"I'm Dorothy Gale from Kansas"
Doug Jones
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Esse NÃO é um texto sobre um pedal matinal
Seis horas da manhã de uma segunda e eu sai de casa para pedalar - e eu tinha uma meta de quantos quilômetros queria completar ali. Comecei a pedalar e a sensação era muito gostosa: a mente calma, tranquila e harmoniosa; o vento batendo no meu rostinho ainda inchadinho de sono; eu sentia o sangue pulsar confortavelmente nas minhas pernas. Não era nem metade do pedal e começou uma chuva forte. De primeira não me senti intimidado, até porque amo tomar banho de chuva e, assim, continuei meu pedal. De repente São Pedro pesou a mão e a chuva engrossou: meus olhos começaram a se fechar automaticamente em resposta à injúria das gotas fortes e pesadas no meu rosto e a minha roupa encharcou toda e ficou bem pesada. Senti que a chuva ia piorar e o que outrora não me assustava passou a me amedontrar terrivelmente. Percebi que havia perdido o controle do tempo (na verdade ele nunca foi meu) e considerei desistir do pedal e da minha meta para o dia. Passei por debaixo de um árvore e pensei comigo mesmo: acabou, já deu, vou voltar para casa, guardar a bicicleta e faço outro tipo de treino no conforto do meu quarto mesmo. Ironicamente, quando eu termino de decidir isso e de sair debaixo da árvore, São Pedro, mais uma vez para fazer questão de mostrar de que eu não tinha mesmo o controle de nada, encerrou a chuva. E eu prossegui com minha meta... Minutos depois, quando eu já tinha me acostumado com aquele tempo ameno e aquele climinha gostoso que fica após uma chuva, um solzão se abriu (parece que São Pedro queria mesmo me provar algo hoje rs). Aquela energia fervorosa me contagiou e eu comecei a irradiar e a brilhar junto com o sol; eu conseguia sentir a endorfina do pedal me deixando chapadinho; se há minutos atrás eu queria parar o pedal, agora eu lutava para que aquele momento gostoso não parasse tão cedo... estava tão chapado que sabia que só pararia de girar aquela corrente quando não pudesse mais. E, fazendo o retorno no calçadão da praia formosa, tive uma formosa lição naquela manhã!!!! A gente não tem controle de nada: olha o que eu teria perdido se tivesse deixado me assustar por uma pedra no meio do meu caminho; a tempestade de sentimentos gostosos que eu teria perdido se não tivesse continuado a pedalar mesmo com medo do que a chuva pudesse fazer comigo. Tudo bem que o clima de Aracaju é > > bastante < < bipolar, mas eu precisei ressignificar aquilo e entender que a Natureza queria confirmar algo: que eu não tenho controle de nada. Me acostumei com o ventinho gostoso e o perdi para uma chuva torrencial. Quando aceitei a tempestade, as nuvens cessaram. Já amigo das nuvens, precisei dar de cara com o sol. Ah, o sol... eu teria te perdido se, por medo, não tivesse continuado a pedalar; teria te perdido se tivesse ficado em minha zona de conforto... E quando eu menos esperava, percebi que já tinha perdido o controle. E que bom!!! Foi essa perda que me fez encontrar aquilo que inundou meu coração e que arreou meus quatro pneus (e o step!!!)... E que a gente venha a perder o controle mais e mais... Ah, e a meta de quilometragem do pedal? Por ironia do destino, até isso fugiu do meu controle e, assim como Dilma, acabei dobrando a meta... Porque é isso que o amor faz: nos impulsiona a fazer até o que a gente não imaginava conseguir fazer!!!!
efemeridade, humildade e empatia
Morar sozinho é: ansiedade, angústia e solidão
Morar sozinho é, antes de tudo, libertador. Sem regras, sem cobranças, sem exigências, sem prestação de contas. Todavia, passarinho que come pedra sabe (ou deveria saber) o cu que tem. A privacidade cobra um preço: a solidão. A liberdade, na verdade, aprisiona.
