"Me reviviste con un - hola - luego, me sentí importante cuando me involucraste en tus juegos infantiles y me hiciste feliz al mirarme cuando no existía para nadie"
Amigo imaginario

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"Me reviviste con un - hola - luego, me sentí importante cuando me involucraste en tus juegos infantiles y me hiciste feliz al mirarme cuando no existía para nadie"
Amigo imaginario
"Si me dicen que estás al otro lado
de un puente, por extraño que parezca
que me esperes,
yo cruzaré ese puente.
Dime cuál es el puente que separa
tu vida de la mía,
en qué hora negra, en qué ciudad lluviosa,
en qué mundo sin luz está ese puente,
yo lo cruzaré".
Amalia Bautista
El Toque del Celestial Que Necesito!
Você não aguentou sustentar a responsabilidade do amor que eu tinha pra te dar.
E então você fugiu.
Largou as rédeas do amor jurado, sonhado.
Te amei por tanto tempo que cega, não consegui perceber que sutilmente você acabaria indo embora.
Você sempre fez questão de preencher todos os buracos do meu peito e com todos os meus vazios, covardemente te dei carta branca pra te pertencer.
E que erro.
Porque eu fiquei aqui e hoje mesmo na tua ausência, não deixo de te sentir sob minha pele. Não deixo de acordar desesperada à noite por sonhar mais um vez com você. Não deixo de te querer assim como queremos o sol no fim de um longo inverno.
Erro meu pensar que você teria coragem de bater no peito e assumir o amor. O meu. O teu. O nosso?
Afinal, eu tinha todo o amor do mundo pra te dar e mesmo assim você não aguentou a responsabilidade de amar.
- L.
"Algún día seré como Van Gogh, que a pesar de la oscura soledad que lo atormentaba, tenía su pueblo imaginario de noches estrelladas".
Evazams
Incensura.
São as ordens das coisas
Um sino, meia-noite.
É o admirar sem saber
E se eu não soubesse
O que seria?
Mas eu sei.
E agora eu já sei.
É como estar no controle
É querer estar
Mas não saber a direção.
É o medo.
Medo do fim, do meio e do começo.
É como querer segurar um punhado de areia com a mão
Em meio a um furacão
Mejor que perdonar, es sanar la imaginaria herida, que el imaginario agravio abrió en el herido ego, del aparente yo.
Aldous Huxley.
Carel Willink - Simeón el Estilita (1939)