Uma tentativa de guia de uma br q usa saporra desde os 14.
Como pode imaginar aqui é bem espaço de gringo mas q se dane isso meu bem se tu persistir vai da certo confia.
Seguinte
Primeiro passo: mude seu ícone.
Tá vendo essas porrinha? Provavelmente são seu ícone se vc n mudou eles ainda
Aqui temos uma mania de bloquear seguidores com esses ícones pq geralmente são bots q querer fingir ser humanos pra manter link pra site pirata/porno/q rouba seu cartão de crédito, eles fazem isso tendo seguidores q engana os bots do tumbrl temporariamente. Ent é melhor mudar se pode fazer isso(no cell) assim :
[Mais abaixo]
2. Ache povo pra segui: pra esse site funcionar como uma benção tu precisa começar a achar povo pra seguir
Dica: Q VC GOSTE DO Q ELES FAZEM, pelo amor do krl não vai se meter num ninho de cobra e achar q não tem escapatória pq aqui a regra é "se não gosta não siga, não leia, não interaja, continue rodando pra baixo e vá ser feliz", se alguém te bloqueou? Nada pessoal, genuinamente isso é comum por aqui eu já bloqueio povo pq tem uns q fala q gosta de X do que Y e eu não concordava, a pessoa n sabe e eu continuo minha visa sem dor de cabeça(e ja trombei em blog q me bloqueou sim, morro de curiosidade? Tb mas bola pra frente q qm remoe o passado é velho mal amado)
Mas como q faz isso? Vc vai achar um icone de lupa bem embaixo da sua tela no celular, ela vai te levar pra cá:
Ali vc vai escrever geralmente uma ou duas palavras chaves, q chaves seriam essas? Pois bem, fandoms, estéticas, nomes e sobrenomes. Eu ando mais pelo lado de desenho e animação portando o exemplo q eu vou dar é vc escrever "Undertale", ou pro povo de rpg "ordem paranormal" sem os aspas(""), aí vc vai achar o povo q posta sobre isso e vc escolhe qm segue.
3. O q krls são tags? Resumo da opera: são o q permite vc achar os posts na lupinha de pesquisa, são esses # cinza no fim dos posts
Aqui no tumbrl as 20 primeiras tags são importantes pra vc colocar seu post no mundo, sem elas n tem como facilmente acha-lo, mas tb temos uma cultura de falar nelas, o q, qualquer bosta, seja meta comentário do próprio posto ou responder reblogs, pq tags n carregam de um post para o outro sem a outra pessoa propositadamente colocá-las novamente .
Ent quer dizer q eu tenho q colocar um bando de tag pro povo me achar? NÃO, se vc fizer um post de undertale e mete nele as tags de dragon ball e naruto só pq vc quer mais atenção vc vai tomar bloqueio E ser denunciado por spam de tags, aqui é pra relaxar e crescer DEVAGAR, o povo vai gosta de vc só tenha paciência, spam de tags é infuriante e inútil pq vai mais afastar pessoas de vc to q conquista-las. Aqui não é instagram.
4. Ok troquei meu ícone e segui povo, e agora? Agora vc vai se aventurar nas configurações, mas pq? Isso é pq o tumblr permite vc customização sua experiência de diversas formas, dentre sua primeira aba ser somente feita de posts de pessoas q vc segue, de ocultar seus gostei e lista de qm vc segue, para retirar posts recomendados pelo algoritmo etc.
Foque em "acount settings" e "visibility"
No primeiro se atente nessas opções
E no segundo essas:
Eu confio q vc saiba ler/ouvir e usar o tradutor pra configurar de acordo com a sua preferência as opções q ele te dá.
Caso vc n ligue pra nada disso e tá gostando de como ele tá nessa forma base ent pula essa etapa mas pelo menos vc já sabe se quiser mudar tem como ;)
5. Blz, fiz tudo isso, agora posso ir embora? Calma, tamo terminando só falta as últimas dicas.
Primeira dica: a subcultura mais forte no tumblr são fandoms, se vc quer crescer te aconselho a fazer seja fanfic ou fanarte, coisas originais são difíceis de vingar aqui sem muitos, MUITOS, seguidores. Ou interagir em tudo, nós artistas somo tudo esfomeado por comentários e elogios, tá escaço aqui disso e nois br somo um povo bem amigável e meu bem é só falar um "q lindo" nas minhas criações q eu já tô chorando de felicidade
Segunda: Reblog. Sabe o retweet e o quote do Twitter? É. Aqui é reblog, e ambos dão visibilidade pro blog q criou o post original, vc pode comentar tanto no reblog quanto em suas tags q é tudo bem vindo aqui.
