01/01
Em 2025 se permita chorar, sorrir, festejar, desabar, mas nunca desistir.
Não é errado se permitir sentir.
Permita-se viver.
Happy new year!
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01/01
Em 2025 se permita chorar, sorrir, festejar, desabar, mas nunca desistir.
Não é errado se permitir sentir.
Permita-se viver.
Happy new year!
Para actualizar mi estado de salud, ya estoy mejor y el dengue me la puede sobar completamente.
Te amei de uma forma tão especial e única e como você me retribuiu? Tentando apagar o meu brilho. Isso foi covardia, tentar me tirar de mim mesma.
Sapo e o vagalume
Sobrevivi… Posso Contar (Maria da Penha)
O livro começa com o relato de Maria da Penha Maia Fernandes falando sobre como conheceu o ex-companheiro que viria a se tornar o homem que tentou matá-la. A narrativa passa pela tentativa de feminicídio (que ainda não havia sido descoberta, porque o homem fez parecer obra de assaltantes) que a deixou paraplégica, a recuperação no hospital, a volta pra casa e uma nova tentativa de feminicídio, o divórcio e o processo que resultou na criação da Lei nº 11.340, conhecida justamente como “Maria da Penha”.
Depois do relato, há muitos fac-símiles de reportagens sobre o caso, a reprodução da acusação do advogado dela e o texto da lei. Essa segunda parte achei desinteressante, a fala do advogado é bem esquisita e a lei, eu já tinha lido algumas vezes.
O relato em si, eu gostei. Vamos acompanhando como se forma o ciclo de violência no relacionamento, que infelizmente é a história de tantas outras mulheres. Apesar de ser uma história que a gente conhece, seja a da própria Maria da Penha, seja de mulheres com quem convivemos (ou nós mesmas), é sempre muito triste e chocante ler sobre casos assim, mas acho necessário conhecer a história dessas mulheres e saber reconhecer a violência masculina.
Contar nossas histórias, por mais doloroso que seja, é um passo a caminho da libertação.
Se for para ser vai ser muito bom, mas se não for vai doer, mas vou sobreviver, já sobrevivi a tantos "e se" porque morreria agora?
euzinha