Quinta-feira (17) acontece em São Paulo o Café com Ideias, organizado por Evernote e Blogo, em parceria com a Starbucks. Vou participar do painel "Como você se inspira", debatendo sobre os seguintes temas: linguagem e personas, produtividade e writer's block, working environment e writing workflow. O debate será moderado por Patrícia Demitroff, do Evernote Brasil e Amure Pinho, do Blogo.
O evento acontece na Starbucks da Rua Bandeira Paulista e a entrada custa R$ 10. Mais informações ou ingressos neste link.
Você nunca vai conseguir acertar se estiver ocupado demais tentando não errar. Quando tentamos não errar, estamos sendo movidos pelo medo, e o medo paralisa: você não arrisca, não se conecta com o seu lado instintivo e não abre espaço para improvisação.
Nosso instinto pode ser muito sábio. Ele possui um tipo de conhecimento que não conseguimos mensurar muito bem, mas esta lá, preso em nossos reflexos, em nossas decisões mais espontâneas. Ele pensa mais rápido, aprende mais rápido e sabe que o certo é certo, mesmo que o seu cérebro ainda não tenha assimilado a informação.
Mas ele só age na ausência do medo. Se você parar para pensar em tudo o que pode dar errado, ja terá perdido o seu tempo de reação.
Não estou dizendo que devemos viver impulsivamente e deixar o planejamento de lado. Eu mesmo sou uma pessoa extremamente metódica e perfeccionista em situações que me tiram da zona de conforto. Mas é importante às vezes arriscar e entender que muitas das coisas que não estão dando certo na sua carreira ou vida pessoal, podem ser fruto da sua falta de confiança em seus instintos.
Da próxima vez, se cerque menos e deixe o seu instinto te proteger dos imprevistos. É para isso que ele existe, não é mesmo?
O WordPress é um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) que em baixos níveis de tráfego é capaz de atender à demanda sem maiores problemas, mas quando os acessos aumentam substancialmente o panorama tende a mudar. Some isso aos variados plugins (que adicionam mais e mais camadas de compl
O Tecnoblog possui um sistema de cache que é razoavelmente complexo. Ele é composto de várias camadas, mas as principais são: CDN (CloudFlare), Proxy (Varnish), HTML (WP Super Cache + Nginx), de objeto (APC) e banco de dados (padrão do MySQL).
Pode parecer besteira essa redundância toda, mas nossos testes (fechados e práticos) comprovaram que cada uma dessas camadas faz muita diferença no resultado final – seja no consumo de tráfego, CPU ou velocidade de carregamento para o usuário final.
Hospedamos o site em uma estrutura auto escalável na Amazon, mas graças a essa configuração, ainda não precisamos subir nenhuma instância adicional. Ela é extremamente eficiente e nos proporciona uma boa economia com servidores (sem falar na velocidade de carregamento das páginas).
O Leandro fez um post explicando (de forma simplificada) como funciona o nosso cache. Se você for desenvolvedor, ou simplesmente entusiasta, recomendo a leitura.
We are lonely but fearful of intimacy. Digital connections and the sociable robot may offer the illusion of companionship without the demands of friendship. We expect more from technology and less from each other.
Semana que vem participo de dois painéis no YouPix, em São Paulo
Semana passada postei que no dia 18/07 participaria de um painel no YouPix. Acabo de ser confirmado para mais um painel, no dia 19. Veja abaixo todas as informações sobre os debates:
A (falta de) profissionalização das mídias sociais no Brasil – 18/07 às 20h, palco Beijinho no Hub
Estamos em 2014 e ainda temos escândalos de posts pagos não identificados, pessoas deslumbradas ao receberem mimos de marcas, grandes publishers que não tem mídia kit e valores de campanha que mudam de acordo com o cliente que estiver contratando. Como esse cenário pode melhorar? Ninguém duvida que a mídia social cresce a cada ano, mas será que ela conseguirá se profissionalizar e competir comercialmente com as outras mídias?