Terceira: vc é dono de si, aqui qm cria sua experiência é vc, siga blogs q só reblogam, siga blogs q postem arte, fanart, fic, ocs, se aventure para ter uma experiência vasta. Devagar vc vai pegando a manhã do site, e qm sabe se com um pouco de persistência uma comunidade q fale br mais do q inglês, pq queira ou n a maioria aqui e gringo mas vc pode mudar isso ;)
Crie 30 subblogs se quiser cada um com.um tema diferente, só viva de um blog, poste arte, aconselho a não postar foto sua pq aqui anonimidade é o q mais atrae pessoas e o q me atraiu pra cá em primeiro lugar, se divirta, use tradutor, use extensões, fuçe em TUDO. E no fim do dia o q era mais amedrontador vai parecer instinto
Bem vindo ao tumblr, eu amo seus cadarços e euprometo q não é tão assustador assim,vc só tem q aprender a sujar as mãos um pouco ;)
Tonight all these lives converge here
The mosaics of laughter and cocktails of tears
Where fraternal souls sing identical things
And it’s beautiful
It’s rapturous.
It is frightening.
____
I can’t tell you how proud I am to share this with you, an album that just feels so right. A forever thank you goes out to my mentors and friends Max and Shellback for helping me paint this self portrait.
If you thought the big show was wild, perhaps you should come and take a look behind the curtain…
The Life of a Showgirl is out now.
https://taylor.lnk.to/TSTheLifeofaShowgirl
Album Producers: Max Martin, Shellback and Taylor Swift
O identitarismo não é de esquerda. É o figurino colorido do neoliberalismo.
Tem gente que ainda acredita que política identitária é sinônimo de esquerda.
Mas, me desculpa, isso só mostra o quanto o marketing venceu.
Historicamente, a esquerda — especialmente a tradição marxista — nunca se organizou em torno da celebração de identidades fragmentadas. Ao contrário: buscava superá-las em nome de uma luta comum. Para Marx, o que unia os trabalhadores não era a cor da pele, o gênero ou a sexualidade, mas o fato de serem todos explorados dentro da lógica do capital.
A ideia era clara: as diferenças existem, mas não são suficientes para nos dividir politicamente. O objetivo era organizar coletivamente quem vive do próprio trabalho contra quem lucra com o trabalho alheio.
O identitarismo como fenômeno político não nasceu disso. Ele vem de outro lugar — de um giro liberal e pós-moderno, especialmente nos EUA dos anos 80 pra frente. Com o colapso das grandes utopias e o avanço do neoliberalismo, muitos movimentos abandonaram o horizonte da transformação coletiva e passaram a se organizar em torno da autoexpressão. Linguagem, afetos, visibilidade, representatividade. A opressão virou um tipo de capital simbólico — e, muitas vezes, literal.
E adivinha quem percebeu isso primeiro?
O mercado.
Hoje você pode trabalhar numa empresa que destrói sindicatos, terceiriza tudo, precariza geral… e ainda ver a mesma empresa postar uma campanha com uma mulher negra trans dizendo que “diversidade é o nosso valor”.
Não é revolução. É branding.
Não é justiça. É tokenismo bem pago.
O identitarismo foi perfeitamente absorvido pela lógica neoliberal. Em muitos casos, é exatamente o verniz ideológico que permite ao capitalismo parecer progressista sem mudar absolutamente nada nas suas estruturas.
A luta virou uma disputa por visibilidade — e não por transformação material.
Por isso, quando alguém critica o identitarismo, geralmente não está dizendo que “pessoas negras não devem lutar” ou que “feminismo é besteira”.
Está dizendo: não reduzam a política à identidade. Porque isso é tudo o que o sistema quer — que a gente fique ocupado com símbolos, enquanto ele mantém o lucro intacto.
