Hazza estava tendo um dia horrível. O trabalho a deixou exausta, uma nota baixa em um projeto da faculdade a frustrou, e, para piorar, seu namorado lhe deu um bolo, deixando-a sozinha com seus pensamentos. Mas Hazza não era do tipo que ficava em casa chorando, remoendo o dia e se sentindo pior. Em vez disso, ela decidiu agir. Colocou seu vestidinho preto favorito, curto o suficiente para atrair olhares, e foi para um bar, determinada a encontrar um homem mais velho que a fodesse do jeito que ela gostava, com força, sem rodeios, tratando-a como a putinha que ela adorava ser. Era a melhor solução que Hazza podia imaginar para transformar seu dia em algo memorável.
Avisos de Conteúdo: Esta história contém conteúdo explícito, incluindo sexo oral e vaginal, dinâmicas de dominação/submissão, daddy kink, humilhação leve, privação de orgasmo, sexo bruto, marcação (chupões), exibicionismo, diferença de idade, sexo em local semipúblico, fluidos corporais e leve dor. Leia por sua conta e risco!
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O bar estava lotado, o ar denso com o burburinho de risadas, tilintar de copos e o som abafado de uma música que saía de uma jukebox encostada na parede. Era por volta de uma da manhã quando Hazza passou pelas grandes portas de madeira do local, o rangido delas se misturando ao caos sonoro. Ela usava um vestidinho tomara que caia preto, justo o suficiente para destacar suas curvas. Nos pés, suas fiéis mary janes, que já haviam pisado em muitos bares e muitas noites incertas. Seu cabelo solto balançava levemente enquanto ela atravessava o salão, desviando de corpos suados e olhares curiosos.
Hazza se direcionou ao balcão com passos decididos, já sabendo o que queria: uma bebida forte o suficiente para soltar as amarras da sua timidez e dar coragem para conversar com alguém. Porque, apesar de carregar uma aura de quem sabe o que quer, e, às vezes, de quem já teve o que quis, Hazza era um paradoxo ambulante. Por fora, uma verdadeira putinha, como ela mesma se descrevia com um sorrisinho malicioso; por dentro, uma garota que sentia as bochechas queimarem só de pensar em puxar conversa com um estranho. Beber, então, era o empurrãozinho que ela precisava para deixar a vergonha no fundo do copo.
— Vou querer uma bebida, por favor — pediu baixinho, quase num sussurro, enquanto se acomodava no banco alto do balcão, cruzando as pernas com cuidado para não deixar o vestido subir demais. Só então levantou o olhar, e foi aí que o mundo pareceu desacelerar. O barman era um homem mais velho, talvez na casa dos quarenta, com a pele bronzeada contrastando com um par de olhos azuis que pareciam enxergar através dela. Ele tinha uma barba rala, bem aparada, os braços cheios de tatuagens que escapava pela manga da camisa preta, enrolada até os antebraços. Hazza engoliu em seco. Se tivesse olhado para ele antes de falar, com certeza as palavras teriam travado na garganta, emboladas como um novelo de lã.
Ele ergueu uma sobrancelha, um meio sorriso surgindo nos lábios enquanto pegava uma garrafa de uísque sem nem perguntar se era isso que ela queria. Como se soubesse. Como se já tivesse lidado com garotas como Hazza antes.
— Gelo ou puro? — A voz dele era grave, com um toque rouco que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem.
— Puro — respondeu ela, tentando soar mais firme do que se sentia. Ele assentiu, sem desviar o olhar, e deslizou o copo na direção dela com uma precisão que denunciava anos atrás daquele balcão.
Hazza segurou o copo, os dedos brincando com o vidro frio enquanto tentava organizar os pensamentos. O barman voltou a limpar o balcão, mas ela podia jurar que ele a observava pelo canto do olho. O ambiente ao redor parecia pulsar, como se o bar inteiro soubesse que algo estava prestes a acontecer. Ela tomou um gole generoso da bebida, sentindo o calor descer pela garganta e se espalhar pelo peito. Era exatamente o que precisava para se lembrar de quem era, ou de quem queria ser naquela noite.
— Noite longa? — perguntou ele, casualmente, enquanto polia um copo que já parecia limpo demais. Hazza hesitou, surpresa com a iniciativa. Normalmente, era ela quem precisava dar o primeiro passo, mesmo que tremendo por dentro.
— Ainda não sei — respondeu, inclinando a cabeça com um sorriso tímido, mas com um brilho nos olhos que dizia mais do que as palavras. — E a sua?
Ele riu baixo, um som que parecia vibrar no ar entre eles, e se apoiou no balcão, chegando um pouco mais perto. Perto o suficiente para Hazza sentir o leve cheiro de colônia misturado com o aroma de uísque e madeira polida.
— Depende de como essa conversa vai terminar — disse ele, os olhos azuis cravados nos dela, como se estivesse desafiando-a a decidir o próximo passo.
Hazza sentiu o coração acelerar, mas dessa vez não era só timidez. Era o tipo de faísca que fazia suas noites valerem a pena. Ela tomou outro gole, deixou o copo no balcão e se inclinou ligeiramente para frente, diminuindo a distância entre eles. A noite, que até então era só mais uma, de repente parecia cheia de possibilidades.
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A conversa fluiu como a bebida no copo de Hazza, cada gole a deixando mais solta, mais atrevida, enquanto o bar ao redor parecia desvanecer num borrão de vozes e luzes amareladas. O barman, que agora se apresentava como Louis, mantinha aquele meio sorriso que parecia saber demais, como se já tivesse jogado esse jogo antes, e vencido. Ele se movia com uma calma deliberada, limpando o balcão, servindo os últimos clientes, mas sempre voltando os olhos azuis para Hazza, que sentia o peso daquele olhar como se fosse um toque.
— E você, Louis? — perguntou ela, a voz arrastada pela bebida, inclinando-se para frente até que seus seios quase tocassem o balcão. — Nunca ficou com alguém que entrou por essas portas? Ou só fica olhando… como tá fazendo agora?
Ele riu, um som gutural que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem. Seus olhos não disfarçavam mais, cravados no decote, onde o vestido mal segurava o volume dos peitos.
— Olhando? — Ele se inclinou mais, a voz baixando a um tom quase íntimo. — Tô imaginando como seria tirar esse vestido de você bem aqui, com o bar vazio.
Hazza engoliu em seco, o calor da bebida agora misturado com o fogo que subia pelo seu corpo. Ela sentiu a bucetinha molhar e mordeu o lábio, os olhos travados nos dele, e respondeu, quase num sussurro:
— E o que te impede?
A tensão entre eles era palpável, como uma corda esticada prestes a romper. O bar foi esvaziando, os últimos clientes tropeçando para fora, o relógio marcando quase três da manhã. A música parou, as luzes ficaram mais fracas, e só restavam Hazza, Louis e o eco do que estava por vir. Ela estava no quarto copo, a cabeça leve, o corpo solto, as pernas cruzadas balançando no banco. Louis varria o chão, mas seus olhos voltavam para ela a cada poucos segundos, como se estivesse marcando território.
— Tá ficando tarde, Hazza — disse ele, apoiando a vassoura contra o balcão. A voz era um convite disfarçado, os olhos ainda devorando o decote, agora sem nenhuma tentativa de disfarce. — O bar tá fechando.
Ela girou o copo vazio entre os dedos, o coração disparado, a timidez completamente afogada no uísque.
— E se eu não quiser ir embora? — retrucou, descendo do banco com um movimento lento, o vestido subindo o suficiente para mostrar mais coxa do que deveria. Ela se aproximou do balcão, os seios quase roçando a madeira, e olhou para ele com um desafio nos olhos. — O que você faz com quem fica?
Louis largou a vassoura, deu a volta no balcão e parou a poucos centímetros dela. Ele era mais alto, mais imponente de perto, o cheiro de colônia misturado com uísque e suor a envolvendo.
— Fica que assim você descobre — disse ele, a voz rouca, quase um comando. — Meu turno acaba quando eu trancar essa porta. E eu quero você aqui quando isso acontecer.
Hazza sentiu um arrepio descer pela espinha, o corpo inteiro respondendo ao tom dele. Os outros funcionários já tinham ido embora, o bar estava silencioso, exceto pelo som da respiração dos dois. Ela sorriu, um sorriso bêbado e provocador, e se recostou no balcão, deixando o vestido subir mais um pouco.
— Então tranca logo essa porta, Louis — disse ela, a voz carregada de intenção. — Porque eu não vou a lugar nenhum.
Ele a encarou por um longo segundo, o olhar tão intenso que parecia despi-la ali mesmo.
— Fica aí — disse ele, a voz grave carregada de algo que não era exatamente uma sugestão, mas também não era uma ordem. Era um convite, um desafio. Ele largou o pano que usava para limpar o balcão e caminhou até a porta da frente, os passos firmes ecoando no silêncio. Hazza o observou, o jeito que os ombros largos se moviam sob a camisa preta, a tatuagem no antebraço flexionando com cada gesto. Quando ele girou a chave na fechadura, o clique metálico soou como o estopim de algo inevitável.
Louis voltou devagar, como um predador que sabe que a presa não vai escapar. Seus olhos não deixavam os dela, mas desciam sem pudor pelo corpo de Hazza, o decote apertado, os seios que pareciam implorar para serem tocados, as coxas expostas contra a madeira do balcão. Ele parou a poucos centímetros dela, tão perto que ela podia sentir o calor que irradiava dele, o cheiro de colônia misturado com uísque e algo mais.
— Última chance de correr, garotinha — murmurou Louis, a voz rouca, um sorriso torto nos lábios enquanto se inclinava, as mãos apoiadas no balcão, uma de cada lado dela, prendendo-a sem nem tocar.
Hazza riu baixo, a cabeça leve do álcool, o corpo vibrando de antecipação.
— Correr pra onde? — retrucou, inclinando-se para frente, o vestido esticando ainda mais contra os seios. — Eu disse que ficava, não disse?
O sorriso de Louis se alargou, quase perigoso. Sem aviso, ele a agarrou pela cintura com uma força que arrancou um suspiro dela, erguendo-a como se ela não pesasse nada e jogando-a sobre a bancada do bar. A madeira fria bateu contra as coxas grossas de Hazza, e ela abriu as pernas instintivamente quando Louis se encaixou entre elas, o corpo dele firme, quente, dominando o espaço. Ela se arrepiou inteira, o toque dele eletrificando cada centímetro de pele.
Louis não perdeu tempo. Inclinou-se, os lábios encontrando o pescoço branquinho dela, deixando uma trilha de beijos molhados que começaram suaves, quase doces, mas logo se tornaram mais famintos. Ele inalava o cheiro de morango que vinha da pele dela, um contraste com o ambiente pesado de uísque e madeira. Hazza se derreteu, as mãos agarrando os ombros dele, sentindo os músculos tensos sob a camisa. Cada selinho deixado no pescoço a fazia tremer, o corpo se rendendo, ficando molinho enquanto ela se entregava ao calor da boca dele.
Ele chupou a pele com mais força, os dentes roçando de leve, marcando o pescoço com a clara intenção de deixar roxos que ela sentiria no dia seguinte, um lembrete pulsante de quem tinha estado ali. Uma das mãos dele subiu, agarrando o pescocinho dela com firmeza, os dedos pressionando o suficiente para fazer o pulso dela disparar, enquanto a outra mão deslizava pela coxa, puxando-a mais para si, o vestido subindo até quase revelar tudo.
— Você é um problema, sabia? — rosnou ele contra a pele, mordiscando o lóbulo da orelha dela, sentindo-a se contorcer sob ele. Hazza só conseguiu gemer baixo, as unhas cravando na camisa dele, puxando-o mais perto, os seios quase pulando do decote enquanto arqueava as costas, querendo mais, querendo tudo.
Louis a ergueu com um movimento firme, jogando-a sobre a bancada do bar, a madeira fria contra as coxas grossas de Hazza. Ele se encaixou entre elas, forçando-as a se abrirem para acomodar sua presença, o calor do corpo dele contrastando com o arrepio que subia pela pele dela. Hazza tremia, o corpo inteiro reagindo ao toque, à proximidade, ao jeito que Louis a dominava sem dizer uma palavra. Ele inclinou a cabeça, os lábios roçando o pescoço branquinho dela, inalando o doce cheiro de morango que parecia emanar da pele quente.
Os beijos começaram suaves, quase torturantes, selinhos molhados que desciam pela curva do pescoço, cada um arrancando um suspiro trêmulo de Hazza. Ela se derretia sob ele, as pernas instintivamente se apertando contra os quadris dele, o vestido preto subindo ainda mais, expondo a pele macia das coxas. Louis sorriu contra a pele dela, os dentes arranhando de leve antes de chupar com mais força, marcando o pescoço com intenção. Ele queria deixar roxos, queria que ela acordasse no dia seguinte e sentisse cada marca latejando, um lembrete dele.
As mãos dele subiram, uma agarrando o pescocinho dela com firmeza, os dedos pressionando justo o suficiente para fazer o pulso dela acelerar, enquanto a outra mão deslizava pela cintura, puxando-a mais para si. Hazza arqueou as costas, os seios quase saltando do decote, e deixou escapar um gemido baixo, entregando-se completamente ao calor da boca de Louis e à pressão dos dedos que pareciam saber exatamente onde tocar.
— Você é um perigo, garota — murmurou ele contra a pele, a voz rouca, quase um rosnado, enquanto mordiscava o lóbulo da orelha dela, sentindo-a se contorcer. Hazza só conseguiu responder com um suspiro, as mãos agarrando a camisa dele, puxando-o mais perto, querendo mais, querendo tudo.
— Lou, eu tô tão molhadinha — sussurrou Hazza, a voz baixa e trêmula, roçando os lábios na orelha de Tomlinson. Seus dedos estavam enterrados na nuca dele, puxando de leve os cabelos castanhos enquanto os acariciava com uma mistura de timidez e ousadia. — Fode a minha bucetinha, por favor! — implorou ela, o tom carregado de desejo, mas com um toque de vergonha que só tornava as palavras mais provocadoras.
Hazza sempre foi uma garota tímida, mas aquela tortura estava além do que ela podia suportar. O tesão a consumia desde a manhã, uma vontade ardente de se entregar que pulsava em cada pedaço do corpo. Ela não aguentava mais esperar, queria o pau de Louis entalado na sua buceta, enchendo-a o mais rápido possível.
Louis não pensou duas vezes. Sem hesitar, deitou Hazza sobre a bancada do bar, as mãos firmes abrindo suas coxas grossas com uma urgência que fazia o ar crepitar. Ele arrancou a calcinha rosa, já encharcada, revelando a bucetinha lisinha, vermelhinha e pingando de tesão. A visão era quase demais para ele. Louis queria meter de uma vez, foder aquela garota a noite toda até ela implorar por mais. Mas antes, precisava sentir o gosto daquele paraíso molhado.
— Porra, você é tão gostosa — sussurrou ele, a voz rouca e cheia de desejo, os lábios tão próximos da buceta dela que o calor do hálito fez Hazza se arrepiar inteira. Ele selou o grelinho com um beijo leve, quase cruel de tão provocador. Louis queria mergulhar de cabeça, chupar sem parar até sugar cada gota, mas torturar a garotinha era delicioso demais. Começou distribuindo selinhos lentos por cada canto da buceta, os lábios ficando melados com o doce que escorria dela. Apertando as coxas macias com força, ele finalmente caiu de boca, lambendo e chupando aquele pedacinho de céu com uma fome que fez Hazza gemer alto, o corpo tremendo sob o toque da língua dele.
Hazza gemia alto, os dedos cravados na cabeça de Louis, puxando os cabelos dele enquanto ele se enterrava contra a xoxota molhada dela. Louis se lambuzava sem pudor, a língua deslizando por toda a buceta, chupando o grelinho com uma fome que fazia as pernas dela tremerem. Ele lambia, beijava, explorava cada centímetro, tentando enfiar a língua o mais fundo que podia naquele buraquinho apertado e encharcado.
Os dedos do mais velho entraram em cena, roçando a bucetinha antes de se concentrarem no grelinho, esfregando-o em círculos precisos que arrancavam gemidos mais altos de Hazza. Enquanto isso, a língua de Louis mergulhava no buraco apertado dela, invadindo com uma mistura de urgência e provocação, saboreando cada gota do mel que escorria. O corpo de Hazza se contorcia na bancada, completamente entregue ao prazer que ele arrancava dela.
— Papai, por favor — Hazza gemeu baixinho, a voz quase um sussurro, as bochechas já rosadas ficando vermelhas como brasa quando percebeu o que tinha escapado. O apelido “Papai” saiu sem querer, e ela mordeu o lábio, envergonhada, o coração disparando enquanto tentava avaliar a reação de Louis.
Ele ergueu o rosto da buceta dela, os lábios brilhando com o mel que escorria, os olhos azuis cravados nos dela com um brilho de diversão e desejo. Seus dedos, no entanto, não pararam, continuando a brincar com o grelinho dela em movimentos lentos e torturantes que faziam Hazza se contorcer na bancada.
— Papai, é? — perguntou Louis, a voz rouca, carregada de um tom provocador que a fez estremecer. — Você gosta de me chamar assim, princesa?
Hazza hesitou por um segundo, o rubor nas bochechas intensificando, mas o olhar dele, tão seguro e sem julgamento, a fez deixar a timidez de lado.
— Gosto, Lou — admitiu ela, a voz ainda tímida, mas com um toque de ousadia que crescia a cada segundo.
— Então me chama assim, gatinha — rosnou Tomlinson, um sorriso safado nos lábios antes de mergulhar de volta na buceta dela. Sua língua voltou ao trabalho com fome, lambendo toda a extensão daquele lugarzinho molhado, do grelinho inchado até o cuzinho intocável da mais nova, explorando cada pedaço com uma mistura de devoção e provocação que arrancava gemidos cada vez mais altos de Hazza.
— Me fode, papai — Hazza reuniu o restinho de coragem que o uísque e o tesão lhe davam, as palavras saindo firmes, sem o tremor tímido de antes. Suas bochechas ainda estavam vermelhas, mas o sorriso de ladinho de Louis, cheio de aprovação e malícia, a fez relaxar, o corpo vibrando de antecipação na bancada do bar.
— Se é isso que a princesinha quer… — Louis respondeu, tirando a boca da buceta molhada da menina, a voz grave e carregada de promessa, os olhos azuis brilhando com um desejo quase predatório. — O papai vai foder essa bucetinha gostosa a noite toda.
Com um movimento rápido, Louis abaixou as calças, deixando o pau grosso e duro saltar da cueca. A cabecinha vermelhinha brilhava, molhada de tesão, pulsando de vontade. Hazza abriu ainda mais as pernas, os olhos arregalados ao ver o cacete do “papai” tão perto da sua buceta, que já pingava de expectativa. Era grande, muito maior do que ela estava acostumada, bem mais grosso que o do namorado, com veias marcadas que prometiam esticar cada centímetro dela.
— Você é tão grande, papai — murmurou Hazza, a voz misturando excitação e um toque de receio. — Não sei se minha bucetinha vai aguentar.
Louis riu baixo, um som rouco que a fez se arrepiar, enquanto segurava o pau com uma mão, roçando a cabecinha contra a entrada molhada dela, só para provocá-la.
— Você é uma putinha, amor. Tenho certeza que aguenta — rosnou Louis, a voz carregada de desejo enquanto passava o pau grosso por toda a bucetinha de Hazza, sentindo o calor molhado dela envolver a cabecinha vermelhinha. Ele esfregava a rola no grelinho inchado, arrancando gemidos trêmulos dela, que se contorcia na bancada, implorando por mais com cada som.
— Mas antes, quero que você mame no meu pau — ordenou ele, afastando o cacete da entrada dela, o que fez Hazza soltar um gemido de protesto, o corpo vibrando de frustração.
Ainda deitada no balcão, ela se virou, empinando a bunda branquinha de um jeito que fez o vestido preto, já embolado na cintura, exibir cada curva. Hazza lambeu os lábios, a língua saindo provocadora enquanto Louis se aproximava, o pau duro pulsando diante dela.
— Chupa do seu jeitinho, princesa — disse ele, segurando os cabelos dela com firmeza, mas deixando espaço para ela brincar. — Depois, o papai vai foder essa boquinha até você não aguentar mais.
Hazza sorriu, os olhos brilhando com uma mistura de ousadia e timidez, e começou deixando selinhos suaves na cabecinha do pau, saboreando o gosto salgado do tesão dele. No começo, ela chupava só a ponta, lambendo devagar, tentando torturá-lo como ele havia feito com ela. Mas Hazza não tinha o mesmo autocontrole, o desejo a dominava. Logo, ela abriu mais a boca, engolindo o pau o máximo que conseguia, a língua dançando enquanto tentava abrigar o tamanho dele. Suas mãos subiram, apalpando as bolas com cuidado, sentindo o peso delas, enquanto gemia baixo, os olhos fixos no rosto de Louis, que se contorcia de prazer.
— Porra, que boquinha gostosa — grunhiu Louis, a voz rouca, os olhos semicerrados. — Mas você gosta de deixar o papai foder ela, não é?
Sem esperar resposta, ele puxou os cabelos dela com mais força, tomando o controle. Começou a foder a boca gordinha de Hazza, o pau acertando o fundo da garganta dela a cada estocada. Ela se esgasgava, os olhos marejando, mas não recuava, as mãos agarrando as coxas dele para se equilibrar. O vestidinho, completamente embolado na cintura, deixava a bunda branquinha empinada, balançando a cada movimento, os pezinhos dela balançando no ar enquanto Louis metia sem piedade, o som molhado dos lábios dela ecoando no bar vazio.
Louis segurava a cabeça de Hazza com uma mão, os dedos entrelaçados nos cachos dela, enquanto a outra mão apertava e dava tapas firmes na bunda branquinha, deixando marcas rosadas na pele. Ele não aguentava mais a pressão, o calor da boca dela o levando ao limite. Com um gemido rouco, puxou o pau da boquinha dela, admirando o rosto da garota, as bochechas coradas, os olhos brilhando com lágrimas suaves, o batom borrado dando um ar de puro desejo.
— Abre a boquinha, deixa o papai gozar no fundo dessa garganta de putinha — ordenou ele, a voz grave e carregada de tesão. Hazza obedeceu na hora, a língua saindo provocadora, os olhos fixos nos dele, esperando ansiosa. Tomlinson gozou com um grunhido, o leitinho jorrando na boca dela, que engoliu tudo com um sorriso safado, lambendo os lábios enquanto o encarava.
— Boa garota — sussurrou Louis, acariciando os cachos dela com uma ternura que contrastava com a intensidade do momento. Ele deu leves tapinhas com o pau nas bochechas rosadas dela, o som ecoando no bar vazio. — Agora, continue sendo boa e vira essa bunda pra mim.
Hazza sorriu ainda mais, o corpo vibrando de excitação. Ela deslizou do balcão com um movimento lento, tirando o vestido preto num gesto rápido, deixando os peitinhos livres, os mamilos endurecidos pelo ar frio e pelo desejo. Virou-se de costas para Louis, apoiando o tronco na bancada, os pés firmes no chão, a bunda empinada para ele, os peitos esmagados contra a madeira fria. A posição a deixava completamente exposta, vulnerável e pronta, exatamente como ela queria.
— Vou foder tanto você hoje que seu namoradinho vai perceber o estrago na sua bucetinha — sussurrou Louis no ouvido de Hazza, a voz rouca e carregada de promessa, o hálito quente contra a pele dela. Ele esfregava o pau duro sobre a bunda empinada da mais nova, sentindo o cuzinho dela contrair de leve sob o toque provocador. — Você é mesmo uma putinha, hein? — continuou, o tom entre o deboche e o desejo. — Nem deu a buceta ainda e já tá louca pra me dar o cuzinho também?
— Papai, não diz isso, por favor — murmurou Hazza, as bochechas ardendo de vergonha ao ser chamada de putinha, mesmo sabendo que havia verdade nas palavras de Louis. Ela nunca tinha dado aquele lugarzinho, mas agora, sentindo o pau grosso dele esfregar gostoso contra seu cuzinho, o desejo a consumia. Tudo o que ela queria era que Louis a tomasse, que a fodesse até não aguentar mais.
— Por quê? Não é o que você é? Uma putinha sedenta por rola? — retrucou Louis, rindo baixo, a voz carregada de provocação enquanto dava um tapa forte na bunda da mais nova, o som ecoando no bar vazio e deixando uma marca rosada na pele branquinha.
— Lou, por favor, fode a minha bucetinha, papai — implorou Hazza, deixando a timidez de lado. Com as mãos, ela abriu as bandas da bunda, exibindo a xoxotinha molhada e brilhante para Louis, o convite descarado fazendo o corpo dela tremer de antecipação.
— Porra — grunhiu Tomlinson, os olhos fixos no buraquinho reluzente. Ele se aproximou, segurando os pulsos dela com uma só mão, imobilizando-a contra a bancada. A cabecinha do pau dele roçou a entrada da buceta, e quando ele empurrou, o buraquinho apertado abrigou a ponta tão bem que Louis não segurou o gemido rouco. Hazza se contorcia, sussurrando um “Papai, tá doendo” entre gemidos, mas mesmo assim rebolava, o corpo pedindo mais, querendo tudo.
Louis não se conteve. Enfiou o pau inteiro na bucetinha dela, começando a foder devagar, sentindo o calor e a pressão ao redor dele.
— Que delícia, papai — gemeu Hazza, as bochechas esmagadas contra a bancada, os olhos semicerrados de prazer. — Mais forte, Lou.
Louis não precisava de mais incentivo. Ele acelerou, fodendo com força, o som dos quadris batendo contra a bunda dela preenchendo o silêncio. Uma das mãos dele deslizou até os peitos grandes de Hazza, apertando os mamilos endurecidos com firmeza, arrancando gemidos desesperados dela enquanto a bancada rangia sob o peso dos dois.
Louis não resistiu, acelerando as estocadas, fodendo a bucetinha de Hazza com força, o som dos quadris batendo contra a bunda dela ecoando no bar vazio. Os gemidos desesperados dela enchiam o ar, e uma das mãos dele deslizou até os peitos grandes, apertando os mamilos rosados com firmeza enquanto beijava o pescocinho dela, os lábios quentes deixando uma trilha de calor na pele marcada.
— Caralho, que buceta gostosa, amor — grunhiu Louis, as mãos voltando para a cintura dela, os dedos cravando na carne macia enquanto ele metia com ainda mais força. O aperto da xoxotinha dela ao redor do pau grosso era enlouquecedor, cada estocada o levando mais perto do limite. Ele imaginava gozar naquele buraquinho apertado, vendo a porra escorrer lentamente, marcando-a como sua.
Hazza gemia alto, lágrimas escorrendo pelas bochechas rosadas, o prazer misturado com a intensidade quase insuportável. Era bom demais sentir o “papai” alargando seu buraco, esticando-a de um jeito que fazia seu corpo tremer. Seus peitos doíam, esmagados contra a bancada fria, enquanto Louis a fodia por trás, as pernas dela bambas, o desespero gostoso crescendo no fundo do ventre. Ela sabia que estava no limite.
— Papai, eu vou gozar — sussurrou ela, a voz entrecortada por gemidos, o corpo se contorcendo enquanto se rendia completamente ao prazer.
— Então goza gostoso pro papai, amor — grunhiu Tomlinson, aumentando a velocidade e a força das estocadas, o pau grosso deslizando com fúria na bucetinha apertada de Hazza. Sua mão desceu até o grelinho dela, começando uma siririca gostosa, os dedos esfregando o montinho de prazer com precisão. O toque foi demais para Hazza, que gozou no mesmo instante, o corpo tremendo enquanto gemia manhosa, sentindo Louis continuar a foder sem parar.
— Você é tão gostosa… poderia passar a noite toda comendo essa buceta — murmurou Louis, a voz rouca de satisfação.
Hazza mal conseguia se segurar na bancada, o corpo tremendo violentamente enquanto o orgasmo a atravessava como um choque elétrico. Seus gemidos ecoavam no bar vazio, misturando-se ao som molhado das estocadas de Louis, que fodia sua bucetinha sensível com uma força que parecia querer marcá-la para sempre. As lágrimas grossas escorriam pelas bochechas rosadas, o prazer tão avassalador que ela mal conseguia respirar.
A xoxotinha dela apertava o pau grosso dele com cada espasmo, leite quente do gozo anterior escorrendo pelas coxas, deixando um rastro pegajoso na bancada. Louis grunhiu, o aperto dela o levando à beira da loucura.
— Caralho, amorzinho, você goza como uma putinha perfeita pro papai — rosnou ele, os dentes cravando no pescoço dela, deixando mais um chupão roxo que pulsaria por dias.
Ele não parou, metendo mais fundo, mais rápido, prolongando o orgasmo dela até Hazza achar que ia desmaiar de tanto prazer. Com um último impulso brutal, ele gozou, o leitinho quente jorrando dentro da bucetinha apertada, enchendo-a até transborda, a porra escorrendo em fios grossos pelas coxas dela, pingando no chão escuro.
Hazza estava destruída, o corpo mole, as pernas bambas, os peitos doloridos enquanto tentava recuperar o fôlego. Louis se inclinou sobre ela, o peito largo pressionando as costas dela, o pau ainda meio duro roçando a bunda empinada enquanto ele mordiscava a orelha dela.
— Olha o estrago que o papai fez nessa xoxotinha — sussurrou ele, a voz rouca e carregada de satisfação. Ele deslizou a mão entre as pernas dela, os dedos roçando a buceta melada, espalhando a mistura de porra e melzinho dela enquanto ela se contorcia, sensível demais. — Tô pensando em te levar pra casa e te foder até você esquecer o nome daquele seu namoradinho.
Hazza gemeu baixo, o corpo reagindo mesmo estando no limite. Ela virou o rosto, os lábios entreabertos, os olhos brilhando com uma mistura de exaustão e desejo insaciável.
— Papai… eu não aguento mais —lmurmurou, mas o jeito que abriu as pernas de leve, expondo a xoxota pingando, dizia o contrário. Ela lambeu os lábios, o sorriso safado lutando contra a timidez. — Mas quero ser todinha sua, a putinha do papai.
Louis riu, um som gutural que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem. Ele a agarrou pela cintura, virando-a com um movimento rápido, os seios dela balançando livres enquanto ele a puxava para sentar na beira da bancada. Sem aviso, ele meteu dois dedos na bucetinha dela, mexendo devagar, sentindo o calor e a porra que ainda escorria. Hazza gritou, as unhas cravando nos ombros dele, o prazer misturado com a dor da sensibilidade a deixando à beira de outro orgasmo.
— Você é uma putinha gulosa, hein? — provocou ele, os dedos acelerando, o polegar esfregando o grelinho inchado enquanto a outra mão agarrava o cabelo dela, puxando com força para trás, expondo o pescoço. Ele chupou a pele ali, os dentes marcando mais um roxo. — Vou te levar pro meu apartamento, te jogar na cama e foder cada buraquinho seu até você implorar pra parar. E mesmo assim, talvez eu não pare.
Hazza gemeu, o corpo se contorcendo sob os dedos dele, a cabeça jogada para trás.
— Papai, me leva… faz o que quiser comigo — sussurrou ela, a voz quebrada pelo desejo, as pernas se abrindo ainda mais, como se estivesse implorando para ser usada. Louis parecia faminto, os olhos devorando cada centímetro dela.
Louis devorava a boca de Hazza com um beijo feroz, a língua invadindo-a, dominando cada canto enquanto seus dedos continuavam fodendo a bucetinha dela sem piedade, o polegar esfregando o grelinho inchado com uma precisão cruel. Hazza gemia contra os lábios dele, o corpo tremendo na bancada, as pernas abertas, a xoxotinha pingando e apertando os dedos dele, à beira de outro orgasmo. Ela estava desesperada, os quadris rebolando contra a mão dele, implorando sem palavras para gozar.
Mas Louis tinha outros planos. Bem no momento em que os gemidos dela ficaram mais altos, o corpo se contorcendo no limite, ele parou de repente, retirando os dedos com um sorriso sádico. Hazza arfou, os olhos arregalados, as bochechas vermelhas de frustração.
— Papai, por favor… eu tava quase… — implorou ela, a voz manhosa, o corpo tremendo com a necessidade não satisfeita.
— Não, gatinha — rosnou Louis, lambendo os dedos melados dela enquanto a encarava, os olhos azuis brilhando com malícia. — Você só goza quando o papai quiser. E agora, não quero.
Ele deu um tapa leve na bucetinha sensível, arrancando um gritinho dela, antes de se afastar, deixando-a ofegante e à beira da loucura.
Hazza ficou ali, na bancada, o corpo ainda vibrando, a xoxota pulsando de desejo, a porra e o melzinho escorrendo pelas coxas. Louis pegou o vestido preto embolado ao lado, o tecido que mal cobria o corpo dela, e começou a vesti-la com uma calma provocadora. Ele puxou o vestido pelos braços dela, ajustando-o sobre os peitos grandes, os mamilos ainda duros marcando o tecido fino. Cada toque dele era deliberado, os dedos roçando a pele dela de propósito, fazendo-a se contorcer de frustração.
— Papai… por favor, deixa eu gozar — sussurrou ela, a voz trêmula, enquanto tentava esfregar as coxas para aliviar a tensão. Louis apenas riu baixo, um som gutural que a fez estremecer.
— Quieta, putinha. Você vai esperar até chegarmos na minha casa — disse ele, ajeitando o pau ainda duro dentro das calças, o volume evidente sob o tecido. Ele fechou o zíper com um movimento lento, os olhos fixos nela, como se estivesse saboreando cada segundo da tortura. — Lá, o papai vai te foder até você não lembrar nem do seu nome.
Hazza mordeu o lábio, o corpo inteiro implorando por alívio, mas a promessa na voz dele a mantinha rendida. Ela desceu da bancada com as pernas bambas, o vestido mal cobrindo as coxas, a bucetinha sensível roçando contra o tecido a cada passo. Louis pegou a bolsa dela do chão, jogou-a sobre o ombro e a puxou pela mão, guiando-a em direção à porta dos fundos. O pau dele, ainda pulsando nas calças, roçava contra a bunda dela enquanto caminhavam, uma provocação constante.
— Vamos, gatinha — murmurou ele, a voz carregada de promessa enquanto abria a porta, o ar frio da noite contrastando com o calor do corpo dela. — A noite tá só começando, e na minha cama, você vai implorar por cada gozo que o papai te der.
Ele a levou para fora, o bar ficando para trás, enquanto Hazza, com a xoxota latejando e o coração disparado, sabia que estava caminhando para uma noite que a destruiria de todas as formas que ela secretamente desejava.
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Então, essa foi minha primeira história, espero que tenham curtido tanto quanto eu gostei de escrever. Se vocês quiserem mais dessa putinha e do “papai” Louis, é só comentar que eu posto a parte 2, com eles na casa dele. 💗
egg hunt... and hazzy too! 🐇 • one shot larry|h!inter
Descrição: É páscoa! E Harry acha que não há nada melhor que comemorar a data de modo mais que especial: convidando o namorado para uma caça aos ovos única, em que ele vestido de coelhinho também deve ser caçado na floresta para ser usado como um lindo bichinho que é!
AVISOS INICIAIS IMPORTANTES ANTES DO INÍCIO DA LEITURA.
• Essa é one especial de Páscoa que foi postada em abril, mas aí acabou-se tudo na rede ao lado. Nela irá conter hard!kinks, como costumo escrever em minhas outras obras.
• Os hard!kinks descritos aqui serão:
🔗. CNC (Consensual Não-Consensual) que se trata de uma atividade sexual forçada, porém em que as pessoas envolvidas consentem com o que está acontecendo, sabendo que tudo pode ser parado com algum sinal planejado, ou palavra de segurança combinada.
🔗. Fear play, que na tradução literal é jogo do medo, que consiste em usar o medo como gatilho para criar excitação no parceiro. Engatando nisso também terá o knife play, prática em que um dos personagens usa uma faca em determinadas partes do corpo do outro para deixá-lo com medo, coagido e assim excitado.
🔗. Pet play, que é a prática que consiste em alguém se vestir ou se comportar como algum animal. Nesse caso Harry estará usando uma fantasia sexy e fofinha de coelhinho.
🔗. Posteriormente eu colocaria aqui o Primal play, mas não acho que se encaixe exatamente nessa situação. No Primal, como o dominador quer dominar a presa, a presa também não irá facilitar e assim tentando ter domínio sobre o dominador, ambos em um estado primitivo. Nessa oneshot isso não vai acontecer. Harry está agindo como um bichinho e está brincando de esconde-esconde com o Louis, lhe excitando a ideia de ser procurado pelo dominador e não fazer a mínima ideia do que ele irá fazer consigo quando encontrá-lo, e sem ter a mínima intenção de alcançar domínio sobre Louis.
🔗. Vai ter tapa na cara e na boceta.
🔗. Em certo ponto da história, o Harry vai acabar se mijando. É minha primeira vez escrevendo algo assim, mas fiz o meu melhor pra ficar tão bom quanto eu imaginei :D
• Quando eu estava desenvolvendo a one, escrevi pensando no Harry na era prince hair e o Louis na era peaky blinders, mas, claro, sinta-se livre para imagina-los como desejarem.
A Isi aqui te deseja uma boa leitura e uma feliz Páscoa :D <3.
𓃹
— Onde deve estar meu lindo coelhinho... — Louis cantarolou consigo mesmo, caminhando despreocupado por entre as árvores da floresta, olhando ao redor a procura da figura adorável.
Harry trajava um body preto justo em seu corpo que tinha uma bolinha peluda simulando seu rabinho bem sobre o bumbum. Era uma gracinha como a roupa simplesmente valorizava tão bem suas curvas e a bunda tão redondinha, apertando seus lindos peitinhos.
Sua orelhinhas brancas de coelho estavam bem ajustadas no topo de sua cabeça, seus cachinhos chocolate antes tão arrumadinhos agora estavam um pouco bagunçados, uma fina camada de suor em sua testa grudando alguns fios.
Sua meia 3/4 preta em um tom quase transparente estava um pouco suja por conta da terra fofa e molhada em que estava ajoelhado atrás da árvore de tronco largo. Em seus pés estavam bonitinhos sapatos Mary-Jane pretos, seus saltos sendo baixinhos.
Ele também usava maquiagem. Um blush rosa nas bochechas e um batom na mesma cor. Seus olhos verdes tinham certo destaque por conta do delineador e do rímel alongando seus cílios. Quanto ao seu nariz? Bom, a pontinha já era naturalmente avermelhada no frio.
Um verdadeiro coelhinho.
Antes ele usava uma sainha rendada na cor branca, mas tirou no meio da brincadeira porque não queria chamar muita atenção. Afinal, ele e o papai estavam brincando de esconde-esconde.
— Você sabe que o papai vai te encontrar. — Louis falou um pouco mais alto, sua postura era despreocupada e ele tinha um pequeno sorriso nos lábios.
Harry colocou uma mão sobre os lábios para abafar sua risadinha, esperando o namorado se afastar mais um pouquinho para ficar de pé cuidadosamente.
— Não vai, não! — Cantarolou sem conter um sorriso, correndo para se esconder em outro lugar, ouvindo os passos de Louis se aproximarem de onde ele estava antes.
— Ah, eu vou. — Harry escutou a voz rouca dele e se abaixou atrás de um arbusto com muitas folhas e flores, observando o homem completamente vestido de preto por entre elas. — E eu vou pegar você... — As pernas de Harry se apertaram em excitação diante da forma que Louis falou, sentindo a bocetinha latejar.
Imaginou que sua calcinha já deveria estar completamente arruinada com sua lubrificação natural expelida aos montes, não evitando levar um dos dedos até ali para checar, gemendo baixinho quando tocou o clitóris inchadinho que implorava por atenção. Harry tirou o dedo dali e viu a pontinha completamente melada e brilhante, levando-o até a boca para chupar e sentir seu próprio gostinho.
Harry paralisou ao se dar conta de que Louis estava mais perto que antes, se apressando em ficar de quatro e engatinhar devagarzinho por de trás do arbusto, se escondendo em um espaço que tinha entre este arbusto e uma árvore.
— Se meu lindo coelhinho aparecesse, eu poderia mostrar uma brincadeira mais divertida pra ele. — E Harry viu Louis passar logo ao lado do arbusto em que ele estava escondido, levando uma mão até os lábios e prendendo a respiração de modo inconsciente.
Harry viu por entre as folhas que Louis segurava uma faca pequena, aquilo conseguindo deixá-lo ainda mais excitado, se possível. A ideia de que Louis poderia machuca-lo com aquela faca, enquanto o fodia com força se passou por sua cabeça.
O medo de ser machucado por seu papai lhe excitava.
Mais uma vez Harry esperou Louis estar distante o suficiente para sair de onde estava.
— Mas o papai vai machucar. — Harry disse alto o suficiente, de um jeito manhoso.
Harry correu por entre as árvores, fazendo barulho quando pisava nas folhas caídas no chão, tendo cuidado para não cair e se machucar.
Então, Harry parou de correr e tudo o que ouviu foi o mais completo silêncio. Franziu o cenho em confusão, mas não deixou de se esconder uma outra vez, se segurando no tronco da árvore enquanto pendia seu corpo para o lado, tentando encontrar o namorado.
Harry pisou sobre o próprio pé com os olhos correndo pela floresta, mordendo o lábio inferior em sinal de ansiedade. Ele não fazia ideia de onde Louis estava e a cada minuto que passava sozinho em silêncio, tinha a impressão de que seu papai se aproximaria a qualquer instante cuidadosamente para pegá-lo.
Não fazia ideia do que deveria fazer. Ele de certa forma já estava vulnerável sem ter a mínima ideia de onde Louis estava. Sair de onde estava escondido o tornaria mais vulnerável ainda. Porém, ele não sentia que tinha muita escolha.
Harry se ajoelhou e esperou mais uns segundinhos, antes de ficar de quatro para engatinhar novamente, olhando de um lado para o outro pra enfim seguir em frente até a próxima árvore. Ficou de pé lentamente, sua meia calça ainda mais suja pela terra molhada.
Deu um pulinho assustado quando escutou um barulho atrás de si, se virando rapidamente para ver o arbusto ali perto se mexer um pouco e um vulto passar muito rápido, aquilo sendo o suficiente para fazê-lo correr o mais rápido que podia.
Tentou evitar ao máximo olhar para trás, ouvindo passos muito rápidos ao seu encalço, deixando-o ainda mais nervoso. Acabou tropeçando nas longas raízes de uma árvore, caindo no chão apoiando-se nas mãos para diminuir o impacto da queda.
Se virou apoiando-se nos cotovelos a tempo de ver Louis lhe olhando com certa satisfação. Viu ele puxar para trás o topete com a mão enluvada, em seguida limpando o suor da testa com as costas da mão.
— Tão bobinho. — Louis disse com um sorriso. — Achou mesmo que ia conseguir correr do papai? — Harry piscou os grandes olhos verdes lentamente, balançando a cabeça em afirmação. — Oh, coelhinho, nunca vai conseguir fugir de mim. Tem ideia de como o papai tá bravo? Você me fez correr e te procurar por essa floresta toda.
— Eu queria brincar. — Disse com um beicinho, se ajoelhando no chão de frente para Louis pra poder sentar nas próprias panturrilhas.
— E você brincou, muito. Meu lindo coelhinho planejou tudo isso? Os post-its com recadinhos, fotos provocantes enquanto estou no trabalho e agora esse esconde-esconde com... como você chamou?
— Caça ao ovos e ao Hazzy também. — Harry disse com um pequeno sorriso orgulhoso de seu feito, as covinhas e os dentes de coelho aparecendo.
— Oh, isso. — Louis assentiu, não conseguindo conter um sorriso também. — Acontece que você enviando aquela foto do seu rabo apertado engolindo aquele plug me deixou duro na frente de todos aqueles homens importantes. E, como eu não te respondi porque estava trabalhando, você achou ser uma boa ideia enviar um vídeo enfiando o mesmo plug em você. — Louis falava agora de modo mais sério, usando aquele tom dominante que sempre era capaz de deixar Harry ainda mais excitado.
Porra, naquele vídeo Harry propositalmente gemeu e implorou muito feito uma vadia. Quanto mais o plug entrava em seu cuzinho, o alargando dolorosamente, mais ele gemia chamando pelo papai.
Talvez Harry ainda estivesse com aquele plug enfiado na bunda.
Talvez.
— Então eu chego em casa pra resolver esse problema usando minha linda boneca, e descubro que ela quer brincar de esconde-esconde... você acha isso justo com o papai? Ficar se escondendo, enquanto preciso tanto de você.
— Não. Sinto muito, papai. — Harry pediu com um beicinho triste olhando pro volume que Louis tinha nas calças, esse que estava bem em frente ao seu rostinho.
Mas a verdade era que a xotinha de Harry havia ficado ainda mais encharcada ao saber o poder que tinha sobre o dominador. Mandou fotos e vídeos quentes para o namorado, deixando-o duro quando ainda estava no trabalho, e o fez sair de lá para resolver o problema com o seu corpo.
Harry se sentia ótimo com aquilo, apesar de saber que deveria estar falando "Desculpa, papai. O que fiz foi errado e eu prometo que não vai se repetir". Mas tudo o que ele conseguia pensar era "Oh, acabei de descobrir algo que posso usar ao meu favor, quando a necessidade de ter meu papai por perto gritar mais alto".
Bom, lógico que aquilo não era correto, porém o que ele poderia fazer? Amava seu papai mais que tudo!
Harry tentou evitar um gemido, cuidadosamente colocando as duas mãos entre as pernas, esfregando o dedo sutilmente na intimidade sobre o tecido do body preto.
— Papai ainda pode brincar comigo. — Falou em uma tentativa de amenizar o peso do que tinha feito. Se inclinou deixando um beijinho no tecido da calça, bem sobre o volume marcante ali de seu membro.
— Você adoraria, hm? — O dominador deduziu, apontando a faca para seu rosto. Harry estremeceu quando Louis pressionou a ponta afiada em sua bochecha, a lâmina fria lhe causando arrepios e o arrancando um choramingo assustado. — Está com medo?
— Não quero que o papai me machuque. — Harry assumiu baixinho, rebolando inquieto sobre as panturrilhas.
— Deveria ter pensado nisso antes de ter sido tão egoísta. Agora merece uma boa surra e ser usado feito uma puta barata. — Louis deslizou cuidadosamente a ponta da faca por seu rosto até seu pescoço, fazendo Harry erguer mais a cabeça. — O que é uma pena, porque você tá uma gracinha assim, coelhinho.
— Me perdoe. Não deixarei mais o papai esperando assim, eu prometo. — Garantiu olhando em seus olhos.
Observou atentamente quando o dominador desafivelou o cinto com um barulho, em seguida desabotoando e abrindo a braguilha da calça. Engoliu em seco quando viu ele tirar o cinto completamente, ao mesmo tempo que puxava o pau para fora do aperto da cueca.
— Abra a boquinha. — Louis indicou lentamente, segurando a base do pau para guiar a glande até seus lábios entreabertos. — Começa a chupar só a cabecinha. — Harry envolveu seus lábios envolta da glande, com a língua macia a rodeando em movimentos lentos. Os olhos verdes estavam atentos na expressão do namorado, em busca de sua aprovação. — Continue assim.
Então Louis colocou o cinto envolta do pescoço de Harry, o afivelando o suficiente para que servisse como um tipo de coleira para seu adorável bichinho. Harry obedientemente manteve a sucção gostosa em sua glande, pressionando a pontinha da língua na fenda para ela expelir o gostinho do seu papai.
Harry gemeu abafado quando Louis puxou o cinto, consequentemente puxando mais a sua cabeça para que colocasse mais de seu pau na boca. E aquela invasão mais a fundo foi inesperada, fazendo-o engasgar um pouquinho por ter a boca tão cheia.
O submisso amava como aquele pau pesava em sua língua e mantinha sua boca cheia quando nem mesmo tinha sugado mais da metade. O pau do dominador era tão grande e grosso, as veias eram tão ressaltadas nele, que Harry podia senti-las perfeitamente em sua língua. Amava se sentir abrir cada vez mais quando deslizava nele, chegando a chorar de tão prazeroso e delicioso que era quando ele estava bem no fundo.
Pensar em todas essas coisas fez Harry ficar ainda mais molhadinho, a boceta vazando aos montes. Não foi tão sutil em esfregar o dedo lá mais uma vez, em uma tentativa de obter alívio. Louis percebeu e aquilo o enfureceu imensamente.
— Tá brincando com a porra da minha cara. — Puxou seus cabelos para que ele tirasse seu pau da boca e soltou o cinto, com a mão livre acertando um tapa pesado em sua bochecha, o que fez os olhos de Harry marejaram imediatamente. — Quem te deu autorização pra se tocar?
Tapas excitavam Harry imensamente. Gostava quando Louis estava o fodendo bem forte na bocetinha e acertava tapas em seu rosto, tratando-o feito sua putinha particular. Porém, sempre ficava tristinho quando esses tapas vinham em forma de punição, sabendo que não havia feito o esperado pelo seu dominador.
Aquela situação se encaixava naquilo. Tocou na própria bochecha que ainda ardia pelo tapa, o rostinho choroso e culpado olhando nos olhos muito azuis de Louis.
— D-Desculpa, é que-
— Não tem explicações, Harry. — Louis empurrou Harry sem rodeios para que deitasse na terra fofa e úmida, se ajoelhando em seguida no espaço entre suas pernas abertas.
Em um movimento ágil tirou a faca do bolso lateral da calça, soltando os dois botões do body de Harry que se encontravam justamente sobre sua grutinha, e em seguida pressionando propositalmente a lâmina fria da faca sobre os lábios gordos de sua xota melada, rasgando sem hesitar a sua calcinha.
— Não! — Harry gritou balançando as pernas quando Louis acertou um tapa forte em sua boceta exposta, gemendo quando a sentiu arder e formigar pela agressividade. — Dói, papai, não! — Balançou os quadris quando Louis continuou com tapas um atrás do outro, colocando as mãos sobre a boceta na tentativa de evita-los.
— Acho que vou ter que te ensinar novamente o modo como as coisas funcionam. — Louis grunhiu afastando as mãos dele para que não tocasse novamente a si mesmo. — Mantenha a porra das mãos para si! — Louis ordenou e Harry se encolheu, juntando as mãos sobre a barriga obedientemente.
Observou chorando baixinho Louis tirar um rolo de fita adesiva do bolso, esticando os braços na sua direção com os pulsos juntos, quando esse fez menção de prende-los. Depois de ter os pulsos presos, Louis cortou um pedaço de fita e grudou sobre seus lábios para silencia-lo.
— Mas não se preocupe, irei refrescar sua memória até ter certeza de que vai fixar bem em sua cabeça. — Louis ficou de pé e o puxou pelos braços para que ele ficasse de pé também. — Te fazer lembrar de modo que nunca mais esqueça quem realmente manda e a quem esse seu buraco apertado pertence. — Acariciou seu rosto antes de levantar seu corpo, jogando-o com uma facilidade incrível sobre o ombro, Harry dando um gritinho abafado por trás da fita.
Louis começou a caminhar pela floresta refazendo todo o caminho que tinham feito naquela brincadeira, Harry curvado sobre seu ombro com a bunda, naquele momento completamente exposta, na altura de sua cabeça. Harry gemia se contraindo com força quando Louis provocava sua xotinha molhada, dedilhando distraidamente com a ponta dos dedos sua intimidade ao longo dos lábios de sua boceta, consequentemente molhando o tecido da luva preta.
Harry facilmente reconheceu que estavam tomando o caminho para casa, vendo o exato momento em que saíram da floresta e estavam no campo verdinho que cercava a casa que moravam, que se localizava em um local mais distante da cidade.
Louis era um homem que prezava pelo conforto, tranquilidade e privacidade. Por conta disso optou por uma casa espaçosa que ficava afastada de toda a confusão e movimento da cidade de Londres, fazendo questão de que ela fosse cercada por muito verde e conforto. Sem contar que não seria nada fácil colocar em prática na cidade fantasias como aquela que Harry e Louis partilham juntos no relacionamento.
— Eu vi o que você deixou pronto aqui. — Louis disse se aproximando de uma toalha de piquenique quadriculada nas cores vermelha e branca, que estava estendida no chão.
Sobre esta toalha estava um bilhete de papel cartão rosa pastel recostado contra uma cestinha. Nesse cartão tinha escrito com a caligrafia de Harry a proposta para aquela brincadeira, no final seu nome assinado e um coração.
Dentro de uma outra cesta fechada estava a comida para o piquenique, como sanduíches, bolos e frutas cortadas em potinhos para comerem depois da brincadeira. O que Louis podia fazer? Tinha um bom namorado que sempre pensava em tudo.
Louis desceu Harry e o colocou deitado naquele espaço vazio da toalha de piquenique sobre a grama, não demorando para voltar a se encaixar entre as longas e lindas pernas de seu bichinho, ainda revestidas pelas meias 3/4 de tecido branquinho. O body preto estava enrolado pouco a cima de seu quadril.
— Tantos erros hoje, meu bichinho. — Louis comentou estalando a língua, balançando a cabeça em total reprovação.
A reação de Harry foi choramingar por trás da fita, os grandes olhos verdes marejados estavam arregalados olhando nos azuis de Louis. Estava claro como ele estava tentando demonstrar que sentia muito por tê-lo decepcionado, porque tudo que queria era ele se sentindo orgulhoso de si.
— Esqueceu que essa linda boceta pertence unicamente a mim? — Louis começou a deslizar os dígitos em movimentos circulares sobre seu clitóris inchadinho e sensível, Harry demonstrando seu esforço em ficar quieto do modo que seu papai precisava. — Que é uma propriedade minha, em que apenas eu posso tocar e brincar? Sabe o que acontece quando descubro que alguém a tocou sem minha permissão? — A resposta veio em um tapa seco e estalado sobre a região tão sensível.
Harry gritou abafado por trás da fita, balançando os quadris esticando os braços para tentar impedir um próximo possível golpe.
— Toda minha pra brincar, fazer o que eu quiser. — O dominador cantarolou consigo mesmo na mais completa satisfação com o fato sendo dito em voz alta. Ele olhava em silêncio para os próprios dedos brincando com o grelinho proeminente, que deixava a boceta ainda mais tentadora para Louis colocar na boca e chupar com afinco.
Harry tinha os olhos fechados, a expressão franzida em prazer, aproveitando ao máximo aquela sensação de ter os dedos grossos brincando com sua grutinha melecada. Deu um pulinho assustado ao que de repente Louis acertou com força a sua boceta mais uma vez, fazendo-o fechar as pernas chiando de dor ao mesmo tempo que sentia a virilha esquentar e pulsar em prazer.
— Mantenha seus olhos em mim, Harry. Estou lhe dando uma lição e exijo que preste bastante atenção. — Louis falou autoritário, Harry assentiu com lágrimas escapando de seus olhos, voltando a abrir as pernas por conta própria.
Harry fez uma pequena careta quando Louis puxou a fita de seu boca, em sinal de que queria que ele falasse.
— Quero que diga, Harry. A quem você pertence?
— A você, papai. — Harry respondeu com a voz embargada pelo choro, sentindo a boceta expelir mais de seu melzinho, oferecendo uma amostra do quanto aquilo mexia com ele.
Do modo de Louis nunca fazê-lo esquecer que era um brinquedo especial, pertencente unicamente ao papai.
— E esse buraco apertado? Esse buraco que papai ama tanto usar e brincar. — Perguntou esfregando os dedos na sua entradinha, sorrindo para o som molhado que fez de tão excitado que ele estava.
Harry não conseguiu suportar, gemeu sem pudor batendo os pés no chão, sentindo que Louis estava o enlouquecendo. Ele mal podia esperar para ser fodido com força por aquele pau. Por que o homem simplesmente não o pegava de uma vez e o comia sem dó?
Aquilo estava sendo uma tortura.
— Responda. — Ameaçou atingir sua boceta mais uma vez, Harry encolhendo as pernas balançando a cabeça assustadinho.
— Do papai! Pertence ao papai, só ao papai. — Harry disse depressa, os olhos grandes ainda arregalados com medo de ser atingido por mais uma tapa daquele.
— Lembra que você brincou com ela antes? Brincou quando deveria estar se dedicando em me chupar direitinho para se redimir.
— Lembro, e eu sei que foi errado. Sinto muito, muito mesmo. — Disse baixinho de um jeito sincero.
— Você é um bom coelhinho, não é? Bom o suficiente para entender que merece um castigo por seus erros. — Harry engoliu em seco, um pouco receoso, porém assentiu. — Ótimo.
Harry observou Louis puxar para fora novamente o pau completamente duro da calça, salivando em ver como a glande dele babava em tesão, assim como sua grutinha. Imaginou Louis deslizando para dentro dele, alargando sua boceta aos pouquinhos para conseguir acomoda-lo.
Porém, Harry ficou confuso quando Louis pegou aquele pedaço de fita que antes estava em sua boca, a colocando sobre os lábios gordinhos de sua boceta avermelhada de tão judiada pelos tapas. Então Harry soube que Louis não iria fode-lo... pelo menos era o que pensava.
— Você mandou aquele vídeo, e eu fiquei maluco pensando em como você é apertado por trás. — Louis comentou punhetando o próprio pau. — Não consigo parar de pensar sobre foder você por trás com ele. Queria poder abrir você apenas com meu pau, te fazendo levar tudo, mas, como meu bichinho é tão desesperado para estar preenchido o tempo todo, isso não vai ser possível. Afinal, já tem um plug bem enfiado na bunda. — Louis dedilhou a ponta redonda e brilhante do plug rosa, pressionando-o mais contra seu buraco para se afundar mais nele.
— Desculpa. — Pediu dengoso, gemendo com a cabeça pendida para trás quando Louis prendeu a cabeça do plug entre dois dedos, puxando-o lentamente para fora de si.
— Não se engane. — Louis riu deixando o plug de lado. — Não pense que isso vai me impedir de foder você com muita força. E se doer... bem, você merece ser machucado.
— Não, não. — Harry tentou empurrar Louis, virando de bruços tentando engatinhar para se afastar do dominador. Louis riu de sua tentativa inútil, puxando-o pelos quadris para se manter perto de si e paradinho. — Não, papai, vai doer muito! — Harry começou a chorar balançando as pernas, se assustando quando sentiu a lâmina fria da faca se pressionar em seu pescoço, o peso do corpo de Louis sobre o seu mantendo-o preso.
— Shh, quietinho. — Estocou os quadris contra sua bunda, o pau deslizando entre as bandas de suas nádegas cheinhas e macias. — Não quer que o papai machuque mais que o necessário, quer?
— Não. — Harry soluçou, as lágrimas deslizando por suas bochechas coradas em abundância. Àquela altura sua maquiagem já estava destruída, tornando sua imagem ainda mais excitante. — Vai machucar, papai. Muito grande pra mim. — Disse baixinho, virando o rosto para deixar um beijinho na bochecha do dominador, um gesto tão doce diante de algo tão sujo. — Na boceta, papai. Ela tá tão pronta pra você, v-vai te receber tão bem.
