#sex #rough sex #marriage life #domestic scenario #size kink #breeding kink #multiple orgasms #overstim #dirty talk #spanking # AAAAAAAAAAAAAAA * explodiu de tanto gritar *
Podia ser pior. Podia ser mais gente fora do potteriano. Não vou reclamar. Não vou gritar. Não vou chorar. Apenas irei sentir.
A parte que ela mais gosta sobre ser uma estrela em ascensão são os tapetes vermelhos e tudo o que eles envolvem; os vestidos bonitos, o glamour das cerimônias que agora ela era convidada de honra por ter seu rosto estampado por toda parte e sendo requerida o tempo todo, como as pessoas gostavam de prestigiar ela e toda a atenção que ela recebia de fotógrafos e repórteres.
Como essa atenção facilmente virava adoração, mesmo quando ela falava das coisas mais comuns de sua vida naquelas entrevistas rápidas, sendo a persona naturalmente carismática e adorável que ela sempre foi, fazendo as pessoas gostarem ainda mais dela só pelo jeito que seus olhos brilhavam e ela parecia bonita sorrindo.
— Casamento é uma benção e é engraçado como eu não pensava sobre isso antes, mas agora percebo que, pelo menos no meu caso, era só questão de achar a pessoa certa pra mim. — Dizia num tom doce, as mãos na frente do corpo naquela pose delicada de nova queridinha de Hollywood que servia tão bem nela, enquanto respondia um questionamento sobre seu relacionamento fora das mídias sociais. — Eu apoio e reconheço a visão feminina atual de que esse não deve ser o foco da sua vida só por ser mulher, que esse sentimento e passo deve ser dado por opção pessoal e certa do que quer mesmo fazer, mas quando olho pra minha vida… Não poderia estar mais feliz de ter um companheiro que cuida bem da minha filha, respeita a mim e as minhas escolhas e apoia e estimula meu trabalho independente de qualquer coisa. — Completa de maneira consciente e polida, antes de abrir um sorrisinho fofo e encolher levemente os ombros. — E, claro, eu tive sorte de encontrar uma pessoa gentil e amável e todos os dias, fico mais apaixonada, mas é sobre isso também.
É claro que era sobre todas aquelas coisas, mas também era sobre como ele era sempre o primeiro a acordar e organizar todas as coisas pendentes na vida dos dois antes de levar Rei pra escola e tirar toda e qualquer tipo de preocupação dos ombros de Arisu, antes de voltar pra casa e comer ela com força na cama dos dois. Como o bom marido que ele era, estruturando o relacionamento perfeito como ninguém.
— Baby, por favor… — Ela choraminga com lágrimas nos olhos, sem saber se está implorando pra ele desacelerar ou ir ainda mais rápido, quando percebe que ele não deu a mínima pro apelo dela e continua segurando suas pernas abertas, a mantendo presa contra ele enquanto mete fundo em sua buceta dolorida.
Arisu já perdeu a conta de quantas vezes tremeu ao redor do cacete dele, mas sabe que ele não vai parar até achar que foi suficiente pra ela ter um bom dia de verdade, enchendo ela de porra, encharcando os lençóis debaixo dos dois e arruinando a camisola que ela ainda estava usando quando ele entrou no quarto e praticamente a puxou pra beirada da cama pra poder prender seu corpo contra o colchão de forma apropriada; pra poder macetar seu corpo menor de forma apropriada.
— Porra, que pau gostoso. Fode mais. — Ela solta entre gemidos entrecortados, ela mesma segurando as pernas mais abertas pra ele chegar mais fundo, mordendo o lábio inferior. — Bota lá dentro, mete com força, eu aguento.
Depois que ele praticamente agarra mais seu corpo e a prensa contra o colchão, mudando a posição e fazendo o cacete a alargar ainda mais e chegar ainda mais fundo nela por dentro, ela já não tem tanta certeza, ficando tonta de prazer com o jeito que as bolas dele agora batem contra sua bunda e ela consegue ouvir o quão molhada está com o vai e vem frenético dos quadris dele. Os olhos dela rolam pra parte de trás da cabeça, seus gemidos ficam praticamente mudos com a perda de fôlego e a única coisa que ela consegue pensar é no quão delicioso é ter ele assim, invadindo ela com força, prensando ela com o corpo dele e tratando ela feito uma vagabunda. Cumprindo seu papel de marido de foder ela bem e gostoso todos os dias.
— Isso, mete mais na sua mulher, mete na minha bucetinha gulosa, mete gostoso na sua putinha… — Ela implora soluçando de tesão, rebolando os quadris quando ele a deixa empalada e vendo estrelinhas quando fecha os olhos. — Quero tanto seu leite lá no fundo, me enche de porra e faz um bebê em mim.
É como se uma chavinha tivesse girado na cabeça dela, ao sentir cada veia dele pulsar dentro, a cabeça inchada batendo nos seus pontos mais sensíveis e como ele espetava ela com aquele caralho duro. Ela o queria daquele jeito, ficou com ainda mais tesão só de imaginar, sentindo a buceta jorrar ao redor dele que só facilitou pra que ele a fodesse ainda mais, a deixando praticamente dobrada ao meio com os joelhos encostando no colchão, enquanto sua buceta abusada pede mais e mais dele latejando e apertando seu membro grande. Ela goza com força e gritando, aceitando as investidas pesadas, as estocadas completas até ele esporrar em jatos longos no fundo dela, do jeito que ela tinha implorado, sem se retirar dela pra não correr o risco de nenhuma gota escapar.
— Você me comeu com tanta força, baby. — Ela o elogia em um tom manhoso, aproveitando as carícias de suas mãos grandes em seu corpo sensível naquela névoa pós foda deliciosa, enquanto distribuia beijos pelo rosto dele, as pernas presas em sua cintura com a sensação de plenitude que vinha com o pau dele ainda enterrado nela. — Meu marido gostoso sempre me fode tão bem, me deixou viciada nesse cacete e me dá surra de rola todo dia… E agora quer me deixar grávida. — As palavras imundas saem todas de uma só vez, ao que ela mantém o sorriso inocente nos lábios. — Mas eu acho que não foi suficiente, vai ter que me pegar por trás também. Só pra garantir.
Felizmente, ele preenchia todos os requisitos que um marido precisava ter e acatava a tudo que ela pedia.








