Si alguien quiere ser mi discípulo, tiene que negarse a sí mismo, tomar su cruz y seguirme— Mateo 16:24
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Si alguien quiere ser mi discípulo, tiene que negarse a sí mismo, tomar su cruz y seguirme— Mateo 16:24
Onde está Jesus? - Aprendendo a confiar
Mateus 14: 22 a 32. / ACF – Almeida Corrigida Fiel
22. E logo ordenou Jesus que os seus discípulos entrassem no barco, e fossem adiante para o outro lado, enquanto despedia a multidão. 23. E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar, à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só. 24. E o barco estava já no meio do mar, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário; 25. Mas, à quarta vigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, andar por cima do mar. 26. E os discípulos, vendo-o andar sobre o mar, assustaram-se, dizendo: É um fantasma. E gritaram com medo. Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tende bom ânimo, sou eu, não temais. 28. E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas. 29. E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus. 30. Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me! 31. E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste? 32. E, quando subiram para o barco, acalmou o vento.
Nesses versículos existem pontos extremamente importantes e vou dizer sobre cada um deles, antes, gostaria de deixar outro versículo para a igreja que se encontra em
“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.” Isaias 41;10.
Essa passagem na bíblia é bastante conhecida e nos mostra que não devemos olhar as circunstâncias pois sabemos que temos um Deus que garante vitória na guerra, faz água em terra seca, e se não tem provisão ele faz cair do céu.
Assim que ouvi e vi essa passagem de uma forma mais aprofundada, foi como se meu peito se enchesse, e eu gostaria de falar sobre isso que é tão maravilhoso hoje.
No versículo 23, aparentemente na primeira vigília da noite é o momento que jesus se despede da multidão, manda os discípulos para o barco e sobe ao monte para orar, porém, enquanto ele está lá em cima os discípulos já estão sofrendo com a tempestade dentro do barco.
O que nós muitas das vezes não nos atentamos a saber é que a noite era dividida em quatro vigílias de aproximadamente 3 horas cada: Primeira vigília: do pôr do sol até as 9 horas. Segunda vigília: das 9 horas à meia-noite. terceira vigília: de zero hora às 3 horas. Quarta vigília: das 3 horas até a aurora
A bíblia nos diz que Jesus apareceu a eles na Quarta vigília, isso significa que desde a primeira vigília entre as 18h e as 21h da noite, até o horário entre 3h e 6h da manhã, até Jesus aparecer os discípulos enfrentavam a tempestade, são quase 10h ou mais na tempestade.
E então a gente pensa olhando o versículo 26, se perguntando Como aqueles discípulos não reconheceram Jesus ou perguntar por que acreditar ser um fantasma, acho que 10h na tempestade podem fazer muitos acreditar na morte eminente, eles já estavam desacreditados, temerosos, e então Jesus se revela imediatamente, uma coisa que aprendi nisso, Quando é Jesus, quando é de Deus ele não deixa NINGUÉM duvidoso. Aí eu entendi o porquê as coisas de depois não provem de dúvida, porque se você não enxerga ele mesmo diz SOU EU.
E então vem Pedro o mais destemido, e falo destemido porque, naquele momento ele poderia ter pedido qualquer coisa, até mesmo para que Jesus fizesse a tempestade cessar, mas ele diz “Se es tu, me faz andar sobre as águas”, “me faz experimentar o sobrenatural”, e então vemos que Pedro sai do barco e caminha sobre as águas, mas acontece algo que acontece com todos nós, desviamos a atenção e os olhos que deveriam estar focados em Deus para olhar nossas circunstancias, nossas lutas, nossas guerras, e então Pedro olhou a tempestade, sentiu medo e começou a afundar, LEMBRE – SE, medo é ausência de fé, onde a fé faz morada o medo não entra e se você deixa o medo controlar a fé vai embora porque fé e medo não se misturam.