— Não seja tolo. Eu vi como seu cuzinho engoliu aquele plug muito bem. — Louis se afastou sentando nas próprias panturrilhas, puxando os quadris de Harry indicando que ele deveria empinar a bunda para si, o que ele fez de modo obediente – mesmo com tamanha hesitação. — Sei que vai ser bom em receber meu pau também.
Harry prendeu a respiração quando Louis pressionou a glande gorda e rubra no seu cuzinho, ameaçando penetrar, mas nunca chegando a de fato fazê-lo. Aquilo aumentava ainda mais a sensação de ansiedade que consumia Harry, deixando-o à beira de surtar.
Tinha certeza que se não tivesse aquela fita em sua boceta, ela estaria escorrendo tanto que seu melzinho formaria um fio incolor até a toalha de piquenique sob si.
Harry tinha usado tanto lubrificante, que ele vazava aos montes de seu cuzinho depois que o plug foi retirado, Louis se aproveitando para melar a mão e deslizar por todo o pau o lubrificando.
Louis pressionou mais uma vez a glande em sua entradinha, a glande deslizando para dentro daquele calor com certa resistência. O dominador viu como Harry tentou soltar as mãos para alcança-lo e os pés dele com os sapatinhos balançarem no ar, enquanto um gemido alto e um tanto afeminado escapava de seus lábios ainda marcados pelo batom rosa.
Louis grunhiu excitado pelo aperto agradável no pau, acertando um tapa estalado na bunda branquinha, apertando a carne macia entre os dedos grossos e fortes. Harry tentava lidar com a invasão, mas acabava tentando se afastar sem nem mesmo perceber.
— Quieto. — Louis rosnou, conforme Harry se apertava cada vez mais em seu pau por conta da invasão. — Porra, Hazzy, tente relaxar. — Louis gemeu acariciando seus quadris na tentativa de acalma-lo, Harry chorando balançando a cabeça em negação.
Não entendam mal, Harry estava amando cada parte daquilo. O pau de Louis lhe alargando trazia aquela ardência familiar, que ao mesmo tempo que lhe trazia certo desconforto, fazia sua boceta pulsar e esquentar como nunca antes. Ele apenas não era fodido por trás com tanta frequência, e quando vinha a acontecer parecia ser sempre como a primeira vez.
Amava como tentava "escapar" de tudo aquilo, tendo as mãos de Louis segurando seus quadris com força, notando o esforço que ele fazia pra simplesmente não meter forte no seu cuzinho.
— Dói muito, papai. — Harry chorou, se interrompendo com os lábios se abrindo em um O perfeito quando Louis impulsionou os quadris entrando até a metade. — Papai! Papai, não! — Harry gritou rebolando, tentando escapar segurando um dos pulsos de Louis para tentar afastar seu toque.
— Você não tem ideia de como tá me deixando maluco, coelhinho. — Louis o puxou contra seus quadris, terminando de estocar e deslizar para dentro o restante de seu pau, deixando-o deliciosamente cheio.
— Você é- é tão grande, papai. — Harry ofegou em um tom esganiçado, como se estivesse chocado dizendo aquilo em voz alta. — Te sinto tão fundo em mim. Não consigo- não consigo aguentar.
Tudo parecia ficar ainda mais intenso com Harry falando afetado daquele jeito, e Louis simplesmente adorava como a voz dele soava desesperada. Por isso deslizou para fora e em seguida voltou para dentro, impulsionando seu corpo fraco um pouquinho para frente, ouvindo com um sorriso cretino e satisfeito o gemido do submisso.
— Como eu posso acreditar que você não quer isso, quando tá gemendo assim no meu pau? Porra, você deveria ver como seu cuzinho me engole todo tão bem. — Começou a se mover com mais força, Harry ainda tentando se desvencilhar e escapar daquilo. — Se acostume logo, porque em breve vai pular no meu pau como o bom coelhinho que é.
— Não. — Harry teimou choroso, tendo os cabelos longos agarrados por um Louis furioso.
— Vou ter que lembrar quem é que manda, porra? — Deslizou para fora, não tardando para iniciar novamente os tapas sobre sua boceta, que ainda estava com aquela fita, e seu cuzinho avermelhado de judiado.
— Não! — Harry conseguiu finalmente escapar, começando a engatinhar em vão para se afastar de Louis, sendo pego novamente com uma facilidade nada surpreendente e colocado para deitar de costas. — Não quero mais, não quero!
— Chega. — Louis grunhiu acertando tapas agressivos em seu rosto, apertando seu pescoço fortemente com a outra mão.
Harry tinha os lábios entreabertos em busca de ar e o peito arfante, ao mesmo tempo que tinha Louis voltando a deslizar para dentro de seu cuzinho, ainda com certa resistência. O baixo de ventre de Harry repuxou e o grelinho dele começou a formigar denunciando um orgasmo iminente.
Com os pulsos presos juntos, tentou segurar o pulso de Louis para fazê-lo parar de apertar seu pescoço. Fez um gesto de fechar uma das mãos duas vezes, em sinal de que Louis deveria parar com a asfixia, e assim foi feito. Harry teve o queixo segurado pelo dominador e ele analisando seu rosto, sabendo que aquilo estava sendo feito para conferir se ele estava bem.
— V-Você é tão malvado. — Harry choramingou baixinho, a voz falha sentindo a garganta seca e fodida. — Machuca tanto o Hazzy. — Tinha um tom provocador na sua voz e no modo que olhava de jeito aparentemente inocente para Louis, que sentiu o pau pulsar enfiado tão fundo no submisso.
— Eu não seria malvado se o Hazzy fosse um bom coelhinho pro papai. — Louis disse deslizando o polegar sobre seu lábio inferior.
— Quero ser bonzinho. Mas o pau do papai é tão grande pra mim e machuca muito. — Harry falava baixinho, permanecendo firme quando Louis começou a fode-lo devidamente, sendo incentivado por sua palavras. — Meu cuzinho é tão apertado pro seu pau, Lou. Minha boceta já se esforça tanto pra receber você todo...
Louis revirou os olhos em prazer, se agarrando na toalha de piquenique nos lados da cabeça de Harry, como se aquilo fosse impulsiona-lo a estocar mais forte se possível. Harry tinha os lábios entreabertos soltando pequenos gemidos, observando com admiração brilhando nos olhos verdes cada detalhe na expressão franzida em prazer de seu papai.
— Por favor, papai, deixa seu coelhinho brincar um pouco com a xotinha. O coelhinho tá tão, mas tão perto. — Harry pediu com um beicinho e olhos brilhantes, se inclinando de modo que implorava explicitamente por um beijo.
— Só vai poder gozar quando estiver pulando no meu pau. — Louis esclareceu com seus lábios se esfregando juntos, Harry com os pulsos presos entre seus corpos segurando o rosto dele do modo que podia. Sentia a barba do namorado roçando na palma macia de suas mãos, gostando muito da sensação.
— Prometo ser um bom coelhinho e pular bem. — Harry gemeu desesperado, a cabeça pendendo para trás mais uma vez com a glande de Louis atingindo tão fundo. — Eu preciso gozar! Por favor!
O tom desesperado em sua voz, o modo que as coxas dele estremeciam e como se agarrava a Louis como se fosse sua salvação, deixava mais do que claro como ele estava cada vez mais perto de ceder. A cada estocada funda parecia esquecer como respirar, o corpo fraco sendo impulsionando para cima de acordo com a força que os quadris de Louis se chocava contra sua bunda.
Os seios pequenos, porém cheinhos do seu coelhinho, que tinha os mamilos amarronzados arrebitados, pareciam muito convidativos para sua boca. Com uma das mãos Louis puxou com certa agressividade o body preto para baixo, assim os expondo mais e começando a mamar em um deles como se tivesse fome.
Harry tinha os mamilos tão sensíveis, e seu papai os chupando assim o enlouquecia, deixando-o à beira de colapsar por tamanho prazer.
Louis havia lhe dito que apenas poderia gozar quando estivesse pulando em seu pau. Se ele realmente queria gozar, precisaria assumir um pouco o controle da situação, sem deixar que Louis perceba isso.
Ergueu a cabeça juntando seus lábios em um beijo erótico e desajeitado, suas línguas deslizando juntas enquanto ambos gemem com as estocadas.
— Quero fazer o papai se sentir bem. — Harry falou com certo esforço, a bocetinha desesperada para se libertar e gozar de uma vez por todas. — Deixa seu coelhinho provar como sente muito, papai. Ele vai pular muito no seu pau, vai te fazer se sentir muito bem.
Louis parou com os movimentos se apoiando em apenas uma das mãos, puxando com a outra para trás a franja um pouco suada que estava em seus olhos. Assim como Harry, ele tinha a respiração descompassada, o pau pulsando bem gostoso dentro dele.
Harry suspirou aliviado quando Louis deslizou para fora de si, sentando na toalha de piquenique, indicando com um gesto de cabeça que o submisso deveria sentar em seu colo. Mesmo sentindo-se tão fraco e dolorido, se esforçou para se ajoelhar e passar uma das pernas sobre o corpo de Louis, sentando sobre suas coxas.
Era simplesmente muito excitante para Louis que ainda estivesse, de certa forma, com as roupas apropriadamente em seu corpo, e que Harry tivesse aquela peça de roupa enrolada na cintura, maquiagem borrada e as meias já com pequenos rasgos. Ele estava tão destruído, o rosto coradinho e os cabelos em uma bagunça espetacular aos olhos de Louis. Aquilo mostrava bem o poder que Louis tinha sobre ele e qual era a posição de Harry.
Com as mãos ainda presas juntas, Harry as posicionou em seu peitoral, o empurrando de leve indicando que ele deveria deitar. Quando o fez, observou Harry apoiar o peso nos joelhos nas laterais de seu corpo, auxiliando em segurar a base do pau guiando a glande gorda até seu cuzinho.
Ambos tinham os lábios entreabertos, conforme Harry deslizava devagarinho em seu pau. Harry tinha as mãos apoiadas no abdômen de Louis, deslizando aos pouquinhos ficando cada vez mais cheio, achando absurdo como já se sentia tão cheio quando nem mesmo tinha aquele pau enfiado inteiramente dentro de si.
Louis estava enlouquecendo sob o corpo de Harry. O cuzinho dele se apertava com tanta força envolta do seu pau, ainda tentando se acostumar com a largura que sempre trazia aquela ardência deliciosa, que Louis rosnava excitado a cada segundo que passava naquela tortura, as mãos apertando com força a gordurinha de seus quadris descontando tudo que estava sentindo.
Harry fechou os olhos por um instante, mas não teve direito a ficar paradinho por alguns minutinhos, antes de começar o trabalho. Não quando tinha Louis agora pressionando a ponta da faca pouco abaixo de seu umbigo, circundando a bolinha do piercing que tinha ali em provocação.
Os movimentos de subir e descer se iniciaram com um pouco de dificuldade – Harry tinha esquecido como era difícil quicar naquele pau quando estava sendo fodido por trás. Choramingava com a cabeça pendida para trás, os cabelos cor chocolate balançando conforme Harry pulava, se dedicando em ser bom do jeito que Louis queria.
Arregalou os olhos verdes olhando para baixo quando sentiu algo se pressionar em seu grelinho sobre a fita, vendo ser a faca que Louis ainda segurava. Flagrou o sorriso cretino que Louis tinha nos lábios, os olhos azuis muito escuros acompanhando os movimentos que fazia com a faca.
— Não fique com medo. — Louis murmurou deslizando a pontinha da faca em movimentos circulares sobre aquele monte sensível, Harry estremecendo sentindo um frio se acumular em seu baixo ventre. — Eu só vou te machucar se não fizer um bom trabalho. Você vai ser bom, não vai, meu coelhinho?
— Não faz isso. — Harry soluçou, ainda pulando no pau de Louis com afinco, o som da bunda dele batendo nas coxas de Louis e o choro baixinho estando presente em meio ao som do vento fazendo as folhas das árvores farfalharem.
— Então é melhor você me fazer gozar logo, Harry. — Deslizou a faca ao longo de sua barriga até um de seus seios, a ponta brincando com um dos mamilos arrebitados com algumas marcas de quando Louis o chupou. — Estava pensando... e se eu escrevesse com a faca o meu nome em alguma parte do seu corpo? — Louis falou como se estivesse ponderando consigo mesmo em voz alta, Harry arregalando os olhos, se encolhendo tanto pelo medo quanto pela lâmina fria brincando com seu mamilo sensível. — Poderia ser nos peitinhos...
— Por favor, não... — O corpo inteiro de Harry começou a tremer e sua boceta a esquentar denunciando que estava perto de gozar... de uma outra coisa também.
— Na sua bunda... — Continuou falando com aquele tom despreocupado, a mão aberta acertando um tapa firme em uma das nádegas.
— Papai, para com isso! — Harry pediu com as lágrimas voltando a molhar seu rosto.
— Ou até mesmo aqui, na sua boceta gostosa... — A ponta da faca deslizou de baixo para cima sobre a fita, parando novamente bem sobre o clitóris sensível, pressionando a lâmina ali.
Harry não conseguiu aguentar, se afundou com força no pau de Louis, enquanto tinha orgasmo que julgava ser o mais intenso que tivera na vida. Tamanho o medo que tinha sentido, que não aguentou e acabou se liberando ali mesmo, o xixi escapando pela fita e melando tanto sua virilha quanto Louis, que observava a cena com muita admiração e orgulho.
Ele havia sido tão bom para com Harry, que foi capaz de faze-lo se liberar de todas as maneiras possíveis, apenas deixando-o assustadoramente com medo. Diante daquilo seu pau começou a se liberar, soltando longos jatos de porra dentro de Harry, mantendo-o cheio.
Louis segurou a faca ao lado do corpo quando o torso de Harry ameaçou cair sobre o seu. Ele ainda chorava com o rosto escondido na curva de seu pescoço e Louis sentou com ele para ajudá-lo a se livrar da fita que ainda prendia seus pulsos, assim podendo abraça-lo devidamente.
— Me desculpa. — Harry pediu ainda chorando, claramente envergonhado pelo que tinha feito. Louis sorriu negando com a cabeça, tirando os cabelos dele que estavam na frente de seus olhos.
— Você foi ótimo, o melhor coelhinho de todos. — Louis murmurou beijando seus lábios. — Foi um filhote muito bom. Estou imensamente orgulhoso de você. Se dedicou tanto em fazer o papai se sentir bem.
— Sim. — Harry chorou balançando a cabeça em afirmação, aceitando ser beijado por Louis.
— Amo você, meu bebê. Vamos tomar um banho e aproveitar esse piquenique que preparou para nós, tudo bem? Você preparou tudo sozinho?
— S-Sim. Com suas comidas preferidas. — Harry falou, seu tom denunciando como ainda estava buscando mais aprovação do dominador.
— Isso é perfeito, tenho certeza que está tudo maravilhoso. Você é bom em tudo que se propõe a fazer, minha princesa. Sabe disso, não sabe?
Bom, diante daquilo Harry não veria problemas em futuramente ser um bom coelhinho pro seu papai, novamente.
Onde Harriet queria o melhor presente de dia dos namorados de todos: a realização de seu maior fetiche.
E para isso ela precisaria ser uma boa menina...
Hetlarry (Louis homem cis hetero e Harry mulher cis hetero)
Crinofilia
Porn with plot
Leve exibicionismo
Louis Tomlinson é o cara perfeito. E não é exagero; Louis é o melhor cara que Harriet já conheceu em toda sua vida.
Eles se conhecem desde a segunda série, mas foi só na sétima que eles caíram na mesma sala. Até então eles nunca tinham tido uma conversa que ultrapassasse as vinte palavras e começaram uma incrível amizade quando a professora de ciências sorteou as duplas para o trabalho de sua matéria.
E bom, Harriet Styles nunca fora uma pessoa fácil de se lidar. Sempre foi filha única e era extremamente mimada por seus pais; nenhuma vez em sua vida ela ouvira um não deles, ordinariamente ganhava tudo o que pedia e fazia tudo o que queria. Todos a sua volta em os dois extremos possíveis: ou a odiavam com todas as forças ou a adoravam, pois, afinal, ela tinha um gênio conturbado, bipolar.
Em contrapartida, Louis era a pessoa mais querida de todo o mundo, não havia uma única pessoa que não gostava dele na escola. Cresceu em uma família grande –sendo a maior parte dela mulheres– e por isso sempre soube ser uma pessoa humilde e disposta a ajudar. Era um garoto doce, gentil, engraçado na maior parte do tempo, lindo, inteligente e não ligava para estereótipos bobos que eram impostos, tanto sobre os homens quanto sobre as mulheres. Quando era menor ele era zoado pelos amigos por demonstrar seu lado “feminino”, mas com o decorrer do tempo as pessoas começaram a aceitar que ele não se importava com as piadas e pararam de pegar no seu pé.
Enfim, o cara perfeito.
E claro que não demorou muito para que os opostos se atraíssem. Harriet e Louis começaram a namorar depois de uns três meses de amizade. Invejosos diziam que era muito cedo, mas a verdade é que eles estavam apaixonados –e, bem, Harriet sempre teve uma quedinha por ele.
Quando atingiram o ensino médio, eles não foram um casal bem aceito. A maioria das meninas queria namorar Louis, pois achavam ele o melhor dos melhores cara daquela escola –é sério, ele era muito maduro se comparado aos outros meninos, que pareciam ter parado na quinta série– e não se importavam em dar em cima dele, mesmo que as vezes ele estivesse acompanhado da namorada. Isso deixava Harriet louca; se as pessoas que não gostavam dela dessem em cima de seu namorado, elas iriam ter motivo para odiá-la, pois ela conseguia ser muito ruim quando queria.
Louis sempre achou engraçado o jeito possessivo que a namorada o cercava, parecia uma mamãe protegendo seu filhote de predadores. Claro que algumas vezes chegava a ser incomodo a marcação de território, pois algumas meninas realmente não se aproximavam com segundas intenções, mas ele nunca reclamou –no fundo ele até que gostava de saber que Harriet era uma mimadinha que não sabia perder seu brinquedinho. Eles tinham um relacionamento saudável, apesar.
Mas um dia, alguma coisa se agravou. Era segunda-feira da semana do Dia dos Namorados. O armário de Louis estava mais cheio de cartas e presentes do que a própria cesta do rapaz que entregava o correio elegante. Harriet ficou possessa; irritava muito saber que as pessoas daquele colégio não respeitavam nem ela, nem Louis e muito menos seu namoro. Quantas vezes ela precisava ser taxada de louca –porque, sim, as pessoas a chamavam desse jeito pelas costas– para que os outros parassem de se jogar em cima do seu namorado.
De segunda à quarta, Harriet virou aquele colégio de cabeça para baixo. Ela rosnava para quem chegava perto dos dois quando eles estavam passando pelo corredor. Derrubava a cesta do menino de recados sempre que ele vinha entregar um novo bilhete para Louis. Puxou briga com mais de uma garota durante a aula porque ela estava próxima demais de seu namorado e, se Louis não tivesse a impedido, ela teria cortado o cabelo de uma delas com uma tesoura sem ponta.
O dia 14 caia em uma sexta-feira esse ano e todos estavam muito ansiosos, menos Harriet. Parecia que o Dia dos Namorados tinha perdido a magia. Louis, que não era bobo e nem nada, percebeu que a namorada estava um pouco deprimida e irritada, então decidiu fazer uma proposta para a garota assim que chegou na escola na quinta-feira.
–Bom dia, neném– sussurrou ele em seu ouvido, abraçando-a por trás quando a viu procurando alguma coisa em seu armário –Você ‘tá mais linda que o normal, por quê? Acho que estou cada dia mais apaixonado por você.
Ela soltou uma risadinha anasalada, fechando seu armário depois de pegar um livro e virando-se para o namorado.
–Bom dia, gatinho– ela disse, sorrindo e mostrando suas belas covinhas.
Louis não se aguentou, puxou a menor pela cintura e colou seus lábios aos dela, provando do gloss de melancia que os banhava. Ela também não resistiu a tentação e passou o braço livre em torno do pescoço dele, puxando mais para perto para aprofundar o beijo. As línguas trabalhando uma contra a outra, babando e escorregando.
–Não precisa mijar nele, Harriet, está muito cedo pra’ marcar território, não acha?– uma voz feminina cortou o momento íntimo do casal, fazendo-os olhar para a direção em a garota que passava com um grupo de amigas, rindo.
Imediatamente, Harriet fechou a cara e estava para avançar na menina, sendo impedida pelo namorado, que segurou seu pulso com uma mão e seu rosto com a outra, fazendo-a olhar para o rosto másculo.
–Não dê atenção a isso, neném, sabe que ela só está querendo te provocar– disse Louis, calmo, mirando única e exclusivamente para os olhos verdes a sua frente.
–Eu sei, Lou Lou, mas é difícil! Elas fazem de propósito e me tira muito do sério. Eu tenho vontade de pegar essas barangas nojentas e...
–Esfregar a cara delas no asfalto, eu sei– interrompeu Louis, completando a frase alheia com um sorriso engraçado no rosto –Neném, essa semana era para ser a nossa semana, mas você passa mais tempo tentando bater nessas garotas idiotas do que comigo!
–Eu sei, mas é que...
–Shiu, eu não terminei.
–Não faça “shiu” para mim, Louis Tomlinson, se não eu juro que essas meninas vão me adorar pela primeira vez na vida delas quando eu der um pé na sua bunda!– ameaçou Harriet, franzindo o cenho e apontando um dedo na cara do namorado.
–Desculpa,– respondeu, corado –Mas é que você não me deixou terminar. Eu ia dizer que tenho uma proposta para te fazer.
Na mesma hora, Harriet desmontou a carranca que fez e deixou que um brilho singelo aparecesse em seus olhos, interessada.
–Não quero que você brigue mais com as meninas; quero que se comporte e pare de agir como animal– explicou e antes que a garota pudesse retrucar, ele continua: –Se você conseguir se comportar até sexta-feira, eu vou te dar uma recompensa.
–Uma recompensa?– perguntou ela, semicerrando os olhos, curiosa –Que tipo de recompensa?
Ele sorriu ladino, inclinando-se sobre o corpo frágil escorado nos armários. Os lábios finos alcançaram a orelha levemente escondida por baixo de alguns cachos.
–Você é sempre tão boazinha na cama, nunca me pede nada, por mais que você queira muito não é, amor? Sempre tão disposta a fazer do meu jeito, mesmo que fora de quatro paredes você faça do seu... – ele sussurrou, voltando, sorrateiramente, com as mãos para a cinturinha fina –Que tal isso: se você for boazinha fora da cama também, deixarei você fazer um pedido. Qualquer pedido, qualquer fantasia. É só você me pedir e eu vou realizar.
Se afastou minimamente apenas para ver a reação da namorada. Harriet parecia ter acabado de sair de uma filmagem de pornô: os lábios carnudinhos e rosados preso entre os dentes, as bochechas coradas, os olhos verdes brilhantes, ainda mais arregalados do que o efeito da máscara de cílios, e a respiração levemente ofegante.
–Q-Qualquer p-pedido?– ela sussurrou, aguardando ansiosamente a resposta com aqueles olhinhos inocentes e pidões.
Louis concordou com a cabeça, completando:
–Você já tem algo em mente?– indagou, crescendo ainda mais o sorriso pervertido em seu rosto quando, ao invés de uma resposta concreta, as bochechas de Harriet coraram ainda mais e ela abaixou a cabeça, envergonhada –Sua pervertida! Tem algo que você quer de mim, então? O que é, hum? Conta pra’ mim, conta.
E quando Harriet estava para lhe responder, o sinal tocou. Ambos tomaram um susto e se afastaram rapidamente, quebrando a bolha sexual e quente na qual estavam envolvidos. Ofegantes, alheios e desinteressados a qualquer matéria que eles fossem ter agora, eles foram para a sala de aula.
(...)
A aula que tinham antes do intervalo de almoço era biologia e as carteiras eram em duplas; obviamente o casal se sentariam juntos. E claro que Louis não deixaria passar a tensão que rolara mais cedo.
A professora falava continuamente e Harriet estava anotando coisas no caderno, ela sempre fora muito estudiosa. Louis, que sequer prestava atenção, sorriu de lado e chegou mais perto da namorada, que não notou sua aproximação. Pousou uma mão na coxa roliça e macia, despretensiosamente, assistindo o lindo biquinho que Harriet fazia sempre que estava concentrada demais.
Como quem não quer nada, começou a subir e descer a mão pela perna da garota, em um carinho gentil e singelo, deixando que os dedos firmes apertassem o interior de suas coxas. Harriet já o olhava de soslaio, como um aviso prévio para que ele parasse imediatamente.
Mas Louis não parou. Fez exatamente o contrário, na verdade, correndo o palmo para dentro da saia quadriculada que moldava bem o corpo delicado –e Louis fantasiou muitas vezes fodê-la naquela peça ridiculamente curta. Não precisou de muito mais tato para que ele chegasse aonde realmente queria: na calcinha de algodão a qual ele sabia exatamente qual Harriet estava vestindo naquele dia, pois ele ajudara a escolher quando a garota despreocupadamente mandou-lhe uma foto pedindo sua opinião. A imagem de sua bucetinha molhando o pano com desenho de ursinhos não saia de sua cabeça e deixava-o insano.
Afastou o elástico para o lado, livrando o lindo montinho de carne que ele adorava chupar. Harriet enrijeceu na cadeira, olhou para Louis, com seus olhos repreensores e assustados, e segurou sua mão atrevida, negando fracamente com a cabeça. Ele apenas sorriu mais abertamente e separou os lábios gordinhos com os dedos, introduzindo um bem no meio, acariciando-a vagamente, quase sem a tocar realmente.
–Louis...– censurou ela, baixinho, apertando ainda mais o punho do namorado quando ele tentou avançar mais para baixo.
–Harriet...– ele copiou o tom de voz. Os olhos azuis bem presos aos verdes; um claro jogo de dominância.
–Você não vai fazer isso aqui. Tira a mão antes que eu dê um soco nas suas bolas!– avisou, quase como um rosnado.
Apesar, Louis nem ao menos se abalou. Estava acostumado com a namorada sendo uma mimada que queria tudo do seu jeito e, por sorte, sabia exatamente bem como domá-la. Ao invés de se afastar, ele colocou pressão no pontinho onde Harriet era mais sensível; o indicador e o polegar apertando o clitóris inchadinho, fazendo-a resfolegar e se curvar para frente, soltando a mão de Louis.
–Você não vai fazer nada disso, sabe por quê?– incitou, aproximando-se da menor para sussurrar-lhe em seu ouvido –Porque você prometeu ser boazinha, lembra? Ou você não quer sua recompensa?
Ela apenas concordou com a cabeça, baixando-a logo em seguida quando o aperto no pontinho ficou mais forte.
–Então se comporte, sim? Vai deixar seu gatinho brincar com sua bucetinha? Ele ‘tá tão entediado...
–Gatinho– manhou ela, olhando de canto para ele, com uma expressão sôfrega.
–Sim, neném?
–N-Não posso gemer.
–Então vai ter que ficar bem quietinha. Eu sei que você gosta de ser bem escandalosa, mas vai ter que se conter, ‘tá bem?– inquiriu Louis, vendo-a acenar positiva e fracamente.
Então Louis soltou seu clitóris e pode ver ela soltar o ar que estava prendendo, relaxando um pouco o corpo. Sorriu com isso; amava as reações de sua menina. E foi isso que ele fez, a aula toda. Ficou brincando com a bucetinha dela, explorando e entrando em sua grutinha, torturando e manipulando seu pontinho, divertindo-se com a lubrificaçãozinha que vazava e escorria até a cadeira que estava sentada. Louis abusou muito dela, impedindo seus orgasmos quando eles estavam próximos de vir –ele realmente não acreditava que Harriet pudesse controlar sua boca, ela era bem alta nesse sentido– e sendo lento em todos os movimentos que fazia.
Harriet chegou a ficar irritada uma hora e, como a mimada que era, rebolou contra os dedos do namorado, que fez questão de segurar uma das coxas com força para prendê-la contra o acento.
Ele só a deixou vir quando o sinal tocou novamente, anunciando o final da aula e os alunos começaram a se retirar as pressas da sala, levando seus materiais consigo. Nem mesmo a professora se demorou, saindo logo depois de perguntar se ele e Harriet não viram também e receber um “já vamos, só estou terminando de copiar a lousa, Mrs. Jean”.
Assim que a porta da sala foi fechada, Louis não pensou duas vezes antes de acelerar os movimentos de sua mão, esfregando o clitóris completamente babado e sensível –quase dolorido– para baixo e para cima. Puxou os cabelos da namorada até que ela estivesse com a cabeça deitada em seu ombro e escondendo o rostinho em seu pescoço.
–Vamos, neném, eu quero te ver– disse ele, procurando o rosto dela em meio aos cachos caídos em seu rosto. Ela ergueu a face e ficou encarando os olhos azuis enquanto se contorcia inteira, sentindo o orgasmo próximo.
–M-Mais rápido– pediu, ofegante.
Louis então aumentou ainda mais a velocidade; sentia o braço doer, mas não pararia até que tivesse Harriet vindo em sua mão. Os movimentos ficaram ainda mais intensos e a cacheada tentou se esquivar das investidas dos dedos, estava muito forte e ela quase sentia como se pudesse fazer xixi. Uma das mãozinhas apertou o uniforme de Louis, querendo algum apoio porque sentia que ia desmaiar.
O barulho molhado dos dedos se esfregando em sua bucetinha podia ser ouvido por toda a sala, assim como os gemidos repetitivos e incessantes da menor, e Louis agradeceu aos céus pela professora ter fechado a porta.
Os dedos de Harriet estavam esbranquiçados, tamanha a força que ela usava contra a camisa de Louis e, então, de repente, ela perdeu as forças. No mesmo minuto em que seu orgasmo veio; ela começou a tremer –as pernas tremiam mais que tudo– e apertar os olhos, começando a ver pontos pretos. Louis continuou a estimulando, mexendo a mão para prolongar o prazer dela, ao tempo que assistia, com muito deleite –e ele podia vir em suas próprias calças apenas com isso–, as reações da namorada. O rosto corado, os lábios semiabertos e inchados era... Demais, somente demais.
O corpo foi amolecendo nos braços de Louis e, conforme o peso ficava mais contra si, ele foi diminuindo gradativamente o ritmo dos dedos, até que parou por completo. Ele ajustou as roupas dela no lugar –não antes de tarar a calcinha enxarcada– e pousou um beijo casto sob o topo da cabeça cacheada. Levou os dedos babados para os lábios e chupou, provando do gostinho natural de sua menina.
–Você é tão deliciosa– falou, abraçando a cintura delineada e relaxando a cabeça no ombro dela, olhando para seu rostinho acabado de perfil –E tão linda. E tão exclusivamente minha.
–Gatinho, esse foi tão intenso– ela murmurou, não conseguindo falar muito mais alto por causa da garganta seca –Nunca tive um tão intenso assim. Acho que não consigo andar... Acha que podemos comer na sala?
Louis apenas concordou, se levantando para ir pegar seus almoços, não queria que Harriet ficasse andando frágil assim por aí. Antes de sair ele inclinou-se, ficando cara a cara com ela e disse:
–Não é tão difícil ser boazinha, não é? Vai conseguir sua recompensa fácil, neném.
Então roubou um selinho breve e saiu.
(...)
Mas não foi fácil. Na realidade, Harriet nunca imaginou que existiria tortura pior que assistir as meninas dando em cima de seu namorado e não poder simplesmente bater em cada uma delas. Essa semana estava sendo mais difícil do que ela estava imaginando que ia ser; então, sim, Louis Tomlinson, é bem difícil ser boazinha! , pensou ela, olhando para a menina que invadiu a mesa deles na hora do almoço para conversar com seu namorado como se ela nem estivesse ali.
Louis nem estava a respondendo –literalmente ignorava sua existência– e a menina ainda insistia. As pessoas hoje em dia tinham fetiche em se humilhar, só pode!
E foi assim durante todo o tempo enquanto estavam na escola. As meninas pareciam ter notado rápido demais que Harriet não estava mais sendo agressiva e aproveitaram disso para se aproximar de Louis. Ah, mas como ela queria poder socar a cara de cada uma! Mas se controlava, pois, afinal, valia muito mais a pena o prêmio que o namorado oferecera do que se rebaixar ao nível daquelas imundas –e nem era tanto tempo assim, se pensar por um lado, apenas quinta e sexta, Harriet suportaria.
Mesmo assim, não deixou de comemorar quando chegou sexta a tarde. Faltava só uma aula para acabar o dia e a cacheada seria bem-sucedida. Louis não ficara desapontado, claro, ele torcia, mais que tudo, pelo êxito da namorada –ele tinha algo a ganhar com isso também, ainda que estivesse mais relaxado que Harriet não fosse receber uma detenção que estragaria seu perfeito Dia dos Namorados.
Então assim que o último sinal bateu, enquanto todos corriam como desesperados para fora da sala, Harriet se aproximou lentamente da mesa do namorado, sentando-se em sua mesa de pernas cruzadas.
–Sabe,...– começou ela, a voz relaxada e tranquila, despojada, passando a mão sem malícia óbvia na nuca dele –Mamãe e papai não vão estar em casa hoje, porque, você sabe, é dia dos namorados e tal. O que significa que minha casa vai estar a nossa disposição...
Ela foi se aproximando lentamente do garoto, tentando ser o mais sensual que conseguia, até que sua boca estivesse sussurrando no ouvido dele:
–E eu vou estar a sua.
No mesmo segundo, Louis virou seu rosto para o delicado dela, vendo-a segurar o riso, prendendo os lábios entre os dentes. Assim, passeou os olhos por todo o corpo da menor; admirando as belas pernas e cinturinha, os peitinhos presos pelo sutiã –que ele imaginava estarem durinhos a espera de sua boca– e o pescoço leitoso e branquinho, livre de qualquer marca.
–É mesmo, neném?– questionou, sorrindo ladino ao se aproximar ainda mais das belas coxas expostas para si e pousando um beijo babado sobre uma delas. Sentiu a mão da namorada entre seus fios, aprovando sua atitude.
–Sim, gatinho, você me deve um prêmio, não é? Eu fui tão boazinha, eu mereço isso– lembrou. Louis olhou para cima, ainda com a cara entre suas pernas e Harriet amou o ver assim: de cima, como se fosse superior. Isso a fez desenvolver um novo fetiche, mas teria de ficar para outra vez, agora ela sabia exatamente o que queria.
–Sim, você foi, meu neném. Foi uma garota muito boazinha e agora merece seu prêmio– ele concordou, levantando-se e puxando a namorada da carteira pela cintura até que ela ficasse de pé –Então vamos logo para a sua casa, estou louco para saber o que tanto você quer de mim, doce.
(...)
O corpo de Harriet estava quente embaixo do de Louis. Deitada sob a cama, com a saia do uniforme levantada e os botões da camisa abertos, expondo o sutiã rosa bebê, ela ainda assim sentia o corpo fervilhar. O ar condicionado estava ligado, mas sua temperatura não tinha nada a ver com o clima e sim porque sabia o que estava por vir.
Louis estava entre suas pernas, largado por cima de seu corpo e beijando sua boca com volúpia e desejo, as mãos inocentemente acariciando a cintura desnuda.
–E então, neném,– começou Louis, iniciando pequenos selares sobre a pele de sua bochecha que desciam para seu pescoço imaculado –Vai contar 'pro seu gatinho ou eu terei que adivinhar?
Mesmo de olhos fechados e perdida nas sensações boas que a boca de Louis podia lhe proporcionar, Harriet sabia do que o namorado estava falando. E, agora que tudo estava se tornando tão real, que só faltava um único passo para que seu fetiche se tornasse realidade, ela ficou com vergonha. As bochechas rapidamente ganharam um tom rosado e ela mordeu o lábio inferior, indecisa.
–V-Você pode virar de costas?– perguntou ela, abrindo os olhos e vendo Louis a encarar, esperando uma resposta –P-Por favor?
Entendendo o constrangimento da namorada –e se divertindo um pouco com isso, afinal, qual seria o desejo tão sujo que ela guardava que não conseguia contar nem mesmo o olhando?–, Louis saiu de cima dela e sentou-se na ponta da cama, de costas para ela.
Harriet tinha a visão perfeita das costas nuas de Louis. Podia ver perfeitamente o desenho de sua espinha dorsal embaixo da pele amorenada e, também, a caixa toráxica inflando conforme ele respirava e inspirava, que acontecia desreguladamente por causa da ansiedade e espera.
Apesar da vergonha, ela ainda queria ver sua reação; queria saber o que Louis acharia e se iria gostar –ele sempre fora uma pessoa bem expressiva, Harriet conseguiria lê-lo. Então, ignorando a timidez, arrastou-se para frente do namorado e subiu em seu colo, olhando bem fundo nos olhos azuis.
–E-Eu quero que...– disse, baixinho, como um segredo que apenas eles dois pudessem ouvir. As mãos delicadas encontraram seu caminho entre os fios do cabelo de sua nuca e agarraram fortemente –Que você faça de mim seu depósito de porra. Quero que goze em cada parte do meu corpo e me suje com o seu prazer. Quero que você me veja como a boneca que você usou até não poder mais e que só serve para guardar sua porra gostosa. É isso que eu quero, Lou.
Louis, a cada frase dita, ia ficando chocado; mas além de chocado, seus olhos azuis começaram a ganhar uma coloração escura. As pupilas tomando conta da íris, crescendo conforme a excitação em si também crescia. O desejo sujo da namorada era realmente sujo e Louis não poderia ter gostado mais, apenas imaginar Harriet nua e com o corpo todo esporrado fez sua ereção dentro das calças latejar ainda mais.
–L-Lou?– chamou ela, insegura. O namorado não esboçou nenhuma reação e tão pouco falou alguma coisa –Você g-gos...
Mas antes que pudesse terminar sua pergunta, o corpo adamado foi brutalmente jogado contra a cama e, em questão de segundos, as posições haviam trocado, com Louis por cima, ainda entre suas pernas.
–Então quer dizer que meu neném quer ter o corpinho sujo pelo meu leite? – incitou Louis, com um dos sorrisos mais devassos que Harriet já vira em seu rosto –Quer que eu esporre em você até que esteja toda melada a ponto de ninguém mais querer te usar além de mim, é?
–S-Sim, Lou, por f-favor– respondeu, fraca demais com as palavras do namorado.
Sem demoras, Louis atacou os lábios da namorada de maneira feroz. O beijo agressivo tomou Harriet em surpresa, mas ela não o afastou, aceitando e se entregando, puxando o pescoço do mais velho para mais perto –ele estava praticamente deitado em cima de seu corpo.
As mãos hábeis de Tomlinson espertaram-se para dentro da camisa aberta da garota, correndo-as por todas as curvas delicadas e esbeltas até alcançarem os ombros magros. Ele ajudou a camisa a deslizar para fora do corpo de Harriet, jogando-a para fora da cama. Em seguida, desabotoou o sutiã assim que as costas da garota se arquearam do colchão, deixando que a peça se encontrasse com a outra no chão.
Louis apertou os seios descobertos, arfando em meio ao beijo com a maciez da carne —ele adorava os peitinhos pequenos da namorada. Sem pena, ele amassou-os em suas mãos, como se estivesse preparando um pão para o forno, brincando com os mamilos eriçados, contornando-os com a ponta dos dedos.
Os lábios finos deixaram os mais grossos de Harriet para descer até o pescoço, deixando pequenos selares sobre as partes que passava. Encontrou seu caminho até o pescoço imaculado e não resistiu em marcar a pele branquinha com uma mordida seguida de um chupão do lado oposto.
Continuou descendo, finalmente chegando onde queria. Não perdeu tempo antes de colocar um dos biquinhos vermelhinhos para dentro da boca, sugando e mamando em um peitinho enquanto ainda apertava o outro com força. Harriet empurrou ainda mais seu corpo para cima e forçou a cabeça de Louis contra si, querendo mais daquele contato e gemendo sôfrego quando conseguiu. Ela era bem sensível na área do colo e pescoço, qualquer mísero toque já era muito, e como Louis tinha conhecimento disso, sabia aproveitar muito bem.
–Hum... Lou– ela gemeu, em completo deleite. As pernas longas contornaram o corpo do namorado, abraçando-o, querendo fundir-se a ele –Gatinho, vamos lá... Você sabe o que eu quero, não me torture.
E, como uma resposta maldosa, Louis mordeu o mamilo, agora inchado, com força para mantê-la calada —o que não foi de muita utilidade, já que ela soltou um gritinho agudo. Louis sabia o que fazia e ele faria quando ele quisesse, até lá, Harriet poderia apenas aceitar.
Afastou a boca dos seios apenas para cuspir em cima do outro que ainda não tinha ido para sua boca. A baba escorreu de seus lábios para cair bem em cima do mamilo seco. Louis não deixou que a saliva percoresse o resto do montinho de carne, espalhando-a por toda a auréola antes de prender o biquinho entre o polegar e o indicador e apertar com força, assistindo a garota se contorcer em dor misturada ao prazer.
Sorrindo, tirou a própria blusa e jogou-a para trás. Continuou com seus beijos breves sobre a barriga gordinha de Harriet, beijando com ainda mais carinho e devoção nas estrias que ela tinha um pouco mais abaixo do umbigo, até ser barrado pela saia do uniforme.
Avançou com as mãos por baixo do tecido, buscando os fios laterais da calcinha. Uma vez que encontrou, puxou-a para fora do corpo delicado, mordendo os lábios com a visão das pernas de Harriet se erguendo e se juntando para ajudá-lo no processo —ah, com certeza ele foderia Harriet com ambas as pernas dela sobre apenas um ombro!— e voltando a se abrir para recebê-lo em seu meio.
Subiu a saia só um pouquinho, apenas para ter a visão da bucetinha gordinha e molhadinha escorrendo por ele. Olhou para o rosto de Harriet novamente, vendo-a ofegante, com as bochechas coradas e mordendo a pele de um dos dedos, ansiosa, olhando para ele de volta com a porra daqueles olhos verdes inocentes.
Deitou de bruços na cama e escondeu sua cabeça debaixo da saia da namorada; a última coisa que Harriet pode ver foi o sorriso malicioso e o brilho nos olhos azuis. A próxima coisa que sentiu foi a língua quente e áspera de Louis lambê-la desde a entrada até a testa de sua buceta. Tremeu da cabeça aos pés, soltando um leve suspiro e revirando os olhos.
Louis sentiu a surpresa da namorada em sua boca; sentiu quando ela contraiu-se em sua língua. Afastou os grandes lábios com os dedos, expondo bem a bucetinha antes de cuspir sobre ela e recolher sua própria saliva, com o melzinho dela misturado, com a língua.
Fechou os lábios em volta do clitóris durinho e inchadinho, succionando com força. Não podia ver as feições e reações de Harriet, mas conseguia ouvir seus gemidos menhosos e escandalosos quando repetiu a ação de novo, e de novo e de novo.
A língua endurecida trabalhava para cima e para baixo rapidamente, instigando o grelinho e causando uma série se sensações na garota que a fazia sentir sobrecarregada. Os dedos ainda mantinham a bucetinha aberta, dando total liberdade para Louis usar e abusar do pontinho como bem quisesse.
Harriet contorcia-se na cama. Estava dividida entre gemer em alto e bom som —ela fazia questão que todos os seis vizinhos soubesse o quão bem seu namorado sabia a chupar— e arrear aquela saia para poder segurar no cabelo de Louis e rebolar em sua boca. Conteu-se no último, entretanto, ela não sentia controle e confiança o suficiente para forçar a cara de Louis em sua florzinha; não que ela não ela não se sentisse confortável com o garoto, apenas que seu jeito comportado na cama a impedia, preferia que Louis a pedisse, assim como ele pediu por seu fetiche, caso contrário Harriet nunca o teria exposto.
Tomlinson voltou a subir e descer a cabeça, explorando com a língua todo o comprimento da xotinha vermelhinha. O melzinho que escorria em abundância foi logo capturado pela boca esfomeada, que sugou a grutinha com força.
–Ah, gatinho...– gemeu ela, manhosa e de forma abafada por causa do dedo que ela insistia em morder –Se continuar fazendo assim, eu vou gozar...
Mas Louis não parou. Esse era seu objetivo, afinal. Ele tinha consciência de que para Harriet —ou mulheres, em um modo geral— a penetração não era a mesma coisa que para ele. Que era mais difícil gozar apenas com isso. Então, Louis sempre se esforçou no oral ou em agradar a namorada de outros jeitos durante a penetração. Ele não era um babaca egoísta, o prazer de Harriet também era o seu prazer. Portanto, sim, seu objetivo era fazer ela gozar agora.
O mais velho voltou sua atenção para o grelhinho, chupando com ainda mais vontade. Os dedos que antes separavam os lábios deslizaram pela xotinha melada até se enfiarem dentro da grutinha babada. O dedo médio, mais comprido, se curvou para cima, encontrando diretamente com uma região esponjosa dentro de Harriet que a fez arregalar os olhos e abrir a boca em um grito mudo.
Ok, talvez Louis tivesse estudado onde ficava o ponto G de uma garota para ajudá-la ainda mais em seu prazer. Por mais que Harriet fosse sensível, ela tinha um pouco de dificuldade para gozar, então Louis queria ajudá-la nisso. E, ao notar as pernas ao redor de sua cabeça tremendo levemente, ele podia dizer que valeu a pena as 12 horas que passou lendo sobre isso. A reação de Harriet ao ser tocada em seu ponto G era incrível.
Continuou com o trabalho que fazia. A boca mamando no clitóris sensível e os dedos indo e vindo no pontinho mágico dentro da namorada, fazendo o máximo de pressão possível.
Harriet não conseguia mais controlar as próprias reações. O quadril rebolava sozinho, ansiando por mais e, ao mesmo tempo, fugindo da superestimulação, as mãos puxavam o cobertor que cobria a cama, bagunçando-a, e os gemidos ficavam cada vez mais altos, totalmente desesperados.
Com o tempo, os dedos dentro de si pararam de ir e vir e ficaram apenas pressionando cada vez mais aquela área esponjosa dentro de si, concentrado em muito mais pressão e um pouco menos. Louis estava, literalmente, fodendo apenas seu pontinho.
–Lou... Lou... E-Espera– disse a menor, a voz trêmula e quase falhando –Isso t-tá forte, a-acho que vou f-fazer xixi. Lou!
Mas o garoto não lhe ouviu, concentrado demais no que fazia. Com uma última chupada forte e uma pressão desconcertante, Harriet gozou. Ela não só gozou; ela teve um esguicho.
De repente, muito líquido começou a sair de sua grutinha, de uma maneira tão forte que fez os dedos de Louis saírem junto. O líquido transparente apenas começou a sair em abundância, escorrendo na cama e no queixo e pescoço do namorado. Harriet não tinha mais consciência de nada, apenas gritava a plenos pulmões e debatia as pernas no colchão.
Louis tirou a cabeça debaixo da saia com rapidez, querendo assistir as reações de Harriet com o que quer que ele tenha feito. Uma poça se formava entre as coxas roliças da menor e Louis só conseguia olhar aquilo com admiração.
Demorou, pelo menos, três minutos até todas as reações da garota parassem e se limitassem em uma respiração ofegante e pesada.
–Hazza?– chamou o namorado.
Ela abriu os olhos, com um sorriso enorme no rosto, as covinhas tão fundas quanto nunca. Ela apenas se ajeitou na cama, de modo que ficasse de joelhos, e pulou nos braços do moreno.
–Ah, gatinho, eu não sei o que aconteceu, mas, caralho...– ela disse, rouca –Foi muito, muito bom!
Claro que Louis ficou feliz ouvindo isso. Abraçou a namorada de volta, sentindo os mamilos durinhos em contato com seu peitoral nu. Harriet puxou o rosto do maior contra o seu e roubou-lhe um beijo intenso, pouco se importando com o queixo molhado dele, molhando o seu.
Afastou-se um pouco e tirou a saia, deitando-se novamente na cama. Abriu as pernas junto de um sorriso malicioso e disse:
–Vem, gatinho, você ainda não me concedeu o meu desejo.
E, caralho, Louis não podia ter ficado mais excitado. O pau estava tão duro que latejava, sem qualquer tipo de alívio até agora.
Sem tirar os olhos da intimidade abertinha para si, lambendo os beiços, tirou a calça com pressa junto da cueca, apenas chutando-as para fora da cama. Subiu em cima do corpo da namorada, ficando cara a cara com o rosto bonito; perto o suficiente para que os lábios resvalassem um contra o outro quando disse:
–Vou realizar seu desejo agora, neném. Me diz, onde você quer tomar leitinho primeiro: na bucetinha ou nesses peitos gostosos?
–Na bucetinha, Lou Lou– respondeu ela, manhosa, com os olhos verdes pidões e cintilantes –Na bucetinha, por favor.
–Caralho...– falou, quase que frustrado de tão excitado, uma última vez antes de juntar sua boca a de Harriet em um beijo afoito.
Ao tempo que distraia-a, trabalhando com os lábios e língua contra a dela, tomou o membro teso em uma das mãos e guiou-o cegamente para a grutinha enxarcada dela. Harriet apenas percebeu quando sentiu a cabeça gordinha expandindo suas paredes internas.
Louis continuou metendo a rola, sentindo-a ser engolida pouquinho a pouquinho pela buceta quente. Interrompeu o beijo para poder observar e apreciar as feições que a namorada fazia —era sempre delicioso ver o quão bem ela podia suportar seus gloriosos 16 centímetros. A boca aberta em um gemido mudo, inspirando e expirando contra os lábios do moreno que ainda estavam perto, os olhos fechados com força, causando leves ruguinhas, e o cenho franzido em completo deleite. A porra de uma obra de arte que Louis não conseguia desviar a atenção.
Como caralhos ele poderia preferir qualquer garota da escola que dava em cima dele ao invés da namorada logo a sua frente? Ele seria um louco!
Quando as bolas cheias encostaram na bunda macia de Harriet, Louis gemeu em alívio. O aperto da grutinha era insuportável, mas era um insuportável extremamente gostoso, muito diferente do aperto sufocante de suas calças. Não existia nada melhor do que estar dentro de sua garota —só, talvez, estar dentro de sua boca.
–Eu vou me mover, sim?– perguntou, apenas para ter certeza. Era um costume que sempre teve, desde a primeira vez que transou com Harriet, gostava de saber que ela estava se sentindo tão bem com isso quanto ele.
Ao vê-la confirmar com a cabeça desesperadamente, ele retirou-se quase que por inteiro dela, deixando metade da cabeça, antes voltar para dentro dela com habilidade. O quadril apenas soltou-se e encontrou seu caminho até a buceta sozinho. As peles chocando-se foram ouvidas antes do gemido manhoso e fino de Harriet, que ainda mantinha os olhos fechados.
As próximas estocadas foram iguais, seguindo o mesmo ritmo e força da primeira. Os gemidos e ôfegos do casal foi se tornando cada vez mais frequente, preenchendo o silêncio do quarto junto com o barulho da mola do colchão embaixo deles.
Harriet alcançou uma das mãos de Louis, que estavam apoiadas ao lado de sua cabeça, com a sua e a guiou para um de seus peitos, forçando-o apertá-lo com vontade. Sorrindo maliciosamente, o mais velho o fez, prendendo o biquinho entre o indicador e o médio, apertando e puxando o seio. Caiu de boca no outro, enfiando-o quase inteiro e chupando, sabendo que deixaria um enorme e feio hematoma ao redor do mamilo —mas sequer conseguiu se importar com isso ao ouvir o gemido de satisfação sair bem alto dos lábios maltratados da namorada.
O quadril de Louis subia e caia, deixando o peso natural de seu corpo foder a bucetinha sensível. O tronco de Harriet solavancava para frente e para trás, sentindo na pele o impacto das estocadas desleixadas, e os seios só não seguiam o mesmo caminho pois estavam bem presos pelo namorado.
O aperto da grutinha envolta do pau já não era tão mais insuportável assim, Harriet tinha se moldado para acomodá-lo por inteiro. Mas ela ainda continuava quente; tão quente que incendiava seu ventre e o fazia ter sensações forte na virilha. Ele sabia que não iria durar muito mais.
Acelerou o ritmo das estocadas, trabalhando com o quadril mais rápido agora. Os gemidos escandalosos da menor acompanharam a velocidade, tornando-se ininterruptos. Louis apenas rebolava descontroladamente, sem saber os pontos que acertavam dentro de Harriet —e, dessa vez, ela quase fez xixi de verdade quando sentiu ele chegar bem fundo—, desesperado pelo próprio prazer.
O peito que insistia em manter na boca abafava os gemidos que queriam sair e quando sentiu as primeiras jatadas de porra saírem pela fenda, mordeu o biquinho com força, descontando a excitação que ficou acumulada durante todo esse tempo —e durante a semana também. Harriet gritou ao sentir os dentes se cravarem em uma parte tão sensível para si, mas não reclamou, aceitando de bom grado enquanto tinha a bucetinha esporrada.
Louis saiu de dentro dela, apoiando o pau teso sobre a florzinha, vendo a própria porra ainda escorrendo, sujando toda a virilha, grelinho e logo abaixo do umbigo, onde as estrias ficavam. Pode ver também a grutinha cuspindo sua porra para fora, escorrendo para o cuzinho até encontrar seu caminho até o cobertor.
Ambos ainda estavam ofegantes. Louis assistindo a sujeita que fez, com um sorriso devasso, e Harriet o assistindo, mordendo o lábio inferior. Claro que nenhum dos dois ainda estavam satisfeitos; o mais velho ainda tinha o pau duro e a cacheada não se sentia um depósito de porra.
A garota sentou-se na cama, puxando o pescoço do namorado para baixo e selando seus lábios em outro beijo afoito. Louis não perdeu tempo em tarar os peitos maltratados, apalpando-os ao engolir os gemidos que a cacheada soltou.
O maior abaixou-se ainda mais para tomar na boca o seio que não tinha tomado um chupão, contornando a auréola com a ponta da língua e fazendo a garota estremecer.
–Junta eles– ordenou, mas ao olhar a cara de confusa da namorada, prosseguiu: –Junta esses peitinhos, neném. Eu vou foder eles.
Arrumando-se na cama, Louis ficou de joelhos entre as pernas de uma Harriet sentada, com o pau duro a poucos centímetros de seu rosto. Entendendo tudo, ela ajeitou a postura e segurou os dois seios juntos, apertando-os um contra o outro. Sorriu maliciosamente antes de abrir a boca e colocar a língua para fora.
Porra, foi a perdição de Louis.
O garoto segurou o membro com uma mão e esfregou a cabecinha na língua alheia, sentindo o músculo esponjoso friccionar com a fenda sensível. Deu duas batidinhas com o pau na bochecha coradinha e levou-o para o meio dos seios juntinhos.
O local estava seco, mas pareceu que ambos tiveram a mesma ideia. Em questão de segundos, tanto Harriet quanto Louis cuspiram no vão entre os peitos para melhor lubrificação. Sorriram cúmplices um para o outro e voltaram a atenção para a ação quente que acontecia embaixo de suas cabeças.
Tomlinson começou a movimentar o quadril, penetrando a brecha que tinha entre os dois montinhos de carne. A cabeça babadinha aparecia e desaparecia a poucos centímetros do queixo da namorada, que o olhava com os olhos mais devassos que já vira até então. Suspirou extasiado, tanto pela visão quanto pelo estímulo em seu membro.
Tinha acabado de gozar e ainda estava sensível; a masturbação que os peitos faziam era quase doloroso —um doloroso bom, que não o queria fazer parar. Passou uma mão pela testa, afastando algumas gotas de suor que escorriam —ato esse que deixou-o completamente sexy, na percepção de Harriet—, mordendo o lábio com força a cada nova estocada.
A mão que não estava úmida pelo suor, foi levada para a lateral do rosto da cacheada, acariciando a bochecha lisinha e quente com o polegar. Harriet virou a cabeça na direção do punho e capturou o dedão com os dentes, ainda com os olhos presos nos azuis do namorado. A língua esperta contornou a ponta do dedo antes dos lábios inchados se fecharem em torno dele, chupando, indo com a cabeça para frente e para trás, simulando o boquete que Louis sabia que era muito, muito bom.
Era tudo extremamente erótico, cada coisa que Harriet fazia. Tudo parecia excitar cada vez mais Louis; ele sentia que seu orgasmo estava próximo novamente. Aumentou a velocidade das estocadas, tombando seu quadril com o peitoral da garota, não estava mais comedindo o ritmo, ele apenas seguiu o que seu corpo comandava.
Quando sentiu que estava perto o suficiente, tirou o dedo da boca gostosa e empurrou Harriet pelo ombro até que suas costas estivessem deitadas sobre a cama. Escalou o corpo dela, uma perna de cada lado de sua barriga, e começou a se masturbar com rapidez, fechando os olhos quando a onda de prazer era demais para ele aguentar.
Ele gemeu mais alto que qualquer outra vez e se derramou em cima da namorada. Os jatos de porra simplesmente saiam de seu pau como um chafariz, sujando os peitos e mamilos eriçados, o pescoço com uns leves chupões e o rosto dela. O início de seu queixo e lábios e um pouco das bochechas; Harriet estava toda esporrada, bem do jeito que queria.
Louis abriu os olhos somente para admirar a namorada suja com sua porra e caiu ao seu lado, cansado e com a respiração pesada. Tentava normalizar os leves tremeliques de seu corpo, encarando o teto branco, mas que começavam a ter alguns pontos pretos? —talvez sua pressão estivesse um pouco baixa, afinal, fora os dois orgasmos mais intensos de sua vida um seguido do outro.
Quando ouviu novamente os gemidinhos dengosos da cacheada, olhou para o lado e teve uma das visões mais quentes, pecaminosas e deliciosas que já teve antes.
A cena era a seguinte: Harriet espalhando o leite que fora depositado em si por todo seu corpo com uma mão e com a outra ela tocava na bucetinha esporrada, masturbando o clitóris com vontade, rebolando o quadril, se esfregando nos próprios dedos. Os lábios chamaram o nome de Louis quando passou a apertar um dos mamilos escorregadios.
Não foi difícil para ele ficar duro novamente, mas ele estava longe de fazer algo sobre, sensível e doloroso demais. Entretanto, aproximou-se do corpo da namorada e inclinou seu rosto até que ficasse face a face com o dela, admirando suas expressões de prazer —ok, pode parecer contraditório, já que a cada momento Louis mudava de opinião sobre o que mais gostava em Harriet, mas suas reações faciais talvez fossem as melhores.
Roubou-lhe um beijo, calando-a ao fazê-la retribuir. As línguas enroscando-se desesperadamente, babando um na boca do outro. Quando os lábios se separaram pela falta de ar, Louis direcionou os seus para uma orelha de Harriet, sussurrando, com toda a perversidade, sinceridade e amor que estava sentindo no momento:
–Vamos lá, neném, você está sendo tão boa pra mim, sim? Se quer ser uma menina ainda melhor vai ter que vir para mim novamente. Só mais uma, hum?
E, como se fosse esse todo o estímulo que a cacheada precisava, ela veio. Uma pequena lubrificaçãozinha saindo de sua grutinha e misturando-se a porra do namorado.
