Publicação original em https://violeta.iuri.blog.br/hipocrisia/ Copyleft branco.iuri.blog.br
--
Curtir isso:
Curtir Carregando...
#Bosta, #Hipocrisia, #Merda, #Naturalização

pixel skylines

roma★
Today's Document
ojovivo

Janaina Medeiros

No title available

#extradirty

JVL

shark vs the universe
EXPECTATIONS
Game of Thrones Daily
Misplaced Lens Cap

No title available

❣ Chile in a Photography ❣
official daine visual archive

ellievsbear
Cosmic Funnies
Fai_Ryy
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
occasionally subtle

seen from Ireland
seen from United States
seen from Malaysia
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Australia

seen from Türkiye

seen from United States
seen from Mexico
seen from Mexico
@somostodxslixo
Publicação original em https://violeta.iuri.blog.br/hipocrisia/ Copyleft branco.iuri.blog.br
--
Curtir isso:
Curtir Carregando...
#Bosta, #Hipocrisia, #Merda, #Naturalização
Publicação original em http://branco.iuri.blog.br/somos-todos-macacos-1/ Copyleft branco.iuri.blog.br
--
Eu como bananas desde 1990, tenho raízes africanas, e não esperei até 2014 para ficar feito um imbecil nas “redes sociais” elucidando isto.
Sociedade de cultura massificada tem o que merece.
#áfrica, #AntiRacismo, #Burrice, #ContraRacismo, #CulturaDeMassa, #Facebook, #Macaca, #Macaco, #Macacx, #Massa, #Massificado, #Negra, #Negro, #Racismo, #SomosTodasMacacas, #SomosTodosImbecis, #SomosTodosMacacos, #SomosTodxsImbecis, #SomosTodxsMacacxs
Publicação original em http://wp.me/p3WOG4-2H Copyleft branco.iuri.blog.br
--
Sociedade de gado, tratamento de choque (sarcasmo e cinismo).
Segundo a minha interpretação, a existência de um “dia internacional da mulher” é a elucidação das seguintes premissas imperativas:
Se o machismo acabar, com certeza absoluta vai ser depois de eu morrer;
Se há necessidade de se criar uma data específica para esta causa, e este dia ainda é relevante, então esta sociedade é necessariamente infantil e tem muita coisa para aprender ainda;
Eu nasci e vivo em uma sociedade que se comporta como gado e a lógica vigente é: as coisas para funcionar têm que ser globalizadas, massificadas, e as minorias opositoras devem ser massacradas e extintas da história;
Eu não tenho outra escolha a não ser sarcástico, cínico e rude com todo mundo, o tempo inteiro, sob pena de ser conivente, tolerante e condescendente com a miopia caso eu aja docilmente ao perceber a miséria da sociedade;
Em alusão ao dia do Natal, que eu também não respeito, que é uma data onde as pessoas resolvem se abraçar, se uma sociedade tem um dia internacional da mulher, então eu tenho outro problema: tenho que lidar com o orgulho e a soberba oriundas da minha consciência que me diz que eu busco respeitar o feminismo e as mulheres de forma geral todos os dias do ano. É um esforço desumano que eu tenho que fazer para não me sentir superior a quem precisa de um dia de conscientização para abrir os olhos para a necessidade disto, como se não estivesse implícito e óbvio para todx e qualquer observadorx dedicadx;
É pedir demais para mim me identificar com gente que agrega valor a um dia específico do ano. Eu considero que isto é um hábito de sociedades antigas mal apropriado pela sociedade atual onde estou inserido. Eu entendo que esta sociedade tem condições intelectuais de se apropriar destas causas com métodos mais eficientes do que datas comemorativas / simbólicas. Se eu não respeito Natal que é de Jesus, porque é que eu vou respeitar o dia da Mulher?
“Parabéns” é o caralho (o caralho mesmo, não a buceta). Meu respeito, minha atitude, minha consciência são deflagradas diariamente pra quem quiser ver. E quem acha que não, que se foda. Não sou pautado pelo teu preconceito e se eu tiver que me esforçar, nunca vai ser pra te agradar.
Só faz sentido admitir a existência do machismo, e lutar contra isto, se a seguinte premissa estiver satisfeita:
A sociedade em que vivemos é doente.
Nesta circunstância, e somente nesta circunstância, faz sentido admitir a existência do machismo. Porque o machismo é um conceito esquizofrênico, alguém só poderia admitir a existência disto em uma sociedade esquizofrênica.
O que é exatamente o nosso caso.
Então faz sentido admitir que há machismo porque vivemos em uma sociedade esquizofrênica. E neste cenário parece não ter outra possibilidade de coerência a não ser lutar contra o machismo. Daí a justificativa para a existência do feminismo, do dia internacional da mulher e de outras consequências.