Com Thiago Mobilon (fundador do TecnoBlog), Ivo Neuman (criador do Treta, fundador do Observatório da Blogosfera e redator do Não Salvo), Rica Grandi(fundador da IQ, agencia de talentos web), Angelo Chaves (PR Digital na In Press) e mediação de Edney Souza (blogueiro, consultor e professor de mídias digitais).
Como engajar sua audiência? – 19/07 às 14h30, palco Lomadee
Não adianta nada criar um blog se você não tem uma comunidade fiel que vai te acompanhar, curtir, passar seu conteúdo pra frente e te ajudar a construir sua marca. Nesse bate-papo, você vai aprender quais foram as táticas utilizadas por alguns feras da internet para fidelizar o seu público.
Com Humberto Oliveira (criador do O Buteco da Net), Erick Krominski (criador do blog Muito Interessante), Fe Castanhari (criador do Canal Nostalgia), Leandro Santos (criador do Mussum Alive e do blog Bebida Liberada), Thiago Mobilon (fundador do TecnoBlog) e Ivo Neuman (fundador do Treta e redator do grupo Não Salvo).
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A agenda completa do YouPix SP 2014 você confere nesse link. Apareça para me dar um olar! x)
Ninguém duvida que a mídia social cresce a cada ano, mas será que ela conseguirá se profissionalizar e competir comercialmente com as outras mídias?
Dia 18/07 participo de um painel no YouPix e o tema é "A (falta de) profissionalização das mídias sociais no Brasil". Será às 20h no palco "Beijinho no Hub". Aparece por lá para me dar um olar! =D
Os Estados Unidos mudaram do que o influente historiador de cultura Warren Susman chamou de Culto ao Caráter para o Culto à Personalidade — e abriram a caixa de Pandora das ansiedades pessoais das quais nunca nos recuperaríamos totalmente.
No Culto ao Caráter, o caráter ideal era o de alguém sério, disciplinado e honorável. O que contava não era tanto a impressão que alguém causava em público, mas como o indivíduo se portava na esfera privada. A palavra “personalidade” não existia em inglês até o século XVIII, e a ideia de “ter uma boa personalidade” não foi difundida até o século XX.
O erro levou os investidores a investirem em uma empresa de 89 funcionários que comercializa sistemas de tráfego urbano - e que as ações valiam menos de US$ 0,01 anteontem
O Google anunciou que ia comprar a Nest. Aí os investidores foram lá e compraram papéis de outra empresa que usa o mesmo nome na NASDAQ. Os papéis da empresa valiam U$ 0,002, subiram para U$ 0,04 (+1900%) e agora os investidores não conseguem sair por falta de liquidez! hahahaha
Nos últimos dias recebi várias perguntas de leitores devido ao fechamento do Tecnocenter – "Por que acabou?", "Onde vai ser o novo?", "O TB Cast e TB Live vão acabar também?" e "Home Office em Americana? O que aconteceu com o TB?" pra citar algumas.
Então precisávamos de um lugar novo, sendo em São Paulo ou não. E isso me levou a pensar sobre os meus objetivos de vida além do TB. Diga-se de passagem, nos últimos quatro anos, 95% do meu tempo foi dedicado ao site. O "resto" da vida ficou em segundo plano, por falta de tempo ou por não se encaixar com a minha rotina em São Paulo. E acredite, eu tentei mudar isso de várias formas.
Morei na capital desde 2010. Mudamos para lá especificamente para montar uma redação, reunir a equipe presencialmente e assim conseguir desenvolver hábitos organizacionais e amadurecer o nosso conteúdo. E isso tudo nós conseguimos, mas tive que abrir mão de outras coisas.
São Paulo é uma cidade que desperta amor e ódio nas pessoas. Ama-se as oportunidades (que são muitas!) e odeia-se o individualismo, o custo de vida elevado, a falta de calor humano e o trânsito. Quer dizer, eu pelo menos odeio essas coisas.
