Sweet Seals For You, Always

oozey mess
Not today Justin
Keni

#extradirty
The Stonewall Inn

Jar Jar Binks Fan Club
𓃗
$LAYYYTER
Noah Kahan

No title available

PR's Tumblrdome
cherry valley forever

shark vs the universe
almost home
noise dept.

Kiana Khansmith

No title available

roma★
Cosmic Funnies
seen from Ecuador
seen from Australia

seen from India

seen from South Korea

seen from Sweden
seen from Türkiye
seen from United States
seen from Maldives
seen from India

seen from Germany
seen from Malaysia

seen from Italy

seen from United States

seen from Canada

seen from Bangladesh
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Colombia

seen from United Kingdom
@melegafanhoto
Salmo 4. 1 - Angustia e Oração
"Responde-me quando clamo, ó Deus que me faz justiça! Dá-me alívio da minha angústia; Tem misericórdia de mim e ouve a minha oração."
O livro do Saltério é muito rico para nós cristãos, pois tem grandes exemplos de orações e louvores que expressam exatamente todos os sentimentos possíveis que podemos sentir durante nossa vida. E ao nos deleitar nesses textos encontramos grande exemplo e auxilio para nossas orações.
O Salmo nº 4 é uma oração muito bela feita por Davi, provavelmente ainda antes de ser rei e perseguido por Saul.
No verso 1 Davi inicia sua oração direcionando-a primeiramente a Deus, e deixando claro que embora estivesse em meio a perseguição e sendo julgado como culpado pelos inimigos que o queriam matar, o salmista Davi logo deixa claro que não se busca ser visto como justo aos olhos daqueles que o perseguem, ou mesmo, de todos ao seu redor, mas declara que a justiça a qual se preocupa em ser julgado é a justiça de Deus. Para Davi, Deus é seu juiz, advogado e também o juri, e é por esse juiz que ele deseja ser chamado justo. Ele não busca ser aclamado inocente dentro dos tribunais dos homens, mas perante Deus, e essa é sua preocupação principal. "Ó Deus que me faz justiça, reconheço que somente de ti provem pura, inocente e verdadeira justiça que pode me declarar justo".
O salmista não esconde o estado de seu coração perante a Deus, porém pelo contrário o descreve como angustiado, pedindo alivio a Deus. Todos temos dificuldades em demonstrar o estado de nosso coração, em muitos momentos até temos dificuldade de conseguir entender os sentimentos que o perpassam, porém não existe lugar mais propicio a um homem do que a oração para rasgar seu coração a Deus! "Meu coração está angustiado, livra-me Deus". Isso nos faz lembrar também de que nosso Salvador, momentos antes de sua crucificação ao se encaminhar para o jardim do Getsêmani com seus discípulos, imediatamente antes de orar diz "A minha alma está triste até a morte". Devemos ter amigos com quem podemos contar na aflição, devemos buscar nossos líderes em momentos de dificuldade e angustia, pois fazemos parte de um corpo. Porém, antes de tudo isso devemos orar a nosso Deus, como faz aqui o salmista Davi. Rasgar o coração, denunciar nossos próprios pecados e falhas, e debruçar em Deus as nossas dores e aflições. Cristo deixou claro que seriamos afligidos nesse mundo, essas aflições, agonias e angustias em alguns momentos chegarão ao nosso coração, talvez para alguns mais do que para outros, porém não deve cessar de nossa boca as seguintes palavras: "Dá-me alívio da minha angústia". Devemos orar com as forças que nos restarem, com grandes palavras ou silêncios de lágrimas, mas oremos tendo certeza que seremos respondidos, pois Deus tem misericórdia do povo! E Davi sabe disso, e é por esse motivo que apela a Deus para que Sua bendita misericórdia o faça ser ouvido em sua súplica. Não deixe que seu coração seja engolido pelas aflições e ansiedades da vida cotidiana ou mesmo por causa dos inimigos que se levantam contra aqueles fiéis de Deus, mas mesmo em aflição, exprima seu coração a Deus, apele por Sua misericórdia e peça por alivio!