A mão de Louis alcançou a dela no meio de suas pernas e ajudou-a a prolongar seu prazer, abrindo os grandes lábios para que os dedos gordinhos da menina pudessem pressionar o clitóris com mais precisão. Ela gemeu manhosa, escondendo o rosto no pescoço suado de Louis, tão cansada quanto ele.
Aos poucos ela foi diminuindo a velocidade da mão, até que esta caisse sobre a cama. Louis puxou seu rosto para cima apenas para dar-lhe um selinho e abraçar seu corpo; ambos aconchegados um nos braços do outro, cansados demais para qualquer coisa.
–Feliz dia dos Namorados!– falou Louis baixinho, beijando o topo de sua cabeça –Eu ainda tenho um presente pra você.
–O que é?!– perguntou ela, curiosa, com um sorriso de orelha a orelha.
–Vamos dormir um pouco que eu te dou e você descobre, que tal?
E quando eles acordaram, depois de anoitecer, Louis foi até sua bolsa da escola e tirou de lá um embrulho um pouco mal feito, mas que Harriet achou adorável —tinha certeza que tinha sido ele quem embrulhou.
Até aquele dia, eles não tinham um anel de compromisso e quando Harriet abriu a caixinha fofinha, ela vira dois lindos anéis da Tiffany. E sim, Harriet tinha chorado, não pelo presente em si, mas sim pelo o que aquilo ter custado a Louis. Ela sabia que o garoto não tinha a mesma condição social que a sua e que ter comprado aquilo significa que ele se importava o suficiente para agradá-la. Mesmo sabendo que provavelmente ele gastara todo seu dinheiro e muito mais com aqueles anéis, ela não perguntou preço —era estudada o suficiente para saber que isso poderia ofender qualquer um— e simplesmente se jogou nos braços do namorado, enchendo seu rosto de beijos.
–Ah, Lou Lou... Gatinho– disse ela, olhos marejados –Eu te amo demais!
Louis sorriu, orgulhoso de si mesmo por ser o responsável pelo sorriso sincero que tinha nos lábios de Harriet.
Onde Harriet queria o melhor presente de dia dos namorados de todos: a realização de seu maior fetiche.
E para isso ela precisaria ser uma boa menina...
Hetlarry (Louis homem cis hetero e Harry mulher cis hetero)
Crinofilia
Porn with plot
Leve exibicionismo
Louis Tomlinson é o cara perfeito. E não é exagero; Louis é o melhor cara que Harriet já conheceu em toda sua vida.
Eles se conhecem desde a segunda série, mas foi só na sétima que eles caíram na mesma sala. Até então eles nunca tinham tido uma conversa que ultrapassasse as vinte palavras e começaram uma incrível amizade quando a professora de ciências sorteou as duplas para o trabalho de sua matéria.
E bom, Harriet Styles nunca fora uma pessoa fácil de se lidar. Sempre foi filha única e era extremamente mimada por seus pais; nenhuma vez em sua vida ela ouvira um não deles, ordinariamente ganhava tudo o que pedia e fazia tudo o que queria. Todos a sua volta em os dois extremos possíveis: ou a odiavam com todas as forças ou a adoravam, pois, afinal, ela tinha um gênio conturbado, bipolar.
Em contrapartida, Louis era a pessoa mais querida de todo o mundo, não havia uma única pessoa que não gostava dele na escola. Cresceu em uma família grande –sendo a maior parte dela mulheres– e por isso sempre soube ser uma pessoa humilde e disposta a ajudar. Era um garoto doce, gentil, engraçado na maior parte do tempo, lindo, inteligente e não ligava para estereótipos bobos que eram impostos, tanto sobre os homens quanto sobre as mulheres. Quando era menor ele era zoado pelos amigos por demonstrar seu lado “feminino”, mas com o decorrer do tempo as pessoas começaram a aceitar que ele não se importava com as piadas e pararam de pegar no seu pé.
Enfim, o cara perfeito.
E claro que não demorou muito para que os opostos se atraíssem. Harriet e Louis começaram a namorar depois de uns três meses de amizade. Invejosos diziam que era muito cedo, mas a verdade é que eles estavam apaixonados –e, bem, Harriet sempre teve uma quedinha por ele.
Quando atingiram o ensino médio, eles não foram um casal bem aceito. A maioria das meninas queria namorar Louis, pois achavam ele o melhor dos melhores cara daquela escola –é sério, ele era muito maduro se comparado aos outros meninos, que pareciam ter parado na quinta série– e não se importavam em dar em cima dele, mesmo que as vezes ele estivesse acompanhado da namorada. Isso deixava Harriet louca; se as pessoas que não gostavam dela dessem em cima de seu namorado, elas iriam ter motivo para odiá-la, pois ela conseguia ser muito ruim quando queria.
Louis sempre achou engraçado o jeito possessivo que a namorada o cercava, parecia uma mamãe protegendo seu filhote de predadores. Claro que algumas vezes chegava a ser incomodo a marcação de território, pois algumas meninas realmente não se aproximavam com segundas intenções, mas ele nunca reclamou –no fundo ele até que gostava de saber que Harriet era uma mimadinha que não sabia perder seu brinquedinho. Eles tinham um relacionamento saudável, apesar.
Mas um dia, alguma coisa se agravou. Era segunda-feira da semana do Dia dos Namorados. O armário de Louis estava mais cheio de cartas e presentes do que a própria cesta do rapaz que entregava o correio elegante. Harriet ficou possessa; irritava muito saber que as pessoas daquele colégio não respeitavam nem ela, nem Louis e muito menos seu namoro. Quantas vezes ela precisava ser taxada de louca –porque, sim, as pessoas a chamavam desse jeito pelas costas– para que os outros parassem de se jogar em cima do seu namorado.
De segunda à quarta, Harriet virou aquele colégio de cabeça para baixo. Ela rosnava para quem chegava perto dos dois quando eles estavam passando pelo corredor. Derrubava a cesta do menino de recados sempre que ele vinha entregar um novo bilhete para Louis. Puxou briga com mais de uma garota durante a aula porque ela estava próxima demais de seu namorado e, se Louis não tivesse a impedido, ela teria cortado o cabelo de uma delas com uma tesoura sem ponta.
O dia 14 caia em uma sexta-feira esse ano e todos estavam muito ansiosos, menos Harriet. Parecia que o Dia dos Namorados tinha perdido a magia. Louis, que não era bobo e nem nada, percebeu que a namorada estava um pouco deprimida e irritada, então decidiu fazer uma proposta para a garota assim que chegou na escola na quinta-feira.
–Bom dia, neném– sussurrou ele em seu ouvido, abraçando-a por trás quando a viu procurando alguma coisa em seu armário –Você ‘tá mais linda que o normal, por quê? Acho que estou cada dia mais apaixonado por você.
Ela soltou uma risadinha anasalada, fechando seu armário depois de pegar um livro e virando-se para o namorado.
–Bom dia, gatinho– ela disse, sorrindo e mostrando suas belas covinhas.
Louis não se aguentou, puxou a menor pela cintura e colou seus lábios aos dela, provando do gloss de melancia que os banhava. Ela também não resistiu a tentação e passou o braço livre em torno do pescoço dele, puxando mais para perto para aprofundar o beijo. As línguas trabalhando uma contra a outra, babando e escorregando.
–Não precisa mijar nele, Harriet, está muito cedo pra’ marcar território, não acha?– uma voz feminina cortou o momento íntimo do casal, fazendo-os olhar para a direção em a garota que passava com um grupo de amigas, rindo.
Imediatamente, Harriet fechou a cara e estava para avançar na menina, sendo impedida pelo namorado, que segurou seu pulso com uma mão e seu rosto com a outra, fazendo-a olhar para o rosto másculo.
–Não dê atenção a isso, neném, sabe que ela só está querendo te provocar– disse Louis, calmo, mirando única e exclusivamente para os olhos verdes a sua frente.
–Eu sei, Lou Lou, mas é difícil! Elas fazem de propósito e me tira muito do sério. Eu tenho vontade de pegar essas barangas nojentas e...
–Esfregar a cara delas no asfalto, eu sei– interrompeu Louis, completando a frase alheia com um sorriso engraçado no rosto –Neném, essa semana era para ser a nossa semana, mas você passa mais tempo tentando bater nessas garotas idiotas do que comigo!
–Eu sei, mas é que...
–Shiu, eu não terminei.
–Não faça “shiu” para mim, Louis Tomlinson, se não eu juro que essas meninas vão me adorar pela primeira vez na vida delas quando eu der um pé na sua bunda!– ameaçou Harriet, franzindo o cenho e apontando um dedo na cara do namorado.
–Desculpa,– respondeu, corado –Mas é que você não me deixou terminar. Eu ia dizer que tenho uma proposta para te fazer.
Na mesma hora, Harriet desmontou a carranca que fez e deixou que um brilho singelo aparecesse em seus olhos, interessada.
–Não quero que você brigue mais com as meninas; quero que se comporte e pare de agir como animal– explicou e antes que a garota pudesse retrucar, ele continua: –Se você conseguir se comportar até sexta-feira, eu vou te dar uma recompensa.
–Uma recompensa?– perguntou ela, semicerrando os olhos, curiosa –Que tipo de recompensa?
Ele sorriu ladino, inclinando-se sobre o corpo frágil escorado nos armários. Os lábios finos alcançaram a orelha levemente escondida por baixo de alguns cachos.
–Você é sempre tão boazinha na cama, nunca me pede nada, por mais que você queira muito não é, amor? Sempre tão disposta a fazer do meu jeito, mesmo que fora de quatro paredes você faça do seu... – ele sussurrou, voltando, sorrateiramente, com as mãos para a cinturinha fina –Que tal isso: se você for boazinha fora da cama também, deixarei você fazer um pedido. Qualquer pedido, qualquer fantasia. É só você me pedir e eu vou realizar.
Se afastou minimamente apenas para ver a reação da namorada. Harriet parecia ter acabado de sair de uma filmagem de pornô: os lábios carnudinhos e rosados preso entre os dentes, as bochechas coradas, os olhos verdes brilhantes, ainda mais arregalados do que o efeito da máscara de cílios, e a respiração levemente ofegante.
–Q-Qualquer p-pedido?– ela sussurrou, aguardando ansiosamente a resposta com aqueles olhinhos inocentes e pidões.
Louis concordou com a cabeça, completando:
–Você já tem algo em mente?– indagou, crescendo ainda mais o sorriso pervertido em seu rosto quando, ao invés de uma resposta concreta, as bochechas de Harriet coraram ainda mais e ela abaixou a cabeça, envergonhada –Sua pervertida! Tem algo que você quer de mim, então? O que é, hum? Conta pra’ mim, conta.
E quando Harriet estava para lhe responder, o sinal tocou. Ambos tomaram um susto e se afastaram rapidamente, quebrando a bolha sexual e quente na qual estavam envolvidos. Ofegantes, alheios e desinteressados a qualquer matéria que eles fossem ter agora, eles foram para a sala de aula.
(...)
A aula que tinham antes do intervalo de almoço era biologia e as carteiras eram em duplas; obviamente o casal se sentariam juntos. E claro que Louis não deixaria passar a tensão que rolara mais cedo.
A professora falava continuamente e Harriet estava anotando coisas no caderno, ela sempre fora muito estudiosa. Louis, que sequer prestava atenção, sorriu de lado e chegou mais perto da namorada, que não notou sua aproximação. Pousou uma mão na coxa roliça e macia, despretensiosamente, assistindo o lindo biquinho que Harriet fazia sempre que estava concentrada demais.
Como quem não quer nada, começou a subir e descer a mão pela perna da garota, em um carinho gentil e singelo, deixando que os dedos firmes apertassem o interior de suas coxas. Harriet já o olhava de soslaio, como um aviso prévio para que ele parasse imediatamente.
Mas Louis não parou. Fez exatamente o contrário, na verdade, correndo o palmo para dentro da saia quadriculada que moldava bem o corpo delicado –e Louis fantasiou muitas vezes fodê-la naquela peça ridiculamente curta. Não precisou de muito mais tato para que ele chegasse aonde realmente queria: na calcinha de algodão a qual ele sabia exatamente qual Harriet estava vestindo naquele dia, pois ele ajudara a escolher quando a garota despreocupadamente mandou-lhe uma foto pedindo sua opinião. A imagem de sua bucetinha molhando o pano com desenho de ursinhos não saia de sua cabeça e deixava-o insano.
Afastou o elástico para o lado, livrando o lindo montinho de carne que ele adorava chupar. Harriet enrijeceu na cadeira, olhou para Louis, com seus olhos repreensores e assustados, e segurou sua mão atrevida, negando fracamente com a cabeça. Ele apenas sorriu mais abertamente e separou os lábios gordinhos com os dedos, introduzindo um bem no meio, acariciando-a vagamente, quase sem a tocar realmente.
–Louis...– censurou ela, baixinho, apertando ainda mais o punho do namorado quando ele tentou avançar mais para baixo.
–Harriet...– ele copiou o tom de voz. Os olhos azuis bem presos aos verdes; um claro jogo de dominância.
–Você não vai fazer isso aqui. Tira a mão antes que eu dê um soco nas suas bolas!– avisou, quase como um rosnado.
Apesar, Louis nem ao menos se abalou. Estava acostumado com a namorada sendo uma mimada que queria tudo do seu jeito e, por sorte, sabia exatamente bem como domá-la. Ao invés de se afastar, ele colocou pressão no pontinho onde Harriet era mais sensível; o indicador e o polegar apertando o clitóris inchadinho, fazendo-a resfolegar e se curvar para frente, soltando a mão de Louis.
–Você não vai fazer nada disso, sabe por quê?– incitou, aproximando-se da menor para sussurrar-lhe em seu ouvido –Porque você prometeu ser boazinha, lembra? Ou você não quer sua recompensa?
Ela apenas concordou com a cabeça, baixando-a logo em seguida quando o aperto no pontinho ficou mais forte.
–Então se comporte, sim? Vai deixar seu gatinho brincar com sua bucetinha? Ele ‘tá tão entediado...
–Gatinho– manhou ela, olhando de canto para ele, com uma expressão sôfrega.
–Sim, neném?
–N-Não posso gemer.
–Então vai ter que ficar bem quietinha. Eu sei que você gosta de ser bem escandalosa, mas vai ter que se conter, ‘tá bem?– inquiriu Louis, vendo-a acenar positiva e fracamente.
Então Louis soltou seu clitóris e pode ver ela soltar o ar que estava prendendo, relaxando um pouco o corpo. Sorriu com isso; amava as reações de sua menina. E foi isso que ele fez, a aula toda. Ficou brincando com a bucetinha dela, explorando e entrando em sua grutinha, torturando e manipulando seu pontinho, divertindo-se com a lubrificaçãozinha que vazava e escorria até a cadeira que estava sentada. Louis abusou muito dela, impedindo seus orgasmos quando eles estavam próximos de vir –ele realmente não acreditava que Harriet pudesse controlar sua boca, ela era bem alta nesse sentido– e sendo lento em todos os movimentos que fazia.
Harriet chegou a ficar irritada uma hora e, como a mimada que era, rebolou contra os dedos do namorado, que fez questão de segurar uma das coxas com força para prendê-la contra o acento.
Ele só a deixou vir quando o sinal tocou novamente, anunciando o final da aula e os alunos começaram a se retirar as pressas da sala, levando seus materiais consigo. Nem mesmo a professora se demorou, saindo logo depois de perguntar se ele e Harriet não viram também e receber um “já vamos, só estou terminando de copiar a lousa, Mrs. Jean”.
Assim que a porta da sala foi fechada, Louis não pensou duas vezes antes de acelerar os movimentos de sua mão, esfregando o clitóris completamente babado e sensível –quase dolorido– para baixo e para cima. Puxou os cabelos da namorada até que ela estivesse com a cabeça deitada em seu ombro e escondendo o rostinho em seu pescoço.
–Vamos, neném, eu quero te ver– disse ele, procurando o rosto dela em meio aos cachos caídos em seu rosto. Ela ergueu a face e ficou encarando os olhos azuis enquanto se contorcia inteira, sentindo o orgasmo próximo.
–M-Mais rápido– pediu, ofegante.
Louis então aumentou ainda mais a velocidade; sentia o braço doer, mas não pararia até que tivesse Harriet vindo em sua mão. Os movimentos ficaram ainda mais intensos e a cacheada tentou se esquivar das investidas dos dedos, estava muito forte e ela quase sentia como se pudesse fazer xixi. Uma das mãozinhas apertou o uniforme de Louis, querendo algum apoio porque sentia que ia desmaiar.
O barulho molhado dos dedos se esfregando em sua bucetinha podia ser ouvido por toda a sala, assim como os gemidos repetitivos e incessantes da menor, e Louis agradeceu aos céus pela professora ter fechado a porta.
Os dedos de Harriet estavam esbranquiçados, tamanha a força que ela usava contra a camisa de Louis e, então, de repente, ela perdeu as forças. No mesmo minuto em que seu orgasmo veio; ela começou a tremer –as pernas tremiam mais que tudo– e apertar os olhos, começando a ver pontos pretos. Louis continuou a estimulando, mexendo a mão para prolongar o prazer dela, ao tempo que assistia, com muito deleite –e ele podia vir em suas próprias calças apenas com isso–, as reações da namorada. O rosto corado, os lábios semiabertos e inchados era... Demais, somente demais.
O corpo foi amolecendo nos braços de Louis e, conforme o peso ficava mais contra si, ele foi diminuindo gradativamente o ritmo dos dedos, até que parou por completo. Ele ajustou as roupas dela no lugar –não antes de tarar a calcinha enxarcada– e pousou um beijo casto sob o topo da cabeça cacheada. Levou os dedos babados para os lábios e chupou, provando do gostinho natural de sua menina.
–Você é tão deliciosa– falou, abraçando a cintura delineada e relaxando a cabeça no ombro dela, olhando para seu rostinho acabado de perfil –E tão linda. E tão exclusivamente minha.
–Gatinho, esse foi tão intenso– ela murmurou, não conseguindo falar muito mais alto por causa da garganta seca –Nunca tive um tão intenso assim. Acho que não consigo andar... Acha que podemos comer na sala?
Louis apenas concordou, se levantando para ir pegar seus almoços, não queria que Harriet ficasse andando frágil assim por aí. Antes de sair ele inclinou-se, ficando cara a cara com ela e disse:
–Não é tão difícil ser boazinha, não é? Vai conseguir sua recompensa fácil, neném.
Então roubou um selinho breve e saiu.
(...)
Mas não foi fácil. Na realidade, Harriet nunca imaginou que existiria tortura pior que assistir as meninas dando em cima de seu namorado e não poder simplesmente bater em cada uma delas. Essa semana estava sendo mais difícil do que ela estava imaginando que ia ser; então, sim, Louis Tomlinson, é bem difícil ser boazinha! , pensou ela, olhando para a menina que invadiu a mesa deles na hora do almoço para conversar com seu namorado como se ela nem estivesse ali.
Louis nem estava a respondendo –literalmente ignorava sua existência– e a menina ainda insistia. As pessoas hoje em dia tinham fetiche em se humilhar, só pode!
E foi assim durante todo o tempo enquanto estavam na escola. As meninas pareciam ter notado rápido demais que Harriet não estava mais sendo agressiva e aproveitaram disso para se aproximar de Louis. Ah, mas como ela queria poder socar a cara de cada uma! Mas se controlava, pois, afinal, valia muito mais a pena o prêmio que o namorado oferecera do que se rebaixar ao nível daquelas imundas –e nem era tanto tempo assim, se pensar por um lado, apenas quinta e sexta, Harriet suportaria.
Mesmo assim, não deixou de comemorar quando chegou sexta a tarde. Faltava só uma aula para acabar o dia e a cacheada seria bem-sucedida. Louis não ficara desapontado, claro, ele torcia, mais que tudo, pelo êxito da namorada –ele tinha algo a ganhar com isso também, ainda que estivesse mais relaxado que Harriet não fosse receber uma detenção que estragaria seu perfeito Dia dos Namorados.
Então assim que o último sinal bateu, enquanto todos corriam como desesperados para fora da sala, Harriet se aproximou lentamente da mesa do namorado, sentando-se em sua mesa de pernas cruzadas.
–Sabe,...– começou ela, a voz relaxada e tranquila, despojada, passando a mão sem malícia óbvia na nuca dele –Mamãe e papai não vão estar em casa hoje, porque, você sabe, é dia dos namorados e tal. O que significa que minha casa vai estar a nossa disposição...
Ela foi se aproximando lentamente do garoto, tentando ser o mais sensual que conseguia, até que sua boca estivesse sussurrando no ouvido dele:
–E eu vou estar a sua.
No mesmo segundo, Louis virou seu rosto para o delicado dela, vendo-a segurar o riso, prendendo os lábios entre os dentes. Assim, passeou os olhos por todo o corpo da menor; admirando as belas pernas e cinturinha, os peitinhos presos pelo sutiã –que ele imaginava estarem durinhos a espera de sua boca– e o pescoço leitoso e branquinho, livre de qualquer marca.
–É mesmo, neném?– questionou, sorrindo ladino ao se aproximar ainda mais das belas coxas expostas para si e pousando um beijo babado sobre uma delas. Sentiu a mão da namorada entre seus fios, aprovando sua atitude.
–Sim, gatinho, você me deve um prêmio, não é? Eu fui tão boazinha, eu mereço isso– lembrou. Louis olhou para cima, ainda com a cara entre suas pernas e Harriet amou o ver assim: de cima, como se fosse superior. Isso a fez desenvolver um novo fetiche, mas teria de ficar para outra vez, agora ela sabia exatamente o que queria.
–Sim, você foi, meu neném. Foi uma garota muito boazinha e agora merece seu prêmio– ele concordou, levantando-se e puxando a namorada da carteira pela cintura até que ela ficasse de pé –Então vamos logo para a sua casa, estou louco para saber o que tanto você quer de mim, doce.
(...)
O corpo de Harriet estava quente embaixo do de Louis. Deitada sob a cama, com a saia do uniforme levantada e os botões da camisa abertos, expondo o sutiã rosa bebê, ela ainda assim sentia o corpo fervilhar. O ar condicionado estava ligado, mas sua temperatura não tinha nada a ver com o clima e sim porque sabia o que estava por vir.
Louis estava entre suas pernas, largado por cima de seu corpo e beijando sua boca com volúpia e desejo, as mãos inocentemente acariciando a cintura desnuda.
–E então, neném,– começou Louis, iniciando pequenos selares sobre a pele de sua bochecha que desciam para seu pescoço imaculado –Vai contar 'pro seu gatinho ou eu terei que adivinhar?
Mesmo de olhos fechados e perdida nas sensações boas que a boca de Louis podia lhe proporcionar, Harriet sabia do que o namorado estava falando. E, agora que tudo estava se tornando tão real, que só faltava um único passo para que seu fetiche se tornasse realidade, ela ficou com vergonha. As bochechas rapidamente ganharam um tom rosado e ela mordeu o lábio inferior, indecisa.
–V-Você pode virar de costas?– perguntou ela, abrindo os olhos e vendo Louis a encarar, esperando uma resposta –P-Por favor?
Entendendo o constrangimento da namorada –e se divertindo um pouco com isso, afinal, qual seria o desejo tão sujo que ela guardava que não conseguia contar nem mesmo o olhando?–, Louis saiu de cima dela e sentou-se na ponta da cama, de costas para ela.
Harriet tinha a visão perfeita das costas nuas de Louis. Podia ver perfeitamente o desenho de sua espinha dorsal embaixo da pele amorenada e, também, a caixa toráxica inflando conforme ele respirava e inspirava, que acontecia desreguladamente por causa da ansiedade e espera.
Apesar da vergonha, ela ainda queria ver sua reação; queria saber o que Louis acharia e se iria gostar –ele sempre fora uma pessoa bem expressiva, Harriet conseguiria lê-lo. Então, ignorando a timidez, arrastou-se para frente do namorado e subiu em seu colo, olhando bem fundo nos olhos azuis.
–E-Eu quero que...– disse, baixinho, como um segredo que apenas eles dois pudessem ouvir. As mãos delicadas encontraram seu caminho entre os fios do cabelo de sua nuca e agarraram fortemente –Que você faça de mim seu depósito de porra. Quero que goze em cada parte do meu corpo e me suje com o seu prazer. Quero que você me veja como a boneca que você usou até não poder mais e que só serve para guardar sua porra gostosa. É isso que eu quero, Lou.
Louis, a cada frase dita, ia ficando chocado; mas além de chocado, seus olhos azuis começaram a ganhar uma coloração escura. As pupilas tomando conta da íris, crescendo conforme a excitação em si também crescia. O desejo sujo da namorada era realmente sujo e Louis não poderia ter gostado mais, apenas imaginar Harriet nua e com o corpo todo esporrado fez sua ereção dentro das calças latejar ainda mais.
–L-Lou?– chamou ela, insegura. O namorado não esboçou nenhuma reação e tão pouco falou alguma coisa –Você g-gos...
Mas antes que pudesse terminar sua pergunta, o corpo adamado foi brutalmente jogado contra a cama e, em questão de segundos, as posições haviam trocado, com Louis por cima, ainda entre suas pernas.
–Então quer dizer que meu neném quer ter o corpinho sujo pelo meu leite? – incitou Louis, com um dos sorrisos mais devassos que Harriet já vira em seu rosto –Quer que eu esporre em você até que esteja toda melada a ponto de ninguém mais querer te usar além de mim, é?
–S-Sim, Lou, por f-favor– respondeu, fraca demais com as palavras do namorado.
Sem demoras, Louis atacou os lábios da namorada de maneira feroz. O beijo agressivo tomou Harriet em surpresa, mas ela não o afastou, aceitando e se entregando, puxando o pescoço do mais velho para mais perto –ele estava praticamente deitado em cima de seu corpo.
As mãos hábeis de Tomlinson espertaram-se para dentro da camisa aberta da garota, correndo-as por todas as curvas delicadas e esbeltas até alcançarem os ombros magros. Ele ajudou a camisa a deslizar para fora do corpo de Harriet, jogando-a para fora da cama. Em seguida, desabotoou o sutiã assim que as costas da garota se arquearam do colchão, deixando que a peça se encontrasse com a outra no chão.
Louis apertou os seios descobertos, arfando em meio ao beijo com a maciez da carne —ele adorava os peitinhos pequenos da namorada. Sem pena, ele amassou-os em suas mãos, como se estivesse preparando um pão para o forno, brincando com os mamilos eriçados, contornando-os com a ponta dos dedos.
Os lábios finos deixaram os mais grossos de Harriet para descer até o pescoço, deixando pequenos selares sobre as partes que passava. Encontrou seu caminho até o pescoço imaculado e não resistiu em marcar a pele branquinha com uma mordida seguida de um chupão do lado oposto.
Continuou descendo, finalmente chegando onde queria. Não perdeu tempo antes de colocar um dos biquinhos vermelhinhos para dentro da boca, sugando e mamando em um peitinho enquanto ainda apertava o outro com força. Harriet empurrou ainda mais seu corpo para cima e forçou a cabeça de Louis contra si, querendo mais daquele contato e gemendo sôfrego quando conseguiu. Ela era bem sensível na área do colo e pescoço, qualquer mísero toque já era muito, e como Louis tinha conhecimento disso, sabia aproveitar muito bem.
–Hum... Lou– ela gemeu, em completo deleite. As pernas longas contornaram o corpo do namorado, abraçando-o, querendo fundir-se a ele –Gatinho, vamos lá... Você sabe o que eu quero, não me torture.
E, como uma resposta maldosa, Louis mordeu o mamilo, agora inchado, com força para mantê-la calada —o que não foi de muita utilidade, já que ela soltou um gritinho agudo. Louis sabia o que fazia e ele faria quando ele quisesse, até lá, Harriet poderia apenas aceitar.
Afastou a boca dos seios apenas para cuspir em cima do outro que ainda não tinha ido para sua boca. A baba escorreu de seus lábios para cair bem em cima do mamilo seco. Louis não deixou que a saliva percoresse o resto do montinho de carne, espalhando-a por toda a auréola antes de prender o biquinho entre o polegar e o indicador e apertar com força, assistindo a garota se contorcer em dor misturada ao prazer.
Sorrindo, tirou a própria blusa e jogou-a para trás. Continuou com seus beijos breves sobre a barriga gordinha de Harriet, beijando com ainda mais carinho e devoção nas estrias que ela tinha um pouco mais abaixo do umbigo, até ser barrado pela saia do uniforme.
Avançou com as mãos por baixo do tecido, buscando os fios laterais da calcinha. Uma vez que encontrou, puxou-a para fora do corpo delicado, mordendo os lábios com a visão das pernas de Harriet se erguendo e se juntando para ajudá-lo no processo —ah, com certeza ele foderia Harriet com ambas as pernas dela sobre apenas um ombro!— e voltando a se abrir para recebê-lo em seu meio.
Subiu a saia só um pouquinho, apenas para ter a visão da bucetinha gordinha e molhadinha escorrendo por ele. Olhou para o rosto de Harriet novamente, vendo-a ofegante, com as bochechas coradas e mordendo a pele de um dos dedos, ansiosa, olhando para ele de volta com a porra daqueles olhos verdes inocentes.
Deitou de bruços na cama e escondeu sua cabeça debaixo da saia da namorada; a última coisa que Harriet pode ver foi o sorriso malicioso e o brilho nos olhos azuis. A próxima coisa que sentiu foi a língua quente e áspera de Louis lambê-la desde a entrada até a testa de sua buceta. Tremeu da cabeça aos pés, soltando um leve suspiro e revirando os olhos.
Louis sentiu a surpresa da namorada em sua boca; sentiu quando ela contraiu-se em sua língua. Afastou os grandes lábios com os dedos, expondo bem a bucetinha antes de cuspir sobre ela e recolher sua própria saliva, com o melzinho dela misturado, com a língua.
Fechou os lábios em volta do clitóris durinho e inchadinho, succionando com força. Não podia ver as feições e reações de Harriet, mas conseguia ouvir seus gemidos menhosos e escandalosos quando repetiu a ação de novo, e de novo e de novo.
A língua endurecida trabalhava para cima e para baixo rapidamente, instigando o grelinho e causando uma série se sensações na garota que a fazia sentir sobrecarregada. Os dedos ainda mantinham a bucetinha aberta, dando total liberdade para Louis usar e abusar do pontinho como bem quisesse.
Harriet contorcia-se na cama. Estava dividida entre gemer em alto e bom som —ela fazia questão que todos os seis vizinhos soubesse o quão bem seu namorado sabia a chupar— e arrear aquela saia para poder segurar no cabelo de Louis e rebolar em sua boca. Conteu-se no último, entretanto, ela não sentia controle e confiança o suficiente para forçar a cara de Louis em sua florzinha; não que ela não ela não se sentisse confortável com o garoto, apenas que seu jeito comportado na cama a impedia, preferia que Louis a pedisse, assim como ele pediu por seu fetiche, caso contrário Harriet nunca o teria exposto.
Tomlinson voltou a subir e descer a cabeça, explorando com a língua todo o comprimento da xotinha vermelhinha. O melzinho que escorria em abundância foi logo capturado pela boca esfomeada, que sugou a grutinha com força.
–Ah, gatinho...– gemeu ela, manhosa e de forma abafada por causa do dedo que ela insistia em morder –Se continuar fazendo assim, eu vou gozar...
Mas Louis não parou. Esse era seu objetivo, afinal. Ele tinha consciência de que para Harriet —ou mulheres, em um modo geral— a penetração não era a mesma coisa que para ele. Que era mais difícil gozar apenas com isso. Então, Louis sempre se esforçou no oral ou em agradar a namorada de outros jeitos durante a penetração. Ele não era um babaca egoísta, o prazer de Harriet também era o seu prazer. Portanto, sim, seu objetivo era fazer ela gozar agora.
O mais velho voltou sua atenção para o grelhinho, chupando com ainda mais vontade. Os dedos que antes separavam os lábios deslizaram pela xotinha melada até se enfiarem dentro da grutinha babada. O dedo médio, mais comprido, se curvou para cima, encontrando diretamente com uma região esponjosa dentro de Harriet que a fez arregalar os olhos e abrir a boca em um grito mudo.
Ok, talvez Louis tivesse estudado onde ficava o ponto G de uma garota para ajudá-la ainda mais em seu prazer. Por mais que Harriet fosse sensível, ela tinha um pouco de dificuldade para gozar, então Louis queria ajudá-la nisso. E, ao notar as pernas ao redor de sua cabeça tremendo levemente, ele podia dizer que valeu a pena as 12 horas que passou lendo sobre isso. A reação de Harriet ao ser tocada em seu ponto G era incrível.
Continuou com o trabalho que fazia. A boca mamando no clitóris sensível e os dedos indo e vindo no pontinho mágico dentro da namorada, fazendo o máximo de pressão possível.
Harriet não conseguia mais controlar as próprias reações. O quadril rebolava sozinho, ansiando por mais e, ao mesmo tempo, fugindo da superestimulação, as mãos puxavam o cobertor que cobria a cama, bagunçando-a, e os gemidos ficavam cada vez mais altos, totalmente desesperados.
Com o tempo, os dedos dentro de si pararam de ir e vir e ficaram apenas pressionando cada vez mais aquela área esponjosa dentro de si, concentrado em muito mais pressão e um pouco menos. Louis estava, literalmente, fodendo apenas seu pontinho.
–Lou... Lou... E-Espera– disse a menor, a voz trêmula e quase falhando –Isso t-tá forte, a-acho que vou f-fazer xixi. Lou!
Mas o garoto não lhe ouviu, concentrado demais no que fazia. Com uma última chupada forte e uma pressão desconcertante, Harriet gozou. Ela não só gozou; ela teve um esguicho.
De repente, muito líquido começou a sair de sua grutinha, de uma maneira tão forte que fez os dedos de Louis saírem junto. O líquido transparente apenas começou a sair em abundância, escorrendo na cama e no queixo e pescoço do namorado. Harriet não tinha mais consciência de nada, apenas gritava a plenos pulmões e debatia as pernas no colchão.
Louis tirou a cabeça debaixo da saia com rapidez, querendo assistir as reações de Harriet com o que quer que ele tenha feito. Uma poça se formava entre as coxas roliças da menor e Louis só conseguia olhar aquilo com admiração.
Demorou, pelo menos, três minutos até todas as reações da garota parassem e se limitassem em uma respiração ofegante e pesada.
–Hazza?– chamou o namorado.
Ela abriu os olhos, com um sorriso enorme no rosto, as covinhas tão fundas quanto nunca. Ela apenas se ajeitou na cama, de modo que ficasse de joelhos, e pulou nos braços do moreno.
–Ah, gatinho, eu não sei o que aconteceu, mas, caralho...– ela disse, rouca –Foi muito, muito bom!
Claro que Louis ficou feliz ouvindo isso. Abraçou a namorada de volta, sentindo os mamilos durinhos em contato com seu peitoral nu. Harriet puxou o rosto do maior contra o seu e roubou-lhe um beijo intenso, pouco se importando com o queixo molhado dele, molhando o seu.
Afastou-se um pouco e tirou a saia, deitando-se novamente na cama. Abriu as pernas junto de um sorriso malicioso e disse:
–Vem, gatinho, você ainda não me concedeu o meu desejo.
E, caralho, Louis não podia ter ficado mais excitado. O pau estava tão duro que latejava, sem qualquer tipo de alívio até agora.
Sem tirar os olhos da intimidade abertinha para si, lambendo os beiços, tirou a calça com pressa junto da cueca, apenas chutando-as para fora da cama. Subiu em cima do corpo da namorada, ficando cara a cara com o rosto bonito; perto o suficiente para que os lábios resvalassem um contra o outro quando disse:
–Vou realizar seu desejo agora, neném. Me diz, onde você quer tomar leitinho primeiro: na bucetinha ou nesses peitos gostosos?
–Na bucetinha, Lou Lou– respondeu ela, manhosa, com os olhos verdes pidões e cintilantes –Na bucetinha, por favor.
–Caralho...– falou, quase que frustrado de tão excitado, uma última vez antes de juntar sua boca a de Harriet em um beijo afoito.
Ao tempo que distraia-a, trabalhando com os lábios e língua contra a dela, tomou o membro teso em uma das mãos e guiou-o cegamente para a grutinha enxarcada dela. Harriet apenas percebeu quando sentiu a cabeça gordinha expandindo suas paredes internas.
Louis continuou metendo a rola, sentindo-a ser engolida pouquinho a pouquinho pela buceta quente. Interrompeu o beijo para poder observar e apreciar as feições que a namorada fazia —era sempre delicioso ver o quão bem ela podia suportar seus gloriosos 16 centímetros. A boca aberta em um gemido mudo, inspirando e expirando contra os lábios do moreno que ainda estavam perto, os olhos fechados com força, causando leves ruguinhas, e o cenho franzido em completo deleite. A porra de uma obra de arte que Louis não conseguia desviar a atenção.
Como caralhos ele poderia preferir qualquer garota da escola que dava em cima dele ao invés da namorada logo a sua frente? Ele seria um louco!
Quando as bolas cheias encostaram na bunda macia de Harriet, Louis gemeu em alívio. O aperto da grutinha era insuportável, mas era um insuportável extremamente gostoso, muito diferente do aperto sufocante de suas calças. Não existia nada melhor do que estar dentro de sua garota —só, talvez, estar dentro de sua boca.
–Eu vou me mover, sim?– perguntou, apenas para ter certeza. Era um costume que sempre teve, desde a primeira vez que transou com Harriet, gostava de saber que ela estava se sentindo tão bem com isso quanto ele.
Ao vê-la confirmar com a cabeça desesperadamente, ele retirou-se quase que por inteiro dela, deixando metade da cabeça, antes voltar para dentro dela com habilidade. O quadril apenas soltou-se e encontrou seu caminho até a buceta sozinho. As peles chocando-se foram ouvidas antes do gemido manhoso e fino de Harriet, que ainda mantinha os olhos fechados.
As próximas estocadas foram iguais, seguindo o mesmo ritmo e força da primeira. Os gemidos e ôfegos do casal foi se tornando cada vez mais frequente, preenchendo o silêncio do quarto junto com o barulho da mola do colchão embaixo deles.
Harriet alcançou uma das mãos de Louis, que estavam apoiadas ao lado de sua cabeça, com a sua e a guiou para um de seus peitos, forçando-o apertá-lo com vontade. Sorrindo maliciosamente, o mais velho o fez, prendendo o biquinho entre o indicador e o médio, apertando e puxando o seio. Caiu de boca no outro, enfiando-o quase inteiro e chupando, sabendo que deixaria um enorme e feio hematoma ao redor do mamilo —mas sequer conseguiu se importar com isso ao ouvir o gemido de satisfação sair bem alto dos lábios maltratados da namorada.
O quadril de Louis subia e caia, deixando o peso natural de seu corpo foder a bucetinha sensível. O tronco de Harriet solavancava para frente e para trás, sentindo na pele o impacto das estocadas desleixadas, e os seios só não seguiam o mesmo caminho pois estavam bem presos pelo namorado.
O aperto da grutinha envolta do pau já não era tão mais insuportável assim, Harriet tinha se moldado para acomodá-lo por inteiro. Mas ela ainda continuava quente; tão quente que incendiava seu ventre e o fazia ter sensações forte na virilha. Ele sabia que não iria durar muito mais.
Acelerou o ritmo das estocadas, trabalhando com o quadril mais rápido agora. Os gemidos escandalosos da menor acompanharam a velocidade, tornando-se ininterruptos. Louis apenas rebolava descontroladamente, sem saber os pontos que acertavam dentro de Harriet —e, dessa vez, ela quase fez xixi de verdade quando sentiu ele chegar bem fundo—, desesperado pelo próprio prazer.
O peito que insistia em manter na boca abafava os gemidos que queriam sair e quando sentiu as primeiras jatadas de porra saírem pela fenda, mordeu o biquinho com força, descontando a excitação que ficou acumulada durante todo esse tempo —e durante a semana também. Harriet gritou ao sentir os dentes se cravarem em uma parte tão sensível para si, mas não reclamou, aceitando de bom grado enquanto tinha a bucetinha esporrada.
Louis saiu de dentro dela, apoiando o pau teso sobre a florzinha, vendo a própria porra ainda escorrendo, sujando toda a virilha, grelinho e logo abaixo do umbigo, onde as estrias ficavam. Pode ver também a grutinha cuspindo sua porra para fora, escorrendo para o cuzinho até encontrar seu caminho até o cobertor.
Ambos ainda estavam ofegantes. Louis assistindo a sujeita que fez, com um sorriso devasso, e Harriet o assistindo, mordendo o lábio inferior. Claro que nenhum dos dois ainda estavam satisfeitos; o mais velho ainda tinha o pau duro e a cacheada não se sentia um depósito de porra.
A garota sentou-se na cama, puxando o pescoço do namorado para baixo e selando seus lábios em outro beijo afoito. Louis não perdeu tempo em tarar os peitos maltratados, apalpando-os ao engolir os gemidos que a cacheada soltou.
O maior abaixou-se ainda mais para tomar na boca o seio que não tinha tomado um chupão, contornando a auréola com a ponta da língua e fazendo a garota estremecer.
–Junta eles– ordenou, mas ao olhar a cara de confusa da namorada, prosseguiu: –Junta esses peitinhos, neném. Eu vou foder eles.
Arrumando-se na cama, Louis ficou de joelhos entre as pernas de uma Harriet sentada, com o pau duro a poucos centímetros de seu rosto. Entendendo tudo, ela ajeitou a postura e segurou os dois seios juntos, apertando-os um contra o outro. Sorriu maliciosamente antes de abrir a boca e colocar a língua para fora.
Porra, foi a perdição de Louis.
O garoto segurou o membro com uma mão e esfregou a cabecinha na língua alheia, sentindo o músculo esponjoso friccionar com a fenda sensível. Deu duas batidinhas com o pau na bochecha coradinha e levou-o para o meio dos seios juntinhos.
O local estava seco, mas pareceu que ambos tiveram a mesma ideia. Em questão de segundos, tanto Harriet quanto Louis cuspiram no vão entre os peitos para melhor lubrificação. Sorriram cúmplices um para o outro e voltaram a atenção para a ação quente que acontecia embaixo de suas cabeças.
Tomlinson começou a movimentar o quadril, penetrando a brecha que tinha entre os dois montinhos de carne. A cabeça babadinha aparecia e desaparecia a poucos centímetros do queixo da namorada, que o olhava com os olhos mais devassos que já vira até então. Suspirou extasiado, tanto pela visão quanto pelo estímulo em seu membro.
Tinha acabado de gozar e ainda estava sensível; a masturbação que os peitos faziam era quase doloroso —um doloroso bom, que não o queria fazer parar. Passou uma mão pela testa, afastando algumas gotas de suor que escorriam —ato esse que deixou-o completamente sexy, na percepção de Harriet—, mordendo o lábio com força a cada nova estocada.
A mão que não estava úmida pelo suor, foi levada para a lateral do rosto da cacheada, acariciando a bochecha lisinha e quente com o polegar. Harriet virou a cabeça na direção do punho e capturou o dedão com os dentes, ainda com os olhos presos nos azuis do namorado. A língua esperta contornou a ponta do dedo antes dos lábios inchados se fecharem em torno dele, chupando, indo com a cabeça para frente e para trás, simulando o boquete que Louis sabia que era muito, muito bom.
Era tudo extremamente erótico, cada coisa que Harriet fazia. Tudo parecia excitar cada vez mais Louis; ele sentia que seu orgasmo estava próximo novamente. Aumentou a velocidade das estocadas, tombando seu quadril com o peitoral da garota, não estava mais comedindo o ritmo, ele apenas seguiu o que seu corpo comandava.
Quando sentiu que estava perto o suficiente, tirou o dedo da boca gostosa e empurrou Harriet pelo ombro até que suas costas estivessem deitadas sobre a cama. Escalou o corpo dela, uma perna de cada lado de sua barriga, e começou a se masturbar com rapidez, fechando os olhos quando a onda de prazer era demais para ele aguentar.
Ele gemeu mais alto que qualquer outra vez e se derramou em cima da namorada. Os jatos de porra simplesmente saiam de seu pau como um chafariz, sujando os peitos e mamilos eriçados, o pescoço com uns leves chupões e o rosto dela. O início de seu queixo e lábios e um pouco das bochechas; Harriet estava toda esporrada, bem do jeito que queria.
Louis abriu os olhos somente para admirar a namorada suja com sua porra e caiu ao seu lado, cansado e com a respiração pesada. Tentava normalizar os leves tremeliques de seu corpo, encarando o teto branco, mas que começavam a ter alguns pontos pretos? —talvez sua pressão estivesse um pouco baixa, afinal, fora os dois orgasmos mais intensos de sua vida um seguido do outro.
Quando ouviu novamente os gemidinhos dengosos da cacheada, olhou para o lado e teve uma das visões mais quentes, pecaminosas e deliciosas que já teve antes.
A cena era a seguinte: Harriet espalhando o leite que fora depositado em si por todo seu corpo com uma mão e com a outra ela tocava na bucetinha esporrada, masturbando o clitóris com vontade, rebolando o quadril, se esfregando nos próprios dedos. Os lábios chamaram o nome de Louis quando passou a apertar um dos mamilos escorregadios.
Não foi difícil para ele ficar duro novamente, mas ele estava longe de fazer algo sobre, sensível e doloroso demais. Entretanto, aproximou-se do corpo da namorada e inclinou seu rosto até que ficasse face a face com o dela, admirando suas expressões de prazer —ok, pode parecer contraditório, já que a cada momento Louis mudava de opinião sobre o que mais gostava em Harriet, mas suas reações faciais talvez fossem as melhores.
Roubou-lhe um beijo, calando-a ao fazê-la retribuir. As línguas enroscando-se desesperadamente, babando um na boca do outro. Quando os lábios se separaram pela falta de ar, Louis direcionou os seus para uma orelha de Harriet, sussurrando, com toda a perversidade, sinceridade e amor que estava sentindo no momento:
–Vamos lá, neném, você está sendo tão boa pra mim, sim? Se quer ser uma menina ainda melhor vai ter que vir para mim novamente. Só mais uma, hum?
E, como se fosse esse todo o estímulo que a cacheada precisava, ela veio. Uma pequena lubrificaçãozinha saindo de sua grutinha e misturando-se a porra do namorado.
A mão de Louis alcançou a dela no meio de suas pernas e ajudou-a a prolongar seu prazer, abrindo os grandes lábios para que os dedos gordinhos da menina pudessem pressionar o clitóris com mais precisão. Ela gemeu manhosa, escondendo o rosto no pescoço suado de Louis, tão cansada quanto ele.
Aos poucos ela foi diminuindo a velocidade da mão, até que esta caisse sobre a cama. Louis puxou seu rosto para cima apenas para dar-lhe um selinho e abraçar seu corpo; ambos aconchegados um nos braços do outro, cansados demais para qualquer coisa.
–Feliz dia dos Namorados!– falou Louis baixinho, beijando o topo de sua cabeça –Eu ainda tenho um presente pra você.
–O que é?!– perguntou ela, curiosa, com um sorriso de orelha a orelha.
–Vamos dormir um pouco que eu te dou e você descobre, que tal?
E quando eles acordaram, depois de anoitecer, Louis foi até sua bolsa da escola e tirou de lá um embrulho um pouco mal feito, mas que Harriet achou adorável —tinha certeza que tinha sido ele quem embrulhou.
Até aquele dia, eles não tinham um anel de compromisso e quando Harriet abriu a caixinha fofinha, ela vira dois lindos anéis da Tiffany. E sim, Harriet tinha chorado, não pelo presente em si, mas sim pelo o que aquilo ter custado a Louis. Ela sabia que o garoto não tinha a mesma condição social que a sua e que ter comprado aquilo significa que ele se importava o suficiente para agradá-la. Mesmo sabendo que provavelmente ele gastara todo seu dinheiro e muito mais com aqueles anéis, ela não perguntou preço —era estudada o suficiente para saber que isso poderia ofender qualquer um— e simplesmente se jogou nos braços do namorado, enchendo seu rosto de beijos.
–Ah, Lou Lou... Gatinho– disse ela, olhos marejados –Eu te amo demais!
Louis sorriu, orgulhoso de si mesmo por ser o responsável pelo sorriso sincero que tinha nos lábios de Harriet.
〝Harriet uma jovem e doce menina, não esperava que a volta de Louis, um ex-militar e melhor amigo de seu irmão, despertasse tantas emoções novas dentro dela. O garoto que brincava com ela na infância agora era um homem irresistível, e ela luta para esconder sua atração pelo mais velho, temendo que ele descubra.
Mal sabia Harriet que o desejo era mútuo, e a tensão entre eles pode se tornar algo impossível de se conter. 〞
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O sol da manhã invadia o quarto com uma intensidade cálida, derramando-se pelas frestas da cortina como fios dourados. A luz acariciava o chão de madeira, destacando a cor rosa do quarto. O calor era palpável, envolvente, e carregava consigo o aroma da terra aquecida e das flores do lado de fora. O ambiente parecia suspenso em uma tranquilidade quase mágica, onde cada raio de sol transformava o espaço em um refúgio dourado, acolhedor e preguiçoso.
Harriet estava sentada em sua cama, enquanto penteava sua coelhinha, pétala. Os pelinhos branquinhos e lisinhos reluziam sob a luz do sol que adentrava o quarto.
— Pétala, acho que você é a coelhinha mais calma que já existiu. Como consegue ficar tão quietinha enquanto eu te escovo? – harriet indagou suavemente, enquanto passava a escova pelas orelhinhas fofinhas.
A coelhinha fica imóvel, os olhos fechados enquanto mexe o fucinho a cada vento que bate em seu rosto. A mais nova solta um risinho com a visão amável, continuando a escovar.
— É, você tem razão. Às vezes, a gente precisa só de um momento para relaxar, né? Como se mais nada importasse.
Pétala abre os olhos e a encara fixamente, como se entendesse tudo.
— Eu sei, você só quer amor, paz e carinho. Eu também queria mais disso, sabia? Só que parece que a vida sempre tem algo a mais para pedir da gente.
O animalzinho faz um movimento leve com a pata, como se concordasse com tudo que estava escutando. Harriet solta um risinho meigo.
— Sim, é verdade. Às vezes tudo o que a gente precisa é de um amigo fiel como você, Pétala. Só nós duas, uma para a outra.
Pétala se acomoda ainda mais confortável no colo de Harriet, fechando os olhos enquanto recebia um carinho nas orelhas.
— Você tem a alma tão tranquila e pura, coelhinha. Talvez eu devesse aprender com você. – a jovem sussurra.
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Harriet estava na cozinha, ajudando sua mãe a organizar a mesa para o jantar, quando a notícia chegou. O som da porta sendo aberta anunciou a chegada do irmão mais velho, Caleb, que entrou com um sorriso animado e um brilho nos olhos. Ele estava sempre com aquele entusiasmo que fazia qualquer notícia parecer ainda mais importante.
— Você não vai acreditar, Harriet! – Caleb disse, deixando a sacola de compras na bancada e se aproximando dela. — Louis está voltando do exército! Finalmente!
As palavras pairaram no ar por um momento, e Harriet sentiu um leve nó na garganta. Louis. O melhor amigo de seu irmão, o garoto que sempre ficava em sua casa depois das aulas, sempre se metendo em encrenca com Caleb, com quem brincava nos verões da infância, cuidando dela como se fosse sua irmã mais nova. Para ela, ele sempre foi um irmão de coração, alguém que a protegia e a fazia rir. Mas a ideia de que ele estava voltando agora, aos 26 anos, fez uma sensação estranha se formar no fundo do seu estômago.
— Louis? Mas… ele vai voltar agora? – Harriet perguntou, tentando esconder a surpresa que sentia. Ela não sabia por que, mas uma sensação de ansiedade se apoderou dela. Não era apenas a volta de Louis. Algo mais estava ali, algo que ela não conseguia definir.
— Sim! Ele chegou hoje, depois de seis anos no exterior. Eu estou tão animado para vê-lo novamente. – Caleb respondeu, sem perceber o turbilhão de emoções que começava a tomar conta de Harriet.
Ela forçou um sorriso, tentando esconder a confusão que sentia. Louis. O garoto que brincava de cavaleiro com ela quando tinha 10 anos, o mesmo que fazia dela sua princesa nas brincadeiras de infância. Agora ele voltava, e ela não era mais uma criança. E de repente, a lembrança das tardes passadas correndo pelos jardins da casa, com ele dizendo que a protegeria de tudo, parecia distante, quase irreconhecível.
— Eu… não sabia que ele voltaria tão derrepente. – Harriet disse, a voz um pouco trêmula. — Eu acho que vai ser… estranho.
Caleb não percebeu nada estranho em sua reação e continuou a falar sobre a visita que Louis planejava fazer naquela tarde. Mas, enquanto ele falava, Harriet ficou quieta, seus pensamentos correndo mais rápido que suas palavras. Louis voltava, mas não mais como o garoto travesso e protetor de antes. Ele voltava como um homem. E, de alguma forma, Harriet não sabia como lidar com essa nova versão dele.
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O sol do fim de tarde tingia o céu com tons de dourado e laranja, refletindo suavemente nos longos cachos morenos de Harriet, que caíam em ondas sobre suas costas. Ela estava sentada no balanço da varanda, após ajudar sua mãe com o restante dos preparativos para o café da tarde.
Seus pés macios descalços roçando o chão de madeira, criando um movimento preguiçoso. Um livro estava aberto em suas mãos, mas sua atenção estava mais na coelhinha branca, Pétala, que dormia aninha em seu colo. Seus olhos verdes claros capturavam a luz quente do entardecer, tornando-a uma visão delicada e serena no meio da quietude da casa.
O ronco grave de uma moto ao longe quebrou o silêncio da tarde, arrancando Harriet de seu devaneio. Seu coração acelerou antes mesmo de ela compreender o porquê.
Pétala ergueu as orelhas, igualmente curiosa, enquanto Harriet levantava o olhar em direção à estrada. Ela viu a moto se aproximar, o reflexo da luz dourada do sol brilhando contra o metal polido, e sentiu algo inusitado, uma mistura de expectativa e nervosismo.
Louis desceu da moto casualmente, tirando o capacete, revelando os cabelos castanhos com a franja ligeiramente bagunçada em sua testa de um jeito charmoso. Ele parecia maior, mais alto, com a postura ereta de quem carregava o peso de experiências que ela nem imaginava.
O uniforme do exército já não estava mais com ele, mas sua presença parecia mais marcante do que nunca. Vestia um moletom verde despojado, e seus jeans surrados completavam a imagem de um homem que havia mudado completamente desde a última vez que ela o vira.
Ele ergueu o olhar na direção da varanda, e ao vê-la, seus lábios se curvaram em um sorriso fácil. Ela sentiu uma onda de calor subir pelo peito enquanto ele se aproximava, o que a deixou sem saber como reagir.
Ele era o mesmo, mas ao mesmo tempo, algo havia mudado. O garoto que brincava com ela de príncipe, corria pelos jardins e fazia caretas, agora era um homem. Um homem que, de alguma forma, mexia com ela de um jeito que ela nunca se sentiu por ninguém.
— Harriet. – ele disse, o tom grave e carregado de sotaque como ela se lembrava, mas agora com uma profundidade nova que a fez engolir em seco.
— Louis. – ela respondeu, tentando soar tranquila, mas sua voz saiu baixa, quase hesitante.
Ele subiu os degraus com passos lentos, o olhar fixo nela como se quisesse absorver cada detalhe. Quando parou ao lado do balanço, seus olhos se moveram para Pétala, que o observava curiosa.
— Essa coelhinha é sua? – perguntou, abaixando-se um pouco para olhá-la mais de perto.
— É, essa é a Pétala. – Harriet disse, acariciando a cabeça da coelhinha, que se aconchegou ainda mais em seu colo. — Tenho ela desde que você foi embora.
Louis sorriu, estendendo a mão com cuidado para Pétala. — Ela é linda. Parece tranquila, igual a dona. – comentou, a voz levemente provocativa enquanto seus olhos voltavam para Harriet.
Ela desviou o olhar, sentindo o calor subir pelo rosto. — Obrigada. Ela é mesmo uma ótima companhia.
Ele ficou de pé novamente, encostando-se no corrimão da varanda com um ar relaxado. — E você? Como tem sido a vida por aqui? Parece que tudo está igual… menos você.
Harriet sentiu o peso do comentário e forçou um sorriso tímido. — Não sei se mudei tanto assim. As coisas por aqui continuam as mesmas. Só o tempo que passou rápido, eu acho.
Louis arqueou uma sobrancelha, cruzando os braços enquanto a observava. — Eu diria que mudou sim. Cresceu. Ficou diferente. – ele disse, a voz baixa, mas com um tom diferente que ela não soube identificar, enquanto a encarava com intensidade.
Ela desviou os olhos para o livro em seu colo, sentindo o peso daquele olhar.
— E você? Parece que o tempo fez um bom trabalho também. – arriscou, tentando manter a conversa leve, embora a timidez quase a travasse.
— Ah, o tempo, sim. – ele respondeu com um sorriso melancólico. — Mas o que realmente muda uma pessoa são as experiências. Algumas boas, outras nem tanto.
Harriet levantou os olhos para ele, sentindo que havia algo não dito em suas palavras.
— Você parece… mais sério. – comentou com cuidado, tentando não ser indelicada.
— E você parece mais curiosa. – ele rebateu a provocando, fazendo com que ela sorrisse de leve, mesmo tentando não demonstrar.
Pétala, como se sentisse a tensão no ar, se mexeu no colo de Harriet, atraindo novamente o olhar de Louis. — Ela é uma boa ouvinte? – ele perguntou, brincando, enquanto indicava a coelhinha com o queixo.
A mais nova soltou uma risadinha suave. — Muito. Melhor que muitas pessoas, na verdade.
Louis riu também, e o som grave e despreocupado parecia fazer o ar entre eles ficar menos tenso.
— Bom, espero que ela não roube toda a sua atenção hoje. Sua mãe me convidou para um café, e eu estava morrendo de saudade do bolo de cenoura dela. Ainda tem?
— Tem sim. – Harriet respondeu, sentindo um alívio súbito por poder mudar de assunto. — Ela praticamente fez a receita pensando em você. Quer entrar?
— Se você me acompanhar. – ele disse, piscando para ela com aquele sorriso charmoso que a derretia.
Ela se levantou, ainda segurando Pétala no colo, e caminhou na frente, sentindo o olhar dele em suas costas. Harriet não sabia o que esperar daquela visita, mas tinha certeza de que aquele fim de tarde ficaria marcado de uma forma que ela jamais esqueceria.
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A casa estava preenchida com o aconchego do café da tarde. A mesa estava repleta de pães quentinhos, bolos frescos e a chaleira de chá que ainda exalava o calor da bebida. Harriet estava sentada ao lado de sua mãe, enquanto Louis, estava à sua frente. O irmão dela, Caleb, estava ao lado dele, rindo enquanto fazia gestos exagerados com as mãos, provavelmente no meio de uma história.
Louis olhou para Caleb com um sorriso descontraído, mas seus olhos, com um brilho distante. Harriet sentiu um leve nó na garganta e mexia distraidamente na xícara de chá, tentando ignorar os olhares furtivos de Louis que pareciam pousar nela com mais frequência do que ela gostaria.
