A maior loucura que eu quase fiz pela Cover, e não foi na fase pós-2010
Por volta de 2009, um colega do meu antigo trabalho iria para os EUA, e muitas pessoas encomendaram que ele fizesse compras diversas. Por muito pouco eu não pedi pra ele comprar um microfone Electrovoice RE 50. O exato microfone de parte dos repórteres do jornalismo da Globo, que também usam Sony, AKG e Beyerdynamic. Um dos que usavam desse microfone era Luiz Fernando Silva Pinto, correspondente em Washington DC. A Globo usa esse modelo desde os anos 70, quando ele ainda era prateado. Bom, se tem imitador do Silvio Santos que vai atrás do Sennheiser MD-405S, porquê não? É, na verdade até hoje só eu pretendi fazer isso. Quaisquer outros grupos de humor que satirizam reportagens de TV usam microfones aleatórios. (O que tem de mais o RE 50? Ele é muito resistente a poeira, umidade e água, além de ser meio grosso, facilitando ser segurado com luvas de frio. Dizem que o apelido desse equipamento é "The Hammer". Preciso pesquisar quantos repórteres usam esse microfone nas famosas coberturas de tempestades e furacões da TV americana onde os repórteres se molham todos.) Embora a EV tenha distribuidor no Brasil, para microfones eles estão mais focados no RE20 (microfone do Emílio Surita no rádio) além de sistemas de alto-falantes (que aí já não me interessam, cansei de PAs, meu antigo emprego só investia nisso...) Embora já tenham estado bem presentes na TV brasileira, com microfones como o RE10 (microfone fixo de palco no SBT, antecedendo microfones gooseneck para a mesma função), RE15 (repórteres da TVS), RE11 ("Papai eu quero me casar"...), PL80 (diversos programas do SBT até 1984 mais ou menos) e outros. Gooseneck é o tipo dos microfones das CPIs em Brasília. A propósito, o RE20 custa DEZ VEZES MAIS do que microfones feitos para PCs, como os HyperX. Essa eles não explicam.