Presa dentro de quatro paredes, a mente torna-se um depósito de pensamentos. Condenada com o alto fluxo de ideias, só resta à mente se entregar ao agito; agito esse que se materializa na forma de angústia e ansiedade: angústia por despejar para fora todo os pensamentos guardados e ansidade pelo medo de não conseguir fazê-lo em tempo hábil.
Sozinhos. A solidão é uma companheira inevitável. Não ter alguém para rir, não ter alguém para desabafar, não ter alguém para reclamar do cotidiano, não ter alguém para embarcar em loucuras únicas contigo. A liberdade aprisiona e como aprisiona.
E a quarentena só reforçou isso: nos foi dada a possibilidade de termos férias ilimitadas. Mas havia um preço a se pagar: as relações sociais. Aqui foi que pudemos entender o valor do outro: ter alguém para contar os planos do seu futuro restaurante/ bar, ter alguém para se queixar da rotina do vestibular, ter alguém para tagarelar sobre seus relacionamentos amorosos prévios, ter alguém para falar da saída de patrícia poeta do jornal nacional...
Percebe-se a agonia daquele que mora só quando encontra alguém para finalmente despejar seus pensamentos: a boca não para, a mãozinha incessante, o coração acelerado o pescoço enrijece pronto para reagir a qualquer ameaça de interrupção do seu discurso loquaz... e aí de quem interromper; seria como atirar pedra na cruz.
Morar sozinho é libertador? Sim; mas a que preço?
booty shorts that say "tell you what, we coulda had a good life together! fuckin real good life. had us a place of our own. but you didn’t want it, ennis! so what we got now is brokeback mountain! everything’s built on that! that’s all we got, boy, fuckin all. so i hope you know that, even if you don’t never know the rest. you count the damn few times we have been together in nearly twenty years and you measure the short fucking leash you keep me on – and then you ask me about mexico and tell me you’ll kill me for needing something i don’t hardly never get. you have no idea how bad it gets! i'm not you- i can’t make it on a couple of high-altitude fucks once or twice a year. you are too much for me ennis, you sonofawhoreson bitch! i wish i knew how to quit you." on the ass
Refogado de vulnerabilidade com uma pitada de cacau
O que fazer quando você não consegue iniciar o preparo de uma receita que, embora te assuste e possa te arrancar um pouco de suor, vai te saciar e abrir portas para cozinhar diversos outros pratos? POR QUE você não consegue? Melhor dizendo: por que EU não consigo?
E o que fazer quando você finalmente consegue começar a fazer o seu refogado de vulnerabilidade com 40 gramas de cacau? O que fazer quando EU finalmente consegui reconhecer que vulnerabilidade é poder?
Estou sendo inconveniente? Ele perdeu o interesse em mim? Não demonstrei ser maduro o suficiente? Na perspectiva dele, um relacionamento com 21 anos de diferença está fadado ao fracasso? Falo ou não falo? Por que ele não fala? Ele deve achar que eu só quero sexo e nada além de sexo, será? Minhas 19 microgramas de medo, incerteza e ansiedade não são páreas para as 40 arrobas de maturidade, inteligência e criticidade dele? Ah, o agridoce gosto do adolescer...
Sempre utilizei o desinteresse como um mecanismo de defesa contra dores e decepções. No entanto, foi preciso uma pandemia viral mundial para me fazer perceber que eu precisava de relações e, para conseguir isso, precisava também me vulnerabilizar. E veio você... ah, tinha que ser você! Você me fez acender a luzinha que nem tudo é beijo e sexo, você pegou minha mão e falou “vamos nos conhecer mais”. E, assim como a luzinha da vulnerabilidade, o farol da imaturidade também deu o ar das suas graças: um encontro de apenas 5 horas e eu sai imaginado coisas inimagináveis com ele...
Como posso ser tão maduro a ponto de assumir cargos de liderança na universidade e, ao mesmo tempo, ser tão instável quando se trata de relacionamentos interpessoais... o (re)adolescer é agridoce: afaga o coração e arranha a ego; tem o gostinho doce de açaí no começo e o intrigante e enjoativo gosto de coco no finzinho.
