Día 39: Puedes aprender de vivencias de otras personas, pero a tu manera.
Un Chico Escribiendo.
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Día 39: Puedes aprender de vivencias de otras personas, pero a tu manera.
Un Chico Escribiendo.
Dia 39: O ruído dos outros
Hoje o mundo resolveu ser barulhento demais. Eu saí de casa e cada risada de casal no ponto de ônibus parecia uma ofensa pessoal. Cada música alta vindo de um carro, cada conversa fútil sobre o final de semana, cada "eu te amo" jogado ao vento... tudo me dava um asco que eu não conseguia controlar.
Eu me senti um velho rabugento, meu. Um cara que odeia a alegria alheia. Mas não é ódio da felicidade deles, é ódio da facilidade com que o mundo gira enquanto eu sinto que estou arrastando uma corrente de ferro em cada pé. Como é que essas pessoas conseguem sorrir tanto? Será que ninguém aqui já teve o mundo desabando na cabeça?
Eu entrei no mercado e vi um casal discutindo qual marca de amaciante levar. Eu tive vontade de gritar: "Aproveitem essa briga boba, seus idiotas! Um dia vocês vão estar discutindo quem fica com o quê no divórcio, ou quem vai ser o padrinho do casamento dela com outro!". Eu não gritei, óbvio. Eu só apertei o cabo do carrinho até os dedos ficarem brancos e saí de lá sem comprar nada.
A verdade é que a minha paciência pro cotidiano evaporou. Eu não tenho mais filtro pra conversa mole. No Dia 39, a dor parou de ser aquela tristeza chorosa e virou um mau humor crônico, uma casca grossa que eu uso pra ninguém chegar perto e perceber que, por baixo da raiva, o que tem é só um cansaço infinito de estar sozinho.
Desce mais uma gelada, cara. Hoje eu prefiro o amargor da bebida do que a doçura falsa de quem acha que a vida é um comercial de margarina.
Dia 39: La calma antes de la tormenta...
Dure leyendo entre lagrimas y dolor hasta las 5 am, luego mi cuerpo se rindio al cansancio, no estoy seguro que soñe, si personas diciendome que huya o yo diciendole eso a unas personas... Desperte a las 12, me cepille, hoy la casa estaba sola asi que compre algo de desayunar y me quede en casa, leyendo y ecuchando musica tratando de no pensar mucho, en la noche llego mi abuela y mi mama. No comi en todo el dia, pero no importa, “L” estuvo roleando conmigo parte del dia, y poco mas.... Hace un par de minutos pude hablar con “H”, yo... maldicion me siento tan decepcionado... “L” no se da cuenta que su pareja le es infiel, y su pareja le hace daño y ella no se da cuenta... pero... no puedo aguantar mas... verla destruirse me esta dañando... Para enero, si ella no hace algo al respecto, le dire todo en su cara y le dejare decidir si hablarme o alejarme... es su maldita desicion... pero no puedo seguir viendo como ella misma se masacra... no puedo...
39 - Uma música que seja difícil de reproduzir (não estou falando de apertar o play)
Yann Tiersen - First Rendez-Vous
Día 39 (4 de Noviembre del 2014): Quizás estoy equivocada y no eres perfecto, ni tus labios son perfectos, ni tus besos los mejores; ni tus brazos son perfectos, ni tus abrazos los más cálidos, ni tus ojos son perfectos, ni tu mirada la más encantadora, ni tu sonrisa es perfecta, ni tu risa las más bonita, ni tu boca es perfecta, ni tu voz la más hermosa, ni tu cabello es perfecto, ni tu peinado es el mejor. Y quizás realmente estoy equivocada al decir esto; por ahora sé que es así porque no he encontrado a alguien que se asemeje a ti.
Marian Almaguer. (Diario 2, 23:40)
Dia 39: Uma música de pagode.
Livre pra Voar - Exaltasamba;
(...) Eu prometo te dar carinho mas gosto de ser sozinho livre pra voar...
Eu odeio pagode. É tudo o que tenho a declarar. Mas, eu sei cantar essa música, por isso a escolhi, e me lembra bastante coisa... Algumas engraçadas, mas em sua maioria ruins. Enfim, só escolhi porque praticamente tudo o que sei sobre pagode se define nessa musica.
Dia 39 - Budapeste/Zagreb
Uma viagem de três horas de carro levaria seis de trem, parando a cada dez metros. Não tinha ar condicionado e estava fazendo uns 35ºC. Desespero é a única palavra que define. Além de tudo, eu perdi a bolsa de água que tinha acabado de comprar (não sei o nome da coisa, é uma daquelas que as pessoas usam pra caminhada, que tem uma mangueira e fica na mochila), esqueci na mesa do hostel de Budapeste. Então ficamos uma hora parados na fronteira da Croácia, onde os passaportes foram checados mil vezes, e um cara ficou pra trás porque achou que não precisava de passaporte. Pobrezinho.
Cheguei umas 21h no hostel de Zagreb exausta, com forças pra comprar um kebab e dormir.