dois foram até a cozinha para colocar as compras em cima da mesa.
— Pode guardar essas coisas pra mim? Estou tão cansada desse turno do hospital. — Jane suspirou se alongando um pouco, alguns ossos estalando pela tensão. — E depois tire esse uniforme e tome um banho. Já o coloque na máquina de lavar assim que puder, por favor.
— Sim, mãe. — Ela deixou um beijo em sua bochecha e se afastou na direção do corredor para ir ao quarto tomar um banho no banheiro.
Harry se ocupou em guardar as compras no devido lugar, ouvindo mais ao longe Louis e William conversarem em voz baixa. Poderia ser algo sobre o jogo, talvez, mas Harry ainda se sentiu curioso por conta do que aconteceu antes que sua mãe chegasse.
Ele poderia estar totalmente enganado e ser algo que sua mente criou, sempre tinha a possibilidade. Por isso achou melhor ficar quietinho e fingir que nada aconteceu, caso contrário sabe-se lá o que podia acontecer.
Quando terminou o que tinha sido designado a fazer, seguiu até seu quarto onde tirou as roupas e em seguida foi para o banheiro, desfazendo a trança de seu cabelo antes de prendê-lo no topo da cabeça para tomar uma ducha.
De banho tomado e tendo se secado com a toalha, começou a passar um creme pelo corpo de cheirinho muito bom que deixava sua pele bem macia. Só então, ignorando a gaveta de calcinhas, colocou o shortinho de um pijama, uma das camisas velhas que seu papai certa noite deixou em seu quarto, e um par de meias rosa pastel com pequenos morangos e um detalhe de renda rosa no tornozelo.
No corredor escuro, Harry espiou um pouco na sala vendo que Louis e William continuavam ali. Louis foi o primeiro a notar sua presença, indicando que deveria se aproximar novamente. Quando perto o suficiente, Louis o colocou de novo sentado de lado em suas coxas, deslizando o polegar por sua bochecha.
— Sua mãe já dormiu? — Louis perguntou e isso curiosamente fez o baixo ventre de Harry se revirar.
— Acho que sim. — Harry respondeu baixinho.
— Ótimo, porque preciso conversar sobre uma coisa séria com você. — Louis iniciou prendendo entre os dedos a mecha de cabelo que estava na frente do seu rosto, colocando-a atrás de sua orelha. — Eu contei pra você sobre o problema que o tio William tem passado, certo? — Isso fez Harry olhar na direção de William, que o observava atentamente com os olhos azuis muito frios. — E você pode imaginar como ele deve estar triste com toda essa situação.
— Uhum. — Harry cantarolou em concordância.
— Uma das coisas que o papai mais gosta em você, é como você é tão bonzinho e tá sempre querendo ajudar e tenta deixar todos felizes. O papai te criou tão bem... — Harry engoliu em seco, sentindo a bucetinha fisgar com aquela conversa. — Vendo como o William está triste, pensei se você não poderia ser bonzinho e ajudar ele a ficar feliz. Entende o que quero dizer?
— Deixar o tio William brincar comigo também? — Harry se moveu um pouco no colo de Louis, sentindo como o cacete do seu papai já estava começando a ficar duro embaixo do seu bumbum.
— Exatamente. Sempre que nós brincamos, o papai sempre fica mais feliz. Pensei que poderia fazer a mesma coisa pelo seu tio. Você gosta dele, sim?
— Muito. — Harry respondeu em um sussurro, olhando na direção de William para vê-lo tocar sutilmente no pau duro ainda dentro da calça moletom.
— Ótimo, princesa. E você vai deixar o William brincar com você? O papai vai ficar por perto o tempo todo. — Garantiu segurando o rostinho de Harry, deixando um selinho demorado em seus lábios tão rosados quanto um pêssego.
— Mas o papai não vai brincar comigo? — Harry perguntou confuso, de repente não gostando da ideia de que apenas William fizesse algo, enquanto seu verdadeiro dono apenas observava.
— Você quer os dois? — Louis tinha um sorriso nos lábios, olhando para o irmão querendo ter certeza de que ele tinha escutado a mesma coisa. William sorriu também, tendo certeza de que o pré-gozo que vazou da cabecinha de seu pau tinha melado um pouco a cueca que usava. — Você sabe que eu não sou capaz de lhe recusar algo assim, huh? — Segurou uma de suas bochechas, voltando a beijar docemente seus lábios entreabertos.
Harry sorriu timidamente com a fala, os lábios de Louis ainda deslizando lentamente pelos seus. A barba dele por fazer arranhava sua pele delicada e macia de um modo tão satisfatório, que o mais novo não deixava de pensar que cederia a qualquer instante em seus braços.
O beijo entre os dois não durou muito quando Harry foi incentivado pelo papai a descer do sofá e ficar de joelhos no chão gelado entre as pernas abertas de William, que ainda tinha os dedos apertando a própria ereção buscando o mínimo de alívio.
— Faz como o papai te ensinou, meu bem. — Harry ouviu Louis dizer baixinho, se adiantando em ficar um pouquinho mais próximo de William, olhando nos olhos azuis dele em um pedido silencioso para puxar sua calça para baixo.
William sorriu gentilmente, balançando a cabeça em afirmação indicando que deveria ir em frente, e Harry puxou sua calça junto a cueca somente o suficiente para que o membro ereto e as bolas cheias ficassem expostas. Harry se demorou um pouco no processo de ver como era ali embaixo, não deixando de pensar que ele era grande assim como Louis, mas que não era tão grosso quanto.
Harry começou exatamente como fazia com seu papai: o punho se fechou na base do membro grosso, assim podendo aproximar sua boquinha acumulando saliva na glande rubra, onde cuspiu assistindo ela escorrer por toda a ereção para só então começar a mover um punho com facilidade para cima e para baixo.
Mesmo com certa firmeza nos movimentos, era possível notar com facilidade como Harry era delicado e cuidadoso no que fazia, quando seu único objetivo com aquilo era causar somente prazer e satisfação no outro. A maneira que seus olhos verdes brilhavam e ele olhava com tanta atenção para o modo que a própria mão se movia ininterruptamente, servia em parte como prova do quão dedicado e atencioso ele era.
Pouco havia sido feito e tinha acabado de começar aquele deleite por algo tão errado e libidinoso, mas William já sentia um calor em seu baixo ventre se espalhando para diferentes partes de seu corpo. A mão apertando fortemente a almofada logo ao lado deixou de ser suficiente e logo a tinha posicionada sobre a cabeça de Harry, apertando entre os dedos as mechas do cabelo tão macio, tentando lidar com o desejo gritante de puxá-lo para seu pau.
O pensamento o fez lembrar que não se tratava apenas dele e de Harry a sós naquele momento, se virando para ver Louis observando Harry com atenção, uma das mãos apalpando o próprio pau sobre a calça.
— Deve colocá-lo na boca, Harry. Sabe que isso não vai ser o suficiente. — Louis disse rompendo aquele silêncio, que até então estava sendo evitado pelo som da televisão ligada ao fundo e dos sons molhados da mão de Harry punhetando aquele pau em uma bagunça de saliva.
Harry não demorou a assentir como um bom menino obediente que era, iniciando com lambidas muito molhadas que iam desde as bolas cheias até a fenda na glande quentinha e rubra, de onde escapava pré gozo em excesso. Um sorrisinho sapeca surgia em seus lábios sempre que sentia aquele gostinho em seu palato, fazendo questão de se concentrar ainda mais naquela região em especial para ter mais daquilo.
Quando abocanhou a glande, a língua muito molhada a circundando de jeito quase afobado, não se precipitou em colocar ainda mais na boca e levá-lo até o fundo. Com a experiência que tinha conseguido com seu papai, depois de todas as brincadeiras secretas naqueles momentos especiais entre os dois, aprendeu que Louis sempre gozava mais forte e mais gostoso quando era provocado até em um ponto em que não suportaria mais. Acabou deduzindo que com William poderia funcionar assim também, então colocou sua língua para trabalhar em diferentes pontos daquela ereção, propositalmente liberando muita saliva para sua mão punhetá-lo enquanto aquilo.
Em determinado momento fez uma pequena pausa, se afastando um pouco para tirar sobre a cabeça a camisa que estava usando, deixando a peça cair no ali mesmo no chão. Só usava as meias rosa e o shortinho minúsculo, que por estar sem calcinha, a costura acabava se encaixando entre os lábios de sua xoxotinha gorda e depilada, roçando por seu grelinho molhado e inchado de um jeito tão gostosinho que Harry propositalmente apertava as coxas buscando por mais.
Ouvir os gemidos baixos de seu titio somente lhe traziam mais incentivo para continuar o masturbando, olhando para ele com um sorriso quando viu esse esticar o braço com os dedos grossos se esfregando em um tipo de teste no mamilo do peitinho arrebitado e pequeno, mas muito gostosinho de apertar e mamar. Talvez tivesse sido difícil de ele resistir, diante do modo que os peitinhos balançavam um pouco, conforme os movimentos que seu braço fazia.
— Porra. Começa a chupar, meu bem. — William falou e pelo tom um tanto agoniado em sua voz, saiu como um tipo de súplica que soou um tanto prazerosa aos ouvidos do mais novo.
Harry voltou a sentar sobre as panturrilhas, trabalhando em mover a cabeça para baixo enfiando o máximo que podia daquele pau na boca. Os olhos dele se marejaram quase imediatamente quando sentiu a glande atingir a parte de trás de sua garganta, deslizando a cabeça para trás enquanto respirava fundo, em seguida voltando a colocar tudo o que podia na boca. Naquele processo Harry babava o máximo que podia e gemia bem dengoso todas as vezes em que William não conseguia se conter e estocava os quadris para cima.
Assistir aquela boca carnuda e vermelha envelopar seu pau tão molhado, a língua se esfregando de modo insistente na base, olhos tão verdes e marejados de ar tão dócil e inocente olhando diretamente nos seus, era como ter céu e inferno de mãos dadas bem na sua frente.
Harry o chupava tão gostoso e com tamanha dedicação, que vincos se formavam em suas bochechas coradas, ainda mais quando o tinha enfiado até o fundo na garganta no ponto em que a ponta do nariz encostava em sua virilha com alguns pelinhos ralos por ali.
Harry viu o exato instante em que as coxas de titio William estremeceram um pouco, ele em seguida agarrando os cabelos do topo de sua cabeça para puxá-lo a fim que parasse com a sucção, fios de saliva e pré gozo ficando ligados em seus lábios e queixo até o pau babado. O homem controlava os gemidos da maneira que podia, desta vez o próprio punho descendo e subindo forte por toda a ereção denunciando como estava muito perto de vir.
Harry fez questão de chegar mais pertinho e apertar os próprios peitinhos entre os dedos magros, dessa forma os dando certo volume. Desse jeito começou a esfregá-los contra o pau que estava sendo masturbado com tamanho afinco, indicando que o titio poderia gozar neles. William não durou muito depois disso.
Uma expressão satisfeita tomou o rostinho corado do mais novo, que tinha um sorriso doce nos lábios assistindo o pau de William pulsar, conforme liberava os últimos resquícios de porra que melaram seus peitinhos além do seu lábio inferior e queixo. Se abaixou um pouco para lamber a cabecinha suja com o líquido perolado.
— Eu fui bem? — Harry perguntou piscando lentamente os olhos muito verdes, a voz um pouco falha.
William tinha o rosto levemente corado coberto por uma fina camada de suor, a respiração um pouco acelerada ainda tentando se recuperar do orgasmo. O polegar começou a brincar com o lábio inferior muito rosado de Harry, que esperava ansiosamente por sua resposta.
— Foi perfeito. — William respondeu, olhando para o irmão, que àquela altura já tinha o pau fora da calça sendo masturbado com lentidão. — Você tinha razão, ele é incrível. Você o criou perfeitamente bem.
— Eu disse a você. — Harry ficou em silêncio ouvindo os dois homens falarem como se ele não estivesse presente, se sentindo até mais satisfeito com isso. — Vem aqui, amor. Agora você vai ajudar o papai.
Harry gostou muito da ideia, era inegável pelo sorriso adorável que surgiu em seu rosto, os lábios e o queixo ainda brilhantes pela saliva e gozo do boquete de momentos atrás.
De joelhos se aproximou mais de Louis, se posicionando entre as pernas abertas dele, do mesmo modo que estava antes com seu titio. Amava tanto chupar aquele pau, era simplesmente viciado, e ter Louis o oferecendo aquilo era uma das melhores coisas que poderia querer.
Harry gostava como o canto dos lábios começava a arder por aquele cacete ser tão grosso, ou de ter o maxilar doendo pelo tempo que manteve a boca aberta para recebê-lo. Não era necessário dizer muito, além do fato de ser uma putinha desesperada e sedenta por pau. Tinha até momentos em que Harry ardia de saudade em ter a boquinha fodida, e sem nem perceber começava a chupar a própria língua para tentar conter aquela necessidade de chupar algo.
Já tinha tido sua boquinha usada e a garganta preparada por ter chupado William antes, acreditando que com Louis naquele momento seria mais fácil que o comum
Acumulou saliva na boca e colocou a cabecinha gorda ali, usando a linguinha macia e molhada para brincar com ela em meio aquela bagunça de saliva. Começou a chupar ali com força, antes de deslizar lentamente a cabeça para baixo até que tivesse pelo menos metade dentro da boca, os olhos verdes não desviando dos azuis em momento algum para flagrar cada mínima expressão no rosto do mais velho.
Em meio a respiração pesada, Louis sorriu afetado quando notou que Harry gemia só por sentir seu gosto, ficando mais desesperadinho para chupar ainda mais.
— Tem o rosto de uma princesinha. Quem vê não diz que consegue ser a maior das putinhas, viciada em chupar pau huh? — Louis murmurou deslizando a ponta dos dedos nas laterais de seu rosto, por enquanto permitindo que Harry fosse no próprio ritmo. — O que você acha que eles diriam, Harry, se soubessem que você mama bem gostoso no pau do seu papai? Que é viciado e tá quase sempre implorando pra ser fodido por ele?
Ao mesmo tempo que Harry gemeu abafado por ter a boca cheia, William também deixou um som prazeroso escapar com a mão massageando o pau, que voltava a ficar duro aos poucos só de assistir Harry chupando aquele pau como se sua vida dependesse disso.
— Tem uma boca tão gostosa. — Louis gemeu apertando entre os dedos as mechas do cabelo castanho escuro, segurando a cabeça dele parada em um lugar só para começar a estocar os quadris para cima.
A cada estocada, os sons molhados de sucção ficavam cada vez mais em evidência no cômodo, a língua macia de Harry se esfregando com dedicação do modo que conseguia na base do membro grosso, sentindo com perfeição as veias saltadas dali.
Os olhos de Harry ficaram ainda mais marejados, conforme Louis continuava fodendo sua garganta e a glande atingia insistentemente o fundo dela. Louis estava tão fundo e ele era tão grosso preenchendo sua garganta completamente, que Harry de pouquinho em pouquinho ficava desesperado por ser privado de ar.
Quando não se sentiu mais capaz de lidar, Harry acertou alguns tapinhas agoniados na coxa de Louis, os engasgos ficando ainda mais frequentes com saliva escorrendo aos montes pela base onde se acumulava na virilha dele, que tinha os pelinhos ralos de um tom ruivo escuro. Durante isso a bucetinha dele formigava em tesão, liberando tanto melzinho só por se engasgar naquele cacete tão grande pra sua boquinha.
Somente foi permitido que se afastasse quando passou a bater alarmado a pontinha dos pés no chão, começando a tossir com lágrimas escapando feito cascatas de seus olhos verdes, enquanto tentava recuperar o ar e se acalmar.
Um fio de saliva continuou ligado de seus lábios muito brilhantes até a ereção babada, Louis acariciando sua bochecha murmurando como ele tinha sido perfeito, um sorriso surgindo nos lábios melados de Harry.
— Obrigado, papai. — Harry gemeu se movendo inquieto sobre as panturrilhas, Louis nem mesmo precisando falar nada antes que se aproximasse novamente para colocá-lo na boca.
— Não, não. — Louis se apressou em segurar os cabelos de Harry em um rabo de cavalo, segurando-o para que tirasse sua glande da boca. Flagrou o beicinho em seus lábios, a linguinha rosada ficando sobre o lábio inferior como um filhotinho implorando para ter mais. — Eu não lhe disse para fazer isso, disse?
— Não. — Harry respondeu baixinho, balançando a cabeça em negação.
— Então nem preciso lhe dizer que não pode sair fazendo o que bem entende tão livremente. — Louis segurava o próprio pau molhado, o esfregando e batendo contra as bochechas gordinhas de Harry até um ponto em que ficassem vermelhas. Durante esse processo, Harry manteve a boquinha aberta o tempo todo, esperando que chegasse um ponto que ele voltasse a usá-la.
Ainda segurando seus cabelos, Louis soltou o pau para forçar três dedos dentro de sua boca, os empurrando e puxando constantemente sobre a língua. Harry engasgava, mas ainda assim mantinha a boca prontamente aberta para ser fodida por aqueles dedos, como o homem bem queria.
Louis fazia aquilo com a justa intenção de deixá-lo destruído em uma completa bagunça, lágrimas nas bochechas coradas e saliva deslizando pelo canto de seus lábios, ao ponto de se acumular no queixo e pingar. Com esses dedos totalmente melados por sua saliva, acertava tapinhas em suas bochechas, gostando de ver Harry buscando por eles pra tentar chupá-los novamente.
Era tão sujo e Harry se sentia tão usado. Como se fosse uma coisinha perfeita e patética que só servia para ser um belo brinquedo para ser usado pelo papai, e consequentemente pelo seu titio também.
Os dedos de Louis saíram de sua boca e Harry voltou a olhar na direção do tio, que àquela altura já tinha o pau totalmente ereto novamente e claramente pronto para mais.
Harry se voltou para Louis quando esse acertou tapinhas em sua bochecha, respirando profundamente para poder colocar a glande na boca, não esperando muito para engolir o máximo que podia tendo auxílio da mão masturbando o que não conseguia.
Mesmo a glande constantemente atingindo o fundo de sua garganta fazendo seus olhos se transbordarem em lágrimas, o arrancando também o reflexo de quase vomitar babando bastante em meio ao boquete, Harry não iria parar até que tivesse o papai gozando na sua boca, o oferecendo o leitinho que era seu por direito. Amava ter Louis gozando em diferentes partes de seu corpo, porque sempre significava que ele tinha sido um bom menino fazendo um trabalho bem-feito. Era como uma pequena-grande recompensa.
Aqueles sons de engasgo que vinham do fundo se sua garganta sempre fazia Louis revirar os olhos e as bolas repuxarem fortemente, não resistindo em voltar a agarrar os cabelos dele e meter bem forte na cavidade molhada e aveludada, tornando assim esses sons deliciosos ainda mais altos e frequentes.
Faltando pouco para gozar, Louis puxou a cabeça de Harry para baixo até que a pontinha do nariz dele estivesse encostada em sua virilha, mantendo-a parada enquanto longos jatos de porra escapavam de sua fenda.
Harry tinha seus olhos fechados com força, se esforçando o máximo que podia para engolir tudo direitinho, as mãos abrindo e fechando em punhos repetidamente com as unhas curtas arranhando o estofado do sofá.
O corpo de Louis relaxou pós-orgasmo e Harry finalmente foi capaz de se libertar do aperto insistente, caindo de bumbum no chão quando ainda estava tossindo, a mão tocando o próprio pescoço tentando lidar com aquela sensação de ardência.
Harry voltou a olhar para o tio que desta vez só acariciava as bolas, caso contrário, se continuasse com aqueles movimentos rápidos e desesperados do punho descendo e subindo rapidamente, acabaria gozando sem ter a oportunidade de brincarem mais uma vez.
E Harry sabia que a pequena ajuda pela qual tinha sido oferecido não se tratava somente daquilo e então ir para o quarto dormir tranquilamente sob as cobertas fofas e macias. Ele ainda teria que fazer muito mais para deixar seu titio verdadeiramente feliz e seu papai tão orgulhoso quanto, por perceber o quão bem tinha criado ele.
— Muito bem, Hazz. — Louis ainda estava ofegante, chamando-o para ficar de joelhos e chegar mais pertinho.
Ambas as mãos de Louis seguraram seu rosto e ele o trouxe mais para perto, juntando seus lábios em um selinho demorado que fez tudo dentro de Harry derreter, as borboletas no estômago dando cambalhotas em festa.
Aprovação. Harry amava receber aprovação.
Louis mudou um pouco a posição em que estava, sentado com a lombar recostada no braço acolchoado do sofá, as pernas um pouco abertas indicando que era ali que Harry deveria ficar. O garoto imediatamente o fez, sentando entre as pernas dele com as costas contra o peito acalorado.
As mãos de Louis automaticamente se foram para seus peitinhos expostos, espalhando ali a porra de William que ainda não tinha secado, os dedos grossos apertando os mamilos delicados e sensíveis com força. Harry sempre choramingava dengoso, a sombra de um sorrisinho surgindo no canto de seus lábios rosa, as mãos se posicionando sobre as grandes de seu papai em incentivo para que continuasse.
Harry estava tão imerso naquela bolha dos toques e toda a proximidade com Louis, que nem percebeu que a maneira que suas pernas estavam abertas acabava expondo que não usava calcinha alguma sob aquele shortinho, os olhos azuis de William mantendo-se bem atentos ali.
Harry pode não ter notado esses olhares de William, durante aquele momento pelo menos, mas Louis certamente notou. Tanto notou que achou uma ótima ideia instiga-lo ainda mais, as mãos deslizando pela barriga de Harry até a virilha dele, adentrando o short até sentir sob os dígitos a maciez dos lábios gordos e melados daquela xoxotinha que tanto era viciado.
— Está maluco pra ver como ele é aqui embaixo, huh? — Louis perguntou baixinho, beliscando o biquinho do peito dele entre os dedos, os dedos da outra mão ainda brincando com o grelinho que se projetava para fora junto aos lábios esfoladinhos da buceta, detalhe esse que somente a tornava ainda mais bonita e apetitosa.
— Com certeza. — William nem tentava disfarçar seu interesse.
Um tempo atrás não deixou de reparar em todas as chances que teve, por mais errado que fosse, que Harry não tinha aquele volume familiar entre as pernas. Houve um tempo em que o garoto ainda usava roupas masculinas e vez ou outra optava por femininas, isso desde muito pequeno, e nunca causou estranheza em William ou em qualquer outro membro da família.
Mas conforme Harry ia crescendo, passou a usar essas roupas “masculinas” com menos frequência até um ponto em que só não as usava mais. Provavelmente foi se sentindo cada vez mais confiante com o próprio corpo e consequentemente com essas roupas.
Foi uma das melhores coisas que aconteceu a Harry, porque ele simplesmente ficava uma delícia naquelas roupinhas, ainda mais quando a costura dos shortinhos de algodão muito curtos se encaixavam entre os lábios da xoxota e ele andava pela casa carregando essa pequena tentação.
— Então por que não vai em frente? — Louis ofereceu em um tom provocativo e William olhou diretamente para Harry, que tinha o rosto corado e lábios entreabertos, escutando tudo em silêncio.
William sem mover um músculo e o olhando daquele jeito, fez Harry pensar que tudo o que ele estava esperando era seu consentimento. Então não demorou para balançar a cabeça em afirmação, indicando que poderia ir em frente.
Harry sentiu a ponta dos dedos dele roçarem de modo hesitante no inferior de sua coxa, muito próximo de sua virilha. Ele puxou um pouco seu shortinho de lado e assim expôs aquela surpresinha entre suas pernas, que se encontrava avermelhada em tesão e pelo tanto que se esfregou na costura da peça de roupa.
William suspirou audível levando a mão livre para apertar o pau ainda exposto e sensível pós orgasmo, gostando da visão que estava tendo, ainda mais quando flagrou Harry se apertar em volta de nada e em seguida relaxar liberando mais melzinho da xota. A cena o fez literalmente salivar.
— Tão linda. — William sussurrou, arrumando a posição no sofá para que ficasse sentado praticamente de frente para o corpo de Harry, o polegar se esfregando em movimentos circulares sobre sua florzinha, que tinha o grelinho que sobressaia da buceta pequena.
William queria tanto colocá-la na boca.
Harry mordeu o lábio inferior com força, os olhos se fechando com a sensação de finalmente estar sendo tocado devidamente. Ele estava tão molhadinho que era possível ouvir o som molhado, conforme o titio esfregava o dedo ali preguiçosamente.
Os olhos de Harry voltaram a se abrir em um gemido mais alto que todos os outros quando William tentou forçar dois dedos juntos para dentro de si, o que não funcionou facilmente por ele ser tão apertadinho. Sua bucetinha foi forçada a se alargar imediatamente para abrigar pelo menos a metade dos dedos, suas costas se arqueando belamente com eles se curvando bem gostosinho estimulando seu ponto G.
— T-Titio William. — Harry gemeu desesperadinho, a mão agarrando o pulso dele em busca de uma pausa por tamanha intensidade.
— Shh, bebê. — Louis posicionou a palma da mão sobre sua boca para abafar os sons prazerosos que escapavam dali. — Você quer que a mamãe escute e venha aqui conferir o que está acontecendo? Ao que parece sim, o que é curioso pra quem estava tão preocupado momentos antes. — Disse após Harry ter balançado a cabeça a negação com os olhos verdes arregalados.
— Ele se aperta tão forte em meus dedos. — William murmurou tendo certa dificuldade em tirar os dedos muito melados com aquele melzinho, a bucetinha de Harry pulsando ainda mais forte quando flagrou ele levar os dedos até a boca para chupá-los e sentir seu gosto. — Tem um gostinho muito bom.
Tamanho prazer que Harry sentiu só de ver isso, que fechou os olhos e os dedos dos pés se curvaram com força, como se tentasse descontar o que sentia de algum jeito.
— Oh, eu sei. Eu poderia passar o resto dos meus dias comendo essa buceta. — Harry choramingou com a fala de seu papai, a mão dele ainda apertando seu peitinho bem forte. — Você deveria experimentar, Will.
Suas longas pernas macias ainda estavam bem abertas, os pés apoiados no estofado macio do sofá, enquanto titio William continuava parado olhando atentamente para cada mínima parte do seu corpo. Os olhos azuis dele acompanhavam os movimentos dos dedos de Louis circundando, apertando e brincando com os biquinhos durinhos.
— Por que está parado aí? — Louis chamou a atenção do irmão, que piscou algumas vezes como se acordasse de um sonho. — Vai dizer que não é simplesmente linda e tão apetitosa? Que não está louco pra colocá-la na boca? — Levou uma das mãos até a buceta de Harry e puxou aquele shortinho de lado com certa força que fez Harry ofegar e abrir as pernas ainda mais, se possível. Depois Louis usou dois dedos para puxar para os lados os pequenos lábios proeminentes da sua xoxotinha e expô-la ainda mais, se possível, tão excessivamente molhada e vermelhinha.
Os lábios de William estavam entreabertos e o peito dele subia e descia em determinado ritmo, que provava a euforia que ele estava sentindo com aquela situação. Louis oferecia seu “brinquedinho particular” sem hesitar, e ainda tinha o próprio Harry puxando o shortinho até que estivesse na altura dos joelhos, indicando que o titio deveria ajudá-lo a tirar a roupa para que pudessem continuar a brincadeira.
— Porra, essa merda é tão errada. — Disse William enquanto se ajoelhava no chão gelado e Harry sorria assistindo-o puxar seu shortinho um tanto afoito por suas pernas, deixando-o cair no chão de qualquer jeito.
Os braços dele agarraram as coxas de Harry por baixo, indicando que o garoto deveria se virar um pouco mais para si. Os olhos de Harry voltaram a se fechar em antecipação quando sentiu o hálito quente dele atingir sua intimidade, logo em seguida a ponta do nariz deslizando lentamente pelo inferior de sua coxa.
Louis voltou a apertar seus peitinhos com firmeza, os lábios deslizando pela lateral de seu rosto com pequenos beijinhos.
— Você tá adorando isso, não está? — Louis murmurou próximo a orelha de Harry, que engoliu em seco antes de balançar a cabeça em afirmação. — Então, deixe seu tio saber disso. Você não quer que ele se afaste por pensar que está insatisfeito, quer?
— Não, papai. — Harry timidamente levou uma das mãos até os cabelos de William, os dedos o escovando acabando por chamar a atenção dele.
— Deixe ele saber exatamente o que você quer. — Louis voltou a incentivar, chupando a ponta do próprio dedo para usá-lo novamente no mamilo de Harry.
William tinha os olhos azuis bem abertos e atentos na expressão de Harry. Ainda não tinha chegado ao ponto de tocar aquela intimidade diretamente, se tratava mais de deixar beijos e pequenas lambidas por sua virilha e o inferior das coxas, o que sempre arrancava um estremecimento excitado de Harry.
Harry estava tão desesperado por aquilo, sua bucetinha liberava tanto melzinho por estar com tanto tesão. Ele só queria um pouco de alívio, só um pouquinho.
— Titio William. — Harry engoliu em seco, se preparando para falar e as palavras saírem na ordem certa de modo compreensível. — E-Eu quero que você me chupe, por favor. — Agora tinha ambas as mãos segurando os cabelos dele, passando os dedos entre as mechas de modo delicado e ainda tímido. — Eu quero... preciso tanto.
William olhou brevemente na direção de Louis, antes de colocar a língua para fora e lamber uma longa faixa por toda a buceta de Harry bem entre os lábios melados e macios, sentindo os dedos magros apertarem seu cabelo com força.
O próprio Harry virou o rosto na direção de Louis, segurando a lateral do rosto dele da maneira que podia para juntar seus lábios e abafar todos os sons prazerosos que insistiam escapar de sua boca. Tudo se intensificou quando, após aquela primeira lambida em que William sentiu seu gostinho com ainda mais perfeição, ele começou a chupar seu grelinho proeminente de um jeitinho ainda mais gostosinho.
Harry balançava os quadris um pouco desesperadinho, se sentindo ainda mais sensível porque William não parava com aquela sucção de modo algum. Enquanto chupava seu grelinho, ele apertava suas coxas fortemente o puxando cada vez mais contra sua boca, a língua se esfregando por toda parte ali sem pausa.
William ainda gemia enquanto o comia bem gostoso, como se sua buceta fosse a coisa mais saborosa que ele tivesse tido a chance de provar. Esfregava o rosto ali e literalmente se afundava nela, buscando por cada vez mais. E não tinha como Harry não enlouquecer diante disso, as unhas curtas se fincando e arranhando o braço de Louis envolta do seu corpo, tentando descontar todo aquele prazer que parecia o consumir diferentes partes da cabeça aos pés.
Louis soube que Harry estava muito perto de gozar quando flagrou as pernas dele estremecerem fortemente, os quadris se erguendo levemente para cima mesmo com tamanha firmeza que William as segurava.
— P-Papai! Hum! — Harry gemeu desesperadinho a cabeça pendendo para trás, Louis rapidamente voltando a posicionar outra vez a palma da mão sobre os lábios dele, sabendo que seria ainda mais alto quando estivesse gozando.
O próprio Harry tinha conhecimento de como conseguia ser bem escandaloso, por isso que começou a segurar o pulso de Louis fortemente, indicando que ele deveria manter a mão ali antes que algo pior acabasse acontecendo – como sua mãe acabar ouvindo alguma coisa e indo conferir do que se tratava.
Tinha um tempinho que seu papai não brincava com sua bucetinha daquele jeito e Harry gostava tanto de sentir ele usando a língua lá embaixo, porque sempre parecia saber direitinho o que deveria ser feito para tirá-lo do eixo. E daquela vez ter William brincando com ela, lambendo e chupando com tanta fome, que era simplesmente muito pra conseguir lidar, porque ele estava sendo tão bom quanto seu papai.
A sensação de formigamento começou a se espalhar por toda a sua buceta e baixo ventre, denunciando que não demoraria muito pra gozar bem forte.
Harry cometeu o erro de lembrar da vez que seu papai o chupou tão gostoso que ele chegou a esguichar em sua boca, e ainda assim isso não foi o suficiente pra fazer o homem parar. Ter isso em mente serviu apenas pra intensificar ainda mais as coisas, Harry não se impedindo de pensar em como seria bom se aquilo acontecesse de novo.
Ele acabou gozando com as costas se curvando fortemente, inconscientemente se debatendo tentando se livrar do aperto insistente dos braços de Louis envolta de seu corpo, junto aos de William agarrando suas coxas para poder continuar arrancando tudo o que podia de si.
Suas mãos começaram a empurrar a cabeça de William para longe e só assim ele parou, Harry conseguindo um momento pra tentar ritmar as batidas aceleradas de seu coração e a respiração muito rápida. Louis acabou retirando a mão de sua boca para que respirasse com um pouquinho mais de facilidade.
Perdido naquela nuvem de plenitude pós-orgasmo, Harry se manteve paradinho de olhos fechados, sentindo a ponta do nariz do seu titio deslizar por sua virilha e o inferior de suas coxas carinhosamente. Louis também beijava o topo de sua cabeça e abraçava seu corpo com força, fazendo pequenas pausas para murmurar palavras incompreensíveis para Harry num estado daquele.
Despertando aos pouquinhos daquele estado enevoado pós-orgasmo, Harry voltou a abrir os olhos com a respiração um pouquinho mais controlada, vendo então William de pé se livrando totalmente da calça e cueca.
Harry salivou um pouquinho reparando mais uma vez como ele era tão grande, sua bucetinha logo se apertando em nada só com o pensado de ter ele entrando dentro de si. Mesmo sabendo o que estava por vir, Harry relaxou mais um pouquinho contra o peito de seu papai, principalmente porque as mãos dele massageando seus peitinhos serviam como um conforto bem gostoso.
William voltou a subir no sofá, ficando de joelhos entre as longas pernas de Harry. Segurou a base da ereção e começou a usar ele para dar batidinhas na bucetinha sensível, como se o preparasse para o que estava por vir.
A boquinha de Harry estava entreaberta, o coração voltando a bater forte dentro do peito quando a cabecinha gorda da ereção foi pressionada entre os lábios de sua buceta. William não a forçou para dentro de si imediatamente, trabalhando em juntar todo o melzinho expelido da sua xota, ameaçando a entrar devagarzinho, mas nunca o fazendo de fato.
Chegou em um ponto que Harry não era capaz de aguentar mais, levando a mão até a bucetinha para esfregar um pouco o grelinho em busca de um mínimo alívio, por conta própria tocando na cabecinha daquele pau para pressiona-la em sua entradinha.
— Oh, veja como ele quer isso. — Louis murmurou com um sorriso, assistindo Harry tentar enfiar por conta própria aquele pau dentro de si.
— Porra. — William praguejou excitado, ficando parado e apoiando a mão no encosto do sofá, permitindo que Harry fizesse como desejasse.
Harry mordia os lábios fortemente, tentando evitar ser escandaloso o máximo que podia. Os lábios de Louis deslizavam suavemente pela lateral de seu rosto até chegar na curva suave de seu pescoço e conseguia ser muito para ele conseguir lidar com tanta atenção.
Quando conseguiu encaixar a glande quentinha dentro de si, respirou profundamente tentando acostumar com a ardência, ao que se alargou gostosinho para recebê-lo. William suspirava audível, tão afetado quanto com aquele calor que constantemente o apertava de modo satisfatório, beirando o insuportável.
Por William só com a cabecinha dentro de si ter tido uma mínima ideia do quanto sua buceta era pequena e apertada, uma chama se acendeu dentro dele que instantaneamente o fez pensar que precisa de muito mais. Com firmeza ele segurou seus joelhos por baixo, deixando muito claro que deveria manter as pernas bem abertas, enquanto investia os quadris minimamente para frente pra entrar mais um pouco.
Harry ofegou olhando para baixo, observando aquele pau aos pouquinhos sumir dentro de si, se formando uma pequena elevação em sua virilha e baixo ventre. Louis reparou nisso tanto quanto, levando imediatamente a própria mão para pressionar ali e sentir aquilo com perfeição.
— Como ele pode ser tão perfeito? — William grunhiu baixinho, as mãos apertando diferentes pontos de sua pernas, coxas e quadris.
— O tio William vai precisar gozar dentro de você. Você não vê problema nisso, certo amor? Sabe o quanto isso o faria feliz.
Louis dizia bem baixinho perto da orelha de Harry, que já se encontrava em uma completa confusão lidando com a insistente invasão daquele pau entrando cada vez mais fundo e forte. A cabeça de Harry balançou algumas vezes em resposta de que não teria problema, ele só queria ser bom e útil. O brinquedo perfeito.
— Eu sabia que você entenderia. Afinal, gosta muito de ter a xoxotinha cheinha de porra, não é? — Louis levou os dedos para brincar com o grelinho dele, enquanto William continuava com as estocadas uma atrás da outra. — Também ama agradar como um bom menino que é.
— Sim, papai. — Harry ofegou, o grelinho sendo estimulado de um jeito bem gostoso por aqueles dedos grossos, as costas se arqueando um pouquinho em prazer.
— Fala pro seu titio. Diz como você gosta. — Louis incentivou e Harry abriu os olhos sentindo o calor da palma da mão de William tocando seu rosto gentilmente, quase como um pequeno incentivo para que olhasse nos seus olhos.
— Eu gosto m-muito. P-Pode gozar dentro de mim, titio William. — Harry disse dengosinho, segurando o pulso dele com gentileza, virando o rosto um pouquinho para poder colocar o polegar dele dentro da boca.
Com sua fala e o gesto tão doce da sucção gostosinha em seu dedo, as estocadas de William se tornaram erráticas e menos controladas, o sons estalados dos quadris dele atingindo sua bunda ficando em evidência no cômodo de tão forte que metia.
A cada estocada forte o corpinho de Harry acabava sendo impulsionado para cima. Ele poderia estar sendo escandaloso e choroso com os gemidos excitados, mas ficar chupando aquele dedo estava sendo de grande ajuda, apesar de algumas vezes acabar por mordê-lo – do que William nunca reclamava.
Harry achava que o principal motivo para William não demonstrar quaisquer incômodo para suas mordidas, se dava ao simples fato de estar muito perto de gozar. Estava gostando de ouvir o titio gemer baixinho por sua causa, seu peito ficando ainda mais quentinho quando ele tirou o dedo da sua boca para juntar seus lábios pela primeira vez.
A princípio os olhos verdinhos de Harry se arregalaram com o gesto de William, mas logo ficou muito claro que ele estava fazendo aquilo para conter os próprios gemidos, e consequentemente os seus também.
A língua ansiosa dele deslizou contra a sua e isso arrancou um gemido delicioso de Harry, que segurou suas bochechas docemente durante o beijo que se resumia, naquele momento, às línguas brincando juntas fora da boca.
— Eu vou gozar. — William rosnou metendo ainda mais forte, Harry arregalando levando as mãos até os próprios lábios para se impedir de ser muito alto, a bucetinha se apertando bem forte naquele pau toda vez que ele deslizava para fora, temendo que escapasse de dentro de si.
As pernas de Harry se cruzaram em torno dos quadris do titio, trazendo-o ainda mais para perto, em um claro aviso sem palavras “goze dentro de mim”.
— Porra, caralho... — William gemeu ao se dar conta disso, levando uma das mãos para apertar forte um dos peitinhos com o biquinho arrebitado. — Você é tão bom. Buceta tão apertadinha e boa de foder, Hazzy.
— Seja educado. — Louis colocou a mão em seu pescoço, o apertando levemente com os lábios próximos de sua orelha. — Diga “obrigado, titio William”.
— Obrigado, titio William! — Harry falou rapidamente de modo obediente e um tanto alto, a voz falhando a cada estocada forte contra sua buceta.
Foi assim, com Harry se apertando bem forte e gostosinho na cabeça daquele pau, que William acabou gozando em meios aos pequenos tremores que se espalhavam por seu corpo.
Harry se manteve paradinho o tempo todo, olhos fechados se concentrando na sensação de ficar cada vez mais cheio, o pau de William se liberando cada vez mais dentro de si.
Depois que já tinha gozado até a última gota dentro dele, William, com certa dificuldade por sentir o corpo pesado após o orgasmo intenso, deslizou para fora dele e o corpo caiu sentado naquele espaço vazio do sofá grande de três lugares.