E de repente a dor apareceu: começou com respostas frias, falta de interesse em aprofundar conversas e, por fim, o desaparecimento. Dramático? Talvez! É o readolescer: trazer novamente a imaturidade intrínseca de uma criança de 12 anos que se apaixona pelo coleguinha da turma. “Só foi um dia sem falar” poderia pensar eu... mas não, era o cara que me cobrou papo pela noite quando eu havia falado pela última vez em uma manhã. Sinto como se todo o calor da paixão que queimou no meu peito tivesse sido apagado com um balde de água fria. Senti paixão, senti o friozinho na barriga de querer impressionar alguém, idealizei várias coisas e agora tudo parece correr para o “dar errado”. Doi? Demais, mas é sobre isso: curtir todo o processo. Eu vou superar e inúmeros (espero que não tantos) homens passarão por mim até eu encontrar o amor da minha vida (se é que eu mesmo não já seja ele).
Não é sobre se apaixonar por ELE, é sobre redescobrir a experiência de se apaixonar, é sobre se abrir a um sentimento e não ter medo de deixá-lo invadir seu coraçãozinho. Sair mais, investir em mais relações, conversar mais, conhecer mais... é sobre criar vínculos, é sobre vulnerabilidade! Não é sobre ter o coração partido por ele, mas é sobre ter coragem de entrar na arena e se entregar de corpo àquela luta: a luta de destruir uma parede de concreto criada ao longo de anos para se proteger das emoções positivas e dar lugar a uma vida com mais vulnerabilidade e todo o combo que vem junto com ela: amor, alegria, dor e tristeza.
Preparar o refogado demanda se entregar a todo o processo do cozinhar: avaliar opções, selecionar ingredientes, combinar os preparados, sentir o friozinho na barriga do “será que vai dar certo?”, ver dar errado, chorar porque fracassou, tentar de novo e, só então, deliciar-se com os frutos do seu suor - mesmo sabendo que ainda há uma pia cheia de prato sujo para limpar em algum momento. Vulnerabilidade é abraçar a iminência do sucesso e a possibilidade do fracasso, é sobre comemorar a alegria e abraçar-se à tristeza, é vivenciar a experiência plenamente com uma atitude aberta e não julgadora, é aprender a flertar com o hit e a conviver com o flop. É contemplar a dualidade da vida: não há yin sem yang, luz sem escuridão, anjos sem demônios; é saber e querer temperar a vida com traços de um molhinho agridoce.
Mesmo minha habilidades gastronômicas sendo tímidas, esse tá sendo um dos pratos mais difíceis de montar. Vai queimar? Tá bom de sal? Tem gosto? Não sei. E se der errado? Me esforço para lembrar que tenho vários outros ingredientes guardadinhos no armário para tentar mil e uma vezes esse refogado. Tenho folha de louro, pimentinha e mel... Além disso, sempre haverá um filmezinho águinha com açúcar e um pote de sorvete me aguardando para ser meu porto seguro para derramar lágrimas.
Essa definitivamente não é minha canção do cisne...e lá vamos nós rumo à exposição de fraquezas, porque mostrar o nosso calcanhar de Aquiles é vulnerabilizar-se e vulnerabilidade é sinônimo de mais relações em nossa vida; vulnerabilidade é poder!!!!!
Um ode ao amargo do cacau, ao apimentado da sul-americana pimenta-caiena, ao salgado de um feijão “tortamente” preparado, ao doce do açaí e ao intrigante e enjoadinho do coco... Um ode a todos os sabores da vida, porque o que seria dela sem as peculiaridades de cada um deles!
noil
LION. Today, I’m feeling like a lion.
These first 4 weeks in this 3rd year at med school was pretty amazing, I’m finally feeling like a doctor, using my knowledge in the ambulatories, doing a lot of obgyn procedures, standing out with my obgyn habilities, literally feeling like a great man =P.
TOUGH TIMES
Unfortunately, this feeling came out with the horrible sensation that I don’t get respect from other people (especially from the doctors). I was sad, I was feeling depressed and like a piece of shit. As a future gay doctor, I know that I’ll feel like that a lot of times, because this class is really really ultraconservative, but I feel like I’m becoming a lion, leaving my mark, marking my territory, being incisive and secure of what I say and of what I do, finally being more sure of who I am.