Odeio gastar quase duas horas de carro para percorrer um caminho que fiz em doze minutos em um feriado (porque a cidade estava vazia). Odeio os porteiros do Tecnocenter que todos os dias quando eu dava bom dia, viravam a cara e fingiam que não era com eles. Odeio como o céu de São Paulo à noite é quase sempre avermelhado e não dá para ver as estrelas. E por fim, odeio pagar mais de dois mil reais para morar em um cubículo, porque sei que para economizar teria que morar longe e demorar cerca de uma hora para chegar no trabalho todos os dias.
Podem parecer motivos bobos, mas como bom interiorano, valorizo muito a qualidade de vida. E olha que Americana tem bem mais do que uma praça e uma igrejinha, são mais de 200 mil habitantes e fica a apenas 120km de São Paulo. Dá pra fazer bate-volta em poucas horas.
Adoro as opções de entretenimento, o profissionalismo e o choque cultural que se tem ao conviver com tantas pessoas diferentes em São Paulo. Mas percebi que se fosse para pensar em uma mudança, a hora seria essa. E foi.
Relutei bastante antes de tomar a decisão. Encarnei o Ross e fiz até uma listinha (que acabou empatada), o que me levou a refletir sobre o peso de cada item. Cheguei à conclusão de que a tal qualidade de vida é mesmo mais importante.
Já dizia o ditado, o caminho vale mais do que a chegada.
O Tecnoblog completou oito anos em dezembro, mas durante os três primeiros anos do blog era eu sozinho que cuidava de tudo. Financeiro, comercial, design, desenvolvimento, editoria, cobertura de eventos etc. Ou seja, em 2007 eu já visitava São Paulo semanalmente para cumprir com os compromissos do blog e é isso que vou fazer agora que estou voltando para Americana. Dessa forma consigo aproveitar o melhor dos dois mundos!
[Foto: bate-papo de blogueiros e jornalistas com Mark Zuckerberg em 2009]
E como fica todo o resto?
A única coisa que está mudando no Tecnoblog é o nosso local de trabalho. Os editores Paulo Higa e Giovana Penatti continuam em São Paulo, perto dos eventos, assessorias e dos vários gadgets que testamos semanalmente. O TB Cast e TB Live estão em uma mid-season break, mas voltam nas próximas semanas e a nossa editoria deve receber ainda mais autores em 2014. Ah, o novo Tecnocenter também será aqui em Americana e servirá como base para uma nova área do TB.
Tenho certeza que essa mudança vai trazer uma energia extra para o TB. Trarei novidades em breve!
Os campeões não fazem coisas extraordinárias. Fazem coisas ordinárias, mas as fazem sem pensar, rápido demais para o outro time reagir. Seguem os hábitos que aprenderam.
"A Facebook status is annoying if it primarily serves the author and does nothing positive for anyone reading it."
Esse post já tem uns meses, mas estava organizando os meus recortes do Kindle e encontrei esse lá no meio. Achei interessante publicar aqui para deixar registrado. :)
Blogueiros, bloqueiem o arquivo xmlrpc.php do seu WordPress
No Tecnoblog utilizamos uma estrutura de cloud servers auto-escaláveis da Amazon. O sistema possui algumas dezenas de otimizações que implementamos ao longo do tempo, de acordo com nossas experiências e necessidades.
Gosto de pensar que otimização de servidor é um trabalho sem fim, por isso estou sempre de olho nos logs e no consumo de recursos da Amazon. Foi numa dessas rondas que descobri que estávamos com quatro servidores de PHP abertos para sustentar um tráfego das 23h – meio servidor seria suficiente para segurar tudo nesse horário.
Analisando o log de acessos, descobri uma série de requisições POST ao arquivo xmlrpc.php do WordPress – cinco a dez por segundo, para ser exato. Requisições com o método POST não podem ser cacheadas, o que significa que todos esses acessos estavam batendo diretamente nos webservers, levando o uso de CPU às alturas!
Pra que serve o xmlrpc.php no WordPress?
As informações completas você pode ver nesse link, mas basicamente, é a API que lhe permite publicar posts e comentários através de aplicativos externos, incluindo o app oficial do WP para Android e iOS.