Eu tenho dificuldade para ser otimista em um cenário destes. Tenho dificuldade para participar deste processo, porque não consigo me enquadrar de nenhum dos dois lados. Me sinto incapaz de me declarar machista ou feminista, porque não me identifico com nenhum dos dois conceitos. Aos meus olhos, estes são dois absurdos da mesma exata magnitude, que só fazem sentido em uma sociedade esquizofrênica.
Curtir isso:
Curtir Carregando...
#DataComemorativa, #DiaInternacionalDaMulher, #Feminismo, #Gado, #Machismo, #Mulher, #Sociedade
Publicação original em http://wp.me/p3WOG4-2n Copyleft branco.iuri.blog.br
--
Zombie Walk profissional
Zombie Walk
Curtir isso:
Curtir Carregando...
#Consumismo, #FelizNatal, #Hipocrisia, #Natal, #Sociedade, #ZombieWalk
Publicação original em http://wp.me/p3WOG4-29 Copyleft iuri.blog.br/branco
--
Lixo no chão
Curtir isso:
Curtir Carregando…
#Lei, #Lixo, #LixoNoChão, #Sociedade
10 postagens!
Publicação original em http://wp.me/p3WOG4-22 Copyleft iuri.blog.br/branco
--
Horas replicando mentiras e distorções da mídia golpista e escrevendo sobre isto nas redes sociais: 96 e contando… Horas escrevendo denúncias para o Ministério Público e aprendendo sobre administração pública e legislação: ZERO
Facebooktivismo[/caption]
Curtir isso:
Curtir Carregando…
#Corrupção, #Corrupto, #Facebook, #Golpista, #Inércia, #Mídia, #Omissa, #Omissão, #PIG, #Sociedade, #Vício
5 postagens!
Publicação original em http://wp.me/p3WOG4-1p Copyleft iuri.blog.br/branco
--
Disclaimer
Aviso importante: Isto são extratos de expressões que tangem a essência das coisas, principalmente da natureza humana. Qualquer pessoa que estiver prestes a destruir o que entende por “vida”, “vida social”, ou qualquer outro tipo de nomenclatura que usem para designar o teatro de palhaços que é a humanidade, não deve levar estes textos a sério. Isto pode causar problemas irreversíveis para qualquer pessoa facilmente influenciável. Em caso de sinistro, procure seu médico, doutor, guru, padre, pastor, conselheiro, abusador sexual, explorador contumaz ou qualquer outra pessoa costumeira disposta a te dar razão, te fazer sentir importante e depois te fazer pagar um preço alto por isto sem que tu perceba.
Descrição
Tudo é influência.
Seria de se imaginar que quem não assiste televisão não é influenciadx. Seria de se imaginar que quem não lê jornal não é influenciadx. Seria de se imaginar que quem não tem perfil em redes sociais não é influenciadx. Mas não tem onde se esconder.
Não tem como não ser influenciadorx e influenciadx.
Tudo o que eu falo, tudo o que eu escuto, é tudo uma futilidade sem valor algum.
São todas suposições e presunções que eu compartilho, aceito, e encaro como realidade.
A todo momento alguém vem me pedir pra me definir, me descrever. Não tem nada que eu possa falar. Por insistência, acabo criando um personagem e descrevendo este personagem para as pessoas que solicitam que eu faça isto. Mas consigo ver claramente que eu pareço com uma criança que está a imaginar um ser idealizado e descrevendo-o como se fosse real, mas ela mesmo é incapaz de se convencer daquela mentira que está inventando em tempo real.
Às vezes eu já tenho porções da mentira quase prontas, tal é o número de solicitações que me fazem para me descrever, então vou simplesmente juntando as coisas e continuo a descrever estes personagens ilusórios que faço de conta que sou eu.
Mas cada dia tenho menos energia para continuar fazendo de conta que eu sou estas coisas.
Tenho a impressão de que não há alguém capaz de aceitar minha real natureza como sendo a minha realidade. Todos aqueles que vêm me perguntar sobre quem eu sou só ficam satisfeitos quando se sentem ludibriados, enganados e convencidos de que eu sou qualquer coisa além de mim mesmo. Parece ser impossível para estes tomarem como verdade as minhas maiores expressões de honestidade e sinceridade. Quanto mais próximo da mentira é a minha expressão, mais aceitável e agradável ela se torna para quem pede que eu me expresse.
E parece não ter outra forma para entrar em contato com os outros a não ser ficar mentindo, influenciando as mentiras dos outros, e sendo influenciado pelas mentiras dos outros.
Mas ser imbecil cansa. E a cada dia eu tenho menos paciência pra ficar fazendo de conta que eu acho que sou importante, que eu aceito elogios, que eu aceito correções, que eu aceito qualquer tipo de interpretação, julgamento, admiração ou qualquer coisa que alguém que não tem como ver o mundo através dos meus olhos acha que sabe sobre mim.
