He encontrado la respuesta ¿y sabes qué? Me desepcionó hasta los huesos, pero de verdad, muy hondo. Así que, resuelto el misterio de la vida (vida fría, alienada y sin sentido) ahora la pregunta es si vale la pena seguir en ella
Giu

seen from Italy

seen from United States

seen from Netherlands
seen from Algeria
seen from United States

seen from United States
seen from United Kingdom
seen from Bangladesh

seen from Canada

seen from Canada
seen from Netherlands
seen from Türkiye
seen from United Arab Emirates

seen from Malaysia
seen from Russia
seen from United States

seen from Canada

seen from United States

seen from Malaysia

seen from Canada
He encontrado la respuesta ¿y sabes qué? Me desepcionó hasta los huesos, pero de verdad, muy hondo. Así que, resuelto el misterio de la vida (vida fría, alienada y sin sentido) ahora la pregunta es si vale la pena seguir en ella
Giu
Cualquier cosa puede pasar en cualquier momento
Giu (Así es la vida)
Google y asociados: dejen de ver todo lo que hago porque me gustaría usar internet sin que me vigilen. Un poco de privacidad no vendría mal. Desde ya, muchas gracias.
Giu (Vayanse a la P%$”!)
{ Paradoja } { El artículo critica la Ley Serrano y la represión del gobierno gallardista contra comunicadores que usan Inteligencia Artificial, destacando detenciones polémicas y acusaciones dudosas. Se señala la paradoja de exigir transparencia a usuarios de IA desde un gobierno opaco y corrupto. } https://labrecha.me/opinion/2026/06/04/paradoja/
Projeto Terra Preta capacita mais de 200 comunicadores digitais
Iniciativa em conjunto entre a Entidade Administradora da Faixa (EAF) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), o projeto atua com comunidades locais para o uso consciente dos canais digitais que passarão a chegar à região por meio das Infovias O Projeto Terra Preta encerra 2025 com a capacitação de mais de 200 comunicadores digitais, que participaram de Encontros de Cidadania Digital com…
Nelson Arroyo encabeza encuentro con comunicadores en SPM
Por Francis Aníbal SAN PEDRO DE MACORIS. El doctor Nelson Arroyo, vice presidente de Seguros Banreservas, encabezó en esta ciudad un encuentro con comunicadores de la Región Este, a propósito de la Navidad. La actividad fue realizada en el salón parroquial de la Parroquia San Pablo Apóstol, en el sector Las Caobas de esta localidad. Como cada fin de año, Arroyo se dirigió a los presentes…
View On WordPress
COMUNICADORES
Sí, ya sé. Hoy lo correcto debería ser escribir sobre Semana Santa, más cuando estamos en la previa de la Pascua de Resurrección. Pero ni el Jueves ni Viernes Santo toqué esos temas, así que… rompamos las estructuras de “lo correcto”. Algo es cierto: todo apunta a Semana Santa, porque sin Semana Santa ni siquiera estaría escribiendo de cualquier otro tema. Todo lo que somos, lo somos por Él, y…
Comunicadores indígenas: trabalho deve ser revestido de ativismo
Reprodução: © Joédson Alves/Agência Brasil Evento em Brasília conta com fotógrafos e repórteres de várias etnias Publicado em 25/04/2024 - 08:48 Por Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil - Brasília ouvir: “Awiti mãsa”. A transmissão de, no mínimo, duas horas de duração começa com uma saudação em língua tukano que poderia ser traduzida como “olá, tudo bem?”. Ao vivo, direto do Acampamento Terra Livre (ATL), no centro de Brasília, o comunicador indígena João Paulo Sampaio, da Rede Wayuri, da etnia piratapuia, e residente em São Gabriel da Cachoeira (AM), não para nunca. Ele tem a preocupação de contar as novidades do evento na capital do Brasil. Por isso, entra ao vivo na rádio e nas redes sociais, fotografa, filma e escreve. “As pessoas da minha comunidade estão esperando pelas novidades daqui”.
Reprodução: Brasília - José Paulo Sampaio, da rede Wayuri, fala sobre a comunicação social dos indígenas - Foto Joédson Alves/Agência Brasil Comunicadores indígenas como ele, em diferentes idiomas, e inclusive em português, são como enviados especiais ao ATL para um trabalho que vai além da cobertura midiática. Eles são também ativistas, de forma a garantir a visibilidade e a memória das reivindicações das comunidades. Para eles, a comunicação deve ser revestida de ativismo. Os equipamentos eletrônicos, de câmeras profissionais a pequenos aparelhos de celular, estão a esse serviço, combinando com as vestimentas e adereços diversos que marcam a pluralidade do evento.
"Nosso arco e flecha"
O antropólogo Edgar Kanaykõ Xakriabá, de 33 anos, presente no evento, está grudado à máquina fotográfica profissional. Ele recorda que a paixão pela imagem começou na aldeia em que vive, na cidade de São José das Missões (MG), na década passada, quando surgiu a energia elétrica para a comunidade. “Surgiram, com a energia, também os pequenos aparelhos de imagem. Passei a fotografar as coisas da minha aldeia, a mata, os movimentos culturais”. A experiência inspirou o rapaz a cursar o mestrado e pesquisar o que a imagem significava para o seu povo. “Fotografia é uma arma com lente. É nosso novo arco e flecha”, compara.
Reprodução: Brasília - Edgar Komyko Xacriaba fala sobre a comunicação social dos indígenas - Foto Joédson Alves/Agência Brasil Ele tem, como público-alvo, 33 aldeias e cerca de 11 mil pessoas. Edgar Kanaykõ Xakriabá lembra ainda que a imagem era vista antes como perigo. Hoje, a visão nas comunidades mudou, já que foi compreendido que a imagem garante visibilidade para as pautas que desejam debater, como a demarcação de territórios. Trinta mil seguidores acompanham diariamente as imagens do pesquisador e fotógrafo. Além da divulgação, Edgar faz oficinas de comunicação e fotografia e explica como os celulares podem agilizar a comunicação.
Multiplicação de saberes
Também agarrado à sua máquina, o estudante de jornalismo Duiwe Orbewe, de 21 anos, do povo xavante, do território indígena de Parabubure, em Campinápolis (MT), atua como videomaker e fotógrafo. Ele diz que se apaixonou pela imagem aos 5 anos de idade, em sua aldeia, quando assistiu ao filme O mestre e o divino, dirigido por um indígena (Divino Tserewahu). Atualmente, ele atua para a Federação dos Povos Indígenas de Mato Grosso (Fepoimt) e fica orgulhoso com o retorno que o seu povo traz em relação ao seu trabalho. Voltado a levar mais conhecimento à comunidade, passou no vestibular da Universidade de Brasília (UnB) e está, desde o ano passado, na capital. “Mas volto sempre que posso para a comunidade”.
Reprodução: Brasília - Duiwe Orebewe Xavante fala sobre a comunicação social dos indígenas - Foto Joédson Alves/Agência Brasil
Garantia de vozes
Enquanto o jovem está atrás da lente, a jornalista Mara Barreto Sinhosewawe, de 39 anos, atua para o jornal Bolívia Cultural. Ela é da Aldeia Wederã, na Terra Indígena Pimentel Barbosa, em Ribeirão Cascalheira (MT). Mara entende que a função de repórter indígena é também de ativista. “É uma forma de militância, de garantir voz a quem não tem chance. De dar espaço a protestos, às causas indígenas e às mulheres”. Por isso, desde que chegou ao acampamento, não parou. “São muitas histórias e estamos aqui para isso”. O gravador e o microfone são extensões desses ideais. Edição: Graça Adjuto
Read the full article