— Ah, mas vocês precisam ouvir essa. – Caleb começou, a voz carregada de entusiasmo, já com o tom provocativo que Harriet conhecia bem. Ela imediatamente sentiu um alerta acender em sua mente. Quando Caleb usava aquele tom, nada de bom estava para ser dito.
— Você não vai acreditar, Louis. – ele continuou, segurando o riso enquanto Harriet começava a corar sem nem saber o que estava por vir. — Uns meses atrás, eu cheguei mais cedo em casa e, adivinha só? Encontrei a doce Harriet no quarto dela, aos beijos com um garoto! E ela ainda tentou disfarçar quando me viu, mas estava tão vermelha que parecia um tomate maduro!
Harriet arregalou os olhos, sentindo o rosto queimar instantaneamente. — Caleb! – ela exclamou, tentando manter a voz firme, mas não conseguiu esconder o constrangimento. — Você é impossível! E para sua informação, ele era só um amigo.
— Amigo? – Caleb riu, levantando uma sobrancelha. — Bom, se era só um amigo, você tem uma forma bem peculiar de cumprimentar os amigos por aqui.
Louis, que até então estava relaxado, agora tinha o semblante mais sério, embora tentasse disfarçar. Ele olhou para Harriet com um misto de surpresa e curiosidade, como se estivesse tentando processar o que havia acabado de ouvir. Harriet evitou seus olhos a todo custo, concentrando-se em sua xícara como se ela fosse o objeto mais interessante do mundo.
— Você precisa parar de invadir meu quarto sem avisar, Caleb. – Harriet retrucou, soando atrevida para mascarar o desconforto. — Não que você entenda, mas existem coisas chamadas privacidade e respeito.
— Ah, claro, privacidade. – Caleb respondeu, rindo. — Isso é exatamente o que você queria naquele momento, né?
Louis, por sua vez, não conseguia disfarçar o interesse pela situação. Ele pigarreou levemente e perguntou, com um sorriso quase imperceptível: — E esse… amigo? Ele ainda está por perto?
Harriet levantou os olhos rapidamente para ele, tentando decifrar o tom na pergunta, mas o olhar dele era indecifrável, como sempre. Ele parecia casual, mas algo na forma como a observava a fazia sentir que havia mais por trás da pergunta. — Não, não está. – ela respondeu de forma curta, torcendo para que o assunto morresse ali.
Mas Louis não parecia satisfeito. — Bom, pelo menos ele teve sorte de conhecer você. – ele disse, a voz baixa e quase gentil.
Havia algo no jeito que ele falou que fez o coração de Harriet disparar. Era um elogio? Uma observação casual? Ela não sabia, e isso só a deixava mais nervosa.
A conversa seguiu, com Caleb rindo das próprias provocações e mudando de assunto para aliviar o clima, mas Harriet mal conseguiu acompanhar. Seu rosto ainda estava quente, e ela sentia o olhar de Louis em si de tempos em tempos, como se ele estivesse analisando cada uma de suas reações. Harriet tentou manter a compostura, mas a tensão no ar parecia crescer a cada segundo.
Quando Louis falou novamente, sua voz era calma, mas carregava um peso que Harriet não conseguia ignorar.
— Parece que muita coisa mudou por aqui enquanto eu estava fora. – ele comentou, seus olhos pousando sobre ela por um instante mais longo do que o necessário. — Imagino que você também tenha mudado bastante, Harriet.
Ela ergueu a cabeça, encontrando o olhar dele por um breve momento antes de desviar.
— Bom, todo mundo muda, não é? – ela respondeu, tentando soar confiante, mas sua voz saiu mais trêmula do que ela gostaria.
Louis apenas sorriu, mas o sorriso não era tão despreocupado quanto antes. Era como se ele estivesse pensando em algo que não dizia em voz alta. Harriet sentiu o peso do momento e tentou se concentrar no chá em sua xícara, mas sabia que a tensão entre eles estava longe de desaparecer.
A mãe de Harriet, sempre gentil e curiosa, aproveitou o momento para quebrar o silêncio constrangedor que pairava no ar. Enquanto colocava mais chá na xícara de Louis, ela perguntou com um sorriso caloroso.
— E então, Louis? Conte mais sobre sua experiência no exército. Imagino que tenha sido desafiador, mas também uma grande aventura.
Louis endireitou os ombros, assumindo uma postura mais séria, mas ainda relaxada. Ele era claramente confortável em falar sobre isso, embora sua voz carregasse um peso que indicava o impacto do que havia vivido.
— Foi desafiador, sim, Anne. No início, foi mais difícil me adaptar à rotina. Acordar antes do sol nascer, os treinamentos intensos, as missões que pareciam intermináveis. Mas com o tempo, tudo isso se tornou parte de quem eu sou. Aprendi a importância de manter a calma, mesmo em situações extremas. Claro, houve momentos em que foi assustador, mas acho que evolui muito como pessoa.
Todos na mesa ouviram com atenção, até mesmo Caleb, que geralmente era o mais desinteressado em conversas sérias. Harriet, no entanto, sentia seu coração bater rápido.
Não era pela história em si, mas pela forma como Louis falava. Sua voz firme e o brilho nos olhos mostravam o homem que ele havia se tornado.
— Você deve ter algumas recordações desses momentos, não? – perguntou a mãe de Harriet, curiosa.
Louis sorriu e pegou o celular do bolso. — Tenho algumas fotos, sim. Sempre que podia, registrava algo. – Ele deslizou o dedo na tela por alguns segundos antes de virar o aparelho para a mesa.
— Essa foi durante um dos nossos treinamentos finais. – disse ele, mostrando uma foto de si mesmo.
Na imagem, Louis estava com o uniforme militar ajustado ao corpo forte, o tecido marcando cada músculo bem definido. Ele segurava uma arma com firmeza, os braços tatuados tensos e as veias salientes, enquanto o rosto exibia uma expressão séria e concentrada. A luz do sol realçava os traços de seu rosto, deixando-o com uma aparência tentadora.
Harriet, que estava tomando um gole de chá, quase engasgou ao ver a foto. Sentiu um calor súbito subir por seu corpo, seguido por uma sensação estranha, como se sua pele estivesse formigando.
— Uau. – Caleb comentou, impressionado. —Você realmente parece um cara durão aí, hein!
A mãe de Harriet também elogiou: — Você parece muito corajoso, Louis. Deve ser o orgulho da sua equipe.
Harriet, no entanto, não conseguiu dizer nada. Seu olhar estava fixo na imagem por mais tempo do que deveria, e seu coração batia tão rápido que ela temia que todos à mesa pudessem ouvir. Cada detalhe da foto parecia intensificar a atração que ela sentia, e isso a assustava profundamente.
— Harriet, o que você acha? – A voz de Caleb a puxou bruscamente de seus pensamentos.
— E-Eu… ah, É uma foto b-boa. – ela respondeu, gaguejando, enquanto tentava desviar o olhar. Mas a imagem de Louis parecia gravada em sua mente, e o calor que tomava conta dela se direcionava diretamente para sua florzinha.
Ela se levantou abruptamente, derrubando a cadeira no processo. — Com licença, e-eu esqueci que tinha que… pegar algo no meu quarto!
Sem esperar por uma resposta, Harriet saiu quase correndo da cozinha, deixando todos na mesa olhando para ela com expressões confusas.
Quando chegou ao quarto, fechou a porta e encostou-se contra ela, tentando recuperar o fôlego. Seu coração ainda batia descontrolado, e ela levou as mãos ao rosto, sentindo o calor que tomava conta de si.
— O que está acontecendo comigo? – ela sussurrou, incrédula. Nunca havia sentido algo assim antes, e o fato de ser por Louis tornava tudo ainda mais complicado. Ela precisava se recompor, mas sabia que, depois de sentir sua calcinha molhar com aquela foto do mais velho, nada mais seria como antes.
🎀ྀིྀི
Harriet estava no quarto, tentando acalmar a confusão de sentimentos que borbulhava dentro dela. Sua xotinha ainda estava quente e melada por baixo da calcinha. Ela nunca se sentiu desse jeito, nem quando beijou alguns meninos da escola.
— Respira, Harriet, respira. – ela sussurrou para si mesma, segurando as próprias mãos para tentar parar de tremer. — Foi só uma foto. Você só está impressionada. É isso. Nada demais.
Depois de alguns minutos, ela finalmente se obrigou a se recompor. Arrumou o cabelo rapidamente no espelho, respirou fundo e decidiu sair do quarto. Quanto mais tempo ela ficasse ali, mais suspeitas levantaria. Precisava voltar para o andar de baixo e agir como se nada tivesse acontecido.
No entanto, ao abrir a porta, Harriet deu de cara com Louis saindo do banheiro, a franja um pouco bagunçada e as mangas de sua camisa dobradas, revelando os antebraços fortes. Ele parou assim que a viu, os olhos encontrando os dela com intensidade.
Por um momento, o tempo pareceu congelar. Harriet sentiu o rosto esquentar de novo, o silêncio entre eles se tornando insuportavelmente palpável. Ela tentou desviar o olhar, mas não conseguiu.
— Harriet. – Louis disse com um leve sorriso nos lábios, aquele tipo de sorriso que parecia saber mais do que deveria. Ele deu um passo em direção a ela, e ela automaticamente recuou.
— Sim? – ela perguntou, a voz saindo um pouco mais alta do que o esperado.
— Você saiu da mesa tão rápido que fiquei pensando, tudo bem com você? – Ele inclinou a cabeça de leve, como se realmente estivesse curioso, mas havia algo em seu tom que a fez desconfiar que ele estava se divertindo com a sua cara.
— Ah, claro! Claro que sim – Harriet respondeu apressadamente, forçando um sorriso. — Eu só lembrei de algo que precisava fazer. Nada importante.
Louis arqueou uma sobrancelha, claramente não acreditando. Ele deu mais um passo em sua direção, diminuindo a distância entre eles, o sorriso nos lábios se alargando levemente.
— Mesmo? Porque parecia que você estava fugindo de alguma coisa. Ou talvez de alguém?
Harriet sentiu o coração acelerar de novo. Ele sabia. Ou, pelo menos, desconfiava. Mas ela não podia, de jeito nenhum, admitir o que estava sentindo. Não para ele.
— Você está implicando comigo, não está? – ela retrucou, tentando parecer desafiadora, mas sua voz tremia levemente.
Louis riu baixinho, cruzando os braços enquanto a observava com atenção. — Eu? Implicando com você? Nunca.
— Claro que está. – Harriet insistiu, aproveitando a deixa para tentar mudar de assunto. — Você sempre adorou me provocar desde que éramos crianças.
— Talvez. – ele admitiu, com um brilho divertido nos olhos. — Mas você não respondeu minha pergunta.
Harriet sentiu que estava prestes a entrar em pânico novamente. Ele estava encurralando-a de forma tão óbvia, que ela precisava sair dali antes que dissesse algo que não deveria.
— Eu não sei do que você está falando, Louis. – ela disse rapidamente, dando um passo para trás em direção à escada. — E, sinceramente, não tenho tempo para isso agora. Minha mãe deve estar me esperando lá embaixo.
Sem esperar por uma resposta, Harriet se virou e praticamente desceu correndo as escadas, sentindo o olhar de Louis queimando em suas costas enquanto ela fugia mais uma vez. Ao chegar ao andar de baixo, ela tentou parecer calma, mas por dentro ainda estava um caos.
— Isso não pode continuar assim. – ela murmurou para si mesma, enquanto fingia se ocupar com algo na cozinha. Mas no fundo, ela sabia que, depois daquele encontro, era apenas uma questão de tempo até que Louis a provocasse de novo. E o pior? Ela não tinha certeza se conseguiria resistir.
🎀ྀིྀི
Nos dias seguintes, Harriet fez o possível para evitar qualquer momento a sós com Louis. Sempre que ele entrava em um cômodo, ela encontrava uma desculpa para sair. Se ele começava a se aproximar, ela rapidamente se ocupava com algo ou se refugiava no quarto. Era uma estratégia cuidadosamente elaborada que, para sua surpresa, parecia estar funcionando.
Louis, por sua vez, parecia ocupado demais para provocá-la novamente. A casa estava cheia de parentes que vinham visitá-lo, ansiosos por ouvir suas histórias do exército e ver como ele havia mudado. Ele estava constantemente cercado por adultos que o admiravam, jovens que faziam perguntas incessantes e até crianças que o seguiam como se ele fosse um super herói de histórias em quadrinhos.
Harriet se sentia aliviada. Com a atenção de todos voltada para Louis, ela finalmente pôde relaxar um pouco. Ele estava sempre ocupado conversando, rindo ou compartilhando fotos de suas experiências.
À noite, a família se reunia para jantares animados, e Harriet se escondia entre as conversas dos outros, mantendo a cabeça baixa e participando apenas quando necessário. Sempre que seus olhos cruzavam com os de Louis por acaso, ela desviava rapidamente, sentindo o calor subir pelo rosto, mas ele não parecia notar.
Apesar disso, algo dentro dela ainda estava inquieto. Mesmo sem a provocação direta, a simples presença de Louis era suficiente para deixá-la desconcertada. Ele parecia ainda mais carismático, mais confiante e mais tentador, impossível de ignorar. Mas Harriet estava determinada a manter sua distância.
Assim, os dias se passaram em uma espécie de equilíbrio frágil. Harriet evitava, Louis não insistia, e a dinâmica da casa seguia tranquila, pelo menos na superfície.
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A sala de estar estava cheia de risos e conversas animadas. A família de Harriet se reunia novamente, e o centro das atenções, como sempre, era Louis. Ele estava sentado em uma das poltronas, com a postura relaxada e o sorriso charmoso que parecia atrair todos à sua volta.
Harriet, que tentava passar despercebida sentada no canto oposto da sala, observava de longe enquanto uma de suas primas, Lily, fazia um esforço evidente para monopolizar a atenção dele. Lily era um pouco mais velha que Harriet e conhecida por seu jeito encantador, sempre se destacando em qualquer reunião familiar.
— Então, Louis. – Lily disse, inclinando-se um pouco mais do que o necessário, os olhos brilhando de interesse. — Deve ser tão emocionante estar no exército. Aposto que você tem histórias incríveis para contar.
Louis sorriu de um jeito que Harriet reconhecia muito bem, aquele sorriso sacana e quase provocador que ele costumava usar quando era mais novo e seduzia as garotas do bairro. — É, tem seus momentos emocionantes. Mas não sei se seriam interessantes o suficiente para você, Lily.
— Oh, tenho certeza que seriam, qualquer dia desses você poderia me falar ou mostrar. – ela retrucou, tocando levemente o braço dele, uma risada suave escapando de seus lábios.
Harriet sentiu o sangue ferver. Ela sabia que não tinha o direito de se incomodar, mas não conseguiu evitar. A cena diante dela era como um espinho em sua pele. O que a irritava mais, porém, não era Lily, mas o fato de Louis parecer estar gostando da atenção.
Ela apertou o punho contra o braço da poltrona, tentando manter a compostura. Mas quando Louis olhou para Lily novamente com aquele mesmo sorriso provocador, algo dentro dela estalou.
Sem perceber, Harriet lançou um olhar fulminante na direção dos dois, o ódio evidente em seus olhos. Foi só quando Louis virou a cabeça e encontrou o olhar dela que Harriet percebeu que havia se entregado. Ele a encarou por um momento, a sobrancelha levemente arqueada, como se estivesse tentando decifrar sua reação.
Depois de alguns segundos, o canto da boca de Louis se curvou em um sorriso divertido. Ele sabia.
Mais tarde, quando todos estavam espalhados pela casa e Harriet finalmente pensou que tinha escapado da cena embaraçosa, Louis apareceu do nada na cozinha, onde ela estava tentando se ocupar cortando uma fatia de bolo.
— Você está estranhamente quieta hoje, Harriet. – ele disse, encostando-se casualmente na bancada, os braços cruzados. — Algo errado?
Ela nem olhou para ele. — Nada. Por que teria algo errado?
— Não sei. – ele disse, em um tom que soava inocente, mas o brilho nos olhos denunciava sua verdadeira intenção. — É que lá na sala você parecia… incomodada com alguma coisa. Achei que talvez tivesse algo a ver com Lily.
Harriet parou de cortar o bolo por um instante, sentindo o coração disparar. Mas ela rapidamente se recompôs. — A idade avançada está fazendo você imaginar coisas, Louis.
— Será? – Ele deu um passo em direção a ela, abaixando a voz. — Porque, para mim, parecia que você estava com ciúmes.
Harriet girou para encará-lo, chocada, seu rosto ficando vermelho instantaneamente. — Ciúmes? Não seja ridículo!
Louis riu, um som baixo e divertido que só a irritou ainda mais. — Ah, claro. É ridículo. Deve ter sido impressão minha, então.
— Exatamente. – ela retrucou, tentando soar firme, mas sua voz vacilou levemente. Ela virou as costas, voltando sua atenção ao bolo, mas sentia o olhar dele a queimando.
Louis deu outro passo, ficando mais perto, e se inclinou ligeiramente para falar perto de seu ouvido. — Se quiser que eu dê atenção para você, é só dizer, Harriet.
Ela se virou novamente, os olhos arregalados de choque. — Você é insuportável, sabia?
— Talvez. – ele disse, dando de ombros, o sorriso divertido ainda nos lábios. — Mas pelo menos sou honesto.
Antes que ela pudesse responder, ele se afastou, saindo da cozinha com a mesma confiança provocadora que a deixava sem saber como agir. Harriet ficou parada ali, com o bolo esquecido na bancada, o coração batendo tão rápido que parecia que ia explodir.
Ela levou as mãos ao rosto, respirando fundo, enquanto o medo crescia em seu peito. Louis havia percebido. Ele sabia. E Harriet não tinha ideia de como esconder seu segredo agora que ele parecia determinado a provocá-la.
Harriet ficou alguns minutos na cozinha, tentando recuperar o controle. Passava as mãos pelo rosto, respirava fundo, mas nada parecia aliviar o turbilhão que Louis tinha causado dentro dela. Ele sabia, e isso a deixava completamente vulnerável.
Ela pegou uma fatia do bolo que cortara e se apoiou na bancada, tentando convencer a si mesma de que tudo não passava de uma brincadeira sem graça dele. — Ele só quer me provocar… Só isso. Não significa nada. Não pode significar.
Mas, no fundo, Harriet sabia que não era tão simples assim. Louis parecia se divertir demais com as reações dela, como se estivesse testando seus limites. E o pior? Ele parecia estar sempre um passo à frente.
De repente, passos soaram pelo corredor. Antes que Harriet pudesse sair ou se recompor, Louis entrou na cozinha novamente, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
— Ah, você ainda está aqui. – Ele parecia surpreso, mas o tom em sua voz entregava que estava longe de ser um acaso. Ele encostou na bancada novamente, cruzando os braços, os olhos fixos nela.
— E onde mais eu estaria? – Harriet respondeu, tentando soar casual, mas sua voz saiu mais irritada do que queria.
Louis sorriu de canto, aquele sorriso que fazia seu coração tropeçar. — Achei que já tivesse fugido. Você parece fazer isso muito bem ultimamente.
Harriet o encarou, tentando manter o controle. — Se estou fugindo de alguma coisa, é de você. E com razão, já que não me deixa em paz.
Ele se aproximou alguns passos, reduzindo ainda mais a distância entre eles. — E por que você acha que não consigo te deixar em paz, Harriet?
Ela ficou sem resposta. As palavras pareciam presas em sua garganta enquanto os olhos de Louis a prendiam no lugar. Ele era intenso, confiante, e isso a desestabilizava por completo.
— Talvez você só goste de implicar comigo porque não tem nada melhor pra fazer. – ela disse finalmente, tentando soar desafiadora.
Louis soltou uma risada baixa, inclinando-se levemente, ficando perigosamente perto de seu corpo. — Ou talvez eu tenha minhas razões.
Harriet sentiu o ar faltar. Suas mãos apertaram o balcão atrás de si, e seu coração batia tão rápido que ela achou que ele poderia ouvir. — Razões? Que razões?
Ele abriu um sorriso enigmático, como se soubesse exatamente o que estava fazendo. — Acho que você sabe, Harriet.
Antes que ela pudesse responder, um som de passos vindo do corredor interrompeu o momento. Harriet aproveitou a chance para escapar, passando por ele apressada e sem olhar para trás.
Quando chegou à sala, sentou-se rapidamente no sofá, tentando parecer natural enquanto sua mente ainda girava com as palavras de Louis. Ele a estava testando, provocando ou havia algo mais? Harriet não sabia, mas uma coisa era certa: ela não podia esconder para sempre o que sentia. E, pelo jeito, Louis sabia disso tão bem quanto ela.
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Após o café da tarde, o ambiente da casa parecia mais tranquilo, menos para Harriet que estava no jardim dos fundos, o sol já se escondendo atrás das colinas, deixando o céu tingido de tons alaranjados e rosados. Ela estava agachada perto da cerca de madeira, chamando por sua coelhinha.
— Pétala? Onde você está? – Sua voz estava trêmula, carregada de preocupação. Harriet andou por entre os arbustos e a pequena horta, seus olhos atentos a cada movimento, mas a coelhinha não aparecia. — Oh, não, onde você se meteu?
O desespero começou a tomar conta. Pétala nunca se afastava tanto, e a ideia de perdê-la fazia seus olhos arderem. Harriet sabia que não conseguiria procurá-la sozinha, mas ninguém da sua família estava em casa. Restava apenas uma pessoa. A última pessoa com quem ela queria interagir tão de perto.
Louis.
Ela respirou fundo, apertando as mãos contra o tecido de seu vestido. Pedir ajuda a ele seria embaraçoso, mas não havia alternativa. Harriet entrou na casa rapidamente, encontrando Louis casualmente escorado no balcão da cozinha, mexendo no celular, com aquele sorriso despreocupado que sempre a desarmava.
— Louis… –Ela hesitou, a voz baixa.
Ele ergueu o rosto em sua direção, as sobrancelhas arqueadas em curiosidade. — O que foi, Harriet?
— E-Eu, P-Pétala desapareceu. Eu não consigo encontrá-la, e preciso de ajuda para procurá-la no campo. – As palavras saíram apressadas, quase atropelando umas às outras, enquanto ela evitava olhar diretamente para ele.
Louis a observou por um momento, o sorriso crescendo nos lábios. — Você quer minha ajuda?
Ela assentiu rapidamente, sem confiar em sua voz para responder.
— Interessante. – ele murmurou, empurrando-se da porta e ficando mais próximo. — Você nunca pede nada pra mim, Harriet. O que mudou?
— Não é hora para brincadeiras, Louis. – ela disse, a irritação começando a transparecer. — Você vai ajudar ou não?
Ele riu baixinho. — Claro que vou. Não posso deixar você sozinha numa missão tão importante.
Sem mais uma palavra, eles saíram para o campo. O silêncio entre os dois era denso, quebrado apenas pelos chamados ocasionais de Harriet por Pétala. Louis, no entanto, parecia menos preocupado com a busca e mais atento a Harriet, observando-a seu corpo com aquele olhar que sempre a deixava aflita, como se ele enxergasse todo o seu corpo nu.
Depois de alguns minutos, ele finalmente quebrou o silêncio.
— Você parece bem nervosa, Harriet. – comentou casualmente, caminhando ao lado dela.
— É claro que estou nervosa. Pétala está perdida. – ela respondeu, sem olhar para ele.
— É só isso? – ele provocou, inclinando a cabeça para tentar captar sua expressão.
Harriet parou abruptamente, virando-se para encará-lo. — O que mais seria, Louis? Por que você sempre tem que implicar comigo?
Ele deu um passo à frente, reduzindo a distância entre eles. Seus olhos encontraram os dela, e o sorriso em seus lábios se tornou mais intenso, quase perigoso.
— Você realmente acha que não percebo? – ele disse baixo, a voz rouca, carregada de malícia.
Harriet piscou, confusa. — Percebe o quê?
Louis deu mais um passo, e agora estavam tão próximos que Harriet podia sentir o calor e o cheiro másculo dele. — O jeito que você me evita. Como você fica tensa quando estou por perto. E, principalmente, como você nunca consegue me olhar nos olhos por muito tempo.
O coração de Harriet começou a bater mais rápido, e ela deu um passo para trás, mas Louis avançou na mesma medida, mantendo-a presa entre ele e uma árvore próxima.
— E-Eu não sei do que você está falando. – ela disse, tentando soar firme, mas sua voz saiu mais como um sussurro.
Ele riu, o som baixo e rouco. — Não sabe? Harriet, você é péssima em esconder as coisas. Eu sei que você sente tesão por mim.
O choque a atingiu como um raio. Seus olhos se arregalaram, e ela balançou a cabeça, tentando negar. — Isso é… a-absurdo. Eu não sinto nada por você, Louis.
Ele inclinou a cabeça, examinando-a como se estivesse tentando decidir se acreditava ou não. —Você pode mentir pra si mesma, mas não pra mim. Eu sei que você ficou excitada quando viu minha foto, aquilo te deixou molhadinha, Princesa?
As palavras dele a atingiram com força, deixando-a completamente sem chão. Harriet ficou em silêncio, a mente girando, tentando processar o que acabara de ouvir.
— Você está zombando de mim. – ela finalmente conseguiu dizer, embora sua voz estivesse trêmula.
Louis deu um meio sorriso, inclinando-se ainda mais perto, até seus rostos estarem a poucos centímetros de distância. — Não estou.
Antes que ela pudesse responder, ele ergueu uma das mãos, segurando-a pelo queixo com firmeza. Seus olhos estavam fixos nos dela, e Harriet sentiu como se o mundo ao redor tivesse parado.
— Eu quero você, Harriet. – ele disse, a voz baixa, quase um sussurro. — Eu quero tanto te foder, desde o dia em que eu cheguei e coloquei os olhos em você na varanda.
Sem dar tempo para que ela respondesse ou fugisse, Louis se inclinou e tomou seus lábios em um beijo desejoso, pressionando-a contra o tronco da árvore. O toque dele era firme, em sua cintura, mas deslizou mais um pouco para baixo, acariciando a poupa da sua bunda por de baixo do vestido, e Harriet sentiu todo o calor que a mão dele transmitia, um calor que parecia irradiar toda a sua xotinha.
As línguas se esfregavam lentamente, causando um arrepio no corpinho da mais nova. Quando ele finalmente se afastou, Harriet estava sem fôlego, o rosto corado e o coração batendo como se fosse explodir. Louis olhou para ela com um sorriso satisfeito, antes de descer os beijos para o seu pescoço branquinho, lambendo a pele sensível e chupando.
A mais nova se assustou quando entre um chupão e outro, ela sentiu sua bucetinha se melar inteira, do mesmo jeito de quando ela viu a foto de Louis vestido com aquele uniforme militar.
— Louis e-espera – harriet empurrou suavemente ele pelos ombros, completamente nervosa.
— O que foi? – ele perguntou lambendo os lábios molhados, enquanto encarava fixamente os lábios gordinhos da mais nova.
— Eu acho melhor pararmos, eu to me sentindo estranha. – ela falou e o mais velho soltou um riso pelo nariz.
— Estranha é? Aonde? Aqui? – ele adentrou a mão por baixo do vestidinho curtinho que ela usava, passando a mão pela xotinha da mais nova por cima da calcinha, sentindo a umidade no local.
— S-sim – Harriet gaguejou, suas pernas tremendo quando Louis começou a fazer movimentos circulares em cima do seu grelinho.
— E está doendo, né? – ele perguntou manso, enquanto esfregava a xotinha molhada com mais força.
Sem forças para responder, a garota apenas acenou frequentemente com a cabeça enquanto se pendurava no mais velho pela diferença de altura, e se agarrava nos ombros fortes em apoio, gemendo descontroladamente.
— Eu sei um jeito de fazer parar, você quer que o Lou te ajude?
— S-sim Lou. E-eu – sem conseguir terminar a frase, a garota joga a cabeça para trás, seus olhos rolando enquanto Louis chupava o seu pescoço e acelerava os movimentos por cima da calcinha.
— Porra, Harriet. Você é tão gostosa. – ele geme em seu pescoço, seus dedos adentrando a calcinha da garota, sentindo livremente a textura da xota macia depiladinha e molhada da garota.
O tatuado espalhava o melzinho que saia aos montes da sua entradinha por seu clítoris, deslizando os dedos com mais facilidade. Sentindo as pernas branquinhas tremerem com força quando escorregou um dedo para a entrada molhada sem dificuldades.
— Abre mais as pernas, amor. – Louis disse baixinho em seu ouvido, a garota obedecendo no mesmo segundo, levantando e apoiando uma de suas pernas no quadril largo, dando espaço para o dedo que entrava com força em sua grutinha. — Porra, você tá tão molhada que seu melzinho tá espirrando nos meus pulsos.
Harriet leva seus olhos brilhantes para a cena, soltando um gemido manhoso ao avistar o pulso tatuado totalmente molhado, enquanto impulsionava os dedos para dentro. Louis sentia seu cacete formigar ainda preso na cueca, então com a mão livre, abriu o zíper da calça, puxando seu pau dolorido para fora da boxer.
Ao ver o membro imenso em sua frente, Harriet se assustou, nunca tinha visto um pessoalmente antes já que era sua primeira vez com um homem, viu somente por vídeos na internet. Nervosa, ela tenta abaixar suas pernas, mas Louis a segura firmemente, enquanto punhetava seu pau com firmeza.
— Eu não vou machucar você, não precisa ter medo. – ele deixou um selinho em seus lábios, lubrificando o pau com seu melzinho. — Eu só vou esfregar um pouquinho, por isso você tem que deixar as pernas bem abertinhas, tá bom?
Não tinha como voltar atrás, sua xotinha estava doendo tanto, então ela apenas ficou ali, com as pernas abertas enquanto Louis puxava sua calcinha e encaixava a cabecinha gorda do seu pau, prendendo ela ali dentro.
Harriet soltou um gritinho com a sensação nova, nunca sentiu nada assim antes, a cabecinha molhada esfregando deliciosamente em seu grelhinho. Ela apenas não conseguia mais conter seus gemidos e Louis estava adorando, vendo a mais nova se deliciar conforme ele esfregava o comprimento na xotinha macia dela, sentindo as mãos pequenas dela puxarem os cabelos de sua nuca, em busca de algo para se apoiar conforme ele acelerou os movimentos do quadril.
— Porra você tá tão molhada com tão pouco, como você vai ficar quando eu comer você gostoso?
A mais nova gemeu baixinho com a fala, arranhando a nuca de Louis, sentindo seu corpo alavancar para cima a cada estocada do maior. O barulho molhado que fazia toda vez que ele estocava com força sua cabeça na grutinha encharcada o deixava insano.
Os olhos de Louis desceram para os peitinhos que balançavam levemente, dependendo da força que ele colocava nos movimentos. Levantando a mão em direção a alça da regata da mais nova, ele puxa suavemente para baixo, deixando os peitinhos a mostra, sua boca salivando ao olhar para eles, por que eram tão lindos. Grandes e cheinhos na medida certa.
Louis aumentou a velocidade e a força que esfregava seu pau totalmente babado na xota da garota, agarrando e puxando com força um punhado dos cabelos encaracolados para trás, apenas para ver os peitinhos rosadinhos dela balançando perto do seu peitoral.
— L-lou e-eu não consigo segura-r, acho q-que vou faz-er xixi… – a mais nova chora dengosa, era muito estímulo para sua bucetinha virgem e seu corpo sensível. Os olhos de Louis desviaram dos seus seios apenas para encarar seus olhos encharcados de lágrimas.
— Tudo bem, Meu Doce. Você pode gozar, goza gostoso no meu pau, vai.
E ela gozou. Gozou forte enquanto gritava alto e seu corpo convulsionava. Sua xotinha ardendo de tanto tesão conforme a pegada de Louis em seu cabelo ficou mais forte, o pau continuando a estimular seu grelhinho sensível, mesmo ela se acabando em lágrimas.
— Porra, Princesa. Como você é deliciosa.
Ela sentiu Louis esporrar em sua entradinha, o mais velho abafando o gemido grosso ao enfiar e sugar um de seus peitinhos na boca. A porra jorrada se misturando junto com seu melzinho
Se Louis não tivesse a segurado, ela definitivamente tinha caído no chão, suas pernas ainda tremelicavam, e conforme ela chorava sensivelmente, Louis ajustava no lugar a roupa dos dois, enquanto deixava beijinhos carinhosos em seu rosto molhado.
— Você foi incrível.
Harriet sentiu as palavras dele aliviar parte de sua tensão, mas seu coração ainda estava acelerado. Ela não sabia como lidar com tanta informação, mas, de algum modo, o carinho de Louis fazia tudo parecer menos preocupante.
— Agora vamos encontrar sua coelha. – ele disse, com um tom mais leve, recuando um pouco para dar espaço a ela. Eles continuaram caminhando em busca da coelhinha. A pernas de harriet um pouco trêmulas, enquanto ela sentia a porra de Louis escorrer entre suas pernas a cada passo que dava.
O sol já havia se posto há muito tempo quando Harriet e Louis voltaram do campo com Pétala em segurança. A coelhinha estava aninhada em seus braços, mas o peso que ela sentia em seu peito era completamente diferente.
Durante o jantar, os olhares entre os dois foram constantes, e nenhum dos dois fez esforço para disfarçar. Harriet se esforçava para agir normalmente, mas cada vez que seus olhos cruzavam os dele, um arrepio subia por sua espinha, e ela se lembrava vividamente de tudo que fizeram no campo.
Quando os risos e as conversas familiares finalmente terminaram, Harriet achou que teria paz. Mas, ao sair da mesa de jantar em direção ao corredor, ela sentiu uma presença logo atrás de si.
— Fugindo de mim, Harriet? – A voz rouca de Louis soou perto de seu ouvido, e antes que ela pudesse reagir, ele a encurralou contra a parede do corredor, o olhar intenso fixo no dela.
— Louis, o que você está fazendo? – ela sussurrou, sua voz falhando enquanto o coração disparava.
Ele se inclinou mais perto, o rosto a centímetros do dela. — Você sabe exatamente o que estou fazendo.
Ela engoliu em seco, sentindo o calor subir por suas bochechas. Acompanhando com o olhar as mãos de Louis irem para baixo do seu vestidinho, os dedos adentrando a calcinha e dedilhando os lábios de sua bucetinha, ainda molhada de porra.
Louis riu baixinho, inclinando a cabeça para o lado. — você é terrível em esconder o que está sentindo. Desde o momento que voltamos do campo, você tem me olhado como se ainda estivesse com as pernas abertas esfregando essa xotinha em mim naquele tronco de árvore.
Harriet arregalou os olhos, o rosto ardendo de vergonha. — Fale baixo, Louis! Alguém pode escutar.
— É mesmo? – ele provocou, os olhos brilhando em diversão. Ele recolheu com as pontas do dedo e levou aos lábios, lambendo seu melzinho em uma provocação que a fez estremecer. — Sabe, Harriet. Ainda podemos continuar de onde paramos, se quiser.
Ela o empurrou com um pouco de força, passando por ele com passos apressados. — Você é impossível, Louis!
— Boa noite, Harriet. – ele respondeu com um sorriso que sabia que a mais nova mais cedo ou tarde iria atrás dele.
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Já passava da meia-noite, mas Harriet não conseguia pregar os olhos. Virava de um lado para o outro na cama, sentindo-se inquieta. Cada vez que fechava os olhos, a imagem de Louis surgia em sua mente. Ela respirou fundo, sentando-se na cama. Talvez, se resolvesse aquilo agora, pudesse finalmente dormir.
Sem pensar muito, antes que a coragem a abandonasse, Harriet levantou-se, seu corpo coberto por uma camisola de seda e saiu do quarto. O corredor estava escuro e silencioso, cada passo ecoando levemente enquanto ela se aproximava do quarto de hóspedes onde Louis estava.
Quando finalmente chegou à porta, hesitou por um momento, o coração disparado. Mas, reunindo toda a coragem que tinha, bateu suavemente.
A porta abriu-se quase imediatamente, revelando Louis, que parecia ter acabado de sair do banho. Ele estava descalço, vestindo apenas uma calça de moletom cinza, o cabelo ligeiramente bagunçado. O sorriso presunçoso que surgiu em seus lábios quando a viu fez Harriet desejar ter voltado para o quarto.
— Harriet. – ele disse, nenhum pouco surpreso com visita, sabia que em algum momento ela iria trás dele. — O que está fazendo aqui a essa hora?
— Eu… – Ela tentou desviar o olhar, mas não conseguiu. — Eu só q-queria agradecer por ter me ajudado com Pétala hoje.
Louis encostou-se ao batente da porta, cruzando os braços, o sorriso provocador crescendo. — A essa hora?
— Eu não conseguia dormir. – ela confessou, a voz quase inaudível.
Ele riu suavemente, abrindo mais a porta. — Quer entrar?
Harriet hesitou, mas acabou entrando, sentindo-se incrivelmente nervosa. O quarto parecia ainda menor com os dois ali, e ela mal sabia onde colocar as mãos ou o olhar.
— Você realmente veio até aqui só pra agradecer? – Louis perguntou, fechando a porta e se aproximando.
— Sim! Por que mais eu viria? – ela respondeu apressada, mas sua voz vacilou no final, a entregando.
Louis inclinou a cabeça, a observando como se estivesse lendo cada pensamento dela. —Sabe, Coração. Acho que você está mentindo pra mim.
— Eu não estou! – ela retrucou, embora seu tom estivesse afetado pelo modo em que ele a chamou.
Ele riu, parando a poucos passos dela. — Você podia ter me agradecido amanhã de manhã, mas veio aqui agora, no meio da noite, no meu quarto, com essa camisola curtinha. Sabe o que eu acho?
Harriet engoliu em seco, incapaz de desviar o olhar. — O quê?
Louis se inclinou levemente, seu rosto próximo ao dela. — Acho que você não veio só pra agradecer. Acho que você veio me dar algo mais.
O coração de Harriet parecia que ia sair do peito. — Louis, você está delirando…
— Estou? – ele provocou, a voz baixa e carregada de luxúria, que fazia a pele dela se arrepiar. Ele deu mais um passo, e Harriet recuou instintivamente, mas a cama atrás dela impediu que fosse longe.
Louis ergueu uma das mãos, tocando suavemente o rosto dela. — Se quiser voltar para o seu quarto, pode ir agora. Mas, se ficar…
Harriet o interrompeu, balançando a cabeça. — Você é um canalha…
— E você é irresistível. – ele murmurou, antes de inclinar-se e capturar seus lábios em um beijo que a fez perder as forças das pernas.
Louis não lhe deu tempo para fugir. Assim que seus lábios tocaram os dela, Harriet sentiu o mundo girar. A pegada dele era firme e intensa em sua cintura, puxando-a para mais perto, enquanto ela sentia o calor de seu corpo contra o dela. Ela tentou resistir ao turbilhão de emoções, mas seu corpo parecia agir por conta própria.
Suas mãos hesitantes subiram até os ombros largos de Louis, e ela se sentiu pequena diante dele. Ele era muito mais alto, ela mal conseguia alcançar o pescoço dele sem ficar na ponta dos pés. Louis notou isso, então firmou o aperto em sua cintura e a ergueu levemente, deixando-a cruzar as pernas em seu quadril, enquanto a mantinha na altura perfeita para que pudesse beijá-la sem esforço.
Ela soltou um suspiro surpreso, e ele aproveitou para aprofundar o beijo, entrelaçando suas línguas, explorando a boca dela de uma maneira faminta que a deixou sem ar. Harriet sentiu o calor tomar conta de todo o seu corpo quando sentiu sua xotinha livre de qualquer pano se esfregar na pele exposta do maior, gemendo baixinho ao sentir os pelos aparados da pélvis arranharem sua bucetinha sensível, suas mãos se agarrando ao pescoço dele enquanto suas pernas estavam bambas.
Quando ele finalmente se afastou, ambos estavam ofegantes, os lábios interligados com um fio de saliva. Louis a colocou de volta no chão devagar, mas não se afastou. Ele olhou para sua pélvis, vendo ela molhada com seu melzinho, dando um sorriso de lado antes de pegar com as pontas dos dedos e levar até os lábios.
— Seu gostinho é tão bom, Princesa. Você quer esfregar sua bucetinha no meu pau novamente? – ele perguntou sedutoramente, os olhos passeando pelo rosto dela, vendo quando ela mordeu os lábios, enquanto cruzava as pernas com força.
Louis inclinou-se novamente em sua direção e tomou seus lábios fortemente. Ela correspondeu sem hesitar, fechando os olhos e se entregando enquanto sentia a língua dele se esfregar na sua deliciosamente.
Os movimentos das suas línguas eram firmes e calorosos, e ela gemeu ao sentir as mãos fortes dele deslizaram por sua cintura até sua bunda, alisando e apertando com força antes de adentrar as mãos por baixo do tecido, puxando seu quadril levemente para mais perto.
— Você não tá usando calcinha?
Harriet negou timidamente, soltando um som supreso e manhoso quando sentiu os fios da sua nuca serem puxados com força.
— Você é uma putinha mesmo, não é? Foi só esfregar um pouquinho dessa xotinha em mim e se tornou essa desesperada por pau. – ele falou firme, puxando o cabelo dela com mais força. — Se ajoelha, já que faz tanta questão do meu pau, eu vou te dar ele.
O rosto angelical já estava banhado de lágrimas, fungando chorosa conforme se colocava de joelhos. Louis nunca soltando o agarre em seus cabelos enquanto puxava a barra da calça moletom, colocando somente o seu pau completamente duro e babado para fora. Harriet lambou os lábios, sentindo sua boca salivar ao ver o maior punhetando o pau deliciosamente em seu rosto.
— Agora você vai abrir a boquinha e me chupar gostoso.
E ela obedeceu rapidamente, seus olhos brilhando em ansiedade enquanto via Louis aproximar seu pau de seus lábios. Ela sugou a cabecinha lentamente, se familiarizando, sentindo mais do comprimento grosso entrar em sua boca. Harriet era inexperiente mas não inocente, teoricamente ela sabia como fazer um boquete, ja tinha visto vídeos na internet quando era mais nova.
Ela soltou um pouco de saliva na cabecinha, antes de abrigá-la em sua boca, rodopiando a língua úmida em volta dela, friccionando constantemente na linha da glande, sentindo o mais velho contrair o quadril para trás, gemendo surpreso pelo estímulo intenso, apertando mais forte seu cabelo.
Harriet tentou levar mais do comprimento em sua boca, os cantos dos lábios se esticando para receber mais do comprimento grosso, nunca deixando de acariciar a língua pelos lados. Em algum momento a cabecinha pressionou em sua goela, fazendo a mais nova engasgar com força, se afastando do comprimento e tossindo.
Mas não teve muito tempo para se recompor já que Louis levantou sua cabeça para cima e enfiou seu cacete com tudo na boca encharcada novamente, a mais nova apoiando as mãos nas coxas musculosas do mais velho, tentando relaxar a garganta enquanto gemia abafado, enviando vibrações para o cacete entalado em sua garganta.
— Porra isso, se engasga gostoso no meu pau. – Louis proferiu gemendo rouco, enquanto puxava grosseiramente os cabelos da nuca garota, a forçando a enfiar mais do seu caralho na boca.
E harriet não tinha o que fazer, a não ser aceitar de bom grado tudo o que estava recebendo, esticando sua língua e babando no comprimento grosso, gemendo dengosa ao ver seu nariz encostando na pélvis do mais velho, sentindo quando ele começou a estocar seu cacete na sua cavidade quente. Sua xotinha estava pegando fogo, pulsando e se melando toda, seu melzinho pingando no chão.
Tentando de algum modo aliviar a pulsação entre suas pernas, ela separou as pernas, levando a mão por baixo da camisola curtinha, seus dedos esfregando timidamente seu grelhinho, a sensação de prazer fazendo ela soltar um grito entalado enquanto ainda sentia o pau indo e voltando na sua goela.
Os gemidos que Louis soltava acima de si fizeram ela levantar o olhar, a visão do rosto másculo contorcido em prazer e a franja grudando em sua testa fez a mais nova esfregar furiosamente seu grelhinho sensível, seu corpinho tremendo com tanta estímulação.
Tudo isso era muito para ela, então ela levou a mão livre para o pulso que ainda segurava firmemente seu cabelo, apertando e arranhando tentando chamar a atenção de Louis. Ela sentiu o momento em que ele se retirou da sua boca, ao mesmo tempo em que sentiu o tapa forte em sua bochecha, em seguida pegando sua franja e puxando com tudo para trás.
— O que foi, hm? A vagabunda sedenta não aguenta levar um pau na garganta? – ele grunhiu irritado, vendo o momento em que a garota franziu as sobrancelhas e gemeu chorosa.
— D-desculpa, Lo-ou. E-eu – harriet tentou falar, mas sua voz falhou, totalmente rouca pelo esforço que fez ao chupar o pau. — Minha florzinha e-esta doendo Lou, eu ‘to mui-muito m-molhada.
Para comprovar sua fala, ela se afastou um pouco para trás, abrindo bem as pernas e levantando a camisola, dando a visão para o mais velho da poça molhada no chão. Os olhos azuis analisaram a bagunça que ela fez no chão, antes de levantar em direção ao seu rostinho angelical totalmente corado e banhado de lágrimas.
— Levanta. – Louis mandou irritado, a voz mais grave do que antes. A garota tentou se equilibrar e reunir forças nas pernas bambas, suas pernas tremendo ao fazer esforço para cima. — Anda logo, caralho!
Harriet grunhiu dolorida ao sentir as mãos do mais velho puxar seus cabelos para cima, a jogando na cama, seu corpo pulando ao cair sentada no colchão. Sua bucetinha se melando ainda mais ao ver o pau vermelho rubro totalmente ereto em sua frente, não balançando em nenhum momento de tão duro que estava.
— Coloca esses peitinhos para fora, hm? – o maior pediu excitado, punhetando seu membro e acompanhando as mãos da mais nova abaixando as alças da camisola, seus peitinhos cheinhos e empinadinhos pulando para fora, totalmente expostos.
Com a mão livre ele apertou o seio direito, a pele transbordando entre seus dedos. Ele escutou o gemidinho dengoso da mais nova com o estímulo e soltou um riso quando avistou ela separar as pernas e tentar se aliviar no colchão.
— A minha garotinha está tão desesperadinha para gozar, você quer que eu te ajude? – harriet assentiu freneticamente, seus olhos verdes encarando fixamente seu pau.
— Como você quer? Que eu use os meus dedos? Ou quem sabe o meu pau?
— Eu quero tudo, Lou. T-tudo que vier de V-você. – harriet gemeu baixinho, mordendo seus lábios ansiosa.
Louis rapidamente a empurrou contra a cama, a fazendo se deitar, levantando e embolando rapidamente a camisola na sua cintura. Ele apoiou as mãos por trás das suas coxas, as levantando e fazendo seus joelhos pressionarem seus peitinhos, a deixando totalmente a sua mercê.
Ele analisou sua bucetinha, lubrificando os lábios finos enquanto dedilhava com as pontas dos dedos os lábios molhados, levando o polegar até seu clítoris esfoladinho e movimentando devargazinho a provocando.
— Porra, que buceta linda. – Louis gemeu rente a sua bucetinha, ele acumulou um pouco de saliva na boca antes de deixar cair em cima do grelhinho inchado, assoprando logo em seguida e fazendo ela gemer pela a sensação gélida na sua florzinha.
— P-por favor, e-eu – a garota implorou baixinho, não ia aguentar ser provocada por mais tempo.
Louis olhou para cima, seus olhos flagrando o momento em que lágrimas caíram dos olhos verdinhos. Por mais que quisesse provocar a garota, sabia que era a primeira vez que seu corpo era estimulado dessa forma, então sem desviar o olhar do rosto corado, ele lambeu uma faixa da buceta vermelha, recolhendo com a ponta da língua um pouco do melzinho que escorria e depois subiu até o grelhinho, dando lambinhas fracas para testar as reações dela.
Harriet gemeu escandalosa, nunca teve nenhum tipo de contato na sua bucetinha virgem, e agora ter a língua quente massageando seu grelhinho inchado e sensível fez a mais nova se espernear na cama, alto demais. Estava tão presa nas sensações que seu corpo estava sentindo que não viu quando Louis se aproximou de seu rosto e deu um tapa ardido em sua bochecha, arrancando um gemido surpreso dela.
— Sua vadia escandalosa, tem como calar a boca? Ou eu vou ter que fazer você se engasgar no meu pau até ficar sem voz? – Louis cuspiu irritado em seu rosto, pegando um dos travesseiros que estava no centro da cama e enfiando com tudo na sua cara. — Se você for escandalosa novamente eu te largo aqui do jeito que você está.
— Não Lou p-por favor eu irei me c-comportar – ela gemeu chorosa, temendo que Louis realmente a deixasse daquele jeito.
Louis deixa um beijinho na lateral de suas coxas, murmurando um ‘muito bem’ antes de voltar a esfregar a língua quente e molhada no seu grelhinho, para cima e para baixo, a barba rala raspando na sua entradinha molhada.
Harriet tremeu as pernas em desespero, mordendo um pedaço do travesseiro, obedecendo Louis ao tentar gemer baixinho. Ela não podia fazer mais nada a não gemer contido no travesseiro, as vezes escondendo seu rosto, enquanto levava uma das mãos no cabelo do mais velho, apertando toda vez que o estímulo era muito.
Harriet tentou se conter, tentou mesmo, mas no momento em que Louis abriu mais da sua bucetinha e esfregou a língua molhada freneticamente no nervinho do seu grelhinho, ela não aguentou. Ela soltou o travesseiro e agarrou violentamente com as duas mãos o cabelo do mais velho, seu gemido surpreendentemente baixo mas ainda sim esganiçado, enquanto ela abria mais as pernas e se contorcia com o orgasmo avassalador que estava sentindo.
E mesmo assim Louis não parou de esfregar sua grutinha sensível, indo mais rápido com a língua, levando dois dedos para o buraquinho sensível, sentindo mais do melzinho escorrer direto nos seus dedos, sua barba rala toda molhada de gozo.
Ele só parou quando levantou o olhar para o rostinho rubro e viu a mais nova se tremendo inteira, seus peitinhos tremelicando junto com o corpo, a boca totalmente aberta enquanto o queixo estava todo babado de saliva. Os olhos verdes estavam sendo revirados para trás. E Louis não deixou de pensar em como ela ficaria quando levasse todo o seu pau.
Ficando entre as pernas moles dela, ele puxou o cabelo que estava grudado no rosto suado da garota para trás, vendo o momento em que ela começou a chorar devido aos estímulos intensos que sentiu. Louis não resistiu ao esfregar seu comprimento na xotinha gorda, ficando satisfeito ao ver a garota soltar mais lágrimas ao tentar se esquivar da sua cabecinha esfregando no clítoris inchado dela.
Louis voltou sua atenção ao rosto angelical, vendo os olhos verdinhos brilhantes encarando fixamente os seus olhos azuis. Ele apoiou um dos antebraços do lado de seu rosto, dando selinhos no seus olhos molhados e lábios conforme colocava uma das pernas apoiadas na beira da cama, a outra continuando plantada no chão.
Ele a incentivou a abrir um pouco mais as pernas, em seguida segurou na base do seu pau, direcionando a cabecinha na entradinha. Harriet gemeu baixinho quando sentiu a cabecinha tentar a alargar, a dor dilacerante fazendo ela recuar o quadril pra trás, desfazendo o contato. Ela olhou para baixo, se assustando ao ver a glande manchada com um pouquinho de sangue, e sem pensar tentou fechar as pernas, sabendo que foi um grande erro quando sentiu os dedos grandes apertarem suas bochechas rudemente.
— Eu mandei você se afastar? – Louis proferiu rouco, as sobrancelhas franzidas em irritação.
— Doeu m-muito, eu prom- — Ela não foi capaz de terminar, no momento seguinte ela sentiu o tapa ardido em sua bochecha, gemendo baixinho com a ardência.
— Você anda me prometendo muitas coisas, Harriet. – ele sussurrou rente ao seus lábios, apertando a bochecha recentemente atinga. — E não está sendo capaz de cumpri-las, de tão inútil que você é.
Harriet se encolheu ao ouvir as palavras proferidas, se surpreendendo ao que sua xotinha se molhou ainda mais ao ser humilhada daquele jeito e o mais velho percebeu isso, dando um sorriso ladino que a fez soltar um gemidinho.
— E-eu juro que serei b-boa dessa vez, s-senhor. – ela proferiu em um sussurro, esfregando os peitinhos no peitoral suado, tentando o amansar ao ver que ele continuava irritado.
— Senhor, hum? – ele deixou um beijo no seu queixo antes de fechar os dedos na sua garganta, a pegada fazendo a mais nova revirar os olhos e agarrar o pulso tatuado a sua frente. — Então você será boa para mim? Vai deixar o seu senhor foder a sua bucetinha?
— Sim senhor, eu i-irei.
Após a afirmação, ele ajeitou sua posição entre as pernas dela novamente, esfregando seu pau entre os lábios molhadinhos de sua bucetinha.
— Só vai de-devagarzinho Lou, por favor. – harriet pediu enquanto olhava fixamente no rosto másculo, que estava com os olhos direcionados para o que fazia mais abaixo.
— Eu prometo, Doce.
Depois de posicionar a cabecinha rente ao buraquinho, ele apoiou uma das mãos atrás da coxa dela incentivando-a a se abrir um pouco mais, enquanto com o outro ele apoiou o antebraço no colchão, passando a mão por baixo da sua cabeça, fechando os dedos nos cabelos macios e firmando a pegada ali.
Louis deixou um selinho nos lábios carnudinhos dela, olhando fixamente nos olhinhos verdes enquanto empurrava o quadril lentamente, avistando quando ela abriu a boca e soltou um ofego engasgado, estirando a cabeça para trás deixando seu pescoço a mostra aonde Louis deixou mordidinhas conforme empurrava para frente.
Ele sentiu quando a bucetinha fez pressão no seu pau, tentando o expulsar para fora. Ele tentou entrar novamente, mas harriet fechava as pernas em dor, impossibilitando o comprimento de continuar o caminho para dentro.
— Porra, princesa. Abre mais as pernas para eu conseguir entrar. – Louis grunhiu abafado, sentindo a pressão forte ao redor da cabecinha do seu pau. Ele abriu as pernas dela rudemente, abaixando seu tronco para baixo a impedindo de fechar as pernas. — Se você fechar as pernas vai doer mais.
Após abrir as pernas e conseguir mais acesso para se movimentar livremente, Louis voltou a tentar empurrar mais do seu comprimento para dentro, começando a estocar lentamente somente a cabecinha para frente e para trás, acariciando seu grelhinho inchado com o polegar facilitando a entrada do seu cacete mais para dentro.
Quanto mais Louis acariciava o clítoris sensível, mais molhada a entrada ficava, facilitando os movimentos. Sem excitar ele empurrou completamente tudo para dentro, o calor envolvendo-o como uma luva de veludo, as bolas inchadas pressionaram o cuzinho molhado.
A mais nova gemeu baixinho, não sabendo reagir diante de tanta estimulação em seu corpo, sentindo quando o aperto em seu cabelo ficou mais forte, ela agarrou o braço musculoso que estava do lado do seu rosto quando sentiu o cacete a alargar de uma vez.
Louis não conseguiu evitar o rosnado na garganta, a buceta o apertando fortemente. Ele continua a massagear o clítoris totalmente inchadinho, movendo-se lentamente para dentro para ajudá-la a se ajustar.
— Tá gostoso? – ele perguntou ofegante, seus quadris aumentando a velocidade conforme via a garota acenando com a cabeça freneticamente. Rindo baixinho quando ele percebeu ela arreganhar as pernas, dando ainda mais espaço para as estocadas.
Louis firmou o pé no chão enquanto apoiou o joelho direito com mais precisão na beira da cama o dando apoio quando voltou a estocar com força porém lento na entradinha judiada, a posição nova fazendo ele acertar o pontinho intocado dentro dela, vendo o momento em que ela abriu a boca em um ‘O’ perfeito, gozando fortemente em seu pau.
— Você é tão sensível, gatinha. Mal comecei a te comer e você já tá gozando? – ele zombou, olhando para baixo apenas para ver seu pau brilhando do gozo que jorrava do buraquinho, antes de voltar a olhar para os olhos verdes que estava transbordando em lágrimas.
— M-me desculpa Lou, mas é tão g-gostoso que não consigo controlar, eu p-pro–
A garota foi interrompida pois no momento seguinte o maior começou a estocar mais rápido, seu ponto G sendo massageado grosseiramente pela cabeça gorda do cacete grosso. Harriet não conseguindo mais segurar os gemidos, soltando ruídos entrecortados por conta das estocadas, ela mesma levou as mãos até os lábios, tampando-os para abafar os gemidinhos quando sentiu sua bucetinha queimar e jorrar mais melzinho direto no cacete.
Mas chegou uma hora em que só suas mãos não estavam sendo o suficiente, ela se assustou quando ele se retirou rapidamente do seu interior e a virou grosseiramente de bruços. Os seus peitinhos pressionados no lençol, gemendo ao sentir o agarre das mãos grandes empinar sua bunda para cima e abrir mais suas pernas.
Harriet sentiu o cacete grosso entrar com tudo na sua grutinha encharcada novamente, sentindo a textura macia do pau dentro de si, tudo mais intenso devido sua bunda estar mais empinada. Ela sentiu ele começar a meter com força, a cabecinha rapidamente achando seu pontinho novamente e o massageando, sua bucetinha pulsou loucamente a fazendo bater os pés com força na cama tentando se desvincular do toque.
Mas o maior a prensou com força na cama, estocando até o fundo, provocando seu ponto G enquanto rebolava o quadril. Harriet revirou os olhos pela pressão em sua xoxotinha, ela soltaria um grito que acordaria a casa inteira se Louis não tivesse sido mais rápido, levando as duas mãos em direção a sua cabeça e pressionando duramente seu rosto no colchão.
Os gritinhos abafados deixaram o mais velho louco, que colocou ainda mais força e velocidade nos movimentos, arregaçando sua bucetinha.
— Eu não quero escutar a sua voz, entendeu? Eu quero escutar somente os seus gemidinhos enquanto eu usufruo dessa buceta. – Louis falou rouco. Ela virou o rosto a tempo de ver ele apoiar a outra perna que estava no chão junto com a outra na beira da cama, colocando os joelhos por fora das suas pernas trêmulas a impossibilitando de se abrir ou se esquivar.
Louis abaixou o tronco e se aproximou de seu rosto, ela gemeu dengosa a partir do momento em que sentiu o abdômen forte encostar em suas costas suadas, o mais velho afastando os cabelos grudados de seu rosto antes de beijar sua bochecha molhada pelas lágrimas.
— Que bucetinha gostosa amor, só eu posso comer ela assim, não é? – ele indagou, vendo a mais nova proferir vários ‘sim’ enquanto tinha o corpo sendo impulsionado para cima. — Óbvio que sim porque você é minha putinha, só minha.