— Eu fui bem? — Harry perguntou olhando sobre o ombro seu papai, que acenou com um pequeno sorriso. — E agora?
Louis sabia bem o que Harry queria dizer com aquele “e agora?”.
Agora posso ter seu pau, por favor? Sempre muito ansioso e disposto a receber algo do papai, era isso que o tornava especial.
— Agora o papai quem vai brincar com você.
Um sorriso de orelha a orelha surgiu no rosto de Harry, que se adiantou em virar para ficar de frente para ele, subindo em seu colo com as pernas nas laterais de seu corpo.
Harry pouco se importava com o quão sujo e desesperado podia estar parecendo por rebolar e se esfregar sobre o pau já ereto de Louis. Só amava estar no colinho dele, sentir o calor do seu corpo sob si e daquelas mãos deslizando e apertando sua bunda macia em incentivo pra que continuasse se movendo, porque esfregando a bucetinha sobre o pau dele sempre acabava estimulando os dois.
Às vezes nem mesmo precisavam ir direto ao ponto da coisa. Só de ficarem assim com Harry montando e se esfregando em seu colo, estimulando seu pau em meio a isso, conseguia ser o suficiente para os dois.
Aos poucos Harry construía aquela bolha em que só tinha ele e Louis, o que normalmente fazia quando os dois estavam juntos em momentos como aquele, ou só juntinhos passando o tempo.
Ele não negaria, William tinha sido muito bom com ele e foi muito gostosinho ter o homem lhe fodendo daquele jeito rápido e ao mesmo tempo cuidadoso para agradá-lo; provava muito o que seu papai tinha dito sobre ele precisar ser agradado um pouquinho, que brincarem um pouco ajudaria o deixando mais feliz. Mas absolutamente nada se compararia a quando tinha Louis o fodendo de um jeito especial por já conhecer seu corpo tão bem e como ele funcionava.
Era por isso que o ato de apenas estar no colo dele, uma das mãos apertando sua bunda e a outra seu peitinho, puxando-o para que se aproximasse e pudesse colocá-lo na boca, já conseguia ser o suficiente para tirá-lo de órbita.
A porra de William já vazava lentamente de sua bucetinha, melando o inferior de suas coxas e até o pau dele por se esfregar constantemente ali. Louis ao perceber, não demorou a juntar o líquido perolado com o indicador, levando-o até seu cuzinho apertado onde pressionou a pontinha com a intenção de penetrar.
Harry tinha os lábios entreabertos curvados em um pequeno sorriso, a cabeça pendida para trás e os olhos fechados aproveitando todas aquelas sensações. O papai deslizava a pontinha da língua no biquinho do seu peito em movimentos circulares, antes de chupá-lo em uma sucção lenta e gostosa, a ponta dos dentes raspando nele de uma maneira tão satisfatória que chegava a ser peculiar.
Enquanto tinha aquela sucção em seu peitinho, Louis continuava pressionando a ponta do dedo indicador em seu cuzinho junto a porra de William. Gemeu choroso abraçando o pescoço de Louis ao que a ponta daquele dedo deslizou para dentro de seu cuzinho, balançando o bumbum de um lado para o outro tentando se acostumar com a ardência.
— Seu pau. — Harry choramingou se afastando um pouquinho, consequentemente fazendo seu peitinho escapar da boca de seu papai com um barulho. Tocou na ereção dele entre seus corpos, começando a punheta-lo devagarzinho, guiando a cabecinha disfarçadamente até sua bucetinha enquanto isso. — Fode, papai.
— Acabou de ter um pau, mas o meu brinquedinho nunca está satisfeito, huh? — Louis provocou tirando o dedo de seu cuzinho para começar a acertar tapas em seus peitinhos, o corpinho de Harry dando pequenos pulinhos sempre que esses tapas atingiam seus mamilos sensíveis em cheio.
Ambas as mãos dele indo estavam em seus peitinhos, os apertando, beliscando os biquinhos entre os dedos grossos para depois voltar a acertar tapas pesados neles. Harry segurou os pulsos dele, não em forma de afasta-los, mas indicando que deveria continuar.
Gostava quando o papai brincava e abusava de seus peitinhos do jeito que bem queria. Seu corpinho estremeceu inteiro quando Louis apertou os dois com força, puxando-o para perto da boca pra voltar a chupá-los sem quaisquer cuidado, mordiscando-o e deixando chupões em diferentes pontos com a intenção de deixar marcar na pele macia e alva.
A bucetinha de Harry esquentava e formigava cada vez mais de tão excitadinho, o baixo ventre repuxando porque enquanto isso esfregava a bucetinha sobre a ereção de Louis, não contendo um gemidinho alto quando durante esses movimentos a cabecinha gorda encaixou na xotinha apertada.
Louis gemeu excitado e tão surpreso quanto ele por aquela repentina invasão, o calor e aperto gostoso envolta de sua glande, tudo se intensificando mais por Harry insistentemente se contrair nele. Levou rapidamente uma mão para tapar sua boca, abafando os adoráveis gemidos que insistiam em sair dali.
Harry não evitou ficar tolamente satisfeito ao perceber que, mesmo que antes tenha tido a bucetinha fodida por William, ainda foi necessário certo esforço para que a glande do seu papai se encaixasse devidamente dentro de si.
Harry estava prestes a se mover para deslizar mais daquele pau para dentro de sua xoxotinha, mas no mesmo instante ouviram o som de uma porta sendo aberta no corredor, que foi o suficiente para fazê-lo paralisar totalmente prendendo a respiração.
— Louis? — Ouviram a voz distante de Jane no corredor. Harry engoliu em seco, prestes a se afastar e sair do colo de Louis, mas esse segurou seu quadril com força enquanto balançava a cabeça em negação olhando-o em repreensão. — Que barulho todo é esse?
— É a televisão. — Louis falou com a voz mais controlada que o esperado, a mão agarrando forte uma das nádegas de Harry, enquanto estocava os quadris para cima. Assistiu o garoto revirar os olhos e as costas se curvarem belamente, já se sentindo tão cheio quando seu papai não tinha entrado nem metade.
— Poderia abaixar um pouco, por favor? Eu preciso mesmo dormir. — Ela falou e Louis viu William pegar o controle, abaixando o volume naquele instante, mesmo que a televisão não estivesse tão alta assim. — Obrigada. Harry já está dormindo?
— Sim, ele está. Desculpe pela televisão alta. — Louis falou incentivando Harry a deslizar mais um pouquinho no seu pau, o que o garoto começou a fazer com certa hesitação porque ainda temia que a mãe viesse até a sala para checar.
— Ok. Não demore para vir pra cama dormir comigo. — Louis só cantarolou em afirmação, disfarçando um gemido porque Harry se apertava muito em seu pau, porque estava muito assustadinho e com medo que sua mãe viesse.
Ouviram a porta se fechar e Louis agarrou sua cintura com um único braço, a mão livre agarrando seu peitinho para tê-lo na boca novamente. Aquele braço incentivava Harry a deslizar mais em seu pau, o que ele fazia se esforçando o máximo que podia pra não chamar a atenção de sua mãe novamente.
— E-Espera um pouquinho, papai. — Harry pediu em um sussurro agoniado, apertando os ombros dele com força. Suspirou aliviado quando Louis o deu um tempinho, lambendo o biquinho de seu peito até a lateral de seu pescoço, provando cada pedacinho seu. — Tão grande, papai. Machuca tanto minha bucetinha.
Harry propositalmente gemia choroso próximo a orelha de Louis, enquanto deixava pequenos beijinhos em seu pescoço com a única intenção de instiga-lo.
— Precisa ficar quietinho como um bom menino. Já pensou somos vistos assim pela mamãe? Que ela descobre que você agora a pouco deixou o titio William brincar com você? — Enquanto isso ele afastou Harry um pouquinho, podendo assim levar a mão até o grelinho dele, começando a esfregar o polegar ali em movimentos circulares.
O tronco de Harry pendeu para trás com ele apoiando as mãos nas coxas de Louis, plantando os pés no sofá começando a deslizar totalmente para baixo até que seu bumbum estivesse colado na virilha de Louis.
Naquela posição ficava ainda mais em evidência aquela elevação em seu baixo ventre da cabecinha do pau de Louis, como uma prova do quão grande Louis era em comparação a ele e como ele estava tão fundo na sua bucetinha.
Harry ofegava dando pequenas reboladas na tentativa de se acostumar com o tamanho, precisando começar a se mover antes do esperado ao receber um tapa sobre o grelinho sensível, choramingando se apertando bem forte na base da ereção.
— Você não queria o pau do papai? Agora comece a se mover e prove que merece. — Voltou a acertar mais um tapa sobre sua bucetinha, Harry mordendo o lábio com força subindo e descendo da base até a cabecinha gorda para voltar forte. — E nenhum barulho... você sabe como o papai fica quando tá bravo.
Ah, Harry bem sabia, e estaria mentindo se dissesse que não gostava um pouquinho das manchas vermelhas próximas de um tom rox que ficavam espalhas por sua bunda após levar umas boas palmadas – isso quando Louis estava de bom-humor, pois quando optava pelo cinto...
— Eu vou ficar quietinho, papai. — Harry garantiu baixinho, a cabeça pendendo para trás, e os cabelos cor chocolate com alguns cachos na altura pouco abaixo das omoplatas caindo feito cascatas e balançando de acordo com seus movimentos rápidos.
Louis até aquele momento não estava interferindo no seu ritmo, optando com apenas observá-lo com um sorriso discreto, pequenos gemidos insistindo em escapar quando Harry parava por um momento pra dar pequenas reboladas tão gostosas na base do seu pau.
Harry ouviu um barulho atrás de si e em seguida seu titio aparecer de pé ao seu lado, olhando para Louis pra ver ele indicar que deveria agradá-lo mais uma vez.
Harry voltou a encolher as pernas nas laterais do corpo de Louis, o pau dele ficando até o fundo com sua bunda nas coxas dele. Sua mão se fechou em punho na base da ereção de titio William, não demorando para guiar a glande até a boca, enquanto ainda dava pequenas reboladas em Louis.
William suspirou com a sucção na glande sensível. Já tinha gozado forte duas vezes e novamente se sentia disposto para mais. Harry era uma perdição, isso era fato. Somente estar perto do garoto e poder assistir como ele era a personificação do pecado, enquanto implorava, chupava e rebolava em um pau servia como estimulante o suficiente para ele querer ter mais.
Depois de ter passado um tempinho chupando William, Harry deixou muita saliva se acumular por todo o membro para masturbá-lo, voltando a quicar forte enquanto isso.
Apoiou a mão livre no abdômen de Louis para ter mais agilidade nos movimentos, a xotinha liberando tanto melzinho naquele pau, que aquela lubrificação se acumulava na virilha de Louis junto à porra de William que vazou da sua xota.
Já fazia um tempinho que estava naquele ritmo e que não gozava. Esteve se contendo porque queria vir outra vez somente quando tivesse o pau de seu papai o fodendo sem parar, mas àquela altura sabia que quando gozasse não teria mais energia para permanecer naquele mesmo ritmo.
Por isso que Harry começou a se mover bem rápido, as nádegas batendo com força nas coxas de Louis causando sons estalados das peles se chocando. Louis gemia baixo agarrando seus quadris para guiar seus movimentos, como se ele fosse um brinquedo que podia controlar e usar do modo que agradasse.
A cabecinha daquele pau sempre atingia um lugarzinho muito especial lá no fundo, que fazia Harry parar por um momento pra mover os quadris em círculos de um jeitinho que continuasse pressionando naquele mesmo ponto, se silenciando quando voltava a engolir o pau de William até que esse atingisse o fundo de sua garganta.
Sempre que Harry engasgava e se privava de ar, consequentemente se apertava mais forte no pau de Louis, que grunhia acertando tapas estalados em sua bunda pra em seguida apertar a carne macia com força entre os dedos.
William já ultrapassava do nível de sensível. O ato de Harry segurar seu pau babado pela base e começar a chupar e lamber suas bolas com dedicação, os sulcos nas bochechas coradas e olhos verdes brilhantes atentos em seu rosto, foi o combo perfeito para sua perdição.
Harry sorriu ao ter os cabelos da parte de trás da cabeça agarrados, William se masturbando depressa com ofegos escapando dos lábios. Os ofegos se transformaram em gemidos conforme jatos de porra sujavam o rostinho de Harry em diferentes pontos, alguns atingindo seu pescoço e escorrendo por ali.
Harry ofegou assustado quando de repente Louis o fez sair de seu pau e manobrou seu corpo até que estivesse deitado de bruços no sofá, as pernas bem abertas para que ele pudesse se encaixar ali.
O peso do corpo de Louis sobre si arrancou o ar de seus pulmões, perdendo o ar por instantes quando a mão dele se foi para sua boca, o pau voltando sem cerimônias a foder sua xoxotinha.
Louis já começou a meter com tamanha força, que Harry podia sentir o móvel mover um pouco de lugar a cada investida. Seus gemidos estavam supostamente sendo contidos por aquela mão, mas ainda assim Harry conseguia ser uma putinha escandalosa.
As unhas curtas de Harry se fincavam no braço de Louis, que gemia próximo a sua orelha elogios, falando como ele era perfeito e especial, um brinquedo com que podia brincar da maneira que desejasse.
Harry estava tão excitado com a mistura de todas aquelas coisas, que se era possível ouvir os sons molhados da sua xoxota apertando o pau de Louis sem parar, sem contar as lágrimas de prazer que se acumulavam em seus olhos.
Ter Louis gemendo próximo a sua orelha, arranhando e apertando seu corpo enquanto o fodia sua buceta apertada sem dó, era muito para Harry conseguir aguentar.
Sua bucetinha esquentou, apertou Louis com força em seu calor macio, antes de se liberar em um orgasmo intenso em que seus olhos se reviravam e seu corpinho se debatia trêmulo sob o de Louis, que, mesmo com aquilo, não parou de fodê-lo de modo algum.
Com Harry gritando em sua mão e arranhando seu braço por não conseguir medir o que estava fazendo, tomado por total prazer em cada mínima parte do corpinho trêmulo, Louis não resistiu e gozou forte bem no fundo daquela buceta que tanto era viciado.
Depois disso Harry não lembrava de muita coisa, apenas partes sem sentido. Lembrava vagamente de ser levado até seu banheiro, Louis junto a ele em um banho tranquilo. Depois teve pijamas limpos colocados e foi também obrigado a beber uma garrafinha de água inteira. Talvez ele tenha implorado muito para que Louis passasse a noite com ele, e mesmo que não tivesse pedido, Louis teria ficado porque sempre era assim.
Também teve um momento em que estava deitado na cama em uma conchinha com Louis, estando prestes a cair no sono, quando William apareceu por alguns segundos em roupas novas e cabelo molhado para deixar um beijinho em sua testa.
No dia seguinte Harry acordou para ir a escola se sentindo um pouco cansado, mas não chegando a um estado que não estivesse apto para enfrentar o dia. Óbvio que Louis não estava mais ao seu lado quando acordou.
Já sem os pijamas de frente para o espelho do quarto, Harry sentia com satisfação a bucetinha dolorida, vendo as pequenas marcas em diferentes lugares de seu corpo. Essas marcas se concentravam principalmente na região dos peitinhos, algumas de chupões e mordidinhas, também dos apertos fortes de Louis.
Depois de muito tempo Harry precisou passar um pouquinho de maquiagem no pescoço, onde tinha pelo menos duas manchas solitárias. Vestiu o uniforme e ouviu ainda no quarto o falatório na cozinha.
Chegando na cozinha muito iluminada, Harry encontrou seu papai preparando algo no fogão, William e Jane na mesa já tomando o café enquanto conversavam sobre alguma coisa.
Como sempre fazia, entrou falando um bom dia animado, atraindo assim e atenção para si. Se aproximou da mãe para beijar a testa dela, depois beijando a bochecha do tio de um jeito tímido, arrepios percorrendo seu corpo quando ele tocou a base de suas costas.
Harry descobriu que Louis estava preparando seu café da manhã favorito quando esse comentou com um sorriso, Jane resmungando sobre Harry não ser mais um bebê e que Louis precisava parar de fazer seus caprichos e mimá-lo de tal modo. Como de costume Louis não deu muita importância para o que a mulher dizia, montando tudo em um prato de modo que fosse apresentável, colocando-o na frente de Harry no lugar em que ele estava sentado na mesa.
— Só um agrado, por ser sido um menino tão perfeito ontem. — Louis sussurrou próximo de sua orelha, enquanto colocava seu prato na mesa deixando um beijo carinhoso em sua bochecha.
— Obrigado, papai. — Harry agradeceu de modo adorável, as bochechas corando, William logo ao lado sorrindo cúmplice.
Depois disso Jane comentou como William parecia melhor e mais contente, comparado ao dia que chegou ali.
— Seria impossível continuar abatido com todo o tratamento especial que tenho recebido aqui, Jane. — William disse, ainda com um pequeno sorriso nos lábios, Harry mantendo os olhos presos no prato. — Inclusive, muito obrigado. — Parecia estar falando com Harry de modo indireto.
E talvez o sorriso do garoto tenho crescido um pouquinho mais com isso – só um pouquinho.
Meu lugarzinho pra guardar fics que eu gosto de ler :)
Atualizo sempre que achar fic nova
TUMBLR
LARRY SMUTS
Pussy Piercing | H!inter | Harry sempre sonhou em colocar um piercing no grelinho | #voyeur #exibicionismo
Dirty Dreams | H!inter! | Harry tem um dia terrível e a falta de Louis, resta saber se o momento quente que protagonizou enquanto dormia foi real ou apenas parte de seus sonhos sujos | #somnophilia
Vampire’s Nest | H!hybrid | Harry, um híbrido de gatinho, se perde na floresta, tudo o que ele menos espera é que um vampiro cruel o ache | #fearplay #ltops #hbottom
Night Driver | H!bottom | Harry pega um uber tarde da e acaba sendo forçado a pagar a corrida de uma maneira nada esperada | #exibicionismo
Exciting 🦋 | H!inter | Harry, depois de ter sua filha, acha que falta algo em seu corpo. E aí o tatuador Louis entra em cena | #lactationkink #milf
A grutinha ta chorando, Louis | H!inter | #harryvirgem #louisgamer
Straight, but I would fall on your dick | H!inter | Harry sempre foi considerado hétero por onde passava e bem ele bem que podia experimentar algo novo além de mulheres, só não sabia que ficaria tão viciado no pau de Tomlinson |
Gatito | H!inter | #overstimulation #somnophilia
Wetter Dreams | H!inter | Louis é amigo do pai dos garotos e por ‘acidente’ uma vez vê os irmãos se divertindo um pouquinho | #incesto #trisal
The General’s Son 1| ABO | O ômega Harry Styles se casa por conveniência com o general Mark Tomlinson, mas quem realmente chama a atenção de Harry é o alfa Louis, o filho de seu marido. | #louisinexperiente #louisamante #crossdressing #bondage
Baby, I’m Preying on You Tonight | H!bottom | Harry é o gatinho de Louis, a menos que ele não esteja tendo o que quer. Louis deixa de lhe dar atenção e isso ocasiona em arranhões e uma deliciosa caçada na floresta nos fundos de casa. | #petplay #degradation #overstimulation #dacrifilia
Anniversary (failed) surprise | H!cisgirl | Harry decide fazer uma surpresa de seis meses de namoro para o seu namorado, mas ele termina com ela no mesmo dia. Louis, vendo sua irmãzinha tão tristonha, decide tentar animá-la um pouco. | #incesto
Oh My God! Did You Call Me Cookie? | H!inter | Uma figura cacheada começa a frequentar a livraria que Louis trabalha, ele se sente atraído por ela, mas se recusa a acreditar que ela possa sentir atração por ele. Harry decide provar que ele está errado.
Sweet Home Alabama | H!cisgirl | #twins #threesome #incesto
Generous Mama 1 | FemLarry! | #sáfico #incesto #somnofilia
Generous Mama 2 | FemLarry! | #sáfico #incesto #somnofilia
My Friend’s Sister | H!inter |
Run Little Girl | H!inter | #bdsm #cnc #exibicionismo #fearkink #dacrifilia #knifeplay
I Can’t Even | H!inter | Harry e Louis estão casados há pouco tempo. Um tempo depois Louis descobre que Harry está com um amante. | #traição #cnc #breathplay #spanking
Piece of Cake 1 | H!fem | Hannah é filha de pais rígidos e está noiva de um rapaz. Mas também há esse outro cara que a faz se questionar sobre tudo. | #traição #sadomasoquismo #degradação
My Little Strawberry | H!inter | Louis é dono do bar e Harry o cliente gostosinho. | #daddykink
Dollete | H!inter | Onde Louis é um aluno novo no ensino médio, e conhece Harry, o garoto gostosinho da sala da sua “namorada”. | #exibicionismo #piercingnopenis #dirtytalk
Mr. Tomlinson | H!inter | Harry vai vestidinho de draulara à festa da empresa onde seu pai é sócio e acaba fodendo com Louis. | #daddykink #knifeplay #asfixiofilia
Catch You Honey | H!inter | Onde Harry é um garoto muito insistente e não desistiu tão fácil assim de seduzir o caçador, mesmo com o seu segredinho. | #harryvampiro #praisekink
Little Sister | H!inter | Louis precisa cuidar de sua irmã mais nova, mas também precisava ir à uma festa de seu melhor amigo. | #incesto #brasil
Be a Good Boy | H!bottom | Harry Styles e Louis Tomlinson estão juntos e o casal gosta muito de compartilhar seus momentos íntimos no OnlyFans. | #dirtytalk #bdsm #exibicionismo
Onde Louis é o melhor amigo nerd do irmão de Harry e ela envia vídeos “explícitos” para ele.
[avisos: harry intersex, desuso de preservativo, humilhação(leve)]
(…)
— “por favor louzinho edita pra mim” — Foi isso que Louis leu quando pegou seu celular em uma sexta a noite. Ele estava no seu quarto, jogando com uns amigos no computador quando a mensagem de Harry chegou.
Harry era a irmã do seu melhor amigo, e depois de um tempo de amizade Louis descobriu que Harry era algum tipo de blogueira, ela postava vídeos praticamente todos os dias e Louis quem os editava.
Eles se conheceram a pouco tempo, pois Harry estava fazendo intercâmbio em algum país e voltou a algumas meses atrás, o problema era que desde que Harry havia lhe conhecido ela não o deixava mais em paz.
Já fazia algumas semanas que a garota lhe mandava vídeos cada vez mais “explícitos” Eram vídeos de biquíni, alguns até de calcinha e sutiã se empinando para a câmera, aparecendo até pelada em alguns deles.
Louis estranhava isso, mas era tímido demais então nunca questionou. Toda vez que passava um tempo na casa dos Styles, Harry sempre ficava lhe olhando de canto, tentando puxar conversa, usando roupas curtas e apertadas.
O garoto de olhos azuis era o típico nerd e tímido dos filmes americanos. Louis era o tipo de garoto que garotas como Harry não se interessavam, por isso ele estranhava as atitudes dela.
Baixinho, magricelo e com um intelectual de dar invejas a muitos, Louis era o nerd e tímido da escola. Que tinha mais amigos virtuais do que na vida real, que passava a maior parte do tempo estudando e jogando do que saindo e bebendo como a maioria dos adolescentes da sua idade.
— “tudo bem, eu te mando quando estiver pronto” — Foi o que ele respondeu, clicando no vídeo e vendo que era mais um de Harry apenas de calcinha e sutiã, ele nem prestou atenção no que a garota falava, seu pau fisgando dentro da calça de moletom vendo a bucetinha marcando na calcinha vermelha de renda.
Ele desligou o celular voltando a jogar e tentando esquecer as provocações nada sutis da garota. Enquanto isso, Harry na sua casa e no seu quarto babava nas fotos que tinha de Louis no seu celular, desejando mais que tudo o melhor amigo do seu irmão.
(…)
Enquanto voltava da escola Louis viu Harry do outro lado da rua, ela estava usando um shortinho preto curto com um cropped clarinho, e vinha em sua direção com um sorriso enorme no rosto.
— Oi gatinho! — Ela cumprimentou quando chegou perto de si, Louis corou pelo apelido sentindo o cheiro delicioso do perfume da menina.
— Oi Harry tudo bem? — Ele perguntou ajeitando sua franja bagunçada.
— Sim tudo bem, meu irmão pediu pra eu te entregar isso aqui. — Ela estendeu para ele um jogo de ps4 que Louis havia o emprestado a um tempo. Ele o pegou guardando na bolsa.
— Obrigado Harry. — Ele sorriu gentil prendendo a respiração quando a garota se aproximou um pouco mais, tocando na gola do seu uniforme escolar.
— Eu gostei muito da edição do vídeo que te enviei.. — Ela sorriu vendo Louis corando — Você gostou do vídeo amorzinho?
— A-ham.. é l-legal. — Louis gaguejou nervoso. Harry sorriu dando um beijo na sua bochecha.
— Que bom! Eu tenho mais um pra te enviar, preciso dele para amanhã — Louis acenou e soltou a respiração quando ela se afastou — Te vejo por aí gatinho, aparece lá em casa.. — Harry lhe lançou uma piscadela, se afastando em seguida, Louis seguiu o movimento da bunda da garota pulando enquanto ela andava, corando fervorosamente e desviando o olhar.
Minutos depois ele sentiu o celular vibrar pegando-o e vendo o vídeo que Harry havia enviado. Ela estava dançando para a câmera e detalhe: apenas de biquíni. Louis suspirou, corando novamente quando olhou para frente e Harry ainda estava lá parada olhando para si com um sorriso malicioso.
É, pelo visto Harry não largaria do seu pé nem tão cedo.
Alguns dias depois e Louis estava na casa dos Styles. O irmão de Harry havia lhe chamado para dormir lá no final de semana, Louis hesitou um pouco em aceitar, queria passar o final de semana estudando para as provas, mas sua mãe insistiu para ele ir e se divertir um pouco, então ali estava ele.
Era umas quatro da tarde e ele e Flynn jogavam na sala imensa dos Styles, os pais de Harry e do garoto não estavam ali, foram viajar a trabalho então era apenas eles três na casa. Harry ainda não havia aparecido, provavelmente não estava em casa Louis pensou.
— Não vou mais jogar essa porra. — Flynn exclamou irritado, já era a 3 rodada que perdia. Louis sorriu ajeitando a franja.
— Você é muito ruim mesmo. — Ele provou sorrindo quando o garoto deu um soco fraco no seu braço.
— Se liga idiota — Ele se aproximou com o celular na mão, na tela havia duas garotas muito bonitas, uma loira e outra morena. — Peguei essas duas ontem, o que acha? — Flynn perguntou com um sorriso de lado.
— Legal, bonitas. — Louis falou sem ânimo.
— Nossa que animação! — O garoto bufou se afastando — Você tem sorte de ter nascido com essa carinha bonita por que cara, você é muito nerdola. — Flynn falou negando com a cabeça, Louis travou o maxilar envergonhado.
— Não sou um idiota feito você é diferente. — Ele respondeu afiado.
— Fala sério, me fala quantas bucetas você já comeu nessa vida? — Flynn falou divertido.
— Dá pra você parar de falar merda e jogar ou tá difícil?
— Louis voc- Antes que Flynn completasse Harry chegou batendo a porta, ela estava linda em um vestidinho branco com detalhes em preto, seu olhar caiu sobre Louis sorrindo animada e indo em direção ao garoto.
— Oi lou!! — Ela disse animada se jogando do lado do garoto no sofá, Flynn revirou os olhos se levantando e indo até a cozinha beber água.
— Oi — Louis falou sorrindo para a garota.
— O que tá fazendo aqui? — Ela perguntou, tinha dormido na casa de uma amiga a uns 3 dias atrás e não sabia que o garoto estava ali.
— Flynn me chamou para passar o final de semana aqui.
— Interessante.. — Ela soou insinusiva, Louis não percebeu pois estava olhando para a televisão. — O que estão jogando? — Ela perguntou quando percebeu o controle na mão do garoto e o jogo na TV.
— Fifa 22. — Ele respondeu mirando os olhos verdes.
— Posso jogar também? — Harry não esperou que o garoto respondesse se inclinando no colo dele para pegar o controle do irmão. Louis travou e engoliu a seco vendo o vestido branco subindo pelas coxas grossas.
Harry sorriu safada demorando um tempo desnecessário para pegar o controle, sentindo Louis se remexer inquieto abaixo de si ela se afastou, vendo o rosto vermelho tomate do garoto.
— Harry cai fora é a minha vez. — Flynn reclamou quando voltou para sala, Louis ainda estava paralisado.
— Cai fora você imbecil, vai procurar um porno pra assistir e me deixa jogar. — Ela falou irritada dando dedo pro garoto que revirou os olhos se sentando novamente ao lado de Louis, que ainda estava paralisado e vermelho feito um pimentão.
— Tudo bem cara? — Flynn perguntou estralando os dedos em frente ao rosto de Louis que voltou a realidade, acenando em concordância. Harry soltou uma risadinha se concentrando no jogo logo em seguida.
A noite pelo visto seria longa.
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Deitado de bruços enquanto jogava um jogo de carro no celular Louis recebeu uma mensagem de Harry, mas especificamente um vídeo.
Ele se ajeitou na cama deitando de barriga pra cima novamente e clicando no vídeo, ele arregalou os olhos, prendendo a respiração e corando fortemente.
O vídeo era de Harry na cama, ela estava apenas de calcinha e sem sutiã então a visão dos seus belos peitos estava a mostra. Ela abaixava a câmera do celular, chegando na sua calcinha a qual ela afastou pro lado minimamente dando a visão da sua bucetinha rosa toda molhada.
Louis soltou um palavrão, sentindo seu pau endurecer. Eram três horas da madrugada e ele tinha certeza que o imbecil do Flynn estava dormindo. Ele sabia onde era o quarto de Harry e não pensou duas vezes antes de sair do quarto do garoto e ir atrás da menina.
Ok. Louis era tímido e podia até ser nerd, mas ele sabia o que fazer e como fazer. E não era de hoje que Harry vinha lhe provocando, ele lembra de ter tocado algumas punhetas pensando na garota, e depois de tantos meses se segurando ele ia mostrar para ela o que uma putinha provocadora merecia.
Ele chegou na porta da garota batendo três vezes e sendo agraciado pelo olhar safado de Harry quase as três horas da madrugada. Ela estava exatamente como no video, sem sutiã e apenas de calcinha.
— Tudo bem gatinho? — Harry perguntou mordendo os lábios.
— Posso entrar? — Ele perguntou com o maxilar travado. Harry acenou fechando a porta quando o garoto passou por ela, Louis observou o quarto, bem arrumado e com uma cama enorme, logo mirando seus olhos azuis nos verdes da garota.
— Recebi seu vídeo.. — Ele falou se aproximando e encurralando Harry contra a porta branca.
— E você gostou amor? Fiz especialmente para você. — Harry falou safada mordendo o lábio e sentindo-se molhar quando Louis levantou um braço apoiando-o ao lado da sua cabeça na porta, ele olhava para si com o rosto sério, olhos azuis observando seu rosto com atenção, Harry nunca tinha o visto assim e gostou disso.
— Ah sim eu gostei — Ele levou a outra mão para o rosto de Harry acariciando a bochecha macia — Eu gosto do seu tipo Harry, só não sabia que você gostava do meu.
— E qual é o meu tipo Lou? — Harry perguntou quase em um gemido, sua xotinha piscando.
— Vagabundas desesperadas por um pau. Esse é o seu tipo. — Louis falou descendo a mão pelo corpo de Harry, ele apertou os peitos da garota que cabiam perfeitamente na sua mão, passando pela barriga lisinha e reta até chegar na calcinha preta que ela usava.
— E o que você vai fazer louzinho hm? Vai me comer com esse seu pau gostoso ou não? — Harry provou de volta, sentindo os dedos curiosos do garoto tocar na renda da sua calcinha.
— Mas é claro que sim — Ele respondeu passando o dedo em cima do grelinho de Harry, percebendo a calcinha molhada com o melzinho. Harry o empurrou pelos ombros até a cama onde Louis caiu deitado, seu pau duro e pesado aparente pela calça de moletom.
— Então me come logo, eu já não aguento mais gatinho. — Ela se sentou no colo de Louis — Eu quero muito sentir você dentro de mim. — Sussurrou baixinho, começando a rebolar no pau duro. Louis ofegou mal acreditando no que estava acontecendo.
— E-espera — Louis pediu quando viu Harry abaixar sua calça. — Você não quer que eu te chupe antes? — Ele perguntou, Louis estava nervoso. Não era sua primeira vez mas agora era diferente, Flynn poderia escutar e ele não era uma pessoa boa em brigas.
— Não precisa, eu já tô muito molhadinha pra você. — Harry apenas falava tranquilamente sorrindo, abaixando a calça de moletom junto com a cueca do garoto, quase babando vendo o pau branquinho e grosso, a cabecinha rosinha com pré-porra vazando.
Ela o pegou na mão masturbando de leve, se ajeitando no colo de Louis e afastando sua calcinha para o lado, passando a cabecinha do pau entre seus grandes lábios, ela esfregou no seu clitóris durinho descendo pra sua entradinha e sentindo a glande de Louis empurrando-se para dentro de si logo depois.
— Hm.. porra — Harry gemeu, ela sentia sua xotinha se esticando toda no pau de Louis, que apenas observava com o cenho franzido gemendo baixinho quando seu pau entrou por completo no calor apertado.
— Porra Louis seu pau é tão gostoso awnn — Harry gemeu baixinho começando a subir e descer apoiando suas mãos na barriga de Louis ainda vestido com uma camisa da sua banda favorita.
— Você é muito gostosa puta merda. — Louis gemeu rouco fechando os olhos com força, seu pau pulsava dentro da buceta de Harry que se esfregava pra frente e pra trás, suas bolas pesadas fazendo barulho na bunda dela sempre que a garota sentava com força.
— Uhum.. me come com força gatinho, por favor awwnn — Ela gemia se sentando com força, Louis abriu os olhos, seu rosto vermelho e suado. Ele observava a forma quase desesperada que a garota sentava em si, sorrindo quando mandou Harry sair de seu colo.
Ela fez e Louis tirou a camiseta e a calça se masturbando gostosinho por cima de Harry, ele se enterrou na garota de novo abaixando a cabeça e chupando os peitos gostosos ouvindo os gemidos manhosos de Harry no seu ouvido.
— Isso assim.. oh — Harry gemeu quando Louis aumentou a velocidade da investidas, ele estocava com força em si rebolando o quadril.
— Você gosta assim sua vagabunda? — Louis se apoiou em um braço lado da cabeça de Harry, ela que gemia e apenas concordou com a cabeça, as mãos na cintura de Louis que não parava de estocar com força.
— Gosta quando eu te bato assim também? — Ele falou dando um tapa na bochecha vermelha de Harry, ela gemeu mais alto se contraindo no pau de Louis que gostou disso gemendo baixinho no ouvido da garota.
— Sim, sim porr-a me bate mais Louis por favor. Me fode com força, v-vai me come awwn. — Ela disse gemendo, Louis rosnou excitado no ouvido da garota, se afastando e tirando seu pau do calor apertado, ele se masturbou vendo a xotinha rosinha da menina toda molhadinha, seu pau branco com resquícios de pre-gozo.
— Eu quero te comer de lado, vira — Ele mandou e Harry fez rapidamente, Louis foi pra trás da garota se deitando e pegando seu pau duro na mão, ele deu batidinhas com ele na xotinha gordinha passando por toda a bucetinha e afastando a calcinha mais um pouco antes de se enfiar de uma só vez na garota, que pois a mão na boca para não gemer alto.
Harry estava com as pernas fechadas o que tornava tudo ainda mais apertado e quente, os dois gemiam no quarto e a cama de Harry fazia barulho, enquanto Louis estocava com força sentindo que gozaria logo.
Ele deu um tapa na bunda de Harry que gemeu manhosa descendo a mão pro seu clitóris durinho, ela esfregou com força também sentindo que gozaria enquanto Louis apertava seus peitos e batia neles com a mão.
— Porra sua buceta é muito gostosa. — Ele disse ofegante no ouvido de Harry, olhou para baixo vendo seu pau sair e entrar rapidamente, a bunda grande Harry batendo na sua virilha.
— E-eu vou gozar lou, não para awwn — Ela gemeu começando a contrair a sua bucetinha no pau de Louis que gemeu segurando na cintura fina da menina e estocando com força.
— Goza pra mim goza, goza no meu pau sua vagabunda. — Louis disse baixinho no ouvido de Harry que gozou logo em seguida, ela tremeu nos braços de Louis que rosnou excitado sentindo suas bolas repuxarem.
— Caralho eu vou gozar — Louis disse estocando mais duas vezes e tirando seu pau dentro da bucetinha de Harry, ele se masturbou rapidamente gozando na bunda grande da garota.
— Oh porra.. — Ele gemeu quando enfiou o pau de novo na xotinha de Harry terminando de gozar dentro da xotinha quente, Harry sorriu safada sentindo a porra de Louis na bunda e dentro da buceta.
Louis saiu de dentro de Harry, seu pau vermelho, molhado e melado, suspirando quando subiu a calça, olhou pro lado vendo a respiração ofegante de Harry enquanto o corpo dela tremia minimamente.
— Você tá bem? — Ele perguntou quando Harry se virou para si com o rosto vermelho.
— Sim estou, isso foi muito gostoso. — Ela respondeu sorrindo.
— Sim, muito. Você é incrível. — Louis respondeu, se sentindo tímido agora.
— Você também lou. Ah.. — Ela desviou o olhar — Você vai me beijar agora? — Perguntou claramente nervosa. Não se beijaram em nenhum momento e Harry queria aquilo.
Louis nem respondeu, colando seus lábios juntos rapidamente. Harry suspirou, seu coração apaixonado rodopiando dentro do peito. Uma nova história aparentemente começava ali.
Incesto entre irmãos e pai; Harry garota cis; Edward garoto cis; Edward flex; Louis tops; Humilhação leve; Slapping leve; Fixação oral; desmaio pós-sexo; desuso de preservativo; threesome; dupla penetração; sexo anal e vaginal; overstimulation.
- Harry e Edward casal de gêmeos: 18 anos
- Louis: 40 anos
- Imaginei o Edward como o Harry de fratboy, mas estão livres para imaginarem como quiserem.
Plot original
SE ALGUM TÓPICO TE INCOMODE, NÃO LEIA!
word count: +7k palavras
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Louis ainda grogue pelo sono, ouviu os cochichos em seu quarto, já imaginando o que viria pela frente, mas decidiu fingir que ainda estava dormindo, para ver se seus filhos desistiam de querer fazê-lo levantar da cama.
Pela brecha do lençol observou sua filha ir em direção às cortinas, abrindo-as, deixando a luz matinal entrar no cômodo. Fechando os olhos novamente quando Harry foi em sua direção.
- Papai? Ei paizinho? Acorda. - Cochichou Harry no ouvido de Louis e o cutucando em seu ombro, vendo o pai nem ao menos se mexer.
- Hazz, eu te falei que ele não ia acordar cedo. Vamos, deixa ele aí - Edward disse tentando convencer a irmã. Vendo ela ficar em pé na cama, já balançando a cabeça negativamente, prevendo o que a garota iria fazer.
- Ah mas ele vai! Ele prometeu ontem que ele ia aproveitar o dia com a gente. - respondeu Harry, rindo em diversão, e começou a pular na cama, sorrindo ao ver o pai abrir levemente os olhos. - Papai, vamos! Levanta, eu sei que você está fingindo.
Edward levado pela diversão da irmã, subiu na cama também e começou a puxar o lençol que cobria o mais velho, gargalhando junto à Harry ao verem o pai grunhir algumas palavras inaudíveis, em reclamação ao movimento em sua cama.
- Gente, deixa o papai descansar. - reclamou Louis, com a voz rouca pelo sono, bufando e tentando puxar o lençol novamente para seu rosto.
- Se você não trabalhasse tanto não estaria tão cansado. - reclamou Edward.
- Eddie tem razão, papai. Você prometeu que hoje você ia acordar cedinho e ficar com a gente. - disse Harry com tom um chateado, já parando de pular na cama, cruzando os braços, formando um bico em seus lábios.