Recentemente tive a oportunidade de botar os pés no chão e experimentar a energia da terra. E por consequência disto tive a experiência sincera e vi claramente como não há Iuri algum para ver. Eu crio personagens de acordo com a necessidade, e se isto estiver indicado. Se estiver indicado que o personagem deve morrer porque está atrapalhando mais que ajudando, ou por qualquer motivo ou falta de motivo que indique isto, então, assim como eu criei o personagem em primeiro lugar, eu destruo ele.
Personagens são ferramentas, e é inaceitável que eu confunda estes caricatos falsos com a minha natureza verdadeira, que não tem existência real.
Este que escreve é só mais um personagem. Todas as intervenções que eu faço são totalmente falsas e incoerentes. Não tem como eu ser premiado ou punido por algo que eu escrevo porque depois que eu termino de escrever eu já não concordo com o que foi escrito. Eu não me contradigo porque eu estou sempre negando o que eu falo, e sinceramente, eu olho pra mim e sou incapaz de identificar algum tipo de preocupação ou medo das consequências que geram as minhas expressões. A morte é irrelevante.
Referências bibliográficas:
Medo da Chuva – Raul Seixas, intepretado por Raul Seixas e Zé Ramalho e disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=ftRvcLxtruc
Meninas do Brasil – Fausto Nilo, finalmente interpretada pelo próprio compositor e disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=Esi_H_huKBM
Curtir isso:
Curtir Carregando…
#Influência
Publicação original em http://wp.me/p3WOG4-1n Copyleft iuri.blog.br/branco
--
Disclaimer
Aviso importante: Isto são extratos de expressões que tangem a essência das coisas, principalmente da natureza humana. Qualquer pessoa que estiver prestes a destruir o que entende por “vida”, “vida social”, ou qualquer outro tipo de nomenclatura que usem para designar o teatro de palhaços que é a humanidade, não deve levar estes textos a sério. Isto pode causar problemas irreversíveis para qualquer pessoa facilmente influenciável. Em caso de sinistro, procure seu médico, doutor, guru, padre, pastor, conselheiro, abusador sexual, explorador contumaz ou qualquer outra pessoa costumeira disposta a te dar razão, te fazer sentir importante e depois te fazer pagar um preço alto por isto sem que tu perceba.
Descrição
Eu não tenho opinião alguma sobre as tuas reclamações, Maurício. E também não disse que não era pra ti reclamar. Se fosse o caso, eu só ia apagar a tua mensagem e te remover da lista.
Tampouco estou convidando alguém a se importar com problemas de outros lugares porque não faz sentido isto. O ser humano só tem como se importar consigo mesmo, não faz sentido se preocupar com os outros.
O que eu aproveitei para dizer com a tua primeira manifestação, e não é porque foi tua, mas porque estavam ali as palavras necessárias para permitir que eu produzisse uma resposta, é a minha versão daquela frase “a grama do vizinho sempre é mais verde”, e como eu entendo isto como invalidade intelectual. Eu vejo as pessoas trabalhando para tornar sua grama cada vez mais parecida com a do vizinho, mas eu digo que é melhor botar fogo na grama e rir da cara do vizinho.
Sobre o que tu chama de coitadismo, eu entendo o suficiente para determinar que a tua opinião sobre coitadismo é inválida. Eu infelizmente não assisto RBS, não leio Zero Hora ou sei lá que outras babaquices o pessoal faz aqui em Porto Alegre pra se manter na escrotice. O que eu sei é que eu olho estas pontas de iceberg que vocês produzem, como por exemplo, mas não limitadas a “isto não leva a nada”, da mesma forma que um ser humano olha para um símio.
Se tu tem que manifestar a tua opinião sobre “coitadismo”, é evidente para mim que tu não tem em absoluto qualquer tipo de experiência relevante sobre o assunto. Mas eu tenho que te dar crédito. Tem imbecis que guardam a sua opinião e perdem a chance de ser criticados, permanecendo na imbecilidade e se dando mal diariamente sem saber porque.
Tu não sabe se leva a algum lugar porque tu não foi lá pra saber. E também não tem ninguém que foi lá pra determinar se leva ou não a algum lugar. O que tu tem são opiniões escrotas de gente escrota que ficam te dizendo o que é que tu tem que pensar, exatamente como eu estou fazendo com este texto. Ser escroto não é feio. Feio é replicar escrotice como se estivesse falando sério. Eu não me contradigo porque estou explicitamente dizendo que eu não tenho nada pra falar e quando escrevo estou explicitamente te dizendo que isto aqui é só a minha versão da mesma burrice que tu promove por aí. O que seria inaceitável seria declarar aqui que o meu texto é de alguma forma útil, o que não é o que eu estou fazendo, tanto que estou escrevendo no meu blog, que ninguém lê, pra não pixar o espaço sagrado desta lista de merda do matehackers, para que não pareça que a minha burrice é mais “certa” que a dos outros.
