La gente corre.
Gli orsi stanno a guardare, per lo più.
Da aitanblog.wordpress.com/2024/07/17/la-gente-corre/
Gli orsi stanno a guardare, per lo più.

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La gente corre.
Gli orsi stanno a guardare, per lo più.
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Gli orsi stanno a guardare, per lo più.
«5.6. Los límites de mi lenguaje significan los límites de mi mundo.
5.61. La lógica llena el mundo; los límites del mundo son también sus límites.
No podemos, por consiguiente, decir en lógica: en el mundo hay esto y esto, aquello no.
En efecto, esto presupondría, aparentemente, que excluimos ciertas posibilidades; y ello no puede ser el caso, porque, de otro modo, la lógica tendría que rebasar los límites del mundo: si es que, efectivamente, pudiera contemplar tales límites también desde el otro lado.
Lo que no podemos pensar no lo podemos pensar; así pues, tampoco podemos decir lo que no podemos pensar.
5.62. Esta observación ofrece la clave para resolver la cuestión de en qué medida es el solipsismo una verdad.
En rigor, lo que el solipsismo entiende es plenamente correcto, sólo que eso no se puede decir, sino que se muestra.
Que el mundo es mi mundo se muestra en que los límites del lenguaje (del lenguaje que sólo yo entiendo) significan los límites de mi mundo.
5.621. El mundo y la vida son una y la misma cosa.
5.63. Yo soy mi mundo. (El microcosmos).»
Ludwig Wittgenstein: Tractatus logico-philosophicus, en Wittgenstein I. Alianza Editorial, pág. 105. Madrid, 1985.
TGO
@bocadosdefilosofia
@dias-de-la-ira-1
"Meglio soli che mal'accompagnati"
"Bisogna stare bene prima con sé stessi"
"Solo-date"
E tutte le altre bugie che vi state raccontando per la vostra "salute mentale"
Parlando con me stessa
Sono protettiva verso le mie creature.
MIDDING
La sensazione che provi quando sei vicino ad un gruppo di persone, ma non al suo interno, sentendoti invisibile ma incluso. Stare lì senza il peso del dover essere.
"La realidad en sentido estricto tanto la de la cosa tomada en su singularidad como la del mundo entero, carece esencialmente (en nuestro riguroso sentido) de independencia. No es en sí algo absoluto que se vincule secundariamente a algo distinto, sino que en sentido absoluto no es, literalmente, nada, no tiene, literalmente, una 'esencia absoluta' , tiene la esencia de algo que por principio es sólo intencional, sólo para la conciencia, algo representable o que aparece por o para una conciencia"
Husserl “Ideas Relativas A Una Fenomenología Pura Y Una Ciencia Fenomenológica” §50
Se eu quisesse
O mal faz muito ruído. Mas o grito do bem sobressai. Como conviver com a culpa de ser eu? Estar aqui, nascer aqui, e não ali, No meio da impossibilidade de ser. Deus. Deus é volátil, Ao longo da existência, mudou de forma e conceito. Às vezes penso num gato a pensar na vida. Um gato a perguntar ao seu Deus gato O porquê de tudo. O porquê de ter em si todos os sucessos, E nenhum que seja do mundo corpóreo? Eu, se quisesse, podia ser uma messias. Acordo, motivada, levanto-me e preparo-me para O dia. Aquele que embarcará todos os que estão adiante, Até que a memória se canse do seu nome. Eu, se quisesse, fazia leis Às quais obedeceriam cegamente, Sem questionar. Se quisesse, ordenava a polícias que os pisassem, Caso questionassem. Se quisesse, levantava-me e matava-me a trabalhar Ou trabalhava matando-me. Só para tornar tangível todo este sucesso Cá dentro. Só para ser. Só para existir. Só para chegar ao topo Da base que se agiganta e debruça, Como uma velha árvore, justificada e inexorável. Se quisesse, seria Masterchef a dias De um louco qualquer, Gastaria a minha vida como gasto a borracha Que uso para apagar a inquietação. Se quisesse, trabalharia no talho do velho António, Cuja bondade é inequívoca. Lembrar-me-ia diariamente da culpa, Só para mais tarde manjar o meu cozido à portuguesa em paz. Se eu quisesse, humilhava-me atrás de uma besta sandia, Mandaria piropos numa rua sem nome, E sentir-me-ia gente no final. (Será?) Se quisesse, geria uma multinacional, Pagaria a um marmanjo para não pagar. Compraria uma grande casa e um grande carro, Teria 10 filhos com nomes impronunciáveis. E agora? Uma grande piscina para afogar as mágoas. E agora? Uma mágoa para afogar o absurdo? O absurdo para afogar a culpa. A culpa de pensar, A culpa da empatia. Se eu quisesse, não pensaria. Se eu quisesse, não teria empatia. Se eu quisesse? Mais um pôr-do-dol, Mais uma despedida por chamada, Mais uma morte que não pude evitar. Admiro os médicos Que posso ser só dentro de mim. Tudo o que tenho: gargalhadas, Coisas de palhaço. A água que sabe mal, Mesmo sendo necessária. A escolha que não fiz, E pensei que sim naquela parcela de dimensão Que já não é, Que só existe porque a faço existir. Se eu quisesse, sobrevoava os píncaros do desconhecido, Observava tudo lá de cima, Só para ter certeza da desídia. Sentiria a inospitalidade do Universo nos meus braços abertos e nus. Se eu quisesse, mudava-me para outro pedaço de terra E gritaria “Pátria” no escuro. Se eu quisesse, uma mensagem bastava. Se eu quisesse, um pôr-do-sol seria vitória, Celebração de mais um movimento de rotação. Porquê a soberania das translações? Girar sobre si próprio e dar a volta à vida, Sem ficar com a visão turva, deixando-se regar pela luz a gosto, É, definitivamente, uma vitória. Mas, para o tangível, é culpa. Sempre escolho não querer. - Iva Leão
@clovvdermusic