HEREDITARY aka Hereditário (Dir. Ari Aster, 2018)
parler francais?
M-E-D-O.
Com Corrente do Mal, Um Lugar Silencioso, Babadook e agora Hereditário, os filmes de terror vêm se provando que pode ser algo a mais que apenas demônios falando em latim e assassinos sangrentos.
Esse é a primeira longa-metragem do diretor que só vinha fazendo curtas por um bom tempo. E devo dizer que ele está de parabéns com esse filme.
No começo não parece muito um filme de terror, em um teste de audiência, muitos acharam que o filme era mais um drama familiar do que um terror psicológico. Talvez por todo esse drama a crítica amou esse filme, e acho que depois de assistir irá concordar comigo quando eu digo que Toni Colette poderia muito bem ser indicada ao Oscar pela sua atuação. É muito bem feito, e as atividades paranormais muito bem colocadas em cena.
A história do filme acompanha uma família que não se dá muito bem, todos distantes um dos outros. Quando a mãe de Annie morre, alguns mistérios sobre a vida da falecida começam a aparecer.
Não posso dar muitas informações, há muitos mistérios e acontecimentos que não ousaria estragar para vocês. Mas super indico para quem gosta de filmes de terror, ou até quem está querendo algo diferente. E coisas diferentes é o que não falta nesse filme.
Quando procurá-lo no Google e mostrar que apenas 66% da audiência gostou desse filme, não se engane, eles provavelmente não entenderam ou não deram valor a todos os belos elementos que formam esse maravilhoso filme assustador e perturbador.
Pegue sua pipoca e seu terço, porque esse filme é ótimo. #HereditárioNoOscar2K19





