“I break my own heart by expecting people to be as attached to me as I am to them.”
— Unknown

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@storiesofwistfulness
“I break my own heart by expecting people to be as attached to me as I am to them.”
— Unknown
what does it mean, that i still miss you?
what does it mean, that i still want to be yours?
what does it mean, that yours are the only eyes i dream of?
what does it mean, that i would do anything to go back and time and fix what we lost?
what does it mean, that i cannot fathom anything more painful than never again being yours?
what does it mean?
-what did any of it mean, really? c.r.
I'm almost forgetting you
But socialmedia lets me know you were online... You showed up, you liked a post, commented something. Why can't you just disappeared once and for all ?
I live my life at night
It's been a whole week of us not talking at all. I haven't seen you in almost a month, no texts since 7 days ago. I still think of you. When I light a smoke, when I drink alone, when I meet strangers. I think of you, when they take my clothes off, when they kiss me and make me moan.
I think of you, even though I don't want to.
About you.
Not you, specifically. Whoever you are. After all, you all look the same.
It was a tinder match. Fifteen minutes later he was at the corner of the bar. I got into his car.
He was boring. He went on and on about his failed marriage. The kids, the job, the adult life. Boring. I was bored.
"I'm gonna kiss you" - he did kiss me. Nothing extraordinary, not interesting at all.
"We can go to your place if you want"
We did. Why waste time?
He asked my last name and told me his. No, I don't remember it. We couldn't make any noise because we weren't alone at the time, so when he penetrated me and it hurt I had to bite my own lip and close my eyes.
I wasn't a virgin or anything, far from that. But his dick was big, the biggest one I'd ever seen or touched in my life. He wasn't very patient. Me neither.
"If we were at a hotel, you wouldn't walk tomorrow"
I was glad we weren't. I convinced myself I had to suck it up. The pain lasted for a while, mainly when he moved too fast. I played my part and said yes when he asked if I had come. What else would I say?
He covered my mouth with his hand, fucked me harder and it was over.
20 minutes, tops.
We got dressed 30 seconds after that. No rest for the wicked, they say.
"I need a smoke"
He brought me home. Which is more than I can say about others I've fucked.
I guess this is who I am now.
Why sex?
Why do I have sex?
I used to think of my body as the vessel for my soul. Way beyond my family's religion, or beliefs. It was mine, and I could not bring myself to be a physical-contact kind of person. I hated when people came closer, I jumped from my sit every time someone tried to surprise me with a kiss. I hated people's hands on me. I felt dirty after every kiss. I had to take long showers, brush my teeth twice or more, wash my hands wish a sponge...
I used to hate the hugs, the hands on my leg, the caress on my hair, kisses on my neck. The smell of others on me, their warmth, their weight, the lack of oxygen it provoked. I used to feel trapped, but now.... Who am I?
Since I met you, I found out I was able to deal with that kind of stuff. I liked your scent, your arms around me, your hand holding mine, on my shoulder, on my tight. The growing beard on my neck, the kisses on my lips, my shoulders, my forehead. It was nice. It felt right.
Now that you're gone, it's like you opened a door for me. I no longer fear the touch of others. I don't feel violated, I don't feel used or dirty. In fact, I could say, I don't care at all.
People can treat me however they want. They pretend to care, I pretend to cum. They touch me, move me, fuck me, like a doll. And this is the first time in my life I feel like a doll. I'm so confident on my body, and part of that is just because I don't care. Hair on my legs, old panties, am I even using a clean bra? I doesn't matter.
It mattered with you, tho.
Do they like it? Do they enjoy it? Do I? One more for the list.
I wanna make myself small, so small I can disappear.
Wear that happy face of yours and go.
I liked you more than I thought I did.
Or I liked myself less.
“I know one day, you’ll acknowledge what we both know is true. We’re too far apart to make this genuinely work, you need someone who can be there with you all the time. You’ll meet someone who can do that, who can be with you everyday, who can give you something I can’t. But that day, it isn’t today, so for now I’ll let myself live in the dream. And I’ll pretend our relationship doesn’t have an expiration date”
— Love always, S
The so-called shallow people you criticize are the same you become when days get dark.
Nem sempre fui educada, muitas vezes permaneci sentada Ă mesa quando o amor já nĂŁo estava sendo servido. Permanecia sentada a mastigar vagarosamente os vestĂgios daquela emoção que precede o impulso de engolir, extraindo na saliva todo o gosto que podia, atĂ© sobrar apenas um bolo sem cor de emoções liquefeitas.
