Him: (to Baby) Oh, Mommy's tired. And it's because of you. You're taxing.
Him: You're like the IRS.
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Him: (to Baby) Oh, Mommy's tired. And it's because of you. You're taxing.
Him: You're like the IRS.
One of Husband's passtimes is sending me memes while I am nursing the baby to sleep. He knows I'm on my phone while I rock her, and if I laugh, I risk waking her.
It's basically one of those playground games of keeping a straight face, except losing means you get a crying baby.
Baby Girl has a small collection of rubber ducks. At the time of writing this, there are five, plus a bath towel that looks like a duck. Ducks are Baby Girl's favorite part of bathtime, and it might be her first real word.
So I sent Husband that video of James Veitch and the rubber ducks. We can have a good laugh about it later, I thought.
About a day later, Husband tells me, "I did something."
Obviously, I'm concerned.
"We have 50 ducks heading our way."
Baby Girl is not going to know what hit her.
Our 3-month-old hates tummy time so much that she learned to roll onto her back, which the pediatrician said probably wouldn't happen until 5 or 6 months.
This is how Husband and I responded to Baby Girl's feats of strength. With memes.
"Being a medical professional, I've seen a lot of ugly babies. Yours isn't one."
"My second came out looking like a perfectly ugly old man. I can call a baby ugly when I see one. Not this one."
"She actually looks like the realistic baby dolls we [pediatric nurses] practice with."
My takeaway is that Baby Girl is objectively the cutest baby, and no, we are not biased.
Duas e trinta e cinco da manhã.
Como um despertador, o choro da menina de pouco mais de um ano de idade acorda seu pai, que adormeceu com a babá eletrônica sobre o peito.
- Minha vez. - ele disse com a voz ainda sonolenta quando notou que sua esposa fez menção de sair debaixo das cobertas. Em resposta, Jennifer murmurou algo que seu marido não conseguiu entender e se virou com um suspiro cansado.
Abaixou o volume da babá eletrônica e se levantou para tentar dar um jeito na situação de Julia, que já estava em pé em seu berço, se apoiando na grade, parecendo querer sair dali.
- O que foi? - ele perguntou com a voz branda, o que chamou a atenção da criança e se aproximou do berço, a levantando para ver se a fralda precisava ser trocada - A fralda está sequinha, será que é fome? - pensou alto, a amparando melhor em seu braço e indo até a cômoda onde ficavam fraldas, mantas, cobertores e toalhas pegar uma mamadeira que sua esposa tinha preparado antes de dormir. Por isso ter acontecido há menos de uma hora, a mamadeira ainda não estava tão fria, então ele tentou, mas Julia não aceitou, enterrando o rosto no ombro do pai, seu choro aumentando - Oh, meu amor, o que você quer? - a embalou em seus braços, tentando fazer o choro cessar.
Para não acordar Jennifer, que tinha se dividido entre trabalhar e cuidar da filha das oito da manhã às dez da noite e merecia descansar, ele resolveu sair do quarto e descer para a sala para tentar acalmar a filha, que ficava cada vez mais inquieta.
- O que é que você tem, Jujuba? - perguntou, como se tivesse esperanças de que ela fosse dizer exatamente o que sentia naquele momento, como as pessoas que fizeram terapia com ele no dia anterior - Ficou chateada com alguma coisa hoje?
Felipe percebeu que, à medida que falava com sua filha, ela parecia parar para prestar atenção à sua voz, então começou a contar coisas aleatórias para ver se sua intuição estava certa.
- … Aí o tio Beto ligou dizendo que a tia Andressa quase teve um treco quando viu uma lagarta na salada dela - disse, vendo as bochechas da filha ficarem menos avermelhadas enquanto o choro ia parando aos poucos - Imagina você comer uma coisa e de repente sentir uma lagartinha na barriga? - perguntou diretamente pra ela e tocou sua barriguinha, conseguindo um pequeno sorriso - Já gostei, uma risadinha... - como não tinha pego um lencinho, enxugou as lágrimas da filha e secou seu nariz com a própria camiseta - O que mais eu posso contar? Ah, seu tio Daniel contou que viu o patrão dele hoje! Beleza, ele o viu no ano passado e postou foto pra jogar na nossa cara, mas a questão é que ele trabalha para um cara fo… - engoliu o palavrão e buscou alguma coisa que pudesse encaixar naquele prefixo para disfarçar - …rmidável! Um cara formidável na arte dele, até você, que ainda nem fala, já conhece o trabalho do cara...
Se vendo sem assunto para conversar com a filha, Felipe decidiu cantar para ela.
- … anymore, anymore, cannot take it anymore. Gotta get away from this stone cold floor. Crazy… - segurou os bracinhos de Julia, que estava sentada em sua perna e a fez tocar um tipo de bateria invisível, movimento que a fez rir bastante - Stone cold crazy, you know! - não conseguiu continuar, se sentindo contagiado pela risada da filha - Ai, meu deus, eu não deveria estar fazendo você ficar tão agitada assim… Vamos para alguma música mais tranquila?
Voltando a deitar Julia em seus braços, Felipe começou a cantar as músicas mais calmas que conhecia.
Foram necessárias várias para que ela sossegasse e finalmente cedesse ao sono, nem que fosse aos poucos.
- The clouds will be a daisy chain, so let me see your smile again. Dear Prudence, won’t you let me see your smile? - depois de ver que sua filha dormia, Felipe notou a esposa estava recostada no batente da porta, os observando com um sorriso carinhoso - Me sinto o Jigglypuff toda vez que isso acontece...
- Fazer o quê se ela adora a sua voz? - Jennifer riu, se aproximando do marido e afagando levemente os cabelos da filha, que tinha o mesmo tom claro de castanho dos seus e tudo indicava que os cachinhos estavam prestes a se formar.
- Tanto que acaba dormindo… - Felipe riu, se levantando e indo em direção à escada para colocar a filha de volta no berço.
- Pronto, dormiu mesmo… - Felipe disse, voltando para o quarto com a sensação de dever cumprido.
- Agora vem descansar um pouquinho que você vai ter que levantar em menos de quatro horas… - Jennifer disse enquanto o marido se deitava - Faça isso antes que a Ju acorde.
- Já sabe que a próxima é sua, né? - Felipe tinha um sorriso brincalhão quando entregou a babá eletrônica à esposa, que a pegou enquanto exagerava um suspiro cansado.
- Então eu vou aproveitar e dormir também, ninguém sabe quando começa o próximo round. - Jennifer colocou a babá eletrônica ao lado do seu travesseiro. Não colocava na mesinha de cabeceira, pois sempre se atrapalhava.
- Exatamente. Vai, time! - Felipe levantou a mão e Jennifer fez um high-five com ele, rindo, mesmo com a perspectiva de mais uma madrugada insone.
Quatro e cinquenta da manhã. Hora do segundo round.
Adam and Sarah talking about orgasms I'm YELLING 😂😂