Louis já rendido pelo pedido dos filhos, os chamou com um aceno em sua mão. Os dois acatando o pedido silencioso para que se aproximassem, deitaram em cada lado do mais velho, sentindo o pai puxá-los para deitarem as cabeças em seu peito, e começando a acariciar os cabelos dos dois filhos.
- Desculpa meus amores. Ontem fui dormir tarde, e acabei esquecendo que prometi que iria aproveitar minha folga com vocês. - disse Louis, com a voz ainda lenta. - O que vocês querem fazer hoje?
- VAMOS PRO SHOPPING!! - gritaram os dois ao mesmo tempo. Se levantando do peito do mais velho, sentados na cama. Louis sorriu ao ver a animação dos filhos.
- Vamos, papai! Vai trocar de roupa. Vou terminar de preparar o café. - Disse Edward, saindo da cama, e caminhando para fora do quarto, cantarolando alegre, e gritou o nome da irmã ao ver que ela não o seguiu. - Vem Harry!
- Não sei como vocês conseguem ter essa animação tão cedo. - disse o mais velho para a filha, levantando seu tronco, e se sentando com as costas apoiadas na cabeceira.
- Você que é mal humorado. Faz tempo que você não se diverte com a gente, você só trabalha. Tô com saudades, papai. - reclamou Harry, manhosa, aproximando seu rosto no pescoço do pai, inspirando o cheiro gostoso ali.
- Princesa, me perdoa. Prometo que vou tentar tirar mais tempo livre para vocês. - levando sua mão para o rosto da filha, acariciando, e a puxou para deixar um beijo no topo de sua cabeça.
A garota se aproximando mais do pai, subiu em seu colo para abraçá-lo. Louis despreparado, sentiu seus músculos ficarem tensos, ao sentir sua filha se sentar em cima de sua ereção matinal. Mas logo se recompondo e relaxando sua postura, envolveu seus braços na cintura da garota, e propositalmente investiu seu quadril para cima, segurando um gemido em sua garganta. Harry ciente do que estava fazendo, percebeu a postura do pai, e soltou uma risadinha em seu pescoço.
- Está rindo de quê, princesa? - o mais velho a questionou, puxando o rosto da menor para olhá-la nos olhos, arqueando uma sobrancelha.
- Nada não, papai. Lembrei de algo, mas não é nada demais. Vou ajudar o Eddie a terminar o café. - Respondeu com seu tom de inocência na voz, deixando um selinho na bochecha do pai, próximo ao canto de seus lábios. Se levantou, deixando o quarto sem olhar para trás.
Louis acompanhou seu olhar em Harry a vendo deixar o cômodo. Surgindo um sorriso no canto de seus lábios, pensou: "Pensa que me engana."
Louis sabia o real motivo da risada de Harry. Não era a primeira vez que Harry se aproveitava do pai. Mas num acordo silenciosos entre eles, ambos fingiam inocência. No começo, Louis realmente acreditava na inocência da filha. Mas sendo uma pessoa analítica como sempre foi, começou a perceber a real intenção da garota. Já a algum tempo, a relação entre eles, era coberta por uma nevoa de tensão, devido às provocações singelas da filha, mas que logo começou a ser retribuída pelo mais velho, que aproveitava da situação para passar suas mãos pelo corpo da menina, ou encostando o cacete duro em suas calças na menina, sempre que a abraçava. Numa disputa de quem seria o primeiro a ceder aos desejos implícitos.
Apesar de como um pai não declarar favoritismo sob os filhos, Harry naturalmente sempre foi mais próxima do pai, por ser a garotinha mimada do pai desde pequena. Se Eddie se incomodava com a proximidade dos dois, não era notável. E Louis ainda em sua luta interna diária, se contendo para não foder a filhinha que já o provocava a tanto tempo, quando pensava que a situação não poderia piorar, viu o outro filho começar a provocá-lo também.
Para Louis perceber que também estava sendo alvo das provocações de Eddie, foi um processo mais lento, já que o filho era declaradamente hetero. Mas isso mudou quando o pegou na sala de reunião de sua empresa, cavalgando loucamente, no pau de Matt, um de seus sócios.
Naquele dia, Matt não notou a presença de Louis, extasiado pelo prazer ter o garoto em seu colo de costas para si, se fodendo em seu cacete. Mas Edward viu seu pai ali na porta, estático com a cena. Surgindo um sorriso no canto de seus lábios, sussurrou o nome "papai", ainda sem parar de sentar no amigo de seu pai. Louis em resposta, apenas arqueou suas sobrancelhas, fechando a porta, saiu dali, desacreditado com a cena que acabara de presenciar.
E lá estava Louis, em seu banheiro, já a alguns minutos debaixo da ducha à mais tempo do que poderia ter noção, perdido em seus pensamentos. Apesar de todas as provocações de seus filhos, ele ainda conseguia manter sua postura e não ir adiante. Não porque se reprimia pelo desejo imoral que sentia por seus filhos, mas porque estava curioso até que ponto essas provocações chegariam, e sua vontade era tê-los implorando para que o papai os fodessem. Em sua mente ele fazia uma aposta em qual dos dois filhos seria o primeiro a ceder.
Ali já terminando seu banho, voltando para o quarto para vestir suas roupas, despertou-se de seus pensamentos ao ouvir o toque do celular, bufando ao ver o contato de sua secretária, o ligando.
❀•°•═════ஓ๑♡๑ஓ═════•°•❀
- Olha como você está molhadinha, Hazz... - disse Edward, com a voz rouca, deixando beijos no pescoço da irmã.
- Isso Eddie, não para...- a garota pediu, gemendo em prazer.
Edward estava com sua mão dentro dos shorts de Harry, brincando com o grelinho duro e molhado da irmã. Os dois se conheciam tão bem, que não precisaram trocar muitas palavras ao ver Harry descer para a cozinha, com suas bochechas rubras e roçando suas coxas tentando aliviar o tesão após ter sentido o cacete duro do pai anteriormente. Que ao ver o estado da garota, apenas a pressionou contra o balcão da cozinha a beijando com desespero, e começou a brincar com ela, como sempre tinham o costume de fazer.
- Eddie... o cacete dele é tão grande. Quase pedi pra ele me foder ali mesmo, já tava tão duro. - Harry disse com certa dificuldade, liberando cada palavra entre os gemidos.
- Não tem vergonha de ficar assim por culpa do papai não sua puta? - O garoto disse com diversão em seu tom de voz, ainda sem parar de masturbar a irmã.
- Não se faça, maninho! Até parece que você não quer o mesmo. - puxou o rosto do seu irmão para próximo ao seu, e puxou um lábio dele mordendo levemente, gemendo mais em sua boca ao sentir o irmão acelerar os movimentos de sua mão em seu grelinho sensível. - Mas sabemos muito bem que eu vou conseguir foder com o papai antes que você. - respondeu astuta, ainda gemendo ao sentir a pressão familiar em seu ventre, indicando o orgasmo próximo. - Continua Eddie...eu tô quase...
- Não me desafia, maninha. Aposto que consigo antes que você. Papai fica se fazendo de durão e não age, mas eu vou quebrar com a postura dele logo logo, e vai ser a mim que ele vai foder. - respondendo à irmã, e a pegando desprevenida, meteu dois dedos dentro da entrada da mesma, rindo ao ver o corpo da irmã tremer em suas mãos, colocando a outra mão na boca dela, para impedir de gemer alto demais.
Harry estava perto de gozar, mas foi impedida logo que ambos ouviram os passos vindo da escada, se afastando rapidamente antes que o pai os vissem.
Louis já entrando no cômodo, estava vestindo roupas sociais, e seus olhos pregados na tela do celular, enviando mensagem para um de seus sócios. A passos rápidos foi pra geladeira pegando algo rápido para comer, só depois percebendo os dois filhos ali de braços cruzados, e ambos com expressão chateadas para ele.
- Você não vai mais sair com a gente não é? - questionou Harry, ao notar a pressa e vestimenta de seu pai.
- Princesa, me desculpa. Me ligaram da empresa e vão precisar fazer uma reunião urgente. Mas logo assim que acabar eu volto. - disse Louis, se aproximando de Harry para a abraçar, mas a mesma se afastou e caminhou para fora da cozinha, em direção às escadas, sem olhar para trás o respondeu:
- Tanto faz, não sei porque acreditei. Sua vida é só trabalhar, e esquece da gente.
Edward mais calmo em relação à situação, tentou ser compreensivo e disse ao mais velho:
- Tudo bem, papai. Bom trabalho, a gente tenta outro dia. - disse com um sorriso ameno no rosto, deixou um beijo casto na bochecha do pai, e foi em direção às escadas para tentar acalmar a irmã. E Louis não aguardando mais, saiu para ir cumprir suas tarefas no trabalho.
Edward já sabendo onde encontrar a irmã, foi em direção ao quarto dela, a encontrando na cama deitada, já totalmente nua, apertando um de seus peitos e pressionando um vibrador contra seu grelinho rubro pela sensibilidade. Ela, ao perceber a presença do irmão no quarto, decretou impaciente:
- Vem cá! Me ajuda a terminar o que começou. - disse e assistiu Edward começar a tirar suas roupas e já aproximando para subir em sua cama.
- Você foi tão convincente que quase acreditei que realmente estava chateada que o papai foi trabalhar. - o garoto disse rindo, com o corpo em cima de Harry, se abaixou para capturar o mamilo sensível da irmã com os lábios, o mordiscando levemente.
- Eu até estou chateada com ele, mas estou mais por ele ter interrompido a gente. Ele sempre chega na pior hora e eu tô louca pra gozar. - respondeu, e bufou irritada quando o irmão tirou o vibrador da mão dela, jogando no lado da cama. Mas logo Edward abaixou seu quadril contra o dela, ambos gemendo pela fricção gostosa do cacete duro contra o grelinho molhado da garota.
- Você anda estressada e mimadinha demais ultimamente. Tudo só porque tá louca pra sentar no cacete do papai. - disse Edward, começando a investir seu pau contra os lábios da buceta da irmã, aumentando a velocidade cada vez mais. Ambos já gemendo mais alto, envoltos pela nuvem de prazer.
- Eddie, eu não sei quanto tempo vou aguentar segurar pra não dar pro papai, ele é tão gostoso...- disse, e buscou o rosto do irmão com as mãos aproximando para o beijar. Um beijo bagunçado e parando apenas para gemer um na boca do outro.
- Eu te entendo, Hazz...imagina aquele caralho gostoso do papai, bem fundo na sua buceta. - disse e afastou levemente seu quadril do dela, e levou seus dedos para a entrada da garota que escorria livremente seu melzinho, deixando o lençol embaixo já encharcado, e socou dois dedos dentro da menina.
- O-oh...sim! mete mais Eddie... - gemeu ao sentir os dedos de encontro ao seu pontinho de prazer. - O papai ia me foder tão bem...
- Ele vai, Hazz. Mas você precisa parar de ser egoísta e dividir ele comigo. Seria tão maldoso da sua parte não deixar seu maninho também ser o brinquedinho de foda do papai. E também não esquecer de mim, você sabe que eu amo brincar com sua bucetinha, tão gostosa...
Harry afastou os dedos de Edward de sua buceta, e o puxou pelo quadril, novamente encostando as intimidades de ambos, e ela começando a rebolar contra o cacete duro do irmão, que encontrava pingando de pré gozo.
- Tá bom maninho, eu divido ele com você! Agora me fode! - disse e levou sua mão para o pau do irmão para encaixar em sua entrada. Mas logo sentindo o irmão dar um tapa em sua mão, a afastando dali.
- Harry! Já te falei que a gente não vai até o final! - disse Edward irritado.
- Por favor, Eddie...Eu preciso tanto de um cacete dentro de mim... - pediu manhosa, já formando um biquinho em seus lábios, começou a punhetar o cacete do garoto, vendo ele gemer.
- Hazz...é errado, você sabe. - Disse Edward ainda tentando convencer a irmã.
Os gêmeos não lembram quando exatamente começaram seus atos libidinosos. Mas o garoto sempre impedia a irmã quando a mesma pedia para a fodê-la. Ambos tinham ciência da imoralidade de seus atos. Enquanto para o garoto, que considerava "menos pior" se não chegassem até os "finalmentes". Para Harry não existia o grau de certo e errado ali, mesmo que apenas mantivessem nas "preliminares", era sexo da mesma forma, e sempre ficava insatisfeita quando tinha seus pedidos negados de que o irmão a fodesse propriamente.
Irritada pela negação do garoto, o afastou de cima de si, o virando para deitá-lo na cama, o assustando pelo movimento rápido.
- Você é tão mal agradecido, Eddie. Tô implorando pra me foder. E você ainda quer bancar o certinho. Admite que quer sentir seu caralho bem fundinho na minha xotinha, maninho. - disse e logo abaixou seu rosto para o membro do garoto, o capturando com os lábios, chupando e levando fundo em sua garganta.
Edward gemendo, fechou os olhos em êxtase, mas logo os abrindo ao estranhar a falta da boca da irmã em seu pau. Confuso, viu a garota buscar o vibrador na cama, e esfregando o brinquedo contra os lábios de sua buceta, deixando-o molhado pelo seu melzinho. Então abaixou novamente sua boca para o cacete do irmão, e pressionou o vibrador ainda desligado contra a entrada do garoto, o fazendo tentar recuar ao perceber.
- Hazz...o que você tá?....AI PORRA! - disse assustado pela invasão, mas logo começou a gemer ao sentir a ponta do brinquedo começar a vibrar em sua próstata, e a garota socando fundo dentro de si, enquanto ainda chupava o cacete dele.
Harry parou de chupar, aumentou a velocidade do vibrador dentro do cuzinho do irmão, rindo ao ver o desespero dele, gemendo alto com o estimulo em sua próstata, e rapidamente subiu em cima do colo do mesmo, encaixando a cabecinha do pau dentro de sua grutinha que se enxarcava cada vez mais pelo tesão.
Edward, acordando de seu transe ao sentir o calor da buceta em sua glande, a tirou de seu colo, empurrando novamente contra o colchão, deixando um tapa ardido em sua buceta.
- Filha da puta! Você não tem vergonha de ser tão desesperada por pau sua vagabunda! - rosnou as palavras em irritação. - Sorte a sua que você tem essa buceta gostosa de puta. - disse, gemendo novamente ao sentir a vibração em seu cuzinho, e abaixou seu rosto contra a buceta da irmã, chupando com avidez.
- Eddie... - a menina gemia mais alto o nome do irmão. - Isso continua. Porra, eu amo sua boca. - A garota começando a rebolar no rosto do irmão, cada vez mais extasiada ao sentir a língua trabalhar em seu grelinho duro.
Edward gemia com a boca na buceta da garota. Ambos já sentindo o orgasmo se aproximar, cada vez mais desesperados para alcançar. Perdidos em seu mundo não ouviu os passos no corredor, e o pai já na porta do quarto.
- Então é isso que vocês fazem enquanto estou no trabalho? - diz o mais velho, com seu tom de voz alto e rouco, assustando seus filhos, fazendo-os se afastarem imediatamente e tentarem cobrir suas nudez.
Momentos antes:
Louis em todo o caminho para sua empresa tentava ignorar o incomodo de não poder cumprir a promessa que fez aos seus filhos. Ele sempre foi um homem calmo, que não deixava levar por suas emoções facilmente, mas ao chegar na empresa e ouvir as palavras de sua secretária, ele sentiu toda sua paciência se esvair de seu corpo, assustando a funcionária com o soco forte no balcão da recepção.
- Me d-desculpa, chefe. Eu realmente não sei onde estava com minha cabeça e confundi os horários e pensei que essa reunião era hoje. - disse a mulher gaguejando pelo susto e medo da reação de Louis.
- É, é tanto faz! Arruma suas coisas e vai embora. Depois você volta pra assinar sua demissão, sonsa do caralho. - respondeu Louis, ainda enfurecido, e voltou à passos rápidos de volta para o elevador para ir embora e voltar para casa.
Já em casa, seu estresse anterior já estava esquecido em sua mente. Mas estranhou o silêncio que estava na casa, mas imaginando que os filhos estivessem em seus respectivos quartos, subiu as escadas, com um sorriso em seu rosto, alegre que finalmente teria seu momento com seus filhos. E ao chegar no topo da escada, rumo ao corredor, parou seus passos ao ouvir gemidos saindo do quarto de Harry. Sentiu seu sangue ferver ao ter o pensamento que sua filhinha tenha trago algum homem para casa, e foi a passos decididos para o quarto da garota. Vendo que a porta do quarto já estava aberta, seu corpo congelou ao ver o que acontecia ali.
Louis deveria ter desconfiado que a proximidade e intimidade de seus filhos era mais que apenas fraternal. Vendo aquela cena, pela fresta da porta, de seu filho Edward chupando a buceta de Harry, ele não sabia se seu corpo ferveu em fúria, ou em tesão.
Mas seu pau já começando à dar sinais de vida, já respondia sua própria pergunta. No entanto, ele decidiu ignorar, e entrar no quarto para confrontar seus filhos:
- Então é isso que vocês fazem enquanto estou no trabalho? - diz o mais velho, com seu tom de voz alto e rouco, assustando seus filhos, fazendo-os se afastarem imediatamente e tentarem cobrir suas nudez.
Harry e Edward se assustaram pela presença do pai naquele momento. Edward, balbuciou algumas palavras, mas não conseguia finalizar uma frase.
- Eu fiz uma pergunta, porra! - disse entredentes, logo se aproximando seus filhos e os puxando ambos pelos cabelos. - Que vocês dois não se passam de duas putas, disso eu já sabia. Mas agora vocês me surpreenderam.
Ambos grunhiram mediante à dor. Louis os encarava em busca de respostas. Mas sem ao menos perceber, apertou seu cacete, agora já totalmente duro, por cima das calças, em busca de alívio.
Ato que foi percebido por Harry, surgindo um sorriso no canto de seus lábios ao perceber o estado que seu pai encontrava.
Louis logo vendo o sorriso nos lábios da filha, balançou a cabeça em negação, e soltou uma leve risada:
- Que foi princesa? Porque tá encarando o cacete do papai desse jeito? Não tem vergonha de ser vadia?
Harry pega de surpresa, sentiu suas bochechas esquentarem de vergonha. Desviando o olhar do pai. Mas logo sentindo o mais velho puxar seu queixo rudemente, murmurando baixo pela dor do aperto.
- Olha pra mim quando eu estiver falando com você! - disse Louis seriamente, soltando o queixo da menina, e logo dirigindo sua palavra para o outro filho:
- Então enquanto as duas putas se esfregavam "inocentemente" para o papai, vocês estavam fodendo? - se aproximou de Edward, o apertando pelo pescoço, vendo a expressão aterrorizada do filho, ignorando as lágrimas que já começava a preencher os olhos do garoto. Intercalando seu olhar de um filho para o outro, continuou:
- Tsc, tsc, tsc...papai está muito chateado e decepcionando com vocês! Me deixando de fora da diversão em família.
Os menores ao entender o que o pai falava, ainda permaneceram imóveis, com surpresa estampado em seus rostos. O ar que já era escasso naquele quarto, se tornou mais ainda ao verem o mais velho começar a tirar o cinto da calça, e colocando a mão dentro de sua calça, punhetando o cacete dolorido de tesão. Louis vendo os filhos ainda estáticos, disse:
- Venham para o papai. Se vocês forem bonzinhos o suficiente, eu penso se perdoo vocês.
- Sim, papai. - sussurrou disse Harry, com dificuldade devido à tensão, mas já ansiosa em ter o que desejava a tanto tempo, se aproximando do pai, começou a beijar seu pescoço, mas por um momento esqueceu da presença do irmão, e viu o mesmo começar a beijar o outro lado do pescoço do pai, e levando a mão para a calça do mais velho, apertando a ereção ali. Harry enciumada, afastou a mão do garoto imediatamente dali, colocando sua mão no lugar, já tentando abrir o zíper da calça.
- Sai Hazz! - disse o garoto.
- Se começarem a brigar que nem duas vadias pelo meu cacete, vai ficar os dois sem nada, estão me entendendo? - Louis disse rudemente, puxando cada um pelos braços, e apertando ali fortemente, que teria certeza que ficariam marcas. Satisfeito ao ver os filhos acenarem com a cabeça que sim, abaixou sua calça, expondo o caralho duro e com a glande já molhada de pré-porra. - Ótimos. Agora ajoelhem, e chupem o cacete do papai direitinho.
Os dois imediatamente obedeceram, ajoelhando no tapete próximo a cama, os dois irmãos olharam entre si em ansiedade, sorrindo e pela conexão dos irmãos, entraram em um acordo silencioso de serem bons para o papai, com medo de chateá-lo novamente. Tornaram seu olhar para o cacete do pai em sua frente, ambos já sentindo a ansiedade de tê-lo em sua boca.
Edward levou sua boca para as bolas pesadas do pai, chupando com avidez, e levou sua mão para o peito de Harry, apertando o mamilo enrijecido entre os dedos. Harry arrastou sua língua desde a base, até a glande rubra, deixando um selinho casto, antes de fechar a boca em volta do cacete. Louis gemeu rouco sentindo as duas bocas trabalharem em si. Segurou cada um dos filhos pelos cabelos, apertando levemente. Harry incentivada pelo puxão no cabelo, começou a investir mais seu boca ali, levando fundo em sua garganta.
- Porra...que boquinhas gostosas, filhotes. Não acredito que perdi tanto tempo sem ter vocês chupando tão bem o papai.
Tentando controlar a respiração para chupar bem o cacete do papai. Tarefa que tornou mais difícil ao sentir os dedos do irmão descer de seus peitos e ir em direção à sua bucetinha. Gemendo arrastado, com o caralho ainda em sua boca, o enviando vibrações. Louis ao perceber porque a filha gemia, riu ao ver os dedos do filho trabalhando na buceta da irmã.
- Porra Eddie...parece que você gosta mesmo da bucetinha da sua irmã. Não aguenta ficar um tempo sem colocar a mão. - disse arrastado em tesão. Puxando os dois pelos cabelos, para que começassem a chupar juntamente seu cacete, os dois filhos chupavam a glande do pai, em uma mistura de línguas, como se beijassem entre si. - Conta pro papai, Eddie. A buceta de Harry é tão gostosa assim como parece ser? Como é ter ela envolta do seu pau?
Harry deu uma risada, divertida com o questionamento do pai. Edward parando de chupar o cacete, levou seu olhar para o pai, e com timidez disse:
- Eu não fodi ela, papai. A gente só brinca um pouco... - disse com tom de voz baixo, mordeu seus lábios em nervosismo, ao ver o pai arquear as sobrancelhas e balançar a cabeça negativamente.
- Porque não, meu bem? Tendo essa putinha à sua disposição e você não aproveitou pra fazer a sua irmãzinha de brinquedinho de foda? - questionou com tom de voz suave.
- Eu já pedi pro Eddie, papai. Mas ele nunca me fode direitinho do jeito que quero. - disse a garota, expondo mais um segredo entre eles.
- Agora fiquei decepcionado, Eddie. Esperava mais de você. Sempre confiei em você em cuidar direitinho da minha bebê, sem nem ter ideia que seu modo de cuidado era outro. - disse e soltou uma risada em deboche, continuando: - deixa eu te mostrar como deve foder essa vagabunda.
Harry imediatamente sorriu em felicidade, ansiosa para sentir o papai a foder. Ignorando a face de chateação do irmão, ao ver que tinha perdido a disputa dos dois de quem seria o primeiro a ser fodido pelo mais velho. Louis terminou de tirar o restante de suas peças de roupa, ficando completamente nu, sentou na cama, ainda com as pernas para fora dela, e bateu em suas coxas como um pedido para Harry ir até ali, e a mesma obedecendo imediatamente, sentiu as mãos do pai em sua cintura, a virando de costas para o mais velho.
- Abre as pernas, princesa. Papai vai foder a sua buceta bem gostoso, pra ensinar o Eddie, sim? - disse, a ajudando a apoiar os pés em cada lado da cama, ainda segurando em sua cintura, levou sua mão em seu cacete pesado, e encaixou na xotinha da filha, investindo seu quadril para cima, e ambos gemendo em prazer.
- Porra, amor. Que buceta gostosa. Tão apertadinha pro papai. - disse rouco entre gemidos, e ao ver o filho ali em sua frente ainda ajoelhado, sem tirar os olhos do cacete socando fundo na buceta da irmãzinha, tão molhados, sentia que poderia gozar ao apenas assistir aquela cena. Imediatamente sentiu sua boca encher d'água ao ver o grelinho rubro da garota. Se aproximou deles, sentando em cima do pé do pai, acariciando a perna dele.
- Papai, possa chupar a Hazz? Por favor? - pediu com um tom quase choroso, começando a rebolar em cima do pé do mais velho. Louis não o respondeu, apenas virou seu olhar para o filho, com um sorriso no canto de seus lábios. O olhando por cima com superioridade. Edward vendo que não obteve resposta, pediu novamente: - Por favor, papai? Eu prometo ser bonzinho.
- Você gosta de chupar a buceta da Hazz, amor? - questionou, entre os gemidos, com Harry em cima de si, aumentando as velocidades nas quicadas, logo o filho acenar rapidamente com a cabeça afirmando. - Então pede pra ela. Se a chupar direitinho, eu deixo você brincar com o caralho do papai também.
- Hazz, posso te chupar? - disse o garoto para a irmã. No fundo já sabendo que seu pedido dessa vez não teria risco de ser recusado. O garoto amava tanto o gosto da irmãzinha quanto a garota amava sentir a boca de seu irmão em sua intimidade.
- Sim, sim, vem Eddie. - respondeu quase que imediatamente, ansiosa para ter o irmão a chupando, gemendo alto ao sentir a língua de seu irmão em sem grelinho. Edward gemeu satisfeito com o sabor do melzinho de sua irmã em sua boca. Ele poderia a chupar quantas vezes fossem necessárias, mas ainda sentiria que não tinha o bastante. Louis para facilitar a posição deles, segurou firme na cintura da filha, a deixando parada, e começou a socar mais forte no fundo da buceta da garota.
- P-papai, mete...mete...que caralho gostoso, papai! - gemeu a garota, pedindo mais para o pai, já sentindo suas forças esvair de seu corpo com a força nas socadas do pai dentro de sua xotinha. - Eddie, que delícia...eu amo tanto sua boca na minha bucetinha, maninho.
Eddie desceu sua boca para o cacete do pai, estendendo a língua para que o mais velho investisse contra a buceta da irmã, e sua língua ao mesmo tempo. Por seu queixo escorria sua saliva. Sentou sob seus tornozelos, e gemeu arrastado ao sentir o vibrador que ainda estava dentro de seu cuzinho.
- Porra... que sorte eu tenho de ter duas putinhas só pra mim. - gemeu o mais velho, e tirou Harry de cima de seu colo, a jogando na cama com brutalidade, deixando um tapa na sua buceta, sorrindo ao ver o estado da filha, e logo chamou o filho para a cama também. - Vem cá, Eddie. Coloca Harry pra chupar seu cacete. Princesa, mostra pro papai como você chupa seu irmãozinho.
Eddie subindo na cama, acatando imediatamente o pedido do pai, ajoelhado, aproximou seu quadril do rosto da irmã. Logo a mesma tomando o cacete duro do garoto pela mão, com a glande rubra por estar segurando o orgasmo a tanto tempo, levou à sua boca, o chupando, e gemendo ao sentir o gosto do irmão em sua boca.
- Fode a boca dessa putinha, meu amor. - ordenou o mais velho, vendo o filho logo obedecer, e a filha respirando com dificuldade pelo tamanho do membro socando fundo em sua garganta. E Louis, então pegando seu cacete duro em sua mão, abrindo as pernas de Harry, se encaixando ali, e socou fundo sem aviso na intimidade da filha. Levou uma mão para o peito da garota, e a outra, levou para a bunda do filho, sorrindo ao perceber o que tinha ali.
- Ora, ora...que surpresa temos aqui. Sua maninha estava te fodendo antes de eu chegar aqui, Eddie? - questionou o mais velho, tirando levemente o vibrador do cuzinho do filho, mas logo socando fundo com força. - Responde!
- S-sim, papai! - o garoto respondeu com dificuldade, levado sua mão para o tronco do pai, tentando se apoiar ao sentir suas pernas bambear. Pulando levemente ao sentir o pai dar um tapa ardido em sua bunda.
Louis aumentou mais a velocidade nas investidas contra a buceta da filha, e sua mão ainda trabalhando contra o cuzinho do filho, usando o brinquedo nele. O quarto sendo preenchido pelos gemidos cada vez mais altos dos três. Louis puxou o rosto do filho, apertando suas bochechas, formando um bico nos lábios do garoto, o beijando rudemente, investindo sua língua contra a boca, e o menor chupando a língua do pai como se fosse em um boquete. Logo se abaixou para o rosto de Harry, tirando o cacete de Edward da boca da menina, o tomando começando uma punheta em seu filho, levou sua boca para a de sua filha para beijá-la também. A menina recebendo o beijo, sentia dificuldades ao tentar beijá-lo enquanto gemidos saiam de sua boca, sentindo o orgasmo se aproximar ao sentir o cacete do pai tão fundo dentro de si. Louis interrompeu o beijo, e ainda deitado em cima de Harry, levou sua boca para o pau do filho, chupando com avidez.
Era demais para os dois para os dois filhos, sentiam que a qualquer momento poderiam colapsar, em tamanho tesão. Harry sendo a primeira a avisar ao pai:
- Papai, eu vou gozar. - avisou com ansiedade, e logo ouvindo o irmão sussurrar entre gemidos que também estava próximo de seu ápice.
- Não. Vocês não vão gozar agora. O papai ainda não terminou de brincar com meus brinquedinhos de foda. - ordenou Louis, ainda investindo contra a buceta de Harry, retornando a punhetar o cacete do filho. O mais velho respirando com dificuldade, ao sentir seu orgasmo se formar em seu ventre. Não precisando de mais três investidas para esporrar sua porra dentro da xotinha da filha. Retirando seu cacete para fora dela, chamou o filho:
- Eddie, limpa a buceta da sua irmã. Chupa direitinho, sim? Não quero ver um resquício da minha porra nela. - ordenou, puxando o corpo do garoto para se abaixar contra a intimidade da garota, o deixando de quatro para si, vendo o mesmo logo obedecer a chupar a xotinha de Harry, recolhendo toda a porra para sua boca, e a garota gemendo ao contato da língua de seu irmão ali. Aproveitando a posição do filho, retirou o brinquedo da entrada do menor, logo posicionando seu cacete, que apesar do orgasmo recente, ainda permanecia duro. Entrando sem aviso contra o cuzinho do filho, e já investindo suas socadas contra ele, gemendo o nome do filho: - Caralho Eddie, que cuzinho delicioso, amor...
- P-papai... - o menor gemeu com dificuldade. - Ela está limpa, papai. Já engoli tudo. - disse ao mais velho.
- Bom garoto, filhinho. Agora quero que você fode a buceta da sua irmãzinha, ok? Faz isso pro papai? - pediu Louis, saindo de dentro do filho, puxando seu corpo para que se posicionasse para fora da cama, e vendo Edward puxar a irmã pelo quadril, se posicionando entre as pernas da menina, bateu levemente seu cacete contra o grelinho dela, e não esperando mais para investir dentro dela, ouvindo a irmã gemer.
- Porra, Hazz...que buceta gostosa. - gemeu junto com ela, enfiando o cacete duro devagar contra ela. Louis se posicionou novamente atrás do menor, socando fundo o cacete no cuzinho do filho. Os três gemendo alto, em uma confusão sem saber por qual nome clamar.
- Isso, meu bem. Fode sua irmãzinha enquanto você se fode no caralho do papai, sim? - pediu o mais velho. Edward socando fundo na buceta da irmã, enquanto sentia o caralho pesado bater em sua próstata, já sabia que não conseguiria aguentar por muito tempo.
- Papai, me deixa gozar...tá muito gostoso, papai. - suplicou o garoto.
- Eu também, papai. P-por favor? - pediu Harry, com medo do pai negar, pois tinha certeza que dessa vez não conseguiria segurar, já com o coração aflito imaginando que poderia decepcionar o papai. Mas logo os dois aliviados, ao ouvirem a permissão de Louis.
- Gozem para o papai, bebês. Podem vir. - como se o mais velho tivesse um poder sobre os corpos dos filhos, imediatamente os dois gozaram, aliviados. Edward esporrando toda sua porra dentro da xotinha da irmã, e diminuindo a velocidade de suas investidas, parando. Mas logo se assustando pelo tapa ardido em sua bunda, dado pelo mais velho.
- Eu disse que vocês poderiam gozar, mas não mandei vocês pararem! Continua caralho. - ordenou o mais velho, com suas palavras saindo quase em um rosnado. Puxou Edward pelo cabelo, encostando a cabeça do menor contra seu ombro, ao ver que o mesmo ainda continuava imóvel. - Eu mandei você continuar, porra! - rosnou, e deixando um tapa dessa vez no rosto do filho. Vendo o mesmo logo obedecer, e voltando a investir contra a buceta da irmã.
- Papai, tá doendo. Eu não consigo. - suplicou Eddie, suas pernas tremendo pela sensibilidade, mas ainda tentando acatar o pedido do pai, continuou socando fundo na garota. O cacete em sua próstata não facilitava sua tarefa. Seu rosto já molhado pelo suor, e lágrimas que escorria por sua bochecha, tamanha a sensibilidade.
Harry não estava muito diferente. Chorava pela sensibilidade em sua xotinha. Seu rosto vermelho, e respiração entrecortada. Já sem voz para conseguir gemer. Tomada pela dor, sensibilidade, piorou quando sentiu dedos brincar em seu grelinho, sem forças para levantar a cabeça e tentar identificar quem era o dono das mãos.
- Pensei que vocês iam ser bonzinhos para o papai. Mas tô vendo que vou ter que arrumar outro brinquedo pra mim, já que as putinhas não aguenta. Ficaram tanto tempo me provocando e agora estão chorando para parar? - questionou o mais velho, indignação beirando em seu tom de voz.
Edward, em resposta para a provocação do pai, um misto de raiva e tesão subiu em seu peito, incentivado, socou com mais força contra a buceta de Harry, sentindo seu quadril bater com o do pai a cada investida, com lágrimas escorrendo cada vez mais de seus olhos, os filhos já sentindo seus orgasmos se aproximarem. E Louis gemendo rouco o nome dos filhos.
Dessa vez, sem pedirem permissão ao mais velho, gozaram novamente. Os dois chorando alto em soluços. A porra de Edward já esporrava pra fora da buceta de Harry, fazendo uma bagunça nos lençóis. E Harry, sentindo o orgasmo bater mais forte dessa vez, esguichou contra a virilha do irmão. Sua xotinha se contraindo em volta do caralho do garoto, o fazia perder mais a noção, presos naquela confusão sem saber se era tesão, dor ou desespero. E Louis se controlando para não gozar dentro do cuzinho do filho, ao sentir a entrada contrair forte em volta de seu cacete.
- Continua! - ordenou Louis.
Edward, rosnou e gemendo ao mesmo tempo, voltou os movimentos de seu quadril. Sua mente entrou em transe, o fazendo ver vermelho, nem mesmo percebendo que começou a desferir tapas fortes em cima da buceta de Harry. Apertando o peito da garota com a outra mão, fortemente. Harry gemendo fraco, sentindo sua garganta arder. Tentava chamar pelo nome do irmão ou do pai, mas sem sucesso. Sem controlar sentiu o orgasmo novamente vir, molhando mais o seu irmão com seu líquido.
Edward cada vez mais socando forte contra a buceta de Harry, sua dor e sensibilidade se anulando tamanho tesão que sentia naquele momento. Não ouvindo os chamados do pai em seu ouvido.
- Eddie, para. - o garoto não parou. - Edward Tomlinson! Para! - o filho apenas ouvia zumbidos em seu ouvido, não identificando o pedido do pai, continuou investido o quadril contra os dois. Apenas acordando de seu transe quando sentiu o pai o puxar contra si, o empurrando para a cama com brutalidade. Harry que já chorava, tornou o mais alto ao sentir a falta do cacete do irmão nela.
- Papai...Eddie. Eu q-quero. Não p-para, por favor. - suplicou a menina, tomando suas poucas forças que ainda tinha e engatinhou para o irmão que estava sentado na cama. Subindo em seu colo, sentou fortemente contra o cacete do irmão, o abraçando pelos ombros, buscando sua boca desesperadamente para beijá-lo. E Eddie que gemeu em alívio ao sentir a buceta da menor em volta de si, logo socando forte para cima, e a menina sentando de encontro ao quadril do irmão.
Os dois tinham entrado em um estado mental onde sentiam que não conseguiriam mais parar, com urgência, como se desejassem fundir seus corpos em desejo. Mesmo que os dois irmãos juntos novamente, ainda choravam, entre um gemido e outro, os dois tornando os olhares para o pai que estava na beirada da cama, punhetando seu caralho grosso.
- Papai, eu quero você, papai! - Clamou Harry, contradizendo seu desespero anterior em sentar no cacete do irmão.
Louis acatando o pedido da filha, subiu na cama, maravilhado com a cena da porra do filho escorrendo da bucetinha da menina para as bolas do garoto, tornando cada vez mais alto no quarto a mistura de gemidos e barulhos molhados. Louis não demorou para levar seus dedos ali, recolhendo um pouco do fluido, e levando para o cuzinho da menina. Rodeando levemente na borda, e levando o restante da porra do filho para lubrificar o próprio pau, se encaixando atrás de Harry, entrando com seu cacete devagar.
- P-papai! Dói, papai... - gemeu a menina.
- Shh princesa...eu sei. Prometo que já vai passar. Senta gostosinho no cacete do papai e do maninho, vai... - pediu levando suas mãos para os peitos de Harry, brincando com os mamilos entre seus dedos, os puxando levemente.
Harry começou a sentar contra os dois cacetes em suas entradas. Gemendo cada vez mais alto, logo a dor sendo substituída pelo prazer, sentia que iria explodir a qualquer momento. Louis e Edward ao ver a garota diminuir a velocidade, devido a fraqueza em seu corpo, começaram a socar seus cacetes fortemente fundo nela. Harry sem conseguir mais controlar, sentiu gozar novamente, molhando mais o irmão debaixo de si, gritando com a voz falhada o nome dos dois. Louis não esperando mais esporrou dentro do cuzinho de sua filha, logo Edward atingindo o orgasmo novamente. Mas ainda continuaram a meter contra o corpo mole da menina. Gemendo arrastados pela sensibilidade.
Harry não aguentou mais, e sentiu o cansaço bater forte em seu corpo. Sua mente ficando nublada, viu pontos pretos em sua visão, logo as pálpebras caindo, e seu corpo perder totalmente as forças...desmaiou em cima do tronco do irmão.
❀•°•═════ஓ๑♡๑ஓ═════•°•❀
- Maninha? Hazz...acorda, princesa. - sussurrou Edward contra o rosto da menina, sorrindo ao ver ela abrir os olhos levemente, logo chamou pelo mais velho - Papai! Harry acordou!
- Oi bebê! Que bom que acordou. A gente ficou preocupado... - disse Louis entrando no banheiro onde estava os filhos, os dois dentro da banheira grande da suíte, com Edward segurando sua irmã em seus braços.
Louis retirou a toalha de sua cintura, expondo a nudez, e se juntou aos seus filhos na banheira. Harry ainda tentando acostumar seus olhos com a claridade, abria-os levemente, se aconchegando no peito do irmão, e gemeu satisfeita ao sentir o pai levar sua mão em seus cabelos molhados. Ela ainda grogue, começou a se recordar dos acontecimentos anteriores.
O resto do dia foi regado por muito carinho entre os três. Ainda os homens atentos e preocupados pela menina, a cuidaram com zelo. No final daquela manhã, todos tomados pelo cansaço, foram se deitar. Louis sentindo o homem mais sortudo do mundo ao ter os corpos dos filhos em cada lado de si.
Ainda sem acreditarem no que acabara de acontecer, dormiram num acordo silencioso entre os três, que as conversas necessárias ficariam para depois.