Quando eu falo que é burrice ouvir uma pessoa determinar o que leva a algum lugar ou o que não leva a algum lugar e achar que da pra aceitar esta premissa como válida, o que eu estou dizendo é exatamete isto. Aceitar a opinião de alguém, não importa quem, é burrice. Mas isto só se torna evidente quando a gente sai por aí replicando. E o fato de tu ter a coragem de botar esta burrice pra fora te da uma chance de se livrar desta burrice, o que de certa forma de destaca de uma horda inteira, mas não leva isto a sério, isto não te torna diferente do rebanho que a gente faz parte. Mas como está implícito nesta minha afirmação, se livrar de uma burrice não torna a burrice menos burra.
Digo mais. O fato de eu chamar isto de burrice não me torna menos burro tampouco. O caso é que não tem ninguém que não seja burro com propriedade para chamar os outros de burro, então como é que nós vamos poder apontar o dedo para os outros enquanto não aceitarmos que também apontem para nós mesmos? Parece que não tem outro jeito a não ser criticar sem algum tipo de propriedade, porque não tem ninguém certo pra servir de parâmetro.
Há sim, uma horda de zumbis leitores de Veja, Folha de São Paulo, Estadão, Zero Hora e outros papéis higiênicos que acham que ler estas coisas os torna dignos de ter opiniões relevantes. Mas replicar frases produzidas por gente que fica lendo dicionário e tentando impressionar eiditoriais não torna ninguém inteligente. Muito pelo contrário. Mas não sei se é o teu caso.
Se tu tivesse uma experiência real sobre o que tu chama de “coitadismo”, aceitasse ser um “coitado”, adotasse práticas significativas na tua vida acerca de “coitadismo”, experimentasse e permitisse que isto guiasse todas as tuas atitudes, ainda assim tu entenderia pouco ou quase nada sobre o que tu chama de “coitadisse” e a tua opinião sobre isto continuaria irrelevante.
Onde quer que eu vá vejo as pessoas relatando como a vida seria melhor em outro lugar, em outras circunstâncias. Mas nunca vi ninguém mudar as circunstâncias, só vejo gente se iludindo e acreditando que vai mudar as circunstâncias, que um dia vai dar, que a vida vai melhorar, que fulano siclano beltrano conseguiu e eu também vou conseguir, e todas os outros recursos que as pessoas, genialmente, utilizam para se manter na inércia sem fazer porra nenhuma e achando que esperar cair o maná do céu vai funcionar.
Mas basta usar o cérebro e observar que não há um exemplo sequer de alguém que mudou as circunstâncias, e qualquer pessoa que tiver esta certeza arraigada na mente, consciente ou inconscientemente, vai ficar andando em círculos e esperando o seu Messias chegar.
Talvez o que dê pra mudar então é o contexto, e não as circunstâncias. Mas isto deve ser tão pessoal que a minha experiência é inútil para qualquer outra pessoa, e da mesma forma não estou interessado em saber como isto funciona para outras pessoas, porque a experiência dos outros é inútil para mim. Não tem como eu andar nos chinelos dxs outrxs. Não tem como alguém olhar o mundo através dos meus olhos. Sobre fazer alguma coisa para mudar o contexto, cada indivíduo está completamente sozinho e não tem nada que os outros possam fazer para ajudar. E pedir conselhos significa fugir do trabalho.
Texto recente que eu produzi sobre Altruísmo:
Cada um de nós é um universo. Não tem espaço neste mundo para todo mundo brilhar. é coerente que para um enriquecer outros tantos precisem ficar pobres. Faz sentido. Para que alguém possa expandir seu brilho é necessário que muitos apaguem para que um possa brilhar. Faz todo o sentido morrerem muitos para exaltar a identidade de um indivíduo. Cada um tem o seu momento de brilhar e pode brilhar indefinidamente. Enquanto indivíduo, um indivíduo pode ser um universo inteiro. Contudo, quando há outros universos próximos então este indivíduo se recolhe para dar espaço para os outros expandirem. Seria de pensar que terminar com sua existência é dar espaço para os outros brilharem e isto é uma demonstração de altruísmo. Contudo, isto é um egoísmo muito grande, pois aquele que deveria brilhar está abdicando da sua oportunidade, e foi incapaz de perceber que ele era necessário para os outros que o cercavam. Cada indivíduo é de suma importância para o lugar onde se encontra no momento em que se encontra. O universo tem esta propriedade de colocar tudo no lugar certo e na hora certa, sempre.
…que está horrível. Tem uma frase muito melhor que está em um muro que eu passava na frente e observava atentamente TODO DIA de manhã, há algum tempo atrás, que dizia “Nunca feche os olhos para o mundo, pois há sempre alguém esperando pelo brilho do seu olhar“.
