a naked soul
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@tinylov3
a naked soul
SU(M)A é um mini ensaio é um retrato da mente, passando por etapas da depressão e da ansiedade. O nome vem do desejo de que ela SUMA, enquanto a dor é SUA.
CORPUS tem o corpo como centro em diversas formas. O corpo como templo de manifestações múltiplas, do amor até a ira. A paixão pelo corpo. Autoestima ou a falta dela. A proibição da exposição do corpo em certos países. E como ele foi inspirado pela natureza ou como ela o inspirou.
Espero Que Melhore #2: Autoestima dependente
Às vezes, penso que, se minha educação fosse outra, eu seria diferente em muitos aspectos; daria uma volta de 360 graus e seria um novo eu - ou um novo eu conhecido. Cresci e fui criado dentro de um ambiente religioso, onde servir ao outro é quase um lema, uma missão de vida. O “outro” é Deus... ou deus. Fato é que, depois de tanto tempo nessa jornada,essa parte de servir ao outro permanece, mesmo longe da igreja. Acabou ganhando uma inclinação ao amor.
Se eu não tivesse crescido sob essa visão, acredito que eu pararia de crer tanto na lenga-lenga de filmes: encontrar alguém, esse alguém gostar de você, vocês enfrentarem um vilão e o amor resistir no fim de tudo.
Ter assistido a tantos filmes da Disney enquanto criança também contribuiu para o que chamo de Autoestima Dependente. Frases como “Só estarei feliz, se encontrar o amor da minha vida”, “Queria um cara legal para casar” ou “Queria alguém para passear comigo e curtir momentos” são exemplos desse problema. (Sim, é um problema!) A autoestima dependente te torna subordinado a algo: outra pessoa. Os filmes de Hollywood são bonitos, mas são ficção, parte da indústria que vende emoção - algo lindo e deprimente ao mesmo tempo. O amor vendido se revela machista e capitalista, uma vez que essa ideia de serviço muito lembra o patriarcado - podendo ou não se estender até a jornada do herói criada por civilizações fora dos EUA.
Os romances LGBTs fomentam essa visão de amor perfeitinho, serviçal. Muita das vezes por pessoas gays - público majoritário em filmes - serem tão rejeitadas que passam a acreditar que somente um amor pode salvar sua vida. E são homens! Antigamente, existiam homens, mulheres e gays. Gays eram mulheres na visão de heterossexuais, o que fazia os gays adotarem qualquer coisa tipicamente feminina para si. Logo, embarcaram nessa história do patriarcado e abaixaram a cabeça para o discurso machista. (E até hoje, muitos gays são machistas entre si, mesmo com ambos sendo homens).
Precisamos parar com a autoestima dependente. Amor não se compra. Felicidade não se compra. E autoestima, como o próprio nome diz, é para nós nos alimentar, nos amar, nos aceitar, nos libertar e vivermos felizes, quer estejamos sozinhos ou não. É aceitar e conhecer sua chuva, sem esperar o outro para fazer trovejar ou relampejar para você. Precisamos aprender a fazer nossa chuva e a se molhar nela. Se outra pessoa quiser dançar contigo no meio desse grande vendaval emocional, divirta-se.
Espero Que Melhore #1
Minhas crises de ansiedade vêm de um jeito involuntário ou voluntário. Às vezes, tenho controle sobre elas, outras, no entanto, nem um pouco. É como se elas estivessem acima do meu controle. Acima do que estou predisposto a suportar. Acredito que o pior tipo de crise é o que não tem remetente, não tem motivo aparente. Apenas aparece. Me sinto navegando sem bússola, enfrentando a escuridão do mar noturno. Tudo parece tranquilo, mas há a sensação de que não está. Você não pode fazer nada até passar, já que aprende que tem de desfocar de tudo aquilo que toma contas dos seus pensamentos. E quando não há foco, o que fazer?
Muitas vezes, eu recorro ao recurso de limpar a mente, conforme moldo a respiração e a regulo pouco a pouco, rumando para a tranquilidade. As crises são como um grande incêndio diário: quando tudo aparenta estar controlado, um foco antes apagado retorna ou um novo foco surge. Alguns focos maiores, outros menores em intensidade. Cada pessoa carrega um incêndio de emoções para controlar. Nem sempre dá para fazer isso. Mas ele está bem ali, coabitando o corpo. É inegável.
Por outras vezes, uso o material para atingir a metáfora imaterial - meus pensamentos. Logo, me atiro debaixo do chuveiro. A água se opõe ao fogo e acalma de tal modo.
Existem muitas formas de sobreviver aos fenômenos naturais, como as tempestades e os furacões, ou sobreviver às tragédias antes, durante e depois do evento. Uma delas, além de se prevenir, é deixar fluir. A resiliência é um dom. É bom treinar, exercitar. Algo que procuro fazer em momentos como esse.
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SINOPSE - CASO 66
A bandeira dos Estados Unidos reluziu mais vermelha no Dia da Independência de 1991. Em especial para Vivian Stayer, uma garota de dez anos, sobrevivente de uma chacina em Connecticut. Anos mais tarde, ela, enquanto policial, encara finalmente os fantasmas do passado, quando recomeça a investigar o caso de sua família: o Caso 66. Reviver todas aquelas lembranças agridoces se torna algo perigoso e doloroso. O mistério de "Caso 66" atingiu a marca de mais de 2,6 mil leituras, enquanto esteve na íntegra na plataforma Wattpad.
*créditos da canção* A Singular Perversion - Darkness de Kevin MacLeod está licenciada sob uma licença Creative Commons Attribution (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/)
Origem: http://incompetech.com/music/royalty-free/index.html…
Artista: http://incompetech.com/
// ME
Por razões óbvias, decidi sair do Facebook e criar meu “esgoto” aqui. Seremos resistência!
Oceans so blue. Lives so gray (@lukewinfalker)
The world is sweet like an acid rain