Às vezes dá aquela vontade silenciosa de perguntar:
“Por onde você anda? Tá tudo bem aí?
Como vai a sua família?
E você… por que sumiu?”
Mas a gente engole.
Porque não sabe se deve,
não sabe se tem mais espaço,
não sabe nem se faz sentido depois de tanto tempo.
A verdade é que matar um sentimento
é quase impossível.
Ele não desaparece…
só aprende a doer em silêncio.
E a gente segue.
Meio inteiro, meio quebrado,
mas segue.