Quantas e quantas vezes no meio da luta, da adversidade mesmo sabendo que temos um Deus que nunca perde a batalha, ao invés de dizer Senhor, me faz andar sobre as águas a gente se lamenta dizendo “Eu não consigo”, “Me tira daqui”, “Eu sinto medo”, “ACABA COM ESSE VENTO SENHOR”, e Deus lá no céu dizendo “Meu filho eu tenho tanta coisa que eu quero que você experimente na minha presença, Eu tenho tanta coisa boa pra te mostrar, tantas experiências, mas a gente faz do nosso problema tão grande na nossa vida que ele acaba ficando maior do que Deus.
Mas então Pedro faz algo que não podemos esquecer ele entende que ele afundou não porque quem estava no mar não era Deus, e sim porque ele teve medo, e reconhecendo sua incredulidade diz “SENHOR, ME SALVA”.
Não é mãe, não é pai, não é amigo, não é vizinho, quando você começa a afundar, quando o medo tenta te cercar você clama a Deus, e então como no versículo diz IMEDIATAMENTE Jesus estendeu a mão.
Ai a gente vai em Isaias 41:13 que diz “Pois eu sou o Senhor, o seu Deus, que o segura pela mão direita e diz a você: Não tema; eu o ajudarei.”
E então, o que mais me impactou, os versículos dizem:
30. Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me! 31. E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste? 32. E, quando subiram para o barco, acalmou o vento.
Pedro olha para o vento e sente medo, pede ajuda a Deus e ele estende a mão, mas na Bíblia não diz que Jesus trouxe Pedro de volta pro barco carregado, nas costas ou em um estralar de Dedos, Jesus segura na mão de Pedro dizendo “Eu estou aqui pra te ajudar, mas esse mar que você andou até chegar a mim você vai voltar andando e agora vai ser do meu lado.”
Precisamos entender que fora ou dentro do barco, andando ou não sobre o mar o Mesmo Deus daquela época é o mesmo Deus de hoje, é o mesmo Deus que não deixa ninguém desamparado, é o mesmo Deus que te pega pela sua mão e fala não desiste, você veio até aqui andando, mas vai voltar andando.
E então eles entram no barco, e o vento cessa, existem processos que você vai passar, que são necessários, existem lugares que você vai precisar ir, pessoas que você tem que conhecer, experiências que você tem que passar para que a gloria de Deus seja feita na sua vida, não anda sobre as águas quem continua no barco.
Por que Jesus demorou tanto pra ir até o barco? Processo. Por que Jesus não os chamou para entrar dentro d'água? porque ele está esperando atitude. Por que o vento só cessou quando ele entrou no barco? Porque com ou sem vento o controle estava nas mãos dele.
Aí eu pergunto, alguém morreu? Alguém se afogou? O barco afundou?
Quando passamos pelo nosso dia de maior aflição, a gente morreu? Estamos todos aqui, entrega suas vidas nas mãos de Deus, entenda que ele não é só um Deus que acalma a tempestade, mas te faz andar por ela também.
Que este versículo seja de grande valia, muitos de nós passamos tribulações que duram muito mais do que 10 horas, 10 dias e até mesmo 10 anos, mas se estamos aqui, se estamos de pé é porque temos um Deus que não nos desampara
Zerei a minha vida por amor a Cristo.
_discipula-do-mestre-yeshua Ter, 08/12/2020
De nada vale saber muchos textos bíblicos sino lo aplico a mi vida, seria simplemente un oidor olvidadizo.
¿Podria llamarme discipulo de Cristo?
¿Por que los cristianos nos imaginamos a Jesús enfadado en este momento?
El seguramente estaba emocionado por ¡uno! se atrevió a ser discípulo.
Hace tiempo escuché en YouTube la prédica de “Discípulo no cualificado” de itielarroyo y esto que dijo abrió otro panorama.
Mestre Tomás de Kempis é um arregaço! Siga o Mel e Gafanhoto no Instagram: https://www.instagram.com/melegafanhoto/
El día en que robaron la casa de un Maestro Iluminado
Hubo una ocasión, en un pueblo muy apartado, entre las montañas y de difícil acceso donde vivía un hombre solitario pero muy sabio, vivía en la parte más aislada del pueblo, en lo más alto de una de las veredas en la montaña. Un día, como de costumbre salió a caminar y a meditar en contemplación de la naturaleza, ese día un hombre, que llevaba varios meses siendo buscado por las autoridades, llegó a la casa del Maestro y decidió entrar a robar, aprovechando que no había nadie en casa, al entrar a la pequeña, vieja y humilde choza de madera corroída por el tiempo, encontró que estaba completamente vacía, no había nada, excepto por una vieja manta rota tirada en el suelo, eso fue todo lo que encontró. El hombre ya enojado por no haber encontrado nada qué robar, decidió llevarse la vieja manta y huyó.