Oração através dos Salmos
Deus, me permita orar a Ti com as palavras do salmista. Que o Senhor possa encontrar em meu coração sinceridade e amor por Ti, Seu povo e Sua lei. Deus, meu auxiliador. Que eu encontre em Ti, através dessas preces, força para lutar contra a minha carne, e me manter firme perante tua palavra. Que essas palavras cantadas e oradas em outros tempos pelos teus servos rasguem a falsidade de meu coração e me quebrantem diante de Ti, meu Deus. Amém.
Devocional Romanos 6: Graça que leva a obediência
“Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente?(...) E então? Vamos pecar porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De maneira nenhuma!” Rm 6: 1 e 16
Paulo tem sua mensagem duramente contestada por aqueles que queriam invalidar seu ministério e o evangelho por ele pregado.
Muitos judeus consideravam a pregação do apostolo “antinomiana” (uma pregação que invalida ou desqualifica a lei moral de Deus), pois a base de todos os argumentos de Paulo provinha da firme convicção que não existe obra da lei realizada pelo homem que possa prover a ele salvação, senão somente a graça de Deus.
Então a pergunta dos judeus é a seguinte: “Se não estamos mais debaixo da lei, mas estamos debaixo da graça, então você diz que já fomos salvos e podemos pecar o quanto quisermos? Pois se pecarmos a graça aumentará e revelaremos ainda mais a bondade de Deus?”. Então o apostolo não mede esforços para nos explicar de fato o que ser salvo pela graça significa.
Quando fomos alcançados pela graça de Deus, fomos com Cristo sepultados por meio do batismo (Rm 6: 4) e por meio de sua ressurreição recebemos uma nova vida para ser vivida. Uma vida que agora não é mais escrava do pecado, pois morreu para ele, e, se morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?
“Porque morrendo, ele morreu para o pecado uma vez por todas; mas vivendo, vive para Deus. ¹¹ Da mesma forma, considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus. (...) Pois o pecado não os dominará, porque vocês não estão debaixo da lei, mas debaixo da graça.” Rm 6: 10 e 14
Ao sermos justificados pela fé em Cristo, recebemos a salvação por meio de sua graça e libertação da escravidão do pecado. Não só isso, ao sermos livres da escravidão do pecado nos tornamos automaticamente escravos da justiça de Cristo, tendo agora a oportunidade de sermos instrumentos dessa justiça que em nada provem de nós.
Nos versos 19, 21 e 22 Paulo deixa claro o fim de ambas as escravidões:
“Assim como vocês ofereceram os membros dos seus corpos em escravidão à impureza e à maldade que leva à maldade, ofereçam-nos agora em escravidão à justiça que leva à santidade (...)
Que fruto colheram então das coisas das quais agora vocês se envergonham? O fim delas é a morte!
Mas agora que vocês foram libertados do pecado e se tornaram escravos de Deus, o fruto que colhem leva à santidade, e o seu fim é a vida eterna.”
Ao servirmos como escravos do pecado e da maldade recebemos maldade e morte, mas ao servirmos à justiça de Deus como escravos o fruto que colhemos leva à SANTIDADE. Ou seja, Deus não somente nos liberta da escravidão do pecado, mas nos insere na caminhada de santificação, e é exatamente onde Paulo responde seus opositores! Aqueles que foram libertos por Cristo, agora o servem em justiça e santificação, santificação essa que leva todos os remidos e verdadeiros discípulos à obediência a lei moral de Deus e toda sua vontade revelada. Sendo salvos pela graça não encontramos nela liberdade para o pecado, mas sim obediência a Deus.
Lembremos que aqueles que caminham em santificação são feitos mais parecidos com Cristo durante toda sua caminhada, e uma das mais evidentes características de Cristo foi exatamente esta: a obediência.