Ela soltou vários gemidinhos finos, tentando abafá-los no colchão. Os seus peitinhos sendo friccionados na colcha da cama conforme seu corpo impulsionava para cima, sentiu Louis passar as mãos por baixo do seu corpo, agarrando os seus peitinhos e os apertando enquanto pegava impulso para meter com mais precisão, usando o agarre para trazer seu corpo em direção as estocadas.
Mas o momento foi quebrado ao escutar batidas na porta, Louis sabia que ela estava gozando novamente, então retirou as mãos dos seus peitinhos e rapidamente levou a mão até sua boca, tampando o gemido esganiçado que ela soltou conforme gozava forte enquanto escutava a voz de Caleb do outro lado da porta.
— Louis? Ta acordado?
Harriet enrijeceu embaixo de si, a névoa do orgasmo passando, ela virou a cabeça e ergueu os olhos medrosos em direção aos olhos azuis que já a fitava. A bucetinha apertando o pau fortemente em tensão, com medo de ser descoberta.
— Estou sim Caleb, aconteceu algo?
— Não cara, eu fui descer para beber água e acabei escutando uns barulhos, vim conferir se tava tudo bem.
— Eu estava vendo vídeo no meu celular, acho que me empolguei no volume, foi mal. – ele respondeu alto, voltando a estocar o quadril na bucetinha quente da garota, sentindo o gemidinho abafado que ela deu. Os olhos azuis revirando pelos estímulos que o buraquinho tenso fazia no seu pau.
— Beleza, se precisar de qualquer coisa é só me chamar. – Caleb falou por último, antes de se afastar da porta.
Ao escutar os passos se distanciando, Louis se afastou do corpinho tremulo, puxando seu pau vermelho do interior quente e retirando as pernas que estava em volta das pernas dela, alisando a bunda macia enquanto olhava a bucetinha judiada e vermelha piscando, manchada com um pouco de sangue. Louis viu o momento em que o corpo fraquejou completamente fraco, ele pegou na cintura dela e a fez deitar de ladinho, a bundinha completamente empinadinha em sua direção.
— Você vai continuar sendo boa para mim? Vai deixar o papai gozar dentro da bucetinha que o pertence? – ele proferiu rouco, levantando a perna esquerda dela para encaixar mais fácil a glande na xoxotinha molhada. Ela gemeu baixinho ao escutar Louis se chamando daquela forma.
— Sim p-papai, pode g-gozar aonde quiser.
Louis gemeu ao adentrar novamente no calor molhado, posicionando uma mão ao lado do rosto corado, os movimentos ainda lento ao sentir seu pau sensível por estar segurando o orgasmo por muito tempo. Ele levou a mão livre até o peitinho que balançava devido aos movimentos, apertando-o com força, ouvindo o gemidinho dengoso que mais nova soltou.
— Segura a perna para mim, huh? – ele pediu baixinho, vendo quando a mão delicada da garota segurou por trás da perna esquerda, a erguendo e pressionando o joelho na lateral de seu busto, ficando abertinha para Louis que voltou a meter o cacete na sua bucetinha.
Ela sentiu dois dos dedos dele esfregarem seu grelhinho furiosamente, causando um barulho molhado. A nova posição fazendo ela gemer alto, sentindo sua grutinha queimar enquanto recebia as estocadas potentes de Louis.
— Papai p-para – harriet com a mão livre tentou afastar a pélvis do mais velho, chorando quando ele agarrou seu pulso e empurrou no colchão, entrelaçando seus dedos. — Lou eu v-vou fazer x-xixi.
Louis deu uma risada com a ingenuidade da garota, provavelmente ela estava sentindo vontade de esguichar e confundia isso com a vontade de fazer xixi. — Tá tão gostoso assim que você quer esguichar, bebê?
A expressão de Harriet se tornou confusa, não compreendendo o que Louis quis dizer, mas não teve muito tempo para pensar nisso quando no momento seguinte ele pôs a mão em cima da sua que estava segurando sua coxa, a fazendo abrir mais a perna enquanto metia diretamente no seu pontinho doce, ele voltou a esfregar rapidamente seu grelhinho agora com os quatro dedos e tudo isso foi demais para ela.
Ela esguichou com força, expulsando o caralho encharcado de Louis para fora e molhando toda a pélvis dele. As lágrimas escorriam aos montes do seu rosto conforme ela se contorcia com os dedos ainda esfregando sua xotinha sensível. Ela estava completamente fraca quando sentiu Louis voltar a enfiar o pau dentro da sua bucetinha, negando com a cabeça freneticamente, soltando ruídos chorosos.
— O papai só vai enfiar um pouquinho para gozar, princesa. Fica quietinha. – ele sussurrou, os olhos brilhando de excitação ao ver as lágrimas molharem a bochecha corada, voltando a meter com força, os movimentos lisos conforme o gozo da garota molhava seu cacete, facilitando no deslizar.
Os gemidinhos dengosos e sensíveis que harriet soltava foi o estopim para Louis. O gemido grosso ecoando pelo quarto quando ele gozou em jatos longos e grossos na xoxotinha quente, seu quadril metendo lentamente no buraquinho que pulsava freneticamente ao redor do seu pau para prolongar a sensação gostosa, vendo o rosto angelical destruído abaixo de sí.
Se retirando com cuidado de dentro dela, ele se sentou nas panturrilhas vendo a xotinha completamente vermelha. O clítoris e os lábios da bucetinha completamente esfoladinhos, o buraquinho usado pulsava compulsivamente e completamente molhado com o gozo branquinho escorrendo do interior. A visão fez Louis apertar o pau com força, vendo o estrago que causou na garota.
Ele estranhou o silêncio e olhou para cima, a garota se encontrava apagada, seu corpo mole depois de tanto esforço. Louis ajeitou o pau nas calças, se levantando e indo até a mesa de cabeceira ao lado da cama, abrindo e pegando um pacote de lenço umedecido, voltando até a garota adormecida. Ele a limpou, colocou a camisola no lugar novamente e a acomodou direito na cama, cobrindo o corpo com um lençol fino.
Após ter ajeitado harriet, ele mesmo se limpou e colocou outra calça moletom, se posicionando ao lado da garota, o colchão afundando levemente sob seus corpos. Ele apagou a luz do abajur, deixando o ambiente iluminado apenas pela luz fraca da lua que entrava pela janela. Louis a puxou delicadamente para mais perto, envolvendo-a em um abraço íntimo.
Louis não demorou a adormecer, os corpos entrelaçados, o calor um do outro mantendo-os próximos durante a noite inteira.
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Na manhã seguinte, Harriet foi a primeira a acordar. Ela piscou os olhos lentamente, sentindo o sol matinal tocar sua pele. Foi só quando tentou se mover que percebeu que Louis estava com um braço em volta de sua cintura, mantendo-a firmemente junto a ele. Ela olhou para trás, encontrando-o ainda adormecido, a expressão tranquila e serena.
Um sorriso suave surgiu em seus lábios enquanto ela observava o rosto dele, se lembrando também da noite anterior, suas bochechas corando um pouco. Pela primeira vez, ela percebeu que não sentia medo ou dúvida. Algo dentro dela dizia que aquilo não era apenas um momento passageiro. Eles estavam construindo algo, algo real, mesmo que ainda não soubessem exatamente como seria.
Quando Louis começou a se mexer, ainda meio sonolento, ele a apertou mais contra si, murmurando algo inaudível antes de abrir os olhos devagar. Ao perceber que ela estava acordada, um sorriso preguiçoso curvou os lábios dele.
— Bom dia. – ele disse, a voz rouca e grave, tão irresistível quanto o próprio.
— Bom dia. – Harriet respondeu, sentindo o coração bater mais forte.
Louis afastou uma mecha de cabelo do rosto dela, ainda com aquele sorriso tranquilo. — Espero que você saiba, Harriet, que depois disso eu não vou te deixar fugir de mim.
Ela riu baixinho, encostando a testa na dele. — Eu nem quero fugir.
Ele sorriu, a puxando para um selinho suave, e Harriet soube, sem sombra de dúvida, que estava exatamente onde deveria estar.
Onde Harry, a garota mais popular da escola, tem um penhasco pelo nerd Louis, e sempre o chama para suas festas na esperança dele vir...
Avisos: l!tops, h!bottom, Harry como garota cis, pwp, Louis nerdzinho, ambos são de maior apesar de estarem na escola, perca de virgindade
O sinal ecoa alto pelos corredores gélidos e sem vida da escola, como sempre. Mas Harry não se incomoda, ela realmente amava a escola e não porque a via como seu reino com seus lacaios chatos que a seguiam por aí… Não, ela simplesmente amava.
Ela caminhava com calma, o uniforme de líder de torcida abraçando seu corpo tão perfeitamente que parecia ter sido moldado unicamente para ela, desfilando pelo corredor como se estivesse em uma passarela –e de certa forma, está. Todos notam sua presença: olham para sua saia curta e esvoaçante quando passam, acenam com a cabeça, outros se atrevem a dizer “oi”. Mas certamente ninguém era indiferente.
Exceto um.
Harry não prestava atenção em nenhum deles, realmente. Ela já está procurando por alguém.
E então o vê. Ali, perto dos armários mais ao fundo, quase escondido entre a porta do refeitório e a das salas de aula, o garoto com um suéter azul-marinho, cabelo desgrenhado –mas não totalmente bagunçado–, olhar mergulhado em um livro grosso como se fosse a coisa mais interessante de toda sua semana. E talvez fosse.
Louis Tomlinson. Inexplicável, porém irrevogavelmente lindo.
Harry sorri sem perceber. Aquela coisinha nerd parecia imune a qualquer tipo de charme e encantamento seu. Era engraçado, todo mundo caia a seus pés, mas ela aprendera do pior jeito que Louis não era todo mundo.
Ela atravessa o corredor, ignorando uma das garotas da torcida que a chamara.
–Lou Lou!– diz com o entusiasmo de quem reencontra o melhor amigo de anos.
Louis ergue os olhos, piscando um pouco confuso por baixo dos óculos, como se tivesse acabado de ser brutalmente arrancado de outro universo.
–Ah… Oi, Harry.
–Lindo dia, né?– Harry encosta no armário ao lado, jogando os cabelos cacheados e esvoaçantes para trás com um gesto ensaiadamente despreocupado.
Louis não conseguiu não reparar.
–Tá meio nublado.
–Pra mim ele está simplesmente radiante agora que você apareceu– disse ela, com aquele sorrisinho que mostrava suas lindas covinhas.
Ela parecia um pouco perversa e Louis se questionou se ela estava sendo gentil ou tirando uma com a cara dele. Ambas as coisas o incomodavam.
–Hm, você precisa de alguma coisa?– ele perguntou, ajeitando os óculos perfeitamente alinhados simplesmente porque não sabia ficar sem ter o que fazer com as mãos.
–Precisar? Não. Querer… Talvez– ela rodeia, batendo o indicador no queixo como quem finge pensar –Se eu te pedisse algo você me daria?
Louis engoliu em seco.
–Depende– respondeu, encarando-a. Ele genuinamente queria saber o que um garoto como ele poderia oferecer a uma garota como ela.
–Não é nada demais– Harry se inclina um pouco sobre ele, analisando todo aquele rosto inocente e tímido que mal saía de entre páginas de livros velhos… Ela queria aqueles lábios, mas não podia ser tão direta, não é? –Quero seu tempo.
–Eu não vou te dar aulas.
E, ok, talvez isso tenha ferido um pouco o ego de Harry. Sua cara indignada já dizia tudo.
–Eu não preciso de aulas– retrucou, sucinta, com um pouco de acidez na voz –Sei que não repara muito em mim, mas estamos na mesma aula de álgebra avançada. Não sou burra.
Louis arregalou os olhos em surpresa e as bochechas ganharam um tom de vermelho que Harry teria achado engraçado se fosse em outra ocasião.
–Eu nunca diria isso e- Não foi minha intenção, por favor, me perdoe, eu me expressei mal– ele se apressou em dizer, envergonhado –É claro que eu notei você… Quer dizer não tem como não notar, né? Você é tipo a menina mais bonita de lá e- Aí meu Deus, também não foi isso que eu quis dizer… Digo você é bonita, mas eu não estou dando em cima de você nem nada do tipo, é só que…
–Por que?
Louis olhou para cima. Enquanto se embaralhava em palavras ele nem percebera que retraia a cabeça e encolhia os ombros como quem sofre uma represália.
–Por quê o quê?
–Por que não está dando em cima de mim? Não é como se você não pudesse– Harry arqueia a sobrancelha em puro desafio, ajeitando o cabelo atrás da orelha.
Louis abre a boca em completa descrença. E ele estava para responder o motivo óbvio –ou, pelo menos, que na sua cabeça era óbvio– quando ouvira Harry gargalhar. Ela chegou a apoiar a mão em seu peito enquanto se inclinava para frente e Louis sentiu o corpo travar. Estavam perto. Muito perto.
–Você tinha que ver a sua cara!– ela dizia, entre uma risada e outra. Era um som agradável, Louis quase se podia imaginar rindo com ela se ele não fosse o motivo da graça –Não leve tudo tão a sério, Lou Lou.
Harry deixou propositalmente a mão ali, esperando a crise de riso terminar. Ela podia sentir o peito magro, porém levemente malhado, sob a ponta de seus dedos e sua vontade foi de acariciar a área, mas ela segurou-se.
Louis ficou vermelho. Não só nas bochechas –até as orelhas ficaram coradas.
–Você… Sempre fala assim com as pessoas?
–Só com as que eu gosto de implicar.
–Implicar? Comigo?
–É. Você tá sempre tão quietinho na sua bolha… Isso me faz entrar– Harry olhou diretamente nos olhos dele, os verdes cativando os azuis –Você mal percebe as coisas ao seu redor, inclusive eu.
–E isso te incomoda?
–Me intriga– ela se aproximou, os joelhos estavam se encostando com tamanha proximidade. Harry colocou a mão por cima do livro fechado que o outro ainda mantinha em seu colo –Fico pensando o que tem de tão interessante nessas páginas… Que faz você dar mais atenção a elas do que a mim.
Louis engoliu em seco, tropeçando nas próprias palavras:
–N-não é isso… É só… Eu gosto de ler.
–Eu também– Harry sorriu. O mesmo sorriso de antes. As mesmas covinhas –Mas prefiro coisas ao vivo. Que eu posso ver… Ouvir…– a mão delicada moveu-se lentamente, com uma calma quase sensual, e posou em cima do pulso do garoto –Tocar…
Louis travou.
–Você quer… Dizer tipo… Filmes?
Harry riu, baixo, e recolheu a mão, deixando-a pender ao lado do corpo.
–Claro. Filmes. Ou festas.
Ela apoiou o braço no armário, um pouco abaixo da cabeça de Louis, deixando-os ainda mais próximos.
–Falando nisso… Festa lá em casa hoje. Você vem?
–Não sei… Essas festas não são muito meu estilo, você sabe.
–E qual é seu estilo, Louis?– Harry estava de frente para ele, olhando-o diretamente nos olhos. Tão felinos e intrigantes que Louis quase se rendeu como uma perfeita presa.
Silêncio.
Harry inclinou a cabeça.
–É silêncio?
–Eu gosto de coisas calmas. E… E previsíveis.
Harry sorriu. Inclinada demais. Perto demais.
–Então talvez você devesse mesmo ir. Quem sabe descobre que gosta de… Surpresas.
Louis abaixou o olhar. Aquilo tudo já estava sendo uma surpresa para ele. Harry já conversara com ele inúmeras vezes, isso era fato, mas nunca com essa proximidade. Nunca com tanta insistência.
–Hã… Eu… Vou pensar.
–Você sempre diz isso… Dessa vez, pensa com carinho, tá?– ela se afastou e parece que o ar voltou para os pulmões de Louis. Os olhos ainda ardiam nele, entretanto –Se você aparecer, prometo que vou fazer valer a pena.
Então virou de costas e saiu andando tranquilamente pelo corredor. Que agora estava vazio.
Louis ainda estava parado, pensando. Muitas coisas se passavam pela sua cabeça naquele momento, mas ele parecia cansado demais para pensar em cada uma delas –e isso que era começo da manhã–, então resolveu dar um fim em todas as perguntas: ele não iria a essa festa, assim como não fora em todas as outras. Harry nunca sentira sua falta, não seria agora que sentiria.
(...)
O quarto de Louis era o oposto de qualquer festa: organizado, silencioso e morno. A luz da luminária criava um círculo suave sobre a escrivaninha, onde um caderno de anotações e dois livros empilhados esperavam pacientemente por atenção.
Louis respirou fundo, ajeitou os óculos no rosto e tentou focar na leitura.
“A consciência social de um indivíduo é construída…”– leu em voz baixa, marcando a linha com o dedo.
Bum. Bum. Bum.
O som atravessou a parede fina como se os graves tivessem vida própria.
Ele franziu a testa.
“... é construída através das experiências vividas…”
BUM. BUM. BUM-TCHÁ.
Louis ficou o livro em um baque oco, com força. Do outro lado da janela, luzes piscavam em ritmos alucinados, refletindo no teto do quarto –que só tinha aquela fraca luz do abajur ligada. A casa de Harry, claro. A festa. De novo.
Ele se levantou e foi até a janela, espiou discretamente por entre as frestas da cortina. Gente demais. Rindo, dançando, tropeçando –ainda que não desse para ver tudo, Louis podia imaginar a maior parte. Ele nem sabia onde Harry arranjava tanta gente assim.
Estava prestes a fechar a cortina quando viu.
Na porta da frente, Harry.
Uma regata branca, quase transparente, que mostrava a cor de seu sutiã –preto como a noite–, combinando com uma minissaia jeans azul claro e botas de salto branca. Estava gargalhando com alguém que Louis não conhecia. Os cachos balançavam com o vento e o rosto estava parcialmente iluminado pelas luzes coloridas.
Por um segundo, Harry olhou direto na direção da janela.
Louis recuou tão rápido que quase tropeçou no tapete.
–Merda.
Sentou de volta à mesa, tentando se convencer de que estava imaginando coisas. Tentou ler mais uma página. Mais duas linhas. Mia uma frase. Mas a imagem de Harry se inclinando para frente, rindo, mostrando seu decote para qualquer um, voltava a sua mente. E a música não ajudava em nada: parecia estar dentro de seu quarto.
Uma lembrança surgiu na sua mente. Uma que ele não lembrava de ser tão importante.
“Se você aparecer, prometo que vou fazer valer a pena.”
A voz de Harry.
Louis apertou os olhos e encostou a testa na mesa. Por que aquilo estava incomodando tanto? Por que era tão difícil ignorar? Ele era bom nisso. Sempre fora.
Mas agora… Parecia diferente.
Ele levantou de novo. Foi até o armário. Ficou parado em frente às roupas por um tempo, sem saber se estava perdendo o juízo ou… Só cansado do barulho. Ele quis acreditar que era a última opção.
Pegou o primeiro moletom que viu e vestiu por cima da camiseta do pijama. Calçou o tênis e saiu.
Atravessou o jardim em passos decididos, os olhos baixos, o coração no pescoço, batendo tão alto quanto aquela música que ele sequer sabia o nome. A intenção era simples: tocar a campainha e pedir –educadamente– para abaixarem o som.
Era isso.
Mas então a porta abriu antes mesmo que ele pudesse levantar o pulso.
E lá estava Harry.
O corpo brilhando pela camada fina de suor, um copo na mão e um sorriso escandalosamente feliz no rosto.
–Louis!– ela gritou, como se estivesse vendo um milagre, com os olhos o dobro do tamanho normal pela surpresa –Eu sabia! Eu sabia que hoje era o dia!
Louis congelou.
–Eu só vim…– começou, a voz falhando –A música. Tá muito alta. Eu tô tentando estudar…
Harry não ouviu nada disso, no entanto. Ela já estava puxando ele pra dentro, guiando-o com a mão na sua.
–Finalmente decidiu se divertir comigo.
Estava claro que ela estava um pouco alterada. Talvez não muito, pois ela parecia consciente e conseguiu reconhecê-lo sem nenhuma dificuldade –até se lembrou que o tinha convidado–, mas definitivamente não era essa a Harry que ele conhecia.
Louis tentou protestar, mas foi logo engolido pelo calor, cheiro de álcool e perfume barato, a multidão e –acima de tudo– pelo olhar de Harry, preso nele como se fosse a coisa mais interessante daquela casa inteira. Era assim que ela olhava para ele.
A música estava ainda mais alta do que parecia do lado de fora. Louis se encolhia a cada novo grave que vibrava no chão, desviando de corpos dançando e pessoas falando alto demais. Era quase sufocante.
Harry, por outro lado, estava em casa –literal e figurativamente.
–Então,... Tour VIP?– ela perguntou no ouvido de Louis, se inclinando demais, como se estivesse compartilhando algo indecente.
Louis abriu a boca para recusar, mas o aperto de Harry em sua mão se intensificou e ela olhava para ele com uma esperança quase infantil. Ele quase sentiu pena em matar isso, se não fosse por aquele sorriso divertido que ela carregava. Ou ela estava mesmo muito bêbada ou ela se divertia muito em zoá-lo, das duas uma.
De qualquer modo, ele se deixou levar quando ela lhe puxou com naturalidade, abrindo caminho por entre as pessoas.
–Vai ser rápido– disse, piscando os olhos com uma maquiagem delicada, que apenas ressaltava o verde de suas íris –Prometo que te devolvo são e salvo. A não ser que prefira o contrário.
–Por que eu iria querer sair daqui machucado?– perguntou Louis, com uma sobrancelha arqueada, confuso.
Harry riu. Tipo, verdadeiramente. O mesmo tipo de risada que fez ela se inclinar para o cara de antes e que Louis jurava que podia ver além de seu decote. Agora ele podia comprovar: sim, dava para ver.
–Você é engraçado, Lou Lou!
Já haviam chamado Louis de muitas coisas, mas engraçado nunca fora uma delas. Ainda mais quando ele não falou nada para isso.
Um berro grosso, como um rugido, chamou a atenção dos dois. Um grupo de pessoas jogavam beer pong na mesa de jantar improvisada. Uma garota ruiva gritava toda vez que acertavam uma bolinha, mas o que chamou a atenção deles em questão foi o de um cara. Sem camisa. Com uma coroa de papelão na cabeça. Provavelmente o ganhador.
–Aqui temos o salão dos jogos, como pode ver– Harry gesticulou com as mãos –Território perigoso, cuidado. Gritaria, apostas ridículas e, às vezes, beijos inesperados entre melhores amigos.
–O quê?!
–Acontece. Finais de campeonato são intensos.
Louis virou o rosto, desconfortável.
–Não sei o que estou fazendo aqui.
–Eu sei– Harry virou-se para ele, sorrindo com aquelas covinhas e bochechas coradas, se apenas pelo álcool ninguém saberia dizer –Tá conhecendo minha casa. Minha vida. Meu lado… Mais íntimo.
Louis tossiu, vermelho.
–Isso tudo é seu… Lado íntimo?
–Ainda não, mas se você quiser eu posso te mostrar– Harry piscou devagar.
Louis desviou o olhar e apertou a manga do moletom com a mão livre. Ele nem tinha reparado que ainda segurava a mão de Harry.
–Vem– ela disse, puxando-o, novamente, até a cozinha –Aqui é onde a mágica acontece. Ou pelo menos os drinks de gelatina.
A bancada estava coberta de copinhos coloridos, cada um mais suspeito que o outro. Um garoto com olhos vidrados tentava empilhar os copinhos vazios, enquanto uma garota ria deitada no chão com um chapéu de bruxa.
–Vermelho é perigoso, azul te faz rir, verde… Hum, não recomendo– Harry explicou, pegando um copinho lilás e oferecendo a Louis –Esse é o “Amor à Primeira Gole”.
Louis recuou um passo.
–Eu não bebo.
–Nem um golinho?– Harry se aproximou –Prometo que não mordo. A não ser que você goste disso.
Louis ficou em silêncio, encarando o copinho como se fosse um animal selvagem e raivoso prestes a atacá-lo.
–Eu passo.
–Certo– ela concordou e deixou a bebida de volta no balcão.
–Você não vai beber?
–Sem você não tem graça, Lou Lou– respondeu, com aquele sorriso lindo que explica todas as coisas do mundo.
Louis sentiu a pele do pescoço formigar. O que ele devia fazer com aquela afirmação?
–Agora… O quintal– anunciou Harry, como se estivesse apresentando um parque temático secreto –Prepare-se.
Atravessaram a sala até as portas de vidro. O ar lá fora era mais fresco, mas nem por isso menos caótico. No gramado, casais se beijavam encostados nas árvores, nas espreguiçadeiras, ou compartilhavam algum tipo de cigarro que Louis tinha quase certeza que era ilegal. Um grupo tocava violão no canto mais extremo do cercado e uma garota dançava sozinha em cima de uma mesa.
Louis arregalou os olhos.
–Isso aqui é um surto coletivo.
–Bem-vindo a minha mente– Harry se encostou na grade da varanda, olhando diretamente para ele com o lábio inferior entre os dentes –Confesso que parte de mim queria te ver aqui só pra isso. Queria ver a sua reação.
–Por quê?
–Porque você é impossível de decifrar. Fica todo calado, quietinho, todo certinho…
–Eu sou o que sou. Não tem mistério.
–Tem sim– Harry deu um passo a frente –Você finge que não nota, mas seus olhos sempre me seguem quando eu passo. Você finge que não escuta, mas sua mão treme toda vez que eu falo com você. Você finge que não quer estar aqui, mas… Está.
Louis abriu a boca, depois fechou.
–Isso é… É só coisa da sua cabeça.
–Pode ser– Harry sorriu, um pouco triste –O que significa que eu adoro imaginar coisas com você.
Louis deu um passo para trás, como se aquilo pudesse proteger sua sanidade.
Ficou um silêncio por um momento. Harry olhando para Louis como se esperasse alguma reação dele que não a indiferença e Louis tentando não prestar atenção no que acontecia à sua volta.
–Vem, vamos continuar nosso tour– Harry disse, desencostando-se da grade um tanto irritada. Consigo mesma talvez. Ela só tinha mais uma chance de fazer Louis notar ela…
(...)
–O que estamos fazendo no seu quarto? Achei que estivesse me mostrando a festa…– disse Louis, ajeitando o óculos no rosto.
–A festa termina no meu quarto, Lou Lou– sussurrou Harry, com a voz carregada de uma segunda intenção que o garoto não pescou.
Louis olhou para ela com uma confusão gritante nos olhos.
–Toda aquela gente vai vir pra cá?– ele perguntou, indignado.
Harry soltou um suspiro, incrédula. Ela não podia acreditar que ele era tão inocente quanto transparecia. Exceto que era. E a prova esteve em sua cara a noite toda.
–Você só pode estar brincando comigo…– ela sussurrou, coçando a nuca sem jeito. Ela realmente não sabia deixar mais claro seu desejo por Louis do que já deixara em todo o tempo que se conheciam –Louis, eu vou ter que escrever na minha testa?
Mais confusão.
–Escrever?– ele questiona.
Harry anda em passos felinos até ele, os olhos verdes encantando os azuis com a sedução de uma puma cativando sua presa.
–Gatinho, eu quero você. Quero você como eu nunca quis mais ninguém naquela droga de escola!
Louis arregalou os olhos. As bochechas rapidamente ganharam cor, que se espalhou até as orelhas. Na verdade, chegava a ser fofo o quão envergonhado ele ficou.
–Me quer?
–Não é possível que você tenha achado esse tempo todo que eu queria ser sua amiga!– disse ela, indignada. Harry pousou a mão delicada e de unhas decoradas sob o peitoral do outro –Lou Lou, eu quero segurar a sua mão pelos corredores e beijar você na frente do refeitório todo…
Ela se inclinou para frente, alcançando a boca no ouvido de Tomlinson.
–E sentar na sua cara até virar uma bagunça e seus óculos ficarem molhados do meu prazer.
Aquela frase poderia facilmente infartar Louis Tomlinson. O coração batia tão rápido que ele sequer podia decifrar se estava ou não dentro do peito. Ele olhou para Harry abismado; não sabia daquele lado da garota e pior, não sabia desse lado da garota para com ele.
Talvez ela sempre tivesse sido óbvia, mas Louis claramente era um leigo. Como poderia imaginar que uma garota como ela, linda, gostosa, inteligente e a melhor e mais popular líder de torcida da escola, fosse ter uma quedinha por ele?
Louis continuava parado, como se cada célula do corpo dele tivesse congelado. Só o coração, entretanto, que parecia ter enlouquecido, quente e terno.
Harry ainda estava ali, tão perto, com os olhos fixos no dele –olhos que não riam, que não faziam piada. Ela estava falando sério. Sério demais.
–E se eu…– ele engoliu em seco –E se eu não souber o que fazer?
Harry sorriu, e foi o sorriso mais doce que ele já tinha visto sair daqueles lábios atrevidos. Mal podia acreditar que estava sendo direcionado a ele.
Ela passou os dedos de leve pela bochecha dele, e então disse, quase num sussurro:
–Eu também não sei exatamente como se faz, Lou Lou… Mas eu sei que eu quero que seja com você.
Louis piscou. Uma, duas, três vezes. Sentiu a garganta secar. Seu corpo inteiro vibrava entre o pânico e a euforia.
–C-comigo?
–Eu esperei tanto esse momento– confessou ela, olhando para ele como se estivesse abrindo um segredo guardado a sete chaves. Pela primeira vez na noite, não haviam sorrisos maliciosos e frases com segundas interpretações… Harry parecia, na verdade, vulnerável –Com todas as chances que eu tive, com todas as pessoas que me quiseram… Nenhuma delas era você.
Louis engoliu em seco, sentindo o peso daquelas belas palavras. O silêncio entre eles foi preenchido por uma batida de música abafada do andar de baixo e pelas fortes batidas de seus próprios corações.
–Mas… Você é Harry Styles. Você pode ter quem quiser.
Ela sorriu de novo, agora com ternura.
–Pois é. E eu quis você.
Ele não sabia se chorava, se ria, se fugia ou se ficava ali para sempre. Mas sabia que não queria ir embora.
Ela se aproximou devagar, suas testas se encostando. O beijo que veio não era urgente, nem ansioso –era apenas um selar de lábios, reverente. Era quase como um pedido de permissão e uma promessa silenciosa.
O beijo evoluiu rápido, mas ao mesmo tempo era suave e tímido. Os lábios de Harry roçavam os de Louis como uma pergunta sussurrada, mas a língua era impeta e decidida, guiava Louis como quem esperou a vida toda para fazê-lo.
A timidez não demorou a se tornar algo urgente. Harry deslizou os dedos pela nuca dele, aprofundando o beijo, puxando-o mais para perto. Deitou a cabeça de lado, fazendo o encaixe ser mais preciso e Louis soltou um som engasgado, de surpresa. Parecia mais uma descoberta, afinal, era seu primeiro beijo –apesar de não ser o de Harry.
Molhado, quente, envolvente. Um beijo com gosto de desejo guardado a muito tempo.
Ela sorriu contra os lábios dele, percebendo a hesitação.
–Você tá tremendo– sussurrou, os olhos verdes fixos nos dele.
–Eu nunca…– ele tentou explicar, sem fôlego.
Harry encostou a testa na dele, a mão deslizando pelo peito sob a camisa. A respiração dos dois já descompassada.
–Shhhh, tudo bem– ela tranquilizou, pousando um selinho nos lábios finos –Você tá indo muito bem. Só faça o que sentir vontade, eu vou gostar de tudo.
Louis engoliu em seco e ela sorriu, voltando a beijá-lo. Agora com ainda mais fome. As línguas se encontravam, dançavam, exploravam com cuidado e curiosidade, até que o quarto inteiro pareceu girar.
Sem se afastar muito, Harry levou as mãos à barra da própria blusa e a puxou para cima num movimento só, revelando a pele pálida e o sutiã preto. Louis arregalou os olhos como se tivesse sido atingido por um raio.
–Acha que vai sobreviver à vista, gatinho?– ela provocou. Mesmo com o coração disparado, ela levou as mãos às costas, alcançando o fecho do sutiã com facilidade.
–Eu… Eu não sei– ele murmurou, corado até a raiz do cabelo.
–Se desmaiar, eu te acordo com outro beijo. Só não disse onde– ela brincou, piscando apenas um olho para ele antes de se desfazer do sutiã também.
Louis soltou um riso nervoso, mas seus olhos desceram para o busto desnudo. Eram perfeitos. Um par de seios lindos e redondinhos, pequenos na medida certa para suas mãos, mas grandes o suficiente para sua boca –não que ele tivesse pensando nisso, claro. Ele estava hipnotizado.
–Você quer tocar?– ela perguntou, quando o viu encarando por tempo demais. Era fofo.
Ele não respondeu, apenas corou violentamente –ainda mais, se é que era possível. Então Harry pegou suas duas mãos e levou-as até a atenção de Tomlinson. E, puta que pariu, ele quase gemeu.
Estava quente e pesado sob seus dedos e o bico estava eriçado. Ele apertou levemente, experimentando, e ouviu Harry soltar um suspiro baixo. Olhou para seu rosto e ela estava igualmente corada, com o lábio preso entre os dentes.
–Você pode tirar a sua também?
E só então ele se deu conta de que era o único completamente vestido. Ele soltou os seios dela apenas para tirar o moletom, seguido da blusa do pijama, e voltou com as mãos sobre o corpo dela. Harry deixou ele fazer o que queria enquanto analisava-o.
–Você é todo bonito, sabia?
–Você também. Quer dizer,... Você é linda, Harry. Sempre foi.
Harry o puxou de volta para si, beijando-o mais uma vez, agora com mais corpo, mais calor, mais intenção. Os torsos nus roçavam um no outro; Louis podia sentir o mamilo de Harry espremer-se contra o seu peito e ele nunca pensou que uma coisa pudesse ser tão boa.
As mãos dela passeavam pelas costas dele, sentindo cada tremor, cada hesitação e cada rendição.
E ainda assim, mesmo no meio daquilo tudo, ela sussurrou com a voz rouca e maliciosa:
–Eu quero tudo de você, Lou Lou. Cada toque, cada beijo… Quero você por todo o meu corpo. Quero ser sua.
Ele engasgou um pouco com a ousadia da frase e Harry riu contra a pele de seu pescoço, os dentes arranhando logo abaixo do lóbulo da orelha.
–Você fala essas coisas como se já tivesse feito isso antes– ele comentou, tentando soar firme, mas a voz falhou.
–Nunca fiz, mas eu tenho imaginação. E uma lista mental de todas as coisas que eu quero fazer com você. Eu quero te destruir.
Louis não respondeu –nem conseguiria. Só a puxou para outro beijo, ainda mais profundo, mais desesperado, como se tudo o que ele precisasse naquele momento estava ali, entre seus braços.
As mãos se buscavam sem coordenação, e o quarto parecia pequeno demais para a fome que crescia entre os dois. O beijo era desajeitado às vezes, esbarrando dentes, fugindo da linha dos lábios, mas logo se encontrava –mais fundo, mais quente, mais intenso.
Harry tropeçou nos próprios pés quando Louis a puxou enquanto tentava tirar as botas. Os dois riram, entre suspiros.
–Cuidado, Lou… Vai me derrubar antes de conseguir me conquistar de vez– ela brincou, embora seu olhar dissesse que era verdade a tempos.
–Você… Já está conquistada– ele murmurou, vermelho, e Harry quase gemeu com a doçura.
–Ah, é? E o que te faz ser tão confiante?– ela provocou.
Louis olhou para ela, do topo da testa até o final do queixo. Estava encantando.
–Seus olhos. Você olha pra mim como se eu fosse a coisa mais bonita que você já viu– respondeu, colocando uma mecha do cabelo dela atrás da orelha.
–Você é– ela sussurra de volta, com os lábios nos dele, sem desviar o olhar ou fechar os olhos.
Ela segurou o rosto dele entre as mãos, e acariciou-o como ele também estava fazendo.
–Agora me leva pra cama, gatinho. Antes que eu tenha que implorar.
Louis ficou estático por um segundo, o cérebro processando aquela ordem suave como se fosse algo que ele sonhou, não ouviu. Mas quando Harry puxou sua mão e começou a andar de costas até a beirada da cama – e era muito fofo e sensual como seus seios dançavam no ritmo de sua cintura a cada passo–, ele foi atrás, aos tropeços, sem tirar os olhos dela.
Harry caiu de costas na cama, puxando Louis com ela, e os dois afundaram entre os lençóis rosa bagunçados, corações disparados e bocas famintas.
–A gente devia ir com calma…– ele disse, mas suas mãos já tomavam um rumo sozinho para o corpo de Harry, direto para os mamilos.
Harry quase riu com o quão hipócrita ele soava e com o quão sexualmente frustrada ela estava.
–Eu esperei tempo demais pra ir com calma– sussurrou, colocando suas mãos sobre as dele e fazendo ele apertar os seios com força. Ela gemeu lindamente com isso –Mas se você quiser parar, a gente para.
Era um jogo. Ela fez aquilo de propósito para tentá-lo, para não fazê-lo desistir.
–Eu não quero parar– respondeu, entre um ofego e outro.
–Que bom– ela sorriu, triunfante –Porque eu tô querendo calar essa sua boca inteligente com a minha buceta desde o dia que você me corrigiu naquela aula de álgebra. E eu tenho certeza que eu estava certa!
Louis riu, mais envergonhado do que nunca, e mesmo assim mergulhou nos lábios dela de novo, agora com um pouco mais de segurança. As mãos dele exploravam o corpo dela com uma curiosidade singela –ao mesmo tempo que era tímida, também era faminta.
–Você não precisa ser tão cuidadoso, tão retraído. Eu não vou quebrar, Lou Lou– Harry disse, acariciando os fios de sua nuca. Ele estava todo por cima dela e o óculos deslizava pela ponta do nariz, ameaçando cair a qualquer momento.
–E-eu só… Não tenho ideia do que fazer– ele sussurrou, olhando para Harry como se ela fosse uma coisa preciosa que ele não queria espantar.
A verdade era que Harry também não sabia. Ela nunca esteve assim com ninguém antes –exceto aos beijos, mas isso não contava como experiência nessa situação. Mas ela sabia exatamente o que queria.
–Deita– ela mandou, com a voz tão trêmula que não parecia dar uma ordem. Mas Louis acatou.
Ele saiu de cima dela e deitou ao seu lado na cama. O quarto não estava cem por cento escuro –tinha a luz do mini abajur de tomada e a luz da lua. Louis pode ver a silhueta detalhadamente de Harry quando ela se pôs de joelhos na cama e retirou o resto de roupa que ficara em seu corpo. Peça por peça. A minissaia, seguida pela calcinha.
–E-eu… Eu vou fazer algo agora, mas se você não gostar– ela mordeu os lábios, indecisa –Você pode me pedir para parar, certo?
Louis apenas acenou positivamente com a cabeça, ansioso, esperando que ela pudesse ver.
Então, no segundo seguinte, Harry se arrastou até ele e colocou uma perna de cada lado de sua cabeça. Ele sentiu o momento exato que o colchão afundou e o nervosismo tomou conta.
Louis podia ser um leigo, mas não era um completo idiota. Ele sabia muito bem o que Harry queria com isso. E, se fosse sincero, ele podia salivar para não ter que dizer que também queria.
Antes que Harry pudesse falar alguma coisa –provavelmente outra ordem–, Louis enganchou os braços em torno das coxas torneadas dela e puxou-a, sem delicadeza, para cima de sua boca. Literalmente. Ele podia sentir a quentura de sua intimidade implorando por qualquer toque.
A garota soltou um gemido, surpresa, mas derreteu-se em completo prazer quando Louis deu a primeira investida com a língua. Aquilo parecia um sonho, tão irreal. E ao mesmo tempo tão bom.
Harry nem deu tempo para Louis pensar, ela simplesmente desabou seu peso, montando sob o rosto do outro como quem monta um cavalo. E Louis não se deixou abalar, espalhou a língua por toda a xotinha como se já tivesse feito isso várias vezes antes.
A língua subia e descia, explorando e conhecendo, ficando ciente que cada gemido alto era algo a ser aprovado. E Louis era muito bom em aprender. Ele apertava as coxas quando precisava erguer a cabeça e alcançar pontos que sozinha a boca não conseguia.
–Ai meu deus, Lou Lou…– ela gemeu, apertando os olhos quando Louis succionou seu clitóris –Isso é muito bom. Não para, por favor.
Mas ele não pretendia. Ele queria fazê-la gozar, pois não tinha certeza se conseguiria fazer isso mais tarde –isso considerando que eles iriam até o final. Sem contar que o gosto de Harry era muito bom, fazia querê-lo aos montes.
Harry olhou para baixo por um momento e o que viu foi demais para sua própria sanidade. Louis já olhava para ela, como quem estuda e analisa com prazer suas expressões faciais, com os óculos levemente embassados e os cabelos desgrenhados. Ela quase podia ver a pontinha de sua língua trabalhando. Contraiu-se sem perceber.
Tomada pelo prazer, ela inclinou o corpo para trás, apoiando uma mão no peitoral de Louis e com a outra ela desceu até a xotinha, abrindo-a com os dedos.
Puta que pariu, Louis quase gozou dentro das calças. Ele nem sabia que gostava desse tipo de coisa até ter Harry Styles se esfregando nele como uma prostituta carente.
–Lou Lou, por favor, eu tô tão perto…– ela confessou, entre um gemido manhoso e outro.
Tomlinson avançou a velocidade, trabalhando com a língua como ele nunca fizera em nenhum debate –e olha que ele era muito bom. Vez ou outra ele podia sentir a textura dos dedos de Harry, mas não parou por um segundo. Nem mesmo quando, olhando-a tão vulnerável lá de cima, ele correu as mãos por seu corpo e alcançou os seios. Apertou o bico sem timidez ou permissão.
Harry soltou um gemido muito alto, rolando os olhos. Ela podia sentir a bucetinha pingando –se era seu prazer ou saliva ela não sabia, e nem fazia tanta diferença. Ela contraia-se sem parar e Louis não lhe dava trégua. Ele a lambia como um profissional e sugava seu clitóris como quem tem fome, os lábios fechados em volta de seu botão sem espaço para ar.
Ela nem sabia mais o que fazia, apenas rebolava para frente e para trás, cavalgando em busca do seu próprio prazer. A xotinha já devia estar vermelha a uma hora dessas e provavelmente amanhã ela acordaria assada, mas não conseguia se importar. Não quando estava tão perto.
–Ah, Lou Lou…– ela gemeu uma última vez, antes de abrir a boca em um “o” mudo.
Então uma onda avassaladora atingiu-a e ela se contorceu levemente antes de gozar com gosto. Tendo seus últimos espasmos sob a língua de Louis, que só parou de lhe chupar quando a mesma tocou sua testa com a palma da mão, empurrando-o levemente.
Ela saiu de cima dele e caiu deitada na cama, ofegante e com a intimidade pulsando –como se os lábios de Louis ainda estivessem ali, chupando-a com vigor e vontade. Louis igualmente ofegante, virou-se para ela, olhando-a voltar para a realidade aos poucos e pensando o quanto era sortudo.
–Você é… Perfeita– ele disse sem pensar, em um sussurro, corando logo em seguida.
Harry riu, baixo e rouco que fez o estômago dele virar do avesso.
–Você vai me matar desse jeito.
–Eu?
–Com esse jeitinho doce, inocente… E ainda por cima, de óculos. É tortura demais para uma garota só.
Louis riu, nervoso.
–Não tenho nada de especial, Harry– ele disse, corando.
Mas Harry não aceitou ouvir isso. Ela virou-se para ele também, pequena e nua, e distribuiu beijos por seu pescoço. Beijos leves, suaves, que causavam cócegas, mas que logo alcançaram o ouvido alheio.
–Você tem tudo de especial, Lou Lou. Você foi o primeiro garoto que bateu de frente comigo, mesmo que por causa da lição de casa. Foi o primeiro garoto que nunca tentou me impressionar.
Harry sorriu e Louis sentiu os pelos de seu corpo se eriçarem.
–Enquanto todo mundo via apenas a minha aparência e minha popularidade… Você só queria competir comigo pela melhor nota de álgebra.
Ela riu baixinho e voltou para trás apenas para encarar os olhos dele.
–Você me viu, Louis. Mas não com expectativas ou esperando eu ser algo que eu não sou. Você me vê como eu sou. E isso é mais do que eu poderia pedir.
Louis sentiu o ar prender os pulmões. Por um segundo, tudo ao redor pareceu se apagar e nada importava além desse momento –nem sua ereção dolorosa.
–Eu…– ele começou, mas a voz saiu baixa demais. Ele limpou a garganta , tentando organizar os pensamentos que Harry acabara de bagunçar –Eu não sabia que uma pessoa como você podia sentir coisas por mim.
Harry sorriu e avançou, sobre ele, rolando em cima de seu corpo, quebrando qualquer defesa que ele tivesse construído. Pousou um selinho nos lábios dele, cheio de ternura.
–Você é bobo se acha que não é nem um pouco interessante– ela sussurrou, os olhos presos nele –Eu vejo você desde o primeiro dia. Com aquele livro enorme no colo, franzindo a testa porque os corredores são barulhentos demais.
Ela fez um carinho singelo com a ponta do dedo em sua bochecha.
–Você acha mesmo que eu me importava com quem eu chamava para estas festas? Era só um pretexto para chamar sua atenção, para fazer você vir até mim.
–Péssimo jeito de chamar a minha atenção– ele disse, fazendo ambos rirem.
Harry mordeu o lábio.
–Deu certo, no entanto, você veio!
Louis quis ocultar a parte pela qual veio de verdade, pois afinal, não importava: ele foi.
–E tudo bem se você não sabia que alguém como eu podia sentir isso. Porque eu senti o suficiente por nós dois esse tempo todo.
Ela se aproximou ainda mais dele, colando seus narizes em um beijo de esquimó, compartilhando a mesma respiração.
–Mas… Acho que tem algo me cutucando lá embaixo. Que tal nós aliviamos você agora?– ela disse, com a voz carregada de malícia.
Louis sabia o que ela queria dizer com isso e ficou nervoso –não que ele não estivesse antes. Arregalou os olhos para ela em total choque e surpresa. Ela sorriu, compreensiva, os dois estavam no mesmo barco, afinal.
–Tá tudo bem, nós vamos devagar– ela sussurrou pra ele, descendo com as mãos pelo torso desnudo.
Ao chegar na braguilha da calça, Harry foi rápida em se desfazer dos fechos. Saiu do colo do outro apenas para tirar o restante das roupas que ele ainda vestia e voltou a se sentar sobre sua barriga.
–Então… Hum, como você quer fazer isso?– ela perguntou, meio sem jeito, sentido o pau duro roçando o final de suas costas. Ok, para a sua surpresa, Louis era bem dotado…
–Bom, eu também não sei… Só conheço a teoria, também– ele soltou, com medo de parecer um idiota e ter acabado com o clima, mas Harry achou engraçado.
–Vamos fazer do método tradicional, então, pode ser?
Ele assentiu com a cabeça e isso foi o suficiente para Harry. Ela jogou-se na cama, de costas, e arrumou-se confortavelmente entre os travesseiros. Aguardou, de pernas abertas.
Mas Louis não foi.
–É… Hum, Lou Lou, isso quer dizer que você vêm por cima de mim– ela disse, com um tom contido de ironia.
–A-ah s-sim… Claro. Eu já sabia– respondeu, envergonhado.
Foi então que decidiu se mexer. Engatinhou, ansioso, por cima daquele corpo delicado que ele tinha acabado de se deliciar, até ficar cara a cara com o rosto lindo que ele tanto admirou em silêncio.
–H-Harry… Nós n-não temos camisinha– lembrou, com o rosto quente até as orelhas. Ele não queria parar, mas era importante alertar ela disso, afinal, era um fator bastante importante e decisivo.
–Não tem problema, gatinho, eu tomo pílula e nenhum de nós dois nunca nos deitamos com ninguém. Estamos limpos, acho que vai ficar tudo bem– ela respondeu, e pela expressão surpresa no rosto de Louis denunciou que ele não esperava isso dela.
Harry apenas revirou os olhos.
–Lou Lou, eu não quero parar. Agora coloca o seu pau em mim antes que eu ache que você não me quer– ela rosnou, um tanto impaciente.
Engolindo em seco, achando que ela estava falando sério, Louis segurou o membro com a mão e guiou até a grutinha dela, alinhando-o. Ele enfiou a cabeça com calma, experimentando o que era a penetração de verdade pela primeira vez.
O calor inebriante quase o fez enterrar sem pensar, mas olhou para Harry e ela estava com os olhos fechados com força. Ele respirou fundo e continuou, devagar, se torturando sem querer, até sua pelve encontrar com a dela. Ele soube ali que a vida não era apenas livros e vídeo games. E também que não seria fácil se segurar.
–Puta merda…– ela gemeu, sentindo-se alargada e cheia ao mesmo tempo. Nem suas aulas de física explicariam isso.
–Você tá bem, Hazz?– ele perguntou, preocupado, com todo o autocontrole que tinha.
A garota não pode não notar o modo carinhoso como ele a chamou. Um sorriso pequeno surgiu em meio às suas expressões dolorosas.
–Se você gemer esse apelido bem gostosinho no meu ouvido, eu fico bem rapidinho, gatinho– ela brincou, entre suspiros.
Dessa vez, foi Louis quem revirou os olhos.
–Nunca desce do pedestal, não é?
–Se eu descesse você não me notaria.
Louis sorriu carinhosamente, pousando um beijo no centro da testa dela.
–Eu teria notado mesmo se você se escondesse– confessou e iniciou uma estocada gentil, pois ele estava delirando.
Harry gemeu, voltando a fechar os olhos. Ela passou os braços em volta do corpo de Louis e o abraçou, puxando-o para perto, quase completamente deitado sobre ela. Trocando calor e suor como devia ser.
–Devagar, Lou Lou, você é grande, sabia?– fora uma pergunta retórica, mas Louis ainda assim respondeu:
–Eu tenho ciência que é um pouco acima da média…
Harry queria rir, mas logo veio outra estocada e tudo que ela fez foi gemer ao sentir aquele pau todo dentro dela outra vez. Ele estava indo devagar, mas ainda assim demoraria um pouco para ela se acostumar.
Louis, no entanto, parecia estar tendo o melhor momento de sua vida. Ele jamais poderia imaginar que sair e entrar dentro de uma buceta poderia ser mais prazeroso do que tirar notas altas no boletim escolar.
Harry o apertava tanto que ele mal tinha tempo pra pensar. Era quente, molhado e estreito de um jeito que sua mão nunca fora. Ele quase podia ver estrelas se fechasse os olhos.
As estocadas se seguiram no mesmo ritmo. Vez ou outra, Louis aumentava a velocidade, mas quando ouvia Styles gemer um pouco mais alto ele voltava o que estava fazendo antes como se tivesse tomado um choque de realidade. Pelo menos havia a constância, que o deixava na beira.
–Lou Lou, você pode fazer o que quiser, agora– ela sussurrou, naquele tom sedutor –Eu estou bem.
Ah… Harry não devia ter dito essas palavras. Era a permissão que Louis precisava.
Desesperado, ele não pensou duas vezes antes de sair de dentro dela e cair com o peso do corpo na estocada. Harry soltou um berro, mas Louis não parou. Mais do que ele queria admitir, ele gostou de ouvir isso.
Continuou na mesma intensidade, ouvindo os suspiros dela em seu ouvido, derretendo-se, entregando-se de corpo e alma.
Louis estava perto, ele podia sentir. Ele ficou triste de não durar tanto tempo –mas, se fosse honesto consigo mesmo, ele achou que durou muito mais do que um dia pensou para sua primeira vez.
As estocadas começaram a perder o ritmo de uma hora para outra, e quando Harry achou que podia voltar a respirar, Louis investe contra ela com toda sua força, enchendo-a e gozando dentro dela. Uma quantidade absurda; transbordava, ameaçando sair.
Ele ainda ficou um tempo dentro dela, deixando o pau ter espasmos e de liberar até a última gota. Abraçado a ela com o corpo suado e meio trêmulo.
Harry acariciou sua nuca, brincando com os fios de cabelo enquanto esperava ele se acalmar. As respirações se acalmando aos poucos.
–Isso foi a melhor coisa que aconteceu em toda a minha vida– Louis admitiu, baixinho. Tão baixo que se ele não tivesse literalmente deitado sobre o corpo de Harry, ela não teria ouvido.
Depois de mais um momento de silêncio, Louis se retirou de dentro dela, com o pau mole. Ele o cobriu com as mãos quando caiu ao lado dela na cama. Agradeceu por Harry não ter feito piada naquela hora –ele já estava envergonhado o suficiente.
–E-eu já te recompenso, Hazz, só deixa eu me recuperar um pouco, tá?– ele disse, constrangido, o coração a mil.
Harry riu.
–Me recompensar sobre o que?– ela ergueu uma sobrancelha, inquisidora.
Louis corou.
–Por não ter te feito gozar agora.
–Que sorte a minha…– ela disse, virada de lado, com a mão na cabeça apoiada, olhando para ele com aqueles olhos irônicos –Minha primeira vez e eu vou gozar duas vezes… É mais do que muita menina tem por aí, em!
–P-para de zoar com a minha c-cara.
Ela ri ainda mais e, para amenizar, pousa a mão livre sobre o peitoral dele, acariciando-o o meio com carinho.
–E como pretende me recompensar, gatinho?
Ele quis esconder o rosto de tanta vergonha.
–C-com a b-b-boca…
Harry abriu um sorriso malicioso.
–Então é melhor você se recompor logo, Louis Tomlinson,– ela chegou com a boca mais perto de seu ouvido para sussurrar –Porque eu tô doidinha pra que minha buceta seja seu único alimento até o dia amanhecer.
E, com os olhos arregalados e o pau voltando a endurecer, Louis se viu tendo uma reviravolta na vida.
Bom, e se Louis e Harry começaram a namorar? Sim. Harry nunca mais deixou Louis ter uma tarde só de estudos que a recompensa pelo bom desempenho era uma peça de roupa a menos –e ela sabia que ele sempre tinha bons desempenhos…
Em algum lugar, no meio de uma floresta densa e enorme, existe um vilarejo onde as mais variadas criaturas da natureza vivem em grande harmonia entre si. Durante muitos anos a convivência dos híbridos juntos foi complicada, e até a atualidade ainda podemos dizer que existem espécies difíceis de se lidar. Mas no meio de toda aquela convivência, existe certamente um ser único e angelical, que era o verdadeiro significado de bondade e ingenuidade naquele local.
Harriet Styles.
Louis tem certeza que nunca conheceram um serzinho tão magnífico como aquele. O alfa cresceu como um lobo naquele lugar, e mesmo com alguns comentários mais preconceituosos dali e ali, ele sempre teve seu lugar muito bem posicionado na pequena sociedade. Mas um predador sempre um predador, nunca tentou esconder tão avidamente seus olhares para a híbrida de coelho
Harriet era verdadeiramente uma perdição.
Tímida e ingênua demais, nenhuma outra pessoa parecia olhar para ela de outra forma, é claro. Então, Louis, sendo o lobo que era, tinha a sensação de ser o único a reparar naquela coelhinha da forma correta.
Perdia horas do seu dia observando os cachos longos e arrumadinhos que combinavam perfeitamente com as orelhas branquinhas e pontudas que se estendiam para cima da sua cabeça. Os olhos tão verdes como a grama que rodeava as casas, as bochecas naturalmente rosadas e os lábios carnudinhos que Harriet insistia em morder quando se encontrava nervosa.
Não podia evitar reparar nos montinhos gordos que Harriet carregava sobre aquelas blusinhas curtas e justinhas, se perguntando realmente se ela não sentia alguma dor ao deixar os peitinhos tão apertadinhos daquela forma. Além é claro, a bolinha peluda que se acentuava em seu rabinho arrebitado, testando o juízo de Louis na quantidade de vezes que se remexia agitado quando estava animada ou feliz para alguma coisa. Tudo isso combinava com as diversas saias e shortinhos curtos que ela usava no calor, expondo as coxas grandes e tentadoras.
E, claro, Louis jamais esqueceria da melhor coisa de todas; Era uma tarde animada e acontecia um dos festivais que sua aldeia fazia todos os anos para celebrar. Harriet estava animadinha e deslumbrande, pois vestia um vestidinho florido e sem alças, os peitinhos se acentuavam no decote e o alfa julgou o comprimento do tecido curto demais para seu juízo.
Harriet ria animada e divertida durante toda a festa, enquanto o alfa apenas pensava em um forma de chega perto dela para conversar. Se lembra bem da ideia surgindo em sua mente, quando ele a seguiu discretamente para dentro de uma das casas, no momento em que ela foi chamada para buscar mais comidinhas.
Pensou em abordá-la na cozinha, talvez dizer algo sobre a festa estar boa, o tempo agradável, ou talvez ir direto ao ponto e ser desinibido ao expor seus desejos em querer arrancar aquele vestido do corpo dela o mais rápido possível. Mas sua mente não conseguiu ao menos formular uma frase.
No instante que entroi na cozinha, e viu quando Harriet se ajoelhou e empinou o bumbum arrebitado, toda bonitinha, para alcançar um pote no armário baixo, Louis viu - claro, viu bem - o momento exato em que a o tecido subiu lentamente, deixando marcada para sempre na mente do alfa a imagem daquela bucetinha gorda e apetitosa - que, tempos depois, o alfa orgulhosamente provou ser tão deliciosa quanto parecia.
Mas, no momento, ele pensou que talvez Harriet não tivesse notado sua presença ali, no mesmo ambiente, senão não teria sido tão descuidada em mostrar descaradamente sua xotinha. Mas logo foi desmentido quando ela se levantou, potes nas mãos e um sorriso doce no rosto, o cumprimentando timidamente enquanto arrumava a saia, como quem não tivesse sido a maior das vadias. Louis soube, naquele instante, que estava completamente perdido.
Apesar da imagem pecaminosa que Harriet exalava, ninguém, além de Louis, parecia notar suficientemente aquela visão sobre a coelhinha. O quê, em partes, trazia certo alívio ao lobo, pois, jamais conseguiria viver normalmente se soubesse que alguém além dele, tenha presenciado o que presenciou.
Não depois do fatídico dia em que tudo começou.
Harriet, sendo a bondade viva naquele lugar, tinha uma rotina fixa ao; acordar cedinho pela manhã, ajudar sua mamãe nas vendas da feirinha no centro e então, ao final da tarde, se embrenhar pelas folhagens densas da floresta e caminhar até a clareira escondida que guardava um pequeno lago.
Como de costume, a coelhinha lentamente retirava suas vestimentas e expunha seu corpo nu para a floresta, sequer realmente notando se algo estava diferente do costume ou não. Se fosse um pouquinho mais atenta, teria notado os passos cuidadosos atrás de si durante todo o seu caminho até ali. Teria notado, obviamente, o par de olhos azuis fixos em seu corpo sendo lentamente exposto.
E é claro, teria notado ainda mais quando estes mesmos olhos semicerrados em sua direção no momento em que suas mãozinhas passassem a deslizarem pelo seu próprio corpo após se banhar. Quando os seios rosados começassem a se balançar no ar pelos movimentos excitadinhos que a coelhinha fizesse e sua bucetinha rapidamente se molhasse sobre os dedinhos ágeis e as perninhas bonitas se arreganhassem sobre a grama.