As requisições salvas pelo log estavam com o user agent em branco, ou seja, provavelmente se tratava de um (ou vários) bot spammer tentando injetar conteúdo duvidoso (ou sabe lá o quê) no TB.
Resolvi fazer um teste simples e apenas renomeei o arquivo. Na imagem abaixo temos o consumo de CPU com o arquivo renomeado, depois um pico quando coloco o nome original e a queda depois de renomeá-lo novamente.
Impressionante, não?
Renomear o arquivo parece suficiente até aqui, mas os requests ainda estariam sendo processados pelo servidor de PHP, retornando o erro 404 ao(s) bot(s). A melhor solução então foi bloquear o acesso ao xmlrpc.php direto no webserver, ou, no nosso caso, no Varnish.
Se você utiliza Apache no seu servidor, pode implementar o bloqueio no .htaccess. Peça para o seu sysadmin te auxiliar nessa tarefa. Mas lembre-se que, ao bloquear o acesso ao xmlrpc.php, você não irá mais conseguir utilizar o app do WordPress no seu Android ou iOS (ou qualquer outro aplicativo).
No nosso caso, as requisições vinham sempre com o user agent em branco, então uma ideia seria criar um bloqueio especificamente para esses requests. Dessa forma ainda seria possível utilizar aplicativos externos.
De qualquer forma, se você e a sua equipe não utilizam nenhum aplicativo externo, recomendo que bloqueiem o arquivo logo de uma vez. Não irá fazer falta alguma e ainda tem um potencial grande para lhe trazer economia e uma camada extra de segurança ao seu blog.
Gerenciando uma equipe de autores remotos – como precificar a produção?
A equipe do TB é composta de editores (que trabalham no Tecnocenter, em regime CLT) e colaboradores (que trabalham remotamente e recebem por produção).
O cargo de editor preenchemos com pessoas que possuem conhecimentos gerais de tecnologia – às vezes um editor acaba complementando o outro em alguma área, mas nenhum deles é 100% focado apenas em um assunto.
Já com os colaboradores é justamente o inverso disso. Procuramos pessoas que sejam especializadas em algum nicho, como por exemplo games ou telecom.
1. Valor fixo mensal e meta diária de produção
De todos os formatos que testamos, esse é o pior. Tende a transformar o autor em uma maquininha de produção – X textos por dia de Y palavras cada.
Não há espaço para criatividade ou para postagens espontâneas, pois os formatos são engessados: notícias de X palavras ou especiais de no mínimo Y palavras. Também não existe o estímulo financeiro do ganho por produção.
A consequência disso era que a meta geralmente não era atingida e um editor sempre precisava desprender energia tentando encontrar formas de estimular a equipe remota.
2. Pagamento por estilo de post e relevância do autor
Para esse formato levamos em conta a ideia de que os autores trabalhariam mais livremente se recebessem por produção. Criamos uma tabela de valores que levava em conta dois fatores:
A relevância do autor na área;
O tipo de post: notícia ou especial.
Em outras palavras, o que fizemos foi criar três categorias de autores: Básico, Médio e Sênior; cada categoria pagando um valor diferente para posts especiais e notícias.
O ponto positivo aqui foi que os autores recebiam valores adequados à sua experiência e ao formato de post desenvolvido. O negativo é que os formatos continuavam muito engessados, com uma certa limitação de palavras por estilo de post.
Na prática, esse limite não era apenas um bloqueio à criatividade, gerava também situações injustas. Ex.: Um review de 800 palavras era considerado um post especial, assim como um review de 2000 palavras. Ou seja, os dois possuíam o mesmo valor no sistema.
E não que o review fosse pequeno por preguiça do autor, ou coisa do tipo. Nem sempre uma análise rende um texto de duas mil palavras, mas quando rende, é justo que o autor seja recompensado pelo trabalho extra.
3. Pagamento por palavras escritas
Este é o formato que utilizamos hoje, de forma muito satisfatória. Como o autor recebe por palavra, o foco passa a ser qualidade da produção e não a quantidade.
