Brazil's main food app rejects delivery workers’ demands; thousands go on national strike
Workers said they will prevent food deliveries from leaving the biggest shopping malls in the city of São Paulo
In the largest mobilization of app delivery workers in the city of São Paulo since the so-called #BrequeDosApps, in 2020, around 2,000 workers held a motorcade on Paulista Avenue towards the headquarters of the app iFood, in the nearby city of Osasco, on Monday (31). The protest is part of the 48-hour National Strike, organized simultaneously in around 60 Brazilian cities. It demands, among other things, an increase in the minimum rate per ride from BRL 6.50 (US$ 1.14) to BRL 10 (US$ 1.75).
After waiting for hours in the rain in Osasco, the company said “no” to the workers’ demands. Then, they left the location divided into groups formed by app delivery drivers from each area of the capital and metropolitan region to stop food deliveries from the city’s main shopping malls.
The delivery workers promised to prevent orders from dinner time on Monday until Tuesday night (1), the day also set for a national mobilization.
“The strike will continue. iFood didn’t give a shit [sic], but they saw that the movement was strong all over the country. And we’re going to continue because we’re going to send the message. It’s not fair what they’re doing. They fooled us, they gave us no answers, so we’re going to stop the whole country,” announced one of the strike leaders from the top of a sound truck, to loud applause.
Seu chefe não tem rosto, não tem nome e mora no seu celular. e isso é mais sério do que parece!
Alerta de spoiler: meu bem, você não é seu próprio chefe.
Para, respira! antes de continuar rolando, eu preciso te fazer uma pergunta que vai incomodar: você já pediu comida por aplicativo às 23h enquanto estava confortavelmente deitado na cama, e o entregador chegou em 28 minutos exatos?
Pois bem, enquanto você escolhia entre calabresa e quatro queijos, um algoritmo estava gerenciando a vida de uma pessoa real, em tempo real, sem rosto, sem nome e sem possibilidade de questionamento. E isso não é só um problema do entregador, é um problema nosso.
A plataforma não é neutra!
Pesquisadores chamam de plataformização o processo pelo qual aplicativos como Uber, iFood e TikTok deixam de ser só ferramentas e passam a reorganizar setores inteiros da economia, das relações de trabalho e até de como a gente pensa e se comporta. E o que Amorim e Moda (2020) mostram, pesquisando motoristas da Uber em São Paulo, é exatamente onde essa reorganização dói de verdade: no corpo e no bolso de quem trabalha dentro dessas plataformas.
A plataforma não é um espaço neutro onde as coisas acontecem. Ela define as regras de quem aparece, quem some, quem ganha e quem perde! E faz isso de um jeito tão automatizado que parece natural.
É o chefe que você nunca vai poder contestar!
Os motoristas estudados por Amorim e Moda (2020) têm sim, um chefe, mas não é uma pessoa, é um software. Eles recebem corridas sem saber o destino e, se recusam muitas vezes, são penalizados com notas mais baixas.
O próprio sistema aumenta tarifas em áreas com mais demanda para atrair motoristas, quase como uma estratégia de “isca”. Além disso, as promoções funcionam como metas de jogo, direcionando o trabalho sem que o motorista tenha total controle, como um deles disse: é um ganho, mas é totalmente guiado pela plataforma.
Bentes (2020) chama isso de economia da atenção e da vigilância, e o que assusta é que a mesma lógica vale pro usuário comum. Você também é direcionado. O que aparece no seu feed não é aleatório: é calculado pra te manter dentro, engajado, reagindo. A diferença é que o motorista sente no salário quando o algoritmo muda de ideia. Você sente na cabeça.
"Mas eu sou meu próprio chefe!"
eu conto ou você contam?
Quando perguntaram aos motoristas se eles trabalhavam para a Uber, saiu de tudo: “sou autônomo”, “sou empreendedor”, “a Uber trabalha pra mim” — e olha, essa confusão não é por acaso viu? Poell, Nieborg e Van Dijck (2020) mostram que as plataformas usam um discurso bem sedutor, cheio de palavras tipo “parceiro”, “liberdade” e “oportunidade”, pra esconder que existe uma hierarquia ali.