Onde Harry apronta na escola e seu papai com os amigos ensinam a ela uma lição. (vi algumas ideias na conta da @louismetetudo não sei se essa é uma, mas de qualquer forma..)
Avisos!!
- Harry intersex.
- Desuso de camisinha
- Daddykink
- Spanking
- Degradação
- Dupla penetração.
- Dacrifilia
- Asfixiofilia
Idades: Harry 18 | Louis 40 | Calvin 30 | Matt 29.
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Eram nove horas da noite e Harry estava indo ao trabalho do seu papai. E pra ser sincera ela estava nervosa, não, ela estava extremamente nervosa. E muito triste. Seus pensamentos estavam a mil por hora e ela apertava as bordas da saia preta que vestia com força.
Estava no carro do motorista particular do seu pai e enquanto o homem na frente digiria com tranquilidade até a empresa dos Tomlinson's, Harry no banco de trás só conseguia pensar em qual seria seu castigo e o que o seu papai faria com ela.
E todos esses pensamentos estavam começando a enlouquecer Harry. Uma ansiedade e frio na barriga já estavam com ela quando a secretaria de Louis ligou para casa avisando a Harry que Louis queria que ela fosse encontrar com ele no trabalho. Harry sabia que se o homem não queria esperar até chegar em casa é porque ele estava com muita raiva, ou melhor, furioso com ela.
Estava tentando se acalmar, mas era difícil quando pensava o quão irritado seu pai estaria e no que ela mesmo fez para deixá-lo assim. A coisa toda é que Harry levou uma suspensão de três semanas por ter sido pega transando com um garoto do terceiro ano em umas das salas vazias da escola.
Harry estava arrependida isso é fato, mas ela conhecia bem seu pai. Ele não deixaria isso passar batido como fez nas outras vezes, a verdade é que Harry não sabia como ainda não tinha sido expulsa do colégio, ela já levou várias suspensões por várias outras coisas e até agora não foi expulsa. Talvez tenha alguma coisa a ver com o dinheiro da sua família e o poder que o sobrenome Tomlinson carrega.
Filha de um dos maiores advogados criminalista de Londres, Harry era a menina com a vida "perfeita." Sempre teve tudo, os brinquedos mais caros, as melhores roupas, os melhores celulares, as amigas perfeitas, e a melhor educação que seus pais tanto lhe custam dar.
A menina era mimada e apesar de ter tudo o que qualquer adolescente e criança deseja, ela sentia que faltava algo. Seus pais não tinham um dos melhores relacionamentos do mundo, mas estavam juntos. As brigas eram constantes e Harry quase nunca entendia o motivo delas.
Seu pai era um homem rígido e sério. Mas era muito amoroso consigo, ele a mimava desde que estava na barriga e Louis sempre tentou dar tudo de si para que nunca faltasse nada para sua filha. Sua mãe, Chloe, não era uma mãe muito presente e vivia fazendo viagens a trabalho. Ela era fotógrafa, e apesar de não se falarem muito e expressarem pouco seus sentimentos, Harry a amava, tanto quanto o seu pai.
E era por isso que Harry estava nervosa e triste, por que decepcionou seu pai, e estava com medo do que tudo isso iria se tornar. A menina tinha uma relação perfeita com o pai, sempre conversavam sobre tudo, mas Louis era rígido e odiava quando quebravam a confiança dele, e de certo modo Harry a quebrou. Transar com um garoto na escola, fumar maconha escondida no banheiro, ir pra festas escondida, trepar com seu próprio primo, e mentir em outras diversas coisas, deixavam Louis furioso e triste.
Mas Harry tinha uma coisa em mente. Faria de tudo pro seu papai lhe perdoar e poder confiar em si de novo. Estava com medo, sim, mas aguentaria tudo o que o homem quisesse lhe dar e faria o seu melhor para deixar o homem satisfeito e feliz de novo. Fosse o que fosse, Harry sempre faria de tudo pra ser a menininha perfeita pro papai.
[...]
Chegou no prédio alto e luxuoso em um dos bairros mais caros de Londres, e saiu do carro. O motorista disse a ela que poderia subir, e ela entrou no prédio, o nervosismo tinha aumentado e ela andava devagar em direção ao elevador. Usava uma saia preta curta, e uma meia calça que deixava suas coxas grossas marcadas. Uma blusinha curta de mangas que cobria acima do umbigo e sua tatuagem de borboleta estava a mostra. O que realçava a sua pele branquinha macia, os cachos sedosos estavam bem arrumados, e ela batia os dedos na coxa repetidamente por conta do nervosismo.
Entrou no elevador e apertou o botão pro último andar do prédio, enquanto o elevador subia Harry não parava de pensar no que tinha feito, e no quão burra foi por ter sido pega. Ela podia ter feito isso sem ninguém saber, mas foi burra o suficiente pra esquecer a porta entre a aberta, o que resultou na diretora entrando no meio do ato e fazendo Harry quase morrer de tanta vergonha.
Quando o elevador chegou, Harry saiu e foi andando por ali, observou que ainda tinham algumas pessoas trabalhando e o cheiro que tinha ali era forte. Muitos homens velhos vestidos com ternos perfeitos, as secretárias em suas mesas digitando algo no computador, e o cheiro forte era de café e perfume caro. Engoliu a seco com alguns olhares que recebeu dos homens ali e seguiu para a sala do seu pai.
Passou pela secretaria particular de Louis e ela disse que Harry podia entrar. Harry respirou fundo três vezes em frente a grande porta de madeira escura na sua frente, suas mãos estavam suando e ela olhou pra trás tentando ver se conseguia sair correndo dali e ir para casa se esconder com seu cachorro Lucky.
Deu duas batidas na porta e escutou um "pode entrar" baixinho. Respirou fundo e abriu a porta, a sala estava meia escura e conseguia ver a sombra do seu pai sentado na grande mesa de vidro no meio da sala. As janelas atrás da mesa eram enormes e ela conseguia ver Londres inteira dali. Fechou a porta atrás de si e ficou parada, olhando pra sombra de Louis que estava sentado de forma relaxada na cadeira.
- Tranque a porta.
Harry escutou a voz rouca e rígida do seu pai dizer, fez o que ele pediu e engoliu a seco quando viu o homem mandar ela se sentar em frente a sua mesa com um aceno, Harry andou quase tremendo de nervosismo e se sentou ali, estava com muito mais medo agora que estava frente a frente com o mais velho.
Conseguia ver os olhos azuis afiados olhando pra si, Louis estava com a camisa branca do terno e gravata preta, o tecido estava enrolado até seus cotovelos e seus cabelos estavam em uma franja um pouco bagunçada. A barba um pouco grande e os lábios vermelhos em uma linha reta enquanto observava os olhos da filha.
- Então Harry, o que tem pra me dizer?
Ela engoliu a seco e começou o seu discurso de desculpas: - Papai, eu sei que o senhor está muito irritado comigo, sim eu sei, eu errei feio e eu queria pedir desculpas porque o que eu fiz foi errado, mas se o senhor me der mais uma chance pra provar que pode confiar em mim eu jur-
Se calou quando ouviu a risada irônica do seu pai, viu ele se levantar e tremeu no seu lugar quando o homem se aproximou, Louis virou a cadeira em que sua filha estava sentada pra si, e se abaixou pra ficar com o rosto próximo da menina, viu os olhos verdes assustados e sorriu de novo.
- Não faça isso querida, não peça desculpas por algo que você fez por que quis e gostou.
- Papai eu-
- Eu ainda estou falando Harry. - a menina engoliu a seco mais uma vez e assentiu. - Sabe, eu sempre achei que essa sua fase ia passar, por que você é adolescente e adolescente só faz merda. - Ele suspirou. - Mas o que você fez hoje Harry, não dá pra deixar passar, eu estava trabalhando que nem um condenado na porra dessa empresa pra dar tudo o que você pede, quando do nada recebo uma ligação da escola dizendo que minha querida filhinha estava dando que nem uma prostituda na porra de uma sala de aula.
Louis cuspiu as palavras de forma rígida no seu rosto. Harry sentiu lágrimas grossas caírem por suas bochechas, a menina abaixou a cabeça com medo e seu pai segurou em seu maxilar com força a fazendo olhar pra si de forma assustada.
- Sabe o que você é Harry? - Ela negou chorando. - A porra de uma vagabunda que não pode passar um minuto sem um pau grosso dentro dessa sua boceta de puta.
Harry arregalou os olhos e negou com a cabeça chorando, o aperto em seu maxilar doía e ela se assustou quando ouviu duas risadas baixas atrás de si. Louis soltou seu rosto e se afastou, sentando em sua cadeira novamente, Harry não olhou pra onde tinha ouvido risadas por medo do que seu pai ia falar.
- Então, já que você gosta tanto de dar essa sua boceta, papai vai dar o que você tanto quer. - Louis disse calmo e viu Harry arregalar o olhos cheios de lágrimas assustados.
- Não papai, c-como assim?
Ele sorriu de lado e virou sua cadeira na direção das risadas que a menina tinha ouvido antes, Harry seguiu o movimento e se assustou quando viu dois homens ali, vestidos da mesma forma que Louis só observando o que acontecia.
- Esses são Calvin e Matt, querida, e eles vão usar você que nem uma prostituta do jeito que o papai sabe que você gosta.
Harry congelou no lugar quando ouviu o que Louis disse, ela virou a cabeça na direção de seu pai que tinha os olhos em si com um sorriso malicioso no rosto, Harry chorou ainda mais negando com a cabeça.
- Papai o que? Por que? Papai não! por favor não! - Disse sentindo suas lágrimas caírem de forma descontrolada do seus olhos.
Louis franziu o cenho em confusão. - Como assim não? - Se levantou de novo em direção a menina e segurou com força os cabelos dela, Harry gemeu com a dor no seu couro cabeludo. - Acha que pode dizer o quer e o que não quer ainda sua vagabunda? Esse é o seu castigo por você ser uma putinha desesperada por um pau que encha essa sua xotinha de porra. - Deu um tapa forte no rosto de Harry e ela sentiu sua boceta pulsar. Segurou no braço do pai que apertava seus cabelos com força.
- Papai eu não quero! por favor me desculpa, eu jur-
Se calou quando recebeu outro tapa, e Louis a puxou pelos cabelos para se levantar, empurrou ela para mesa e se afastou, enquanto ainda tinha os olhos dos homens observando toda a cena com admiração.
- Tire toda a roupa. - Louis mandou com os braços atrás das costas. Harry chorou e assentiu começando a tirar a roupa devagar. Estava estranhamente exitada por saber que os dois homens a olhavam com desejo, e Louis tinha o olhar severo sobre si, observando com detalhe agora o corpo nu da filha.
Os peitos grandes com os bicos marrons, a cintura fininha e barriga com algumas gordurinhas aqui e ali, a xotinha que não dava pra ver muito de onde estava, mas era lisinha e gordinha. Harry tinha a cabeça baixa chorando baixinho, enquanto Calvin e Matt já mastubarvam o pau duro por cima da calça social.
- Ajoelha e vem de quatro pra mim igual a cachorra que você é. - Louis mandou rígido, tirando o cinto preto e grosso da cintura. Harry fez o que foi pedido e foi de quatro até o pai, sabendo que assim os homens conseguiriam ver sua bocetinha rosa, e o seu cuzinho pequeno apertado.
Quando chegou perto de Louis ela se sentou em seus calcanhares, o chão frio fazendo contato com todo seu corpo quente. Louis tirou o cinto e o drobou em dois podendo assim deixar mais grosso, Harry olhando pra si com os olhinhos verdes chorosos e a carinha vermelha pelos tapas de antes, seu pau duro doía na cueca apertada.
- Agora sua vagabunda, papai vai te bater pra você aprender a me respeitar. - Viu que ela ia falar algo e logo a cortou, continuando: - E eu não quero ouvir uma palavra saindo dessa sua boca de puta boqueteira.
Harry assentiu e abaixou a cabeça, Louis a fez ficar de quatro de novo e foi para atrás do seu corpo, vendo a bunda branca redondinha, o cuzinho pequeno, e a boceta já melada com o melzinho brilhante. Calvin e Matt tinham agora a rola pra fora, batendo uma punheta lenta só observando o que o mais velho fazia.
Louis apertou o cinto na mão e o levantou batendo com força na bunda branquinha da sua filha, Harry gritou e contraiu a boceta com força, os seus joelhos doíam no chão duro enquanto Louis continuava batendo com força o cinto na sua bunda.
- Pap-pai, d-doi.. papai.. - Harry falava chorando, Louis batia nos dois lados da sua bunda com força. Os peitos grandes pulavam toda vez que o cinto batia e Harry choramingava com a ardência do local, deu um pulo quando o pai acertou em cima da sua xotinha molhada, ela se encolheu com a boceta se contraindo e o cuzinho piscando.
- Sh, sh.. eu sei amor, sei que dói, mas papai tá fazendo isso pra você aprender. - Louis falou atrás de si, apertou a bunda vermelha da filha e Harry tremeu com a dor. - Agora ande. - Deu um tapa de mão cheia na bunda machucada. - Vá fazer seu trabalho de vagabunda e satisfazer meus amigos. - Louis falou se afastando do corpo trêmulo da menina, Harry ainda chorando levantou a cabeça indo em direção aos amigos do seu pai, que estavam sentados de pernas abertas no sofá do canto, enquanto batiam punheta.
Louis se sentou na sua cadeira de novo e abriu o zíper da calça social, colocou a mão dentro da cueca vermelha e massageou a cabeça do pau, sentindo a glande toda molhadinha de pré gozo. Observou com atenção a bunda machucada da filha empinada pra si enquanto ela ia de quatro até Calvin.
Harry se sentou em seus calcanhares de novo e gemeu com a dor que sentiu na bunda. Levantou a cabeça e encarou o pau de Calvin duro na sua frente, ela olhou nos olhos azuis dele como se pedisse permissão, e ele deu um aceno com um sorriso de lado.
- Vá em frente princesa, tô louco pra sentir sua boquinha em mim. - Calvin falou baixinho, Harry então segurou o pau duro na mão e passou a língua na glande sentindo o gosto indefinido do pré gozo. Depois sugou a cabecinha com força, Calvin gemeu segurando seus cachos e ela viu pelo canto do olho Matt se levantar com o pau na mão e ir para atrás de si.
Louis observava tudo ainda punhetando de leve seu pau duro, viu quando Matt foi pra trás da sua filhinha e fez ela ficar de quatro novamente, enquanto continuava chupando Calvin. Harry soltou um gemido com o pau na boca quando sentiu a língua quente de Matt passar pelo seu cuzinho até a boceta.
- Caralho Louis essa sua filha tem uma boca de puta tão boa.. - Calvin disse gemendo, ele segurou a cabeça de Harry parada enquanto levantava o quadril fodendo a cavidade molhada. Harry gemia com o pau na boca toda vez que Matt lambia seu cuzinho e massageava seu grelinho duro.
Engasgou quando sentiu a cabeça do pau de Calvin na garganta e ele soltou seus cabelos, deu dois tapas na sua cara punhetando o pau com a outra mão, Matt cuspiu na própria mão e desceu pelo seu cacete esfregando a cabecinha no cuzinho quente.
— Cadela. - Matt xingou quando forçou a cabecinha do pau pra dentro da boceta molhada.
— Aah pap-pai.. - Harry gemeu quando Matt começou a socar com força dentro de si, Calvin se levantou com o pau todo babadinho na mão e bateu com ele nas bochechas vermelhinhas de Harry, a menina tremia e gemia adorando ser usada como nada além de um buraco apertado pra ser fodido.
— Nunca fodi uma vagabunda tão boa, porra.. — Matt gemeu atrás de si, Harry gritou quando ele bateu na sua bunda machucada, olhou com os olhos marejados pra onde o pai estava e viu Louis descendo e subindo o punho rapidamente no próprio pau, ele gemia baixinho observando com prazer Matt foder a sua boceta.
— Eu quero.. o pap-pai.. - Harry gemeu chorando. — Papai.. por favor, pap-
— Cala a porra da boca Harry, você vai ter o papai quando acabar. Que feio, dando pra outro e gemendo pra mim? Sua vadiazinha barata.
Harry gemeu alto e sua boceta esquentou com as palavras de Louis, Matt sentiu a boceta dela contraindo e aumentou a velocidade. Só se ouvia os barulhos das peles se chocando e os gemidos e gritos de Harry.
Calvin que estava observando Matt foder a garota, se aproximou e cuspiu no cuzinho que não parava de piscar. Punhetou o pau rapidamente e deu um tapa em cima, vendo a menina se escolher ainda mais.
— Caralho eu vou gozar. — Matt gemeu rouco e olhou para Calvin, ele entendeu o recado e Matt saiu de Harry antes que gozasse, a menina não teve nem tempo de raciocinar, foi puxada com força pro sofá e empurrada para se deitar com as pernas abertas, Louis levantou, agora só vestido com a cueca e a camisa e foi em direção a filha.
Harry abriu os olhos marejados e observou Calvin e Matt em cima de si e Louis logo atrás, sentiu um tapa forte no seu grelinho e não aguentou mais, gemendo alto e gozando. Os homens observavam a cena com admiração, Harry gritou e revirou os olhos quando Calvin meteu de uma vez na sua boceta sem esperar tempo para ela se recuperar.
— Porra, quero ver se você aguenta dois nessa sua boceta de puta. - Calvin gemeu metendo rápido.
— O que? Mas- Harry se calou quando recebeu um tapa no rosto, abriu os olhos e viu Louis em cima de si. Olhou pra baixo e viu Matt ficar ao lado de Calvin forçando o pau pra dentro junto com o do outro e gritou quando Louis beslicou seus bicos durinhos.
— Isso Harry é pra você aprender a não dar essa sua boceta pra qualquer um, mas você não consegue não é? — Louis disse vendo a menina chorar, negando. — Não consegue passar um dia se quer sem um pau bem fundo dentro de você, é só pra isso que você serve afinal. Você não passa de um buraco apertado que todos gostam de foder. — Louis disse sorrindo apertando os peitos grandes, Harry gemeu quando sentiu a dor de se alargar pra receber dois paus.
— Ooh! Porra papa-i isso... é t-tao gostoso.. — Harry gemeu quando Calvin e Matt começaram a meter rápido dentro de si, ela se sentia tão cheia como nunca antes, abriu um sorriso cansado pro pai que tinha os olhos azuis lhe observando com atenção, recebeu um tapa forte no rosto começando a chorar de novo.
— Sua cachorra. — Louis disse e viu ela revirar os olhos, o rosto de Harry estava todo vermelho marcado por tapas e lágrimas, ela tinha o cabelo bagunçado e a boquinha aberta gemendo alto enquanto os homens se moviam rápido dentro da sua boceta.
— Vagabunda! - Matt gemeu e tirou seu pau rapidamente de dentro do calor apertado, desceu o punho duas vezes no cacete molhado e jatos de porra quente acertaram os peitos e a barriga de Harry, Calvin veio minutos depois também gozando na sua barriga e peitos, ele gemeu quando a última gota de porra saiu de dentro de si, e deu um tapa na coxa da menina.
Louis observou Harry destruída abaixo de si e olhou pros amigos, eles entenderam o recado e se vestiram, saindo da sala. Louis puxou Harry pro chão novamente e ficou em cima da menina, esfregando a cabeça do pau na boceta quente.
Harry abriu os olhos cansados e o gemido ficou preso na garganta quando sentiu sua boceta se alargar mais para receber o pau grande de Louis, o pai agarrou seu maxilar com força a forçando olhar pra si, Harry fez, meio zonza.
— Agora o papai vai te deixar cheia de porra tudo bem amor?
— S-sim papai.. me enche com sua porra quente...
— Você foi tão boa pro papai, aceitou o castigo tão bem bebê. — Louis gemeu rouco quando ela contraiu a boceta. Levou a mão para o pescoço dela e apertou deixando a menina sem ar, Harry arregalou os olhos assustada. — Porra! que bocetinha de puta gostosa do caralho..
— Pap-pai... pap-
— O papai vai gozar tão forte dentro de você, deixar você tão cheia. — Ele gemeu aumentado a velocidade das estocadas e Harry chorava com a dor que sentia toda vez que as bolas pesadas de Louis batiam na sua bunda.
— Ooh! isso papa-i.. — Harry gemeu quando Louis soltou seu pescoço e deu um tapa no seu peito esquerdo, juntando suas bocas em um beijo cheio de saliva.
— Que delicia, caralho! - Louis gemeu alto quando estocou mais duas vezes e gozou forte dentro da filhinha, Harry gritou e contraiu a boceta quando sentiu a porra quente do seu papai dentro de si, gozou de novo e esguichou expulsando o pau de Louis pra fora e molhando todo o chão.
— Vadia sedenta. — Louis disse e deu um tapa forte no grelinho vermelho, viu a sua porra sair de dentro da xota arrombadinha e sorriu, se levantando e ajudando a filha cansada.
Harry sorriu quando Louis a pegou no colo e a colocou no sofá dizendo o quanto a amava e o quanto ela foi boa. Harry definitivamente tinha aprendido a lição.
🔗 Nesse capítulo conterá incesto e se esse assunto de alguma forma lhe causa desconforto, peço gentilmente para que procure ler os outros capítulos ou leia outras one-shots minha ♡
🔗Apesar da inocência excessiva do bottom, tudo o que ocorrerá nessa narrativa será CONSENSUAL.
🔗 Em determinado parágrafo da narrativa eu faço apenas MENÇÃO de sexo entre um maior de idade com um menor de idade e perante a lei isso não é crime, a menos que não seja consensual ou (e) que o menor seja menor que QUATORZE anos, como eu não fiz menção a crime nenhum, não estou fora das diretrizes do Wattpad então por favor não me lacrem.
🔗 Nessa narrativa Harry se identifica tanto com pronomes masculinos quanto femininos.
🔗 Tudo isso não passa de ficção.
💘
Eu nunca achei que me sentiria tão culpado ao longo dos meus trinta anos. Culpado ao ponto de dormir e acordar com a frustração de não poder tê-lo para mim da forma que eu desejava. Ele é tão doce, adorável, apaixonante, bonito e seu sorriso se assemelha a uma linda paisagem sob o sol de domingo. Suas orbes esverdeadas brilham feito esmeraldas genuínas, seu corpo tão escultural era completamente irreal e não se assemelhava aos outros garotos de dezoito anos pois caregava coxas leitosas e fartas, um bumbum cheio empinado completamente enlouquecedor e uma bucetinha gorda que insistia em marcar nos shortinhos colados ou ficava a mostra nas sainhas curtinhas quando as usava sem calcinha por baixo.
Há dois meses atrás eu decidi que voltaria a morar com meus pais em nossa casa do campo em Holmes Chapel, vilarejo no qual eu morei até os dezessete anos mas logo o deixei para tentar uma nova vida em Londres e eu até consegui me manter sozinho na capital. A princípio consegui um emprego em uma lanchonete de dia e estudava bacharelado em língua inglesa e literatura à noite. Logo depois de me formar consegui um emprego de professor dando aulas como professor substituto, mas durante as férias o diretor decidiu que me despediria no corte de gastos já que um professor substituto não estava sendo tão útil.
Pela manhã seguinte eu soube que não haveria outra opção a não ser voltar para Holmes Chapel pois eu não conseguiria me manter desempregado em Londres com todas as escolas me negando uma vaga e concursos públicos que só estavam previstos para abrir no ano seguinte. Por isso assim que arrumei minhas malas liguei para Johanna avisando a minha ida e ela disse que me receberia de braços abertos. Peguei o trem das seis sob o sol singelo da manhã e em poucas horas me encontrava em frente à pequena casa de madeira que instantaneamente ao vê-la, me fez sorrir por lembrar de memórias antigas. Eu bati timidamente na porta e me lembro de como seus dedinhos bonitos com resquícios de esmalte nas unhas abriram a porta para mim, abrindo-a lentamente para meu corpo passar.
Meu irmão caçula, Harry estava tão lindo, ele era mais perfeito do que um anjo recém caído do céu. Seu sorriso delicado brilhava, seus lábios rosados e inchadinhos estavam tão convidativos que eu quis beijá-los de antemão, quis agarrar sua cinturinha fina e beijar sua boca como um bilhete de boas vindas. Ele mal parecia um garoto de dezoito aninhos, sua cintura magra e curvilínea formava curvas lindas, seus quadris eram largos e ele carregava dois montinhos gostosos presos no top coladinho ao seu corpo, evidenciando peitinhos gostosos com os mamilos pontudinhos que pareciam querer saltar do tecido e fizeram minha boca salivar, enquanto meus olhos se arregalaram brevemente. Meu irmão estava uma delícia e com um corpinho tão gostoso que eu me senti um merda por querer vê-lo peladinho e acariciar aqueles peitinhos gostosos.
── Maninho, você voltou! Senti tanto sua falta, boo. ── Ele correu para os meus braços e de maneira singela sua coxa gostosa roçava no meu caralho enquanto seus bracinhos envolviam a minha cintura e seus cachos raspavam em meus ombros.
Eu sei que nada era proposital, aliás, por mais que Harry já tivesse a maioridade ele era ingênuo e eu duvidava bastante se ele um dia sequer havia beijado na boca. Diversas vezes que eu visitava minha família no Natal, eu reparava no quanto minhas outras irmãs que possuíam praticamente a mesma idade que ele pareciam deveras mais evoluídas enquanto ele ficava corado com as perguntinha bobas que o faziam sobre "namoradinhos e namoradinhas"
Levei meus dedos até sua nuca e em um carinho lento aproveitei o toque em seus cachos macios, inspirando para que eu pudesse sentir seu cheiro embriagante.
Eu não conseguia formar uma frase concreta, Harry estava deslumbrante. Parecia uma garotinha tão gostosa com curvas ligeiramente femininas que meu cacete já endurecida por dentro das calças só de ter aquele lindo garoto roçando as coxas ali. Aprofundei mais o nosso contato e desci minhas mãos grossas até seu bumbum cheio e arrebitadinho, puxando seu corpo para cima até tê-lo em meu colo.
Rapidamente Harry saltou envolvendo suas coxas ao redor do meu quadril e eu afundei o nariz em seu pescoço sendo embriagado pelo seu perfume. Apertei sua bunda e sem pudor algum pressionei meu caralho contra sua xotinha marcada apenas por um shortinho colado de yoga. Meu pau já estava tão duro por estar a tempos sem sexo e ter uma bucetinha tão quente e provavelmente virgem roçando no meu caralho era demais pra mim.
── Eu também senti sua falta princesa, agora estou feliz porque sei que não vou te ver apenas no Natal. ── Sorri malicioso contra sua bochecha e o beijei no canto dos lábios.
Larguei seu corpo para que ele pudesse descer e lentamente deixei sua buceta escorregar no meu cacete enquanto eu o colocava no chão. A cabecinha do meu pau estava exposta dentro da cueca e eu sentia vazar tanto que provavelmente deveria ter uma mancha enorme na mesma... Eu teria problemas mais tarde.
Agora fazia pouco mais de um mês que eu morava em Holmes e há um par de meses que havia trancado minha pós graduação, eu estava desempregado e me sentindo um lixo por não conseguir um emprego nem na oficina da esquina mais próxima. O que fazia eu me distrair brevemente dos meus pensamentos negativos era meu irmãozinho que sempre ocupava minha mente com o pensamento instintivo de querer fodê-lo. Durante esse período eu tive a certeza que Harry com apenas dezoito anos era tão inocente, que chegava a me deixar duro só de pensar em como seria provocá-lo roçando a cabecinha do meu pau na sua xotinha virgem, ouvindo seus gemidinhos baixinhos e manhosos implorando para que eu o fodesse.
Antes eu nunca havia olhado para meu pequeno com outros olhos, aliás nunca fomos tão melhores amigos quanto os outros irmãos são. Claro, eu o amava, mas eu havia saído de casa quando Harry ainda era apenas uma criança, não acompanhei seu crescimento e só o via por fotos e umas três vezes a cada ano quando eu ia visitar Holmes e ele nunca esteve tão pecaminoso quanto agora. Óbvio que quando ele tinha uns dezesseis anos eu já olhava sua cinturinha fina e sua bundinha macia apertada em shorts curtos, imaginando como seria brincar com a cabecinha do meu pau entre aquelas bandinhas pequenas mas que aparentavam serem tão macias quanto rosas recém colhidas. Mas nada que passasse disso, eu não teria coragem o suficiente de fazê-lo.
Agora, nós estávamos morando juntos e isso era horrível. Eu me sentia culpado a cada segundo que olhava para Harry e ele era tão inocente, adorava a minha companhia, fazia de tudo para ter o irmão mais velho por perto. Me abraçava o tempo inteiro, queria minha atenção sempre e adorava jogar vídeo game comigo, enquanto eu estava fingindo fazer um belo papel de irmão mais velho, mas ele parecia não se importar com isso.
── Lou, você ouviu o que eu disse Lou? ── Harry sacudiu meus ombros com suas mãozinhas pequenas e se tornou adorável em dobro ao colocar um biquinho lindo nos lábios.
── Não pequena, me desculpe. Pode repetir de novo?
Observei a forma como seus olhos verdes reviraram para dentro das pálpebras que para alguns seria um gesto normal, mas para mim foi totalmente sexy.
── Eu disse que esse jogo já tá chato, por que nós não mudamos pra outro jogo ou colocamos um filme? ── Harry se jogou ao meu lado no sofá e se aninhou ao meu corpo, envolvendo suas mãos em minha cintura e deixando sua cabeça apoiada em meu pescoço.
Ele era sempre tão carinhoso, procurava sempre por meus toques e geralmente sempre os retribuía. Ele estava sempre procurando por minha iniciativa de beijinhos na bochecha apenas para que pudesse retribuí-los também
── Boa ideia, vamos ver um filme. Já estamos jogando há muito tempo. ── Escorreguei minha mão lentamente pelas suas costas e acariciei seu quadril, me segurando para não apertar sua bunda macia e redondinha. ── Que gênero de filme você quer assistir minha princesa? — Dedilhei sua cintura desnuda e percebi sua pele se arrepiar e seus mamilos rosados ficarem inchados e durinhos, completamente suculentos.
Harry usava sempre diversos tipos de tops em seus peitinhos e hoje em específico usava um sem alças e bem apertadinho.
── Os filmes do canal setecentos. Mamãe Jay disse que eu não posso assistir esse canal, mas como ela não está em casa eu quero assistir com você Lou. ── Seus olhinhos verdes brilharam e sua vozinha manhosa quase me fez ceder e mudar imediatamente para o canal pornográfico.
Fiquei cheio de tesão só de saber que minha princesa tinha curiosidade em ver pornô, mesmo sem que soubesse totalmente do que se tratava.
── Você não pode assistir esse tipo de coisa, ainda é muito novinha para isso.
Por mais que eu quisesse colocar no canal e explicar da forma mais explícita possível para Harry o que era o sexo, eu ainda tinha que ter o senso e negar aquele pedido ao meu pequeno.
── Eu não sou nova. ── Harry praticamente grunhiu, era como um gatinho bravo. Suas bochechas ficaram coradas e seus cachinhos balançaram com sua breve indignação. ── Eu vou fazer dezenove ano que vem, já sou uma mocinha.
Se ja é uma mocinha então pode muito bem calar essa boca e chupar meu cacete até que eu jorre minha porra nesse seu rosto de putinha.
── Por favor Lou, me deixa ver, só uma vez. Não vou contar nada pra mamãe. ── Suas mãozinhas se juntaram e ele implorava de joelhos no sofá com sua voz manhosa.
Revirei os olhos e busquei o controle próximo a almofada, tudo o que ele pedia eu geralmente sempre cedia. Era impossível negar algo para meu bebê.
── Tudo bem, mas só dessa vez, e você não pode contar pra ninguém, tudo bem? Vai ser nosso segredinho, tá bebê? Se você contar isso pra mamãe eu nunca mais vou falar ou jogar com você. ── Sorri de forma safada com o lábio inferior entre os dentes e vi meu pequeno assentir animado fazendo seus cachinhos balançaram e seus olhinhos verdes brilharem. ── Vem, senta no meu colo! ── Bati em minhas coxas e o pequeno rapidamente se sentou em minhas pernas com sua bucetinha gostosa em cima do meu pau. Nós sempre fazíamos isso quando íamos ver filme, meu pequeno adorava ficar em meu colo e eu me recusava a acreditar que Harry ainda era tão inocente ao ponto de não sentir meu pau endurecendo entre os lábios gordos da sua xotinha. Eu podia sentí-la quente todas as vezes, provavelmente ficando meladinha sentindo meu caralho pulsar embaixo de si.
Eu nunca tive o costume de andar somente de samba canção, nem quando morava sozinho, mas quando descobri que Harry gostava de sentar no meu colo para assistir filmes, eu passei a usar o short de dormir e era uma sensação deliciosa quando o grelinho inchado do meu irmão ficava pressionado no meu cacete. Era quase instantâneo que meu pau ficaria duro e a cabecinha iria escapar do short. Eu ficava tão molhado que meu pré-gozo ultrapassava o tecido de cetim e deixava seu shortinho todo melado. A cabecinha do meu pau inchava e as veias ficavam saltadas, minhas bolas repuxavam e eu sentia vontade de gozar naquela xota até meu pequeno implorar para que eu o fodesse.
── Boo você anda muito estranho. ── Harry me despertou dos meus pensamentos rindo sapeca enquanto se aninhava no meu colo, de frente, rebolando delicadamente sua buceta quente em meu pau semi ereto. ── As vezes você para no tempo e fica com uma cara de bobo, parece que tá pensando em várias coisas importantes. No que você tanto pensa maninho?
Suas mãozinhas acariciaram minha nuca e seu peitoral grudou ao meu, me deixando sentir seus peitinhos gostosos.
Estou pensando no quanto você ficaria lindo de quatro pra mim implorando pra eu meter nesse seu cuzinho virgem.
── Nada que você tenha que saber baby. ── Sorri e senti Harry se mexer em meu colo, tornando a ficar agora com sua bunda bem pressionada em meu pau e o corpo virado para frente de novo.
Liguei a televisão e lentamente ainda um tanto receoso toquei respectivamente nos números sete, zero e zero, colocando no canal de filmes pornô e instantaneamente um casal se beijava avidamente na tela e eu agradeci mentalmente por ainda estarem na parte do beijo. Não saberia explicar caso estivesse na cena do sexo. Aparentemente uma menina mais nova, de corpo franzino e pele branquinha beijava de maneira explícita o homem mais velho de músculos aparentes enquanto apertava com força seu pau por cima da calça.
Eu nunca senti tesão em ser um expectador de vídeos porno, mas eu já me excitava antecipadamente pela curiosidade de Harry, que se aconchegou em meu colo trazendo mais sua bunda para meu pau. Suas nádegas praticamente abraçavam meu caralho e o deixava completamente duro dentro do short fino, eu já me encontrava tão duro que a cabecinha do meu short escapava da barra elástica e pingava pré porra um pouco acima do meu umbigo.
── Lou, porque eles estão se beijando? E porque ela ta encostando a mão no... dele? ── Ele apontou para a tela se remexendo em meu colo e eu apenas mordi meu lábio inferior, rosnando quando sua pele branquinha ficou amostra por conta de seu short ter subido um pouco para que eu pudesse contemplar as bochechas branquinhas de seu bumbum macio.
Sua cintura curvilínea estava marcada de forma tão sensual e seu corpo inteiro parecia ter sido esculpido por deuses. Harry era como um anjo perfeito, feito para que eu pudesse desfrutar de tudo o que tem a oferecer.
── Baby, eles estão se beijando porquê se sentem atraídos um pelo outro e essa atração todos podem sentir uns pelos outros independente do gênero.
Rastejei lentamente minhas mãos pelo couro do sofá até que elas tocassem por cima de sua cintura nua. Sua pele quente envolveu meus dedos e eu senti seu pequeno corpo estremecer em cima das minhas coxas. As minhas palmas ásperas causavam um contraste perfeito com sua pele quente e macia, fazendo-me cada segundo mais excitado ao imaginar como seria foder sua xotinha enquanto metia três dedos no seu cuzinho guloso.
── Então eu também posso beijar outros homens um dia sem me importar? ── Harry disse com tamanha dificuldade pois puxava o oxigênio com certa dificuldade, ele estava ficando excitado também e isso me deixava louco.
Suor escorria pelo meu abdômen bronzeado, as pontas firmes dos meus dedos tremiam e meu pau apontava dolorosamente para cima. O meu cheiro forte e característico estava prestes a me deixar louco. O cheiro masculino preenchia a sala e uma névoa sexual tão densa nos cobria que eu não conseguia ter outra visão a não ser eu me masturbando enquanto tenho a bunda linda do meu irmão pressionada contra o meu caralho grossa.
Era tudo tão errado de certa forma, mas ao mesmo tempo tão certo.
Seus olhinhos verdes pareciam interessados naquele filme tão indecente. A medida que o homem tocava a garota de maneira mais íntima, Harry inclinava seu pequeno corpo para frente esbarrando sua bunda cheinha no meu pau que pulsava a cada gemidinho manhoso que saía de seus lábios gordinhos. Ele parecia se excitar com a ideia de duas pessoas trocando carícias e eu me excitava mais ainda em estar sendo o primeiro a mostrar isso a ele.
O novo e o incomum sempre me excitou mais que o normal. Inclusive tirar a virgindade do meu irmão mais novo fazia meu cacete pulsar. Eu sentia tanto prazer com tal fato que poderia gozar só vendo Harry sentir prazer ao assistir um pornô.
As paredes do cômodo pareciam derreter de tanto calor que nossos corpos emanavam. Era capaz que entrássemos em combustão de tão quente que estávamos.
── Princesa, como se sente? ── Minha voz soava como um suspiro disfarçado de gemido. Eu queria fodê-lo. Debruçar seu pequeno corpo sobre o sofá e abusar de sua linda bunda, tirar sua virgindade e ser o primeiro homem a gozar dentro da sua buceta e o cuzinho, fazendo ele ser meu depósito de porra.
Nada mais justo que eu ser o seu primeiro.
── Isso parece bom, Lou... ── Respondeu enquanto mantinha seus olhos fixos na televisão aonde o homem tocava os peitos grandes da mulher.
Sua voz saiu rouca e baixa, inclinei meu corpo para o lado e olhei para frente à fim de ver seu estado e Harry estava tão excitado quanto eu. Suas pernas estavam juntinhas e ele roçava suas coxas gordinhas na tentativa falha de conter seu prazer.
── Louis porque ela tem peitos tão grandinhos e eu não? ── Ele choramingou olhando para seus peitinhos gostosos com os mamilos durinhos.
Suas mãos voaram para os próprios peitos, apertando os montinhos gostosos entre os dedos remexendo timidamente o quadril contra o meu.
── Os seus ainda vão crescer princesa, mas eles só crescem quando outra pessoa os toca. ── Soprei em sua orelha com uma risadinha maliciosa subindo meus dedos em sua cintura, apertando-a até meus dedos rasparem nos cantinhos dos seus peitos.
Ouvi seu gemido baixo e logo suas mãos procuraram abaixar seu topzinho sem alça. Harry se debruçou contra meu peitoral e deitou a cabeça em meus ombros se esfregando no meu caralho. Seus peitinhos estavam expostos, com os mamilos duros e rosados esperando para serem chupados, aquilo havia sido um pedido implícito para que eu os tocasse e eu fiz. Levei minhas mãos grandes até seus montinhos e os apertei com tanta vontade, estocando fraco para cima esbarrando meu pau na sua bucetinha.
── Lou, porque eu estou tão meladinha assim, maninho? É tão dolorido. Minha florzinha tá tão quentinha. ── Seus olhinhos rapidamente se voltaram para mim, sua voz chorosa e manhosa me fez sorrir. ── Eu nunca fiquei assim boo, isso é normal? ── Vi lágrimas finas caírem por suas bochechas e rapidamente eu as sequei com meus dedos, sem parar de acariciar um dos peitinhos.
── Baby, isso é normal amor. Você apenas está com tesão. ── Sorri acariciando sua bochecha, vendo ele virar de frente para mim novamente, na posição que estávamos antes de começar a ver o filme. ── Tá molhadinha porque tá sentindo meu cacete roçar nessa bucetinha, não é princesa? Eu também tô louco de tesão.