"Pois desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas para fazer a vontade daquele que me enviou.” Jo 6: 38
escrito por Matheus Odilon
Mestre Tomás de Kempis é um arregaço! Siga o Mel e Gafanhoto no Instagram: https://www.instagram.com/melegafanhoto/
Trecho do Capítulo 8 do segundo livro de Imitação de Cristo - Tomás de Kempis
Tradição
“Para os pais da igreja, a tradição não era um corpo de ensinos que estaria ao lado Escritura. A Tradição seria um resumo daquilo que é essencial a fé como revelada na Escritura Sagrada, e que não é matéria de debate.“ Um trecho auto-explicativo do livro O Credo dos Apóstolos do grande pastor e professor Franklin Ferreira.
Brigada do balde
Existe uma técnica antiga de se apagar incêndios chamada "brigada do balde", onde as pessoas formam uma espécie de corrente/fila do local onde se tem água até o local que está em chamas, e juntos apagam o fogo. No reino de Deus não é diferente, na verdade o reino de Deus é isso, para e analisa, quem é o mais importante? O que enche o balde de água? O que passa o balde com água para o próximo?ou aquele que recebe o balde com água e lança ele apagando as chamas? A resposta é simples nenhum é o mais importante, porque todos são importantes. Então independente da função que você exerce no reino, saiba de uma coisa , você é importante! Todos juntos unidos em um só propósito/objetivo isso é igreja, isso é reino de Deus.
Uma base bíblica: "Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fez crescer; de modo que nem o que planta nem o que rega são alguma coisa, mas unicamente Deus, que efetua o crescimento.O que planta e o que rega têm um só propósito, [...]"
(1 Coríntios, 3.6,7 e 8a)
A Necessidade de Decidir-se pela Verdade - C. H. Spurgeon
Eu creio na doutrina da eleição, porque tenho a certeza de que se Deus não tivesse me escolhido, eu nunca O teria escolhido; e tenho certeza que Ele me escolheu antes de eu nascer, ou então Ele nunca teria me escolhido depois; e Ele deve ter me eleito por razões desconhecidas para mim, pois eu nunca poderia encontrar qualquer razão em mim mesmo para que Ele me olhasse com amor especial.
Então, eu sou obrigado a aceitar essa doutrina.
Estou vinculado à doutrina da depravação do coração humano, porque eu me encontro depravado de coração, e tenho provas diárias de que não habita em minha carne nenhuma coisa boa.
Não posso deixar de considerar que deve haver uma expiação antes que possa haver perdão, porque a minha consciência assim o exige, e minha paz depende disso. O pequeno tribunal dentro do meu próprio coração não está satisfeito a menos que alguma retribuição seja exigida pela desonra feita a Deus. ...
Um homem propõe a maravilhosa descoberta de que o mel não é doce. “Mas eu comi um pouco no café da manhã, e eu o achei muito doce”, dizem vocês, e sua resposta é conclusiva. Alguém lhes diz que o sal é venenoso, mas vocês apontam para a sua própria saúde, e declaram que vocês têm comido sal nestes quarenta anos. Alguém diz que comer o pão é um erro, um erro vulgar, um absurdo antiquado; mas em cada refeição vocês fazem o seu protesto ao assunto com um riso alegre.
Se vocês experimentam diária e habitualmente a verdade da Palavra de Deus, eu não tenho medo de que vocês sejam abalados na mente em relação a ela.
— Charles Haddon Spurgeon | A Necessidade de Decidir-se pela Verdade
A graça barata e a graça preciosa
A GRAÇA BARATA é a pregação do perdão sem arrependimento do pecador, é o batismo sem disciplina eclesiástica, é a comunhão sem confissão de pecados, é a absolvição sem confissão pessoal. A graça barata é a graça sem discipulado, é a graça sem a cruz, é a graça sem Jesus Cristo vivo e encarnado.
