Eu preciso tirar tudo isso da minha mente.
Mas, o engraçado, é que quando eu digo “tudo isso”, o tudo se torna nada, porque simplesmente eu não saberia explicar o que esse “tudo” representa.
Lamentavelmente terei que fugir.
Eu não sei mais ser melhor.
Eu não sei o que fazer para saber o que é necessário saber para viver o que tenho vivido.
Mas quem é que suportaria ter que entendê-lo e se adaptar a ele?
Não me resta muito, ah não ser, ser o que o que eu era. Quando nada importava.
Quando não existia o “amar”.
É que esse “amar” consegue ser ainda mais labiríntico do que a mim.
E honestamente? Se misturar dois algos, assim, tão correspondentes um com o outro (eu e o amar), pelos meus cálculos melindrosos…