Se quiser sair do simulacro, tem muita gente pensando isso com profundidade. Autores como:
– Nancy Fraser, com sua crítica ao “neoliberalismo progressista”;
– Adolph Reed Jr., que denuncia como elites negras usam a linguagem da opressão racial para proteger interesses de classe média;
– Mark Fisher, que desmascara o castelo vampírico do moralismo identitário online;
– Žižek, que mostra como a política das diferenças vira um álibi para não enfrentar o capital;
– Angela Nagle, que explica como o identitarismo liberal ajudou a fabricar a alt-right;
– Walter Benn Michaels, que escancara como a diversidade virou desculpa pra manter a desigualdade;
– e até franceses como Michéa, criticando o abandono da luta universal em nome de pautas fragmentadas.
O resumo é simples:
🎭 Identidade importa.
⚒️ Mas política não é performance.
💥 Sem luta de classes, a “inclusão” só reorganiza o privilégio.
🌈 O sistema adora pintar a prisão de arco-íris.
Não seja só mais um personagem na peça do capital.
Um dos livros mais legais que eu já li foi drácula a escolha da narrativa ser por cartas causa um misto de investigação a mais na leitura, você fica caçando as informações, os pontos de ligação, as datas, é muito viciante
Certa vez, no final do verão, a floresta se preparava para o inverno, e todos os animais buscavam seus abrigos para se protegerem da estação gélida que se aproximava.
Seu Coruja devidamente encontrou um oco de árvore simples, mas adequado às suas necessidades.
Mas o seu Grilo, que era conhecido por sua pompa, logo se interpôs.
— Ora, meu amigo, não pensas realmente em passar o inverno neste lugar? — falou em seu tom pomposo.
— Mas por que não, amigo? Me protegerá do frio e manterá aquecido. Que problema há com ele? — Seu Coruja perguntou, enquanto ajeitava o oco, limpando-o com as penas.
— Olhe para ele! Não lhe serve. Está sujo, o buraco é grande demais, e a árvore não resistirá aos ventos — respondeu o Grilo, convencido.
— Estou convicto de que este me servirá por ora. Depois do inverno, poderei mudar-me, se necessário — falou Seu Coruja.
— Como queira, mas quem avisa, amigo é.
Dizendo isso, o Grilo saiu murmurando coisas inaudíveis.
Na manhã seguinte, Seu Coruja levava ramos para seu oco quando encontrou novamente Seu Grilo.
— Como vai, amigo? — perguntou Seu Coruja.
— Consternado. Não há sequer um lugar nesta floresta que me sirva: árvores, buracos, pedras, mesmo formigueiros... Não há um apropriado para mim — respondeu Seu Grilo, em tom irritado.
— Não sofras, amigo. Podes vir ao meu oco e desfrutar de seu aconchego — disse Seu Coruja.
Nesse momento, Seu Grilo fez um som como se tivesse sido ofendido.
— Decerto não será necessário. Encontrarei algo até o fim do dia. Há outros lugares a avaliar.
E, dizendo isso, saiu novamente a resmungar.
Na manhã seguinte, em seu voo matinal, Seu Coruja encontrou Seu Grilo a reclamar, como no dia anterior.
— Fui ao norte e desci o rio. Não há nada que me seja bom — falou, choroso.
— Decerto reconsiderarás minha proposta. Meu oco tem bastante espaço e poderás procurar novamente após o inverno — tentou mais uma vez Seu Coruja.
Mas, assim como da última vez, Seu Grilo torceu o nariz.
— Ainda há lugares a ir — falou, e tomou caminho.
O inverno já anunciava sua chegada em ventos cortantes, e Seu Coruja, em seu último voo antes de tomar o aconchego do oco, encontrou Seu Grilo.
— Seja sensato, meu amigo. Estás há tempos nessa empreitada. Venha comigo e terás onde ficar — pedia Seu Coruja, apelando para a aproximação do inverno.
Mas, mais uma vez, Seu Grilo desdenhou do abrigo do amigo.
— Não te preocupes, caro Coruja. Minha casa me aguarda. Tenho certeza de que o leste há de ter algo de meu agrado.
E, falando assim, tomou novamente o caminho.
Seu Coruja, sem mais apelar, voou de volta à sua velha árvore.
Seu Grilo andou e andou até cansar, mas não havia nada que lhe fosse atrativo. Sentou-se numa pedra e começou a lamentar-se de sua situação. Resignado em apiedar-se de si mesmo, não tomou consciência da chegada do inverno — e ali teve seu fim.