soco seco
Teu nome. Meu nó na garganta. Essa saudade que janta meu sono, minha paz, meu prumo.
Sem rumo, te busco no escuro do quarto, no vácuo do texto que farto te escrevo e apago em seguida.
Batida. Coração na boca. Essa tua ausência louca me arranca o ar, me fuzila.
Cintila. O peito estala, o vidro racha. Queria ver quem te acha no vazio que você me deixou.
Acabou. Mas arde.
Eixo Noir