Sua atenção foi rapidamente para meu pau com a cabecinha rubra escapando do meu short, tão curto e colado que o desenho do meu cacete duro poderia ser visto e contemplado de longe, minhas bolas ficavam totalmente marcadas na posição que eu estava sentado com as coxas separadas. Harry parecia hipnotizado, olhava de forma curiosa e no cantinho de seu lábio eu via um sorrisinho discreto crescer ali.
Minhas mãos se dirigiram para a sua cintura, apertando meus dedos na sua pele branquinha e puxando seu corpinho frágil para mais perto do meu, fazendo com que sua xotinha revelasse ainda mais a cabecinha do meu cacete, lhe arrancando um gemido baixinho.
── O que significa ao certo estar com tesão Lou? ── Seu lábio rosinha formou um biquinho tão beijável que eu inclinei meu corpo para frente beijando inesperadamente o cantinho de sua boca.
De forma singela eu pude sentir seu lábio, mas ainda não era suficiente pois eu não estava o beijando de fato. Lentamente, subi minha mão para sua nuca e aproximei minha boca de sua orelha. Harry respirava de forma pesada.
── Estar com tesão é quando seu corpo implora por algo ou alguém, e consequentemente quando isso acontece eu fico de pau duro e você fica com a xotinha melada. ── Soltei um riso e beijei seu pescoço branquinho.
── Então é por isso que você também está assim? Seu corpo está implorando por mim? ── Seu jeitinho inocente me deixava louco. Ele não era explícito. Ele estava excitado mas nunca usaria de fato as palavras evidentes.
Sua mãozinha curiosa acariciou meu pau e seu dedão rodeou minha glande com curiosidade. Aquele toque foi o suficiente para eu sentir meu corpo inteiro tremer sob o seu.
── Sim princesa, eu estou assim porquê quero tocar você. ── Continuei com os lábios praticamente colados em sua orelha.
Senti seu corpinho tremer em cima de mim. Harry havia soltado um breve gemido manhoso, talvez minha garotinha não fosse tão inocente assim. Com as pontas dos meus dedos acariciei sua barriga lisinha coberta por pintinhas e senti a pele leitosa se arrepiar com meu toque. Eu subia e descia meus dedos, sentindo seu abdomen contrair a cada toque. Meus lábios agora passavam em seu pescoço, apenas me segurando para não beijá-la.
── Lou, o seu... ── Ele pausou no meio da frase antes de continuar. ── É tão grandinho... ── Ele gemeu manhoso empurrando a xoxota na cabeça da minha rola para fora do short, me arrancando um gemido alto. ── Será que vai caber na minha buceta? Por que eu sou tão apertadinha Lou, acho que seria melhor você entrar na minha bundinha, assim o estrago não seria tanto.
Seu olhar curioso novamente se voltava para meu pau, que latejava dentro das calças e disfarçadamente as vezes eu o tocava. Eu estava louco de tesão.
── Princesa, você tá mesmo insinuando que eu coma seu cuzinho? Você ao menos consegue se ouvir? ── Sussurrei contra sua orelha e levei meus dedos até sua buceta, sentindo meus dedos queimarem ao esfregar gostoso o grelinho inchado por cima do shortinho colado. Ela estava tão meladinha e como uma boa puta abriu as pernas para que eu pudesse brincar melhor com sua xotinha.
── Me desculpa maninho, eu não quis dizer isso, eu só achei que poderíamos fazer igual o casal do vídeo. Poderíamos brincar de marido e esposa, sim?! E assim nós faríamos coisinhas de papai e mamãe. ── Ele riu baixinho rebolando contra meus dedos.
Por um momento quase me esqueci que ele era um completo inocente, ou pelo menos se fazia.
Levei a mão livre para meu cacete, masturbando lentamente por cima do short. A essa altura eu já não ligava se Harry estava assistindo aquilo, eu apenas precisava me aliviar. Meu tesão aumentava a cada segundo e a cada segundo que passava eu queria estar dentro de Harry. Minha outra mão acariciava seu grelinho inchado com o polegar, ele estava tão durinho que marcava nos shorts.
── Lou, eu posso ver? ── Um sorriso surgiu no cantinho de sua boca. Ele olhava para meu pau com certa malícia.
── Você quer ver meu pau, baby? Desde quando você se tornou tão safada assim? ── Ri baixinho acariciando suas bochechas que ficaram vermelhas no mesmo instante.
── Me desculpa... Eu-
── Não se desculpe amor, gostei da sua iniciativa. Tira meu short! Assim você vai poder olhar bem de pertinho. ── Sussurrei contra seus lábios e Harry sorriu tão inocente que eu me culpei por isso.
Ele rapidamente colocou seus joelhos no chão e observou minhas coxas grossas abertas, passou suas mãozinhas na minha panturrilha e fez uma breve massagem no local. Eu queria esporrar em todo seu rostinho perfeito, encher seus lábios de porra apenas para depois beijá-los e fazer com que ficassem ainda mais inchadinhos e vermelhos.
Lentamente suas mãos subiram para o cós do meu short e ainda um pouco receoso ele o abaixou lentamente. Meu pau latejou com o olhar surpreso de Harry. Meu cacete bem grosso com as veias saltando bateu com força na minha barriga, um pouco acima do umbigo, pesado e pingando tanto que eu poderia socar no seu cuzinho virgem sem problema nenhum que minha boneca não sentiria dor, apenas minha pré porra e um pouco de saliva daria conta. Eu nunca estive tão duro.
Eu tinha poucos pelos ao redor, era apenas alguns, bem aparados que até se juntavam ao caminho de pelos em minha barriga. Minhas bolas pesadas repuxavam e rapidamente levei minha mão até meu pau, tocando uma punheta lenta.
── Louis, é tão grande e grosso... ── Harry parecia vidrado no meu pau, eu estava feliz em ser o primeiro que ele via pessoalmente.
── Você gostou baby? Se quiser pode tocá-lo. ── Coloquei minhas mãos atrás da cabeça e relaxei meu corpo ao ver Harry de inclinar e passar a pontinha do seu dedo indicador na cabecinha do meu caralho, levando o dedo em sua boca de modo curioso para lambê-lo.
Puta merda
── Que delícia. ── Ele gemeu.
── Bebê, você já mamou em um cacete antes? Já chupou ou sentiu o gostinho de porra na língua? ── Meus olhos escureceram. O tesão me consumiu como fogo. Harry rapidamente sorriu e negou com a cabeça ainda com o dedinho na boca.
Meu corpo queimava, minhas têmporas suavam e eu queria tanto foder aquela boquinha. Eu queria ser o primeiro dele em tudo.
── Eu posso te provar Louis? Seu gosto parece delicioso. ── Sua vozinha calma e seu jeitinho meigo até nesses momentos me excitavam.
Sem conseguir formar uma frase concreta, fui capaz apenas de assentir. Sua boca se aproximou do meu pau e com as mãos para trás como se estivesse se autoimobilizando, Harry abocanhou a cabecinha vermelha do meu caralho e chupou todo meu líquido ali presente. Seus olhinhos verdes me encaravam com tesão enquanto sua boquinha gulosa envolvia a cabeça do meu cacete. Essa pose de inocente era uma farsa para esconder seu jeitinho de puta. Por mais que fosse virgem, ele sabia me provocar como uma putinha.
Eu apenas gemia rouco, louco com toda aquela situação. Meu irmão mais novo estava me chupando e estava sendo uma delícia.
Sua boquinha lentamente desceu pela minha extensão, aos poucos pois com dificuldade tentava engolir tudo. Lentamente meu pau ia sumindo na sua boca e eu sentia e ouvia os barulhinhos de sua garganta misturados com sons de saliva, seus olhinhos lacrimejavam e uma careta de dor ia surgindo a medida que meu pau invadia sua boca.
— Vadia da boca gostosa. — Gemi rouco e agarrei seus cachos empurrando com força sua cabeça para baixo. Ele se engasgou tossindo forte, e eu sorri satisfeito. Não tinha nada mais prazeroso do que ver um garotinho como aquele engasgando com um pau. — Imagina quando meu caralho inteiro estiver comendo essa tua buceta apertadinha, será que você vai fazer essa carinha de dor também?
— Lou... Eu gostei.
Ele mal havia me chupado e parecia acabado. Olhos vermelhos, a boca cheia de saliva aos arredores e as bochechas coradas.
— Chupa mais então, quero gozar na sua boquinha. Você quer isso neném? — Passei a mão delicadamente em seus cachinhos e eu o vi sorrir assentindo rapidamente voltando a abocanhar meu pau.
Agora com a ajuda de sua mão, ele masturbava e chupava ao mesmo tempo, me encarando. Sua bochechas gordinhas formavam vincos, apertando meu pau dentro de sua boca. Ele chupava com vontade e as vezes soltava meu pau com um barulho obsceno apenas para circular sua língua em minha glande, sugando para dentro de sua boca todo o meu fluído.
Com a cabeça jogada para trás, senti suas mãos pequenas acariciando minhas bolas equanto voltava a socar meu caralho na sua garganta, chupando e recolhendo qualquer resquício da minha pré porra. Eu estava absorto nas sensações que me dei conta quando ele havia parado os movimentos. Abri lentamente os olhos e vi minha pequena tirando o shortinho colado, mostrando sua bucetinha inchada ligando uma linha fininha de melzinho até o tecido do short. Minha garota carregava um sorriso tão safado, com as covinhas nas bochechinhas deixando tudo ainda mais adorável. Ela se aproximou novamente de mim e sentou com a buceta gostosa no meu caralho, esfregando desesperadamente a xotinha inchada na cabeça molhada do meu pau.
Era uma bagunça gostosa de gemidos e nossos fluidos que se misturavam. Sua buceta era tão lisinha e tinha o grelinho gostoso proeminente saltando e durinho que chegava a fazer uma fricção gostosa quando esfregava ele na cabeça inchada da minha piroca.
— Caralho princesa, você é uma putinha. Sempre quis se esfregar assim no meu cacete? — Apertei sua cinturinha e o ajudei com os movimentos do quadril, sentindo seus lábios da buceta envolverem meu caralho e seu melzinho jorrar melando meu pau e nos transformando em uma bagunça molhada e muito gostosa.
— Maninho... Lou... Minha florzinha tá pulsando muito. — Ele grunhiu tímido, bem baixinho que mal pude ouvir.
Harry mordeu seu lábio inferior gordinho, jogando a cabeça para trás rebolando a grutinha em cima da cabeça do meu pau. Seus peitinhos apontavam para meus lábios e seu corpo inteiro tremia próximo ao orgasmo.
— Princesa, deixa eu encaixar só a cabecinha do meu pau na sua xotinha, vai? — Pedi manhoso apertando sua bunda redondinha, escorrendo dois dedos pro seu cuzinho apertadinho que pulsou com meu toque.
— Mas maninho, vai doer muito. — Minha princesa choramingou rodeando seus braços em meu pescoço, cessando os movimentos apenas para levantar o seu quadril e encaixar sua grutinha melada e pequena na cabeça do meu cacete. — Eu sou virgem. — Suas bochechas coraram e ele sussurrou segredando aquilo para mim.
Ela rebolou um pouquinho e não tardou em bater meu caralho grosso na sua buceta, completamente maravilhada ao ver seu melzinho grudando no meu pau.
— Só a cabecinha não vai machucar não bebê e você tá bem molhadinha, só deixe eu te sentir um pouquinho. — Sussurrei contra seus biquinhos pontudinhos e rosados, capturando o esquerdo com meus lábios, chupando e mordendo ouvindo os gemidinhos manhosos de Harry enquanto ele não parava de se esfregar em mim. — E eu não me importo em ser o seu primeiro, inclusive acho justo que eu seja o primeiro a abusar dessa bucetinha, você não acha? — Sussurrei deixando um beijo em sua testa suada acariciando sua cintura, vendo Harry assentir incapaz de formar alguma frase enquanto mantinha a boquinha aberta e os olhinhos fechados.
Senti seus dedos agarrarem a base do meu pau e sua bucetinha abrigar a cabeça gorda do meu pau com dificuldade. Por mais que estivesse bem meladinha, a bucetinha de Harry nunca tinha recebido um caralho grosso e seu aperto gostoso me sufocava. Seus gemidos se tornaram ainda mais altos e como se houvesse perdido o controle, Harry sentou de uma vez só, e eu não pude impedi-lo. Agora sua bucetinha inteira estava preenchida pelo meu pau. Seu grelinho inchado pulsava contra minha virilha e sua boquinha aberta gemia desesperadamente chamando meu nome com lágrimas escorrendo por seu rostinho.
— Vadiazinha da buceta apertada. — Grunhi contra seus mamilos, apertando ambos com meus dedos.
— Maninho, seu pau é tão grosso.
Minha irmãzinha rebolou em círculos e apertou a bucetinha no meu pau, gozando imediatamente só de me ter dentro da sua grutinha necessitada. Eu não consegui me conter e em um gemido alto apertei novamente seus peitinhos e gozei gostoso no fundinho da sua buceta apertada. Meu abdômen contraiu tão forte e um gemido rouco rasgou minha garganta quando minha porra atingiu forte a buceta gordinha da minha irmã. Levei minhas mãos até seus peitinhos apertando fortemente enquanto minhas bolas pulsavam e eu jorrava o máximo de porra na sua xotinha.
Eu me sentia um virgem que havia gozado com literalmente uma única sentada, mas não era fácil se controlar quando estava há meses sem sexo e uma buceta quente e apertada sufocava meu pau e o ordenhava mesmo que inconscientemente.
Joguei a cabeça para trás e deixei pender nas almofadas do sofá. Harry ainda não havia saído de cima de mim, ele continuava rebolando e esfregando o grelinho em mim com o meu pau atolado em sua grutinha melada, contraindo e tentando ganhar o máximo de leitinho possível na sua buceta escorregadia. Eu estava acabado e se não fosse por lábios curiosos distribuindo beijos tímidos por toda a pele suada do meu pescoço, eu provavelmente dormiria. Sua boca me beijava com delicadeza e suas mãozinhas se mantiam ao redor do meu rosto, acariciando minha barba com os polegares.
— Lou me leva pro quarto e dá um banho por favor, cuida da sua irmãzinha. — Ele sussurrou contra meus lábios, me deixando alguns selinhos tímidos.
Sorri ao escutar sua voz calma e assenti em concordância encaixando minhas mãos em sua bunda, levantando seu corpo em meu colo fazendo com que infelizmente meu pau escorregasse para fora de sua grutinha e toda minha porra grossa pingasse no chão e em minhas coxas. Resolvi que depois limparia aquilo, agora eu cuidaria da minha bonequinha.
Mas tudo se esvaíu quando a campainha tocou. Meu corpo tremeu e eu arregalei os olhos empurrando Harry no sentindo contrário que ele fazia. Meu coração pareceu dar um salto de aceleramento e eu rapidamente mudei de canal para algo que parecia ser um canal de compra de jóias e a contragosto vesti meu short enquanto Harry limpava os lábios, arrumava os cachos rapidamente e foi correndo atender.
💋
H
Jay e nossos outros irmãos nunca desconfiaram do que Louis e eu fizemos naquele dia, o máximo que ocorreu foi mamãe me indagar do porque de eu ter dormido tão cedo, mal sabe ela que foi porque meu maninho me fez ter meu primeiro orgasmo e esporrou com força dentro da minha buceta, foi o suficiente para que eu ficasse acabadinha e cansada. O fato de ninguém ter prestado atenção o suficiente foi a deixa para que tivéssemos combustível para fazer de novo mas sempre nos faltava oportunidade.
Naquele dia Louis cuidou tão bem de mim, ele lavou meu corpinho inteiro sem nenhum resquício de segundas intenções, enchendo minha barriguinha e meu bumbum gordinho de beijos, apertando cada cantinho do meu corpo e distribuindo beijos pelo meu pescoço e no canto dos meus lábios, as vezes acariciando despretensiosamente meus peitinhos. Ele beijava delicadamente meu pescoço e dava atenção a cadê partezinha do meu corpo.
Após me deixar no quarto depois do banho ele correu até seu quarto para um banho e eu não tardei em tentar espioná-lo. Minha visão não era tão clara mas era possível vê-lo bater uma punheta gostosa com os olhos fechados e o lábio inferior entre os dentes fantasiando provavelmente como seria me foder de fato em todas as posições. Ele gozou novamente em abundância, de uma forma que eu me surpreendi e minha bucetinha esquentou imaginando receber aquela grande quantidade de porra novamente. Ele jorrou tanta porra que foi inevitável não imaginar como seria aquela quantidade dentro do meu cuzinho apertado.
Os dias se passaram e Louis e eu estávamos mais próximos que o normal. Eu adorava o seu jeito doce de agir normalmente comigo como meu irmãozinho mais velho, mas seu jeito safado e desinibido era o meu favorito de fato. Eu ainda me sentia tímido, mas um pouco menos. Nossas provocações eram breves, mas o suficiente para que eu choramingasse todas as vezes procurando seu caralho grsso pra me preencher. A todo momento eu o provocava vestindo meus shorts mais curtos e sentava em seu colinho toda vez que eu tinha a oportunidade ou apenas alisava meu cacete na mesa do jantar.
Era notório o pecado pairando sobre nós quando mamãe, nossos irmãos e Dan fechavam os olhos para rezar e eu movia minhas pequenas mãos para seu pau, o deixando duro em instantes.
Algumas semanas haviam passado desde o acontecido do filme pornô e a todo momento eu tentava ter a sua atenção para que pudéssemos foder e eu pudesse ter seu caralho maltratando minha xotinha apertada novamente, mas nunca conseguíamos de fato chegar aonde queríamos, mas hoje a noite eu pretendia saciar a vontade de ter seu cacete indo fundo na minha bucetinha já que a mamãe, o papai e nossos irmãos sairiam para a casa de uma amiga de longa data da mãe e assim Louis e eu faríamos a noite dos filmes, que não fazíamos há um tempinho para mamãe ou Dan não desconfiar tanto já que estávamos sempre juntinhos e eu tinha medo que eles desconfiassem de algo.
Coloquei uma camisola pequenininha que mal cobria minhas coxas e se eu levantasse os braços era possível enxergar minha xotinha sem calcinha ou a poupa do meu bumbum. Meus peitinhos pareciam querer saltar para fora da camisola branquinha, estavam tão evidentes no tecido transparente que eu não me contive em tocá-los. Antes de ter contato íntimo com meu maninho, eu nunca ao menos tinha tentado me masturbar, mas desde que ele havia chegado eu sentia algo diferente na minha florzinha, principalmente quando eu sentava em seu colinho para jogarmos ou assistirmos algum filme e eu sentia algo grande e grosso roçar na minha grutinha.
Eu ficava quentinha, meladinha, pulsando e com os peitinhos durinhos sensíveis por ter Louis esbarrando neles sem querer e com toda essa dúvida do porque eu e ele ficávamos assim durante nossas carícias e abraços, decidi perguntar pra minha amiga da escola o motivo disso tudo. Bonnie riu imediatamente mas não de um jeito que tivesse a intenção de julgar, ela disse que estava indignada por não ter a mesma sorte que eu pois meu irmão era uma delícia. Ela me explicou que ele ficava duro porque queria me foder e ria baixinho ao sussurrar que eu também provavelmente queria já que minha xotinha molhava só de sentir seu caralho roçando ali.
Eu fiquei feliz ao saber que meu irmãozinho me amava ao ponto de querer que eu fosse a sua garotinha. Naquele dia voltei pra casa saltitando e o abracei com tanta força e fiz questão de dizer o tempo todo que eu o amava, pois eu também o queria sendo meu homem e queria que ele me tratasse igual putinha assim como Bonnie falou, e riu em seguida me chamando de sortudo.
Terminei de me arrumar e corri para o quarto de Louis, bati fraquinho na porta e sorri ao ouvir sua voz me mandando entrar. Lou estava deitado em sua cama de casal usando apenas uma bermuda curtinha que marcava seu volume grosso e os braços relaxados atrás da nuca contraindo os músculos do braço, deixando evidente suas tatuagens bonitas.
— Vem princesa, deita aqui do meu lado.
Seu sorriso bonito cresceu em seus lábios ao me ver. Seus olhos percorreram todo o meu corpinho e rapidamente prendeu o lábio inferior entre os dentes encarando meus peitinhos balançando conforme eu caminhava até sua cama. Me deitei timidamente ao seu lado, um tanto cauteloso para minha xotinha não aparecer e tratei de abraçar sua cintura encostando minha cabeça em seu peitoral assim como eu adorava fazer. Enrosquei minhas pernas na sua e delicadamente rocei minha bucetinha em sua coxa descoberta, sentindo meus pelinhos arrepiarem e minha grutinha começar a lubrificar implorando imediatamente pelo pau de Louis.
— Qual filme você escolheu essa noite Lou? — Perguntei baixinho sussurrando contra o seu pescoço, inspirando devagar o cheirinho do seu perfume gostoso, aproveitando o calor da sua pele bronzeada.
Uma de suas mãos agarrou minha cintura com possessividade e me trouxe para mais perto, escorregando a mão para cima e para baixo acariciando a lateral do meu corpo, raspando o polegar no comecinho dos meus seios.
— Um de terror. — Ele respondeu vagamente, esticando a mão para buscar o controle da televisão.
— Ah não maninho, você sabe que eu tenho medo de filmes de terror. — Fiz um biquinho nos lábios e aconcheguei mais ainda meu corpo ao seu.
— Mas princesa, se quiser pode ficar no meu colinho, assim podemos ficar abraçadinhos até o final. — Ele sorriu terno com as ruguinhas aparecendo em seus olhos e eu devolvi o sorriso no mesmo instante.
Louis além de lindo conseguia ser carinhoso, um bom irmão e muito atencioso. Seu sorriso me encantava o tempo inteiro e eu amava cada detalhezinho do seu rosto bonito, eu poderia ficar horas observando.
Assenti rapidamente com alguns cachinhos caindo em meu rosto e subi em seu colo, sentindo seu tronco subir e as costas apoiarem na cabeceira da cama, enquanto eu mantinha minhas costas coladas em seu peitoral. Louis deu início no filme e suas mãos livres tocaram minhas coxas em um carinho gostoso. Seus dedos grossos acariciavam minha pele de baixo para cima lentamente, fazendo com que eu me arrepiasse com seus dedos acariciando, enquanto eu me remexia deixando que minha camisola minúscula se enrolasse em sua bermuda e revelasse um pouco mais do meu bumbum descoberto pressionando forte seu pau. Eu conseguia sentir o caralho do meu irmãozinho endurecendo entre a minha bunda, com minhas nádegas o envolvendo, Louis gemia baixinho e não parou o carinho em minhas pernas, ele parecia realmente muito dedicado em assistir o filme.
— Maninho...
Sem que eu quisesse um suspiro manhoso escapou dos meus lábios e eu não me contive em rebolar gostosinho no seu cacete duro. Louis pareceu receber os meus estímulos pois apertou forte minhas coxas e pressionou o quadril para cima, estocando no meu bumbum com o pau coberto mas eu conseguia sentir perfeitamente a cabecinha da sua rola escapando dos shorts e melando minha bundinha nua. Ele era tão grande que a cabecinha inchada chegava a escapar dos shorts diversas vezes que eu o deixava duro.
— O que foi bebê? — Ele soprou contra a minha orelha.
Cínico.
— Vem cá, senta de frente no meu colo, assim você não precisa ficar olhando pro filme.
Seus dedos apertaram minha cintura e sua voz era carregada de malícia. Eu sorri e prontamente mudei as posições, sentei de frente em seu colo e abracei seu pescoço com força, deixando a bucetinha bem em cima do seu cacete. Eu conseguia sentir meu grelinho inchado esfregar gostoso na cabecinha molhada do seu caralho. Ele soltava tanta pré porra só em me ter em seu colo, apenas em sentir a irmãzinha mais nova com a xotinha toda melada implorando por rola.
— Bem melhor assim, não acha? — Ele sorriu malicioso e sugestivo, seu lábio inferior foi capturado pelos seus dentes e eu me perdi na sua boca gostosa, imaginando como seria ele chupando minha xotinha.
Bonnie me explicou também que receber sexo oral na buceta era gostosinho, então eu queria que Louis fizesse em mim e se isso fizesse com que eu me sentisse bem eu o procuraria todos os dias só pra chupar meu grelinho.
— Maninho eu não quero ver filme. — Fiz um biquinho nos lábios rebolando em seu colo.
Mexi meus quadris lentamente sentindo toda sua protuberância grossa arrastar no meu grelinho todo meladinho. Subi minhas mãos para os meus peitinhos com os mamilos durinhos e os apertei gemendo baixinho.
— Não? Poxa gatinha eu queria tanto assistir o filme mas você não para de esfregar essa xota melada em mim, parece até uma puta desesperada por rola. — Louis sorriu cafajeste soprando contra meus lábios.
Eu conseguia sentir minha grutinha molhar ainda mais com seus elogios ao mesmo tempo que minhas bochecinhas coraram por ganhar um nome que havia soado tão bem. Se eu pudesse pediria para ele me chamar assim o dia todo. Eu queria tanto ser a putinha do meu irmão. Eu queria ser todinha de Louis, ser sua namorada, mulher e a vadia que ele come todas as noites apenas para depois cuidar como se eu fosse sua bebê. Eu realmente o amo mais do que deveria.
— Lou... Você falando assim deixa minha xotinha pulsando tanto maninho. — Gemi fraquinho enquanto arrastava meus polegares em meus mamilos, eu sentia meu corpo inteiro tremer, eu precisava tanto dele.
— Vadia, desde quando você trocou o florzinha por xotinha, hm? Desde quando você virou uma puta desesperada pelo pau do irmão? — Louis gemeu rouco contra a minha pele, seus lábios maltratavam meu pescoço tombado para o lado ao mesmo tempo que suas mãos grossas estapeavam meu bumbum tão forte que ardia.
— Me desculpa Lou, eu não queria s-
— Não se desculpe bebê, eu amo ver você safadinha assim implorando pra levar surra de cacete nessa xotinha gulosa. — Ele me interrompeu entre as pausas dos beijos que deixava em meu pescoço.
Seus lábios macios deixavam um rastro por onde passava na minha pele. Louis beijava meu pescoço e o colo dos meus peitinhos, apertando meu bumbum com força, roçando a cabecinha inchada da sua rola na minha grutinha. Eu já conseguia sentir lágrimas se formando nos meus olhos e minhas bochechas pinicarem com a vontade louca de querer tê-lo logo dentro de mim.
— Louis, fode minha bucetinha, vai! — Gemi manhoso quando sua língua arrastou no meu mamilo durinho.
Desesperadamente levei minhas mãos até seu short de moletom e abaixei sua bermuda revelando seu caralho pesado com as veias grossas pulsando da base até a cabecinha vermelha toda meladinha do meu melzinho e sua pré porra.
— Senta gostosinho princesa. — Ele beijou minha bochecha e apertou minha cintura quando levantei o quadril para encaixar minha bucetinha no seu pau.
Deixei minha testa encostar em seu ombro e o abracei com mais força ainda, agarrando seus fios da nuca com ambas as minhas mãos, apertando e puxando com força quando seu pau escorregou pra dentro da minha buceta, alargando minha xoxotinha conforme eu sentava devagarzinho ouvindo o som das nossas lubrificações ressoando.
— Seu pau me preenche tão bem gatinho... — Rebolei sentindo minha virilha contra a sua.
Seu pau já estava completamente dentro de mim me preenchendo da forma mais gostosa e dolorosa possível. Louis gemia rouco e apertava meu bumbum descontando o tesão que era me ter esmagando seu caralho com minha bucetinha pequena e inchada. Meu grelinho duro roçava nos poucos pelos em sua virilha e sua bolas repousavam no final do meu bumbum, estavam tão quentinhas e cheias repuxando, eu estava me sentindo pronto para receber seus bebês no fundo da minha buceta.
— Tão apertadinha e gostosa...
Louis gemeu feroz entre os dentes, suas mãos puxaram as alcinhas da minha camisola para baixo revelando meus peitinhos durinhos e os mamilos rosados apontando dolorosamente para frente, implorando por sua boca. Suas têmporas brilhavam e o suor já escorria por seu pescoço, ele parecia tão pecaminoso com a boca entre aberta, os lábios inchados e avermelhados somente por ter chupado meu pescoço. Não me contive ao observá-lo e subi lentamente no seu caralho descendo com força, satisfeito com os sons molhados e com o barulho da minha bunda batendo nas suas bolas.
Seu pau batia certeiro no meu pontinho de prazer, era tão grande que era impossível não sentir a cabecinha inchada preenchendo bem a minha bucetinha.
Gemi alto ao rebolar em seu colo e o abracei pelo pescoço com ainda mais força, seu tronco escorregou um tanto para frente e apenas sua cabeça se apoiava na cabeceira da cama, agora ele tinha total controle sobre mim com as mãos grossas em minha bunda, abrindo minhas bandas e expondo meu cuzinho pro meu polegar raspar ali pretenciosamente. Louis jogou o quadril para cima fazendo meu corpinho solavancar para frente e meus peitinhos roçarem em seus lábios, um gemido alto rasgou minha garganta e meus cachinhos saltaram com a investida gostosa do seu pau.
— Sua xotinha apertada me engole tão bem, puta merda... — Louis gemeu baixinho estapeando meu bumbum enquanto eu me esforçava para ser uma boa putinha cavalgando na sua pica.
Lou me segurava pela cintura ou pela bunda, ele parecia querer me domar pela cintura, mas as vezes segurar na minha bunda farta parecia mais atrativo já que ela recebia quase toda sua atenção. Ele jogava forte o quadril para cima, me fodendo forte. Seu caralho me invadia com força e sem pena alguma, ele maltratava minha xotinha tão bem enquanto eu sentava e me fodia no seu cacete intensificando mais as suas investidas com o quadril.
— Louis você me come tão gostoso. — Rebolei gostoso no seu caralho esfregando meus mamilos na sua boca, apoiando minhas mãos na cabeceira.
Louis pareceu entender meu pedido e abocanhou meu peitinho, sugando com força mamando gostoso no meu biquinho sensível.
— Nunca imaginei que minha irmãzinha fosse uma vadia sedenta por pau. — Ele acariciou minha cintura e subiu beijinhos para o meu maxilar.
Eu estava uma bagunça, meus cachos totalmente desgrenhados e o corpo suado pingando gotinhar de suor sobre Louis. Seus olhos pareciam me devorar e sua boca parecia implorar pela a minha já que estávamos tão próximos. Segurei firme novamente em seus ombros sentindo minha bucetinha contrair e meu grelinho pulsar, eu estava quase lá. Intensifiquei as quicadas em seu colo e em um pico de coragem tomei seus lábios em um beijo desajeitado. Meu coração acelerou ao ter sua boca quentinha raspando contra a minha e nossas línguas desesperadas buscando uma a outra. Eu tentava desesperadamente beijá-lo mas sem coordenação alguma já que Lou estava sendo o meu primeiro beijo
Gemi manhoso sentindo todas as sensações possíveis se intensificando, meu estômago pareceu revirar e meus olhos reviraram sem que eu tivesse controle sobre eles. Louis pareceu perceber meu orgasmo próximo e levou uma das mãos até meu grelinho, masturbando bem gostosinho enquanto continuava a me foder rápido e sem dó. Senti minha bucetinha apertar e um líquido clarinho esguichar. Um gritinho inesperado rasgou minha garganta e eu tentei fechar as pernas para conter o xixi, minhas bochechas esquentaram e eu escondi o rosto com minhas mãozinhas envergonhado por ter feito xixi, mesmo que Louis parecia não se importar, continuando a foder fortemente intensificando a sensação gostosinha na minha xotinha.
— Lou... Eu fiz- ahhn maninho. — Gemi fraquinho encostando minha testa em seu ombro.
— Eu vou gozar gatinha, vou encher sua buceta de porra quente, é isso que você quer bebê? — Louis sussurrou contra a minha orelha e eu assenti rapidamente, rebolando em círculos louca pra receber seus filhinhos dentro de mim.
Meu irmão apertou meu bumbum e gemeu rouco no meu ouvido, liberando jatos grossos de porra quentinha na minha xotinha sensível. Eu sentia sua pica pulsar dentro de mim, gozando gostoso todo seu leitinho enquanto apertava minha bunda.
— Lou... Foi tão gostoso. — Sussurrei contra sua boca.
Sua porra escorria pelos cantinhos da minha buceta, eu me sentia tão preenchido e um sorriso satisfeito marcava meus lábios.
Seus braços rodearam minha cintura e eu me aconcheguei em seu abraço quentinho, sentindo seu carinho gostoso nas minhas costas, retribuindo o carinho em seus cabelos macios enquanto sua cabeça descansava em meu peito.
— Lou, desculpa eu fiz xixi. — Falei baixinho sentindo a vergonha consumir meu corpo.
Ele riu baixo e apertou minha cintura voltando a distribuir beijos em meus peitinhos. Lou estava viciado neles.
— Não amor, você gozou. Não se preocupe com isso. Você molhou meu pau de um jeito tão gostoso. — Ele sorriu beijando meus lábios. — Vem cá gatinha deixa eu chupar sua buceta. Se esfrega na minha língua até gozar.
Porra.
Eu nunca me acostumaria com a forma que ele demonstrava carinho e desejo por mim.
Prontamente sorri e assenti animado com os lábios entre dentes. Louis deitou na cama, levantei do seu colo e contemplei sua porra grossa escorrendo da minha grutinha inchada, pingando na cabecinha gorda do seu pau. Virei minha cabeça em direção ao seu quadril e suspendi a camisola pequenininha que cobria só metade da minha bunda, dando a ele a visão completa do meu cuzinho e da minha bucetinha inchada com os resquícios da sua porra saindo da minha grutinha.
— Lou, você me encheu tanto com sua porra. — Choraminguei esfregando meu grelinho no seu queixo, sentindo os pelos ralos da sua barba me causando arrepios. — Olha como você me deixou, tô toda abertinha e cheia dos seus filhos. — Levei meus dedos até minha grutinha, metendo dois dígitos bem em cima do seu rosto.
Louis agarrou minha bunda com força e separou as duas bandas sem o mínimo de delicadeza, cuspindo forte em cima do meu cuzinho, me causando arrepios gostosos e um risinho baixo já que eu nunca tinha sido tocada ali. Rebolei em sua boca raspando devagarzinho minha xotinha nos seus lábios macios, sentindo beijinhos lentos tocarem meu grelinho sensível.
— Gatinha, você já tinha sido chupada por alguém antes? — Lou soprou contra minha grutinha que pingava meu melzinho misturando-se com sua porra.
— Não amor, você está sendo meu primeiro em tudo maninho. — Gemi manhoso espalmando minhas mãos em suas coxas. Eu me sentia bem em verbalizar que Louis estava sendo meu primeiro homem, eu me sentia como sendo seu troféu e uma enorme conquista que poderia lhe satisfazer a qualquer momento. Eu só queria ser boa para meu irmãozinho.
Empinei meu bumbum e esfreguei minha xotinha na sua boca chegando a sentir até a pontinha do seu nariz raspando no meu grelinho enquanto sua língua trabalhava em movimentos circulares lentos, seguidos de seus lábios me chupando forte, desesperado pelo meu gostinho.
Sua língua agora passava por toda a minha bucetinha toda melada de porra, melzinho e saliva, babando muito meu grelinho passando a língua para cima e para baixo pressionando meu grelinho inchado, as vezes sugando pra dentro de sua boca, soltando em seguida com um chupão gostoso. Seus braços agarravam minha cintura com força puxando meus quadris em direção ao seu rosto e eu me esfregava no seu rosto como uma vagabunda, com uma das mãozinhas para trás segurando seu cabelo com força enquanto a outra masturbava desajeitadamente seu caralho que já estava duro novamente, pulsando entre meus dedos, melado de porra facilitando a punheta.
— Você me come tão gostosinho Lou, me come tão gostosinho com sua língua e seu pau!
Gemi com sua boquinha sugando todo meu melzinho e seus dois dedos brincando com meu cuzinho, penetrando só a pontinha e depois tirando só para que eu contraísse em busca de algo ali me preenchendo também. Louis estapeava minha bunda com a mão livre e fodia minha xotinha com sua língua, as vezes usando os lábios para sugar todo meu melzinho que escorria em abundância por todo seu rosto.
Senti sua língua escorregar para meu cuzinho, deixando vários beijinhos e chupadas fraquinhas me tirando gemidos altos e arrepios gostosos e diferentes.
— Lou, amor... — Mordi o lábio inferior apertando os olhinhos.
Sua boca chupou meu grelinho sensível com força e sua língua me comia com vontade. Seus dedos agora aproveitavam para masturbar rapidamente meu clitóris e a outra mão apertava minha bunda, alternando entre meter dois dedos no meu cuzinho que os recebia tão bem. Meus gemidos descontrolados e a maneira que eu me esfregava em sua boca fizeram com que eu largasse seu pau e apenas aproveitasse os estímulos gostosos que vinham de todas as partes, aproveitando para apertar meus peitinhos, sentindo em seguida meu corpinho tremer e minhas coxas prenderem sua cabeça. Novamente eu estava gozando.
Explodi em um orgasmo intenso e gostoso com a xotinha sensível pulsando e esguichando na boquinha gostosa do meu Louis.
Ele parecia não se importar já que continuava a enfiar seu rosto na minha buceta melada com meu orgasmo e rios de saliva. Eu gemia alto totalmente sensível por seus toques, sentindo as pernas tremelicando e meu corpinho fraco descansando sobre o seu.
— Vem cá princesa, me dá um abraço. — Ele sussurrou rouco e ainda buscando forças, assenti com os olhinhos cheios de lágrimas, voltando á posição original com seu peitoral junto ao meu e nossas intimidades se esbarrando, eu ainda podia sentí-lo duro contra meu grelinho inchadinho.
Eu o abracei com força enterrando meus cachos em seu pescoço cheiroso e úmido de suor, inspirando seu cheiro forte e gostoso misturando com seu perfume genuinamente intenso. Louis me aconchegou em seu abraço e acariciava minhas costas beijando meu ombro nu sem as alças da minha camisola. Eu estava uma bagunça, mas isso era a última coisa que eu queria me importar, eu só me importava com ele e como ele agiria comigo depois de tudo isso.
— Louis, eu te amo muito gatinho. — Sussurrei contra seu pescoço, sentindo minhas bochechas esquentarem pela declaração repentina.
Eu realmente o amo e quero ele para toda a minha vida. Lou cuida tão bem de mim e eu não sei se conseguiria viver sem suas mãos ao meu redor enquanto assistimos filme ou sem seus beijinhos gostosos de boa noite que ele deixa em minha nuca quando dormimos agarradinhos, eu sempre em sua frente sendo aconchegado por seu corpo forte.
— Eu também te amo princesa. — Ele sorriu terno nos afastando apenas pra beijar a pontinha do meu nariz, descendo suas mãos até o início do meu bumbum, acariciando minha pele sem segundas intenções. — Eu machuquei seu bumbum, amor? Se sim, me deixe cuidar dele no banho. — Louis selou nossos lábios carinhosamente e eu neguei com a cabeça desviando nossos olhares.
— Você não me machucou boo, mas eu tenho medo que me machuque aqui. — Peguei uma de suas mãos e coloquei sobre meu peito, indicando meu coração que pulsava forte apenas em receber o olhar azul intenso do homem que tanto amo. — Eu realmente te amo, não só como irmã mais nova, mas eu sinto que quero ter você para sempre Lou. Eu só me entreguei para você porque mamãe me disse um dia que essas coisas devemos fazer com quem amamos verdadeiramente e eu te amo tanto que chega a doer meu coraçãozinho. Gosto do jeitinho que nossos corpos parecem bem juntos, amo seus carinhos e amo assistir filme agarradinha com você.
Meus olhinhos lacrimejavam e eu me sentia fraco diante toda a minha declaração. Eu não tinha forças ao menos para olhar em seus olhos, eu só queria chorar e passar o dia inteiro pensando em como eu era boba de expressar meus sentimentos de forma tão verdadeira e intensa.