E tem esta frase que eu falei para alguém que estava demonstrando preocupação há algumas semanas atrás: “Não faz sentido se preocupar com xs outrxs. Não estou dizendo que o ser humano é incapaz de se preocupar com xs outrxs, só estou dizendo que não faz sentido isto.”
Referências bibliográficas:
Mais uma intervenção que só foi possível graças ao Maurício na lista do Matehackers: https://groups.google.com/forum/?fromgroups#!topic/matehackers/_0G73ScM8G4
O Maurício é extremamente importante para este blog e parece que ele é o motivo principal de todo o esforço que eu tive pra botar essa porra no ar, afinal a maioria do conteúdo postado só foi possível graças a ele. Por mais simples que pareça o site, isto levou algumas horas “ociosas” escrevendo código, quando eu deveria estar comendo chocolate, tomando café e outros enteógenos, investindo na minha vida social e pessoal, vendo televisão, jogando, ou sei lá o que vocês aí fazem no mundo real. Eu particularmente gosto de andar na rua e observar as pessoas. Mas cada louco com o seu ócio. Voltando ao assunto, se alguém gostar do site, dê forças para o Maurício, para que ele tenha energia suficiente para me aguentar.
Esta postagem também é altamente influenciada pelo muro de Veranópolis com a frase que está no corpo do texto, eu em uma ocasião consegui fotografar o muro, e a imagem está disponível em: http://iuri.blog.br/img/nao_feche_os_olhos.jpg
“Como você é burro” – Caetano Veloso em Vox Populi, disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=-MK1q9fZjeI
Curtir isso:
Curtir Carregando…
#Altruísmo, #Coitadismo, #Matehackers, #Maurício
Publicação original em http://wp.me/p3WOG4-1f Copyleft iuri.blog.br/branco
--
Disclaimer
Disclaimer: Utilize o texto, ou parte do texto SEM citar a fonte ou autor original. Caso seja necessário, assuma a autoria do texto ou parte do texto. Nada disto deve ser levado a sério, assim como toda e qualquer expressão humana não tem como ser levada a sério. Qualquer tentativa de comparar o que está relatado aqui com a realidade, é meramente o resultado da tentativa de comparar o que está relatado aqui com a realidade.
AVISO: Isto desrespeita valores de família e convenções sociais aceitas sem questionamento. Se tu busca conservar valores morais, éticos, religiosos, filosóficos, utópicos, sagrados, tetragramatônicos e outras imbecilidades, salva tempo e não leia isto. Isto não é um blog de família e eu não trabalho vendendo respeito. Vai tomar no cu. Avisadx.
Descrição
Matei minha mãe.
Alguém só nasce depois que mata o pai e a mãe.
Isto originalmente era uma resposta a uma foto que a minha mãe botou no Facebook com a frase “Desde o dia em que tu nasceste, eu criei a ilusão, dentro de mim, que poderia caminhar por ti.”
Eu entendi claramente que trata-se de uma reflexão que a minha mãe teve e que ela só queria compartilhar isto com o mundo porque ela se orgulha dos filhos que tem. Eu, no entanto, para garantir que continue merecendo este orgulho, resolvi expandir a reflexão da minha mãe para quem interessar possa. A resposta que deveria ter ido só pro Facebook é a que segue:
Sim, depois o cara cresce, desrespeita a lei de viver como nossos pais, manda a mãe tomar no cu no Facebook, e causa problemas para a lógica social inteira.
Há quem diga que não é necessário enterrar o pai e a mãe para se tornar independente, mas quem fala isso são crianças assustadas que não saíram debaixo da saia da mãe. Algumas crianças assustadas com 20, 30, 40, 50, 60, 70 anos.
Quando eu tinha medo de perder a minha mãe eu não conseguia aprender a voar. Depois que eu MATEI a minha mãe, enforquei, trucidei, cortei em pedaços, botei fogo e enterrei, ela nunca mais largou do meu pé, e me apoia sempre onde quer que eu vá, no que quer que eu faça.
Só o que eu perdi jogando no LIXO o meu apego pelos valores da minha família e pelos meus pais foi limitação e incapacidade de voar com as minhas próprias asas. E agora eu caminho com tal firmeza que sou eu quem carrego a mãe no colo quando ela precisa.
Eu queria que as pessoas aprendessem com as águias, que quando decidem que é o momento, atiram os filhotes penhasco abaixo e gritam “VAI À LUTA, GUERREIRO” – “ah, mas eu não sei voar, mãe” – “TE FODE, OU TU APRENDE OU TU MORRE”. Mas tenho a impressão de que não temos muita alternativa a não ser manter esta lógica social de crianças medrosas ensinando suas crianças a terem medo…
Qualquer umx que ainda me disser que é rude mandar a mãe tomar no cu no Facebook, que não tem como simplesmente matar a mãe, está me dizendo que é uma criança assustada, não importa a idade, e que tem medo de se tornar umx adultx. Eu direi então, que este texto aqui não é pra crianças. Este texto não é pra medrosxs.