A GRAÇA PRECIOSA é o tesouro oculto no campo, pelo qual o ser humano vende feliz tudo que possui; é a pérola preciosa, pela qual o mercador oferece todos os seus bens; é o domínio do reino de Cristo, pelo qual o ser humano arranca o olho que o faz tropeçar; é o chamado de Jesus Cristo, pelo qual o discipulo deixa sua redes para trás e o segue.
(...) é preciosa por custar a vida ao ser humano; é graça pois só assim dá vida ao ser humano; é preciosa porque condena o pecado; é a graça porque justifica, perdoa o pecador. É preciosa sobretudo porque foi preciosa para Deus, porque lhe custou a vida de seu Fiho.
Dietrich Bonhoeffer, trecho sobre a bem aventuranças. Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados. Mt 5:4
Vinde a mim - Um chamado aos pequeninos
Naquela ocasião Jesus disse: "Eu te louvo, Pai, Senhor dos céus e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e cultos, e as revelaste aos pequeninos. (MT 11: 25 - Lc 10: 17 - 20)
Jesus nivela a todos:
Cristo inicia seu discurso nesta sessão diretamente nivelando os seus verdadeiros ouvintes, que são aqueles que fazem da sua vida como os pequeninos (Mt 19: 14, Mt 5: 3 - 11).
Não existe a possibilidade de conhecer o Reino sem se fazer pequenino. Não existe a possibilidade de ter a revelação de Cristo em nossa vida sem que nos façamos pequeninos. O maior obstáculo entre a chegada do homem à Jesus é o próprio homem. O inimigo ao se aproveitar disso, não tem a intenção de desmotivar o homem, mas de mostrar o quanto ele pode ser forte e o quanto já é (Gn 3: 5 - Mt 4: 9).
Nós somos pó (Gn 3:19), miseráveis (Rm 7: 24), e nada mais do que isso. E completamente iguais, pois em Cristo fomos batizados e de Cristo fomos revestidos, não há judeu nem grego,escravo ou livre, homem ou mulher (Gl 3: 27 - 28).
Não sejamos presunçosos, busquemos humildade e transformação em Cristo.
Spurgeon sobre o Salmo 23: 4
Você está consciente do crescente fracasso do poder de seu corpo? Espera passar longas noites de abatimento e dias de dor? Ah, não fique triste! Aquela cama pode se tornar o seu trono.
Pouco você sabe como cada pontada que atinge seu corpo pode ser um fogo purificador para consumir a sua impureza - um raio de glória para iluminar as partes secretas de sua alma. Seus olhos estão apagando? Jesus será sua luz. Seus ouvidos estão falhando? O nome de Jesus será a melhor música de sua alma, e Sua pessoa, seu maior prazer.
Sócrates costumava dizer: “Filósofos podem ser felizes sem música” e cristãos podem ser mais felizes do que filósofos quando todas as causas externas de alegrias forem retiradas. “Em ti, meu Deus, meu coração triunfará, não importa os males que vierem. Pelo Teu poder, ó Espirito bendito, meu coração será extremamente feliz, apesar de todas as coisas que me falharem aqui na Terra.”
“Como crianças recém-nascidas, desejem de coração o leite espiritual puro, para que por meio dele cresçam para a salvação” (1 Pedro 2:2)
Todo recém nascido tem uma certa dependência, seja dos pais ou de um responsável, ele é dependente para se limpar quando faz necessidades fisiológicas, depende de alguém para se alimentar, ele praticamente é totalmente dependente; porém um recém nascido tem um registro , quer dizer tem a sua identidade.
Assim como nós na nossa relação com Deus somos totalmente dependentes, e se reconhecermos essa dependência e se alimentar do que ele tem para nos dar caminharemos para o caminho da salvação que temos, através de Cristo.
E nós também como recém nascidos temos identidade, e Deus respeita muito isso em nós. A sua personalidade é única e há lugares no mundo que só serão alcançadas pelo evangelho se for através de você com a sua personalidade/identidade, é importante você respeitar isso em você, porque Deus quer que você seja você.