— Lou eu te amo tanto que esses dias cheguei a sonhar que eu tinha um bebê seu e bom, você sabe que meu sonho é ser mamãe... — Enxuguei as lágrimas fracas que molhavam minhas bochechas e me senti boba por dizer tudo aquilo. — Boo, apenas esqueça tudo isso que eu te disse-
— Não gatinha, não irei esquecer nunca. Eu estou impressionado em saber tudo isso e maravilhado com o jeitinho que você me admira pois eu também te amo pequena. Desde que nos aproximamos eu soube que eu teria problemas porque exatamente tudo em você me chama atenção, eu amo seu jeito carinhoso e seus beijinhos matinais quando dormimos juntinhos e amo quando você decide cozinhar para mim. Eu quero tanto ter você pra mim amor e caso queira, eu posso realizar o seu sonho de ser mamãe. — Louis falava baixinho contra minha orelha, segurando meu queixo e de vez em quando dando alguns beijinhos em minhas bochechas.
Meu coração parecia prestes a saltar do meu peito. Louis também me amava da mesma maneira e eu só pude sorrir largamente voltando a abraçar seu corpo contra o meu, apertando meus braços ao redor do seu pescoço e beijando suas bochechas.
— Agora podemos tomar um banho rapidinho? Tô doido pra cuidar do corpo da minha namoradinha, enquanto só nós beijamos de forma preguiçosa, sim?
Harry, como uma ótima namorada e uma boa garota, decide fazer uma surpresa de seis meses de namoro para o seu namorado, Oliver, mas ele termina com ela no mesmo dia e antes de ver a surpresa que havia preparado. Louis, vendo sua irmãzinha tão tristonha e chateada, decide tentar animá-la um pouco, mostrando que seu ex-namorado não era nada comparado ao seu irmão mais velho.
[Essa oneshot contém: incesto consanguíneo, H!cisgirl, Louis com 20 anos e Harry com 17, palavras de baixo calão e do tipo "grutinha, melzinho, caralho, etc." para se referir às intimidades das personagens, xingamentos durante o sexo, tapas e etc. Não leia se não gostar de algum desses temas]
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Harry havia acordado animada naquele dia, seria o aniversário de seis meses de namoro com quem pensava ser o amor de sua vida, Oliver, e ela não poderia estar mais feliz.
Acordou bem cedo para arrumar a surpresa que pensara para agradar ao outro, tomando um banho bem quentinho e hidratando os cachos sedosos para que ficassem mais brilhosos e aparentáveis. Desceu as escadas, após passar seu hidratante corporal de canela, ainda animada; preparando algo leve para o café da manhã e se contentando em comer apenas alguns morangos picotados com uvas verdes.
Não estava vestida com a roupa que usaria para o dia ainda, preferiu por vesti-la apenas quando o namorado estivesse indo para sua casa, para não amassar nada. Naquele momento, enquanto terminava de lavar as louças que utilizara, tudo que vestia era uma camisola longa de seda, passava de seus joelhos e era de um rosinha bem clarinho, quase branco. Calçava, também, pantufas da mesma cor; assim como a touca que estava em sua cabeça, para a preservação dos longos cachos. Também não havia passado seu gloss ou o rímel ainda, queria que tudo ficasse perfeito e isso só aconteceria se tomasse cuidado extra com tudo.
Enquanto terminava de secar as louças lavadas, pôde ouvir passos nas escadas, reconhecendo, pelo ritmo, que quem se aproximava era o seu irmão mais velho, Louis. Estava louca para contar tudo sobre sua surpresa para ele, mas quando viu seu rosto cansado, mudou de ideia.
— O que aconteceu, Lou? — Perguntou, apoiando o quadril no balcão da pia. — Está tudo bem?
O outro se sentou em uma das cadeiras da mesa, deitando a cabeça sobre os braços na superfície de madeira e suspirando alto. A camiseta branca que usava se levantou um pouco na parte das costas, permitindo a visão de sua pele bronzeada.
— Só cansado, pequena. — Levantou a cabeça. — Mas e você? Por que levantou tão cedo?
— Hoje fazem seis meses que eu comecei a namorar o Oli, Lou! — Exclamou animada. — Eu falei sobre isso a semana toda, você esqueceu?
O rosto de Louis se contorceu em reconhecimento enquanto se levantava, recordando-se da tal surpresa que a garota dialogou sobre durante toda a semana.
— Oh, é verdade. Acabei de acordar e minha cabeça não está funcionando direito, princesa, me desculpe. — Buscou por um copo, enchendo-o de água e bebendo-o antes de continuar: — Você ia fazer uma surpresa para ele, não?
Harry corou, repentinamente tímida ao se lembrar do que planejava fazer. Estava ansiosa para que o namorado visse o presentinho que havia comprado para eles, ficaria contente caso ele gostasse.
— Eu vou…
— E o que vai ser?
De repente, toda a animação e ansiedade em contar sobre a surpresa para o irmão desapareceu, vergonha tomando todo seu corpo enquanto pensava em alguma desculpa para dar.
Por sorte, sua mãe se fez presente no cômodo antes que pudesse tornar a situação vergonhosa, enchendo os filhos de beijos calorosos e abraços carinhosos.
Essa foi quase, pensou a garota.
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O horário que Oliver combinara consigo de buscá-la em sua casa era às cinco da tarde, de forma que, quando o horário se aproximasse, Harry já estivesse pronta.
Tinha vestido a roupa separada, uma camisa social branca que ficava perfeitamente delineada em seu corpo, uma saia preta minúscula e uma meia-calça também preta, que abraçava suas coxas gordinhas e deixava-as com um ar sexy. Os sapatos que calçava eram Mary Janes clássicos, contrastando com a meia cheia de frufrus branca. Os cachos estavam jogados como cachoeiras castanhas e chegavam na altura dos seios, dando a Harry aquele ar provocador e indecente que ela sabia ter. A boca estava repleta de gloss e os cílios realçados com o rímel, assim como o nariz e bochechas rosados pelo blush e iluminados pelo brilho que passara. Sua surpresa também estava ali, consigo; mais especificamente entre as bandas de sua bunda e com a pedrinha preta reluzente sob a meia-calça — já que não vestia uma calcinha.
Estava ansiosa para a chegada de seu namorado e correu para a porta quando ouviu a campainha, checando seu cabelo no espelho que tinha ali perto e apanhando a pequena bolsinha preta que levaria.
Virou a maçaneta e olhou para Oliver com uma felicidade iminente implantada no seu rosto, correndo em sua direção para abraçá-lo mas estranhando quando o moreno a afastou, não deixando que envolvesse os braços em seu pescoço.
— A gente precisa conversar, Harry. — Falou firme, causando arrepios na garota.
Ele nunca a chamava assim, sempre era "vida" ou "bebê", mas nunca pelo nome.
— Claro… — Fechou a porta, ambos ficando em silêncio na varandinha em frente à casa. — Eu fiz alguma coisa? Tem algo errado, amor?
Harry assistiu quando o namorado suspirou e fechou os olhos, já sentindo o tremor se apossar de seu corpo e o medo de ter fodido com tudo na boca de seu estômago.
— Eu não sou mais o seu amor. Não estamos namorando mais, Harry, sinto muito.
— M-mas… Por quê? O que eu fiz?
— Você não fez nada, eu só não te quero mais. — Explicou, sua face estava tranquila e ele não parecia realmente se importar com tudo o que estava acontecendo. — Você é muito melosa e chata, eu sabia disso quando a gente começou a ficar, mas acho que minha cota de paciência já acabou.
O mundo de Harry caiu aos seus pés quando ouviu aquelas palavras, engolindo o choro e tentando não derramar as lágrimas ao tentar dialogar:
— Eu tinha feito uma s-surpresa pra você…
— É disso que estou falando. Só namoramos por seis meses, Deus, não é como se eu te amasse. — Bufou. — E você e o seu irmão são estranhos, todo mundo sabe que ele te fode. E eu tenho certeza de que você, como a putinha desesperada que é, adora.
E aquele foi o estopim; toda a vontade de uma possível reconciliação sumiu da cabeça da garota quando tudo que ela podia sentir era arrependimento e decepção.
— Vai se foder, Oliver. — E entrou em casa novamente, apoiando-se na madeira da porta e se desmanchando em lágrimas.
O choro que tinha repreendido anteriormente veio à tona, as lágrimas grossas e soluços engasgados eram tudo que saíam de si enquanto seu corpo deslizava até o chão, de forma que abraçasse seus joelhos em busca de apoio. Não estava mais com vontade de fazer nada, toda a animação de antes tinha evaporado de si e ela não sabia o que faria mais.
Louis estava em seu quarto enquanto tudo acontecia, escrevia rapidamente em seu computador, ouvindo à uma música qualquer, quando pôde perceber barulhos esganiçados vindo de algum lugar. Sabia que sua mãe e pai tinham saído de casa e só voltariam três dias depois, Harry estava no tal encontro de aniversário com seu namorado; então ficou preocupado com o barulho e fechou o laptop, descendo as escadas apressado e sentindo seu coração despedaçado quando se deparou com sua irmãzinha chorando na porta.
Correu até o corpo da garota e a abraçou, sentindo-a envolver os braços ao redor de seu pescoço e esconder o rosto molhado em seu peitoral. O mais velho ficou ali, acariciando suas costas e sussurrando palavras de conforto enquanto esperava que o choro de Harry diminuísse um pouco, erguendo-se e levando-a até o sofá quando isso, finalmente, aconteceu.
— O que houve, princesa? — Perguntou baixo, tendo a garota em seu colo e ainda agarrada ao seu corpo.
— E-ele terminou comigo. — Contou, fungando baixinho e olhando para o irmão. — Terminou comigo e d-disse que não me amava no dia do nosso aniversário.
Louis reprimiu a vontade de dizer que sempre soube que aquele moleque era problema, engolindo sua raiva para o fundo de seu corpo e concentrando-se em ajudar a mais nova.
— E você ama ele, pequena?
— Eu acho que sim. Não sei. — Suspirou, esfregando os olhinhos e limpando as lágrimas que restaram ali. — Eu acho que eu estava quase lá, sabe? Mas ele falou de um jeito que pareceu que ele nem se deu o trabalho.
— Ele não te merece, meu bem. — Acariciou o rosto de Harry, segurando sua bochecha e fazendo-a olhar para si enquanto falava: — Você merece alguém que faça de tudo por você, sim? Que saiba do que você precisa e o que você quer sem você ter que dizer.
A garota sorriu doce para o irmão, beijando a palma da mão que estava em seu rosto e se acomodando melhor no colo do irmão.
— Eu sei que você está certo, como sempre — Revirou os olhos. —, mas eu acho que o que me chateia é o fato de eu realmente ter me entregado a ele, entende? Eu… — Suspirou. — Eu sinto que me pus em muitas situações de desconforto ou fiz coisas que eu não queria só para agradar ele.
— E ele foi ruim para você, princesa? Não fez o que você queria?
Mesmo que a pergunta não tivesse sido numa conotação sexual, um rubor se apossou das bochechas e pescoço de Harry, causando um sorrisinho maroto em Louis quando ele percebeu o que ela tinha entendido.
— Ele foi terrível, Lou…
Com isso, a garota envergonhada se escondeu no pescoço do mais velho mais uma vez, inspirando o cheiro másculo e terrivelmente atrativo que ali jazia, imaginando como seria ter aquele aroma por todo o seu corpo e impregnado em suas roupas. Era tão, mas tão errado que tivesse pensado algo daquele jeito com seu irmão, mas ela estava carente não se importava com nada mais. Queria atenção, queria carinho e Louis estava ali, proporcionando isso à ela.
O mais velho abraçou sua cintura mais forte, aproximando mais ainda os corpos e se pegando pensando sobre como o corpo pequeno de sua irmãzinha ficava tão bom junto do seu.
Eles ficaram daquele jeito por um tempo, sem saber o que falar e aproveitando o calor do corpo do outro. Harry sentia um fogo repentino se apossando de si, mas não queria tentar algo e ser afastada ou rejeitada, então se manteve quietinha. Apenas afastou a cabeça do pescoço de Louis, ainda tendo o aperto firma em sua cintura, e olhou para suas mãozinhas; levando-as para o peitoral do outro e fazendo desenhos imaginários por ali. Era um espécie de flerte que não seria tão óbvia, mas perceptível, caso o irmão também quisesse algo.
De repente, o que era apenas dedos traçando o nada sobre o peitoral do irmão, virou um carinho muito explícito e com segundas intenções. Louis assistiu de perto quando a garota lambeu os lábios, mordendo-os em seguida e olhando para si com aquele olhar falsamente inocente. Estava o deixando louco.
— O que você está fazendo, princesa? — Perguntou, só tendo uma piscada lenta e um sorrisinho malicioso como resposta. Ela deveria estar enlouquecendo, só poderia ser isso. — Fala pro irmão, meu bem. O que você está fazendo?
A menina permaneceu quieta, voltando o olhar para os próprios dedos enquanto subia-os até o pescoço de Louis mais uma vez, sorrindo provocadora quando viu os pelos ralos da região se arrepiando levemente. Ela envolveu a nuca do mais velho com ambas as mãos, puxando-o para mais perto e ficando com o rosto bem próximo do seu.
— Harry, o que você está fazendo? — Perguntou. Ele também queria aquilo, mas não queria que sua irmãzinha se deixasse levar por uma carência instantânea e se arrependesse depois.
— Sabia que o Oliver disse que todo mundo pensa que você me fode? — Sussurrou contra o ouvido de Louis, beijando o lóbulo. — E ele disse que tem certeza de que eu gosto. Mas nós não fazemos isso, Lou, fazemos?
O mais velho pôde sentir um calor enorme no fundo de seu estômago com aquilo, queria se controlar e não estragar tudo com sua irmã, mas não conseguiu se conter ao responder:
— Nunca fizemos isso, princesa, realmente… — Firmou o aperto em sua cintura, sentindo quando ela ofegou, sensível aos toques. — Mas poderíamos, não?
Harry não aguentou mais um segundo se quer, juntando as bocas com vontade e puxando-o para mais perto ainda (se é que fosse possível), suspirando entre os lábios de seu irmão quando ele fez o mesmo, puxando-a mais pelos quadris. O mais velho aproveitou o momento de deleite da cacheada para introduzir a língua entre seus lábios carnudos, quase gemendo quando sentiu ela chupando o músculo com força e muita, muita vontade; quase como um verdadeiro boquete.
Estavam os dois muito envolvidos no ósculo, aproveitando as sensações que quiseram — secretamente — por tanto tempo, mas que nunca chegaram a sentir. A garota estava ficando enlouquecida ao subir mais suas mãos e prendê-las nos cabelos do outro, beijando-o com mais afinco ainda e mordiscando seu lábio inferior e logo lambendo-o carinhosamente. Louis, por outro lado, estava se concentrando em apertar cada vez mais o quadril da irmã, descendo as mãos grandes para a bunda redondinha e ouvindo-a gemer satisfeita, jogando a cabeça para trás.
Aquela foi a oportunidade perfeita que encontrou para enfiar a cara em seu pescoço, chupando e mordendo a pele branquinha. Estava fazendo aquilo com a intenção clara de deixar marcas, queria que as pessoas vissem o estrago que faria, queria que todos tivessem mais certeza ainda de que os dois fodiam. Harry começou a rebolar suavemente em seu colo, por puro instinto e não percebendo o que estava fazendo; sentia o plug dentro de si se mexer e seu pontinho de prazer estava se esfregando na calça jeans de Louis de um jeito tão gostoso, fazendo-a gemer ainda mais e acelerar os movimentos.
O irmão estranhou que a garota estivesse se mexendo tanto e parecendo sentir tanto prazer com tão pouco, largando de sua clavícula e segurando-a parada no lugar, levantando sua saia e entendendo a situação.
— Então quer dizer que você não consegue ficar uns minutinhos sem buscar satisfação em algo? É isso? — Riu, vendo o rosto envergonhado de Harry. — Você é uma puta mesmo, princesa. Inacreditável.
A garota sentia suas bochechas queimando com a degradação de Louis, ficando mais excitada ainda quando o mais velho a tirou de seu colo, jogando-a no sofá de qualquer jeito.
— Eu vou beber um copo de água, e depois vou subir para o meu quarto. — Explicou, já desafivelando o cinto que usava. — Quando eu chegar lá, eu quero você peladinha e quietinha na cama, entendeu?
Harry assentiu submissa.
— Eu te quero sentadinha na borda da cama, princesa. Seja obediente, sim? — E saiu, deixando-a perplexa e só.
Ela subiu as escadas o mais rápido que conseguiu, tirando todas as suas peças e escondendo o plug em meio às roupas ao chegar no quarto do irmão. Se sentou na cama, do jeito que ele pediu, e ficou quietinha enquanto aguardava por sua chegada. Estava mais ansiosa que nunca para o que aconteceria em seguida, o momento curto que tivera com o irmão no andar de baixo foi intenso e delicioso, ela não poderia querer mais que algo acontecesse.
Louis, no andar de baixo, sorria feliz enquanto bebia sua água. Nunca esperou que sua vontade de foder a irmã fosse realmente acontecer, e estava contente em saber que poderia mostrá-la seu potencial na cama.
O homem subiu as escadas devagar, ainda vestido. Tiraria suas roupas na frente de Harry, para poder captar suas reações, então preferiu só desabotoar os botões de sua calça, não tirando-a de fato. Chegou no quarto e encontrou a porta entreaberta, vendo de relance a cabeça baixa e corpo nu, as curvas sendo pouco visíveis de onde estava. Entrou no cômodo e Harry levantou a cabeça, olhando-o com um sorrisinho ansioso enquanto o olhar do mais velho percorria seu corpo; os seios cheinhos, mas não grandes, a cintura fina, os quadris largos, a bocetinha gordinha… Absolutamente tudo sobre o corpo de sua irmã o excitava, desde a forma a qual os cachos cobriam os biquinhos dos peitos até como ela espremia as pernas, tentando se conter em querer se tocar.
Louis chegou mais perto e a segurou pelo queixo, vendo como seus olhos pidões estavam colados no volume em suas calças, anteriormente, e envolvendo sua boca num beijo extremamente gostoso e explícito; sendo dominante à outra e comandando o ósculo como bem entendesse. Enfiava a língua na boca de Harry e fazia com que ela chupasse o músculo, realmente parecendo uma putinha que fazia tudo o que o homem mandasse.
Ele separou as bocas e se afastou de vagar, rindo de sua irmã quando ela buscou por mais e continuou indo com a cabeça em sua direção, bufando irritada quando percebeu que o homem não a beijaria mais.
— Eu sei, princesa. Eu sei. — Falou sarcástico, deixando um selinho a mais em seus lábios, apenas para dar um gostinho, e passou a descer a mão que estava no queixo da menina para seus seios. — Fique paradinha pro irmão, sim?
— O que você vai— Ia perguntar, se interrompendo quando sentiu a mão do outro apertando seu peito, a outra se fazendo repentinamente presente em sua bocetinha gordinha. — Lou…
— Paradinha, princesa, não se mexa.
O mais velho começou a apertar o seio esquerdo da garota enquanto passava os dedos sobre sua grutinha, não realmente a masturbando, já que as pernas juntas de Harry o impediam de fazer isso, mas dando aquela sensação de quase satisfação maravilhosa.
— Abra as pernas para mim, meu bem. — Pediu, vendo quando a cacheada obedeceu com prontidão, levando uma das mãos ao pescoço do irmão e arranhando a pele quando seus dedos entraram em contato com o seu melzinho, ficando deliciosamente melados.
Harry gemia e apertava a nuca de seu irmão enquanto ele a acariciava superficialmente, de forma que ela pudesse sentir o toque, mas não fazer daquilo um estimulo. O biquinho de seu peito ainda era espremido por Louis e tudo ficou mais intenso quando ele passou a beijar o local, mordiscando a pele clarinha e fazendo a cacheada gemer mais alto ainda.
Ela estava indo à loucura com as coisas que ele estava fazendo, sentia um calor descomunal crescer em seu ventre e estava movimentando o quadril contra a mão do irmão quando ele, de repente, parou; se afastando de vez e deixando-a só na cama. Ele caminhou em passos lentos para trás, tirando sua camiseta de pouco em pouco e logo a peça estava no chão, levando Harry a encarar o abdômen definido e os braços tatuados, eram tão fortes e podiam, com toda a certeza, fazer um estrago enorme consigo. A próxima peça a ser retirada foi a calça, deslizando lentamente pelas pernas musculosas até que o homem estivesse só com a boxer azul-escura. A mais nova olhava para a escultura em sua frente completamente hipnotizada, queria poder passar sua língua por absolutamente todos os lugares daquele corpo e estava realmente difícil de se controlar e ficar quieta.
Percebendo como o irmão estava distraído em recolher e dobrar suas roupas, a menina foi ousada ao descer a mão para sua bocetinha, acariciando o lugar meladinho e soltando um gemidinho gostoso ao dar um tapa fraquinho no seu pontinho de prazer, chamando a atenção de Louis.
— Você não consegue obedecer nem à mais simples ordem, não é mesmo? — Questionou irritado, caminhando até a cama e puxando a mão de Harry de onde estava, usando-a para estapear a mesma bem na bochecha.
Talvez não tão surpreendentemente, aquilo fez com que mais um gemido esganiçado escapasse de sua boca, levando o irmão a sorrir orgulhoso de sua garota.
— Eu vou foder essa sua boceta até você não aguentar mais, e você vai ficar paradinha e gemendo bem alto pro irmão, entendeu?
— Sim, Lou. — Respondeu sorrindo, ainda sentindo a ardência em seu rosto.
Louis empurrou a garota pelo pescoço, a mão envolvida em sua garganta e impedindo um pouco da passagem do ar, levando-a até mais para o meio da cama e envolvendo seus lábios em mais um daqueles beijos explícitos e molhados. Ele só se deu o trabalho de pegar uma camisinha na mesa de cabeceira e colocá-la apressadamente antes de separar o beijo e colocar dois dedos dentro da boca de Harry, que os chupou com afinco, fazendo o mesmo ao colocar dois da outra mão em sua grutinha quente.
A menina gemeu alto e revirou os olhos com a dor maravilhosa que sentiu, ainda sugando os dedos em sua boca com toda a força e dedicação que tinha enquanto sentia seu irmão surrando os dedos — que logo viraram três — dentro de si. Entendendo que já estava bom e que ela aguentaria seu pau, Louis entrou com tudo na boceta molhada, assistindo orgulhosamente quando Harry segurou seu punho e foi com os dedos mais fundo na própria garganta, revirando os olhos mais uma vez e gritando abafado.
O mais velho tirou os dedos — contra a vontade da garota — de sua boca, voltando a apertar sua garganta e se deliciando com os gritos esganiçados e roucos quando começou a estocar.
— Lou! — Gemeu, puxando sua nuca e tentando beijá-lo, ficando frustrada quando o irmão riu e passou a ir mais forte. — M-meu Deus…
— Você acha que eu não percebi essa sua bunda toda aberta, não é? — Socou fundo, apertando mais a traqueia da outra. — Era esse o seu presentinho pro seu namorado de merda?
— E-ex-namorado, Lou… — Falou entre gemidos, enterrando a cabeça no colchão. — Mais… — Pediu, levando as mãos ao próprio cabelo.
— É uma pena que ele seja tão burro ao ponto de sequer ver isso. Você, toda abertinha, gemendo e pedindo por mais… Mas é difícil com gente burra, não tem o que fazer.
— Você quer parar de falar e me foder direito? — Zombou, gritando quando teve o desejado. — Louis!
— É, ele nunca mais vai te ver assim.
O mais velho passou a enterrar mais fundo, mas mais devagar, também. Soltou a garganta da irmã e levou os dedos ao seu pontinho doce, acariciando-o rapidamente e desencadeando uma série de gemidos altos e engasgados em Harry. Quando percebeu que a garota estava ficando envolvida demais e, provavelmente, chegando ao seu clímax, parou com tudo.
Saiu de dentro dela e se sentou na cabeceira da cama, assistindo-a tentar entender o que estava acontecendo.
— P-por que você parou, Lou? — Confusa perguntou, levantando também e se sentando em frente ao irmão.
— É ruim quando as pessoas não fazem o que queremos, não é, princesa?
E então Harry entendeu o que estava acontecendo.
— Lou, por favor… — Começou, engatinhando até o irmão e se sentando em suas pernas. — Não me negue isso, Lou, por favor.
Louis nada respondeu, permaneceu com o corpo imóvel olhando no fundo dos olhos da garota.
— Lou? — Chamou mais uma vez, quase desesperada por prazer. — Por favor, Lou, eu prometo ser boa pra você…
— Você vai fazer exatamente como eu mandar, feito a boa garota que você é. — Não foi uma pergunta, mas a menina assentiu, de qualquer jeito. Não queria ter seu prazer negado mais uma vez. — Busque o que estava dentro de você e traga pra mim.
Harry, então, fez o que lhe foi ordenado; levantando-se do colo do outro e indo até as roupas dobradas sobre a cômoda. Pegou o plug brilhoso entre as peças e voltou para a cama, deixando-o nas mãos de Louis e ficando ajoelhada ao seu lado. O mais velho chamou-a com os dedos e ela se aproximou, sendo beijada com luxúria e ficando distraída demais para perceber quando o irmão apanhou o objeto de suas mãos e a botou em seu colo novamente, acariciando seu rosto com delicadeza.
De repente, o que havia se tornado um momento dócil, mudou completamente quando Louis enfiou o plug dentro de si de uma só vez, levando-a a gemer alto em sua boca. A posição que estavam era perfeita para uma surpresa daquelas, já que o homem a havia arrumado perfeitamente sobre suas coxas e com a bunda gorda bem empinada.
— Lou, meu Deus! — Exclamou, segurando nos ombros à sua frente.
Louis sorriu sacana e passou a socar o objeto fundo em sua irmãzinha, assistindo-a gemer e sentindo quando ela escondeu o rosto em seu pescoço e passou a gritar enquanto mordia a pele. Ele a levantou e enfiou seu caralho na bocetinha molhada com tudo, arrumando os pés na cama e estocando na bunda e grutinha ao mesmo tempo. Harry estava maluca enquanto sentia prazer de todos os jeitos possíveis, estava sendo fodida em dois lugares, sentia seu pontinho se esfregando na virilha do irmão e tinha seus seios acariciados pela mão que estava livre.
— Putinha do caralho, hein… — Suspirou. — Não é pra você gozar, entendeu? — Ordenou, surpreendendo-a. Estava tendo todo aquele estimulo e não poderia gozar? — Você vai gozar na minha boca.
E então tudo virou uma bagunça de barulhos melados e gemidos altos, o irmão estocava fundo e chupava os peitos da irmã enquanto ela quicava o mais forte que conseguia e gritava cada vez mais alto que queria mais. Louis os virou na cama e arrancou o plug de si, indo mais forte e mais fundo ainda enquanto tinha sua boca cheia dos seios gordinhos da irmã.
Não demorou muito para que ele saísse de dentro dela, subindo sobre o seu corpo e arrancando a camisinha antes de enfiar o caralho pesado em sua boca, não se importando com os engasgos enquanto investia forte. Queria gozar desesperadamente e sentia que, abrigado na boca quente de Harry, sentindo a glande esbarrar no fundo de sua garganta. Jatos espessos de porra foram jorrados no fundo da boca da mais nova, e ela, como uma boa garota, engoliu tudinho.
— Puta merda, sim… — Gemeu o mais velho, dando uma última estocada profunda antes de sair por completo, acariciando a bochecha corada de sua garota e admirando o bom trabalho dela em fazê-lo gozar. — Você foi ótima.
Harry sorriu cansada, tentando esticar os braços para abraçá-lo mas sendo negada quando Louis só deixou um beijo em sua testa e falou:
— Ainda não, princesa. Você ainda não gozou, hm?
Com isso, o irmão a beijou novamente, lento e intenso. Foi descendo os beijos por todo o seu corpo, tendo a garota lhe acariciando os cabelos enquanto arrastava os lábios até a boceta dela. Selou um beijinho singelo no pontinho doce de Harry e começou a lambê-lo logo em seguida, arrancando gemidinhos e lamúrias baixinhas de si, enfiando dois dedos na grutinha molhadinha e toda melada.
— Lou, assim. Assim 'tá tão gostoso… — Ela gemia, correndo os dedos entre os fios castanhos do irmão e rebolando contra sua língua.
Louis passou a chupar o melzinho que saia dali, se deliciando com o gosto agridoce de sua caçula e fazendo uma sucção deliciosa em seu maior lugar de prazer. Se sentia nas nuvens por saber que era ele, naquele momento, quem arrancava os gritinhos manhosos de sua irmãzinha gostosa.
Dedava sua bocetinha enquanto ainda chupava o ponto doce, subindo uma das mãos para os seios enquanto fazia movimentos circulares com a língua na grutinha apertada de Harry, assistindo-a revirar os olhos e morder os lábios em deleite.
— Continua assim, Lou, eu 'tô quase… — Gemeu manhosa, afundando a cabeça no travesseiro e arranhando o couro cabeludo do irmão.
Estava tão bom e gostosinho que ela desejou poder parar o tempo, sentir aquela sensação para sempre e nunca mais sair daquele momento; quando tinha seu irmão mais velho chupando sua boceta da maneira mais deliciosamente proibida.
Quando Harry gozou, Louis teve prazer em lamber todo o seu melzinho e ouvir todos os gemidos e grunhidos, guardando tanto o gosto quanto o som em sua memória para sempre. Não sabia se Harry iria querer repetir aquilo algum dia ou se sequer falaria consigo depois que o clima passasse e não queria esquecer daquele dia.
Ele terminou de recolher todo o gozo e foi ao banheiro, molhando uma toalha e passando a por todo o corpo molenga de sua irmã. Depois, deitou-se junto de Harry e suspirou satisfeito ao tê-la enlaçando os braços em seu pescoço, dando-o um beijinho doce antes de dormir no seu abraço.
🎧
primeira one e um dos primeiros smuts que eu escrevo, me desculpem se estiver ruim ou tiver muitos erros…
-Conteúdo sáfico
-Desuso da camisinha
-Fem Larry! Lou e Hazza
-Incesto, madrasta e enteada
-Somnofilia: o ato de tocar o parceiro enquanto ele dorme, de forma consensual!
-Over stimulation
-Uso de frutas e brinquedos eróticos: venda, vibrador e morangos frescos ( por favor, não façam isso!!
-Squirt
-Porn with ‘plot’
Dirty Talk: bucetinha, grelinho, xotinha, melzinho, grelinho, putinha, rabinho…
note: os dois capítulos em agradecimento a @sosohouis por todas as ideias que me dá em relação as duas partes e a maior fã de generous mama, hahahaha, beijinhos e boa leitura! Me desculpem qualquer erro antecipadamente, talvez passe despercebido
Hazza é uma mulher inteiramente linda.
Apesar da beleza extravagante, não era a pessoa mais sortuda. Estava um pouquinho acostumada em ser solitária e se nomeava como frustrada, não apenas no quesito sexual mas em relacionamentos também, não era velha e estava no auge dos seus trinta anos, continuava tão linda e era sempre bem cuidadosa com extremamente tudo, principalmente em sua aparência, amava se sentir linda e delicadinha.
Não era estranho então que namorasse, apesar de todas essas frustrações, Jake era seu nome e faziam um pouco mais que cinco anos que os dois namoravam, nunca passou e avançou sua relação para um noivado, por exemplo, como a maioria dos casais. Jake tinha recém feito quarenta anos, não tinha uma aparência admirável assim como a garota mas, Hazza sempre foi alguém muito carente e apesar das suas próprias desavenças com a sua mente confusa e, questionar multo se não era defeituosa por nunca achar um homem bom o suficiente, tinha ele. Jake era alguém que de alguma forma supria suas necessidades nos momentos em que ficava dengosa e querendo tanto um carinho, Styles não diz se orgulhar de fazer isso com o homem.
Jake Tomlinson tinha uma filha, ela se chamava Lou e era incrivelmente linda e educada assim como ele, filha de um relacionamento não planejado, e com negligencia maternal e fraternal. Herdou os mesmos olhos azuis e o cabelo castanho lisinho, apesar de mais chamativa e bonitinha que o Tomlinson.
Não se estranharam ao se conhecer, assim que o homem apresentou a namorada em um jantar simples e confortável assim como, pouco demorou para que em alguns meses para que as duas já tivessem criado intimidade e dessem tão bem entre si como amigas de longa data. Lou era uma garota tranquila e calminha, tinha um olhar penetrante e boa parte do tempo um sorriso de lado, quase como um cafajeste, era assumidamente lésbica também, e não havia nenhum problema com nenhum dos pais em relação a isso.
Os jantares eram feitos pelo namorado de Hazza, quando todos se reuniam envoltos de uma mesa e discutiam sobre seu dia, Lou estava gostando daquele conforto de certa forma, entretanto, o aperto no peito prevalecia quando via a
interação entre os dois, depois de alguns anos, a sensação horrenda de borbulhar a barriga e o nó na garganta faziam presença, tinha ciúmes da mama, e era completamente normal isso.
Apesar de tudo, e sendo extremamente irônica sobre sentir ciúmes da mama, não levava em consideração acreditar que Hazza tinha as mesmas sensações que a dela no pé da barriga, seu papai e a garota estavam fielmente apaixonados, apesar de não demonstrarem tanto e os dois não insinuarem carinho um ao outro. Então, costumava levar amigas para o apartamento enquanto Hazza estava, sempre sorrindo curto e subindo
para o quarto juntamente a ela, tentando limpar a mente dos pensamentos excessivos e desnecessários.
Styles não via nenhum problema nisso, aliás a considerava como filha desde que começou seu relacionamento com Jake, ainda quando Lou tinha seus dezessete anos e seu corpo bem formadinho, Hazza nunca teve olhos para alguém.
Conforme os anos iam se passando, a relação amigável das duas apenas melhorava e progredia, atividades se tornaram costumeiras depois de um certo tempo, como noite das garotas, ou apenas passarem o dia todo fazendo skin care, e penteando os cachinhos macis da moça mais velha, hidratando os fios e sempre sendo tão gentil e carinhosa uma com outra. Os dias que o namorado da mamãe também não estava em casa, andavam com roupas pequenas e sempre muito confortáveis, afinal, passavam boa parte do seu tempo no sofá da grande sala, as duas eram mulheres e não havia nenhum problema naquilo, ver a mama trocar as roupas e tomar banho enquanto passa a espuma cheirosa e os óleos corporais não lhe era estranho, assim como costumava andar apenas de short, sem alguma peça na parte de cima, com os seios pequenos e empinadinhos balançando.
Styles consegue dizer facilmente que sua relação com a Tomlinson mais jovem é mais tranquila e gostosa do que a com o namorado, e talvez as vezes uma voz matutava em sua cabeça sobre como prosseguir no relacionamento, no
fundinho se recusava a terminar com ele e perder sua amizade gostosa com a garota, a ponto de seus olhos verdes ficarem brilhantes e o corpo se aquecer com qualquer mínimo toque. Não se sentia tão bem com o homem como costumava antigamente. Mas, tinham algumas noites que os seus pensamentos viajavam um pouco mais que o previsto, e coisas obscenas inundaram a sua mente, aquilo devia ser pecado.
Neles, todos acabavam com a respiração descompassada e a calcinha pequena meladinha, um leve rubor nas bochechas pela excitação
era presente. Em seus sonhos eróticos, sempre imaginava como seria bom que algo acontecesse com elas que Lou tocasse em si sem seu consentimento, apenas fazendo aquilo para o próprio prazer, costumava fechar os olhos e ficar
gemendo baixinho no travesseiro quando os dedinhos espalhavam seu melzinho esfregando por toda xotinha e abrindo os lábios gordos, imaginando ser os dedos da menina mais nova, ficando quietinha e imaginando os toques leves e brutos.
Porra, era tudo tão bom mas, ter este tipo de pensamento depois de um tempo que conheceu a garota não exatamente algo que ela se vangloria.
Mas não a interessava tentar algo, desde que estava ciente que aquele tipo de pensamento era inteiramente errado, e sem noção. Sem conseguir ignorar que talvez, a filha do namorado tenha sido a pessoa que fez a mama ficar em dúvida sobre a sua própria sexualidade, deveria significar algo, não deveria?
“Hoje teremos a noite das garotas, não é, mama?”. Lou perguntou baixinho e pequena na porta da grande sala de estar, observando atentamente a
mulher que estava sentada no sofá de cor clara, com as pernas cruzadas enquanto esperava as unhas secarem, com um rosa delicadinho.
Styles sorriu curto e com as covinhas fundas acenando com a cabeça, e a seguir fechando as coxas grossas assim que percebeu estar com calcinha pequena exposta, as bochechas adquirindo um tom rosadinho.
“Bom dia”. A Tomlinson sorriu pulando para o colo da cacheada e a abraçando fortemente, apesar dos longos anos que se passam, Lou ainda com vinte um anos continua tão apegada a sua mãe como quando tinha apenas dezessete, não pensando duas vezes quando apertou o corpo da mulher mais fortemente contra o seu e deixou um beijinho pequeno em sua bochecha.
“Bom dia Lou, onde está o seu pai? Ele ainda não desceu…”. Arqueou a sobrancelha, sem perceber a ignorância e desinteresse na fala em realmente saber o paradeiro do empresário.
“Provavelmente dormindo ainda, ele me disse agora pouco que não está bem”. Respondeu a ela contra gosto. Quando seu pai costumava ficar com Hazza, não era como se ela existisse, apesar que a mulher preferira sua companhia ainda era um pouco confuso sobre quem ela realmente sentia ciúmes.
Com os poucos segundos que passou encarando os olho verdes pequenos pelo cochilo que tinha acabado de acordar, descendo por seu colo, as clavículas bem marcadas e então as alças da blusa pequena que mal segurava seus seios gordos.
“Haz, você tem certeza que não está grávida mesmo? Seus biquinhos do peito estão durinhos e ele parece estar maior”. O tom de Lou dessa vez foi
idiota, como se estivesse se fazendo de boba e realmente não disse algo daquele tipo a sua mãe. Mas realmente importava quando Styles nunca impôs um imite de verdade à suas intimidades e conversas deste tipo?
“Mhm, na verdade acho que é apenas meu ciclo”, Fez o melhor de si para
que sua voz baixinha não vacilasse, recebendo um sorriso de canto com malícia de Lou que acenou novamente com a cabeça e, levou a pontinha do dedo em cima do mamilo marcadinho no pijama pequeno.
“Você tem certeza que é apenas isso?”. Certo, Hazza devia ter imposto limites à muito tempo atrás quando estavam prestes a chegar na situação atual, mas não tinha o que fazer quando estava gostando daquilo sem ao menos notar e ter consciência.
E era idiota.
Era idiota a forma gostosinha que o seu corpo sempre se arrepiava inteirinho quando Lou fazia isso, talvez estivesse tentando se convencer que aquilo não era tão errado desde que elas não eram mãe e filha biológicas, mas isso não anula serem mãe e filha.
Respirou fundo mais uma vez, praguejando baixinho quando percebeu que estava se molhando com tão pouquinho e tão cedo pela tarde, ela não costuma ser tão sensivelzinha assim, pelo menos não com a presença de Jake.
“Licença Lou, vou fazer um chá para ajudar ele ficar melhor, e pegar uma água para mim”. Inventou um assunto qualquer, novamente, tomando extremo cuidado para que não vacilasse em sua voz, apertando as sobrancelhas mas dessa vez não em confusão, mas genuinamente por ter deixado aquilo acontecer.
“Uma mamãe tão cuidadosa”. Tomlinson sorriu mascarando seu sorriso provocador, e o tom malicioso na palavra mamãe, com os olhinhos
brilhando se se sentando no espaço vazio ao lado para a observar se afastar, em direção a sala de jantar.
Quando os olhos azuis caíram exatamente onde a mama estava sentada a poucos segundos, não evitou soltar um ofego gostosinho e involuntário observando a pequena manchinha meladinha no tecido do colchão, lambendo a pontinha dos lábios e pensando que ela tinha ficado assim com tão pouquinho, devia mesmo ser sensível. A pontinha do dedo esfregou na mancha quando
levou a boca sem pensar duas vezes chupando devagarzinho e dizendo o alto suficiente para que ela escutasse.
