Passe tateando o corredor polonês de pérolas Que me cortas, me mastigam e experimentam Tirando o gosto que adquiri ao lado da fábrica Que por sua vez, empunhava-me como seu filho O teu vício em colecionar os sorrisos que nunca vieram Em um paisagismo oásis, insiste em proporcionar-me Algo além do sagrado corpo para vós A mente sã coisificada no acrílico A virtude teatral Dava-nos caras e bocas Com um teorema construção Que enfim cimentaria os pés da idolatria de barro O ideal ainda ousa flertar com a realidade Trazendo vida aos Quasímodos Acompanhados do antagonismo de monstro Incumbido ao subtexto de todo o pingente de Gastão Tragédias gregas: Pouco importa a gaiola Ou a nuca raspada Teu apelido guerra era piada de Troia Preciso de um interlocutor Que diga o castigo da frase feita Para que possas esmiúça-la Em teor crítico amenidades O repeito respeita-te Somente em viés de luto Se o vosso pranto ecoar na madrugada Virão silenciar-te a língua nos próximos minutos A ternura praticável do cotidiano Estaria além de distribuir bom dia E ali, é o ponto estéril que chamei de lar Sendo hoje ex-lar, aderi o amor andarilho embaixo da pele
O Verme Lhe Ama Em Distâncias de Milhas Estéticas, Pierrot Ruivo