Os garçons transitavam elegantes por entre as mesas, levando as sobremesas, sentimentos doces e frescos em suas aparências, enfeitados com emoções brilhantes e coloridas. O velho Lory, já acostumado às minhas nada nobres maneiras, parecia deslisar por entre o exército monocromático, em sua bandeja vinha uma garrafa de rum com ele a oscilar sútil em seu interior, assim como as batidas de meu coração.
Rente à garrafa um copo solitário de cristal permanecia ereto em sua elegância dançarina, como um bailarino congelado no palco, pálido, como se a vida o tivesse deixado.
Ao meu redor as jovenzinhas cochichavam e se riam de minha demora a engolir, de minha recusa em se levantar. Os casais olhavam piedosos o vazio na cadeira à minha frente enquanto saboreavam o doce gélido que lhes era servido após os pratos quentes.
Ă€s etiquetas nunca fiz sala, incapaz de largar o osso atĂ© que chegasse ao tutano, diversas vezes borrei meu batom naquele roer lento e persistente. Fui sempre a primeira a entrar e sempre a Ăşltima a sair, a primeira a se sentar, a Ăşltima a se levantar. Quando Lory se aproximava em seus pĂ©s sexagenários eu sabia que havia algum tempo que o tutano do sentimento havia tido extraĂdo e que eu, imersa no prazer narcĂsico que o dente tem de se esfregar em outro osso, estava prestes a mastigar a lĂngua.
Ele me sorria com os olhos verdes de absinto e com a delicadeza do amante que pela primeira vez é tocado por seu amado o copo perdia sua palidez , incorporando vagarosamente a pele negra de Lory, pressionando-se em suas digitais gentis, assumindo a cor quase esbranquiçada da ponta dos dedos que o segurava.
Diferente dos garçons que iam e vinham sem serem olhados nas mesas, Lory e Eu nos olhavamos com uma intimidade incessante, seus olhos não davam atenção alguma ao copo que permitia ter toda sua delicadeza cristalina segurada por sua mão larga e firme que num susto poderia esmaga-lo. Não, seus olhos e meus olhos tentavam a todo custo focarem uns nos outros, ele em busca do momento em que eu me levantaria, eu no anseio de ele me servir com algo tão intenso quanto a dor que me desfigurava as feições d'alma.
ApĂłs o copo ser abandonado sobre a mesa de forro carmesim aos poucos as marcas dos dedos desapareciam deixando o amante invisĂvel. Lory baixava as pálpebras de Ă©bano e como a noite que se sobrepõe Ă AmazĂ´nia, seus olhos tornavam-se ocultos aos meus insolentes. Eu o tempo inteiro mantinha minhas costas rentes Ă cadeira talhada de emoções, como se ao me inclinar meu vestido fosse ser arrancado e nĂş ficasse meu corpo.
O rum vinha do alto como um suicida do alto de uma ponte, derramando-se no copo antes pálido. Lory nĂŁo parava quando o copo já havia permitido que metade de si fosse sustento para o rum, apenas quando tudo o que impedia o lĂquido de transbordar era sua tensĂŁo superficial Lory fechava a garrafa.
Meu reflexo, como um intruso pervertido, se infiltra naquele doce copular, sem poder ser rum, sem poder ser copo, sem ser gente, sem ser sentido, sem alterar a tensĂŁo tĂŁo delicada do lĂquido meu reflexo ainda estava ali, invertido, oscilante, prestes a desfigurar-se com a menor oscilação na mesa. Da mesma forma era o sentimento fantasma, nĂŁo fazia nada mais do que se refletir em mim sem alterar quem sou mas Ă uma lágrima de desfigurar-se completamente.
Os jovenzinhos sorriam baixo ao verme, digo, ver-me olhar o homem com a gratidĂŁo de quem encara seu algoz. Minhas mĂŁos nĂŁo atreviam-se a tocar o copo, meu peito arfante subia e descia lentamente mas com o desespero crescendo em minha garganta.