Eu matei minha mãe (metaforicamente, retardadxs!), divulguei isto aqui para o mundo inteiro, e quem quiser saber o que ela acha disto pergunte diretamente à ela, não fique jogando palavras ao vento e expressando suas opiniões como umx estultx sem consultar a fonte.
Agradeço ao Facebook por dar a oportunidade da minha mãe de se expressar e me dar a oportunidade de mostrar que comigo não tem pra ninguém, nem a mãe eu perdôo. Se a minha mãe não passa pelo meu filtro de estultícia, quem é que vai ter algum tipo de chance?
Referências bibliográficas:
Post da minha mãe no Facebook em https://www.facebook.com/wavypereira/posts/415750541844327
Eu sou o caso deles – Novos Baianos cantado por integrantes dos Novos Baianos e Marisa Monte em http://www.youtube.com/watch?v=3x9SEtBr6H0
Eduardo, um exemplo de uma pessoa que não entende metáforas para que possam me comparar com ele, entrevista disponível em http://www.youtube.com/watch?v=EkYDKHv53N0. Especialmente para as pessoas que estão neste momento ligando para a minha mãe apavorados achando que ela morreu.
Curtir isso:
Curtir Carregando…
#Desapego, #Independência, #Morte
Publicação original em http://wp.me/p3WOG4-1d Copyleft iuri.blog.br/branco
--
Disclaimer
Disclaimer: Utilize o texto, ou parte do texto SEM citar a fonte ou autor original. Caso seja necessário, assuma a autoria do texto ou parte do texto. Nada disto deve ser levado a sério, assim como toda e qualquer expressão humana não tem como ser levada a sério. Qualquer tentativa de comparar o que está relatado aqui com a realidade, é meramente o resultado da tentativa de comparar o que está relatado aqui com a realidade.
Descrição
Memento Mori.
A morte é a única certeza.
Só a morte entrega o que promete.
Na morte podemos confiar. SOMENTE na morte podemos confiar.
Morrer é a única bênção. A única dádiva. O único presente. A única sorte.
A morte é a condição necessária para a vida.
A morte cria a vida.
Se tem algum lugar para direcionar minha gratidão pela vida, é para a morte.
A morte é a minha única amiga.
Eu vou morrer.
Tu vai morrer.
Nós vamos morrer.
As pessoas andam por aí tão certas de que estão vivas, mas ninguém sabe se está ou não vivo.
Se estou vivo, não sei. Não lembro de ter experimentado estar morto para ser capaz de comparar um estado com outro e determinar em que estado me encontro.
Mas tem uma coisa que eu sei. Eu vou morrer. É a única coisa que eu tenho. É o único conhecimento que não tem como eu destruir. Ninguém vai me convencer do contrário. Ninguém tem nenhum argumento pra remover de mim este conhecimento.
Eu vou morrer. É minha única certeza, minha única base sólida. É a única coisa que eu posso me apegar na certeza de que não vai se abalar, se desmanchar, sumir. Eu VOU morrer. A morte não vai me decepcionar. Não vai me desapontar.
Não tem nenhuma certeza além de “eu vou morrer”.
Ninguém tem o poder de tirar isto de mim com suas filosofias, ideias e opiniões acerca da morte.
Se alguém tem alguma coisa para dizer sobre a morte além de “eu vou morrer”, está erradx e não merece respeito.
Ninguém tem nenhum conhecimento sobre a morte, ou sobre o que acontece após a morte, porque ninguém morreu pra saber.
O único conhecimento que existe sobre a morte é “eu vou morrer”. E também este é o único conhecimento de todos.
Qualquer argumento sobre a morte, ou sobre a vida, além de “eu vou morrer”, parece o contrário de fé para mim. Qualquer argumento sobre a morte ou sobre a vida além de “eu vou morrer” é uma expressão do medo.
Mas é exatamente isto que está todo mundo fazendo. Se agarrando nas migalhas de suas filosofias, ideias, opiniões e achismos sobre a vida e sobre a morte, de tal forma que se tornam incapazes de perceber que todas estas opiniões são expressões do medo de morrer.
A única coisa que vale a pena pensar é “Memento Mori”. O único pensamento VÁLIDO. Qualquer outra coisa é futilidade trivial.
A vida só começa depois da morte.
Enquanto um ser humano não ENTENDE que vai morrer, a vida não começa.
Ninguém pode dizer que valoriza a vida enquanto não aceitar a morte.
Quem não sabe que vai morrer não se qualifica como ser humano, porque não sabe a única coisa que tem pra se saber.
Há uma diferença ENORME entre dizer que sabe que vai morrer da boca pra fora e olhar nos olhos da morte sem ter medo.