THE INSIGHT
This week I had this insight. Today, a obgyn patient came to me (when I was with the cardio teacher) and I had the opportunity to assess her story, to do the exames and etc. I was surprised when my teacher entered in the room and said “Today I am the person who are going to learn something (with me, she means), she turned out to the patiente and said “I’ll send you to the obgyn doctor, but here you are with the whiz at obgyn (she was talking about ME). I suggested to try do the gynecology examination there and the teacher ACCEPTED, she gave free pass to find the decos’ gynecology and a appropriate room [... 100 years late, because I am so exciting with all of this]
Monday, my teacher said that I was studying gynecology so hard. Tuesday, myrthis gave me the opportunity to assess a patient ALONE at the cemar, she also said to the residents to leave me do the parturition procedure. The doctor on duty at Sta. Isabel also sent me to do a lot of examinations. And today, THAT! I’m feeling amazing.
LOUDER THAN A LION
I feeling less shy in what I say in the PBL sessions, in the case’s discussions. I’m feeling like a real-respectful-great doctor. I think that is the first time I’m feeling unbeatable, like no one can hit me, like I’m one of the best. This feeling is amazing, I never allowed myself to feel that and now I’m confident enough to allow it.
I’m finally getting out of the cage. I'm feeling like a lion.
One more time in my life, something hard made me more stronger, made me rise up from the sadness, made me a little bit smarter, MADE ME A FIGHTER. This is why I never complain about tough’s experiencies, I just accept and live it, because I know the joy comes in the morning.
... And you’re gonna hear me ROAR.
ajustamento [substantivo masculino] 1. ação de integrar(-se) em um determinado contexto; adaptação, amoldamento, conformação
Não tem palavra melhor do que essa para definir o meu 2019. Foi um ano em que tive que desempenhar diversos e novos papéis em minha minha vida. Tive que rebolar muito para acompanhar o passo da vida (coitada, mal sabe que sou um péssimo dançarino). Um ano difícil, no qual tive que me adaptar e readaptar diversas vezes e em diversos âmbitos da minha vida. Um ano em que tive que não deixar a peteca cair por diversas vezes. Como resultado do ajustamento, vem junto o amadurecimento e, com certeza, um Ricardo melhor do que o de 12 meses atrás. Se viveria outro ano como esse? Sem dúvida algumas. Até porque a força não nasce da força, a força pode apenas nascer da fraqueza. “[...] Por isso seja orgulho das suas fraquezas de agora, pois elas são o começo da sua força - Claire Weekes”. Assim, contrariando o senso comum, desejo para nós um 2020 de obstáculos, porque eles nos forçam a evoluir. Sem dificuldade nenhuma a ser superada, a vida fica sem graça e perde parte do encanto. Sendo que não há coisa melhor do que olhar para trás e ver que os obstáculos superados nos transformaram em pessoas maiores, mais fortes e mais capazes. VALEU 2019
it’s 6 pm and i’m here... | i fell in love with a girl
writing about me. about you. about us. one of the best things that happened to me in the last year. I always loved your friendship, your company and what you could teach to me. You were an amazing friend to me and I can’t thank you enough for what you’ve done for me, what your friendship have done for me. I always thought that I could not fall in love with a girl and you came to me.
I doubted about my sexuality. I fell in love with you. I did not get you out of my mind in that week. I confessed to you. I kissed you. I imagined our sex. We chose to continue as friends. We broke up. But I still love you... I will always love you (as a friend, a great friend btw).
How I could allow myself to live this? Am I in the right way? Am I choosing the right choice? I lived one week, one fucking crazy week thinking about you, about the feeling that I was living with... I was confused.
I did not see you on Sunday, on Monday, on Tuesday, but I never wanted more like these days... Wednesday came... Great wednesday. You worked hard baby, HARD. Sending me all these signals, but I still being a fool =P (not fool at all, just confused and scared).
God bless Thurday, because that was the best thursday of my life. Let’s just say that!
