O sentimento raramente obedece à lógica.
The Stonewall Inn
$LAYYYTER

ellievsbear

gracie abrams
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

Product Placement
Game of Thrones Daily
trying on a metaphor
No title available

No title available

❣ Chile in a Photography ❣

roma★
One Nice Bug Per Day

Discoholic 🪩
Keni
Show & Tell
Cosmic Funnies
will byers stan first human second
Claire Keane
The Bowery Presents
seen from Netherlands

seen from Bangladesh
seen from United States

seen from Maldives
seen from United States

seen from Italy

seen from United States
seen from United States

seen from India
seen from Brazil
seen from Syria
seen from United States

seen from United States
seen from United Kingdom

seen from United Kingdom

seen from Netherlands
seen from United States
seen from Israel
seen from United States

seen from Netherlands
@sestrosa
O sentimento raramente obedece à lógica.
Tive um sonho com você. Não me lembro de todas as cenas, mas sei que não havia dúvida. Não havia espera. Não havia silêncio. Não havia incompatibilidade. E por mais estranho que pareça, eu consigo lembrar da sensação e acredito que ela seja a única parte que realmente importe. Era tudo tão simples.
Eu não precisava me perguntar o que você sentia, nem medir palavras, nem tentar decifrar ausências. Eu só estava ali, contigo.
E, por um instante, não houve medo de perder você. Não houve ansiedade tentando adivinhar o futuro. Não houve essa saudade cansada que me acompanha todo santo dia quando estou acordada. Havia apenas a certeza silenciosa de que estava tudo bem. Não era como se tivesse finalmente encontrado as respostas. Pela primeira vez em muito tempo, você não era uma ausência. Naquele lugar, eu não precisava sentir falta de você.
Nunca esqueça que o tempo de tudo é finito.
Ressignifique o peso de cada circunstância.
Talvez essa seja a única forma de não desperdiçar a vida.
É mais fácil romantizar a dor do que admitir que se sente sozinho. Porque dar nome à solidão exige mais coragem do que resistir a ela.
Dizem que aqueles que passam por nós não vão sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós. Agora eu entendo o que isso significa. É assim que vamos nos moldando. Como se fôssemos feitos de colagens: um fragmento de cada pessoa que tocou nossa vida. E você foi um pedaço daqueles que não dá nem disfarçar a ausência.
Ausência essa que, quando momentos bons chegarem, vai doer porque esses dias serão menos felizes sem você. Sua falta vai ser sentida pois alegria de verdade é quando o coração está inteiro; E o nosso, agora, está em pedaços.
Aprendi que há dores que não cicatrizam, apenas se transformam. Mas o amor, esse não muda. Um amor que agora é saudade mas nunca será esquecimento. Permanece, mesmo sem presença pois uma pessoa só morre quando morre a última pessoa que a ama. E enquanto eu estiver aqui, você também estará.
Obrigada por ter feito parte da minha história com tanto carinho. Você sempre será uma das lembranças mais bonitas que carrego no peito. Vá em paz.
Você é a minha cicatriz que sempre sangra.
— mensagens arquivadas.
Às vezes, eu vou dormir e volto a ter 19 anos e você junto de mim. Inteiro. Presente. Ainda não virou passado, ainda não virou silêncio, ainda não me deixou. A vida ainda estava pela metade e agora, eu sigo aqui, presa a um tempo que não volta pra mais ninguém, só pra mim.
Uma vez, Dostoiévski escreveu: “Amar alguém é vê-lo como Deus o fez.” E eu te amei assim, vendo você como foi criado. Sem querer consertar, sem querer entender. Só aceitar. Só sentir. Sem maquiagem, sem invenções, sem esperança de te mudar. Apenas olhei como você era e isso bastava pra mim.