“Seu gostinho é delicioso, mama”. Hazza chacoalhou a cabeça descrente sobre o que escutou, respirando fundo e assim que a água
esquentou na chaleira e as bolhas se formaram, misturou as ervas e
levou calmamente ao andar de cima para o homem adoecido, com pequenos exercícios de respiração no caminho e desconsiderando o arrepio em todo seu corpo, não era de todo mal que tivesse amado aquilo.
Hazza tomou consciência que deveria ter notado as investidas da filha a um tempinho atrás, quando começaram provocações sutis. Eram tão pequenas
que não foi novidade não ter as notado e pensado errado sobre elas. Mas eles eram tão sutis e pequenininhos que quase não perceptível, quando Lou por exemplo fingia estar arrumando a calcinha pequena e apertava a própria bocetinha por cima do tecido do short, sempre mascarando com um
olharzinho de falsa inocência.
Ou os mais usuais de quando pedia para sua mamãe pegar a toalha de banho para si, fazendo questão de exibir o corpo vermelhinho da
ducha quente e a boceta vermelinha e inchada junto com os mamilos, mostrando exatamente o que estava fazendo antes que Hazza entrasse
dentro do banheiro, se tocando bem devagarzinho e chupando os dedos com o próprio melzinho fingindo que era da sua mamãe.
Mas agora certamente não fazia sentido entender sobre essas provocações quando já chegaram, as duas, a esse ponto, e ela de certa forma não culpa apenas a garota quando boa parte das noites apenas conseguia pensar nos dedos e lábios fininhos lambendo e chupando as coxas grossas dela, enquanto estivesse dormindo, a tocando tão levemente como uma pena mas acordaria tão meladinha com qualquer toque que viesse da Tomlinson.
Absolutamente qualquer um, como nos seios, que deixou Haz pingando e sem ar com os dedinhos apertando seu biquinho. Inconscientemente
ela queria tanto aquilo, e se Lou tomasse atitude e fizesse tudo aquilo enquanto estivesse em um soninho gostoso, seria incrivelmente melhor. Lou ao menos precisava saber do seu desejo obscuro, só queria que acontecesse, como uma maldita putinha que agia como uma virgem.
“Como vão as duas?”. Jake surgiu na ponta da escada com a voz grogue e a pontinha do nariz, juntamente com os olhos, vermelhos pelo resfriado. Após longos minutos que a mamãe subiu entregando a xícara com o chá calmante, e o pouquinho de tempo que passou sentada na cama de casal, esperando ele esvaziar a xicara de porcelana, descendo as escadas novamente.
Lou sorriu pequeno para ele, se ajeitando em cima da pequena mancha no sofá e murmurando um curto ‘boa tarde’. Ele acenou para a garota seguindo
em direção a Hazza,
Talvez os dois tenham trocado carícias atrás da parede que impedia a visão de Lou, foi isso que havia imaginado, mas não se comparou ao olhar que Hazza deu para ela, quando as duas se viram novamente e a mamãe se sentava ao seu lado, no sofá, grudando as coxas roliças que provavelmente tinham os resquícios das coisinhas erradas que fizeram.
Jake se afastou novamente, se dirigindo para o quarto do casal novamente, enquanto murmurava um 'boa noite das garotas’, era um feriado e com o resfriado que pegou o rapaz, havia decidido tomar um tempo para si e dormir por todo o resto do dia, quem sabe até pela manhã.
Lou e Hazza não trocaram palavras, apenas a respiração descompassada por cima do barulho da televisão ligada com qualquer desenho animado, se intensificando quando os dedinhos de Tomlinson brincavam e acariciam a coxa branca e leitosa da mais velha.
“Você está brava comigo, mama?”. Pendeu a cabeça para o lado, se fazendo de desentendida, acompanhando o biquinho meigo que Styles deu para si.
“Não, meu amor, por que estaria?”.
“Não sei, talvez, estava com medo de ter a noite das garotas cancelada”. Brincou com a pontinha dos cachos dela mais uma vez.
“Esse é o nosso momento, eu já preparei as coisas para mais tarde e cobertores grossos, por que cancelar?”. Abriu um sorriso grande, exibindo
seus dentinhos de coelho.
“Você sabe qual filme vamos assistir né? Indiana Jones, por favor!”.
“De novo esse filme, Louuu”. Manhou um pouquinho para os braços da mais nova, que era repleto de tatuagens, não notando a ação assim que admirou as veias marcadas em seus dedos e a cabeça na curva do pescoço cheirosinha.
“Claro que sim, não temos as falas decoradas ainda!!”. Riu baixinho e divertida quando deixou um beijinho da testa da mamãe.
“Podemos fazer panquecas de morangos!”. Styles abriu um sorriso maior que já tinha feito, dando pulinhos de felicidade muito graciosa e correndo em direção a cozinha com Lou em seu pé. Estavam já no fim da tarde e Jake não tinha andado pela casa como o previsto, provavelmente ainda estaria gripado e, seus olhos inchados não escondia o quão forte estava seu resfriado.
As panquecas foram preparadas com calma e cautela e já feitas para assistirem durante o filme, as duas vestidas de roupinhas finas e confortáveis, afinal, estavam apenas elas no andar de baixo. Mesmo que uma certa tensão pairasse e os pensamentos que inundam a cabeça de Hazza não saiam, quando ela vê atentamente os mamilos marcadinhos da filha na blusa ou a própria boceta
gorda delineada no short que ainda estava molhadinho, não importa desde que as duas estão conseguindo fingir muito bem.
“mama, Indiana Jones já vai começar”. Piscou um dos olhos azuis brilhantes para ela, saindo do cômodo com passos sutis como se nada inusitado houvesse acontecido realmente. A cacheada pela primeira vez deu um sorrisinho de lado pela pequena cena, apertando as coxas e se lembrando da sensação de Lou chupando devagarzinho seu lábio inferior daquela forma gostosinha.
Seguiu em
direção a sala também, com o prato cheio de panquecas rosadas e alguns morangos maduros em cima do doce delicioso, não demorou pouco mais que cinco minutos para que já estivessem acomodadas, deitadas uma do lado da outra com os travesseiros e cobertas macios jogadas em cima.
- O que o caderno contém, que nós
não sabemos?-
Alguns minutos tinham se passado quando escutou tal frase do filme, sem realmente prestarem atenção nele. O continuou por tantos minutos calminho e silencioso, apenas a respiração forte das duas e os cobertores quentinhos como aconchego, além dos corpos. As mãos de Lou correram o corpo de Hazza fazendo um carinho delicado e gostoso na pele descoberta da cintura, apertando os dedinhos as vezes, deixando aquela deliciosa marcação na pele delicada.
Durante alguns minutos o que apenas se estabeleceu em um silêncio confortável entre elas, o volume baixo da televisão e as carícias de Tomlinson que relaxavam a outra garota suficiente para que ela sentisse suas pálpebras pesadas do sono. A de olhos verdes se sentia relaxadinha e quente com os toques, não demorou mais que alguns minutos para se encontrar em um soninho relaxado sobre os braços da outra, confiante o suficiente para adormecer na Lou.
Tomlinson começou escutar a respiração pesada e sorriu pequeno, com as ruguinhas e os olhos azuis pequenos, apesar de atentos, estava tudo
tão extremamente calmo.
Até choramingos começarem a surgir baixinhos.
Baixinhos, doloridos, e quentes.
Era Hazza com um biquinho gordinho nos lábios vermelhos cereja, as coxas grossas apertando a boceta inchada dentro delas, e choramingando
fininho, como gemidos pequenos. Lou no início não notou, e se fez. Fingiu
que não poderia estar escutando coisas ou ser apenas sua imaginação,
mas não se compara as sua reação quando escutou um choramingo diferente.
“Lou, Mhmmm, o-oh”. Tinha os lábios entre- abertos, a respiração descompassada e rápida, estava tão agitada com o peito acelerado, começou a apertar a xotinha tão mais forte e esfregar devagarzinho na garota atrás, sem notar suas ações.
Estava sonhando com ela?
“Porra, Hazza”. Respirou fundo, assim como a sua mama. Ela gemia tão gostosinho, que independente de ser direcionados a ela ou então que Lou nem ao menos seja a causa deste possível sonho erótico, ela se sentia muito tentada, ainda.
O quadril gordinho de Styles rebolava em encontro do seu, como se estivesse desesperado e qualquer mínimo toque era delicioso. Os dedos da menina de olhos azuis continuavam massageando a cintura fina. Estavam com as pontas quentes, enquanto a garota ponderava se deveria realmente fazer aquilo, deixando tudo para o lado.
A mão entrou dentro do tecido fino e gelado da roupa de dormir, dedilhando o umbigo e o tecido da calcinha pequena até chegar aos lados da sua intimidade, apertando e massageando devagarzinho em cima da bucetinha, sentindo o melzinho da mamãe escorrendo e melando seus dedos.
Soltou um grunhido enquanto apertava o grelinho gordo para fora dos lábios inchadinhos e fazendo um carinho sútil em cima da calcinha.
“Shhhh, Hazz, assim você vai acordar”. Sorriu enquanto proferia baixinho, sem que a mulher a escutasse realmente, afinal estava muito ocupada gemendo e contorcendo todo seu corpinho.
As pontas do dedo de Tomlinson voltaram a apertar em cima da xoxotinha gostosa, fazendo movimentos circulares em cima do clitóris, enquanto friccionava a renda grossinha e Styles aumentava gradualmente seus choramingos. Hazza achava estar sonhando.
“Louu, hmmm mais”.
“Porra, eu não devia estar fazendo isso”. Suspirou profundamente, apesar de continuar com as pontinhas dos dedos apertando e circulando
o clitóris molhadinho por cima da renda. A respiração descompassada, juntamente com o próprio short que começou a se molhar.
“Me deixa te chupar, mamãe”. Falou baixinho, em uma encenação tola, como se a mulher a pudesse escutar.
Retirou com delicadeza o edredom grosso de cima de seus corpos, se movimentando e posicionando sutilmente entre as pernas grossas e apertadinhas, contornando a barra do short novamente para tira-lo.
“Shhhh, vou resolver isso para você, Hazza”. Terminou tirando todo o shortinho, sem fazer movimentos bruscos e deixando escapar um sorrisinho de lado quando abriu bem as coxas grossas, e conseguiu ver com clareza a buceta gordinha que mal cabia dentro da renda tão pequena e delicada, era tão clarinha.
“Porra, eu não devia estar fazendo isso”. Suspirou profundamente, apesar de continuar com as pontinhas dos dedos apertando e circulando
o clitóris molhadinho por cima da renda. A respiração descompassada, juntamente com o próprio short que começou a se molhar.
Lambeu os lábios fininhos com a ponta da lingua, para então se ajeitar confortavelmente com a cabeça entre as suas pernas, passando a
pontinha do nariz em sua pele quente e extremamente tentada em lamber e lambuzar ainda mais sua xotinha.
A pontinha da língua então percorreu por toda abertura da sua bocetinha, molhando devagarzinho em cima do grelinho e então circulando levemente em cima do clitóris, ainda em cima da renda transparente.
Sentiu o corpo tremer em seus braços e os choramingos enquanto Hazza dormia aumentarem. Fez com que as coxas parassem de tremer por quaisquer toque, com extremo cuidado para não a machucar, a lingua começou a percorrer de deixar um rastrinho de saliva por toda partezinha descoberta, sentia o gostinho do melzinho da sua mamãe, e quanto mais abria suas coxas, mais sua bucetinha ficava exposta e abertinha para si.
Os lábios finos grudaram mais uma vez na calcinha, formando um biquinho e sugando todo seu pré- gozo acumulado, gemendo baixinho juntamente a Hazza quando o gosto chegou ao seu paladar. Procurou deixar a calcinha de lado, quando sem tirar deixou a sua xotinha exposta, abrindo com a ponta dos dedinhos sua boceta e observando ela toda gordinha e brilhante.
Porra ela se molhava tanto.
A porra de uma putinha.
Deixou mais uma vez uma longa lambida, mas dessa vez sem o tecido atrapalhando, acumulou bastante saliva na pontinha, deixando bem molhadinho e escorregadio, sentindo a textura na língua e circulando mais uma vez o clitóris saltado, fazia aquilo tão suavemente e lentinho que Hazza ainda sentia suas pernas tremelicando.
Quando uma de suas outras ideias atravessou sua mente, recolhendo um dos morangos, ao lado do prato de panquecas, e espremendo o suco vermelhinho dele pela bocetinha gordinha e depiladinha dela, suspirando fraca quando a cor
avermelhada da fruta escorreu até sua grutinha e acumulou junto com o seu melzinho.
“Que bucetinha gostosa, mama” Observou quando as pálpebras da mulher tremelicaram delicadamente. Encostou a língua, chupando todo o liquido docinho e gostoso da fruta, se deliciando e chupando sua xoxotinha devagarzinho com extremo cuidado.
Era quente como o inferno a maneira que fazia aquilo ser tão bom e, sentia sua calcinha melada também. As próprias coxas apertavam sua intimidade, sentia pulsar enquanto mantinha as coxas da mamãe abertas e quentes, a ponta do dedo circulavam a borda da sua entradinha, molhando com seu melzinho e empurrando suavemente para dentro.
Começou com movimentos levinhos quando Lou colocou seu grelinho dentro da boca, era tão gostosinho mas surreal a sensação de que seu sonho, parecia mais real do que o esperado.
“Shhhhh” Lou começou baixinho, dando beijinhos molhados em cima dos lábios gordinhos da xoxotinha. “Vou te ajudar”. Sorriu de ladinho grudando os lábios finos mais uma vez ali, chupando e se deliciando lentamente.
Sorriu calma, sentindo as paredes dela se apertarem enquanto estava pulsando em volta deles, então movendo para dentro e fora, ecoando um barulhinho molhado e expulsando o excesso da sua lubrificação.
“Louloulou”. Hazza continuava proferindo ofegante e com os lábios abertinhos, durante o seu sono gostosinho. Lou queria tanto que ela acordasse e sentisse o quanto estava gostosinha daquela maneira. Não demorou tanto assim para que
tivesse desejado aquilo, quando apertou em seu pontinho g dentro da boceta apertatinha, sentiu o corpo se movimentar mais forte que anteriormente, e então uma mamãe bem confusa acordar.
“Lou? O-oque?”. Arregalou olhos. Não se privando de gemer sensível quando percebeu os dedinhos brincando com a sua xoxotinha no meio das suas coxas. Enquanto dormia.
Porra, porra, porra.
Os cachos se encontravam engrenhados, com os fios embaraçados e suadinhos, tremeram quando gozou forte em espanto por estar realizando um dos seus maiores desejos libidinosos, gemendo alto e fininho para a garota, porra, tem certeza que fez aquilo com o pensamento de que foi tocada enquanto dormia.
Por que tão bom?
Lou sorriu voltando a colocar a língua para fora, chupando seu dedo eroticamente e o restinho do gozo que escorria da boceta gordinha, tremendo
involuntária quando escutava mamãe gemer seu nome tão gostosinho.
“Louuu isso i-isso, mais p-por favor”. Não se importou realmente no momento em quais os motivos da mais nova estar fazendo aquilo, não conseguia ao menos questionar. Os olhos verdes estavam marejados, ela costumava ser tão sensível em qualquer área do corpo, e ter sua
filhinha era tão mais gostoso fazer aquilo.
“Shhhh, Hazza”. Formou um biquinho pidão respondendo a Styles. “Você não quer que o papai te escute quer? Que ele te escute enquanto você goza e esguicha para mim. Você vai esguichar agora, não é? Faz isso dentro da minha
boca mamãe”. Brilhou os olhos azuis enquanto pedia por aquilo, apesar da escuridão da sala e apenas a claridade da televisão que as iluminava.
“Eu faço L-ou.” Entre um soluço, sentindo o dedinho de Tomlinson ainda circular seu pontinho de prazer.
“Você pode ficar quietinha, então? Vou buscar uma outra coisinha, mas quero você obediente, amor”.
Hazza fez o possível para que conseguisse acenar positivamente com a cabeça, observando atenta quando Lou se levantou para subir ao seu quarto, levou os próprios dedos a boca, chupando suavemente e rodeando a pontinha com a língua. A outra mão apertou o outro seio, brincando com o mamilo pontudo e vermelhinho também, resultado das outras vezes que tinha se tocado enquanto fazia a mesma coisa.
De canto de olho sentiu quando a outra garota voltou calmamente, com um pequeno objeto nas mãos, além de um pedaço de tecido.
“Shhh, isso vai ajudar bastante mamãe”. Piscou o olho azul para ela quando tampou sua boca com a fita, fazendo a mais velha perder o ar e
gemer baixinho pelo o que estava
sendo feito.
“Já usou um desses?”. Ergueu o pequeno brinquedinho, que era tão minúsculo, parecendo que não faria nenhum efeito.
“Como não? Você é a porra de uma putinha’”. Voltou se posicionando no meio das suas pernas, o polegar dedilhou a intimidade rudemernte, massageando o grelinho, e dando um tapinha a seguir em cima.
Riu baixinho quando escutou Hazza tentando gemer alto, mas impossibilitada pelo tecido. O brinquedinho foi ligado, Hazza observou com os olhos verdes brilhantes a forma gostosinha que ele vibrava forte nos dedos da filha.
Tomlinson desferiu mais um tapinha ardido na sua boceta quando abriu os lábios inchadinhos com os dedos, lambeu devagarzinho em cima do
clitóris, para deixar escorregadio e posicionar a cabeça do brinquedo vibrador.
Era tão pequenininho e tinha algum tipo de furo na ponta, onde você posicionava em cima do pontinho
e o estimulador sugava e vibrava gostosinho em você. Lou já testou algumas vezes, e considerando que Hazza nunca deve ter testado um daquele, vai gozar pra caralho.
“Você gosta quando eu sugo o seu clitóris assim, mama?”. Demonstrou para a mulher, que se encontrava apoiada em seus cotovelos para enxergar melhor. Os lábios fininhos rodearam o lugar inchadinhos e vermelho, puxando para dentro da boca e chupando fortemente, enquanto brincava com ele na lingua
dentro da cavidade quente.
Styles acenou veemente com a cabeça, os dedos continuavam brincando com a pontinha do mamilo saltado, saliva escorrendo pelo seu queixo de forma grossa, enquanto ela tentava gemer e não conseguia, a fazia ficar frustrada.
O brinquedo foi colocado em cima do pontinho molhado, quando vibrou fortemente e sugou o clitóris dela estimulando gostosinho. Lou sorriu
voltando a deixar beijinhos aos lados da sua xoxotinha, lambendo a área depiladinha e chupando um dos lábios gordinhos para dentro da sua boca.
O peito de Hazza estava frenético enquanto respirava rápido e revirava os olhinhos verdes em prazer, tentava a todo custo fechar as pernas
novamente, mas Lou estava dedicada em não deixar aquilo acontecer enquanto voltava a meter dois de seus dedos fortemente dentro da bucetinha dela.
“Olha como a sua bucetinha engole o meu dedo bem, amor.” Aumentou a velocidade provocando um barulho maior.
“Esguicha pra mim, na minha boca, quero tanto te sentir, mamãe”. Beijou em cima do grelinho, apertando nas pontas dos dedos no pontinho g e
movendo o estimulador de clitóris de um lado para o outro.
“Mhmmmm”. Hazza começou a choramingar coisinhas desconexas, enquanto torcia os dedos dos pés em prazer, afinal, não conseguia mover o resto do corpo, pelas mãos fortes da sua filha.
Em uma das investidas dos dedinhos de Lou na grutinha na mamãe, roçou a pontinha da unha no seu pontinho g. enquanto com o polegar brincava
com o grelinho molhado dela. Cuspiu em cima dos lábios abertinhos, observando a forma que a xotinha dela ficou brilhante e mais molhadinha que antes.
Styles puxou o mamilo avermelhado para cima, por cima da blusinha do pijama, enquanto gritava abafado na venda em sua boca, e sentia os olhos pingarem avermelhados. Lou riu de uma forma zombeteira, vendo o quão desesperadinha a sua mamãe estava, e o quão sensivelzinha ela é, gozando pela segunda vez. Tomlinson desgrudou o brinquedo da sua intimidade, sentindo quando o gozo dela espirrou em seus lábios, os dedos saindo de dentro da mulher e esfregando rudemente em cima do clitóris sensível e vermelhinho, também.
Apertava tão forte em cima do pontinho dolorido que tremelicava todo o corpinho quente dela, não parando de esguichar e molhar a mais nova em baixo dela, fazendo aquilo e tendo um squirt por muito tempo.
Lou não pensou duas vezes quando abriu os lábios, engolindo a sua porra, novamente, e voltando a chupar toda boceta da Hazza encharcada pelo próprio squirt agora. Esfregou três de seus dedos no meio da abertura da xotinha, apertando e sendo brutal em todas as vezes, sentiu Hazza chorar baixinho em seus braços enquanto continuava esfregando a sua bucetinha mesmo depois de sensível, era tão dolorido.
“Mhmmmmm não”. Hazza tentou desviar dos toques da morena, provavelmente uma das suas únicas falas que foram audíveis até o momento.
“Fica quieta, nem a venda está te ajudando afazer isso?”. Torceu a sobrancelha por cima dos olhos, apertando os dedos em sua coxa e a outra mão desferindo mais da seção de tapas em cima do lugar sensivelzinho.
“Goza mais uma vez, mamãe, seu gosto é docinho, tão bom sentir você esguichando na minha boca”. Gemeu baixinho, soprando fraquinho em cima
da boceta. Tomlinson ao menos ligava sobre não se dar prazer para si, ter chupado a garota enquanto dormia, foi o suficiente para ter feito ela gozar uma vez e não se importa de fazer aquilo novamente.
Sentiu pela terceira vez, quando sua mamãe gozou, mas de forma silenciosa agora, contraindo as pernas e tentando tampar sua bucetinha a todo custo, era tão dolorido mas tão bom. Lou sussurrava palavras de afirmação para ela, dizendo o quão bom foi fazer aquilo e como ela gozava gostoso e espirrava o seu melzinho em todo lábio inchado de Tomlinson.
Lou deixou um último beijinho sobre suas coxas, subindo pelo corpo quente com carinho e cuidado extremo, para não assustar ela, sendo tão gentil com a mamãe.
“Tão generosa para mim, me deixando te chupar e esguichando na minha boca”. Desfez o no preso na boca de Styles, retirando o pedaço de tecido babado, e observando os lábios inchados rubros, para deixar um selinho casto em cima deles e sorrir fofa.
Hazza respirava sôfrega ainda, mas não mascarava o sorriso pequeno na sua boca, satisfeita por ter feito aquilo, e talvez não mentiria em dizer que
nunca gozou tão forte. Sua primeira experiência com uma mulher não poderia ter sido melhor.
Não gostaria de pensar sobre sua consciência pesada após amanhecer, ou então como encararia Jake no dia seguinte, isso não importava martelava em sua cabeça, quando ela estava tão satisfeita e com as pernas trêmulas, agradece tanto estar deitada no momento.
“Volte a dormir, Hazza. Vou te chupar tão devagarzinho que você vai cochilar gostosinho, te prometo fazer acordar gozando de novo”. Piscou o olho, voltando a lamber e gemer baixo com os lábios fininhos grudados em um dos
lábios da xotinha.
“Mas Lou, e você?”. Formou um biquinho pidão nos lábios, e talvez a Hazza pela manhã se arrependesse do que havia acontecido pela madrugada, mas não media suas ações e vontades durante aquele momento, queria chupar Lou igualmente, como tinha feito consigo.
“Vamos ter outras vezes Hazz, quero fazer muitas coisinhas com você ainda,
já gozei te chupando, mamãe”. Sorriu.
———***———
oioioi, saibam que no comecinho do capitulo está escrito 0.5 por ser a parte um, desta que é uma two shot, o segundo será lançado em breve, com o mesmo titulo e escrito 1.0, espero que tenham gostado tanto quanto eu dessa aqui, vou gostar tanto de saber o que acharam por aqui, beijinhos <3
Contém: Incesto, harry cisgirl, diferença de idade, palavras improprias, traição e é claro +18 e desuso de camisinha.
Louis gostoso pausudo: 40 anos
Harry: 17 anos
aviso: Essa one shot não tem grandes coisas e nem grandes explicações, e não é longa, apenas eles fodendo.
🍓
Acordei com Harry tirando o lençol de cima de mim, ela estava apenas com um pijama folgadinho e uma blusinha. estranhei minha minha filha estar tão desesperada encima de mim dessa forma e quando eu abri a boca para perguntar o que estava acontecendo, ela foi rápida em abaixar meu moletom e arredar seu short e sua calcinha para o lado, sentando com força no meu pau, soltei um gemido alto de surpresa e excitação.
“ Shiu papai, não queremos distrações, sim?.” Harry moveu a cabeça para o lado insinuando onde Lisa estava dormindo do nosso lado pesadamente. Soltei o ar pela boca e não contive em levantar o quadril metendo em sua bucetinha gostosa e molhada. Vi minha filhinha expor os dois peitinhos gostosos da blusa, apertando eles entre seus dedos e jogando a cabeça para trás. Segurei em sua cintura e comecei a socar meu pau já duro dentro dela.
“I-isso, papai.” Senti ela contrair a xotinha melada em volta do meu cacete. espalmou as mãos no meu peitoral e começou a rebolar enquanto se esfregava em mim. Eu ainda me sentia sonolento e ser acordado no meio da noite por Harry excitada me fazia sentia ainda mais tesão. não podíamos fazer tanto barulho por causa da minha mulher deitada ao nosso lado sem saber o que realmente acontecia ao seu redor. Levei minha boca para mamar naqueles biquinhos durinhos e rosados e ainda mais extremamente gostosos, Harry gemeu manhosa e pressionou ainda mais minha cabeça nos seus mamilos. Cuspi em encima e passei a minha língua pressionando ele, minha outra mão maltratava o outro biquinho apertando, eu sentia meu caralho pulsar de tanto tesão, a forma como ela me apertava e escorria tanto melzinho entre suas pernas abertas só me fazia desejar encher aquela xotinha de leite o quanto antes. Gememos juntos quando Harry se afastou se apoiando para trás mas ainda de frente pra mim, toda abertinha me dando a visão de sua bucetinha gulosa engolindo todo meu cacete grosso, ela era tão pequena e estava com os lábios vermelhos, seu grelinho estava inchadinho tão exposto pra mim. e com a pouca luz que iluminava o quarto acabava refletindo um pouco nela, eu conseguia enxergar sua lubrificação escorrendo pro cuzinho pequeno que eu queria tanto socar.
“hmm, papai, olha como minha xotinha te recebe tão bem.” A putinha da minha filha levantava o quadril e abaixava com força se fodendo sozinha no meu caralho, via seus peitos gostosos pularem junto dela, nos encaramos e Harry fazia questão de manter aquele semblante de anjinha inocente mordendo os lábios carnudos e com as bochechas vermelhas enquanto seus olhinhos verdes transbordavam lágrimas grossas que escorriam por suas bochechas, dando um ar de falsa inocência. Comecei a massagear seu grelinho enquanto a sentia aumentar o ritmo. Sua bunda batia com força nas minhas pernas e o barulhinho de sua buceta molhada descendo e subindo no meu pau era ainda melhor, sem contar o fato de que poderíamos ser pegos a qualquer momento só nos deixava no ápice. Eu a ajudava com minhas mãos na sua cintura e quando Harry levantou pra sentar de novo, meu pau saiu da sua xota e entrou certeiro no cuzinho dela. A garota arfou surpresa abrindo a boca e gemendo alto. pouco se fodendo se alguém nos ouviria. o cuzinho dela era tão quentinho e apertado, engoliu meu pau até o talo.
“ papai, no cuzinho não.” Harry falava desesperada e eu apenas sorri em sua direção fechando suas coxas grossas a puxando para sentar de lado no meu colo.
“Fecha a porra das pernas, eu vou comer seu cuzinho agora, entendeu?.” Sussurrei no seu ouvido e sorri quando vi sua pele se arrepiar. Ela era uma tão puta e eu vou vou tratá-la como ela merece ser tratada.
“sim, papai.” Harry assentiu rapidamente e não demorei em levantá-la um pouco apenas para meter naquele cuzinho gostoso que estava implorando pra ser usado como meu despejo de esperma.
“D-devagar p-papai, eu sou virgem do cuzinho, esqueceu?.”
“Eu sei, amor. por isso tô fodendo ele, não quero nem a buceta e nem o cuzinho fechadinhos para mim.” Enquanto lhe explicava meus quadris quase não saiam de seu buraquinho, eu fodia forte e rapidamente, o barulho das minhas bolas na sua bunda eram altos, e nessa altura eu já nem me importava mais. Harry se aproximou dos meus lábios, estávamos suados e ofegantes. Rapidamente colei nossas bocas, nossas línguas se enroscavam uma na outra numa dança lenta e gostosa e eu senti que iria gozar logo.
“ Caralho vou gozar, vou encher de porra seu cuzinho de puta.”
“Não, papai, no cuzinho não, enche minha bucetinha, por favor.” Harry falou chorosa colocando sua mão encima de sua florzinha, não aguentei. tirei meu pau rapidamente e soquei na xotinha melada. Soquei três vezes e senti jatos e mais jatos de esperma escorrer para dentro dela. Senti sua buceta ordenhar meu caralho como se quisesse manter meu leitinho todo na sua xota. levei meus dedos na buceta dela massageando levemente fazendo com que seu squirt saisse e Harry tremeu fortemente as pernas me beijando desesperadamente, retribui sabendo que ela estava tendo seu orgasmo intensamente apenas de sentir meu esperma dentro dela. Assim que nos separamos, sorri carinhoso e beijei sua testa suada arrumando seus cabelos cacheados enquanto ela se recuperava,
“ O que foi isso, princesa?.” Questionei quando a névoa de prazer se dissipou da minha mente me fazendo ficar consciente.
“Eu tive um sonho erótico com você e foi tão bom que quando acordei vi que estava excitada e que não passou de um sonho, apenas não aguentei, tive que vim. você não g-gostou?.” Harry tinha um biquinho chateado em seus lábios bonitos e uma expressão insegura no rosto.
“Eu amei, sinceramente não poderia ser acordado de um jeito melhor, amor.” Plantei um beijo desfazendo aquele biquinho chateado de seus lábios, minha bebê sorriu tímida e nem parecia aquela garota atrevida que sentou em mim quando eu estava praticamente dormindo.
“Vem, vamos voltar a dormir, ainda está cedo para levantarmos.” Limpei minhas mãos no roupão que eu deixava ao lado da cama na poltrona, me ajeitei de volta e a puxei para deitar na de costas para mim. Envolvi meus braços em sua cintura e uma mão foi para dentro de sua blusa segurando seu seio.
“Papai? Você poderia me deixar te aquecer?.” Harry sussurrou baixinho apenas para que eu ouvisse.
“ Claro, amor.” Puxei apenas meu pau para fora e a penetrei, sua grutinha estava tão quentinha.
“Pronto amor, melhor?”
“Sim, sim, papai, obrigada. Boa noite.”
“Boa noite amor.” beijei seus cabelos carinhosamente e me entreguei ao mundo dos sonhos.
Louise mostraria a ex namorada de sua filha de quem ela realmente é.
Contém: Incesto, exibicionismo (leve), voyeurismo, palavras improprias, ménage, sexo sáfico.
Conteúdo +18.
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Louise sentia Hanna um pouco distante nos últimos dias, depois do acontecido no piquenique, as coisas entre as duas só ficaram ainda melhores, e Louise curiosamente não se sentia mal por ter feito sexo com sua própria filha. Ela sabia que sua proteção para com a garota sempre foi extremamente exacerbada. tinha consciência de que era possessiva demais com ela, e que não era apenas por ela ser sua única filha. Elas sempre foram próximas, e extremamente carinhosas uma com a outra. Mas sentia que algo estava acontecendo e Hanna não havia lhe contado, mas iria esperar ela tomar iniciativa para se abrir consigo.
Suspirou cansada chegando em casa mais tarde do que previa, as coisas na sua empresa estavam quase a engolindo de tanto trabalho, entrou em casa e reparou que tudo estava estranhamente silencioso e escuro, a única luz acessa vinha do corredor onde ficava os quartos. estranhou não ver Hanna ali sentada no sofá com seu pijaminha de cereja assistindo qualquer coisa apenas para matar o tempo para poder receber sua mamãe com beijinhos e abraços manhosos. Se sua gatinha não estava ali, onde estava?
Resolveu tirar os saltos e subir para tomar um banho relaxante, sim. era isso que precisava. mas antes resolveu passar no quarto de sua princesa, ao chegar nos lances de escada ouviu um falatório baixinho vindo do quarto de Hanna, e uma voz muito conhecida por si sobressaia aos sussurros de sua filha. Com passos hesitantes foi se aproximando da porta e viu que estava apenas encostada, se aproximou ainda mais para ter certeza de que estavam mesmo brigando, mas ao chegar próximo do quarto ouviu Aurora falar mais claramente.
“Porra, Hanna. você deveria me dar apenas mais uma chance, o que te custa? Eu sei que me precipitei em terminar sem te dar uma explicação descente.” Arregalou os olhos ao ouvir o que possivelmente estavam conversando. Estava quase tomando impulso para entrar quando abruptamente parou.
“Sério, aurora? Você não precisa perder seu tempo tentando mais uma chance comigo, você acha mesmo que eu vou querer depois de ouvir o que você me disse? minha mamãe não é para seu bico, ela é minha! Você não pode vir aqui e dizer que terminou comigo porque sente desejo pela minha mãe.” Hanna cuspia as palavras com raiva, não se importando se sua mãe poderia chegar e ouvir o que sua ex namorada tinha confessado para si. Estava incrédula com a audácia dela, como poderia apenas dizer que terminou tudo porque queria sua mãe? Sua mamãe era apenas dela, ninguém iria rouba-la de si. Sentia seus olhos se encherem de lágrimas, queria chorar ali mesmo, estava tão sensível, seu peito doía ao pensar que sua mamãe poderia lhe deixar se soubesse que Aurora a queria. Sabia que estava sendo possessiva e ciumenta. mas como não poderia ser? Sua mamãe a tratava tão bem, sempre sendo mimada e cuidada. Não poderia perder isso. O pensamento de que não queria a perder fez com que não conte-se o soluço que espaçou por seus lábios.
Rapidamente a porta se abriu com brusquidão. ambas se assustaram e então Louise adentrava o quarto e quem a olhasse sabia que ela estava com raiva, sua feição mesclava preocupação com ódio. Odiava ver Hanna chorar, odiava muito. Sua menina tão doce e tão meiga chorando lhe dava vontade de apenas aninhar seu amor em seus braços.
“Posso saber o que diabos está acontecendo aqui? Por que você está chorando?” Perguntou diretamente a ela. E Hanna estava muito sensível para responder qualquer coisa que seja. Ao invés disso apenas correu para os braços de sua mamãe. como sempre fazia quando algo a deixava triste. e naquele momento não era diferente.
Aurora olhava a cena desconfiada, ela sabia que as duas mulheres eram próximas como qualquer pessoa seria se tivesse uma relação saudável para com a outra. mas tinha algo na maneira que Louise acalentava Hanna. E tinha algo de maneira diferente que Hanna deixava ser cuidada. Era diferente. ela sentia isso e via com seus próprios olhos. O pensamento de que elas eram algo a mais lhe passou por sua cabeça, mas quando estava prestes a negar para si mesma, viu Hanna se ajeitar melhor e levar suas mãos para a bochecha da mais velha lhe selando os lábios demoradamente. E Louise tinha retribuído de forma que suas mãos estavam na cintura da garota. Se ela tinha suas suspeitas agora eram certezas.
“Vocês duas estão juntas?.” Perguntou quebrando o silêncio de repente, sua voz estava acusatória para as duas diante de si.
“Sim. Alguma problema?.” A mais velha lhe respondeu.
“ Não, é só q-que e-eu.” Limpou a garganta para falar sem gaguejar, ficava nervosa com os olhos azuis da outra lhe olhando tão séria. “Não pensei que vocês estivessem juntas, apenas isso.”
“Te incomoda, querida?.” Louise questionou virando Hanna para que aurora a olhasse melhor, as mãos dela passavam sem nenhum pudor por sua barriguinha exposta pelo cropped, chegando aos montinhos passeando levemente por cima deles numa carícia inocente, dando atenção aos biquinhos que rapidamente se tornaram rígidos por baixo do pano leve. Deixou um beijinho na nuca de Hanna e ela apenas deitou sua cabeça em seu ombro. Olhos fixos em Aurora a sua frente.
“Você está bem mesmo, amor?” Suspirou completamente rendida pelo tom doce da mais velha em seu ouvido, seu corpo se arrepiando ao sentir o hálito dela. “Não, mamãe.” Projetou um biquinho chateado nos lábios vermelhinhos cobertos de gloss de morango.
“Deite-se, sim?” Guiou lentamente a mais nova para deitar na cama.”Mamãe, vai cuidar de você amor, você vai se sentir tão bem.”
“Mamãe, Aurora…” Indicou com o olhar a garota estática olhando as duas, ela mordia os lábios nervosamente não querendo perder nenhum movimento, sentia a brusca mudança de temperatura, quando foi que o quarto ficou tão quente? sentia seu rosto suado e seu coração batendo freneticamente.
“Senta na cadeira, Aurora. Quero que observe como irei cuidar da minha gatinha, coisa que você não foi capaz de fazer.” A garota em pé engoliu em seco pela ordem direta, sentou na cadeira de frente a cama. Louise se posicionou melhor entre as pernas de Hanna começando a deixar beijos leves no pescoço dela. beijinhos molhados que iam por trás de sua orelha até o colo de seus peitos, Hanna se remexia manhosa e soltava leves suspiros pelas sensações que assolavam seu corpo. Sua calcinha rapidamente se tornou úmida pela reação da boca gostosa de sua mamãe que agora deixava beijos mais fortes e chupãos por todo seu pescoço, as mãos agora faziam todo o trabalho de descer seu cropped até que seus mamilos estivessem de fora, durinhos que ansiavam pela boca da mais velha. Louise rapidamente passou a mamar ali preguiçosamente querendo desfrutar da sensação de chupar os peitinhos rígidos e gostosos de Hanna. Uma mão descendo lentamente até que estivesse tocando no grelinho inchadinho e sentindo o quão melada ela estava. Molhou suas digitais ali ma entradinha dela e levou para o clítoris começando a tocar lentamente.
“ Isso, amor, você está tão molhada para mim, você gosta disso não é?.” A garota abaixo de si assentiu rapidamente soltando gemidinhos contidos. Aurora observava elas se sentindo quente. Não saberia dizer em qual lugar das duas gostaria de estar. Se gostaria de estar sentindo a xotinha molhada de Hanna apertar seus dedos ou de ser Hanna a sentir os dedos firmes de Louise batendo no seu pontinho de prazer.
Louise agora afundava dois dedos fundos e fortes na garota deitada, o barulho dela fodendo sua filhinha preenchia o cômodo, deixando tudo extremamente pornográfico junto aos gemidos nada contidos de Hanna. Ela parecia estar deliciosamente satisfeita em estar sendo fodida com aurora a observando.
“Você vê, aurora? vê como ela molha tanto apenas de me ter a tocando da forma que eu quero? como se ela não passasse de um brinquedo apenas para satisfazer sua mamãe?….responda!.” Mandou seriamente olhando para a garota que estava sentada na cadeira de frente para a cama, onde ela e Hanna estavam deitadas.
“ Sim, senhora.”
“Bom, muito bom, querida.” A garota de cabelos loiros mordia o lábio inferior e estava com as mãos fechadas em punhos, uma gotinha de suor escorria lentamente de sua testa, suas bochechas estavam quentes e vermelhas, suas respiração estava começando a ficar desregulada e ela fazia um grande esforço para não fechar às pernas e dar na cara que sua xotinha estava latejando tão forte em apenas em observar as duas mulheres na cama se tocando de forma tão obscena a sua frente. Fazia um esforço considerável para não abrir as pernas de uma vez e colocar sua calcinha de lado e se tocar de forma gostosinha as observando.