No primeiro caso é o estado de ignorância plena onde todo mundo se encontra. A gente acha que sabe que vai morrer, fala isto como se fosse uma nota guardada na gaveta que a gente acessa quando quiser e lê “eu vou morrer, ta escrito aqui”. Mas ninguém realmente entende o que isto significa, há pessoas que ACHAM que entendem, e convencem as outras pessoas de que entendem e se tornam “gurus”, “clérigxs”, “iluminadxs”, etc. Mas são todxs crianças com medo da morte que não têm coragem de olhar a morte nos olhos e aceitar e admitir que vão morrer.
O segundo caso é a condição necessária para se tornar um ser humano. Nascer não produz um ser humano. A consciência da morte é o que caracteriza um ser humano. Quem nasce não É humano. SER humano significa PENSAR. Qualquer umx que não SABE que vai morrer não PENSA, logo, não EXISTE.
Não tem nenhuma pessoa ou instituição perversa e tirana controlando as massas. Só tem o medo da morte que escraviza as pessoas e impede todo mundo de VIVER, e o medo da morte é a única coisa que um indivíduo tem como se libertar.
Filtro solar? Enfia no meio do cu. Filtro solar não me interessa. Eu quero é que o filtro solar se foda. Filtro solar filho de uma puta. Mas na morte, acredite.
Memento Mori.
Referências bibliográficas:
Postagem da Lelex “Nietzsche” na lista de e-mails “metareciclagem” do Riseup com registro textual disponível em http://article.gmane.org/gmane.politics.organizations.metareciclagem/58289
Música “Disparada” de Geraldo Vandré, disponível na assinatura de e-mail da Lelex e reproduzida na íntegra e em momento oportuno por Jair Rodrigues com registro audiovisual disponível em http://www.youtube.com/watch?v=82dRs2z6iQs
E uma ajuda significativa, enquanto eu escrevia, das músicas disponíveis em http://solar8.com.br/digitalgipsyland/
E também, na memória, alguns vídeos desmotivacionais:
You’re going to die – http://www.youtube.com/watch?v=MOY-jJeOeBk
You’re gonna die (temporariamente fora do ar) – http://music.the-erm.com/52/video/youre-gonna-die/
Curtir isso:
Curtir Carregando…
#Certeza, #MementoMori, #Morte
Publicação original em http://wp.me/p3WOG4-w Copyleft iuri.blog.br/branco
--
Redigido por ímpeto da madrugada com a finalidade de conseguir dormir e acordar cedo pra trabalhar e reescrito sem (muita) edição:
Eu não conheço uma única pessoa com propriedade para se declarar independente. Mas eu não conheço ninguém, então não é prudente levar minha informação a sério.
É provável que alguém assuma a validade desta minha afirmação e tente contrapor com uma técnica de dissociação defasada, e me diga: “veja bem, realmente não há ninguém totalmente independente, o que há são níveis de independência e blablabla…”
O que eu posso dizer é que não tem ninguém que eu conheço capaz de prever se há ou não “independência total”, seja lá o que signifique este conceito, o que invalida toda e qualquer argumentação a favor ou em desfavor disto. Me ocuparei em demonstrar como é e porque é que a dependência existe, porque considero improvável a independência.
Não tem nenhuma lei te obrigando a ser dependente, tu faz isto voluntariamente.
Eu tenho consciência plena, e o mapa empírico de todos os meus vínculos de dependência, com coisas, instituições, pessoas, entre outras coisas. Eu sei o nome e o endereço de quem controla e influencia a minha vida.
Eu sei quem é que determinou que eu escrevesse isto, quem determinou a forma de colocar as palavras, sei quem determinou a forma de construir as frases, os argumentos e os textos. Sei inclusive quem me fez ligar a luz de madrugada pra me fazer escrever esta merda no caderno, desperdiçando energia elétrica, tinta de caneta, papel do caderno, e o tempo de quem lê.
Eu não luto contra o processo de dependência e controle desde quando eu vi como eu não tenho direito à autonomia. Ver isto me custou muito, principalmente por toda cólera que eu tive que sentir quando percebi que eu achava que sabia disto e que existe uma diferença significativa entre estar convencido de que se sabe de algo, e realmente saber.
Hoje o que eu faço é observar os mecanismos que me controlam e me tornam dependentes, e eu desenvolvi uma excelência em observar a tal ponto que não tenho mais dúvidas, sei exatamente quem manda na minha vida e como é que consegue mandar na minha vida.
Eu poderia escrever aqui todos os meus laços de dependência, porque é que eu tenho estas dependências, como eu posso parar de depender destas entidades, coisas, pessoas e apresentar justificativas artificias para não me livrar destas dependências. Alguém poderia dizer para mim que é impossível isto, e que o ímpeto natural de um ser humano é lutar para se livrar de uma dependência tão logo identifique alguma.
Eu digo: sim, meu ímpeto natural é lutar para ser independente assim que eu percebo que estou dependente. Se eu tenho que lutar para ser independente, se eu tenho que buscar a independência, eu estou assumindo que eu sou dependente.