Louis finalmente entenderia, então, o que aquela coelhinha estava fazendo.
Pois finalmente se tornaria óbvio que ela estava ciente de tudo no instante em que seus olhos verdes se abrissem e instintivamente se encontrassem com os azuis escondidos em meio a mata. Seus lábios se abririam em um gemido manhoso enquanto afundasse dois dedinhos dentro de si desesperadamente. Os movimentos se tornariam rápidos e sua mão livre rapidamente agarraria um de seus seios e apertaria fortemente seu biquinho, numa clara tentação de se molhar ainda mais. Se insinuando.
Mas Louis não cederia. Jamais. Não naquele instante. Nem mesmo quando Harriet passasse a gemer mais alto e mais dengosa, num pedido claro que o lobo se aproximasse, arrancasse aqueles dedos de dentro dela apenas para enfiar os seus próprios mais grossos e bem mais fundo. Louis, novamente, não faria nada. Permaneceria parado, meio escondido sobre as árvores, e observaria atentamente e fixamente até o momento que a coelhinha gozasse sobre os próprio dedos e não evitasse gemer alto tentando chamar sua atenção.
Então, o lobo apenas viraria de costas e desapareceria entre as árvores.
Esse foi o cenário que se repetiu mais vezes do que Harriet gostaria de contar. Virou rotina também, sentir os passos de lobo atrás de si todos os dias quando iria se banhar e os olhares fixos no seu corpinho durante todo o processo. Mas, de novo, nenhuma aproximação.
Resolveu, então, se empenhar melhor. Os momentos pós banho, se tornaram um pequeno show particular para Louis, que todos os dias experimentava visões diferentes da coelhinha se dando prazer. Enquanto Harriet apenas testava novas posições que faria o lobo realmente perder o juízo e ceder para ela.
Seu bumbum arrebitado se erguia diversas vezes para o ar enquanto se empenhava em preencher sua xotinha com o máximo de dedos que aguentava. Vez o outra, se revezando em enfiar no buraquinho melado e então se esfregar mais acima na sua entradinha vermelha, delirando de prazer ao gemer tão alto que Louis desejou algumas vezes construir muros entre aquele local.
Ou as vezes apenas se deitava sobre a grama e arreganhava suas pernas o máximo que podia, expondo abertamente a bucetinha gorda e vermelha, balançando fortemente os seios exuberantes ao se estocar. E Louis permanecia parado, mantendo uma distância segura para não ceder.
Ele não faria a vontade dela. Não porque não sentia desejo, por favor, o lobo dormia pensando naquele par de seios deliciosos, nos biquinhos rosados e excitadinhos, na xoxota gostosinha se apertando sobre os dedos finos da garota e se perguntando o quão apertada e meladinha ela iria ser em volta do seu pau.
Se a bucetinha pequena conseguira aguentar todo o seu comprimento grosso, ou sua entradinha apertadinha tentaria expulsar na primeira estocada forte. Mas Louis não se importaria, ele enfiaria todo o seu pau novamente para dentro dela, até que ela estivesse bem preenchida e começasse a gemer sedenta enquanto mantinha as coxas bonitas e bem abertinhas para o lobo continuar seu bom trabalho em comê-la.
Se aquela boquinha atrevida que tanto sabia gemer iria se babar devidamente no seu pau, para então, ele enfiar tudinho em todos os buracos dela. Porque, porra, ele mal podia esperar parar preencher ela inteira.
Mas ele não cederia. Não ainda.
Não enquanto Harriet ainda parecesse estar satisfeita com seu próprio trabalho. Mas para ser sincero, não demorou muito para isso mudar.
Não quando em mais um dos dias normais que a coelhinha gemia sem pudor algum pelo alfa, Louis finalmente viu o que queria.
Harriet já estava a uns bons minutos se esfregando fortemente na grama alta na beira do lago. Suas mãozinhas apertavam os peitinhos grandes e as coxas grossas se abriam mais ainda na tentativa de tocar em algo que não fosse o próprio corpo.
Os gemidos que antes eram tão altos e necessitados, se tornaram apenas murmúrios manhosinhos e frustrados. Já tinha fodido sua bucetinha com todos os seus dedos, esfregado seu cuzinho com afinco, e apertava seus peitinhos gostosos vez o outra. Mas nada parecia ser bom o suficiente. Nada era tão excitante quanto erguer seus olhos e se encontrar frente a frente com o lobo que ela mais desejava, porém, nada ele fazia.
Então tudo que conseguiu fazer foi soltar um muxuxo baixo e ceder seu corpo cansada sobre a grama, esconder seu rosto sobre os cachinhos bonitos e pequenos soluços começarem a sair do fundo da sua garganta. Poxa, ela estava tão necessitada, estava completamente peladinha, tinha sua xoxota toda babadinha e exposta, e o lobinho no qual ela sempre foi tão perdidamente apaixonadinha não fazia absolutamente nada ao se deparar com ela naquele estado.
A coelhinha estava tão tão frustradinha com toda aquela situação.
Louis resolveu agir. As botas pesadas se aproximaram do corpo deitadinho na grama, assustando brevemente a coelhinha ao se ajoelhar na sua frente e os dedos grandes tocarem levemente os cachinhos bagunçados, retirando os fios do seu rosto para poder observá-la melhor. Harriet só foi capaz de soluçar dengosa, por estar finalmente sendo no mínimo tocada.
- Porquê esta chorando, meu bem?
- E-eu...
Até tentou se explicar, mas tudo que fez foi chorar mais alto quando os dedos grossos agarraram seus fios castanhos e sua cabeça foi levemente erguida pelo toque firme, junto a voz rígida que a fez estremecer e sua buceta babar.
- Me responda. Sem gaguejar.
- Eu não consigo, Lou...
- Não consegue se dar prazer, querida?
Negou e fungou totalmente manhosa inclinando sua cabeça para mais perto do toque do lobo, que resolveu dar um tipo de agrado ao afagar um carinho atrás das orelhas grandes e felpudas. Ela ronronou.
- E por que não? Você pareceu estar se divertindo muito bem sozinha nos últimos dias....
Harriet foi rápida em começar a negar desesperadamente, querendo provar claro que ela não estava se divertindo tanto sozinha, e que Louis poderia dar a ela coisas muito melhores.
- M-mas... não é o suficiente...
- Ah, não? E o que seria o suficiente pra minha coelhinha?
Harriet mordeu os lábios e se permitiu passar o olho por todo o corpo dele. Nos músculos marcados na camisa preta, as tatuagens expostas na pele bronzeada, e em especial no seu pau marcando na calça jeans.
- Você! Louis, você todinho. Apenas você...
E a resposta foi como dopamina aos ouvidos do alfa. Um sorriso cafajeste surgiu em seus lábios e ele firmou com brutalidade o toque nos cachos da garota, a fazendo estremecer e se erguer brevemente da grama.
- O que mais vai ser suficiente para você, putinha? Me diga.
Harriet o olhou com devoção ao observa-lo levar a mão livre para o cos da calça preta, lentamente desfivelando o cinto e o ziper. Foi rapidinha em lamber os lábios inchadinhos e se colocar de joelhos, completamente excitada ao saber o que aconteceria ali.
- Seu pau... Lou. Eu quero tanto.
Louis sorriu novamente, finalmente puxando o membro duro da cueca, a extensão grossa balançando no ar perto do rosto corado de Harriet. Os lábios vermelhos levemente abertos e salivados.
- Seja uma boa menina e abra bem a boquinha pra mim, então.
E a coelhinha foi obediente, a cabecinha vermelha do pau tocando levemente os lábios inchadinhos e a língua para fora. Louis pressionou seu cacete ali, forçando o membro para dentro e a assistindo engolir tudo quase desesperada, ao que ele puxou seus cachos com força para ela inclinasse melhor a cabeça e tomasse sua extensão por inteira.
Harriet sentiu o peso na sua língua e a pontinha tocar sua garganta. Foi um pouco difícil engolir todo o pau grosso sem engasgar de verdade, mas ela estava tão desesperada para tudo que fez todo o esforço possível naquele momento. Suas mãos permaneciam apoiadas sobre a própria coxa, vez o outra apertando a pele exposta, ciente de que não havia recebido nenhum tipo de autorização para tocar em Louis ainda.
Esse que, assim que sentiu todo o seu pau dentro da boca quente da coelhinha, não perdeu tempo em começar a estocar lentamente. Fazendo questão de foder muito bem, a assistindo ficar brevemente desesperada em se manter parada e obediente ao ter sua boca fodida e seus cachos sendo puxados, e não poder fazer nenhum outro movimento.
- Tudo bem, ômega... Me chupa direito.
As mãozinhas foram desesperadas para as coxas cobertas de Louis, apertando fortemente a carne macia e então seu lábios deslizaram por todo o comprimento grosso. Tocou as bolas cheias enquanto fazia questão de molhar muito bem o pau na sua boca, abafando os gemidinhos manhosos que começavam a parecer altos demais para quem tinha um pau inteiro a preenchendo.
Louis puxava brutalmente os cabelos encaracolados, fazendo uma bagunça quando sentia a boca tão quente e tão deliciosa. Seu pre gozo jorrava aos montes diretamente para dentro dela, e o lobo se perguntou como ela conseguia ser tão habilidosa em engolir cada gota antes que ficasse cheia de verdade e precisasse tirar o pau dele da boca.
Harriet por outro lado sentia sua bucetinha pingar no chão, ouvir os gemidos rouquinhos de Louis ao ter ela chupando ele daquela forma estava realmente a deixando maluca. Ela tentava esfregar suas coxas uma na outra, na tentativa de ter algum tipo de alívio para a pulsação que sentia, mas tudo parecia em vão. Tudo estava ficando muito muito molhado e os puxões nos seus cachinhos se tornaram mais bruscos.
Foi puxava para perto e suas coxas rodearam uma das pernas do alfa, sentando com a sua xotinha molhada bem em cima da bota de couro dele. Era pornografico demais a visão que o lobo estava tendo. Harriet chupava e lambia seu pau inteiro, quase de una forma desesperada. Os cachos bagunçados sendo puxados, os olhinhos verdes de reviravam em deleite, e ela descaramento se esfregava sentada em cima dele. Louis estava ficando maluco.
- Porra... Que boquinha gostosa.
Louis gemeu alto e sentiu os jatos quentes da sua porra. Harriet finalmente se engasgou ao tentar engolir tudo, falhando um pouco ao sentir o líquido vazar pelos lábios e sujar o seu queixo.
O lobo arrancou seu pau da boca dela, apenas para ver a sua porra escorrendo e pingando sobre os seios completamente excitadinhos dela, que realmente testou o seu juízo quando passou os dedos sobre as gotas brancas e lambeu novamente, revirando os olhinhos e gemendo. Ela não queria deixar nada passar.
- Tão bom.... Lou.
- Caralho... você foi muito boa. Me chupou direitinho.
A coelhinha sorriu verdadeiramente ao ouvir o elogio, pressionando suas coxas avidamente, na tentativa de esfregar e se molhar mais. Harriet havia ficado tão excitadinha apenas por chupar o lobo, mas esperava realmente que ele fizesse algo com a sua xoxota. Ela estava toda meladinha e piscava freneticamente vazando seu melzinho e sujando todo o sapato do homem.
Não percebeu que estava se esfregando e rebolando a xoxota na bota de Louis, até que sentiu um tapa forte nas suas bochechas, que a fez parar instantaneamente seus movimentos e estremecer sobre o toque. Não pensou que sua bucetinha gulosa fosse se babar ainda mais pelo tapa.
- O quê pensa que está fazendo? - Louis agora soava rude, assustando a coelhinha que apenas se encolheu chorosa. - Não me lembro de ter deixado você se esfregar em mim feito uma puta.
- D-desculpa, Lou... é que-
Outro tapa atingiu seu rosto e o alfa a puxou pelos cabelos para ela voltar a se deitar sobre a grama, se pondo sobre o corpo quente dela. Harriet abriu bem as pernas para encaixar Louis ali e sentir a pressão extremamente gostosa do pau dele tocando sua barriga nua.
- Acho que você entendeu ainda o quê tá acontecendo aqui. - sua mão desceu pelo corpinho gostoso, arrastando seus dedos sobre os biquinhos duros e rosadas dos peitos, a barriga lisa e finalmento tocando os lábios molhadinhos da buceta. Harriet revirava os olhos e gemeu baixinho ao sentir sua xotinha sendo tocada finalmente.
- Eu não quero ouvir nada vindo dessa sua boquinha atrevida, que não seja você gemendo manhosa desse jeito. Quero que escute com atenção o que vai acontecer.
A coelhinha foi rápido em assentir obediente, feliz ao arrancar um sorrisinho satisfeito e orgulhoso de Louis.
- Você vai manter essas perninhas bonitas bem abertas para mim, e eu vou te comer até te ver pingando da minha porra. Você vai me chupar novamente, e é melhor deixar meu pau bem babadinho, porque depois eu vou enfiar no seu cuzinho apertado e te comer de novo.
- Louis... sim...
Harriet ouvia tudo com muita atenção e soltou um gemido alto no final, pois Louis finalmente estava dando a ela o que tanto queria e ele pressionava o pau grosso em sua barriga tao deliciosamente. Ela acenou com a cabeça desesperadamente e abriu mais as pernas, sabendo que era o que o lobo queria. Ela aberta. Exposta. A total de sua mercê.
Louis finalmente a soltou do aperto em seus cachos, levando sua mão para o seio gordinho, apertando fortemente e lambendo os biquinhos rosadinhos. Lambeu e beijou todo o corpinho sensível, até estar frente a frente aquela buceta que estava tirando seu sono por noites. Finalmente iria provar o gosto dela.
Abriu os lábios inchadinhos e sensíveis, observando a entradinha molhada piscar e jorrar o melzinho até o cuzinho dela. Não perdeu tempo começar a chupar, passando sua língua entre o clitóris inchadinho e descendo os dedos pela entradinha gulosa. Abriu bem os lábios da xoxota e sugou todo o líquido quente, sentindo o gosto docinho encher seu paladar.
Forçou dois dedos ali, sentindo a coelhinha se estremecer e gemer mais alto, desesperada e manhosa. As paredes internas e completamente molhadas o recebeu muito bem, se apertando e piscando sobre os dedos. Louis lambeu os lábios uma última vez antes de afundar mais fundo, estocando com firmeza enquanto Harriet se contorcia, a cada gemido mais molhadinha e desesperada. Aquela bucetinha era tudo o que ele imaginava - apertada, doce e absurdamente gulosa.
- Esse seu buraquinho melado é uma delícia. Eu vou adorar enfiar meu pau aqui e te foder bem gostoso.
Harriet gemeu tão manhosa com aquelas palavras. Ter sido referida apenas como uma bucetinha de foder foi melhor do que ela imaginava.
- Alfa... alfa...
- Você vai gostar disso, não é? Ser só um buraquinho melado e gostoso pra eu foder quando quiser. - Louis sussurrou contra as coxas branquinhas, deu um beijo na pele molhada e afundou com seus dedos grossos para dentro dela, a bucetinha babada e apertadinha fazendo uma pressão deliciosa.
- Sim, Lou... a minha bucetinha é toda sua, faz o que você quiser, alfa.
Harriet tremia de prazer com as perninhas abertas, gemendo manhosa e sem pudor algum o nome do alfa. Sua xotinha apertava tão deliciosamente os dedos grossos, toda molhadinha e sensivel, sentiu o o lobinho chupar seu grelinho de uma forma tãooo gostosa que estava a deixando perdida nos sentidos. Louis grunhiu ao ouvir as palavras da sua coelhinha, socando seu dedos com força e com a mão livre estapeava as coxas grossinhas e seu grelinho, apenas para vê-la se contorcer e a bucetinha ficar cada vez mais vermelha. Subiu seu corpo e alcançou um dos peitinhos gordos, passando a língua pelo biquinho excitado, mamando muito bem enquanto ainda fodia a buceta gostosa.
Sentiu seu pau pressionar na barriga nua dela, e pensou que não fosse suportar por mais tempo somente ouvir os gemidos gostosos da sua ômega, então soltou o toque do corpo dela e agarrou sua cintura, trazendo ela para perto. Seu cacete duro tocou a xoxotinha sensível e Harriet estremeceu.
- Vai ficar quietinha e me deixar te comer? - sussurrou pertinho do ouvido dela, roçando seu pau na entradinha melada que se contraía e pedia para ser preenchida. - Hum? Vai ser uma boa coelhinha para o seu alfa?
- Alfa... Sim, eu vou ser boazinha. Eu prometo.
Harriet gemeu dengosa e baixinho, agarrando os cabelos finos da nuca de Louis, puxando ele para mais perto. Os lábios molhados se roçaram em um atrito gostoso, acompanhados de suspiros pesados e o alfa apertando a cintura de Harriet pra a encaixar no seu quadril. As línguas finalmente se tocaram deliciosamente, misturando seus próprios gostos, o gozo de Louis ainda na boca da coelhinha e o melzinha da mesma na língua do alfa eram com certeza a mistura mais deliciosa que ambos ja haviam provado.
O alfa, jamais cansado de provocar sua garota, encaixou a cabecinha do seu pau molhado na bucetinha piscando, forçando levemente uma abertura na entradinha pequena. Soltou uma risadinha entre o beijo gostoso quando Harriet gemeu alto necessitada, abrindo mais as perninhas bonitas para o alfa a foder logo.
- Desesperada, bebê? - murmurou provocante, não resistindo em mordiscar a bocheca rosada e em seguida lamber o local.
- Coloca em mim, alfa, por favor. Eu estou sendo obediente, nao estou?
A vozinha suave e manhosinha foi o suficiente para empurrar seu quadril e seu pau grosso se enfiar inteiro na bucetinha gostosa. O aperto molhado no seu membro foi delicioso, e Louis não esperou muito em começar a estocar fortemente nela. Harriet mantinha suas pernas abertas e gemia sem parar ao sentir as estocadas fundas e os apertos em todo seu corpo.
Louis fazia questão de foder muito bem, segurando sua cintura firme, estapeando vez ou outra suas coxas e obcecado nos seios gostosos pulando na sua frente. Agarrou novamente um dos biquinhos rosados com a boca, mordicasdo e puxando de leve o local, observando sua coelhinha revirar os olhinhos verdes em deleite.
As mãozinhas dela agarravam os braços fortes do alfa, arranhando a pele exposta pela camisa de manga curta. Resistia a tentação de puxar o tecido para cima e expor o torso definido e maravilhoso que ela sabia bem que o alfa possuía. Apesar da tentação, Louis foi claro quando disse que ela tinha permissão em apenas gemer e deixar ser fodida. E ela não se opunha a isso, claro que não. O alfa socava seu cacete tão gostoso dentro dela, lambia e mordiscava seu pescoço, segurava sua cintura e apertava suas coxas maravilhosamente. Harriet se sentia no céu dando sua bucetinha para o lobo.
- Porra, que coelhinha gostosa eu tenho. - gemeu rouco com o aperto molhado no seu pau, levando sua mão para puxar os cachinhos bagunçados e sussurrar em seu ouvido. - Tão apertadinha e gulosa.
- Lou...
- Shh, quietinha... Minha coelhinha prometeu que seria uma boa menina. - a voz rouca e provocante a fez calar, assentindo rapidinha e obediente.
Louis sorriu orgulhoso e tão excitado quanto ela, puxou uma das coxas branquinhas para seu ombro para socar seu pau mais fundo nela. Harriet era uma bagunça excitante. Seus cachinhos bagunçados grudavam em sua testa, sua pele estava avermelhada pela quantidade de tapas que Louis transferia e os peitinhos grandinhos pulavam perto do rosto do alfa. A coelhinha tremia sob todos os toques, sua bucetinha pingava no pau do seu alfa e tudo que ela queria era que Louis a deixasse gozar logo.
- Caralho... pode gozar, ômega, você ta sendo muito boazinha. - Harriet gemeu excitada e um aperto na bucetinha molhada foi o suficiente para o pau de Louis fisgar, e ele gemeu rouco e apertou seus peitos, sentindo o melzinho da coelhinha tentar escapar pela entradinha bem preenchida. - Porra... que delícia.
Harriet sentiu os jatos quentes encherem sua xoxotinha, gemendo manhosa e desesperada. Mas Louis foi rápido em se afastar do corpo dela, somente para olhar sua porra escorrendo do buraquinho melado e sujar toda a bucetinha gorda. Rosnou e enfiou dois dedos nela, empurrando sua porra para dentro, não queria que nada saísse daquela xoxota babadinha. Harriet gritou e se contorceu sensível, amando todas aquelas sensações. Louis levava ela ao limite.
Por isso o alfa se ergueu novamente na grama verde, usando a mão melada misturados para masturbar seu pau, sentiu um leve estremecer no corpo pela sensibilidade que estava seu membro. Mas não parou. Não tinha acabado ainda com a sua coelhinha.
- Vem cá, me chupa de novo até eu ficar duro - agarrou seus cabelos para puxar Harriet para seu pau.
Ela que prontamente se colocou de joelhos na grama, sua bunda empinadinha para trás e sua boca foi rápida em agarrar o membro molhado.
Louis soltou um gemido rouco e puxou seus cachos. Harriet abocanhou seu pau com toda familiaridade, mas ainda excitante, que o lobo queria manter aquela boquinha gostosa em volta do seu pau para sempre. Observou como os lábios inchadinhos sugavam seu cacete, os olhos verdinhos brilhavam junto ao rabinho arrebitado balançando para o ar.
Louis desejou que tivesse um espelho atrás dela, apenas para conseguir observar a xotinha molhada piscar e a bunda empinadinha rebolando enquanto ela ainda o chupava daquela forma tão boa.
Pensando nisso, levou sua mão livre até a rabinho da coelhinha, deu um leve tapinha ali e ela prontamente abriu as pernas levemente, se oferecendo como uma boa cadela obediente que era. O alfa deslizou a mão pela bucetinha melada, sujando seus dedos com o melzinho dela apenas para subir para a entradinha vermelha e enfiar de uma vez.
A invasão repentina fez Harriet engasgar com a boca preenchida e tentar se afastar. Louis foi rápido em forçar novamente para ela engolir seu pau ao mesmo tempo que socava os dedos no cuzinho apertado.
- Continua. - Rosnou, irritado e com a voz grossa - Eu não deixei você tirar meu pau da boca.
A coelhinha concordou prontamente, seus olhinhos se enchendo de lágrimas, voltando a engolir o cacete grosso. Usou suas mãozinhas para masturbar as bolas pesadas e lambeu a cabecinha molhada e vermelha, ainda mais excitadinha ao sentir o lobinho socando seu cuzinho apertado.
Queria ser uma boa coelhinha para Louis.
- Porra, você é ainda mais apertadinha aqui. - gemeu rouco e puxou Harriet, a obrigando a se afastar. - Vira pra mim, hum? Me deixa comer teu rabinho agora.
Usando suas mãos para se apoiar na grama, Harriet se pos de quatro e Louis se aproximou, passando as mãos pela bunda grande, notando o quão avermelhada ela estava pelos tapas e apertos.
Masturbando seu pau lentamente, ele pressionou a cabecinha no cuzinho apertado, forçando para dentro. A coelhinha estremeceu pela invasão, só não caiu na grama pois Louis segurou sua cintura com firmeza.
Gemeu pelo aperto gostoso que o rabinho da coelhinha fez em volta do seu pau, levando uma mão para agarrar seus cabelos e a outra ainda segurando sua cintura, começou a se movimentar. Pequenas lágrimas rolavam pelo rostinho corado da Harriet e sua xoxotinha sensível pingava seu melzinho na grama, fazendo uma bagunça enorme entre suas coxas.
Louis socava seu cuzinho tão deliciosamente, puxando seus cachinhos e a mantendo na posição que queria ao segurar sua cintura e quadril. Estava tão sensível, as estocadas fundas tinham como lubrificante apenas seu melzinho e o pre gozo de Louis, que inclusive saia aos montes pelo aperto que Harriet fazia.
- Você tem um rabinho tão gostoso, putinha. Ainda melhor que sua bucetinha gulosa.
A ômega choramingou necessitada, se curvando quando Louis levou os dedos para sua xotinha e a penetrou.
‐ Loouis... - manhou, delirando de prazer ao ter os dois buraquinhos sendo fodidos pelos dedos do alfa e seu pau.
- Caralho... eu quero encher esse teu rabo gostoso de leite - gemeu rouco de tesão e um sorriso cafajeste surgiu nos lábios quando viu Harriet balançar a cabeça e gemer desesperadamente. - Goza pra mim, bebê. Pode vir.
E Harriet gozou assim que sentiu os dedos grossos se enfiarem na sua xotinha, gemendo alta e contraindo sua entradinha. Isso foi o suficiente para Louis também gozar dentro dela, enchendo seu rabinho de porra e escorrendo até a xoxota vermelha extremamente sensível.
Suas forças foram embora e o alfa a segurou para que não caisse e batesse o corpo rudemente na grama. Louis deitou seu corpo gentilmente, até estranho pela forma como ele a fodia alguns minutos atrás. O lobo passou a mão pelos seus fios lisos e subiu a própria calça para se deitar ao lado dela na grama também, igualmente cansado e com a respiração rápida.
A grama arranhou de leve sua pele suada, deixando suas costas sensíveis. O mundo pareceu relaxado no momento, fechou os olhos cansada, tentando concentrar sua respiração. Estava largada, de bracinhos abertos, com as coxas tremendo levemente e os olhos verdes meio turvos ainda, com um brilho bobinho e encantado. Sua respiração fazia o peito subir e descer rápido com os mamilos rosados ainda molhados.
Sentiu Louis se deitar ao seu lado, o cotovelo apoiado no chão e a mão grande deslizar pela sua pele, acariciando devagar o ventre dela, com um sorriso bonito e satisfeito. Ele passou o polegar devagar pelo melzinho escorrendo da coxa branca e suspirou, um som rouco e quase carinhoso.
- Você vai me matar, coelhinha.
Harriet enfim, voltou para si, soltou uma risadinha baixa, os olhinhos ainda fechados, como se estivesse flutuando. Levou uma das mãozinhas até o rosto dele e traçou o contorno da bochecha, do maxilar forte, da barba ralinha que pinicou sua pele. Delicioso.
- Você... acabou comigo. - sorriu leve e mordeu os lábios.
Louis sorriu torto, mas dessa vez com os olhos. Um sorriso tão doce que Harriet sentiu seu peito aquecer, dessa vez, de carinho. Ele beijou a ponta do nariz dela e passou os dedos entre os cachinhos bagunçados.
- Eu fui bruto demais com você?
Ela balançou a cabeça, um "não" quase risonho.
- Você é o mesmo cara que estava me fodendo a alguns minutos?
Ele soltou uma risada alta, estranhando também suas próprias ações, mas não conseguia evitar. Puxou Harriet para se deitar em seu peito, acariciando os cachinhos que a tempos haviam se desmanchado.
- É claro que eu sou. - beijou o topo da sua cabeça. - Eu que me pergunto se você é a mesma coelhinha doce que todos conhecem.
Harriet sorriu envergonhada, resmungando em seu peito e sentindo suas bochechas corarem.
- Louis...
- Falo sério, Harriet! - Teimou e apertou sua cintura. - Não que eu tenha achado ruim, mas me questiono quantos conhecem esse seu lado atrevido.
A firmeza em sua voz, com o tom claro em ciúmes fez a coelhinha erguer seu rosto para olhá-lo aos olhos.
- Ninguém! Louis... nunca tive ninguém. Apenas você. Eu juro. - falou séria também, queria transparecer toda sua sinceridade. - Eu... sempre fui apaixonada por você.
Aquela confissão fez o pau de Louis ridicularmente fisgar na cueca. Riu levemente, aproximando para chupar o pescoço dela e então juntar seus lábios num beijo gostoso e molhado. Era óbvio que ele sentia o mesmo. Era mútuo.
- Bom saber... ‐ murmurou entre o beijo gostoso, dando um selinho rápido e mordendo a bocheca rosada - Você sabe que nunca mais vai se livrar de mim, né? Agora você é para sempre minha coelhinha.
- Você é somente meu também?
Perguntou divertida, uma risinho fraco escapando, ainda meio insegura.
- Sempre fui, meu amor.
Harriet então soltou risadinha boba, abraçando o pescoço de Louis, enquanto sentia os beijos molhados em seu pescoço.
h!fem; incesto consanguíneo entre tio e sobrinha; somnophilia; painkink; overstimulation; exibicionismo; anal forçado;
história não revisada
insônia sempre foi um dos maiores problemas de Louis.
E era por isso que ele se encontrava área da piscina as 3 horas da madrugada em pleno novembro, quando a temperatura caia cada vez mais.
Mas o frio era melhor que estar deitado ao lado de sua noiva. Sentia que se passasse mais um minuto perto dela, ele enlouqueceria.
Não o levem a mal, Elizabeth era uma mulher muito bonita, educada, mas apenas isso. Louis não realmente a amava e agora mal a suportava, ela era apenas um caso que deveria ser de alguns dias mas ele não soube por um fim e agora se prendia a um relacionamento por comodismo. Era deprimente.
Perdido dentro da própria cabeça, Louis não percebeu pequenos passinhos atrás de si e levou um susto ao perceber o corpinho pequeno de sua sobrinha ao seu lado.
– O que está fazendo aqui fora, tio? - perguntou Harry abraçando o próprio corpo coberto apenas por uma camisolinha de cetim na tentativa de se proteger do frio do início de inverno.
– Ei princesa - cumprimentou o homem passando os braços envolta da cintura de Harry que estava na sua altura por estar sentado - insônia, e você? não deveria estar dormindo a essa hora?
– Eu estava, acordei com sede e mas quando desci pra buscar água vi a porta aberta e vim ver o que era - respondeu Harry enquanto passava os dedos pelos cabelos de louis em um cafuné.
– Esta muito frio aqui fora - comentou assim fazendo Louis reparar na pele da garota arrepiada é descoberta.
– Volte a dormir, amor. Eu não vou demorar a deitar novamente.
– Não, eu quero ficar aqui com você - respondeu manhosa.
Louis sabia que não iria convencer a garota a voltar para a cama - teimosa - murmurou revirando os olhos.
– Vem, vou te aquecer - falou o mais velho puxando a garota pelo braço para ela sentar em seu colo.
Harry subiu em cima de seu tio colocando uma perna de cada lado de sua cintura e deitando a cabeça no peito dele.
Harry desde sempre amava ficar deitada com seu tio, os abraços dele sempre eram quentes e aconchegantes, mas o hábito acabou morrendo aos poucos quando Harry cresceu e ela nem entendia o motivo.
E como Louis explicaria que o motivo para não dar mais colo para ela era que ele não conseguia se segurar e acabava com uma bela ereção no meio das pernas. Harry era apenas sua sobrinha, sua princesinha, mas ele tinha um par de olhos e não podia evitar de notar o corpo já desenvolvido da garota. E era uma tortura sentir o corpo dela tão perto e não poder fazer nada.
Harry parecia não notar nada já que sempre se sentou em cima do pau de seu tio e não percebia nada de errado.
O corpo de Louis estava retraído e um alarme muito alto tocava na sua cabeça enquanto sentia os biquinhos dos peitos de Harry durinhos pelo frio em seu tronco.
Isso, claro, além de sentir a buceta quente da garota em cima de seu pau. Louis se sentia louco, era impossível que pudesse sentir tão bem a garota, com certeza era sua imaginação fértil lhe pregando uma peça.
Mas ainda parecia real de mais para Louis simplesmente ignorar, ou melhor, para o corpo de Louis simplesmente ignorar. E de fato, ele não estava, já que Louis sentia seu cacete começando a endurecer. Louis rezava a todos os deuses possíveis que Harry não notasse nada.
Sua mente lhe dizia para mandar a garota dormir de uma vez e evitar tudo aquilo, mas era óbvio que ele não faria isso.
Enquanto Harry não percebesse nada, não haveria nenhum problema, certo?
Isso foi o suficiente para convencer Louis a permanecer ali.
E estava tudo dando certo, até Harry começar a se mover para se ajustar melhor ao corpo do mais velho. Louis sentiu o medo bater e na intenção de parar a garota, prendeu as mãos na sua cintura agarrando forte e a fazendo parar.
– Princesa, fica quietinha - sussurrou segurando com força a garota.
Harry então relaxou o corpo novamente e respondeu baixinho - tudo bem - fazendo louis suspirar em alívio.
Louis não saberia dizer quanto tempo eles ficaram ali, mas quando o sono começou a bater e ele percebeu que harry já havia adormecido, ele sabia que estava na hora de voltar para a cama.
Com muito cuidado, Louis segurou Harry pelas coxas e se levantou com a garota no colo logo entrando na casa quentinha.
O quarto de Harry era o último do corredor, Louis precisou ser muito cauteloso para não chamar a atenção de alguém e principalmente para não acordar Harry.
Quando o mais velho deitou a garota em sua cama quentinha, foi inevitável que a camisola se embolasse em sua cintura deixando-a descoberta fazendo assim Louis perceber que ela estava sem calcinha, e esteve todo esse tempo.
– Puta merda - suspirou perto demais no ouvido da garota fazendo assim ela acordar e puxar o pescoço de Louis para perto.
– Deita aqui comigo, tio - pediu com os olhos meio abertos e cansados fazendo um bico com a boca
Isso era castigo de Deus, só podia.
– Só um pouquinho princesa - disse baixinho e a garota se arrastou para o lado dando espaço para o mais venho deitar.
Harry não demorou a passar a perna em cima de louis se aconchegando ao corpo quente do mais velho.
Era cedo da manhã seguinte quando Harry desceu as escadas de sua casa indo em direção à cozinha na intenção de tomar café da manhã com sua família.
– Bom dia, meu amor - disse o pai da garota dando um beijo em sua testa.
– Bom dia, paizinho - respondeu docemente logo indo em direção ao seu tio que estava encostado no balcão da cozinha esperando seu café ficar pronto - bom dia, tio lou - sorriu em direção ao homem o abraçando.
– Bom dia minha princesa - disse o homem mais velho beijando a bochecha da sobrinha enquanto dava um aperto na cintura descoberta dela.
Harry suspirou baixinho ao sentir as mãos fortes de seu tio em sua pele, ela sempre ficava assim perto do homem. Mas Louis nunca parecia notar. Harry se perguntava se algum dia seu tio a olharia como uma mulher e não como uma garotinha.
– Onde está a minha mãe? - perguntou ao pai quando se sentou a mesa e começou a preparar seu café.
– Sua mãe e Elizabeth tomaram café da manhã cedo e foram passar o dia no spa - respondeu Louis ao que o pai de Harry estava com a boca cheia.
Ao escutar o nome da mulher, foi impossível para Harry segurar uma expressão desgostosa. Louis percebeu, mas evitou comentários, já sabia da implicância entre as duas.
Elizabeth era a noiva de Louis, uma mulher inútil e chata que apenas gastava todo o dinheiro de seu tio e falava asneiras. Harry a odiava. E a mulher odiava Harry também.
Infelizmente o encontro das duas era frequente, devido a relação muito próxima dos irmãos Tomlinson. Sempre que surgia oportunidade, eles viajavam e ficavam uns dias na cidade um do outro. E claramente, a namorada de Louis sempre estava junto.
Harry não ia ser hipócrita e dizer que em algum momento abriu a oportunidade de se dar bem com sua “tia”, pois desde o início foi um pouco ríspida com a mulher que também não era um poço de amabilidade. Era tudo uma bagunça entre elas.
Mas a presença de seu tio favorito sempre compensava a presença desagradável dela.
Era por volta de três da tarde quando Harry recebeu uma ligação de seu pai avisando que ia demorar para voltar para casa pois o seu carro havia estragado no meio do caminho do super mercado. Até o guincho chegar, levar para a oficina e o mecânico arrumar, ia demorar horas.
Harry respondeu com um simples - ok pai, vou fechar a porta e talvez tirar um cochilo .
Na verdade, os planos da garota eram outros.
Harry fazia vídeos se masturbando. Ela postava em um site que as pessoas pagavam horrores para ver a garota.
Como ela não ficava muito tempo sozinha em casa, era um pouco difícil para fazer os vídeos, então ela aproveitava todo e qualquer momento que tinha oportunidade para gravar. E esse era o momento perfeito.
Sem esperar mais, Harry correu em direção ao banheiro para tomar um banho e se preparar para gravar.
Harry estava em seu quarto, suada, com uma blusa branca levantada deixando seus peitos expostos enquanto balançavam em consequência dos movimentos que Harry fazia subindo e descendo enquanto se fodia em um dildo no chão de seu quarto.
Sua pele estava coberta por uma camada fina de suor fazendo seu cabelo ondulado grudar em sua nuca e em seu rosto.
Seus gemidos altos e o barulho que a sua buceta molhada fazia escorregando no dildo preto ecoava dentro da casa silenciosa.
Harry estava fazendo um show. Literalmente um show. A câmera ligada em sua frente era a prova disso.
Harry amava a sensação de estar sendo observada, sendo desejada por todos os milhares de homens e mulheres que a pagavam para ver seus vídeos na internet. Sorria internamente sempre que lembrava que estava sendo vista.
As coxas de Harry já ardiam pelo esforço que estava fazendo sentando no brinquedo.
Quando foi mudar de posição, Harry abriu os olhos que estavam fechados até então e sentiu a sensação de estar sendo observada, não pela câmera, ela sentia a energia de alguém real.
Como um imã, o primeiro lugar que Harry olhou, foi para sua porta e bingo! ali parado a sua porta, estava seu tio. O tio que deveria estar com seu pai levando o carro na oficina. O tio que estava com uma expressão muito, muito irritada.
De repente o medo e a vergonha invadiu o corpo de Harry, isso estava estampado em seu rosto. Seu tio não deveria ver o que viu, não deveria saber do que está sabendo agora.
Antes de Harry pensar em abrir a boca para se defender, Louis entrou no quarto e andou até o canto de seu quarto onde estava a câmera ainda ligada e seu notebook onde estava refletindo toda a filmagem.
Com o notebook em mãos, Louis se sentou em uma cadeira e apoiou o aparelho na penteadeira de Harry.
A garota, ainda muito assustada por ter sido pega, não teve tempo de raciocinar para guardar seus brinquedos ou vestir uma roupa adequada. Ainda com os olhos arregalados e o coração apertado, sentou-se em cima de sua cama e ficou encarando Louis com seu notebook aberto, o notebook que continha centenas de vídeos da garota se fodendo, brincando consigo mesma e de diversas outras formas.
Harry podia ver Louis abrir tais vídeos que estavam guardados ali, mas tudo piorou quando Louis entrou no navegador e encontrou o site que Harry costumava publicar seus vídeos, aberto em seu perfil.
Harry podia ver pelo espelho em sua frente, Louis totalmente inexpressivo, sua normal expressão tão neutra e totalmente contrária ao desespero refletido na face da garota.
Depois de longos minutos de agonia e ansiedade para Harry, Louis fechou seu notebook, se levantou da cadeira onde estava sentado e deu poucos passos até parar à frente de Harry, que estava encolhida com as mãos abraçando as pernas juntas ao seu corpo e com a cabeça abaixada com medo de olhar nos olhos do homem parado a sua frente.
– Olhe para mim - disse Louis friamente.
Harry apenas piscou olhando para os próprios joelhos, não atendendo a ordem que lhe foi dada.
– Você não tem vergonha de ficar igual uma puta fazendo esses vídeos com um pau enorme enfiado na buceta mas tá com vergonha de olhar na minha cara? - debochou o mais velho se aproximando da garota até estar encostando na garota que se encolhia cada vez mais na ponta da cama.
Já sem paciência, Louis levou as mãos ao cabelo claro de Harry e o segurou em um aperto firme o puxando para trás fazendo o rosto choroso dela ficar virado para cima.
Mesmo desta forma, Harry não conseguia olhar para o rosto do homem, fazendo assim seu olhar vagar por qualquer lugar, menos para o seu tio.
De repente, Harry sentiu seu rosto ser virado para o lado e sua bochecha arder, fazendo assim, perceber que havia levado um tapa de seu tio.
Louis olhava para a garota com um bico nos lábios e a bochecha ferida a beira de lágrimas, mas não conseguia sentir empatia. Não quando estava sendo enganado por ela, não quando sua sobrinha que era apenas uma garotinha carinhosa e doce se revelou uma vagabunda que se exibia na internet para os outros.
– Desculpe o titio - disse Louis agora com um tom mais doce, fraternal - você sabe que eu só quero te proteger, que tudo que eu faço é para o seu bem, certo? - citou enquanto passava os dedos grossos e ásperos pela bochecha vermelha e sensível.
Em resposta, Harry acenou lentamente com a cabeça.
– Então você entende que o que eu vou fazer é para o seu bem, para você aprender - disse enquanto segurava o rosto da garota com as duas mãos fazendo-a olhar com medo para seu rosto pela primeira vez.
– O-oque você vai fazer? - questionou quase em um gaguejo com a voz frágil.
Louis abaixou o rosto até ficar alinhado com o de Harry e contou baixo como se estivesse lhe confidenciando um segredo - eu vou dar uma lição para minha princesinha, pra ela aprender a não ser uma puta desesperada por atenção - falou enquanto fazia um carinho no cabelo de Harry - se encosta da cabeceira e vira essa bunda para cima - disse voltando ao tom de voz mais áspero e endireitando a postura.
Harry olhou para o próprio corpo descoberto percebendo apenas nesse momento que estava esse tempo todo apenas com uma blusa emaranhada acima dos peitos. Sentiu seu rosto esquentar devido a vergonha, coisa que não passou despercebido de Louis.
– Não se preocupe amor, eu já vi tudo mesmo - disse de forma debochada ao fato de ter visto os diversos vídeos da garota.
Harry ainda estava ainda muito abalada devido a tudo que aconteceu nos últimos 10 minutos que ainda não havia se movido para fazer o que seu tio a mandou.
– Vai logo, porra. Seu pai deve estar de volta daqui a pouco - disse enquanto desfazia seu cinto de couro e o puxava da calça - você não quer que ele descubra que a filha dele é uma vadia, certo? - sorriu pretensioso se divertindo com o medo se espalhando nos olhos da cacheada, que ao sentir o tom de ameaça na fala de seu tio, se endireitou rapidamente e engatinhou até a cabeceira, fazendo o que foi mandado.
A visão de Harry com a bunda para cima, era quase demais para Louis aguentar, sua vontade era de se enterrar ali e foder a garota até ela desmaiar. Mas ela ainda era sua sobrinha, filha do seu irmão, ele se sentia como um segundo pai para ela. Quão errado isso seria?
Com o pau meio duro pela visão e a cabeça pesada com tantos pensamentos, Louis apoiou um joelho em cima da cama atrás da garota que estava de quatro com a bochecha apoiada na cabeceira.
Antes que fizesse qualquer movimento a mais, ouviu um fungado vindo da cacheada e assim percebeu que a garota estava com o rosto coberto em lágrimas e o narizinho vermelho.
– Ei, não chora amor - disse o mais velho puxando aa garota pela cintura fazendo ela se sentar nas próprias panturrilhas e encostar a cabeça no seu peito.
– Me desculpa, tio lou - disse com a voz falhada pelo choro fraquinho - eu não queria te decepcionar, eu te amo muito.
– Tudo bem meu amor - disse fazendo um carinho no cabelo da garota que agarrava firme nos seus braços - você vai aceitar seu castigo, como uma boa garota que eu sei que você é, é isso serão apenas águas passadas, ok?
Harry apenas concordou com a cabeça e seguiu agarrada em seu tio que continuava a fazer carinho na sua cabeça.
Assim que o choro de Harry passou, Louis deu dois tapinhas em sua coxa e murmurou - vai.
Com um biquinho nos lábios, Harry voltou para a posição que estava anteriormente. Louis pegou seu cinto que estava jogado na cama e segurou firme enquanto fazia um carinho leve na bunda ainda intacta como se a preparando.
– Dez vezes, apenas - avisou - o que você acha?
– Eu acho que está bom, tio - concordou sabendo não ter outra alternativa.
Louis acenou com a cabeça mesmo que não pudesse ser visto e não tardou a dar o primeiro golpe fazendo a pele macia ficar vermelha e dolorida.
Harry soltou um gemido de dor e sentiu lágrimas voltando a cair. Tinha a sensação que sua bunda havia sido cortada de tão agonizante.
Louis massageou o lugar atingido esperando a garota se recuperar minimamente antes de aplicar o segundo, terceiro e quarto golpe fazendo a garota soluçar e se inclinar para frente tentando fugir do impacto do couro em sua pele sensível.
Desta vez, com pena, Louis deixou Harry se recuperar pois mais alguns minutos. Talvez ele mesmo precisasse de um minuto para se recuperar, não era fácil pensar com pau duro sendo prensado dentro das calças.
Quando voltou a espancar a bunda de Harry, Louis olhou para baixo e viu o cuzinho e a buceta vermelhinha de sua sobrinha que se contraia e literalmente pingava em excitação. Havia até então evitado olhar para a intimidade da garota, já havia visto demais, mas vê-la nesse estado, ao vivo, havia deixado Louis muito mais abalado do que qualquer vídeo visto. A tentação de enfiar a boca ali e sugar todo melzinho da garota que escorria pelas suas coxas, estava deixando Louis a beira da insanidade.
Como um teste, Louis decidiu ver até onde a garota iria naquele estado. Colocou um dos joelhos entre as pernas da garota e inclinando o quadril para frente fazendo assim sua coxa encostar na buceta quente e molhada. Com o contato, ouviu Harry balançar os quadris muito sutilmente fazendo um leve atrito na sua intimidade, mas o suficiente para ela soltar um gemidinho baixo, fazendo Louis ouvir e sorrir desacreditado. Harry estava ali, apanhando, recebendo sua punição e mesmo assim parecia aproveitar cada segundo do que estava acontecendo.
Louis voltou a bater na bunda da garota, desta vez com as mãos e sem contar. Com certeza já havia dado mais de dez palmadas, mas a essa altura ele não se importava.
Harry parecia gemer de prazer agora, e Louis estava muito puto com isso.
Sem cuidado nenhum, puxou a garota pelo cabelo fazendo apoiar suas costas em seu peito e enfiou sua mão na xota dela fazendo a garota gemer alto mesmo com o contato simples. Ele trouxe sua mão de volta com uma poça na palma.
– É inacreditável - riu sem humor - eu estou aqui, tentando dar uma lição na minha sobrinha e ela continua sendo uma puta barata - recitou com a voz irritada.
– Tio Lou me perdoa - diz Harry chorando cada vez mais - eu não consigo controlar eu juro, mas a minha florzinha fica molhada e piscando sempre que o senhor tá perto - confessou - e eu vi que o senhor também esta com tesao por isso fiquei assim - disse e passou a mão no cacete de seu tio por cima da calça.
Louis estava no mínimo surpreso. Passou todo esse tempo fugindo de muito contato físico e tentando a todo custo esquecer a garota enquanto ela estava ali, sabe Deus quando isso começou. Então já que Louis estava naquela situação, que não havia mais volta, decidiu aproveitar então.
Como diriam: “tá no inferno, abraça o capeta”.
Sem mais palavras, Louis voltou a por sua mão na buceta de Harry fazendo um carinho passando os dedos nos grandes lábios e brincando em volta no grelinho provocando mas nunca encostando de fato lá. A garota já mordia os lábios em ansiedade e mexia os quadris levemente tentando fazer os dedos grossos tocarem no lugar certo, porém Louis sempre desviava.
– Tio - murmurou em protesto fazendo Louis dar uma risada baixa e gostosa em seu ouvido deixando se possível a garota ainda mais molhada.
– Não é possível que tantos brinquedos como você tem n te satisfaçam nenhum pouco a ponto de você estar desesperada igual uma cadela nos meus dedos.
– Eu nunca fico satisfeita com eles, tio - disse Harry virando o rosto e olhando para Louis - nunca, com nada nem ninguém.
Louis franziu as sobrancelhas ao ouvir “ninguém” – A partir de hoje, não existe mais ninguém. Ninguém mais te toca além de mim - disse em um tom sério e então não perdeu mais tempo e enfiou os dedos de forma bruta na grutinha de harry fazendo sua boca se abrir e um gemido alto como um grito sair de sua boca.
A garota sentia uma vontade absurda de fechar os olhos para aproveitar o estímulo que estava recebendo, mas com a intensidade do olhar de Louis em si, captando e admirando cada expressão em seu rosto, era impossível conseguir desviar o olhar.
Louis empurrava e curvava os dedos pegando exatamente no pontinho e logo arrastava-os para fora e esfregava o grelinho inchado de Harry fazendo a garota ter espasmos pelo corpo em prazer. Com a outra mão, Louis apalpou os peitos cheinhos de Harry apertando os biquinhos sensíveis dando mais e mais estímulo para a garota.
Harry estava muito perto, sentia seu abdômen se contrair e sua bucetinha se apertar nos dedos de Louis que mesmo com a maior resistência continuava empurrando dentro da grutinha enquanto brincava com o polegar no clítoris sensível.
Harry explodiu em um orgasmo fazendo a mão de louis molhar ainda mais com o melzinho e seu corpo quase cair para frente se não fosse um dos braços de louis segurar sua cintura prendendo-a ao seu corpo mole.
Harry fechou os olhos aproveitando a sensação gostosa de pós orgasmo fazendo seu corpo relaxar, mas quando começou a voltar ao normal, notou que ainda estava sentindo os dedos grossos de Louis entrando e saindo da sua xotinha que estava extremamente sensível - Lou, eu já gozei - disse a garota tentando afastar a mão de louis a todo custo - tio - suplicou começando a se desesperar com o superestimulo que estava recebendo.
Louis apenas ria do estado de sua sobrinha que a esse ponto chorava pela sensibilidade - quietinha, quietinha - dizia tentando acalmar a garota segurando seus pulsos a fazendo parar de o empurrar - você aguenta mais uma vez, certo? eu sei que você consegue - dizia continuando a estimular a bucetinha sensível que já se apertava novamente sinalizando mais um orgasmo.
– Não, eu não consigo Lou - gritava chorando mas já sentindo que estava gozando novamente nos dedos de seu tio enquanto arqueava as costas e tentava se segurar da cabeceira a sua frente.
Desta vez, Louis parou de toca-lá quando seu corpo se acalmou do orgasmo.
Harry virou-se de frente para Louis e deitou a cabeça em seu peito e fechou os olhos cansada.
Louis deixou-a descansar em seu peito por uns minutos enquanto fazia carinho nas suas costas descobertas. Porém, antes que a garota pudesse cair no sono, Louis a deitou de barriga para cima e tocou seu rosto fazendo-a abrir seus olhos pesados.
– Acorda, a gente não acabou ainda princesa - disse em um tom fraternal e carinhoso. Harry fez um bico em protesto silencioso fazendo louis dar um riso baixo.
Louis ficou de pé e tirou a camiseta branca deixando suas tatuagens que harry tanto amava expostas fazendo assim a atenção dela se prender ao tio que se despia. As meias e a calça já estavam atiradas no chão quando Louis se pôs entre as pernas da garota e subiu em cima dela fazendo seus rostos ficarem a milímetros de distância.
Harry entrelaçou os braços no pescoço do mais velho e deu um sorrisinho antes de colar brevemente seus lábios aos de Louis pela primeira vez.
O homem olhava para harry com as pupilas dilatadas e se apoiando com apenas um braço, segurou o cabelo de harry com a mão disponível e trouxe o rosto dela em direção ao seu fazendo assim seus lábios de encostarem desta vez com mais força.
Louis não esperou muito para forçar a língua na boca de harry que prontamente a sugou, pronta para aceitar qualquer coisa que viesse do mais velho.
Harry se sentia nas nuvens enquanto beijava seu tio, sentia que podia beija-lo para sempre e jamais se cansaria. Sua bucetinha já estava começando a esquentar novamente mesmo ainda muito sensível.
Louis sentindo a respiração da garota se tornar mais pesada e a mesma abrir mais as pernas fazendo suas intimidades de encostarem, começou a empurrar o quadril contra o dela fazendo seu pau ainda coberto estimular a xotinha que se molhava novamente.
Harry desceu as mãos para a barra da boxer de louis e tentou empurrar para baixo não obtendo êxito fazendo louis dar uma risada nos seus lábios. – tira - murmurou contra os lábios do mais velho fazendo-o prontamente obedecer empurrando o tecido pelas coxas até tirá-lo completamente deixando seu pau descoberto em cima da buceta melada.
Harry desceu a mão até o cacete molhado pela pré porra e começou a masturba-lo em cima da sua bucetinha sem deixar de beijar seu tio nem por um momento.
Louis gemia baixo contra os lábios de harry fazendo o beijo ficar desleixado.
– Mete em mim tio, por favor - disse harry de forma manhosa afastando os seus lábios dos de louis pela primeira vez podendo assim olhar nos olhos do homem - fode sua garotinha.
O semblante de louis que antes era calmo, mudou totalmente para algo mais bruto enquanto levantava o tronco e puxava uma das pernas de harry para apoiá-la em seu ombro enquanto segurava seu pau e arrastava pela buceta de harry espalhando toda sua lubrificação natural por ali.
E sem qualquer aviso, louis empurrou seu pau na grutinha de harry forte e fundo fazendo a garota gemer alto pelo susto. Sem deixar tempo para ela se acostumar, passou a estocar rápido contra a garota que gemia sentindo o cacete do seu tio indo muito fundinho dentro de si. Os gemidos de harry eram como música para louis que quanto mais alto os ouvia, mais rápido metia na buceta dela.
Louis passou dois dedos pela buceta pegando um pouco do melzinho da garota e os levou até a própria boca sentindo o gosto maravilhoso de harry.
Logo empurrou os dois dedos ainda molhados na boca da cacheada obrigando ela a chupar e abafar seus gemidos para não sinalizar nenhum dos vizinhos.
– Que buceta gostosa de foder - disse enquanto batia os quadris contra os de Harry fazendo um barulho altamente obsceno - perdi tempo pra caralho sem comer essa puta que estava à minha disposição o tempo todo - e soltou uma risada olhando para a mais nova que quase fechava os olhos.
Foi preciso de um tapa estalado na bochecha de Harry que sentiu os olhos alagarem mais uma vez.
– Olhos em mim, porra - falou enquanto se apoiava na cintura da garota para poder se mover melhor e ir mais rápido fazendo ela curvar o corpo e subir as mãos tocando e apertando seus peitinhos.
O mais velho se sentia no paraíso dentro da garota, a buceta dela era tão gostosa e recebia seu pau tão bem e tão fundo. Seus cabelos estavam úmidos e espetados para os lados, seu tronco brilhava em suor e ao contrário da garota, seus gemidos eram mais baixos e roucos enquanto inclinava a cabeça para trás sentindo o prazer correr pelo seu corpo.
Harry sentia uma sensação estranha agora, era como uma pressão na sua bexiga que parecia piorar a cada estocada de seu tio. Aquilo nunca havia acontecido com ela.
– Tio, eu acho melhor a gente parar - disse harry ofegante - eu tô sentindo uma coisa, acho que vou fazer uma bagunça - falou baixo escondendo o rosto com as mãos com vergonha.
– Tudo bem amor, só relaxa - disse o mais velho dando um beijo na panturrilha da garota que estava no seu ombro.
Harry estava ficando muito agitada, sentia uma pressão enorme no abdômen mas parecia que não conseguia nunca deixar vir, sentia sempre que estava muito perto e muito longe, o que causava uma certa ansiedade na garota que estava quase puxando os cabelos em frustração.
Louis passou a pressionar as duas mãos no abdômen da garota enquanto metia mais rápido na bucetinha que se contraia e esquentava mais que o normal.
Harry praticamente gritou arqueando as costas enquanto finalmente sentia se liberando assim molhando todo abdômen de louis e a sua cama.
– Viu princesa? Você conseguiu - disse louis carinhoso se abaixando p dar um beijo na boca da garota que ainda tinha tremores no corpo e se concentrava para não dormir - gozou tão forte no meu pau, me molhou inteiro.
Harry ainda sentia tremores pelo seu corpo e o cansaço quase a levando para a inconsciência.
– Tio lou, minha bucetinha tá ardendo muito, eu acho que não consigo mais - disse triste.
– Eu vou dar um jeito nisso, princesa - disse o mais velho saindo de dentro da garota e se afastando do corpo mole dela.
– Tio volta - começou a chorar descontroladamente ao se sentir vazia e sozinha - eu aguento mais, por favor fica aqui.
– Princesa, eu tô aqui - disse louis voltando a ficar perto da garota que se segurou em seu tio mesmo sem força - vira de bruços pra mim, eu prometo que não vou sair de perto - falou baixinho para a garota enquanto fazia um carinho no seu cabelo.
– Eu acho que não consigo me mover, Lou.
– Eu te ajudo, tudo bem?
Harry concordou com um aceno sentindo em seguida os braços de seu tio a virar e a acomodar com a barriga para baixo.
Mesmo não estando 100% consciente, harry sentiu quando os dedos de Louis se arrastaram da sua buceta para o seu cuzinho e começou uma massagem. O estado de relaxamento do corpo de harry contribuía para o trabalho de louis que não encontrou nenhuma resistência ao forçar a entrada de dois dedos no seu cuzinho molhado apenas com a lubrificação que escorria da sua xotinha.
– Tio, não - disse a cacheada tentando se mover para fugir - vai doer muito - disse de forma chorosa, nunca havia sido tocada lá.
Louis segurou firme na sua cintura a impedindo
de se mover e posicionou o cacete na entrada apertada dela.
– Eu vou fazer ser bom, mas você precisa ficar quietinha - disse o homem já empurrando forte dentro da garota que sentia a dor de estar sendo fodida por trás pela primeira vez.
Louis não escolheu ser gentil e começou a estocar forte contra a bunda de Harry que balançava a cada batida que Louis dava. O aperto ao redor de seu cacete era algo que louis mal podia suportar, seu abdômen já se contraia indicando que estava muito perto de gozar depois de se segurar por tanto tempo.
Conforme Harry foi se acostumando com a invasão e passou a sentir prazer, parou de se mexer e começou a empinar a bunda para cima fazendo louis ter um melhor acesso.
– Tio - Louis ouviu o chamado baixo de harry e se aproximou para ouvi-la.
– Eu tô muito cansada, acho que não vou aguentar mais - disse em um tom muito fraco - promete que o senhor vai continuar usando meu corpinho - pediu.
– Eu vou amor. Tudo pra minha princesa.
Ao ouvir a confirmação de louis, com um sorriso, harry finalmente pode se permitir cair na inconsciência e apagou depois de pouquíssimos segundos.
Louis viu o corpo da garota amolecer mais ainda se possível e em nenhum momento parou de socar fundo na bunda gostosa de harry até que finalmente ele gozou com um gemido alto e grosso dentro da garota que estava apagada.
A porra branquinha saia em abundância fazendo harry ficar cada vez mais preenchida até que começou a vazar de dentro dela.
Louis puxou seu pau para fora e passou os dedos pelo gozo que melava toda a bunda de harry o ajudando a espalhar ainda mais.