NERVE. It took me so much nerve to do why I did. One hour, 60 minutes trying to tell you. Scared. Confused. “What if all of this was just a crazy thought?”, “what if she didn’t want to do this?” “Do I know how to kiss a woman” - by the way, do I know? haha =P. And we did that. OMFG WE DID THAT. How could you?
The best 24 hours!!!!!!!! Actually, we spent more than that together. Whatta woman. Whatta day.
BORN TO BE WILD. Just feel the breeze. Chill out. Enjoy the vibes, the energy. Kiss her. Live this. Allow yourself to love someone. I’m too frozen. VULNERABILITY. You’ve done that. I was, I am so afraid of vulnerabilty and you put me to live this. You took that from me. Congratulations girl. Great and powerful woman for doing that.
When I was confused if I was arromantic. You came at me. You (re)teach me how to love. You show me again how it’s to love someone. You bring me to live this with you. It was amazing. The best weekend of my 2019.
We’ve passed all the semester talking about my fear of vulnerabilty. And you got it. I gave it all. I gave it all that I got to you in these days. I loved you - truly, sincerely, from the bottom of my heart. I don’t know how, but I allowed myself live that. Holy shit, I still don’t know how you did that. And most important: I DON’T REGRET ANYTHING. It was a great experience and I will always remember when I fell in love with a girl; when a gay man fell in love with the most beautiful and amazing girl in the world and when these two little crazy human-beings became great and truly friends, more than that: confidents.
Little B, I just wanna say thank you for this crazy and amazing experience.
A playlist featuring The Features, Lana Del Rey, Demi Lovato, and others
I’ll came here whenever I want to remember about our crazy-pretty-dirty-great love story
I never really feel a thing
I'm just kinda too frozen
You were the only one
That even kinda came close
I just pinch myself
No longer comatose
Another day goes by
So hold me tight
Hold me tight, or don't
am I a bissexual man?
11.30.2019
first
vegetarian
Yesterday (08.23) I decided to try a plant-based diet.
I think I don’t eat meat since wednesday’s lunch, but I will define yesterday as my first day as a lacto-ovo vegetarian. I bought chickpeas and I’m very excited with this experience. Of course, I’m concerned with what’s happening in Amazonia, but I’m joining that for another reasons. A plant-based diet is cheaper to me and I feel amazing and not guilty when I eat vegetables. Ifeel myself pure and clean when I eat this kinda of food. Also, I struggle a lot with my skin and this week I felt like it became more clean and I’m loving it
Well, let us see how it’ll end. I’ll try to avoid meat for a couple days, but I pretend go with this for more time.
At my lunch, today I ate pasta with vegetables, chia and a chickpeas’ sauce.
IM FEELING AMAZING
Giving myself a break
August 1st (thursday) I wasn’t so right. I was needing a break. I was feeling very unmotivated, tired. The med school was literally freaking me out. So I just decided to give myself a break to reset and clear my mind. First, I came from unit and watched Civil War and after that I just went to sleep. On Friday, I didn't go to unit and I went to buy some skin care stuff - I really proud to have the courage and determination to inititate this fight, it's so hard to me, I use my skin as a scape for my anxiety and I know that I can't do that anymore. At night, I got round with two different groups of friends. First, I was with my vegas group, with my little, pretty and dirty boys and after that I was with my people from university, we ordered pizza and ate açaí, condensed milk and pudding til 2am - that was so fucking good. On saturday, I cooked at morning, went to a LGBT's symposium at UFS and at night I had the best sex of my life - damn, it was so FUCKING god. On monday, I watched Interstellar and I slept all afternoon. At night, a friend of mine came to my house and we had sex and he gave me the opportunity to MMJ. It was my first time and I felt a kinda good, I don't know if I got so high, but I felt good. I just stayed there, thinking and feeling the vibe. I woke up again at 2am and now it's 5am and I still awake writing it down.
Well, there’s a reminder to myself of how good is give myself a break. Sometimes we just need to stop to feel good to get back on track. Man, if you need to do this again, I just can say: GO FUCKING DO