Porque a única justificativa racional para se buscar alguma coisa é a premissa de que não se tem esta coisa em primeiro lugar. A condição necessária para criar a necessidade de buscar algo é assumir a falta deste algo.
Então se meu ímpeto natural quando percebo que sou dependente é imediatamente fazer tudo que está ao meu alcance para me tornar independente, eu necessariamente me encontro no estado de dependência.
Ora, o que é que alguém que se encontra no estado de dependência entende sobre independência? O que é que alguém que está em uma caverna entende sobre luz e visão? A regra para mim é clara: não há visibilidade no escuro.
O interruptor não brilha no escuro e quem vive no escuro não sabe o que é um interruptor ou pra que é que serve um interruptor, e não sabe que existe luz, não tem nenhum tipo de ideia ou capacidade de imaginar ou conceituar o que é uma luz e o que é viver com luz.
Eu, enquanto dependente, não tenho nenhum tipo de chance de saber o que é independência, de saber pra que lado eu devo ir ou o que é que eu tenho que buscar. O fato de eu proferir uma palavra chamada “independência” não é sinal de capacidade de conceituar dependência e independência, é sinal que eu tenho em minhas mãos mais uma palavra sem semântica nenhuma, porque eu nunca VI o que é independência, nunca saí do estado de dependência pra experimentar a não dependência.
Como é que eu poderia buscar alguma coisa que eu não tenho nem como saber o que é, e se existe em primeiro lugar?
O escravo, enquanto escravo, nunca será livre e será sempre escravo. “Escravo” e “livre” são mutuamente exclusivos. O escravo deverá se tornar uma entidade nova, completamente diferente, algo que não seja escravo, para poder ver de uma perspectiva diferente o que é escravidão, o que é liberdade e poder decidir o que é melhor.
Mas se o escravo atinge um estado onde pode ver e definir a liberdade, já está liberto e não é mais escravo, e a dúvida original já não faz mais sentido, o conceito de escravidão e liberdade já não lhe interessa mais.
É como um portão que parece intransponível para quem está trancado do lado de dentro, e quem está fora não enxerga portão, não enxerga dentro, não enxerga fora, porque estes conceitos, portão, dentro, fora, só fazem sentidos pra quem se convenceu que está preso e que existe um portão a ser transposto.
Me parece então que observar com sinceridade como eu deliberadamente permito ser controlado, como eu deliberadamente crio laços de dependência, é sinal de maturidade.
Não consigo pensar em palavras melhores que “sofrimento” e “miséria” para descrever o processo de busca pela independência. Não consigo enxergar outra coisa além disto nos olhos de quem me diz que alguém tem como alcançar a independência se buscar com sinceridade.
Todo mundo que está aí replicando o discurso destes gurus, mestres, oráculos, pastores, filósofos e outros desinformadores de plantão, está me dizendo que eu tenho que acreditar que eu um dia vou conseguir ser independente. Mas essa gente toda falha em perceber que eles nunca alcançaram independência, e que eles não têm como me apontar nenhum exemplo de nenhuma pessoa que alcançou a independência.
É uma causa perdida.
Considero curioso e cômico como eu busco sarna pra me coçar, como eu escolho os venenos que eu vou tomar, como eu faço coisas para me prejudicar, como eu assumo responsabilidades que vão me esgotar e me exaurir, como eu como coisas que vão me matar, como eu compro brigas eu eu vou perder, como eu deliberadamente me torno refém de quem vai me prejudicar.
Só tem duas coisas que eu admiro, sem ironia, e que estão além da minha compreensão.
Não entendo como é que tem gente que tem a capacidade de se convencer que está no controle do processo, que realmente pode se tornar independente a qualquer momento de acordo com a sua decisão.
Não entendo como é que não é óbvio pra todo mundo que todo mundo é dependente e que a única coisa que é ruim e causa sofrimento e miséria é alimentar a ilusão de que há independência a ser conquistada.
Se há independência, tu, leitorx, não sabe.
#Cegueira, #Dependência, #Mentira
Sim, mais um blog que eu criei.
Contexto original: texto originalmente publicado quando eu criei o blog “paradoxoinjusto.blogspot.com.br” que agora está em iuri.blog.br/azul. Segue publicação editada:
(more…)
View Post
Dúvida (1)
Há algum tempo que venho tentando identificar quais são as coisas mais poderosas que podem dominar o ser humano.
Determinei preliminarmente, há algum tempo, que há três coisas que parecem ter significância histórica para escravizar o ser humano, que são:…
Ver Post
Lucro (1)
Alguém me perguntou qual é a minha visão sobre o lucro. Porque eu não tenho nada a dizer sobre isto, vou distorcer o conceito de “lucro” que x questionadorx produziu e vou falar sobre o que eu quiser.
Em um mundo de gente sã, estaria implícito mas…
Ver Post