Eu via em você uma coisa rara, uma mistura de força e delicadeza que não se explica, só se sente, e era no teu olhar que isso morava. Um olhar que, às vezes, parecia cansado do mundo, mas ainda assim curioso. Um olhar que dizia tudo sem precisar dizer nada. Foi essa visão que ficou em mim e eu sigo tentando entender como se desprende alguém que a gente amou dessa forma, tão cru e tão profundamente. Tem dias em que eu finjo que esqueci mas ainda penso em você. É automático. É como se meu inconsciente ainda esperasse dividir tudo contigo. E nessas horas, a saudade aperta de um jeito quieto, como quem senta do meu lado e não diz nada, só fica. Tem dias em que eu até consigo mas basta uma sensação e você volta inteiro. Não como era, mas como ficou: parte de mim. Porque amar, de verdade, não tem botão de desligar. E ver você como Deus te fez foi, e talvez ainda seja, o jeito mais sincero que encontrei de amar alguém, mesmo que esse amor não tenha mais um lugar para existir.
Ainda resta muito de você aqui, do mesmo jeito. Mesmo com a ausência. Mesmo com o silêncio. Mesmo que nunca mais porque amar alguém de verdade é enxergar além do que os olhos veem. É guardar a alma da pessoa dentro da nossa, como se ela nunca pudesse partir. Eu teria te amado a vida toda se você tivesse permanecido.
Quando penso em você, não me vem uma lembrança específica, vem um sentimento inteiro. Um peso doce, uma saudade cansada. Você foi ficando em mim de um jeito estranho, como se morasse em uma parte da minha memória que não quer dormir. Às vezes, eu tento não pensar, não lembrar, não procurar seu nome nas coisas. Aprendi a fingir que entendi, que aceitei, que superei. Mas, no fundo, há uma parte de mim que nunca saiu daquele ano, que nunca saiu daqueles olhares, daquele último abraço. Eu me tornei alguém com a alma lascada, com uma parte do meu coração faltando. E mesmo que ninguém veja, mesmo que eu esconda bem, essa ausência me molda. Me acompanha. Me define. Talvez um dia isso desapareça. Talvez você vire só uma lembrança silenciosa, um nome que não machuca. Mas hoje, ainda não. Hoje, eu só queria dormir sem medo de sonhar com você. Ou acordar sem sentir que te perdi de novo.
Uma hora, tudo fica bem. Eu já aprendi a sorrir quando o peito sangra.
Hoje me peguei pensando em como seria se a gente se esbarrasse em dia qualquer. Faz tanto tempo que não te vejo. Não sei se algo mudou em você, mas em mim mudou e tem mudado tanto. Talvez, no instante em que nossos olhos se reconheçam, você perceba que eu tenha ficado com uma feição mais madura e eu perceba pequenos fios brancos na sua barba que, antes não existiam mas agora estão todos lá, denunciando quão veloz o tempo foi desde quando deixamos de nos falar. Eventualmente, o silêncio prevaleceria e eu perceberia que não tinha noção da saudade que sentia de você até lembrar o quanto eu gostava de observar a cor dos teus olhos. Talvez minha mente fosse inundada pelas nossas memórias. E, provavelmente, eu sentiria o gosto amargo de relembrar que vou ter que lidar com essa sensação de perca pro resto da vida porque, no fim, seriam apenas dois estranhos que se esbarraram em um dia qualquer.
Me pergunto se tudo o que eu via nos teus olhos era o que você sentia, sem dizer uma só palavra, ou se era apenas um reflexo do que eu sempre fui, amor.
É difícil lembrar o que costumávamos ser, seu silêncio me faz achar que tudo foi insignificante.
— mensagens arquivadas
A cada toque seu, eu sentia um pedaço de mim morrer, como isso podia ser amor?
Estranhamente, eu voltava pra nossas conversas como se fosse uma maneira de sentir que você ainda estava aqui. Mas a alma que um dia conheci já não é mais tua.
— mensagens arquivadas
Por acaso, aquela música que você dedicou a mim dois anos atrás tocou na rádio do carro enquanto eu passava em frente ao lugar onde nos conhecemos. É engraçado pensar que a melodia que me levava pra perto de você se tornou apenas um som anônimo, perdido pelas estações de rádio.
Eu odiava sentir que precisava me afastar de você todas as vezes em que olhava dentro dos teus olhos.
— mensagens arquivadas