Cuando el Maestro regresó, encontró que la puerta estaba abierta y al entrar vio que su manta no estaba, inmediatamente supo que le habían robado. Como buen Maestro, no hizo nada y siguió su estado meditativo y de paz el cual no había perdido ni siquiera en ese momento.
Días después, gracias a su elevado nivel de percepción desarrollado, supo que el ladrón había sido aprehendido, así que corrió a la comandancia para ver qué ocurría. Cuando llegó vio que efectivamente el hombre había sido capturado, así que el Maestro, que ya era bien conocido por el pueblo como una persona de paz, sabia y honrada, se quedó a observar. Uno de los oficiales le preguntó qué le había robado el hombre, y el Maestro respondió: “este hombre se robó mi sombrero, mi abrigo, mis pantalones y mi cama”. A lo que el ladrón replicó diciendo que eso no era cierto, que cuando entró lo único que había encontrado fue una vieja manta tirada en el suelo. Así que el Maestro dijo: “Así es, esa vieja manta lo es todo, cuando me la pongo en la cabeza es mi sombrero, cuando me la pongo en el cuerpo es mi abrigo, cuando me la pongo en las piernas es mi pantalón, y cuando la pongo en el suelo para dormir es mi cama. Esa manta es lo único que tengo, por eso no hay nada más en mi casa, no tengo ninguna otra posesión más que mi vieja manta.El Maestro continuó hablando, le otorgó el perdón al hombre y le regaló la manta y ese fue el fin del asunto. Días después, el ladrón regresó a la casa del Maestro para hacerse su discípulo.
Ahora bien, ¿qué le robaron al Maestro? Podría decirse lo obvio, le robaron una manta, y fin del asunto, pero al examinar a detalle lo ocurrido nos percatamos de más detalles, el Maestro dijo: “este hombre se robó mi sombrero, mi abrigo, mis pantalones y mi cama”. Para el hombre la manta es sólo una manta, para el Maestro la manta es un sombrero, un abrigo, unos pantalones y una cama, así pues, al Maestro le robaron más que sólo una vieja manta roída, polvorienta y deslavada.
El Maestro fue despojado de su sombrero, de su abrigo, de sus pantalones y de su cama y al final lo que hizo fue perdonar al hombre, regalarle la manta y dejar que se fuera. Ese hombre no sólo se había llevado una manta.
¿Cuál es la enseñanza del Maestro? Hay cinco enseñanzas directas en estos hechos ocurridos. La primera es el valor emocional y utilitario que los objetos tienen, la segunda es que ese valor no tiene ningún valor, la tercera, es que los el valor que se le das a esos “objetos valiosos”, sea por su precio económico, por la atribución sentimental que se le otorgue o por su utilidad, no vale nada, no hay ningún valor allí, reconocer el no valor del valor se llama desapego, el Maestro estaba desapegado de la manta y de todo, la cuarta enseñanza es el perdón, ¿a quién perdonaba el Maestro? ¿Al ladrón? No. El perdón fue hacia sí mismo, el Maestro había reconocido al hombre como parte de él mismo, la no dualidad, un Maestro iluminado ya no considera la división tú y yo, para un Maestro esa dualidad no existe, y por último, una quinta enseñanza, recibir al ladrón en casa, después de todo ¿qué más podría robarle si ya no había nada? Recibir al ladrón es sanarse a sí mismo, al reconocerlo como parte de sí, al no considerar la dualidad sino la unicidad, el Maestro reconoció en el hombre una parte de sí mismo por sanar. Al aceptarlo como discípulo, el propio Maestro sana, y si el Maestro sana, el discípulo también.
Psicología de Alta Consciencia