O espírito santo molda nosso caráter, para nos tornar parecido com Cristo. Analisa comigo, Cristo andando com 12 discípulos. Será que os doze eram de personalidade idêntica? Nunca!
Você é único, e o propósito que Deus tem pra sua vida também, logo a sua personalidade não tem como ser uma coisa padronizada.
Seja totalmente dependente, mas respeite a sua identidade, você nasceu e a sua vida tem um propósito que será realizado se você for você.
Nestes dias, quando há gritante necessidade de coragem, tanto no púlpito quanto nos bancos da igreja, que possamos ver a restauração até a pureza cristalina da igreja de Cristo mediante uma nova reforma.
O Zelo Evangelístico de George Whitefield - Steven Lawson
Como foi com Moisés no Egito, Paulo em Roma ou Lutero em Witenburgo, Deus coloca os seus servos escolhidos em épocas decisivas da história, quando é necessário uma voz para promulgar a causa de seu Reino.
O Zelo Evangelístico de George Whitefield - Steven Lawson
Diário de um jovem pastor: Capítulo um
Me tornei pastor a pouco tempo e logo pude sentir a responsabilidade de estar nesta posição.
Tenho 24 anos e sou filho de pastor à mais ou meno 15 anos, sempre tive aversão a ser o “exemplo” - “Oh, você é o filho do pastor, não pode ser assim, etc, etc” - e hoje estou a posição onde o exemplo é primordial, mas escolhi ser diferente.
Hoje temos muitas pessoas em quem nos inspirar, líderes famosos e/ou líderes das igrejas locais. E quando estamos em uma posição onde nossas ações podem refletir diretamente no comportamento e escolha de prioridades das pessoas ao nosso redor é muito comum e entendível querermos nos isentar dessa responsabilidade buscando simplesmente ser igual a alguém que já exerci esse papel perante as pessoas, tomamos as mesmas posições sobre assuntos, argumentos e as vezes até os trejeitos.
Mas tendo a compreensão de que Cristo nos escolheu como partes diferentes e singulares do corpo (1 CO 12: 27-28), eu não posso me deixar simplesmente ser “igual” alguém, preciso ser eu, quem Cristo me chamou para ser. E isso traz consigo a completa necessidade de haver capacidade para lidar com as próprias escolhas.
Agora, você deve estar imaginando, “mas como isso pode ser difícil? Você está em uma igreja, todos pensam igual, todos seguem a Cristo, ensinar, tratar ou aconselhar não deveria ser uma coisa difícil”. Mas minha pergunta para você é, como lidar com elementos antibíblicos ensinados sorrateiramente ao povo? Ensinados por pessoas na mesma posição que você? E na mesma igreja.
Pois é.
A algum tempo me peguei deitado no sofá, pensando sobre isso e o que fazer, e me lembrei do texto de João 17: 17. O ministério de Jesus, de João Batista e de todos os apóstolos, apesar de perseguidos e ofendidos, eles nunca consideraram como peso a missão dada a eles, muito pelo contrário, se entregaram com tudo que tinham e tudo que eram, pois entenderam que a responsabilidade que tinham não era a de serem homens perfeitos e intocáveis, mas de levar a simples mensagem do Evangelho de Cristo. E mesmo preso, eles cantavam (AT 16: 25), por que não se tratava de liberdade física, de jeito ou estilo, mas de uma mensagem que está muito acima do que qualquer um de nós conseguirá ver ou entender (1 CO 13: 12).
Qual é a minha posição frente a tudo isso? A Bíblia.
Qual é o meu maior exemplo? Jesus. Agora que vivo isso, consigo compreender na pele como devemos nos apegar a todos os ensinamentos bíblicos, nunca nos apartar do livro desse lei (JS 1:7, SL 27:4, JO 8:31) e ter a consciência de que não fomos chamados para aumentar o hall de pastores e líderes, mas manifestar a Cristo onde estivermos (MT 5:13-16, JO 15:16, EF 4:16, 1 PE 2:5), sermos sal e luz, e talvez, trazer novamente o sabor a um saleiro onde o sal já perdeu suas propriedades.
Toda e honra e toda glória seja de Deus. Amém.