Louis estava cansado, mas havia prometido para a garota que não iria parar de usá-la, então esperou uns minutos até estar pronto novamente e empurrou novamente dentro da buceta apertada de harry.
Acordar sentindo alguma coisa dentro de si, era com certeza uma das sensações que harry mais amava. Mas acordar depois de ser fodida até desmaiar e ainda sentindo alguma coisa dentro de si, era outro nível.
Os olhos de harry ardiam pela claridade que entrava pela janela e ao tentar se mover, sentiu seu corpo inteiro dolorido.
Com muita luta, harry conseguiu se sentar em sua cama e olhar ao redor.
Franziu as sobrancelhas em confusão ao ver seu quarto completamente arrumado e sem sua câmera e brinquedos espalhadas. Seus lençóis não eram os mesmos de antes de harry apagar e seu corpo estava coberto por uma camiseta que não era sua. Era de seu tio. Seu tio havia arrumado tudo e a limpado.
Harry sorriu boba ao ver que louis havia cuidado de si tão bem limpando seu corpo e seu quarto.
Ao tentar se levantar de sua cama, sentiu novamente aquela sensação de estar sendo preenchida. Confusa, levou os dedos até sua intimidade e tocou em algo duro enfiado na sua bucetinha que ardeu ao sentir o mínimo toque de harry em si. Arrastou os dedos para trás e sentiu algo preenchendo seu cuzinho também.
Ao tentar mover um dos plugs que estavam dentro de si, viu sair algumas gotas de um líquido branco pelos cantos.
O sorriso de harry nunca esteve tão grande como estava agora que sabia que estava cheinha da porra de seu titio, pelos dois lados.
Mesmo com o corpo extremamente dolorido, saiu da cama e colocou um short de pijama qualquer e desceu as escadas ouvindo a conversa alta que vinha da cozinha.
– Bom dia - cumprimentou todos de forma geral.
Louis estava na ponta da mesa e ao lado de harry e antes que está pudesse se sentar, a puxou para se sentar em sua coxa e deu um beijo na sua bochecha.
– Dormiu bem, princesa? - perguntou de forma carinhosa.
Harry concordou com um aceno e deitou a cabeça no ombro de seu tio que bebia seu café normalmente.
– Pensei que não ia acordar nunca - brincou a mãe de harry – eu cheguei ontem ainda estava claro e você já estava capotada na cama.
– Eu tinha dormido mal na noite passada, por isso fiquei com tanto sono - justificou harry dando de ombros logo ouvindo sua mãe voltar para outro assunto.
– Mentir é feio, princesa - sussurrou no ouvido de harry.
– Comer a sobrinha também, titio - respondeu atrevida.
A conversa seguiu na mesa entre os adultos enquanto sem que ninguém percebesse, Louis desceu a mão que estava apoiada na cintura de harry até o meio da sua bunda encontrando ali ainda os plugs que havia colocado no dia anterior.
– Boa garota - sussurrou louis dando um beijo na testa de harry e começando a mover o plug em um vai e vem sem realmente tirá-lo para não fazer uma bagunça na frente de todos.
O estímulo era leve, mas era o suficiente para harry sentir sua buceta encharcar novamente devido a alta sensibilidade.
A garota estava com os olhos meio fechados aproveitando os toques de louis quando reparou na namorada de seu tio olhando para ela.
Elizabeth estava com uma expressão séria, brava. Definitivamente ela sabia o que estava acontecendo entre os dois.
Harry virou o rosto em um ângulo que apenas a mulher poderia vê-lo e abriu a boca simulando um gemido mudo.
Sentiu um aperto forte ao ponto de machucar em sua bunda e a voz de seu tio baixa em seu ouvido - não provoque, não queremos problemas.
– Querido, vou colocar as malas no carro, temos que sair cedo pois temos compromisso mais tarde - disse elizabeth antes de se levantar e sair da cozinha.
Harry se desencostou de seu tio e o olhou com um bico nos lábios - você já vai embora?
– Sim, meu amor. Amanhã eu trabalho cedo.
– Não quero que você vá - disse a garota passando os braços no pescoço de seu tio e o abraçando.
A mãe de harry olhava para os dois de forma tão carinhosa, seu coração se enchia de alegria ao ver como os dois eram carinhosos e unidos.
– E se você fosse passar uns dias lá em casa? Durante o dia eu trabalho mas a noite pudemos sair para passear, assistir filmes. Só nós dois.
Harry sorriu com a ideia, seria perfeito poder passar uns dias com seu tio sem dividir a atenção com seus pais.
– Eu quero - disse animada.
– Vai lá arrumar suas coisas então.
Harry saiu de seu colo animada subindo as escadas em um vulto.
"Harriet era, sem dúvida, a pessoa mais inibida que Louis já conheceu. Mesmo sabendo disso, o papai não podia evitar deixar sua garota cansada até tê-la despudoradamente implorando por si."
O cheiro doce dos fios cacheados tomava conta do olfato de Louis há uns bons minutos. Não fazia nem uma hora que Tomlinson havia voltado de uma viagem de duas semanas e a sua namorada já estava o seguindo por todos os cantos. Bastou somente colocar o pé dentro de casa para que a sua garota grudasse em si como um coala faz em sua árvore favorita, quase não dando espaço para Louis guardar as malas de qualquer jeito no quarto do casal e tomar banho em seguida para enchê-la de beijos e abraços. Ela merecia por ter sido uma menininha tão paciente.
Louis até achava engraçado o barulho que o salto baixo dos sapatinhos de Harriet fazia ao chocar-se contra o piso enquanto ela ia pra lá e pra cá à sua espera.
Harriet havia sentido falta de Louis. Sua gatinha até era uma boa companhia e serviu para não deixá-la tão sozinha nos primeiros dias, mas ela não lhe dava beijinhos de boa noite ou perguntava como havia sido seu dia. Louis era insubstituível e fazia o coraçãozinho de Harriet quebrar-se em mil pedaços quando acidentalmente, através de uma troca de mensagens, lembrava do quão longe estavam um do outro.
Mensagens essas que eram enviadas por Harriet a qualquer hora do dia para informar o namorado de cada pequena coisa que acontecia consigo. As mais improváveis eram as favoritas de Louis. Desde fotos da pequena gatinha até áudios onde o mais velho conseguia identificar alguns soluços e fungadas chorosas reprimidas enquanto Harriet dizia pela quinta vez no dia que estava perto de, literalmente, morrer de saudade.
Styles era sensível demais por natureza, e Louis sabia que todo seu cuidado e amor incondicional com ela a deixava ainda mais dependente de si. Porém, o método de contar junto de Harry as poucas horas que faltavam para se verem novamente ajudou a confortar sua garota, de certa forma, até sua volta para casa.
Foi uma tortura esperar até que Louis saísse do banheiro e finalmente lhe desse a devida atenção. Ela até tentou ficar quieta como o namorado havia lhe pedido, mas foi impossível quando seus pés instintivamente a guiaram para o corredor e ela acabou sentada ao lado da porta como um cachorrinho abandonado. Ora amassando a camisola entre os dedos, ora fazendo trancinhas nos cabelos sedosos por entre as mechas soltas. As quais acabaram deixando-a ainda mais linda e foram finalizadas com finas fitas de cetim brancas — que Harriet fez questão de buscar em seu quarto — em formato de pequenos laços.
A mais nova percebeu que duas semanas se transformam em dois anos quando se espera pela pessoa amada. Mas Louis estava ali agora, e ela não podia pedir mais quando o viu sentar-se no sofá e abrir os braços em sua direção para convidá-la a acomodar-se em seu colo.
Era onde ela estava naquele momento. Uma perna de cada lado do quadril do namorado vestido com uma calça de moletom cinza. Sua cabeça repousou no ombro esquerdo desnudo de Louis. Seus pés vestiam meias brancas com uma faixa de babados ao redor dos tornozelos e eram abrigados dentro de sapatos Mary Jane, os favoritos de Harriet. Ambas as mãos dos namorados estavam carinhosamente entrelaçadas, desejando encostar cada célula de um em cada célula do outro para matar a saudade de uma vez por todas.
Louis estava sempre a mimando demais, lhe dando tudo antes mesmo que a garota pensasse em querer, mas principalmente a colocando em um pedestal intocável. Fazia questão de lembrá-la todos os dias sobre o quão perfeita e única ela era, se contentando com as bochechas rubras de Harriet e as mãos de dedos finos escondendo o próprio rosto com vergonha. Mesmo sabendo que sua menina era confiante o suficiente em outras situações, o jeito tímido que ela agia em tais momentos ainda era adorável.
— Senti tanta saudade de você — Harriet murmurou, erguendo o rosto apenas para depositar um beijo casto no maxilar de Louis, acomodando-se novamente em seguida.
— Eu também senti saudade de você, carinho — a mão livre de Louis fazia uma carícia singela nas costas de Harriet, a qual estava coberta pelo tecido da camisola fininha e branca com estampa de pequenas margaridas.
— Não faz mais isso — os olhos esmeraldinos encontraram os azuis novamente. Seus lábios tinham um biquinho manhoso e Louis tinha vontade de beijá-la apenas para mostrar que não iria a lugar algum, mas percebeu que Harriet ainda tinha algo a acrescentar — Não fica longe por tanto tempo. Promete.
Louis realmente nunca havia feito uma viagem tão longa, porém, daquela vez, um imprevisto de última hora tomou mais do seu tempo do que ele havia planejado. O que o afastou da sua garota e lhe causou uma dor de cabeça que o acompanhou por todos os minutos a mais. Foi desumano informar Harriet de que ficaria longe por um tempo mais longo do que o esperado e acompanhar seus olhos enchendo d'água através da tela do celular.
Em casa, Louis precisava relaxar, desligar do mundo agitado e focar apenas em Harriet e toda sua doçura que serviam como um calmante natural para si. Estar com seu amor assim, tão próximo, era o suficiente para melhorar seu humor rapidamente.
— Prometo — tirou algumas mechas do cabelo cacheado que acabaram caindo no rosto dela, aproveitando para repousar a palma da mão na lateral direita apenas para deixá-la ali. Harriet se inclinou contra seu toque como uma gatinha — Não vai acontecer de novo. Você é minha prioridade, sempre.
Uma covinha sutil surgiu no canto do sorriso de Harriet. Em sua bochecha corada. A garota tímida e manhosa de Louis estava ali, começando a dar seus ares. Completamente adorável.
Apesar do jeito que Harriet sempre se portava na presença do namorado, o relacionamento tinha muito diálogo. Tudo era consensual em literalmente todos os aspectos da relação, o que a tornava saudável e agradável de ser vivida. Louis tinha o dom de fazer com que Harry se expressasse e colocasse em palavras tudo o que gostava ou não no convívio entre os dois, melhorando e consertando os aspectos juntos em seguida como um casal dedicado em cumprir todas as juras de amor e compromisso.
Harriet era, sem dúvida, a pessoa mais inibida que Louis já conheceu, e foi exatamente isso que despertou a curiosidade do mais velho. Foi o que fez com que ele se aproximasse da cacheada. Por mais difícil e demorado que tenha sido o processo de deixar Harriet confortável o suficiente até ela perceber que Louis tinha interesse em si e em tudo o que o fazia ser quem ela era, Tomlinson esperou pacientemente para tê-la e secretamente sempre orgulhou-se de tal feito. Afinal, isso o levou a encontrar a pessoa mais amável que ele já teve a oportunidade de desfrutar da companhia.
Porém, Louis sabia melhor do que ninguém sobre a habilidade que a namorada tinha de utilizar uma feição inocente enquanto fazia coisas que não condiziam nada com ela. Como, por exemplo, encará-lo de baixo com os olhos brilhantes enquanto esfregava seu rosto no volume da sua calça e silenciosamente pedia permissão para retirá-la. Ou, também, quando sentava em seu colo como quem não tinha segundas intenções e acabava ondulando mais o quadril do que o recomendável para manter a estabilidade de Louis. Sempre jurando que não era nada proposital por ter muita vergonha de confessar que na verdade sempre foi.
Entender quando sua garota queria algo a mais de si tornou-se fácil com o passar do tempo. Apesar de raramente verbalizar, Harriet sabia demonstrar que sentia falta de Louis de outros modos. Toques eram os melhores. Mas existiam os momentos em que o namorado não dava o braço a torcer. Então, depois de cinco tentativas ignoradas, tudo o que restava era um Harry com olhos cristalinos pelas gotas de água que se derretia em sensibilidade a qualquer mínima resposta calculada de Louis. Respostas extremamente bem pensadas para que não tivessem nada que a deixaria satisfeita, menos ainda algo que a tirasse daquela bolha íntima em que haviam entrado. Louis gostava de levar Harriet ao limite só para vê-la declarar com todas as letras que precisava ser fodida. Ele sabia o quão doloroso e humilhante isso era para sua garota. Assim como também sabia, na mesma medida, o quanto aquilo a excitava e a deixava perto de um orgasmo sem ao menos ser realmente tocada.
Harriet estava começando a dar indícios de que queria Louis naquele momento. Depois de toda aquela eternidade sem vê-lo, ela estava precisando mais do namorado do que nunca. Suas coxas grossas e malmente cobertas pelo tecido do vestidinho apertavam o quadril de Louis com necessidade enquanto sua bunda macia deslizava discretamente pelo colo do namorado. Ela queria ser vista e principalmente implorava para ter seu desejo de duas semanas saciado, mas Louis parecia não reparar em suas investidas.
Por outro lado, Tomlinson estava completamente ciente das intenções da mais nova. Mas aquele dia seria um dos quais ele deixaria Harriet cansada até tê-la despudoradamente implorando por si. Descrever como e onde queria ter Louis seria um preço a ser pago para que isso de fato acontecesse.
Quando as mãos habilidosas de Louis moveram-se e pousaram em seu quadril, Harry arrepiou-se. Por pouco não se gabando de ter conseguido um toque sem muito esforço. Mas sua esperança e seu ego murcharam assim que os dedos pressionaram a pele com uma força considerável para fazê-la parar de se mover. Foi possível escutar um muxoxo triste vindo da cacheada enquanto seu peito subia em um suspiro. Ela estava tão perto de conseguir o que queria, era somente frustrante ter suas expectativas cortadas tão cruelmente.
Os olhos verdes estavam baixos, em conjunto com os dedos finos apoiados no peito de Louis em um toque quase leve demais para ser sentido. Seu punho direito se fechou ansiosamente perto da tatuagem próxima da clavícula do namorado e sua última reação antes de voltar a afundar o nariz no pescoço de Louis foi soltar mais um suspiro impaciente e derrotado.
Enquanto a garota choramingava e soltava leves lufadas de ar ou barulhinhos bobos para lembrar Louis de que estava ali, o mais velho fingia não notar nenhuma de suas ações. Seu quadril ficou imóvel depois que foi colocado assim, mas o resto do seu corpo denunciava a sua vontade. As coisas foram levadas assim até que, em certo ponto, quando a carência havia alcançado cada canto do seu ser, sua mão correu em direção aos fios da nuca de Louis e ela provocou um leve aperto ali. Foi inocente, seus olhos estavam fixos em qualquer coisa que estivesse passando na televisão, mas Louis tomou isso como a hora perfeita para começar a colocar seu plano em prática, pegando o controle e desligando o aparelho.
— Harriet? — chamou, virando o rosto para tentar encontrar os olhos da namorada mesmo naquela posição onde eles estavam praticamente escondidos.
Mas não por muito tempo. Em um pulo, Harriet ergueu a cabeça e fitou Louis com suas grandes esmeraldas. Ela finalmente havia atraído a atenção do mais velho. Um sentimento bom fez seu peito aquecer enquanto um sorriso feliz brotou em seu rosto. Ela não precisou responder para que Louis continuasse falando.
— Está precisando de alguma coisa? — perguntou falsamente. Suas mãos se mantiveram na camisola que revestia a epiderme cheirosa de Harriet.
O lábio inferior da menina ficou proeminente em um biquinho quando a realização caiu sobre ela como um balde de água fervente que ocasionou o aquecimento de cada centímetro da sua pele. Aquele era Louis querendo brincar consigo e com a sua timidez como se Harriet fosse apenas um fantoche moldável aos seus gostos e preferências. Não que isso fosse ruim, muito pelo contrário. Porém, esse modo de humilhá-la, especificamente, sempre resultava em uma cacheadinha trêmula reduzida a uma bolinha de vergonha e lágrimas, apesar de totalmente satisfeita e agradecida ao namorado.
Tentando reunir sua coragem para despejá-la em uma única frase e aproveitar a oportunidade que provavelmente só ganharia novamente depois de algumas horas, Harriet posicionou-se melhor em cima de Louis e pegou a mão dele na sua, levando-a lentamente para baixo do tecido que vestia e a posicionando sobre sua xotinha que já molhava levemente o tecido da calcinha pelos pensamentos antecipados sobre o que aconteceria a partir dali, finalmente conseguindo proferir:
— Aqui. Dói — seu tom era lamurioso e Louis se divertia internamente com isso. Harriet se frustrou ao esperar e não receber qualquer tipo de movimentação por parte do outro. Talvez ela devesse começar a baixar suas expectativas e parar de ser tão precipitada com suas ideias.
— E o que você quer que eu faça? — indiferente, Louis perguntou. Seus ombros subiram e desceram como se não entendesse o pedido e a cabeça foi inclinada em questionamento.
Harriet suspirou pela milésima vez em um curto período de tempo. Sua dose de confiança já havia sido injetada ao fazer Louis tocá-la e, em seguida, pronunciar as duas palavras. A partir dali ela estaria completamente exposta e suscetível à degradação enquanto seu atrevimento de minutos atrás evaporava de uma vez só.
— Papai — a garota murmurou, reclamando, tentando esquivar-se de dar uma resposta objetiva. Ela estava dando tantas dicas do que precisava que Louis fizesse consigo, mas o namorado parecia estar cada vez mais longe de realmente tentar entendê-las.
Sua cabeça estava baixa mais uma vez, os fios cacheados e compridos pendiam e impediam Louis de visualizar seu rosto. Suas bochechas provavelmente já estavam coradas o suficiente naquele momento e Harriet odiava a ideia de deixar Louis saber disso, mesmo tendo noção de que as futuras lágrimas inevitáveis seriam vistas de qualquer forma.
— O papai não me ama mais? — perguntou em um fio de voz. Foi possível ouvir quando Harriet fungou, provavelmente para se controlar e não começar seu choro tão cedo. Seus olhos esmeraldinos ainda não olhavam os oceânicos de Louis.
Louis, esse que quase se deixou levar pelo jeito de Harriet, por pouco não a fez deitar-se no sofá para fodê-la como ela merecia e acabar com aquela tortura que estava sendo para si também. Mas ele estava disposto a levar tudo aquilo até o fim, ciente de que a última pergunta de Harriet foi apenas para fazê-lo sentir-se uma péssima pessoa e mudar seus planos.
— O papai ama você, sim — os dedos da sua mão livre percorreram o braço de Harriet, unicamente pelo prazer de vê-la lutar contra as ações involuntárias e acabar arrepiando-se — Ele só ficou longe da garotinha dele por muito tempo — a mesma mão subiu a carícia até o topo da cabeça de Harriet, afagando o começo dos seus fios — E acabou esquecendo o que a gatinha dele quer quando age de um jeitinho tão… — ponderou por alguns segundos, tentando encontrar as palavras — Carente e necessitado.
Harriet fechou os olhos com força ao ouvir seu namorado. Era isso, Louis tinha o resumido em carência e necessidade, nada além. Quando tornou a abri-los, notou sua visão ficar turva por lágrimas, se amaldiçoando por ser tão sensível. Suas coxas pressionaram as de Louis com força, causando um atrito significativo contra o toque na sua bucetinha, enquanto o mais velho sentiu a renda em contato com os seus dedos ficar ainda mais molhada com o melzinho.
As palavras do moreno, querendo ou não, mexiam notavelmente com o corpo e as reações da namorada.
Louis deu um sorriso ladino.
— Mas você pode ajudar o papai a lembrar — deu a ideia, ainda acariciando os cabelos de uma garota amuada sentada em si. Ele decidiu não forçar Harriet a olhá-lo, pelo menos não por enquanto — Eu só quero fazer minha menininha se sentir bem, sim?
Em uma última tentativa, Harriet choramingou e negou com a cabeça. Ela ainda tentava lutar contra o poder de persuasão que Louis tinha, ciente de que remar contra a maré seria em vão. Seus dedos seguraram o pulso de Louis com força por medo de que aquele mísero toque na sua bucetinha necessitada fosse interrompido.
— Não, papai — seus cachinhos adoráveis, em conjunto com as tranças, balançavam enquanto negava — Não consigo dizer, você sabe.
Mesmo com a resposta, Harriet tinha dois corações naquela situação, dois pensamentos que o levavam a lugares diferentes. Ela poderia pensar somente em si e decidir de uma vez por todas que não faria o que Louis estava sugerindo. Harriet verdadeiramente sabia que o namorado não ficaria chateado ou irritado caso houvesse o uso da palavra de segurança em situações como aquela. Por outro lado, fazer isso seria puro egoísmo, já que Louis sempre a fez sentir-se tão bem e o mínimo que ela poderia fazer era retribuir por ser intensamente cuidada e amada. Ela não conseguia sequer imaginar como seria decepcionar seu papai e jamais tomaria uma decisão que resultasse nisso.
— É até irônico — Louis voltou a falar, ocasionando um pulinho discreto e assustado de Harriet que havia se perdido em pensamentos. Dedos firmes empurraram seu queixo para cima, a fazendo ver o namorado por entre as mechas castanhas — Você ser tão tímida que não consegue nem falar com o seu dono, e ao mesmo tempo tão cadela a ponto de se molhar feito uma virgem na minha mão — Harriet sentia seu rosto quente de vergonha enquanto travava uma batalha árdua contra si mesmo para não deixar as lágrimas teimosas caírem — Você quer isso. Você quer o papai. Então nós vamos tentar mais uma vez, vou te dar mais uma chance, sim?
Foi quase difícil notar quando Harriet assentiu tão discretamente. Louis tinha um poder tão grande sobre si. Era até intimidador o modo como ele sempre conseguia o que queria, obrigando e convencendo Harriet a fazer qualquer coisa por si. O peso do seu corpo já estava todo sobre o colo do namorado, incapaz de manter parte dele apoiado em seus joelhos. Sua mão livre estava caída ao lado do seu corpo com receio de agir e fazer o namorado desistir da sua última tentativa.
Ela queria ser boa.
Ela precisava ser boa.
— E eu juro que vou te deixar na mão se você decidir continuar sendo uma vadiazinha tímida — a cacheada fungou e negou várias vezes, prometendo que faria tudo corretamente. Louis suspirou e retirou os fios de cabelo do rosto de Harriet mais uma vez, ligando os olhares de maneira intensa — Coisinha, você quer dizer alguma coisa para o papai?
Os ombros de Harriet desabaram assim como sua postura em um claro sinal de desistência. Louis sabia como conseguir o que queria da sua namorada de uma forma tão natural que às vezes até era difícil para a garota perceber que havia cedido e ido contra seus princípios. Mas, naquele momento, ela via claramente toda sua estabilidade e auto preservação indo para o ralo, dando espaço para que as próprias palavras proferidas ocupassem as lacunas deixadas e o consumissem com seus significados sujos e pervertidos.
— Preciso de você. Preciso do meu papai — pediu em um fio de voz. Seu olhar baixou por alguns segundos, mirando a mão de Louis que desaparecia entre suas pernas junto da sua que servia para manter a palma quente dele ali.
Quando teve coragem de olhar Louis novamente, foi simplesmente demais. Os olhos azuis estavam tão concentrados em si e esperavam tanto que foi inevitável segurar seu choro contido. As primeiras gotas escorreram lentamente por suas bochechas rubras.
— Preciso do pau do papai tão fundo dentro de mim, me comendo como só ele sabe... por favor — seu corpo tremeu involuntariamente ao ser estimulado. Louis começou a esfregar seu grelinho inchadinho levemente por cima da renda, causando uma fricção gostosinha, mas aqueles panos começaram a irritar Harriet profundamente e ela teria que pedir para livrar-se deles — Você... Você pode rasgar minha calcinha.
Tomlinson depositou um beijo em cima da lágrima acumulada no canto dos lábios de Harriet. Ele amava sua menina, assim como também amava seu choro desesperado.
O barulho do rasgo do tecido foi momentâneo, libertando a xotinha da garota que molhava a palma de Louis aos montes. Os dedos tatuados brincavam preguiçosamente com o pontinho de Harry e ela sabia que aquilo indicava que ela precisaria de mais do que somente isso para finalmente ser recompensada.
— Meus peitos — sua voz estava levemente embargada, as gotas grossas já deslizavam pelo seu rosto sem impedimento — Brinque com eles, papai, eles são todos seus — ao pedir, Harriet levou as mãos até a barra da camisola curtinha e a tirou em um piscar de olhos, tamanha necessidade que sentia.
Um ar gélido natural e noturno beijou sua pele ao despir-se. Seus cachos ficaram ainda mais selvagens pelo movimento rápido e repentino. Seus braços instintivamente cobriram seu corpo ao perceber o quão exposta estava e a vontade de encolher-se para se proteger do olhar azul quase venceu, porém, antes que pudesse, Louis segurou seus braços com delicadeza e os afastou para ter acesso ao seu peito e aos mamilos durinhos em antecipação.
Harriet esquivou-se ao sentir a barba de Louis roçar contra sua pele, e seus mamilos ficaram ainda mais eriçados e convidativos para que o namorado pudesse mamar naqueles peitos como se a vida dele dependesse disso.
Talvez, naquele momento, realmente dependesse.
"Você é incrível" foi tudo o que Louis disse antes de aproximar-se do seio esquerdo gordinho, passar a língua molhada de saliva sobre o botãozinho marrom e soprar diretamente em cima dele em seguida apenas para ver sua garota se arrepiar, enfim começando a realmente chupá-la.
Harriet se mantinha estável com as mãos nos cabelos de Louis enquanto os lábios finos faziam um ótimo trabalho em deixá-la sedenta por mais. O melzinho de Harry pingava na calça de Louis e ela podia sentir perfeitamente o pau do namorado entre sua bunda. Era uma troca, quanto mais Harry movimentava os quadris e consequentemente estimulava Louis, mais ávidas eram as lambidas do namorado em seus peitinhos sensíveis. Ambos saiam ganhando.
Quando mudou de lado, usando os dedos para continuar dando atenção para um e poder começar a chupar o outro mamilo durinho, pôde reparar em Harriet. Nas suas sobrancelhas franzidas. Nas lágrimas que escorriam pela sua face. Nos gemidos gostosos que saíam por entre seus lábios gordinhos. Na obra de arte que era Harriet no cúmulo do desejo sem nenhum pudor. Mas Louis estava com saudades de vizualizar suas esmeraldas, então, para chamar atenção, despejou um fino filete de saliva sobre o botãozinho e o acompanhou deslizar pela pele leitosa, hipnotizado com a cena.
A garota abriu os olhos chorosos na direção de Louis e segurou ainda mais forte os cabelos do namorado. Ela só era incrível porque Louis o fazia sentir-se assim. Única. Desejada. Harriet sabia o quão sortuda era por ter tido seu destino cruzado com o de Louis.
— O meu papai me faz tão bem. Sua boca é tão boa — divagou, mantendo o contato visual com um Louis abaixo de si dedicado em seus peitos — Queria que você visse o que eu estou vendo, o papai fica tão lindo assim, tomando o meu leitinho.
Foi tarde demais para Louis pensar nas próprias ações ao ouvir aquilo, ocasionando uma mordida leve na pontinha excitada do seio direito e logo em seguida um puxão no biquinho entre os dentes, sentindo sua calça molhar com o líquido de Harriet mais uma vez. Sua garota não era exatamente um fã das palavras, porém, quando as usava, gostava de imaginar e dizer que seus peitos estavam cheios de leite e também que Louis pudesse simplesmente gozar em sua xotinha e a engravidar. Louis achava excitante como Harriet fantasiava dessa forma e via como sua garota estava cada vez mais perto de jorrar todo o seu prazer ali mesmo depois da própria fala.
— Você vai querer gozar assim? — Louis sussurrou contra sua pele, Harriet estremeceu pela sensação e derramou mais algumas lágrimas.
— Sim. Sim, por favor — então ela lembrou-se de adicionar: — Eu quero gozar enquanto o papai cuida dos meus peitinhos e toca minha bucetinha — Harriet se perdeu um pouco nas palavras, estava ficando cada vez mais difícil formular frases que faziam sentido — Tão bom pra mim.
Harriet conseguiu ouvir um gemido satisfeito vindo de Louis, o qual se perdia nos cílios molhados acima dos olhos verdes e fazia disso uma motivação para acelerar o movimento dos seus dígitos. A bucetinha de Harriet molhava cada vez mais e facilitava o toque enquanto seus gemidos e ofêgos envergonhados, necessitados e sensíveis eram como música para os ouvidos de Louis.
Harriet vinha sendo estimulada desde o momento em que o namorado exigiu que ela se humilhasse a ponto de expor seus desejos em palavras, mesmo sabendo que ela tinha dificuldade e que sempre ficava vermelha como se estivesse queimando. Louis não ligava. Sabia que o fruto daquela degradação seriam as suas tão amadas lágrimas de Harry, e ela amava a sensação do cúmulo.
Chegar ao cúmulo com lágrimas nos olhos, hipersensibilidade e gozo de Louis em qualquer parte do seu corpo era como chegar ao paraíso, só que melhor.
A boca de Tomlinson deixava a namorada perto de colapsar, entregue ao próprio prazer, e a junção com a estimulação gostosa no seu grelinho duro resultava em cada vez mais gotas caindo dos seus olhos. Seus dedos permaneciam entre os fios de Louis e seu quadril ia de encontro à mão dele, tentando saciar-se o mais rápido possível. Sua bunda deixava Louis cada vez mais duro e com vontade de vê-la gozando logo para poder finalmente meter naquele lugarzinho apertado. Louis passou a utilizar os dentes para arranhar de leve os botõezinhos e Harriet se contorcia ainda mais em seu colo.
— E-estou quase! — soprou em meio lágrimas e suspiros, a visão completamente nublada — Quase gozando para o papai — mesmo em tais circunstâncias, deu um sorriso com o canto dos lábios, não deixando de sentir orgulho de si mesma. Afinal, ela estava verbalizando.
Mas sua felicidade morreu assim que Louis resolveu voltar a falar:
— Você se contenta com pouco — e então ele estava sorrindo. Não era amigável, era debochado. Louis estava rindo de Harriet como se ela não fosse nada além de uma garotinha sensível e carente de contato — É tão vergonhoso.
Harry se sentiu inferior ao ver o namorado daquele jeito, em uma posição totalmente oposta à sua. Seus ombros chacoalhavam conforme seu choro e seu ventre doía ao tentar segurar seu orgasmo para não parecer tão desesperada como Louis estava dizendo que ela era. O que não aconteceu por estar sendo masturbada tão bem ao mesmo tempo que tinha sua área erógena chupada com afinco. Tudo o que restava era vir na mão de Louis e comprovar a visão que ele tinha sobre si.
— E ainda molha toda a minha calça igual uma vagabunda. Porra, olha a bagunça que a sua bucetinha 'tá fazendo em mim! — sua voz estava um pouco mais alta, agressiva até, porque Louis sabia de como Harriet amava ser tratada desta forma em momentos como esse. Ele aproximou o rosto de sua orelha apenas para soprar a última frase, aquela que tinha certeza que faria sua menina chegar ao limite — Você é tão nojenta. Eu nunca vi uma putinha tão suja como você.
Quando a sensação de formigamento se apossou da sua virilha, Harriet não viu necessidade de perguntar se poderia ou de avisar Louis de que estava vindo. Ela estava precisando disso há uns bons minutos e foi uma libertação se deixar levar pelas ondas prazerosas que se apossaram do seu corpo frágil. Suas costas arquearam de leve e suas coxas tremeram com a liberação do orgasmo. Seu gemido mais alto da noite foi abafado pelo pescoço de Louis, onde Harriet inconscientemente escondeu o rosto e privou o namorado de vê-la chorar como nunca enquanto gozava.
Um silêncio suspeito se apossou em seguida. Suas pálpebras, que provavelmente ficariam inchadas amanhã, estavam pesadas pelo cansaço e seu corpo doía por ter ficado tanto tempo naquela posição. Alguns espasmos do orgasmo recente ainda a percorriam. Harriet sentia seu rosto molhado e alguns fios de cabelo grudavam sobre ele. A garota estava incapaz de ter noção dos próprios atos com a mente nublada e a visão turva, muito menos pensava sobre as possíveis consequências que eles trariam. Mas então ela sentiu. Ou, melhor dizendo, não sentiu. Louis estava imóvel embaixo de si. Talvez limpando sua mão ou fazendo alguma outra coisa, Harriet não sabia identificar. Por isso, a cacheada resolveu ver com os próprios olhos. Checar por si mesma o motivo de Louis não tê-la jogado contra o tapete e a usado como quisesse assim que ela gozou.
A expressão que Harriet encontrou no rosto de Louis partiu seu coração. Era uma feição quase magoada. Talvez melhor definida como decepcionada. Seus olhos eram um azul vazio enquanto o canto dos seus lábios estavam voltados para baixo em chateação. Harriet sentiu como se ele simplesmente fosse levantar dali sem qualquer explicação e ir embora, e isso a deixou desesperada.
Foi tentando relembrar de minutos atrás que a realização caiu sobre si. Ela sabia como o namorado tinha tesão e amor por suas lágrimas em momentos íntimos. Harriet já viu como Louis ficou excitado enquanto a assistia usar um plug em público e chorar contido por se sentir exposta demais, triplicando a sensação de ser estimulada exatamente no seu pontinho com o objeto. Mas então, ao afundar seu rosto no pescoço do namorado, ela impediu que Louis visse o que ele provavelmente idealizou desde o começo.
Harriet se sentia extremamente culpada. E essa culpa foi revertida em um choro com direito a soluços e gotas grossas que pingavam na calça de Louis, onde antes foi derramado seu melzinho. Ela sentia a angústia percorrer seu corpo frágil e precisava tomar uma atitude urgentemente para tentar redimir-se. Era o objetivo que ela tinha em mente quando começou a beijar todos os cantos do rosto impassível de Louis, até que teve seu maxilar segurado sem muita força, apenas para mandá-la parar.
— O papai está tão chateado — Louis falou contra os lábios de Harry, nunca deixando a garota beijá-lo — Eu tento ser bonzinho e fazer minha menina se sentir bem, mas ela não se importa nem um pouco comigo.
Harriet negou com a cabeça com veemência, odiando que tivesse deixado Louis se sentir daquele jeito. Seu rosto foi apertado ao ponto de um biquinho formar-se em seus lábios cheios, mas não doía. Nada doía tanto quando a sensação de ter decepcionado seu papai. As lágrimas deslizavam por seu rosto em maior quantidade a cada minuto.
— Você entende isso? Estou decepcionado com você, consegue entender? — continuou, mentalmente se deliciando com o choro da garota.
— Não. Não, não, me desculpe. Por favor, papai, eu errei e reconheço isso — suplicava entre os espasmos que seu corpo dava, já se sentindo sobrecarregada e confusa — Por favor. Eu sou sua. Sua coisinha, para você usar quando quiser...
Harriet estava uma bagunça completa, seus cachos emolduravam seu rosto de forma desordenada e a fina camada de rímel nos seus cílios começava a escorrer como tinta escura brutalmente arremessada em um quadro branco delicado. Tinha um contraste. Era lindo. Sua bucetinha doía de sensibilidade a cada esbarrão acidental e seu físico e emocional estavam perto de se esgotarem. Mesmo que tenha sido apenas um orgasmo, a vergonha tomava conta de absolutamente todos os seus sentidos, fazendo com que a exaustão fosse geral. Porém, mesmo nessas condições, Harriet precisava era provar para Louis que era uma boa menina, e ela o faria.
— Papai — tocou a barba aparada de Louis com a mão trêmula. Os olhos azuis o miraram com descontentamento — Eu posso ser boa, muito boa. O papai pode usar e me foder como ele quiser — pediu, o polegar acarinhando a bochecha de Louis singelamente — E eu prometo que não ficar quietinha — acrescentou — Vou dizer tudo o que o meu papai quiser ouvir. Por favor.
A luz amarelada do cômodo refletia nos olhos verdes e aguados. Por fim, Harriet encostou a sua testa na de Louis, não sabendo se deveria beijá-lo ou não. Demorou alguns segundos de contato visual para que Louis decidisse o que faria com a sua coisinha, acabando por compadecer-se com a expressão pidona, afinal, Harriet só queria agradá-lo e estava disposta a conseguir isso.
— Você vai ter que aprender a usar essa boca gostosa se me quiser dentro de você — proferiu, atacando os lábios de Harriet em seguida.
Era um beijo onde não havia disputa, apenas dois extremos. Dominância e submissão. Louis guiando a dança de línguas enquanto Harriet apenas seguia seu ritmo. Os sons molhados faziam a cacheada tremer por finalmente estar recebendo aquilo do namorado depois de tanto tempo e a angústia se dissipava aos poucos. As mãos de Louis se perderam entre os fios de cabelo de Harriet, a puxando para si em busca de mais.
Harriet, mesmo fraca e sonolenta, relutantemente teve que impedir o ósculo e verbalizar suas ideias. Sua necessidade de ser boa a impedia de secar as lágrimas para poder agradar Louis e suas duas mãos seguravam o rosto barbado para ter total atenção enquanto pronunciava com todas as letras o que precisava que o namorado fizesse.
— Agora você vai me deitar no tapete e meter em mim sem preparação. Nada de língua ou dedos, eu preciso apenas do seu pau — Harriet se surpreendeu com o quão confiante sua voz saiu, atrevendo-se em descer seus dedos pelo abdômen de Louis até o caminho de pelos bem aparados e segurar o pau grosso ainda dentro da roupa, ofegando discretamente em surpresa ao sentir o tecido da calça extremamente molhado contra as costas da mão. Louis estava sem cueca e isso explicava o cacete tão bem delineado entre as bandas gordinhas da sua bunda — Você já está babando para ter a sua garotinha.
Louis quis sentir na pele a temperatura das bochechas avermelhadas de Harriet. Estavam extremamente quentes, notou. O choro tinha diminuído um pouco. Talvez a garota se arrependesse de toda aquela coragem em minutos, mas era incrível para Louis poder ouvi-la daquela forma. Com atenção e foco. Não deixando de reparar no esforço que ela fazia para fazê-lo sentir-se bem. Harriet estava sacrificando a si mesma para mostrar que a única coisa que importava ali era Louis.
— Mas se doer e eu implorar para você parar, não dê atenção. Eu quero que você me destrua — sua palma espalhou o pré gozo do namorado pela extensão antes de puxá-la para fora da calça e fazê-la bater contra a pele bronzeada, dura e necessitada de alívio.
Louis gemeu e apoiou a cabeça no encosto do sofá ao ter seu pau devidamente punhetado junto com as palavras tão pecaminosas vindas de lábios tão doces. Ao voltar a postura anterior, não pensou duas vezes antes de agarrar as coxas de Harriet e levantar-se com ela no colo para deitá-la no tapete macio da sala. Contemplando cada centímetro da sua menina ao deixá-la ali para remover sua única peça de roupa, arremessá-la em qualquer canto, e ajoelhar-se próximo as pernas fechadas de Harriet.
Encarando o teto sobre si, as lágrimas voltaram para a visão de Harriet. Um momento de lucidez a fez cair na realidade da situação e perceber o estrago que aquilo faria na sua reputação introvertida. Mas agora era tarde demais. Duas gotas escorreram pelos cantos dos seus olhos e foi preciso tomar ar para continuar com o seu maldito falatório.
— Agora o papai vai abrir as pernas da garotinha dele — fungou, apoiando-se sobre os cotovelos para ver Louis por cima dos seus joelhos, o qual se mantinha em silêncio para não assustar Harriet que aparentava já estar desinibida.
Louis afastou suas coxas e Harriet voltou a deitar as costas no chão, deixando ser usada de acordo com o próprio roteiro. Ela tinha vontade de voltar a fechar as pernas, e aquela luta interna sobre preservar-se ou ser bom causava gotas grossas que saiam dos seus olhos e se desfaziam no tapete. Seu peito ardia em uma mistura de sentimentos, somado ao estado quase sonolento que sua mente e corpo entraram ao gozar no colo de Louis. Ela tinha sido cruel e estava pagando por isso.
Mesmo assim Harriet não conseguiu evitar fugir.
Seus joelhos foram juntados novamente por si mesma e ela se pôs de bruços, tentando ir para longe dali e de toda aquela humilhação que estava passando. Harriet não pensou em Louis ou em como ele ficaria furioso ao ver sua falta de colaboração mesmo depois de ter prometido que seria boa, não, ela só precisava se esconder no primeiro lugar que encontrasse pela frente e chorar seus pulmões fora por ter sido tão exibida e desagradável consigo mesma.
Porém, antes que pudesse começar a sua fuga, mãos agarraram ambos os lados da sua cintura com força e o trouxeram de volta, virando seu corpo para cima novamente com um baque surdo do seu corpo contra o tapete.
— Não! Papai, pare! — seus punhos fechados batiam contra o peito de Louis, tentando empurrar-se para cima e sair do aperto dos seus dedos — Por favor, me deixe ir, eu não quero mais.
Com isso, Louis substituiu as mãos pelo antebraço para prender Harriet contra o chão, o pressionado em seu ventre, e inclinou-se sobre o corpo que se debatia debaixo de si, espalmando a palma contra o tapete felpudo ao lado da cabeça de Harriet e ficando a centímetros do seu rosto. Harriet parou de esquivar-se, com medo de qual seria o próximo passo de Louis e focou nos olhos azuis que pareciam observar sua alma. A garota sentiu seu lábio inferior tremer pelo choro enquanto esperava Louis reagir.
Louis levou os lábios finos até a orelha de Harriet e usou o tom mais rouco para proferir:
— Não — foi simplório, mas causou um efeito notável em Harriet. Os olhos verdes se fecharam com força e ele pode sentir a xotinha voltando a ficar molhadinha somente com isso — Você vai ficar aqui e vai ser usada pelo papai até que ele decida ser o suficiente — enquanto pronunciava com seu sotaque carregado, impulsionava seu caralho duro entre os lábios macios da xotinha de Harry, superficialmente esbarrando sobre sua entrada apertada — A única coisa que eu quero de você são as suas palavras e suas lágrimas, o resto não importa. Não importa se você não quer mais. Não importa se você quer fugir. Não importa se você me mandar parar. Eu não dou a mínima para o que você quer, coisinha.
Harriet tinha a respiração pesada, seus dedos agarraram o tapete felpudo para tentar descontar sua angústia. Ela estava derrotada, perto de esgotar-se totalmente e virar apenas um objeto que o namorado usaria para foder e gozar dentro assim que terminasse.
Louis pegou a primeira almofada que encontrou em cima do sofá e a posicionou embaixo da bunda de Harriet, elevando os quadris da garota na sua direção.
A cacheada inutilmente ainda tentava colar as coxas com o resquício que tinha de ânimo para defender-se, mas Louis estava entre elas e proibia qualquer recuo que ele pensasse em fazer. O salto baixo dos seus sapatos batiam contra o chão sem causar um som realmente alto enquanto suas pernas debatiam-se e sua respiração estava cada vez mais dificultosa.
— Você quer sentir o papai aqui? — Louis indicou o ventre de Harriet com a mão e sentiu seu cacete vazar ainda mais quando a garota negou desesperadamente. Foi uma pergunta retórica, Louis não estava nem um pouco interessado na resposta de Harriet.
Como estavam, Louis pode ver cuzinho de Harriet se contraindo em nada em busca de qualquer coisa que o preenchesse. Seu polegar não tardou em contornar o buraquinho apertado, sem forçá-lo para dentro em momento algum, afinal, o pedido foi claro. Harriet queria sentir a sua xotinha abrindo no pau de Louis.
O mais velho usou a mão livre para espalhar mais pré gozo por sua extensão e preparar-se para foder sua garotinha. Não que ela mesma já não estivesse liberando melzinho aos montes enquanto fingia não estar gostando de tudo aquilo.
Harriet ainda sentia uma necessidade absurda de fuga, apesar de impossibilitada. Ela virou seu rosto para o lado e pressionou a bochecha contra o chão, não querendo olhar a cena que se desenrolava acima de si. Seus lábios tinham um biquinho triste e seu peito subia e descia com dificuldade. Harriet não percebeu o momento em que Louis voltou a deitar sobre seu corpo, apenas sentiu os dedos virarem grosseiramente o seu rosto para encará-lo.
— Nem pense em virar seu rosto mais uma vez. O papai quer ver como você chora pra ele igual uma puta barata — murmurou contra seus lábios, segurando a base do próprio pau e o encaixando na grutinha encharcada da garota.
Entrar em Harriet estava sendo difícil, apesar de toda aa bagunça molhada de ambos. Mesmo que ele já conseguisse ver a buceta engolindo seu pau até a metade, a entradinha da sua menina o apertava na tentativa de expulsá-lo a cada segundo e aquilo era quase sufocante.
— Porra, duas semanas te deixaram ainda mais apertada — falou entre dentes. Suas mãos seguravam as coxas de Harriet com força para mantê-la quieta e facilitar o processo.
Louis retirou-se de dentro de Harriet, acumulou uma quantidade significativa de saliva e deixou com que ela escapasse por entre seus lábios finos, caindo diretamente na glande vermelinha do seu pau para conseguir deslizar melhor e até o fim na bucetinha de Harriet. Um fiozinho incolor ligava a cabecinha babada na entrada da xotinha e aquilo denunciava como os dois precisavam daquilo.
— Por favor, não fale desse jeito — manhou — E-estou tão envergonhada, papai, me deixe ir — a última palavra foi prolongada em sua voz, acabando em soluços que fizeram seu corpo tremilicar. Seus braços estavam jogados sobre o chão, inúteis. Malmente tentando livrar-se de Louis. Apesar de tudo, seu quadril ia de encontro ao pau do namorado para tê-lo cada vez mais.
Os pés de Harriet estavam plantados no chão, as pernas dobradas e o quadril obrigatoriamente erguido enquanto Louis terminava de forçar-se para dentro, logo sentindo as bolas pesadas baterem contra sua bunda branquinha. Rastros de maquiagem desenhavam linhas na pele rubra do seu rosto. Sua perna inconscientemente circulou o quadril de Louis para mantê-lo dentro de si o maior tempo possível enquanto uma lufada de ar presa em seus pulmões foi liberada.
— V-você me machuca. Dói muito — sussurrou, fechando os olhos com força ao sentir a primeira estocada realmente bruta de Louis.
— Oh, eu imagino — respondeu, falsamente secando uma linha molhada no rosto de Harry — Mas, sinceramente, espero que você acabe ainda pior.
A cacheada tremeu com as palavras cruéis de Louis, deitado ali como um ser sem sentimentos ou emoções enquanto se acostumava com a invasão em seu buraquinho intocado há duas semanas.
Louis estava encantado pelas lágrimas de Harriet que escorriam em abundância logo no primeiro impulso do seu pau grosso. Harriet tinha o corpo impaciente e usou os cabelos de Louis para agarrar-se à consciência que lhe restava, erguendo o pescoço até colar ambas as testas. Seus olhos imploravam por algo que ela sequer sabia exatamente o que era e, pela proximidade, Louis conseguia ver cada nova gota d'água que se formava na superfície esmeraldina.
Louis a comia tão bem e tinha os olhos azuis tão penetrados em Harriet que faziam a sensação ficar ainda mais intensa. Harriet desviou o olhar para baixo por um momento, acompanhado a cena dos quadris do namorado batendo contra o seu enquanto o pau dele sumia dentro de si, exatamente quando sentiu a glande tocar seu pontinho G. O que a obrigou a agarrar-se ainda mais no cabelo de Louis e gemer em sua boca para incentivá-lo a foder exatamente ali.
Ambas respirações tinham descompasso. A de Louis pelos movimentos certeiros em busca do próprio orgasmo depois de tanto tempo duro, enquanto a de Harriet por se sentir sobrecarregada, com estímulos e lágrimas demais, tudo ao mesmo tempo.
Harriet não pensou duas vezes antes de pegar a mão de Louis na sua e a descansar sobre seu ventre, onde os dígitos do mais velho sentiram a saliência do próprio cacete sob a camada de pele de Harriet.
— Eu te sinto tão fundo — pronunciou-se entre soluços chorosos, sem quebrar o contato visual com Louis — Você está violando a sua coisinha tão bem, papai.
Louis continuava investindo seu quadril contra Harriet, alargando sua bucetinha como ela havia pedido. Sua pele branquinha já avermelhada pelo atrito dos corpos. Louis aproveitou para deslizar a mão mais para baixo até encontrar o grelinho sensível e novamente durinho da seu garota. Seus dedos acariciaram o pontinho e Harriet chiou, encolhendo-se e negando com a cabeça vezes demais.
— Não! — gritou, segurando o pulso de Louis que malmente a estimulava — Eu quero gozar com você. Quero gozar enquanto o papai me deixa cheia dele.
Louis gemeu baixinho e ondulou o quadril dentro de Harriet. O som de peles se encontrando misturava-se com os choramingos da cacheada. Buscar por ar estava sendo cada vez mais difícil, e só piorou quando Louis subiu a mão mais uma vez, agora em direção ao seu pescoço infelizmente imaculado, e manteve um aperto significante. Aquilo extrapolou o limite de Harriet. Mais lágrimas salgadas foram produzidas até que sua mente processasse o que ela deveria fazer para parar com o ato. Demorou três segundos para que sua mão abrisse e fechasse duas vezes, indicando que Louis deveria interromper a privação de ar, o que ocorreu imediatamente.
Harriet reconheceu a feição preocupada de Louis enquanto ele o analisava para checar se estava tudo bem para continuar com a cena. Então, para provar que sim, estava tudo perfeitamente bem, e que não, Harriet não precisava de um tempo, a cacheada segurou os dedos de Louis anteriormente posicionados em seu pescoço e sem cerimônia levou dois deles até os lábios. O cenho de Louis franziu por um instante sem compreender o que a garota faria, até que ele sentiu uma quantidade significativa de saliva escorrer sobre seus dígitos e logo em seguida ambos serem forçados para dentro da boca receptiva de Harriet que começou a chupá-los, simulando um boquete.
A garotinha sentia sua bucetinha ser abusada enquanto mantinha a boca cheia de Louis, fazendo questão de deixar os dedos bem molhados assim como faria se fosse o pau do seu papai no lugar deles. Suas bochechas quentes formavam vincos por tamanha dedicação que ela tinha em abrigar cada vez mais dos dígitos tatuados dentro de si. Louis os forçou até sentir a garganta de Harriet resvalar nas pontas, fazendo a menina engasgar uma última vez antes de acabar com a sua diversão, os tirando de entre os seus lábios.
— Agora a minha coisinha se arrependeu de não ter mamado o pau do papai? — os dedos molhados de saliva seguraram o rosto da garota, fazendo seus fluidos se misturarem — Bichinho inútil.
Harriet amaldiçoou Louis por não deixá-lo virar o rosto em uma tentativa frustrada de escapar da humilhação, ao mesmo tempo em que sentiu sua xotinha vazar e seu choro aumentar notavelmente.
— Desculpe, papai — choramingou, podendo ver as pequenas gotículas de água acumuladas em seus próprios cílios.
A cacheada, mesmo naquelas condições onde tudo era demais e ela almejava um bom descanso para recuperar-se depois que fosse usado, ainda tinha um pouco de consciência e persuasão em seu interior. Harriet sabia o quão bom era em afetar Louis com as palavras certas. Mesmo que o mais velho tivesse um fetiche absurdo em ouvi-lo falar coisas obscenas, parte do mérito era seu por saber exatamente como moldar as sílabas até que as frases fizessem algum efeito sobre Louis, e ela sempre conseguia.
Então, ali, viu-se completamente submissa de Louis. Com o rosto molhado de lágrimas e os fios de cabelo grudando nas trilhas que elas deixaram. Ouvindo os gemidos gostosos do namorado próximo a sua orelha enquanto era fodida com força e sentia-se totalmente entregue a ele. Tendo a sensação de que seu rosto pegaria fogo a qualquer momento pelo calor presente em suas bochechas. Além de, é claro, a sensação incrível de se sentir pequena e usada apenas para o prazer de Louis. Com tudo isso, Harriet estava no limite mais uma vez, impedindo-se de vir até que Louis também viesse.
Ela teria que acelerar o processo se quisesse cumprir com suas palavras.
Então, a garota utilizou do seu último fôlego para olhar profundamente nos olhos de Louis e pedir com a voz mais doce que pôde utilizar:
— Goza dentro de mim, papai. Deixa a sua garotinha vazando você — sua outra perna também circulou o quadril de Louis para o manter dentro assim que suas palavras tiveram efeito.
Harriet pode sentir o líquido de Louis jorrar dentro de si assim que pronunciou a última palavra, cruzando ainda mais os tornozelos nas costas do namorado para deixar a porra acumular-se no seu interior e pingar assim que sua bucetinha fosse abandonadola. Louis gemeu rouco com o olhar cravado no cacheado assim que teve o orgasmo finalmente liberto.
Harriet, porém, sentia algo diferente acontecendo, como se precisasse muito fazer xixi de uma hora para outra. Suas pernas balançaram e ela cobriu um grito alto demais com as mãozinhas, lembrando-se de não quebrar o contato visual para que Louis visse o estrago que suas lágrimas exaustas causaram.
Era uma sensação nova e Louis não poderia ter uma cena melhor do que aquela da bucetinha de Harriet expulsando ele da sua entrada ao jorrar seu líquido aos montes junto com a sua porra branquinha. A xotinha contraía e Harriet chorava enquanto sua grutinha vazava como nunca.
— Caralho... — Louis estava ofegante e com o corpo abrigado por uma fina camada de suor, apreciando a buceta usada da namorada.
A cacheada sentiu-se relaxada ao constatar que havia sido usada e servido como o brinquedo de Louis. Foi um milagre que seu corpo não tivesse perdido a força assim que sentiu o mais velho esporrar dentro de si. Sua obediência a mantinha ali até que a última lágrima escorresse pela sua face. Harriet quase ronronou quando Louis levou uma mecha ondulada do seu cabelo para trás da sua orelha.
— O que... Oh, merda — Harriet ergueu o rosto e deparou-se com a bagunça logo abaixo de si, o cacete de Louis completamente molhado e algumas gotas do seu orgasmo na virilha dele — O que eu aconteceu?
— Você esguichou no meu pau, amor — ele explicou e deu um risinho quando Harriet ficou com as bochechas rubras com sua fala explícita — Você é adorável. O papai está muito orgulhoso de você, sim?
Louis repousou a cabeça de Harriet sobre uma almofada macia, deixando alguns beijinhos por seu rosto e acarinhando sua bochecha enquanto falava como era bom estar de volta em casa, para os braços melhor pessoa do mundo, adicionando também que a amava mais do que tudo e que ela poderia contar com ele para sempre em um diálogo duradouro e calmo.
— Amo você. Amo o papai — murmurou, seus braços enlaçaram o pescoço de Louis em um abraço desajeitado com seus braços cansados.
O mais velho sorriu carinhoso para a sua menina, usando os polegares para enxugar as trilhas mais finas de água sobre seu rosto e aproximou-se para deixar um beijinho casto em seus lábios.
Louis e Harry são melhores amigos que nunca escondem nada um do outro, porém um deles guarda um que só é revelado em uma das noites entre eles.
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— Peraí, Lou... Deixa que ele te leva lá. — Harry falou, se afastando um pouco do muro onde estava encostado, o olhar firme em Louis.
— Relaxa, Haz. É aqui perto, tranquilo demais. — Louis respondeu, ajeitando a mochila nas costas. O uniforme da empresa marcava um pouco os ombros dele, o sol já batendo forte no começo da manhã.
Harry inclinou a cabeça, insistente.
— Tem certeza? Ele te deixa lá num pulo.
— Harry... zero problema. Tô acostumado.
— Só tô tentando ajudar.
— E eu agradeço. Mas tá de boa.
Harry ergueu as mãos em rendição, um sorrisinho de lado surgindo nos lábios.
— Tá bom então.
O boné jogado pra trás deixava algumas mechas cacheadas caírem na testa. O short de malha pendia baixo, exageradamente abaixo da linha V, e Louis não conseguia não reparar na intenção clara ali — Harry sabia o que fazia com aquele corpo.
Louis deu dois passos pra trás, mas parou. Mordeu o lábio, pensou um segundo antes de falar, como se precisasse de coragem.
— Haz...
Harry ergueu o olhar de novo, curioso.
— Que foi?
— Passa lá em casa mais tarde. — Louis disse. — Se quiser... sei lá, conversar.
Harry arqueou uma sobrancelha, o sorriso crescendo devagar.
— Conversar, é?
Louis riu de leve, deu de ombros.
— É... ou qualquer outra coisa.
Harry o olhou por um instante, como se tentasse decifrar o que exatamente "ou qualquer outra coisa" significava. Mas não respondeu. Só assentiu, um canto da boca curvado.
— Beleza. Vejo você mais tarde então.
Louis virou, seguindo caminho. Mas sentia o olhar de Harry queimando em suas costas até dobrar a esquina.
Mais tarde, quase oito da noite, Harry apareceu.
Louis já estava em casa. Banho tomado, o peito nu, e a calça de moletom velha pendendo no quadril. O cheiro de sabonete e amaciante escapava pela porta entreaberta. Estava largado no sofá, o celular em uma mão e o outro braço apoiado no encosto, o corpo relaxado, mas os olhos atentos.
Harry respirou fundo antes de bater na porta. Apertou a própria mão com força, os lábios pressionados um contra o outro, como se quisesse segurar tudo que queria dizer — ou fazer.
— Achei que ia dar pra trás. — Louis disse assim que o viu entrar, abrindo mais as pernas devagar, e o volume marcando descaradamente sob o tecido mole da calça.
Harry lançou um olhar breve, disfarçado. Ou tentou disfarçar. Depois revirou os olhos, se jogando ao lado dele no sofá.
— Eu disse que vinha, não disse?
A chave da moto bateu na mesa de centro com um som seco.
— Quer fumar? — Louis perguntou, pegando dois baseados já prontos ao lado e oferecendo um deles pra Harry.
— Sempre. — Ele respondeu, tirando o boné da cabeça e deixando os cachos caírem meio desordenados.
Louis acendeu o seu primeiro. A ponta brilhou alaranjada enquanto ele puxava fundo, depois virou pro lado e, com um gesto automático, levou o isqueiro até o baseado de Harry. A chama demorou a firmar, e por um instante os olhos de Louis ficaram presos na boca entreaberta de Harry.
Demorou mais que o necessário.
Harry sentiu o calor subir pela nuca.
Quando o cigarro finalmente acendeu, Louis se afastou, largou o isqueiro na mesa — perto da chave da moto recém-arrumada — e jogou a cabeça pra trás, soltando a fumaça com um gemido sutil de alívio, quase prazeroso.
