can´t believe tumblr is still a thing!

❣ Chile in a Photography ❣
trying on a metaphor

#extradirty
Misplaced Lens Cap
Lint Roller? I Barely Know Her
Monterey Bay Aquarium
Sweet Seals For You, Always
Fai_Ryy
almost home
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Show & Tell
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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
Peter Solarz
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Jules of Nature

JVL
Not today Justin
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
YOU ARE THE REASON

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@speakrs
can´t believe tumblr is still a thing!
Sou egoísta. Não compartilho sentimentos. Se algo ou alguém me pertencer - tá, eu sei que ninguém é posse de ninguém. Mas se por um acaso você fizer parte da minha vida, e se realmente significar algo pra mim, saiba que sou egoísta de sentimentos. Me apego, não gosto de saber que o motivo do meu bem estar é também o motivo de felicidade de outros. Isso me deixa em estado de alerta, não consigo simplesmente me deixar levar. Já aviso de antemão que é pra ninguém se assustar, por isso não me responsabilizo por ataques de chatice sem aviso prévio. Sou de exageros, não vivo e muito menos amo pela metade. Acostumem-se.
Isabela Queiroz.
O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Coríntios 13:4-7
Suspirei fundo e disse para mim mesma: “É agora, essa é a hora certa para dizer tudo que eu sinto.” E eu fui, dei as mãos a coragem, e fui andando em sua direção. Mas, foi olhando nos seus olhos que eu pude perceber que não adiantaria nada. Não te serviria de nada os meus sinceros sentimentos. Passou. Acabamos antes mesmo de começar. E eu voltei para casa de mãos dadas com a decepção.
A Teoria do Caos.
Você nunca achará o arco-iris, se estiver olhando para baixo.
Charles Chaplin.
Dessa vez eu vou. Sou eu quem vai embora agora, tudo aqui é temporário demais, efémero demais, fugaz… Estou saindo, cansei dessa situação, mas não quero que pense, nem por um segundo, que desisti de nós.
Mississípi, 1992.
Qualquer pessoa sólida entra em estado líquido depois de descobrir que aquele amor é gasoso, e simplesmente evaporou.
Um Nordestino Disse
Uma certa tarde, o avô visitou a casa dos seus filhos, sentou-se na sala e ordenou que o neto saísse. Queria falar, a sós, com os pais da criança. E o velho deu entendimento: criancice é como amor, não se desempenha sozinha. Faltava aos pais serem filhos, juntarem-se miúdos com o miúdo. Faltava aceitarem despir a idade, desobedecer ao tempo, esquivar-se do corpo e do juízo. Esse é o milagre que um filho oferece - nascermos em outras vidas. E mais nada falou.
Mia Couto em “O rio das Quatro Luzes”.
Ninguém é tão sensível. Ninguém é bruto o tempo todo. Todas as vezes que tentam me colocar num desses estereótipos eu fico angustiado, sabe? Porque não é verdade. A vida é plural e a gente é feito de vários momentos. A construção da personalidade é feita de vários momentos, dentro de impressões sobre o mundo que você tem a cada momento e antes de qualquer coisa eu tenho muito mais conflito do que certeza. Então, eu não posso me afirmar porra nenhuma.
Marcelo Camelo.
Admiro pessoas irônicas. Não pela ironia, mas pela forma divertida de disfarçar uma dor ou esconder uma tristeza usando o humor, mesmo que muitas vezes de um jeito sem graça.
Marcos Filipe.
Dizem que o tempo cura todas as feridas. Mas quanto maior é a perda, mais profundo é o corte. E mais difícil é o processo para ficar inteiro novamente. A dor pode desaparecer, mas as cicatrizes servem como lembrete do sofrimento. E o deixam preparado para nunca mais ser ferido. Enquanto o tempo passa… Nós nos perdemos em meio à distrações. Agimos por frustração, reagimos agressivamente, nos entregamos à ira. Durante todo o tempo tramamos, planejamos e esperamos ficar mais fortes. E sem que percebamos, o tempo passa. E estamos curados, prontos para começar de novo.
The Originals.
As vezes é no silêncio, na pausa, no vazio, que descobrimos a nossa verdadeira essência ou pelo ou menos temos a chance de nos ver pelo outro lado.
Elisa Bartlett.
Estou sozinho de novo. Exatamente como quando comecei.
Velho Bukowski.
Não há um bêbado nessa cidade que não saiba o teu nome. Que não conheça o tom da sua pele branquinha, dos seus lábios inocentemente maquiavélicos e como os seus olhos ficam pequenos quando você sorri. Não há um litro de cachaça barata que não saiba da sua cintura 36 e a forma como os seus cabelos estupidamente lisos emolduram o seu rosto de porcelana. Os donos dos botecos até duvidam quando eu conto sobre a voracidade desse amor maldito que a gente viveu. Me olham com desdém enquanto eu lembro das suas bochechas rosadas sob efeito das sacanagens inocentes que eu te sussurrava pé do ouvido, duvidam da foto que levo na carteira e das cicatrizes na palma da minha mão. São descrentes das verdades que conto sob os goles de vodka do nosso amor shakespeariano. Sobre a forma como nós fomos e voltamos por todo esse tempo. Duvidam das latas de cerveja, da dose de whisky e da forma como minha pele se moldava a tua. Escutam metade dos meus contos e desacreditam quando eu digo que não sei porque tua mão não está mais na minha, quando bato o punho sobre o balcão pedindo mais uma dose de cachaça porque vi outra boca na sua. Os bêbados, mas bêbados do que eu, me seguram pelos braços quando grito de saudade do seu corpo e de todas as epopeias que a gente não viveu. Me perguntam porque estou aqui e não aos seus pés, me pedem explicações sobre porque você foi embora quando queria ficar. Os bêbados, os garçons, e os donos do bar se perguntam como a gente se perdeu enquanto a dose amarga de conhaque me pergunta como a gente conseguiu se deixar.
Danielle Quartezani