El día que pusieron a Snoop Dogg a narrar un documental de animales:
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El día que pusieron a Snoop Dogg a narrar un documental de animales:
Somos cronistas del mundo… y huérfanos del alma.
Foco narrativo: Qual escolher?
O foco narrativo se trata pela perspectiva a qual o narrador se apresenta para o leitor, optando por uma forma específica para relatar os acontecimentos do nosso enredo. Tendo em vista que o narrador representa um ser fictício, criado como uma forma do autor poder repassar toda aquela história, esse narrador participará da história? Ele será um mero espectador? Como tudo isso ocorrerá?
Temos três tipos de foco narrativo. Primeira pessoa, segunda pessoa e terceira pessoa. Além disso, podemos dividir se o narrador focará em um ou mais personagens. Partindo desses princípios, podemos citar:
Primeira Pessoa:
O narrador e o personagem principal são a mesma pessoa, no entanto não possuem a mesma função. O narrador deve passar as informações da história, enquanto o personagem deve viver a história. Par facilitar, muitos autores escrevem no tempo passado quando escolhem esse estilo de foco narrativo.
Para esse estilo os traços do personagem tendem a aparecer com mais intensidade na história, e o leitor possui um acesso em primeira mão do seu desenvolvimento psicológico e emocional. No entanto, uma narração em primeira pessoa não é garantia de uma história confiável, o que é passado para o leitor é apenas o ponto de vista daquele personagem, o que facilita a construção de plot twist’s e de conflitos.
Um exemplo clássico de narrador não confiável é Bentinho de Dom Casmurro (Machado de Assis). Ele acredita fortemente que foi traído por sua mulher, e justamente pela falta de provas concretas o enredo criou uma das maiores polêmicas da literatura brasileira, afinal… Capitu traiu ou não traiu?
Outros exemplos de narração em primeira pessoa são livros juvenis, como a saga de Percy Jackson, Crepúsculo, Jogos Vorazes, etc. Particularmente esse estilo de narração é bastante popular entre os jovens, podendo também ser muito achado em livros de romance.
Segunda Pessoa:
Nesse tipo de narrativa o narrador é você. Isso mesmo! A narrativa na Segunda Pessoa apresenta as seguintes características: O narrador narra a cena do ponto de vista de uma só personagem e escreve como se o leitor fosse essa personagem. Usando pronomes que se referem ao leitor.
É um estilo bastante arriscado de narração, que pode fazer muito sucesso ou ser um fiasco. A vantagem é ser algo pessoal que cria uma intimidade profunda entre o narrador e o leitor. A desvantagem é justamente a possibilidade de perder o leitor, por conta da inevitabilidade do enredo, e a quase certa discordância do leitor com as ações da personagem.
Livros que normalmente apresentam esse tipo de narração acabam se tornando histórias interativas, ou uma espécie de livro-jogo.
Terceira Pessoa:
A narração em terceira pessoa pode ter duas divisões. O foco pode ser em um personagem específico, ou então apresentar pontos de visão de mais de um personagem. Vamos falar um pouco sobre isso:
Terceira pessoa com um personagem em específico:
O narrador tem consciência de tudo o que acontece no mundo, porém foca nos detalhes ao redor daquele personagem. É uma boa opção quando você quer focar nas emoções e ações daquele personagem, sem deturpar a narração com a visão dele.
É muito comum que autores mudem a perspectiva e foco, tendo mais de um personagem para se narrar, assim é possível ampliar os detalhes e a ótica da narração. Um exemplo é o famoso Guerra dos Tronos: As crônicas de gelo e fogo, onde cada capítulo foca em um personagem em particular.
Há também exemplos de narrador que foca em apenas um personagem durante maior parte da história, como na saga Harry Potter, ou em Vermelho Branco e Sangue Azul.
Terceira pessoa com narrador onisciente:
Também conhecido como narrador observador. Esse tipo de narração descreve os detalhes e acontecimentos da história, possuindo conhecimento de toda a narrativa. É comum em histórias que envolvam muitos personagens, podendo desenvolver ao mesmo tempo protagonistas e antagonistas.
De forma geral, esse tipo de narrador sabe o que todos pensam, como agem e como se sentem, sem focar exatamente em cada um deles. Podendo ser um pouco complicado para autores iniciantes, já que o maior desafio é conseguir criar um vínculo entre a história e o leitor.
Qual devo escolher?
Não existe uma receita de bolo para se começar a escrever. Posso até tentar ajudar como fiz com meu passo a passo para publicar um livro, ou outras postagens sobre construção de enredo. Mas a verdade é que esses detalhes do livro são bastante subjetivos, e a solução varia para cada autor.
Por isso não posso apontar qual foco narrativo você deve escolher, mas posso ajudar em como escolher.
Estude sobre sua história e o tema que você deseja escrever, e faça-se perguntas do tipo “o que quero passar para o leitor?”, “quero focar mais no universo ao redor do meu personagem, ou na história de vida dele?”, “Qual a melhor forma de passar minha história?”. Tente escrever o mesmo capítulo mudando o foco narrativo caso precise de mais ajuda, e procure sentir a história. No momento que você for escrever, não se deixe influenciar pelo tipo de narrativa que os outros preferem, já que uma história bem escrita começa pela vontade do próprio autor de escrevê-la. Então procure aquilo que lhe deixar mais confortável e empolgado com sua história.
Narrar, en cualquier caso, es el arte de volar.
Andrés Newman
Consejo
El chico de las estrellas
Hello! "tumblr control fix by @cyantists" can you explain how to do? plsss. I searched for it but I didn't find it.
Hi there ! Sorry for for the late reply. Unfortunately, the tutorialy by @cyantists doesn’t seem to be available anymore but they basically made the tumblr controls smaller by using the transform property. I’ll put a simplified version of what I use in my own themes under the cut if you’re interested.
Hoy ha sido uno de esos días en los que me levanté y no tenía ni puta idea de cómo sentirme, solo quería que él me diga que todo está bien con nosotros y que estaría ahí conmigo, pero no fue así, simplemente no le importó.