Mas seu autocontrole se esvaiu quando Louise levou dois dedos banhados de lubrificação aos lábios de Hanna, esfregando ali. A garota não perdeu tempo em expor a língua para fora e lambeu para recolher um pouco do seu melzinho colocando em seguida para dentro de sua boca, começando a chupar como se estivesse chupando um pirulito. ela chupava os dedos engolindo todo seu gostinho, deixando os bem babadinhos para voltar para dentro de si. E como se Louise estivesse lendo os seus pensamentos, resolveu tirar sua roupinha deixando nua deitada na cama, abriu suas pernas para que Aurora tivesse uma visão melhor e enfiou os dedos babados de saliva na sua xotinha inchada de tesão, movimentando de forma gostosa e massageando o clitoris ao mesmo tempo, Hanna massageava os seios gostosos completamente maleável e gemendo baixinho para sua mamãe.
“Você me come tão bem, mamãe. Você fode minha buceta tão gostoso.”
“Sim?” Sussurrou afundando os dedos mais fundos dentro dela.
“Sim..” Gemeu manhosa arqueando as costas e empurrando a cabeça pra trás nos travesseiros. Ao mesmo tempo que suas pernas estavam fechando em puro reflexo do prazer que estava sentindo.
“Não, não, abre bem as pernas, quero essa bucetinha gostosa bem aberta para sua amiguinha ver amor, não vamos ser egoístas de privá-la dessa visão.” Fazia questão de abrir bem as pernas Hanna sorrindo maliciosa em direção a loira que tinha suas próprias pernas abertas usando a cama para apoiar seus pés nela. Suas mãos faziam leves carícias perto de sua virilha, uma mão escorreu para o meio das pernas e pressionou causando uma dorzinha gostosa na sua intimidade, ela não estava aguentando mais. Por isso se levantou e começou a tirar seu short e sua calcinha juntos, indo até a gaveta de roupas de Hanna, pegando de lá um dildo duplo e voltando a se sentar na cadeira de frente as duas que agora se beijavam desesperadamente gemendo uma na boca da outra.
“Porra, que visão.” Soltou fazendo elas se separarem, olhavam para a garota sentada que massageava seu grelinho rapidamente e metia fundo o dildo rosa clarinho. Jogando a cabeça para trás e se fodendo forte, os olhares sobre si a deixavam insana.
“Que delicia mamãe, vamos ajudá-la?” Foi Hanna quem perguntou, os olhos verdes tinham as pupilas dilatadas.
“Ainda não, querida. acho que ela não precisa da nossa ajuda, não quando está se satisfazendo inteiramente apenas em nos olhar.”. Sorriu maliciosamente ouvindo os gemidos alto da garota a frente delas. “ Vamos dar a ela um show, vem me chupar.” Rapidamente a garota mais nova tirou suas roupas, ambas estavam nuas sob a cama grandiosa. Hanna logo se posicionou em cima de sua mamãe, com a boca salivando em chupar aquela xota gordinha, escorria lubrificação fazendo os lábios grandes brilharem, o clitoris estava vermelho e inchado implorando por sua boca. Enquanto Louise se deliciava usando sua língua no pontinho de prazer, escorria melzinho de Hanna molhando seu queixo, ela rebolava avidamente em sua boca, levou dois dedos no cuzinho dela, a penetrando enquanto comia sua buceta sem dó. O quarto cheirava a sexo, a visão do cuzinho engolinho os dedos e da boca de Louise em Hanna fazia Aurora gemer e socar com mais força o dildo em si. Estava ficando com o braço dolorido de tanto enfiar rapidamente, então num impulso subiu na cama ao lado delas puxou a cabeça de Hanna para beija-lá. O beijo era quente, Aurora envolveu uma mão no pescoço da garota e não perdeu tempo em posicionar o dildo duplo em si e em Louise , que gemeu gostosamente e surpresa pela invasão em si. Não perdeu tempo em meter nela e ao mesmo tempo sentia entrando em si mesma. Passando a beijar Hanna com mais pressa, as línguas se enroscavam e os lábios se tocando com fome. Elas faziam questão de deixar o beijo babadinho apenas para lamber o queixo uma da outra e voltarem a se beijar. Hanna estava com a bunda farta encima do rosto de sua mamãe, que a fodia agora sem dó alguma. Os braços enroscados no pescoço de aurora enquanto a outra socava o dildo em Louise fazendo entrar na sua bucetinha molhada. A de cabelos cacheados interrompeu o beijo para deixar diversos tapas fortes em sua bochecha branquinha, que logo estava vermelha.
“Você estava doida para comer minha mãe, não estava sua vagabunda?” O tapa se fez presente novamente. Aurora concordou. “Você é tão suja, participação de uma foda em que a própria mãe come a filhinha dela, e você no meio.” Rodeou os lábios vermelhos da Loira com o dedo indicador. “Me beije” Prontamente foi atendida, sentia seu baixo ventre se contorcer, fechou os olhos com mais força e mordeu o lábio inferior com força o bastante para que sentisse o gosto de sangue em seu paladar.
“Vou gozar.” Avisou e sentiu Louise desferir tapas fortes nas bandas de seu bumbum. “Goza, Hanna, mostra quem é a putinha entre nós.” E sem esperar por mais nada se entregou as sensações que estavam insuportavelmente gostosas. Deixou um gemido rouquinho quando sentiu Louise deixar tapas por todo seu grelinho. Assim que saiu de cima de sua mamãe para se recuperar melhor, viu a loira meter com mais força ainda, tirar o dildo de si para cair na cama abrindo às pernas, se massageando rapidamente e esguichando, ela mordia os lábios e esfregava o grelinho com força. as pernas tremiam e Hanna se pôs entre elas pra lamber tudinho.
Louise sentia seu coração bater descompassadamente, sentia suas pernas trêmulas e uma leve dormência que ia até sua cintura. sabia que tinha gozado milhares de vezes apenas em chupar sua filha e em como o dildo batia sempre no seu ponto G. Perdida um pouco, sentiu quando suas pernas foram abertas com beijinhos e depois seguradas por duas mãos, então gemeu desesperada pela sensibilidade quando as duas línguas lhe tocaram numa massagem levemente lenta e extremante babada, não se deu conta quando que as meninas entre suas pernas tinham cuspido na sua xota, mas sabia que elas tinham feito. Chupavam de forma gostosa que enviava arrepios por todo seu corpo e uma vontade imensa de gozar, lagrimas em seus olhos quando olhou para os olhos verdes e os cor de mel, que olhavam para si com gula. a fazendo liberar ainda mais lubrificação. Se remexia ofegante, as bocas em sua bucetinha extremamente molhada se tocavam vez ou outra quando esbarravam na xota da mais velha. passaram a se beijar quando Hanna recolheu um quantidade cheia de mel em sua boca e puxou aurora para provar. A cena em sua frente fez Louise levar a mão no grelinho e rapidamente começou a soltar o líquido transparente a frente das meninas. logo elas acabaram voltando a chupa-lá para não perder nenhuma gotinha. Assim que terminou tudo. Louise puxou Hanna para cima de si.
“Chupou a mamãe tão bem, amor. e ainda dividiu com sua amiga.” Selou os lábios da de olhos verdes, enquanto ela se aconchegava em cima de si sorrindo e lhe piscando apenas um olho. Aurora caiu ao lado delas e rapidamente abraçou um travesseiro dizendo baixinho que não sentia suas pernas e que gostaria de tirar um cochilo antes de ir embora. Ambas riram da garota loira.
“Te amo tanto, mamãe. você é meu amor.” Os olhos azuis bonitos da Louise brilharam em sua direção.”Eu também te amo, amor. e você é o meu, agora vem, vamos deixar aurora dormir, vamos para o meu quarto tomar um banho quente e dormir juntinhas.” Puxou a mais nova consigo e foram tomar banho, se enroscando uma na outra rapidamente adormecendo logo em seguida.
-Conteúdo sáfico
-Fem Larry! Lou e Hazza
-Desuso da camisinha
-Incesto, madrasta e enteada
-Somnofilia, (pouco)
-Voyeuverismo
-Praise Kink
-Squirt
-Uso de gelo na intimidade
-Narratofilia
-Dirty talk, Porn with plot
***
Pela manhã, quando os raios de sol iluminavam através da persiana a pequena sala e o corpo suado das garotas, ainda existia uma Hazza com a boca avermelhada e os grandes dentes aparentes mordendo as almofadinhas bonitas, com o corpo tremelicando e os dedos dos pés esbranquiçados de tanto se contorcerem, a temperatura lá fora era fria e ainda, era tão quente e abafado dentro da sala como se pequenas velas estivessem acesas a sua volta, incendiando seus corpos juntos, ou talvez a sensação prévia do inferno.
E ainda sim, não parava de choramingar, mesmo com os pequenos ruídos e as vozes em sua cabeça a alertando para parar, já havia chego a manhã e claramente se arrependeria mas, se tornava um pensamento fútil desde que seu corpo queria tanto aquilo quanto precisava. Como durante a madrugada , com a bucetinha toda aberta pelos dedinhos longos da Lou entre as suas pernas e o clitóris tão pulsante e inchado na boca fina e molhadinha da enteada, sentia que talvez tenha gozado mais uma vez durante seu sono quando seus olhos finalmente pregaram por algumas horas até que acordasse novamente.
Tomlinson tinha uma boquinha afiada, não apenas em suas respostas mas também, em fazer aquilo. Fazia tão bem.
“Bom dia, mamãe, acordou cedinho”. Selou delicadamente a pele da sua bucetinha, com pequenos beijinhos babados e soltando a sua respiração calma na pele ardida.
“Uhum”. Hazza murmurou dengosinha, com os olhos pequenos apertados e os dedos das mãos enrolando no cabelo embaraçado da mais nova, em um carinho quando, estava tentando aperta-los mas não tinha força suficiente para faze-lo. “Louu, não, ele vai acordar”.
“Só mais um pouquinho mama, eu estou viciada no seu gostinho”. Deu uma longa lambida nos grandes lábios. “Me diz se papai te chupa assim”. Pediu aos sussurros, tentada e com um sorriso pequeno na boca aveludada.
“Não, não”. Negou veemente com a cabeça, de maneira rápida sem pensar duas vezes.
“Aguenta gozar mais uma vez, amor?”. Hazza fez uma careta engraçada e um tanto confusa, antes que dissesse um pequeno sim tímida, talvez de confessar que ainda gozaria gostoso na boca da mais nova depois de quatro orgasmos em menos de quatro horas e tanto tempo dela chupando sua xotinha.
“Coitadinha da mama, não é? Não vai gozar mais uma vez por enquanto, consegue esperar um pouquinho?”.
Os olhos de Styles marejaram em vontade de fazer aquilo novamente, não se sentia assim com Jake e não queria desperdiçar sua vontade de fazer tudinho com a Lou, consciente que talvez não fosse acontecer novamente depois.
Ela precisava impor limites.
Sentiu os toques sumirem do seu corpo, mesmo que o fantasma dos dedinhos e ainda sentisse a boquinha molhada na sua intimidade pequena, conseguiu ver de canto se olho o corpo pequeno e delicado da Tomlinson sair com os quadris rebolando pela sala a fora, levando em suas mãos o prato com o restante das frutas que não estavam mais geladas, as panquecas que não comeram e os brinquedinhos.
Fechou as pernas subindo novamente a calcinha de renda e o shortinho, ambos molhados, esperando quando Lou voltaria para terminar seu trabalho, mas não aconteceu. Escutou barulho do chuveiro ligado, e então despertou finalmente, estava alheia a situação mas, apenas a ideia de ser pega por Jake daquela forma deixava seu corpinho arrepiado em pavor. Não se importou com os cobertores com cheiro de sexo espalhados pelo sofá grande, ou então as suas pernas grudentas e a forma estranha que andava, correu rapidinho em direção ao outro banheiro decidida a tomar banho e tirar o restinho de pecado que banhava seu corpo e consumia a garota aos poucos.
No entanto, não se arrependia, nem um pouco, como achou que faria na manhã seguinte.
Talvez, sua cabeça confusa ainda estava tentando a convencer que aquilo não era de todo mal, mas somente o tempo contaria, quando sentisse repulsa em olhar para o namorado e lembrar de cada exato momento da noite gostosa que teve com Lou. Ou quando grudasse os olhos na boca fininha da garota, sentindo a calcinha umedecer em lembrar da sua boca brincando com a sua xoxotinha inteira por horas e quando faria aquilo tudo com a Tomlinson também.
Precisava impor limites.
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O barulho incessante dos pezinhos cobertos pela meia felpuda nos pés de Hazza não paravam em baixo da mesa. Com um grande café da manhã, disposto por Jack na mesa e com Lou que negou comer com eles, alegando estar sem fome e com tanto sono, já tinha se alimentado o suficiente pela madrugada.
Jake a olhava normalmente mas, em sua cabeça qualquer segundo ele desconfiaria de algo, que fosse mínimo. Os olhos azuis estavam escuros e ele levava uma fatia de bolo de laranja na boca enquanto debatia e conversava sobre como estavam indo os negócios da sua empresa.
Hazza estava entediada. Bebericando a xicara com desenhos de gatinhos e fingindo interesse em todo aquele assunto burocrático e chato que o mais velho insistia em continuar. Não sabe ao certo se é apenas implicância momentânea, afinal tinha tomado conta da sua atração pela garota e que não sentia tudo aquilo por ele. Estava o achando insuportável.
Ansiava pelo momento em que a repulsa viria, quem sabe ela fosse ignorar a garota por uma semana ou duas, até pelo menos voltar com a sua rotina com o namorado e seu encantamento viesse por ele.
Mas não acontecia. A repulsa e arrependimento não vieram, por enquanto.
“Então quando eu estava conversando com Steff, ela me disse algo sobre precisar de alguns dias a mais na empresa e que estava atolada de trabalho, além de Jeff claro, mas sabe que não entulho eles tanto assim, não é?”. Parou com a outra fatia de bolo no meio do caminho e, meu zeus, ele não parava de comer. O jeitinho que ele mastigava com a boca entre aberta ou a forma que as suas bochechas comprimiam estava a tirando do sério. “Você está me escutando, amor?”. Ergueu a sobrancelha.
“Sim sim, não acho que você dê muito trabalho para eles, meu bem, são seus secretários afinal de contas”. Balançou a cabeça sentindo o gosto amargo do apelido em seus lábios se misturar com o chá e leite docinhos.
“Certo. Então, como eu estava falando antes, acho melhor ir trabalhar hoje, já que precisei ficar acamado ontem o dia inteiro, não acho que eu possa deixar os dois tão atarefados assim”. Deu um sorrisinho torto e suspeito. Se levantou por trás da mesa, puxando a mão de Hazza de maneira nada delicada e abraçando seu corpinho, ouvindo o chiado de dor pela brusquidão. “Queria mesmo ficar o dia inteiro com você na nossa cama, princesa, só te ouvindo gemer e-”.
“Hmm meu braço, está doendo, amor”. Soltou dos braços do mais velho.
“Eu nem te apertei, Hazza”. Ele realmente não havia feito aquilo.
“Não estou me sentindo tão bem agora, acho que você deve ter me passado um pouquinho do seu resfriado ontem”. Fingiu um espirro estranho, quando virou a cabeça para o lado com um biquinho e o nariz avermelhado.
“Tudo bem, volto pela noite para cuidar de você se ainda estiver doentinha, sabe disso não é? Cuida bem da minha filha, confio em você para isso”. Selou a sua testa carinhosamente, buscando sair da sala o mais rápido possível, apressado para ir trabalhar como nunca.
Hazza acompanhou com os olhos a sua roupa social que vestia, seguindo para os bolsos traseiros, quando via uma embalagem circular em um deles, não fazia ideia do que era aquilo, mas agora sim, o constrangimento parava a sua respiração calma.
Ele confiava nela para cuidar de Lou, como pode trair a confiança dele tanto assim? Deve ser mesmo uma pessoa horrivel.
Abruptamente uma expressão triste e silenciosa tomou seu rosto delicado, com os lábios formado um biquinho e o corpo amuado. Precisava de um tempo sozinha para colocar sua cabeça no lugar e quem sabe, impor limites.
Tomou outro longo banho e dessa vez um pouco mais demorado, buscava ainda pela repulsa e arrependimento quando a sua cabeça fazia ela se sentir falsamente assim. Não conseguia ver Lou como alguém horrível ainda e nem ela mesma, apesar de tudo.
Não era errado que estivesse se descobrindo, mas, um pouquinho que tivesse feito aquilo com Jake. Até se lembrar, de todos esses anos que se passaram e o homem não dava a garota devida atenção, sempre negligenciando a mais velha e inventando compromissos de ultima hora quando implorava por pequenas coisinhas.
Assim como era a resposta do por que se tornar tão tão próxima a garota bonita, por todo tempo que passaram mais juntas e agindo como casal do que Jake tem proposto. De todas as vezes que ficava penteando o cabelo da garota e fazendo suas unhas enquanto o homem estava a trabalho.
Sabe que não tinha razão em sua situação, mas de todo jeito, que se foda Jake. Ele deve merecer tudo que tem feito e um pouco mais que isso.
Não iria mais impor limites. Não queria fazer isso realmente quando gostava de tudo aquilo quanto a garota, de todas as provocações e momentinhos. Agora quem sabe, Lou tenha se arrependido também, ou esteja pensando em seu possível arrependimento dado que não haviam se visto a algum tempinho e se tratavam como estranhas.
“Mama, você tá se sentindo bem?”. Percebeu a figura tímida na ponta da sua porta aberta, com todo o corpo coberto pelo edredom grosso depois da mudança drástica do tempo, agora suportando um vento gelado.
Percebeu, Lou não se arrependeu. E suas intenções em ir ao quarto da mamãe não foram as mais inocentes no momento.
Hazza sentiu o rostinho esquentar quando desceu os olhos para os lábios finos e tentadores tão brilhosinhos, lembrando da sensação em todo seu corpo e imaginando sobre como seriam no bico do seu seio.
Engoliu seco.
“Um pouquinho mal”. Respondeu baixinho e tímida, como se não tivessem feito todo o timo de promiscuidade na noite passada. Os olhos para fora do edredom, com todo o resto coberta além dos cachos desgrenhados.
“O que você está sentindo meu bem? Tem algo com o que a gente fez de madrugada, mamãe?”. Hazza gosta do jeito que a menina não tem medo algum de perguntar e ser direta, assim como não esconde incomodo e preocupação. Os olhos azuis apertadinhos preocupada e com um andar pretensioso até a cama confortável, na sua mão o copo com água gelada e alguns cubinhos de gelo.
“Não. Eu acho que foi só a mudança de tempo”. Desconversou.
“Não precisa mentir para mim, mamãe. Me deixa te pedir uma coisinha?”. Sentou na ponta do colchão com as pontas dos dedos enrolados nos cachos úmidos ainda do banho recente. Styles concordou devagarinho com a cabeça. “Posso ver como está a sua bucetinha? Ela deve estar tão ardidinha, queria te ajudar a passar essa dor”.
Hazza sentiu vontade de segredar que gostava da dorzinha que causava em seus movimentos pequenos, mas estava envergonhada de mais. Quando havia se tornado assim, tão tímida com Lou ao seu redor?
“Pode, Lou”. Deu liberdade a ela para que a coberta pudesse ser abaixada e o corpo coberto na camisola transparente desse as caras novamente. Lou ofereceu um sorriso meigo, tomando um gole da água e levando o mesmo vidro aos lábios bonitos da mamãe, inclinando o copo e deixando ela se hidratar em longos goles, como uma maldita bonequinha de porcelana delicada.
A Tomlinson estava a achando adorável. Mas, porra, quando o corpinho esbelto da mulher apareceu, ela deve ter perdido a respiração centenas de vezes e segundos, os seios tão marcados na roupa transparente e com a certeza que a costura esfregava no seus mamilos escurinhos.
“Está ardendo”. Hazza falou baixinho, com um olhar malicioso dessa vez, mostrando segundas intenções e o corpo fervilhar com os seus toques.
“Está, é?”. Apertou a cintura marcadinha. “Eu te ajudo a diminuir, Hazza”. Puxou as pernas da mulher, abrindo as coxas e descobrindo a sua buceta descoberta de qualquer renda e calcinha, bem avermelhada e tão mais inchada que costuma ser, consegue ver também as marquinhas de chupões arroxeados por toda sua coxa branquinha.
Pegou com a pontinha dos dedos um cubinho de gelo de dentro do copo, que tinha sobrado, soltando uma risadinha sapeca e com os olhos bem pregados na expressão curiosa da cacheada sobre como seria a sensação daquilo na sua pele tão quentinha e bonita, não queria aprofundar tanto os toques, não foi para isso que tinha ido ali.
A ponta dos dedos delineou com cuidado toda a pele da sua bucetinha nos grandes lábios, sentindo a textura gostosinha dos pelinhos ralos e as pequenas estrias no encontro com as suas coxas, lembrando do gostinho da mamãe.
“Vai te ajudar a relaxar, relaxar a sua pele mamãe, vai ser tão gostoso”. Cantarolou baixinho admirando como a água geladinha escorria da pedra de gelo e corria por toda a bucetinha em baixo da sua mão.
O contato gelado dela deixava Hazza extasiada. A pedrinha gelada passava delicadamente pelos lábios gordinhos da sua bucetinha, deixava arrepios na sua pele e o contraste dela quentinha com o gelado fazia a garota gemer baixinho.
“Eu gosto de você escandalosa, estamos sozinhas mamãe, só vou fazer sua bucetinha parar de arder, mas pode gemer bem gostosinho pra’ mim”. Sorriu.
“Oh, o-oh Louuu”. Revirou os olhos por dentro da pálpebra, os dedos voltando a enrolar na mão da morena, apertando e agilizando o gelo na sua pele, na pele da sua xoxota que começava a ficar molhadinha.
O gelinho passava perto da abertura da sua intimidade, apenas provocando e as vezes descendo com tanta delicadeza para perto da sua grutinha que era enlouquecedor. A respiração de Tomlinson batia junto com a água refrescante que escorria no meio dos lábios gordinhos da boceta, deixava seu grelinho todinho gelado.
“Mhmmm s-sim, porra”. Apertou a pedra de gelo nos dedos de Lou, querendo a pedrinha esfregando no seu grelinho.
“Que boquinha suja, mamãe, você gosta do gelinho em você todinha?”. Perguntou de forma retórica, sabia certamente sua resposta. “Consegue imaginar esse gelinho no seu biquinho, meu amor?”. Formou um biquinho, querendo aquilo tanto quanto a cacheada almejava agora.
Em uma das vezes, sentiu o melzinho da mamãe escorrer e molhar todo seu bumbum, soltou uma risadinha safada sentindo pingar nos seus dedos, decidida a provocar um pouquinho, subiu a pedrinha de gelo por dentro dos lábios apertando em todo grelinho gordinho e molhado da lubrificação e escutando em resposta o gemido fininho e gostoso dela com a boquinha totalmente aberta.
Fez uma pressão a mais em cima do clitóris saltado e gordinho dela também, pensando ansiosa sobre quando seria a próxima vez que teria ele todinho na sua boca para chupar e puxar como quisesse. Circulou o pontinho com cuidado e uma leve pressão nos dedos.
“Você gosta mesmo, mamãe”.
“Muito muito muito”. Repetiu baixinho e em um coro gracioso, querendo tanto mais do toque dela, em todo seu corpo, da forma que Lou ordenasse.
Usou ainda o gelinho para esfregar em cima do clitóris, apertando e masturbando a bucetinha dela brutalmente, arrancando outros gritinhos prazerosos da garota, quando parou com tudo aquilo.
Sentiu os olhos entristecidos da mamãe na sua direção, e cabisbaixos, o biquinho pedindo por mais, o lençol novinho e já todinho encharcado com o pouco que se molhou nesses toques.
“Não fica emburradinha, mamãe, quero outras coisinhas também”. Respondeu. Levou o gelo na metade ate a boca, chupando a pedrinha com o gostinho da xoxotinha da mamãe, tão gostosinha. Subindo delicadamente em cima do seu corpo, com o rosto em direção aos mamilos pontudos de toda fricção e excitação da mulher.
Descendo calmamente as alcinhas da camisola pequena e deixando seus grandes seios a mostra, com a pedrinha ainda na boca deu um sorriso pequeno e safadinho até rodear o biquinho pontudo com a pedra gelada.
Hazza abriu a boca em um gemidinho mudo e ainda mais molhadinha, sentindo o gelinho circular o seu mamilo grossinho e sensível com tanta delicadeza e os lábios fininhos e gelados da garota que ora ou outro encostavam neles, também. Vendo tão atentamente como ele se tornava brilhoso e Lou ficava tão linda com a boquinha nele.
“O-oh, eu gosto t-tanto de gelo”. Segredou baixinho com certa vergonha, mesmo com os gemidos e gritinhos altos.
“Gosta, é?”. Soltou o gelo em cima do biquinho, parado ali tempo suficiente para arder e fazer a cacheada soltar mais do seu melzinho gostoso. “Onde gosta dele?”.
“No meu peitinho e, porra”. Gemeu apertando e rodeando o outro biquinho nos dedos finos, olhando também como os de Lou estavam tão pontudinhos na camiseta larga que ela costuma usar. “Na minha bucetinha, Lou”.
“Amo ouvir você falando bucetinha, mama, me conta como gosta que eu faça isso na sua bucetinha”.
“Eu gosto quando você aperta forte e, mhmm, esfrega o dedo em toda minha xotinha, ou quando passa a língua”. Jogou a cabeça para trás, sentindo o orgasmo tão próximo com o pouquinho de toque em seus seios e a boceta negligenciada. “Quando me chupa bem devagarinho e forte, Lou”.
“Porra, Hazza”. Soltou mais uma vez o restante da pedra de gelo em cima da aréola avermelhada do seu peito gordinho. Segurou as bochechas gordinhas da mamãe em sua mão, apertando e formando um biquinho grudou finalmente seus lábios. Sentia a cacheada tão entregue em suas mãos que conseguia a moldar como massinha.
Os lábios geladinhos beijavam toda a boca gordinha, chupando o lábio inferior e com pequenas mordidinhas gostosas que deixava. A língua gelada se encontrava tão lentamente com a de Hazza que apenas seguia os movimentos de Lou, sem que conseguisse comandar o beijo.
Se acariciavam de uma forma tão gostosa que, Hazza sentia piscar em beijar a garota bonita, com os seios grudados e a pedra de gelo passando para o tecido da camiseta de Tomlinson, seus dedos se enrolavam nós cachos da nuca, acariciando a pele e puxando levemente os fios, enquanto os estalos eram provocados demasiadamente altos. Mordeu o lábio inferior da mamãe para parar com o beijo.
“Mama, minhas amigas virão aqui pela tarde, tudo bem?”. Acariciou sua bochecha, vez ou outra apertando o polegar em seu lábio rubro.
“Você vai me deixar de lado”.
“A última coisa que vou fazer vai ser te deixar de lado, Hazza. A primeira coisa vai ser mostrar para elas como eu deixei a bucetinha da minha mamãe na noite passada”. Piscou o olho.
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Haviam panquecas de morando e uma vitamina refrescante de frutas com pequenas pedrinhas de gelo em formatos engraçados para o café da tarde. Mamãe estava mais empenhada do que nunca para a chegada das garotas, com a sala já devidamente organizada e as cobertas usadas postas na máquina de lavar. Fez um penteado bonitinho em seus cachos também, algo como pequenas tranças e esbanjava um sorriso grande na boquinha bonita, se sentia tão confortável e confiante perto de Lou que poderia fazer absolutamente qualquer coisa.
Lou estava jogada de um jeito despojado no sofá, enquanto passava um seriado qualquer na televisão. A chegada das suas amigas na casa não era algo estranho, tanto que estava acostumada mas, para mama sempre era um evento e gostava muito de mimar as meninas, ainda mais de mimar sua Lou. Não havia largado ainda a sua camisola transparente que deixava seu corpo exposto como se não houvesse tecido algum envolta.
Se sentia confortável com ele e caso as meninas não gostem, ela consegue trocar sem problema algum. Lou tinha a pedido que continuasse com aquela roupinha, por que o corpo de Hazza era lindo e devia ser admirado, seus olhos não saiam da mamãe nem um segundo.
Hazza sentia suas pernas bambearem e tão safadinha de continuar com a boceta molhada e as pernas encharcadas do último momento delas, como se estivesse de volta a sua fase da adolescência.
“Lou, você não disse que a sua mamãe estaria aqui também”. Uma delas tentou se dirigir baixinho a mais nova, com os olhos castanhos tão presos em seus seios e o corpo na camisola quando a Tomlinson. Ambas hipnotizadas com a garota. As bochechas da mais velha avermelharam com toda atenção dirigida a si, se sentia graciosa.
“Mudança de plano garotas, gosto tanto de incluir a mamãe em qualquer coisa que eu faça, não vai ser problema nenhum!”. Em resposta, as duas sussurrando baixinho ‘com certeza não’.
Alguns outros cochichos e olhares direcionados a mama deixavam a garota cada segundo mais tímida, apesar de não aparentarem ser intimidantes, não estava acostumada com tanta atenção para si daquela forma. Tinha noção da sua beleza mas, nossa…
A boquinha vermelha vivia presa no dentinho sobressaltado da garota, envergonhada e com a calcinha meladinha o suficiente para não conseguir olhar mais para as garotas apesar de ainda sentir os olhares pesando. Via em algum momento ou outro a forma que beijavam o pescoço uma da outra quando Lou se desaproximava ou, a forma que colocavam dois dedos na própria boca, babando eles todinhos e levando em direção a xoxotinha da outra, com um rostinho inocente e a boquinha aberta, olhando diretamente nos seus peitos bonitos e empinadinhos.
Ela se molhava tanto tanto em ver se meninas excitadas por ela.
Hazza soltou um muxoxo baixo e como um miado quando viu os dedinhos da amiga ruiva de Lou apertar a bucetinha por cima da calça moletom mais uma vez, tão depravada e sem vergonha alguma, ainda com a Tomlinson do lado. Hazza olhou diretamente para Lou, procurando a sua reação, algo que demonstrasse ciúmes ou talvez raiva, mas ela olhava da exata mesma forma para mamãe, que não importava realmente.
“Se importa de subir comigo, Sofi?” Lana está vindo também mamãe, vamos ficar no meu quarto". Deixou um beijo delicado em sua bochecha assim que piscou o olho azul, deixando de alguma forma clara a suas reais intenções com aquela ida ao quarto.
Quando Hazza observava as garotas subirem as escadas antes de Lou, puxou sua mão delicadamente para dizer baixinho em seu ouvido. “Elas estavam olhando para o meu peito, Lou”. De maneira tímida com as bochechas vermelhas, mais uma vez.
“Você não gostou, Hazza?”. Piscou o cílios graciosamente, como um demônio que a convencia do contrário. E Styles gostaria realmente de dizer que havia odiado tudo aquilo, mas seria mentira. Se sentia tão gostosa e desejada com os olhares das duas em cima do seu corpo, o jeitinho que elas se ficavam olhando para o biquinho do seu peito ou tocavam na bucetinha uma da outra enquanto estavam apenas as três no sofá e Lou longe.
“Eu gostei”. Respondeu mais uma vez baixinho.
“Não entendi o por que disso então, mamãe. Não ia te deixar aqui em baixo, vou mostrar pra elas como fica a sua bucetinha depois de brincar a noite todinha nela, quero ver ela mais doloridinha hoje, amor”. Puxou os dedos delicados da Styles pela escada a cima, com o copo de vitamina na outra mão, e então encostando a porta do quarto grande da filha Tomlinson.
As garotas já se encontravam no pé da cama, uma sobre o colo da outra se beijando velozmente e de forma barulhenta, era excitante pra caralho ver a dominância.
Lou se sentou com as costas na cabeceira da cama, relaxada, abrindo as coxas e pedindo silenciosamente para que Hazza se sentasse no meio delas, de frente para as outras garotas toda abertinha também.
“Mamãe, mostra como eu deixei a sua xota ontem, mostra”. Pediu alto para que as suas duas amigas escutassem, que rapidamente, vidraram o olhar na mulher bonita e corada no meio das pernas de Lou, subindo a camisola por cima das coxas e abrindo bem as pernas para mostrar a boceta vermelha e gorda.
“Sabe o que eu descobri hoje?”. Perguntou retoricamente a uma das meninas em sua frente. As mãos apertaram sua coxa deliciosamente, desferindo um tapa ardido em cima da sua intimidade, a deixando ainda mais sensível do que estava pela última estimulação. “Mama gosta tanto de gelinho na bucetinha, o que acham de me ajudar a passar bem gostoso na dela enquanto tem ela toda abertinha, vai esguichar tão gostoso igual ontem, não vai mama?”.
“Sim sim sim sim, por favor Lou”. Formou novamente seu biquinho.
“Gosto tanto de brincar com o gelinho na minha, Hazza”. Sofi começou quando subiu empinada em cima da cama, com o bumbum e a bucetinha exposta para a menina no pé do móvel. “Gosto tanto de colocar ela no meio da minha xoxotinha com a de Lana pra’ esfregar bem fortinho”. Rebolou o quadril para trás.
E eram simplesmente muitas sensações para que Hazza desse conta ao mesmo tempo. As mãos firmes e protetoras de Lou ainda tomavam conta de todo seu corpo e apertavam seu grelinho dentro dos lábios bem devagar, como se acompanhasse a história gostosa da amiga na frente. A pedrinha de gelo que estava na bebida foi posta nos dedos de Sofi que rapidamente dirigiu a sua xotinha apertando ela e derretendo todo o gelo no seu grelinho.
“Ohhhh sim, p-por favor”. A cabeça de Hazza caiu para traz, sentindo os lábios fininhos de Lou grudarem na sua pele em baixo da orelha ao mesmo tempo que tinha os dedinhos expondo a boceta para as duas meninas, como uma maldita bonequinha, fazendo o que bem entendesse com mama.
“Ela está tão ardida Sofi, passei a noite inteira chupando a buceta gostosinha dela e ficou toda vermelhinha e ardida”.
“Hmm que delícia”. Soltou um pequeno gemido a seguir, sentindo a língua da amiga na sua própria intimidade, quando o quarto se tornou uma bagunça molhada e alta, com os gemidos finos e gostosos, como num maldito pornô.
“Vou fazer ela esguichar tão forte em vocês”. Sussurrou baixinho quando pegou o gelo dos dedos de Sofi, brincando com ele nos dedos e apertando tão mais forte em cima do seu clitóris. “Sabe uma coisinha que eu gosto tanto de fazer na minha, amor?”. Se dirigiu a Hazza. “Esfregar ele de um lado pro outro bem rapidinho na minha bucetinha, me faz gozar tão rapidinho mas, não quero você gozando agora, vai ser boazinha e segurar tudinho pra fazer depois”.
“Tudo que você quiser, Lou”. Não perdeu tempo então, desde que queria fazer aquilo tudo, com o gelo preso nos seus dois dedinhos esfregou no clitóris de um lado para o outros tão rápido e gostoso que fazia o corpinho de Hazza sentir como se estivesse flutuando.
O gelo ardia em sua pele a mesma medida que deixava ela toda molhadinha gostava tanto de cada contato bruto de Lou na sua pele e os dedos apertando a coxa de Lou demonstravam o quanto ela estava gostando mesmo do gelo da sua bucetinha.
“Ohh”. Gritou alto e longo ainda sem gozar, deixando as outras garotas ainda mais vidradas na mamãe, apesar de perdidas em sua própria bolha erótica.
“Sabe por que você não vai gozar agora? Por que vai esfregar a sua xoxota na minha primeiro, rebolar bem gostosinho e então eu vou bater na sua bucetinha para as garotas até você esguichar bem forte igual noite passada, o que acha?”. Hazza estava impossibilitada de responder Lou em meio aos seus soluços de prazer, com os cantos dos olhos marejados e vermelhinhos, se sentia fora de si, as coxas tremendo tanto quanto gelatina tinha certeza também sobre sua intimidade ter adormecido, com o tanto de tempo que o gelinho passou ali, se segurando tanto tanto para não gozar pela sensação dele esfregando tão forte e dolorido no seu clitóris saltadinho e tão inchado.
Saber que as garotas gemiam e se molhavam cada vez mais em ver a mamãe, deixava os lençóis da Tomlinson ainda mais encharcados. Gostava tanto de ser observada. E Hazza obedeceria qualquer comando vindo de Tomlinson, de qualquer forma.
“Levanta logo, mama, e tira o meu shortinho, quero você rebolando na minha bucetinha também”. Sentiu os dedos trêmulos da mulher descer o seu short de malha fina pelas pernas grossas, expondo sua intimidade tão pequena e bonita, com os lábios brilhosos e o grelinho gordo para fora de tanto que estava se melando para a mamãe.
Lou foi rápida em molhar bastante três de seus dedos, espalhando em cima da bucetinha e jogando os braços para trás novamente, indicando que a cacheada devia se sentar ali, em um movimento com a cabeça.
“Como eu faço i-isso, Lou?”.
“Você precisa esfregar em mim, mamãe, assim como deve esfregar nos seus travesseiros quando não tem ninguém pra tocar o seu corpo, esfrega bem rápido as nossas bucetas juntas e escuta o barulhinho gostoso que faz”. Sem que conseguisse terminar sua fala, a cacheada começou s rebolar o quadril para frente e trás com habilidade.
E certamente de houvesse sido filmado, seria digno de um quadro, o jeito que ambos lábios se encontravam e faziam um barulho alto do quanto estavam encharcados, e os clitóris inchadinhos se esfregando tão bem daquela forma, também, o grelinho tão vermelho e gostosinho.
Hazza desejou que fosse uma terceira pessoa para conseguir chupar suas intimidades tão lambuzadas juntas, não resistindo quando levou um de seus dedos para o meio delas, recolhendo um pouco da lubrificação e chupando os dedos como se fosse o doce mais delicioso do mundo com os olhos molhados e inchados.
“Tão linda minha mamãe assim, tão bonita se esfregando em mim, perfeitinha, os seios tão bonitos e gostosos pulando enquanto rebola no meu colo, tão tão linda desse jeitinho toda disposta para fazer o que quiser com o corpinho dela, tão maleável. Gosto de te ver assim, mama, todinha pra mim”. Lou disse entre pausas, gemendo igualmente algo, assim como as outras garotas dentro do quarto agora abafado, sorrindo ampla quando viu Styles amar os apelidos e a forma que foi chamada agora, apoiava as mãos nos ombros de Tomlinson se segurando firme para empurrar seu quadril tão mais forte e a boquinha aberta de forma bonita.
“Me chama assim de novo, Lou”. Pediu baixinho, como um mantra.
“Tão perfeita e linda minha mamãe, fazendo isso tão bem como ninguém nunca fez, você deve ter sido feita pra isso, amor, seu rosto e o corpo tão lindos dessa forma em cima de mim”. Sorriu maior ainda, com os dentes alinhados mas se atentando ao que a garota voltou a gemer mais escandalosa do que costuma ser.
Segurando seu corpo como uma maldita boneca, voltou a grudar suas costas em seu peitoral, abrindo as pernas para as duas meninas atentas na sua frente e apertando a bucetinha.
“Esguicha nelas meu amor, você faz isso tão bem, sendo tão boazinha para mim, nunca vi igual, você é única, goza e molha todinha, sempre fazendo tudinho que eu mando”. Sussurrava com a voz rouquinha em seu ouvido, mordendo o lóbulo vez ou outra, e desferindo tapas na sua xoxotinha ardida e abertinha.
“Lou Lou Lou Lou”. Começou a gozar forte no rosto das amigas de Lou, o líquido ralo que não parava de sair da sua bucetinha enquanto tinha um squrit por tanto tanto tempo, juntamente com Lou que gozava e encharcava o lençol em baixo do seu bumbum.
“Todinha minha”. Esfregou o restinho do gozo por toda boceta e coxa da mamãe, de forma possessiva .”Minha mamãe generosa”.
Quando caíram na cama minutos depois, mal se lembravam de Jack. Ele não voltou aquela noite de qualquer forma.
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oioioi? estão bem? Sinto muito caso tenha sido menos do que esperavam, mas foi dessa forma que eu havia imaginado, queria muito deixar maior mas smuts grandes não comportam aqui no tumblr e esse já esta com 5,2k de palavras, ou teria sido muitíssimo maior, me digam oq acharam, opiniões, sugestões e criticas construtivas são sempre bem vindas ;)