Meus olhos viam a si mesmos na prata onde antes estivera aquele sentimento agridoce e agora era vazia travessa. Enquanto à minha volta, as vozes antes doces e gentis agora começavam a exigir algo que aplacasse a sede, sufocadas no doce, sedentas de algo verdadeiramente puro. Mas ninguém vinha até eles, todos os garçons estavam a transitar pela vasta cozinha tentando pegar mais das sobremesas que antes mesmo de terem sido degustadas até o final, haviam sido novamente ordenadas pelos pares.
Lory me olhava com a mesma profundidade de um rio, a sinfonia dos casais ao meu redor eram duetos de agonia e convulsões. Incapazes da impolidez de pedir algo menos charmoso e doce do que a mais cara das emoções, eles haviam exigido uma segunda dose dela e agora ao invez de saĂrem de braços dados cada um rolava tentando achar saliva que lubrificasse as palavras ásperas prontas a penetrar profundamente o coração alheio.
Em meio ao caos eu me inclino lentamente, minhas costas aos poucos deixando o encosto e meu reflexo aos poucos aumentando no copo. Meus lábios dotados da mesma cordialidade das mãos sexagenárias beijam e sugam o rum com rapidez.
De fato minha veste Ă© rasgada e nĂŁo resta nada entre a visĂŁo dos outros e meu ĂłrgĂŁo exposto. NĂŁo me preocupo, nenhum olhar alĂ©m do daquele homem pode ver, estĂŁo ocupados demais em busca de algo mais suave para se nutrir, convencidos de que Ă© impossĂvel comer algo tĂŁo pesado quanto aquelas sensações.
Querem um amor, mas um amor lĂquido, que possa ser virado goela abaixo sem que precisem conversar, sem que seja possĂvel conversar, sem que seja necessário olhar nos olhos, sem que seja necessário ver o outro contorcer-se com o frio ou as caretas com os gostos.
Eu, eu nĂŁo desejo a suavidade, o áspero me acaricia a lĂngua, o duro Ă© Ăntimo de meus dentes, do toque minhas mĂŁos, da pressĂŁo de meus lábios. Eu nĂŁo desvio o olhar do que como, do que bebo. Lory puxa a cadeira, se senta. AtĂ© nĂłs vem uma rapariga em passos rápidos, retira a prata vazia.
Na mesa copo e rum permanecem lado a lado. Solto meus cabelos, uma cascata encaracolada a dourar o espaço antes nu de meus seios. Lory leva a garrafa para si e entrega-me o copo. Jogo o lĂquido para dentro e engulo ainda olhando-o.
— Ainda lhe doi o espĂrito?
—Autofagia.
—Qual o gosto de hoje?
— Flambado em uma safra de vinte anos.
—Como estava?
—Distinto… Gosto mais forte, envelhecido.
— Não diz nunca ser isto canibalismo…
—Somente é canibalismo se fôssemos iguais.
—E não são?
—A mulher que eu era um ano atrás deixou de ser igual a quem sou hoje no momento em que a devorei porque se fosse igual a mim ninguém teria sigo capaz de cravar nela os dentes.
— E quando você voltar aqui, o que devo lhe servir?
—À mulher que se sentar aqui trazendo meu semblante sirva a mim, mal passada, pois as emoções já me terão cozinhado o interior.
—A pessoa que esteve onde estou sentado onde estou, onde ela está?
Meus olhos suspiram enquanto olhando ao redor vejo os rostos inĂłspitos de carinho a se proliferarem nas mesas.
—Digamos que sou indigesta a paladares de sobremesas.
—De certo… Te ofende?
—Ofendia à quem comi na travessa. Mas a mim… Por que a banguelice alheia me ofenderia? Se não possui dentes não se sente à uma mesa de realidades.
Lory assente, novamente deixando a noite cobrir seus olhos. Os outros ao meu redor vĂŁo deixando as mesas em passos rápidos, ainda nĂŁo chegaram a saĂda quando os garçons retornam com suas bandejas cheias de doces, amores e cores.
Aceleram os passos, passam pra trás os menores, todos querem sair dali, não querem comer aquilo, não é tão bom quanto pensavam. A legião de garçons se olha perdida, sem saberem onde ir.
Lory sorri seu sorriso angélico e enquanto se ergue levando para longe o rum seco se afasta dando ordens aos seus. Meus olhos deselegantes encaram a mesa vazia quando um prato com uma fatia doce é posta à minha frente e outro, e outro, mais um..
When will you be satisfied? - He asked
When I see my bones and the scale hits that even number.