E Bentes (2020) fecha tudo dizendo que essa ideia de que você é totalmente dono das suas escolhas é justamente o que a economia da atenção vende pra todo mundo, seja motorista ou usuário comum. No fim das contas, é quase aquela fofoca que a gente não queria acreditar: você acha que escolhe o que ver no seu feed, o motorista acha que escolhe quando trabalhar... e até escolhe um pouco, sim, mas nenhum dos dois é tão livre assim quanto pensa.
A próxima vez que você pedir um Uber às 23h, o chefe sem rosto vai continuar redistribuindo motoristas como peças, calculando tarifas em milissegundos e decidindo quem ganha bônus e quem é desligado. E enquanto você espera o carro chegar, o feed vai te entreter, porque parar de te entreter também não é do interesse de ninguém.
A pergunta que fica é: você está usando a plataforma, ou a plataforma está usando você?
E quem sou eu? esse segredo eu não conto pra ninguém. vocês sabem que me adoram... xoxo ;*
AMORIM, Henrique José Domiciano; MODA, Felipe Bruner. Trabalho
por Aplicativo: uma síntese da intensificação do trabalho, da
informalidade e da resistência política no contexto da pandemia.
RTPS - Revista Trabalho, Política e Sociedade, v. 6, n. 10, p. p.
105-124, 30 jun. 2021.
BENTES, Anna. Quase um tique: Economia da Atenção, Vigilência e Espetáculo em uma rede social. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2021.
POELL, Thomas; NIEBORG, David; VAN DIJCK, José.
Plataformização. Tradução: Rafael Grohmann. Revista Fronteiras –
estudos midiáticos, v. 22, n. 1, janeiro/abril 2020.
Alerta de receita! Eu faço as minhas asinhas de forma diferente que o pessoal costuma fazer. Normalmente defumamos e finalizamos na grelha , eu não faço assim. Certo Bueno e como tu faz então? Bom, vamos lá! Primeiro eu passo o meu dry rub de frango e porco da @sanstemperos, e depois eu defumo a 150°c até a asinha bater 60°c. Depois disso eu embalo elas não em uma forma de alumínio com molho Bbq, manteiga e um toque de @jimbeambr . Assim que a asinha bate 90° eu sirvo, ela fica extremamente macia, suculenta e saborosa. E aí ficou curioso para testar? Comenta aí ! #bbq #buffalo #buffalowings #churras #barbarosbbq #meat #carne #frango #comida #food #churrascãodofaustão #ifood #bbqbueno #barbecue #molho #festa (em Caxias do Sul) https://www.instagram.com/p/Ci52LX3OT6E/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Será que o restaurante pequeno consegue ganhar dinheiro vendendo pedidos pelo maior market place de delivery, o iFood? Vem descobrir!
Recebemos todos os dias essa mesma pergunta de muitos donos de restaurantes: é possível ganhar dinheiro no iFood?
O ideal é que o restaurante esteja presente em mais de uma plataforma de pedidos online ou market place, e possa adotar estratégias de negócio a fim de colher o melhor que cada uma delas tem a oferecer.
Por exemplo, o iFood, que é o maior market place de delivery da América Latina, acaba sendo fundamental para visibilidade de marca para o restaurante e aumento de tráfego de pessoas e fluxo de pedidos. O preço disso? Altas taxas e percentual sobre vendas.
Por outro lado, se o restaurante possui uma segunda solução de aplicativo de delivery, como o Vina, ele pode criar incentivos e ações para migrar e fidelizar os clientes que ele conquista via iFood para um aplicativo de delivery próprio que seja menos custoso para ele. Com o Vina, o restaurante paga apenas R$ 1 por pedido, sem percentual sobre vendas.
Dessa forma, as plataformas de delivery acabam sendo complementares para o aumento de vendas e da rentabilidade do restaurante, e, recebendo pedidos via iFood ou Vina, o ideal é que o restaurante possua um sistema de gestão que possa integrar as duas plataformas e enviar os pedidos recebidos automaticamente para os pontos de produção, otimizando tempo, equipe e evitando erros manuais. O sistema para restaurantes Controle Na Mão faz a integração tanto com iFood, quanto com o Vina.
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Dormem na cama dos pais até quando querem. Largam mamadeira e chupeta quando querem. Só comem o que querem.E dai? Que mal faz?
Anti-Social aos 11 anos.Melhor celular a cada Natal.Surdos com seus fones de ouvido.Centenas de amigos virtuais.Não pensam nos riscos.Festa social? Se não for top, nem vou.Alto grau de exigência. Conseguem tudo o que querem.E dai? Que mal faz?
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