Lógico que há o risco de o autor produzir um texto com um grande nariz de cera. Mas isso não vai acontecer se você trabalhar com um time seleto, com profissionais de sua confiança.
Como monitoramos a produção
Para gerenciar a equipe, desenvolvemos um plugin para WordPress chamado TeamManager. O plugin monitora todos os autores e no final do mês gera um relatório de produção, junto com o valor a ser pago para cada um deles.
O plugin também faz outras coisas muito legais. Na dashboard de cada autor, por exemplo, existe um widget com um pequeno relatório de produção do mês atual e um resumo dos meses anteriores.
Na área de estatísticas do plugin é possível ver como anda a produção de toda a equipe, com relatórios mensais, anuais e desde o início do blog. Também é possível saber como anda o engajamento dos leitores com cada autor, através da média de compartilhamentos e comentários por post. Essa é uma medida apenas de curiosidade, já que, em tecnologia, a interação varia mais de acordo com o tema da postagem do que com a linguagem do autor.
Se você possuir na sua equipe algum membro que produza apenas conteúdo em vídeo ou foto, vai precisar remunerá-los por post e não por palavras escritas. Dentro do TeamManager é possível que os dois formatos coexistam, bastando configurar as categorias na área de administração.
Por enquanto o TeamManager é uma ferramenta exclusiva do TB. Estamos trabalhando em algumas otimizações (inclusive no layout, vale dizer hahaha) e temos a intenção de liberar ela para blogueiros amigos e até para o público geral, futuramente.
Como funciona a logística
Para que o TeamManager contabilize a produção, o autor precisa subir o post diretamente no WordPress. Antes de desenvolver a pauta, no entanto, a mesma precisa ser aprovada por alguém da equipe de solo, através da nossa planilha de pautas no Google Docs.
É lá que mantemos contato diário com os autores, não apenas aprovando pautas, mas discutindo especiais e fazendo sugestões. Para discussões e brainstorm, também fazemos hangouts e utilizamos um grupo fechado no Google Groups.
Consideramos que os autores não são meramente colaboradores, mas sim integrantes titulares da equipe, de forma que as sugestões e críticas muitas vezes partem deles e não da equipe de solo.
Com a pauta aprovada na planilha e desenvolvida, o autor salva o texto como "Pending Review" no WordPress. Isso dispara automaticamente um email para que os editores revisem o texto, publiquem no blog e nas redes sociais.
Concluindo
Não existe um "modelo definitivo de precificação" quando estamos falando de produção de conteúdo. É necessário sempre levar em contra os três fatores:
Relevância do autor na área;
O tipo de post – notícia ou especial;
O assunto que o seu veículo aborda.
No Tecnoblog começamos a trabalhar com autores remotos em 2009, de forma que chegamos ao modelo que consideramos ideal apenas agora, no começo de 2013.
Uma das dificuldades que enfrentei no mercado de comunicação + tecnologia, foi o fato de tudo acontecer em São Paulo – desde coletivas de imprensa, até aparelhos para testes, que a maioria das empresas não envia para fora do grande ABC.
Em 2010 decidimos que era hora de montar a nossa base aqui em São Paulo. Um passo doloroso para mim, que morava em uma cidade com excelente qualidade de vida, mas necessário para profissionalizar o Tecnoblog.
Na foto estão comigo Thássius e Rafa, ex-editores do TB que fizeram parte do processo, desde a mudança para SP em 2010 (Thas vindo do Rio e Rafa de Vitória/ES), até a abertura do Tecnocenter em janeiro de 2012.
Hoje o TB conta com uma equipe de (se eu não falhei na conta) 14 pessoas, sendo dois editores fixos aqui na redação – Higa e Giovana. Entre os que trabalham remotamente estão ainda nosso developer Leandro e especialistas de diversos nichos do mundo tech.
Se começar a se orgulhar demais do que é, sabe e faz, é provável que não queira mudar. Aí você estará destinado a engrossar as fileiras do bloco-dos-já-fui. Sabe como é, gente que vive se gabando, “já fui isso, já fui aquilo” e hoje não é nada