Harry observava. Em silêncio. Silêncio demais até.
Fumar juntos depois do trabalho era rotina. O ritual deles. Mas hoje parecia diferente. Mais pesado. Mais carregado.
Louis sempre reagia assim. Sempre tinha esse efeito quando tragava fundo. Os olhos semicerrados, o corpo relaxando, e... aquilo. O moletom não escondia nada. Harry sabia. Louis também.
E então, sem filtro, Louis soltou:
— Porra, eu tô com um tesão do caralho.
Harry desviou o olhar por um segundo, tragou fundo e soltou a fumaça devagar, como se precisasse de tempo pra processar aquilo.
— Tu não transou ontem, porra? Que fogo é esse? — Harry soltou, encarando Louis com um olhar misto de divertimento e curiosidade.
Louis virou o rosto devagar, tragando fundo, as pupilas dilatadas, o olhar escuro e carregado.
— Isso foi ontem, Haz. Tô falando de hoje.
Harry bufou uma risadinha pelo nariz, jogando a cabeça pra trás.
— Chama algum dos teus contatos então, sei lá. Alguém deve tá a fim de te ajudar com isso aí.
— Hoje não... — Louis respondeu, olhando pro teto por um segundo antes de encarar Harry de novo. — Hoje eu só queria ficar de boa. Ficar só. Sem obrigação, sem ninguém grudento. Muita responsa, cê sabe.
— Ih, vai ficar de mau humor. — Harry provocou, soprando a fumaça direto no rosto de Louis com um sorriso de canto, debochado.
Louis estreitou os olhos, tossiu leve e resmungou:
— Filho da pu... — Mas logo se ajeitou no sofá, ainda com um sorriso malandro nos lábios. — Também não, porra.
De repente, se levantou.
Harry acompanhou com os olhos, curioso, os lábios ainda entreabertos com o cigarro pendendo entre os dedos.
— Que que cê tá fazendo?
Louis foi até a mochila largada perto da porta, se abaixou, remexeu lá dentro e tirou um pacote de plástico opaco. Voltou devagar pro sofá, jogou o corpo ali de novo e ergueu o pacote, quase como quem exibe um troféu.
— Passei num lugar perto do trampo hoje. E olha o que eu achei.
Abriu o pacote com uma facilidade suspeita — já tinha mexido naquilo antes — e puxou de lá um brinquedo de sex shop: uma réplica de uma bunda com uma abertura de silicone perfeitamente moldada em formato de uma buceta, brilhando sob a luz fraca da sala.
Harry arregalou os olhos por um segundo, depois soltou uma gargalhada curta, surpreendida.
— Que porra é essa, Louis?
— Realismo total. — Louis disse, sério, mas com um sorriso brincando no canto da boca. — Olha isso. Tu não tá entendendo o toque disso aqui. Parece de verdade.
Ele virou o brinquedo de lado, como quem faz questão de mostrar todos os detalhes. Depois apertou de leve com a palma da mão, como quem testa a textura.
Harry ainda estava rindo, mas havia um rubor subindo em seu pescoço, uma tensão mal escondida no maxilar.
— E cê comprou isso pra quê, exatamente?
Louis deu de ombros, apoiando o brinquedo nas coxas abertas.
— Sei lá. Tava curioso. E também... — Ele encarou Harry com aquele olhar carregado de segundas intenções — ...pensei que talvez a gente pudesse brincar. Testar juntos. Ou, no mínimo, rir pra caralho no processo.
Harry largou o cigarro no cinzeiro e passou a mão pelo rosto, sem conseguir disfarçar o sorriso.
— Você é um idiota. Um idiota safado.
Louis deu um tapa leve na coxa dele.
— Fala isso, mas não tira o olho desde que eu tirei da mochila.
— Você é um imbecil. — Harry sentiu a pele formigar, irritado.
— Vai dizer que não está com vontade de experimentar?
— É óbvio que não!
Louis deu uma risada baixa, puxando mais uma tragada.
— Fala a verdade. Tu nunca pensou em usar um desses?
Harry pegou o cigarro de volta, encostou no sofá e soltou a fumaça devagar, olhando pra frente.
— Nunca precisei — Ele respondeu com tranquilidade, embora o sorriso entregasse a provocação.
— Arrogante do caralho.
— Realista — Harry rebateu, agora encarando Louis diretamente. — E você? Comprou por quê? Vai usar sozinho ou tava esperando um voluntário?
— É claro que não — Louis disse passando a mão pela peça de silicone, acariciando os grandes lábios com um toque curioso.
Harry precisou apertar as coxas para conter o formigamento que sentiu ao ver aquela cena.
— Porra… — Louis murmurou tirando o pau meio duro da cueca e pressionando a glande contra a abertura de silicone de imitava uma buceta.
Harry já tinha visto Louis pelado várias vezes, mas nunca excitado. Eram melhores amigos, sem frescuras ou limites. Harry já o flagrara trocando de roupa diversas vezes; Louis nunca teve segredos com ele. Mas o mesmo não podia ser dito de Harry — ele jamais se despira na frente de Louis.
Louis empurrava a cabeça do pau contra a entrada macia, e o brinquedo cedia, o engolindo aos poucos. O pau dele engrossava visivelmente a cada estocada, ficando mais vermelho, mais pesado, mais carregado de sangue. O som úmido e o deslizar do silicone contra a pele deixavam tudo mais explícito, mais sujo — mais excitante.
Harry não conseguia desviar o olhar. Estava com os olhos arregalados, vidrados, o corpo reagindo sozinho.
Caralho.
Aquilo era quente demais. Obscenamente gostoso de assistir. Ele sentia a cueca úmida, o prazer escorrendo, encharcando.
Sua pele formigava, queimava em contato com o ar. Os gemidos roucos de Louis, os suspiros entrecortados, as estocadas ritmadas — era como ser atingido por faíscas, uma atrás da outra. A coxa de Louis roçava na dele, firme, e Harry não resistiu: começou a se esfregar, devagar porém desesperado como um gato em cio.
Seus lábios estavam secos, desejando algo que ele ainda não ousava pedir.
Quando Louis ergueu o brinquedo, deixando só a glande encaixada, e depois mergulhou tudo de novo num estalo molhado o gemido veio dos dois — Louis, afundado no próprio prazer; Harry, praticamente montado em sua coxa, se esfregando sem vergonha, arfando baixo, descompassado.
— Porra, Harry... você já tá molhando a minha calça.
— Eu preciso que esse formigamento passe — Harry disse colocando a mão no pé da barriga, onde o prazer pulsava quente.
— Então vem cá... — Louis tirou o brinquedo do pau, jogando de lado, e puxou Harry com firmeza, o ajeitando em seu colo com um movimento possessivo.
Harry ficou de frente pra ele. E ali, entre os dois, estava o pau de Louis — duro, grosso, latejante, veias marcando a pele esticada, a glande viva, brilhando de desejo.
Ambos ainda seguravam os cigarros entre os dedos. Harry passou a língua lentamente pela palma da mão livre e, com ela molhada, envolveu o pau de Louis. A resposta foi imediata: Louis jogou a cabeça pra trás, os olhos fechados, a boca entreaberta num gemido rouco que vibrava no ar abafado.
A mão que ainda segurava o cigarro repousou na coxa aberta de Harry. O toque era quente, íntimo, e Harry aproveitou o momento para simplesmente sentir — a rigidez do pau latejando contra sua pele macia. Mas ele não se moveu ainda. Não bombeou. Não queria pressa.
O momento certo veio quando Louis arqueou os quadris, buscando mais. Foi então que uma gota espessa de pré-gozo surgiu na ponta, escorrendo preguiçosa pelo eixo, até lambuzar os dedos de Harry. Ele gemeu baixo só com a visão.
Começou a movimentar a mão com precisão: ritmada, cuidadosa. Às vezes apertando, às vezes afrouxando, ora subindo devagar, ora descendo com mais força. O rosto de Louis se contorcia, tomado pelo prazer bruto, os olhos cerrados, os lábios entreabertos. Os dedos de Harry sabiam exatamente onde apertar, como girar, como deslizar.
— Eu... — Harry começou a falar, mas se interrompeu ao perceber os espasmos leves de Louis.
Pressionou o polegar contra a uretra, negando o orgasmo no último segundo. O corpo de Louis se enrijeceu, tenso, o rosto avermelhado, os fios de cabelo grudados na testa suada. O pescoço úmido brilhava sob a luz baixa da sala — Harry teve vontade de se inclinar e passar a língua ali, saborear o sal e o calor
Ali estava ele: o melhor amigo em seu colo, com a mão no seu pau, vermelho e pulsando, tão carregado que parecia prestes a explodir. O líquido viscoso que escapava da fenda aumentava, escorrendo por todo o comprimento, o deixando ainda mais molhado, brilhante, obscenamente delicioso.
E Harry... só queria mais.
Louis levou a mão que repousava na coxa de Harry até uma de suas nádegas, apertando com firmeza e o puxando para frente, arrancando de Harry um gemido abafado, os lábios ferozmente mordidos para conter o som. As unhas cravaram de leve antes de deslizarem, e então Louis apenas acariciou a bunda dele — uma massagem lenta, provocante, que fez Harry soltar resmungos baixos, indecentes demais para serem ouvidos por qualquer um que não estivesse ali, perdido no mesmo fogo.
Harry estava à beira — excitado a ponto de doer. E imaginava o quão insuportável devia ter sido para Louis ter o prazer negado segundos antes.
Se afastou lentamente, os joelhos tocando o chão frio diante do sofá. O olhar de Louis o acompanhava.
Harry ergueu o pau de Louis, grosso, latejante, pesado de desejo. A cabeça do membro pulsava a centímetros do seu rosto, e Harry pôde sentir o cheiro — uma mistura da essência crua de Louis, o sabonete do banho recente e o traço terroso da erva que fumavam. Suas narinas dilataram com o aroma, e o corpo respondeu de imediato, tomado por uma onda afrodisíaca que o deixou tonto.
Com a língua para fora, Harry começou na base — uma lambida lenta, provocante, subindo pelas veias saltadas que corriam ao longo do eixo. Seus olhos encontraram os de Louis, que cerrou o maxilar, os punhos fechados, o rosto contraído de tesão.
A ponta da língua rosada de Harry traçava cada linha, cada saliência, saboreando o salgado do pré-gozo misturado ao leve toque adocicado da pele. Era uma explosão de gosto, calor, cheiro. Ele lambeu com devoção, como quem saboreia algo sagrado, desejando limpar cada gota daquele pau glorioso.
Mais fluído escapou da ponta, escorrendo lentamente, e Harry gemeu só de ver, o estômago revirando, as coxas queimando de necessidade. Aquilo era só dele — aquele momento, aquela tortura deliciosa.
Com os lábios rosados, envolveu a glande por completo, a língua explorando a fenda enquanto sugava devagar. Quando ergueu o olhar, viu o rosto de Louis rígido, tomado de urgência. O coração de Harry batia como se fosse explodir, a boca se apertando mais ao redor do pau, a mente girando com a obscenidade de tudo aquilo.
Deus, o cheiro de Louis era demais. Embriagante. E Harry se entregava, chupando com cada vez mais fome, tentando transformar sua boca em uma boceta quente, úmida, apertada. Queria ser tudo que Louis desejasse ali.
Louis estava ofegante, a boca entreaberta, gemendo baixinho, os dedos se enroscando nos cabelos de Harry com força, o guiando no ritmo da própria urgência. Mas Harry não queria facilitar. Queria ver Louis perder o controle, se despedaçar de prazer.
Então ele chupou mais forte, com mais vontade, engolindo mais fundo, sentindo cada tremor no corpo do amigo. Tudo em busca daquele momento final — o instante em que Louis não aguentaria mais e gozaria na sua boca.
Mesmo com o corpo em chamas, cada célula implorando por mais, uma voz sutil e insistente ecoava no fundo da mente de Harry. Uma fagulha de medo. Preocupação. Algo que quase se perdia no meio do caos do prazer — mas ainda estava lá.
Foi então que Louis estalou os quadris, impulsivo, acompanhando o movimento oscilante da boca de Harry que subia e descia com firmeza e devoção sobre seu pau dolorosamente sensível. Era automático, instintivo — talvez Louis nem percebesse o que estava fazendo.
Um gemido rouco escapou de sua garganta, e a mente de Harry disparou por um segundo, acendendo um alarme tênue que gritava por controle. Mas o resto... o resto dele estava entregue. Tomado pela promessa do gozo de Louis.
— Oh, porra...
— Goza, Lou... goza na minha boca... me dá seu leitinho — Harry sussurrou com a voz rouca de desejo.
O pau de Louis foi empurrado com força contra a bochecha interna de Harry, marcando seu caminho, quente, vivo. As mãos dele apertaram ainda mais, puxando a cabeça de Harry em sua direção, o mantendo preso ali, sem chance de recuar.
E então, Louis se afundou por completo. E gozou.
Seu corpo inteiro estremeceu. O pau latejou dentro da boca de Harry, grosso, duro, vibrando com cada espasmo. A glande inchou, e o jato de sêmen veio quente, salgado e doce, inundando a língua e a garganta do mais novo.
Harry engoliu tudo. Cada gota. Com vontade, com gosto. Continuou chupando, lambendo, mantendo Louis no limite do insuportável. Ele gemia alto, os sons roucos e rendidos, até que Harry provocou com a língua — uma última provocação molhada — fazendo Louis agarrar seus cabelos e puxá-lo para cima num rompante de urgência.
Jogou Harry no sofá como quem reivindica o que é seu. Atacou seu pescoço com mordidas, chupões vorazes, famintos.
— Ah, porra, Louis... — Harry jogou a cabeça para trás e gemeu alto, arfando. As mãos de Louis estavam agressivas, dominadoras, agarrando sua cintura, subindo pela camiseta branca que colava ao corpo suado.
Harry estava absurdamente sensível. A pele parecia eletrificada, tensa, pronta para explodir. Porra, já tinha estado excitado antes — mas não assim. Nunca assim.
Louis arrancou sua camiseta, a jogando de lado. E então viu
O tronco nu de Harry se revelou, e o que mais capturou sua atenção foram os peitos. Eram cheios, firmes, macios, lindos. Um convite indecente.
As mãos de Louis serpentearam pela barriga de Harry, subindo devagar, até alcançarem o que ele mais queria. Ele segurou um dos seios, a palma quente envolvendo a carne sensível, e Harry gemeu com o toque — um som doce, que reverberou direto no pau de Louis.
Arrepios floresceram pelo corpo de Harry. Os mamilos endureceram sob os dedos de Louis, que passou a acariciá-los com precisão, explorando, pressionando, sentindo-os enrijecer sob seu toque ávido
E Harry... Harry estava derretendo.
Adotando uma abordagem mais ativa, Louis se inclinou para frente e envolveu o mamilo de Harry com os lábios, sugando com firmeza. Um grito rouco escapou da garganta de Harry, fazendo Louis sorrir contra sua pele, surpreso e satisfeito com a intensidade da resposta. A maioria das garotas com quem ele havia ficado nunca demonstrara interesse por essa parte do corpo — mas Harry? Harry tremia sob sua língua, todo sensível e entregue.
Louis girava a ponta da língua em círculos lentos ao redor da aréola, sentindo o mamilo se enrijecer ainda mais a cada movimento. Enquanto isso, a outra mão brincava com o outro lado, massageando, beliscando, alternando entre suavidade e pressão. Harry se arqueava, o corpo todo em chamas, o quadril roçando no de Louis, onde o pau dele, já completamente nu, pressionava contra a parte interna das coxas de Harry.
Ele nem sabia quando Louis tinha tirado as roupas. Um momento estavam ali, e no outro... era só pele quente contra pele quente. Talvez fosse a maconha, talvez fosse o puro efeito de ver seus desejos mais secretos ganhando forma bem diante de si. Louis, nu, em cima dele, como uma miragem suada e indecente. As estrelas que dançavam por trás de suas pálpebras não sabiam dizer.
E quando Louis se afastou um pouco, descendo pela barriga de Harry com beijos lentos, famintos, suas mãos agarrando firme a cintura estreita, ele não pôde deixar de notar — com genuína admiração — o pau de Louis já duro de novo. Era quase absurdo. Como se todo o crescimento que o universo havia negado ao corpo esguio dele tivesse sido canalizado para aquele pau insano. Era lindo. Grosso, comprido, latejante. Do tipo que faria qualquer garota ver estrelas, do tipo que faria qualquer coisa implorar pra ser preenchida por ele.
E, de fato, já tinha esticado a buceta de silicone esquecida no canto do sofá horas antes. Mas agora... agora Harry estava ali. Respirando fundo, mordendo o lábio, com os olhos brilhando de luxúria e nervosismo.
Louis desceu mais, as mãos deslizando entre as pernas de Harry — e foi então que ele sentiu. Um calor, uma suavidade, uma intimidade que não esperava. Seus dedos pararam por um segundo, surpresos. Ele afastou levemente as coxas de Harry, os olhos se arregalando enquanto seu polegar roçava contra algo que definitivamente não era o que ele esperava encontrar.
— Porra... — Ele murmurou, rouco, encantado. — Harry... Puta que pariu…
Seus dedos deslizaram de novo, agora com mais intenção, tocando a entrada úmida, quente, acolhedora. Louis gemeu baixo, como se tivesse acabado de descobrir um segredo precioso.
Harry abriu os olhos, uma mistura de timidez e desafio neles. Mordeu o lábio inferior, e então arqueou as costas de leve, se oferecendo mais.
— Surpresa?
Louis gemeu baixo, os olhos presos entre as pernas de Harry, fascinado. Era apertada, rosada, perfeitamente molhada. Um convite enlouquecedor. Um presente do caralho.
— Isso é… porra, isso é tão gostoso pra caralho… — ele murmurou. — Você é tão... apertadinho — ele sussurrou, a voz carregada de desejo. — E você tá toda molhadinha pra mim, hein?
Harry soltou um suspiro trêmulo, os olhos fechados, os lábios entreabertos em pura entrega.
Louis se abaixou mais, beijando o interior das coxas, antes de sussurrar, com um sorriso sujo nos lábios:
— Uma bucetinha dessas... você devia ter me contado antes. Mas tudo bem, amor. Agora que eu sei, vou cuidar dela direitinho.
E então sua boca mergulhou entre as pernas de Harry, com uma fome que fazia o mundo inteiro desaparecer e Harry gritar, o corpo tremendo sob ele.
Louis perdeu o controle. Passou a língua de novo, mais forte, mais fundo, explorando, lambendo como se estivesse faminto. Os quadris de Harry rebolavam contra seu rosto, pedindo mais, implorando. E Louis deu — chupou, sugou, explorou com os dedos, com a boca, com a alma. Ele nunca tinha experimentado nada igual.
A mente dele oscilava entre o espanto e a adoração. Aquela buceta era perfeita. Deus tinha sido cruel e generoso ao mesmo tempo. Negou a Harry certas coisas, mas porra... deu a ele algo que fazia Louis perder o juízo.
E ele perderia — ali, entre as pernas de Harry, com o gosto dele na boca, o cheiro, os gemidos... Louis estava pronto para se afundar por inteiro. Literalmente.
Louis afastou as pernas de Harry com as mãos, sedento, admirando a visão como se estivesse diante de uma obra de arte indecente feita só para ele. A buceta dele estava úmida, latejando, implorando por atenção, e Louis sentia o coração disparar só de olhar. Nunca imaginou encontrar aquilo ali — e agora que sabia, não conseguia pensar em mais nada além de se afundar, de explorar cada centímetro, cada som, cada reação que Harry entregasse
— Como você conseguiu esconder isso de mim por tanto tempo? — Ele perguntou com um sorriso torto, os dedos deslizando lentamente pelos lábios molhados da intimidade de Harry, separando-os com cuidado, reverência e luxúria.
Harry gemeu baixinho, os olhos semicerrados, a voz pastosa de tesão.
— Achei que você não fosse conseguir lidar.
Louis riu, rouco, antes de abaixar o rosto de novo e lamber com força, de baixo pra cima, fazendo Harry arfar alto, a mão indo direto para o cabelo dele.
— Eu tô lidando muito bem, amor. Essa bucetinha... porra, Harry, eu nunca vi nada tão lindo.
Sua língua brincava com o clitóris escondido entre os lábios inchados, circulando devagar, depois chupando com firmeza. Ele queria ver Harry perder o controle. Queria fazê-lo gritar o seu nome, implorar, gozar contra a sua boca. Seus dedos se juntaram à festa, deslizando para dentro com facilidade, e o gemido que Harry soltou foi quase desesperado.
Louis gemeu junto, sentindo o aperto quente em volta dos seus dedos, e chupou com mais fome, mais ritmo. Ele nunca tinha ficado tão duro em toda a vida. Seu pau pulsava entre suas pernas, babando pré-gozo, quase doendo, mas ele queria que Harry gozasse primeiro. Queria ver aquela buceta tremendo por causa dele, sentindo tudo por ele.
— Tão apertado… — Ele murmurava, quase em adoração. — Isso aqui vai me matar.
Harry só conseguia gemer, rebolar, se oferecer mais. O prazer era absurdo, invadindo tudo, rasgando seu peito. A língua de Louis não parava, e os dedos dele curvavam exatamente onde deviam, encontrando aquele ponto que fazia sua visão se embaralhar.
— Lou… eu vou… porra, eu vou gozar…
— Goza pra mim — Louis sussurrou contra sua pele quente, a voz arrastada de tesão puro. — Quero sentir você tremendo na minha boca.
E Harry gozou. Um grito longo escapou de sua garganta, o corpo inteiro se curvando, os músculos se contraindo, a buceta pulsando em volta dos dedos de Louis. Ele não parou, continuou lambendo, sentindo cada onda do orgasmo de Harry, devorando tudo como se fosse sagrado.
Quando finalmente parou, subiu com a boca suja de prazer, os olhos escuros, famintos nos de Harry, a boca ainda brilhando com o gosto dele. Passou a língua nos lábios com lascívia, saboreando, e sorriu de lado. Louis beijou Harry com vontade, deixando que ele sentisse o próprio gosto.
— Agora é a minha vez, baby — Ele sussurrou contra os lábios dele.
Harry mordeu o lábio, a expressão entre a vergonha e o prazer. Seus olhos estavam vidrados de desejo, brilhando como se também estivesse em outro plano, suspenso entre a excitação e a incredulidade do que estavam vivendo.
Louis se posicionou entre as pernas dele, ajoelhado, o pau duro escorregando pela abertura quente e molhada, mas sem entrar — apenas esfregando, provocando, sentindo a textura macia da entrada que se contraía involuntariamente, sedenta por ele.
— Posso? — Ele perguntou, mesmo sabendo a resposta, os dedos apertando os quadris de Harry com força, como se tentasse se controlar.
Harry assentiu com a cabeça, arfando.
— Eu quero, Louis… Me fode.
Essas palavras foram como um gatilho. Louis gemeu alto e segurou o pau, o guiando até a entrada úmida e apertada. Encostou a glande ali, sentindo o calor imediatamente envolvê-lo. Lentamente, começou a entrar, centímetro por centímetro, com cuidado, mas também com fome. A sensação era indescritível — quente, úmida, apertada. Era como se o próprio corpo de Harry o engolisse, o prendesse, o puxasse para dentro.
Harry cravou as unhas no ombro de Louis, a boca aberta num gemido rouco, os olhos virados. A dor deliciosa da penetração o fazia tremer inteiro. Era exatamente o que ele queria. O que sonhava.
Louis se enterrou por completo, até a base, e ficou ali por um momento, o corpo todo tremendo com o esforço para não gozar de imediato.
— Caralho... — Sussurrou. — Você me aperta tanto. Mais é tão perfeita. Tão molhada, é como se você fosse feito pra estar com meu pau dentro de você, porra.
Então ele começou a se mover. Primeiro devagar, com estocadas curtas e lentas, os quadris ondulando em movimentos suaves, quase torturantes, explorando cada milímetro daquela sensação apertada e molhada. Mas logo o ritmo se transformou — mais rápido, mais fundo, mais voraz. Os corpos batiam com força, suados, famintos, colidindo num balé indecente de pele contra pele. Os gemidos de Harry enchiam o ambiente, roucos, sujos, cheios de desespero e prazer. Cada investida mais profunda acertava a curva deliciosa dentro dele, fazendo seu corpo arquear e arrancando sons cada vez mais obscenos de sua garganta.
Louis manteve o ritmo com perfeição — firme, molhado, cadenciado. Seus quadris se moviam em círculos apertados, estocadas controladas com uma precisão insana. As mãos apertavam os quadris de Harry com firmeza, guiando-o, controlando, dominando. Seus olhos não se desviavam do rosto corado de Harry, estudando cada microexpressão como se quisesse eternizá-las em sua mente — cada mordida no lábio, cada gemido sufocado, cada olhar suplicante.
— Você quer meu esperma dentro de você? — Ele disse entre os dentes, com a voz baixa e carregada de desejo.
— Sim... — Harry mal conseguia responder, engasgando nos próprios gemidos enquanto era empurrado para frente pelas estocadas firmes. — Sim, porra…
— Tem certeza que está pronto pra isso?
— Ah, sim... eu tô pronto... por favor, me dá o seu bebê. Me engravida, Louis... — Ele dizia como se estivesse possuído, os olhos brilhando, o corpo entregue. — Enche a minha bucetinha com a sua porra...
Ele agarrou a cintura de Harry e começou a empurrar para dentro - duro, profundo, seu pau batendo naquele ponto perfeito a cada elevação de seus quadris. Eu gemi mais alto, o corpo tremendo, a pressão aumentando rapidamente.
— Porra, essa buceta é minha! — Louis rosnou. — É minha pra usar quando eu quiser… meu depósito de porra…
Ele levou a mão até o clitóris de Harry e, com o polegar e o indicador, puxou delicadamente o botão sensível, fazendo-o balançar enquanto estimulava com maestria. Harry gritou alto, o corpo inteiro se dobrando ao meio.
— Goza pra mim, H... — Louis ordenou com a voz rouca. — Quero sentir sua porra me molhar todo.
E Harry quebrou. O orgasmo o atingiu como uma onda violenta, arrebatadora. Suas pernas tremeram, sua bucetinha se apertou e espasmou ao redor de Louis com força desesperada, encharcando-o com seu gozo quente enquanto gritava o nome dele em agonia extasiada.
Mas Louis não parou. Continuou roçando o clitóris, provocando espasmos involuntários, arrancando gemidos sofridos, quase chorosos, do corpo já sensível de Harry. Ele sabia que não queria perder aquela conexão, não queria que o pau de Louis deixasse seu corpo nem por um segundo — muito menos pra ser substituído por uma buceta de silicone fria, largada num canto qualquer.
Então, com os olhos marejados de prazer e desejo, puxou Louis para seu peito. O outro o olhou surpreso, ainda ofegante, e Harry apenas sorriu, angelical, antes de virar o corpo dele de costas no sofá com uma facilidade surpreendente.
Montou sobre ele com fome e propósito, cavalgando com firmeza, se empalando com prazer.
— Oh, porra… — Louis jogou a cabeça pra trás, as mãos agarrando com força as coxas de Harry, como se precisasse de algo pra se ancorar naquele furacão de prazer.
— Me diz… — Harry começou a cavalgar, o corpo se movendo com habilidade e firmeza, os músculos da sua buceta apertando com força em cada descida. — A minha é melhor que aquela buceta, Louis? Hein? A minha é mais apertada?
Louis gemeu alto, descontrolado.
— Caralho, Harry… essa bucetinha é perfeita. É a melhor que eu já comi. A mais quente… a mais apertada... a única que eu quero.
Harry sorriu, aquele sorrisinho com covinhas e dentinhos de coelho que deixava Louis maluco — e continuou montando nele, rebolando, girando os quadris, provocando espasmos em ambos. As paredes internas de sua buceta pulsavam, sugando, ordenhando, levando Louis ao limite.
— Goza, Lou — Harry sussurrou contra sua boca. — Enche a sua buceta com porra. Me marca por dentro.
Louis não aguentou mais. Gemeu alto e, com um último estalo de quadril, se enfiou fundo. Harry sentiu o pau dele latejar dentro de si, o inchaço crescendo, e então veio o calor — a porra de Louis jorrando forte, espessa, preenchendo-o por inteiro.
Harry gritou junto, os olhos fechados com força enquanto sentia o calor da porra de Louis preenchê-lo por completo, escorrendo dentro dele como lava espessa, quente, suja — deliciosa. Seu corpo inteiro vibrava, as pernas tremendo, os músculos contraídos. As paredes internas de sua bucetinha ainda pulsavam, famintas, como se quisessem sugar mais, tirar tudo o que Louis tinha.
Louis arfava debaixo dele, os olhos entreabertos, o peito subindo e descendo com força. Ele estava suado, a pele brilhando, o rosto ruborizado com o esforço e o prazer. As mãos ainda seguravam com firmeza as coxas de Harry, mas agora seus dedos tremiam, como se o corpo estivesse em colapso, sem forças, tomado por completo.
Harry se debruçou sobre ele, ainda empalado, ainda sentindo cada pulsação do pau de Louis dentro de si. O beijo que ele deu foi lento, melado, preguiçoso — cheio daquela luxúria satisfeita, embriagada. As línguas se encontraram num roçar preguiçoso, explorando com doçura, contrastando com o ritmo feroz de antes.
— Você me encheu tanto… — Harry sussurrou, o nariz roçando no queixo suado de Louis. — Tá escorrendo de mim.
— Não vou conseguir tirar meu pau de dentro de você tão cedo… — ele murmurou, meio rindo, meio ofegando, os olhos fixos no rosto rosado e satisfeito de Harry.
Harry riu baixinho, se aninhando no peito suado dele, ainda com Louis dentro de si, como se aquele encaixe fosse natural, certo.
— Não precisa. Fica aí. Eu gosto assim… sentindo você me escorrendo por dentro.
Eles ficaram ali por longos minutos, o silêncio preenchido apenas pelos suspiros suaves, os corpos ainda colados. Harry se moveu um pouco, o que fez Louis gemer baixinho de sensibilidade, e o líquido quente escorreu por suas coxas, quente e sujo — e ainda assim, havia algo estranhamente bonito naquilo.
Louis passou os braços ao redor da cintura dele, abraçando com mais força, como se quisesse mantê-lo ali, colado, fundido. Como se, mesmo depois de tudo, ainda não fosse suficiente. Como se quisesse mais — sempre mais.
No movimento de uma das pernas de Louis, algo caiu no chão com um leve som abafado. Os dois viraram o rosto e olharam.
O brinquedo que deu origem a tudo aquilo.
— Acho que agora isso não vai mais ser útil… — Harry disse, com um sorriso preguiçoso no canto dos lábios.
Louis riu, abafado, e o som vibrava contra o peito onde Harry descansava.
— Aquilo nunca mais vai me satisfazer… não depois de você.
O beijo que veio em seguida foi lento. Sem pressa. Intenso como um juramento silencioso.
E ali, entre gemidos que se apagavam e respirações que se sincronizavam, Harry e Louis se perderam de novo. Mas agora de um jeito diferente. Não era mais só tesão. Era pertencimento. Era entrega.
E dessa vez… ninguém precisou dizer "fica". Porque os dois sabiam que já estavam onde queriam estar.
Obrigada pela sua leitura, pelo seu apoio! Volto em breve com mais, eu prometo. 🤍🪽
ೀ Harry conhece Tomlinson, o dj mais cobiçado do Rio de Janeiro.
hbottom, ltops, hinter, uso de maconha, larry brasileiro
ೀ
– Harry porra anda logo o uber tá chegando – Zayn gritou da porta enquanto o cacheado ainda estava no quarto.
– Tô' indo inferno – o respondeu.
Se concentrou na sua própria imagem no espelho pra que não borrasse o gloss vermelhinho que passava em seus lábios. Assim que sentiu que estava bom, jogou tudo em cima da cama pegando sua bolsa preta com preservativos e seu celular saindo correndo até Zayn.
O cacheado estava deslumbrante.
Seu corpo era curvelíneo, tinha os seios maiores do que um garoto normal, a cintura totalmente marcada, a bunda avantajada, as coxas roliças e porra, ele era a personificação de Anjo e Demônio no mesmo corpo. Esse que era coberto por um vestido tubinho vermelho camurça, enquanto seus pés tinham all star brancos.
Seus cachos caíam por seu rosto, todos em formatos perfeitamente delicados, seus olhos tinham um pequeno deliniado rosinha, seus cílios eram cobertos por uma fina camada de rímel, suas bochechas vermelhinhas pelo blush e seus lábios cobertos pelo gloss pegajoso.
– Porra, você tá deliciosa – Zayn o elogiou.
– Zayn – Harry o repreendeu com as bochechas coradas.
Harry gostava de ser tratado no feminino tanto quanto no masculino, ele realmente não se importava, afinal, quem o visse superficialmente o veria como um garoto, mas quem o visse mais adentro descobriria seu segredinho sujo.
Ajeitou a bolsa em seu ombro e elogiou Zayn também, afinal, o garoto vestia um shorts largo que ia até seus joelhos, enquanto seu torso tinha uma camiseta regata branca, em seus cabelos tinham um boné azul da Oakley com a aba virada para trás, o deixando com um ar sexy e de menino despojado ao mesmo tempo.
O uber parou a sua frente e um motorista gentil confirmou a corrida, perguntando pelo nome de Zayn. Os dois se sentaram no banco de trás ansiosos para chegar no baile que rolava ali perto, Harry tirava mil fotos para que depois postasse tudo.
Um funk alto invadiu os ouvidos de Harry fazendo o mesmo sorrir ladino, porra, ele nunca se cansaria das batidas ritmadas que tocavam alto nas caixas de som, ele amava rebolar sua bunda ao som gostosinho.
– Bem, chegamos meninos – O motorista que descobriram se chamar Caio, parou o carro perto da multidão.
– Valeu, mano – Zayn agradeceu antes de pagar pela corrida.
Os dois desceram e logo sentiam a adrenalina correndo por suas veias, aquilo era excitante pra caralho. As garotas rebolando enquanto eram encoxadas pelos meninos, os meninos embrazando ao som do funk e principalmente o cheiro forte de bebida e maconha.
Harry mentiria se dissesse que não gostava de beber aquelas bebidas misturadas e fumar de um bom baseado, mas nada se comparava com o sentimento de prazer quando ele se apoiava em seus joelhos e rebolava sua bunda e logo algum garoto segurava possessivamente sua cintura esfregando o caralho aparente na bunda alheia.
Zayn puxou o braço do garoto o tirando do devaneio, logo o levando pro meio da multidão que dançava loucamente ali. Após algum tempo, já tinham em suas mãos copos de 700ml cheios de bebidas alcoólicas enquanto dançavam com alguma batida gostosinha.
– Me espera aqui, vou atrás do Liam, eu já volto – Zayn gritou no ouvido de Harry.
– Tá bom, anda logo – Harry o respondeu.
Liam era um ficante de Zayn, ou quase namorado se pudesse dizer. Os dois ficavam a mais ou menos 2 meses mas já se conheciam antes, já haviam até ido comer cachorro quente juntos, Harry achava que era cú doce dos dois não oficializarem logo isso.
Harry sentiu braços o abraçarem e estava pronto pra virar um soco no rosto do idiota quando escutou a voz de Niall em sua orelha sendo seguida pela de Zayn e Liam.
– Ni! – Harry exclamou animado enquanto abraçava o loiro.
Esse último que usava um shorts quase igual de Zayn, diferenciando apenas a camiseta, na qual a do loiro era preta e totalmente cavada. Liam abraçou Harry também, e porra, o moreno estava deslumbrante. Seu torso estava nu exibindo o abdômen trincado e as tatuagens que pintavam a pele dele, suas pernas eram revestidas por uma calça jeans larga e seus pés tinham tênis preto, provavelmente da Nike, seu boné preto virado também com a aba pra trás o dava um ar de maloka, afinal esse era o motivo pelo Zayn ser apaixonado no moreno.
Os quatro engataram em uma conversa animada, Niall logo acendendo um cigarro de maconha compartilhando com os garotos, Harry nesse momento já dançava solto, enquanto tinha em suas mãos um copo com uma bebida de cor amarelada. Não estava totalmente consciente mas sabia e se lembraria o que estava fazendo.
– Gente já volto, vou pedir pro dj tocar uma música – Harry gritou pra rodinha saindo em direção ao DJ que comandava a música do baile.
Harry se espremeu por entre os corpos suados do baile com tanto custo até que chegou na mesa do DJ. Tomlinson era o que marcava na plaquinha fora, esse provavelmente era o sobrenome do garoto que tomava conta das músicas.
Harry subiu no pequeno degrau que tinha do lado da mesa e pode avistar uma figura, não tão alta, mas também não era baixa, o corpo era bem definido, os braços tinham músculos fortes e evidentes, o abdômen trincado sendo possível ver apenas pelo homem estar sem camisa provavelmente pelo calor que sentia, um shorts de malha fina e grande batia em seus joelhos marcando exatamente o pau grande ali, o corpo balançava de acordo com as batidas da música.
Harry não havia conseguido ver o rosto do garoto, mas porra só o corpo era uma tentação.
– Ei, Tomlinson – Harry gritou logo ganhando a atenção que queria.
Assim que o rosto virou pra si, Harry podia jurar que havia entrado no céu, tudo a sua volta ficou mudo e em câmera lenta. Os olhos azuis do moreno se fixaram em suas orbes verdes, uma faixa de iluminação bateu no rosto delineado do dj e Harry pode reparar em cada mero detalhe do rosto. Os cabelos eram castanhos claros, os olhos tinham um azul intenso provavelmente mais bonito que o do mar de Copacabana, o nariz era levemente arrebitado, enquanto as têmporas eram marcadas, os lábios finos contemplavam ainda mais, junto da barba rala. Harry podia gozar apenas com a intensidade que seus olhares tiveram assim que se conectaram.
Ele podia sentir sua bocetinha toda molhada, aquilo era muito intenso.
– Opa, gatinha – Louis saudou ao ver Harry ali.
– Oh, oi – Harry respondeu envergonhado.
– O que te traz aqui? – o dj perguntou interessado.
– Q-queria ped-ir uma música – porque caralhos ele gaguejava?.
– Estou a seu dispor florzinha – Louis disse cafajeste enquanto sustentava um sorriso ladino em seu rosto.
Harry mostrou seu celular, o nome da música escrito na tela, enquanto Louis a salvava pra tocar como próxima.
– Prontinho princesa – Louis disse adicionando a música a próxima a ser tocada.
– Obrigada gatinho – Harry disse.
Louis começou antes que Harry saísse
– Qual seu nome?
– Harry.
– Oh, tudo bem, era só pra saber o nome que eu preciso gemer enquanto meto bem gostosinho em você essa noite – sorriu cafajeste descaradamente flertando com Harry.
– E como gemerei o seu se não sei? – Harry questionou safado.
– Louis.
Deixou um sorriso de lado pro garoto e desceu rapidamente deixando uma piscadela pro moreno antes de voltar pra roda de seus amigos.
Harry não sabe como, mas de alguma maneira sentia olhos bem atentos em si, enquanto rebolava sua bunda ao som de algum funk novo que tocava. Os primeiros toques da música que ele havia pedido, começaram a tocar e Harry balançou os quadris de uma forma deliciosamente tentadora.
Sua mão segurava outro copo, dessa vez a cor rosa tomava conta da bebida. A música tocava alto na rua do baile o fazendo se sentir mais excitado ainda, Harry apoiou suas mãos em seus joelhos e iniciou uma série de reboladas lentas.
Jogava seus cachos pra todos os lados, ele se sentia mais vivo do que nunca. A música entrando por cada poro de seu corpo o fazendo ficar embebido pelas batida. Sentiu novamente os olhos postos em si e olhou em volta, e como se fosse um imã, seus olhos se atraíram logo pra ele.
Os olhos de Louis estavam fixos em Harry, que rebolava provocativamente olhando exatamente pro dj, como se realmente estivesse insinuando algo sujo. Pode ver quando o moreno mordeu os lábios e o olhou com uma cara retorcida em prazer, sorriu ladino e virou o rosto jogando seus cabelos pro outro lado.
Continuou a mexer seus quadris com malemolência e força enquanto provocava o dj, sabia que ele estaria olhando pra si. Sentia sua xotinha liberando lubrificação natural pela grutinha por conta de todo o prazer que exalava em suas veias. Fechou seus olhos pra que sentisse a brisa do vento gelado bater em seu rosto e continuou rebolando ao som do funk alto.
Jogou seus cachos pro outro lado até que sentiu duas mãos fortes segurarem sua cintura o fazendo segurar um gemido em sua garganta pela pegada dura, logo sentiu os quadris se chocarem com os seus empurrando o cacete no meio de sua bunda. Ele sabia muito bem quem era, imaginou que ele viria ali.
Rebolou lentamente sobre o cacete -que notou ser grande- que estava preso dentro do shorts de malha fininha. Se sentia uma puta enquanto rebolava descaradamente naquela região do cara que havia conhecido aquela noite, mas porra, a pegada forte que o dj dava em sua cintura era gostosa pra caralho.
Sua cintura foi puxada com mais força, e logo suas costas estavam coladas no peitoral suado do moreno.
Sentiu seu lóbulo ser puxado por entre os dentes alinhados do outro e revirou os olhos, logo depois apertando suas mãos na própria coxa pela fala do moreno:
– Puta que pariu, você tá' parecendo a porra de uma vadia rebolando essa sua bunda gostosa no meio do baile, esperando alguém te sarrar gostoso - sussurrou sensualmente no ouvido do outro – Mas alguém ia fazer tão gostoso assim que nem eu, gatinha?
Louis teve a confirmação quando a cabeça do cacheado pendeu em seus ombros e viu o rosto necessitado que ele tinha com os lábios entredentes, enquanto a sobrancelha era franzida e os olhos fechados fortemente.
– Rebola pra mim, delicia, rebola – Louis disse empurrando as costas de Harry pra que o garoto ficasse novamente apoiado em seus joelhos.
Louis desceu seu olhar pro corpo a sua frente e sentiu um arrepio em sua coluna. Harry tinha a bunda gorda e grande rebolando deliciosamente em cima de seu caralho -que já tinha sinais de vida- o deixando atordoado, afinal ele nunca havia sentido tanto tesão assim com apenas uma dança. Suas mãos apoiaram na cintura e deram um aperto forte como se tivesse tomado controle das reboladas.
– Porra, que cacete grande esse amor – Harry disse alto o bastante pra que Louis escutasse.
Abruptamente Louis virou o corpo do garoto colando agora seus peitorais, deixando os seios grandinhos de Harry apertadinhos com o seu peitoral firme. Uma das mãos escorregou pra dentro do vestido, encontrando a renda da calcinha e sorrindo cafajeste, seus dedos desceram encontrando a bucetinha pingando.
Os lábios gordos escapavam da renda da calcinha, fazendo com que a mesma ficasse bem no meio do grelinho inchado do garoto. Seus olhos se encontraram com os do cacheado encontrando uma pitada de incerteza nos olhos verdes, os dedos médios, quais tinham uma tatuagem de 28 esfregaram lentamente no clitóris e desceram até a fenda encontrando-a toda molhadinha.
Aproximou sua boca do ouvido do mais baixo e disse:
– Porra gostosa, já toda molhada e eu nem fiz nada ainda – retirou os dedos debaixo do vestido os levando até a boca sentindo o agridoce da lubrificação do menino.
Harry estava desesperado, podia se perceber pela respiração descompassada, pelas mãos trêmulas e a carinha pidona que o garoto tinha. Levou suas mãos até a nuca de Louis aproximando os lábios, lambendo os dois antes de juntá-los em um selinho demorado em seguida começando realmente o beijo.
Era uma mistura surreal de lábios molhados e mãos bobas, enquanto tocava algum funk alto no som. Harry podia se sentir nas nuvens com as mãos pesadas apertando explicitamente sua bunda e o puxando contra si como se dissesse que Harry pertencia a Louis. E talvez naquela noite ele realmente pertencesse.
– Lou' por favor – Harry sussurrou contra os lábios do moreno – Me leva pro seu carro, me come gostosinho, com força, me faça ser sua putinha essa noite – gemeu quando Louis acertou um tapa estralado na banda de sua bunda.
– Eu levo você, gostosa – disse entre os lábios – Vou te chupar todinha, depois você vai me babar todo pra entrar gostosinho nessa sua xota molhadinha – puxou o lábio inferior por entre os dentes antes de puxa-lo pela mão o tirando do meio da multidão.
Puxou o garoto pra sua frente colando a bunda cheinha em sua virilha, segurou fortemente na cintura e o guiou até seu carro, que estava estacionado longe de todos aquelas pessoas e do barulho alto da música.
Deixava beijos lentos e molhados na nuca do garoto enquanto sentia os pelinhos da área se arrepiarem involuntariamente pelo contato. Pegou a chave de seu carro no seu bolso e destravou o alarme, abrindo a porta do motorista e empurrando o máximo do banco pra trás para que coubesse ele e o cacheado de maneira confortável.
Sentou com as pernas abertas e deixou leves batidas em sua coxa como se dissesse pra Harry sentar ali, sendo obedecido de primeira, tendo a bunda e as coxas sendo pressionadas em seu colo. Espalmou uma de suas mãos na bunda do garoto, enquanto a outra ia até o porta luvas pegando um pequeno cigarro de maconha, olhando em seguida pra Harry.
– Você fuma? – perguntou doce ao menino recebendo um aceno em confirmação. – Vai fumar de uma forma mais gostosa hoje pode ser gostosinha? – apertou fracamente a bunda de Harry.
– Oh, s-sim, o que você quiser – porra, ela era tão dada.
Louis levou o cigarro até a boca inalando a fumaça pra dentro de seus lábios fechando os olhos pela sensação da erva o atingindo, levou uma de suas mãos até os cachos da nuca do cacheado o trazendo pra perto de si enquanto colava seus lábios liberando toda a fumaça inalada na boquinha rosadinha de Harry.
– O que acha de rebolar um pouquinho meu colo antes de me deixar chupar essa xotinha' gostosa? – Louis perguntou com os lábios colocados ao do menino.
– Você é tão grandinho Lou' – Harry disse manhosinho enquanto rebolava sobre o colo de Louis – Será que minha xota vai aguentar esse cacete grande? – fez uma carinha pidona.
– Claro que vai aguentar moreninha, vou socar meu pau bem fundinho nessa sua buceta molhadinha – sussurrou sensualmente na orelha de Harry.
Continuou fumando o cigarro de vez em quando dando pra Harry pra que sugasse a fumaça em sua própria boca, vendo o garoto jogar a cabeça pra trás pra que pudesse liberar a fumaça branca. As reboladas em seu colo eram intensas e duras, deixando Louis totalmente louco pelo garoto acima de si.
– Vai pro banco de trás princesa, levanta seu vestidinho pra eu' poder chupar seu grelinho enquanto você baba no meu cacete, vai – pediu deixando mais um aperto na bunda de Harry e jogando janela a fora –não façam isso- a bituca do cigarro.
O garoto se levantou do colo de Louis e foi pro banco de trás erguendo até sua cintura o vestido vermelhinho deixando sua calcinha de renda rosinha que nessa altura da noite já estava toda arruinada pelo melzinho que sua buceta liberava. Apertou seus seios pequenos enquanto via a figura de Louis indo junto de si no banco de trás.
Ficou de pé no carro esperando que Louis se ajeitasse para que Harry pudesse lhe chupar bem gostosinho, assim que viu Louis assentir com a cabeça passou uma de suas pernas pelo peitoral do moreno aproximando a bunda e a xotinha do rosto do dj. Antes que pudesse raciocinar sentiu um leve soprar ali e fechou seus olhos, porra era muito bom, logo em seguida a língua quente de Louis passava por todo pedacinho da xotinha brilhosa.
Harry esfregou sua mão na ereção marcada de Louis dentro do shorts e sorriu cafajeste antes de retirá-la do aperto e já passar a língua na cabecinha sentindo o agridoce da pré-porra que escorria pela fenda da cabecinha. Fechou seus lábios na glande gorda e rosada enquanto sentia os lábios e a língua de Louis trabalhar deliciosamente bem em si. Talvez fosse o melhor oral que ele tenha recebido na vida.
Revirou seus olhos sobre as pálpebras enquanto Louis lambia seu grelinho e o chupava pra dentro de sua boca o massageando com a língua quente e molhada, Harry pra dissipar o seu prazer levou sua boca até o cacete de Louis e enfiou até a metade se engasgando com o tamanho e soltando uma quantidade absurda de saliva ali.
Passou seus lábios por todo o pau de Louis o deixando bem molhadinho, parando nas bolas cheias e roxas do DJ sugando fortemente pra dentro de sua boca, como se tentasse fazer da mesma maneira que Louis fazia em seu grelinho. Deixou as duas totalmente melecadas e subiu novamente sua boca a fim de enfiar todo o membro em sua boca.
Cuspiu no cacete á sua frente e levou seus lábios pra que abrigasse tudo dentro de sua boquinha gulosa, desceu devagar enquanto respirava pelo nariz para que ajudasse a não engasgar, logo estava sentindo os pelinhos ralos da virilha de Louis bater em seu nariz e sorrindo ladino quando sentiu as chupadas de Louis ficarem mais lentas. Sabia que tinha afetado o outro.
─ Caralho que boquinha gulosa do cacete ─ gemeu totalmente inebriado ao que Harry fazia
Levou dois de seus dedos -os que tinham "28" tatuado- até sua boca os melecando de saliva, voltando-os até a xotinha de Harry passando pela fenda melecada de melzinho os enfiando rapidamente ganhando um gemido abafado em seu caralho duro repleto de veias, sorriu ladino antes de levar sua boca até o grelinho inchado voltando a chupar enquanto dedava fundo o garoto em cima de si.
─ Seus d-dedos me comem tão bem ─ Harry gemeu com a voz falha pelo boquete que fazia no moreno.
─ É assim que uma puta como você tem que ser comida ─ devolveu, enquanto deixava um tapa estralado na bunda gostosa de Harry.
Sentiu os lábios de Harry deixando beijos molhados em sua coxa, masturbando seu pau que mais vazava pré-porra do que qualquer outra coisa. O cacheado sugou a cabecinha inchada de Louis retirando um gemido gritado pelo aperto gostoso que recebia em sua glande que estava melecada pela pré-porra.
Mexeu os dedos rapidamente dentro da xotinha de Harry sentindo liberar cada vez mais o melzinho docinho. Sugou fortemente o grelinho inchado e meteu seus dedos a fundo encontrando o ponto G do garoto que gemeu altamente punhetando ainda mais o cacete gostoso do moreno.
─ S-se você c-continuar eu v-vou gozar ─ Harry gritou
─ Essa é a intenção princesa ─ Louis retrucou.
Dedou da mesma maneira que fazia e chupou o grelinho, com a outra mão iniciou uma massagem lenta e molhada na entrada apertada do garoto, que se contraiu rapidamente e deixou um grito alto no carro, e simplesmente liberou seu gozo na mão de Louis, que sorria vitorioso, porra aquilo era muito bom.
Assim que o corpo acima de si parou de tremer involuntariamente ele retirou os dedos do menino e chupou se degustando com o agridoce que aquele mel tinha, nunca havia provado alguém tão doce e delicioso assim. Deixou tapas na coxa de Harry dizendo silenciosamente pra que ele se levantasse e foi o que ele fez.
Esperou que Louis se sentasse corretamente com as pernas abertas e despojadas deixando o garoto cacheado se acomodar entre elas. Harry se sentou ali com o vestido acima de sua cintura e apoiou os braços em seu pescoço, o puxando pra um beijo compartilhando os gostos.
Suas línguas se encontravam e era como se fogos de artifícios estivessem sendo estourados dentro de seus estômagos. As mãos de Louis exploravam cada mero pedaço da pele banhada de sol, provavelmente pelo garoto ser um carioca que adorava ficar na praia, apertou fortemente a cintura de Harry quando sentiu o garoto puxar sua língua pra dentro da boca alheia e chupar como um boquete.
Sorriu ladino e cafajeste pra Harry e separou as bocas deixando uma mordida no lábio inferior do cacheadinho.
– Deixar eu mamar seus peitinhos, deixa paixãozinha – Louis disse manhosinho como se fosse um bebê querendo mamar.
– Lou' não faz isso comigo – Harry disse fechando os olhos e descendo as alças do vestidinho vermelho o deixando apenas cobrindo sua barriguinha.
Louis levou rapidamente sua mão até os peitinhos grandinhos do menino e apertou por entre seus dedos, era tão macio. Sorriu malicioso antes de levar sua boca até o biquinho puxando com os dentes antes de passar a língua e soprá-lo, recebendo o corpo trêmulo do menino e um gemido manhoso como resposta.
Subiu seus lábios pro pescoço da putinha sentada em seu colo, que deixava leve reboladas quando sentia o corpo inteiro se arrepiar, deixou que seus lábios trabalhassem ali na pele branquinha e cheirosa, algo como egeo da boticário. Sugou um pedaço de pele pra dentro de sua boca, chupando deliciosamente bem, disposto a deixar uma marca roxa no cacheado, queria mostrar pras pessoas que sim, dj Tomlinson havia comido aquela gostosa. Antes que pudesse largar a pele mordiscou lentamente provocando o menino.
– Caralho – Harry gemeu antes de colar novamente as bocas.
O beijo foi quebrado apenas pra que Louis conseguisse retirar o vestido que impedia o moreno de ver a pele branquinha e limpa do garoto. Seus olhos imediatamente foram pra joia presa no umbigo do menino. Porra. Um piercing ali.
– Porra princesa, um piercing no umbigo, quer me matar? – perguntou voltando a chupar os peitinhos do menino.
Certo momento Harry levou sua mão até a bolsa preta que estava jogada no banco da frente e puxou um dos preservativos, abrindo da forma incorreta mesmo, com a boca. Não aguentou toda a estimulação que recebia em seu peitinho e puxou ganhando apenas um muxoxo triste do moreno e uma mordida no seu biquinho, tirando de si um suspiro dolorido.
Desenrolou a camisinha por toda extensão de Tomlinson e quando chegou na base levou uma de suas mãos até a boca e cuspiu exageradamente punhetando o caralho em sua mão, o deixando mais molhadinho além do óleo natural da camisinha.
– Vai sentar gostosinho pra mim depois vai deixar eu comer essa bucetinha enquanto você fica de quatro, amor? – Louis perguntou apenas para que provocasse o menino.
– Sim, sim, sim, sim e sim Lou – Harry disse de forma necessitada.
Sem esperar mais levou o cacete do dj até sua fenda e esfregando a cabecinha no seu grelinho arrancando suspiros dos dois, logo passando por sua fenda melecada de melzinho, e se sentando devagar, afinal, Louis era grande pra caralho. Quando sua bunda encostou na virilha do dj gemeu sôfrego. Porra se sentia bem pra cacete. Estava preenchido.
Rebolou lentamente sobre o colo do moreno, como se estivesse cavalgando lentamente, sorriu ladino quando viu o moreno fechar os olhos atordoado. As mãos eram repousadas possessivamente na cintura rechonchuda do menino, o ajudando nos movimentos.
Levou uma das mãos até o cabelo -já molhado de suor- e puxou por entre seus dedos o cabelo da nuca antes de impulsionar o quadril pra cima acertando diretamente no ponto G do cacheado. Beijou a mandíbula do menino e foi deixando beijinhos até que estivesse com a boca colada na de Harry, lambeu seus lábios e o puxou pra um beijo quente e suado.
As estocadas eram fundas e certeiras, deixando Harry inebriado a qualquer coisa que acontecesse naquele maldito carro. Era intenso ter Louis puxando seus cachos enquanto chupava um de seus seios, e metia fundo em si. Porra ele gozaria logo se continuasse assim.
Puxou os cabelos lisos do moreno e decidido a também marcar ele mordeu o lóbulo antes de descer os beijos deixando um chupão roxo no pescoço do dj. Intensificou as reboladas no colo de Louis quando sentiu as mãos fortes e pesadas irem direto à sua bunda apertando e deixando tapas que provavelmente marcariam a pele avantajada dali.
A calcinha ainda pendia na cintura, mesmo estando toda arruinada.
Louis levou seu dedão até a boca de Harry antes de sussurrar baixinho apenas pra que ele ouvisse:
– Chupa, chupa pra eu poder fazer você gozar de novo – e Harry novamente obedeceu.
Chupou e melecou o dedo da melhor forma possível deixando-o todo babadinho como deixou o pau do moreno, esse que trabalhava perfeitamente bem, em um ritmo forte e duro porém delicioso, não era cansativo e sim prazeroso sentir as bolas batendo em sua bunda, a glande gorda acertando diretamente seu ponto G e o falo saindo e entrando a todo momento.
Sentiu quando a mão de Louis repousou em sua barriga e o dedão foi em direção ao grelinho inchado -por tamanha estimulação ali- e iniciou uma massagem deliciosa, mexia o dedo em círculos causando espasmos no corpinho mole acima de si. Por estar recebendo tamanha atenção Harry se sentia inebriado mas nada que impedisse o cacheado de apoiar os pés no banco de couro do carro e começar a realmente pular no cacete.
Louis jogou sua cabeça pra trás sentindo a xotinha molhada o abrigar tão bem e o apertar involuntariamente, era delicioso, Louis arriscaria dizer que era a melhor transa de sua vida.
– I-isso, pula bem gostoso no meu caralho pra depois eu te comer de quatro – Louis disse à Harry que gemeu mais alto e pulou mais ainda se isso fosse possível.
Sentiu as coxas tremerem e o garoto apertar a todo momento os biquinhos duros de seu peito e soube que ele gozaria. Segurou a parte interna da coxa de Harry e começou a meter com força enquanto com a outra mão massageava o clitóris do menino.
Era demais, Harry pensava que iria explodir em poucos minutos, mas porra ainda era tão bom. Ele não sabia como explicar, mas era intenso, era bruto e caralho ele teria sérios problemas com seus ficantes, afinal nenhum deles comia Harry da maneira que Louis fazia.
– V-vou gozar meu moreninho – Harry gemeu arranhando a nuca de Louis com as unhas curtas.
– Goza de novo pra mim deliciosa, goza pro seu macho goza.
Foi o estopim. Harry gozou absurdamente apesar de já ter gozado uma vez naquela noite, sua xotinha liberou ainda mais gozo e deixou que vazasse uma quantidade enorme no cacete gordo de Tomlinson. Sorriu cansado e sentiu seu corpo ser colocado no banco.
Sua bunda ficou empinada enquanto seu peito era grudado no couro cinza do banco.
– Vou meter bem fundinho em você e depois vou gozar na sua cara o meu leitinho quente pode ser minha putinha? – perguntou recebendo apenas um resmungo em resposta.
Não esperou mais, apenas meteu seu pau fundo dentro do menino e provavelmente acertou de primeiro o ponto G, soube disso pelo aperto que recebeu em seu pau e pelo gemido gritado que o cacheado deixou escapar. Os quadris se chocavam constantemente.
Era absurdo o quanto o carro estava uma bagunça, provavelmente quem visse de fora saberia o que acontecia lá dentro, mas nenhum dos dois se importavam realmente com isso, não quando tinha uma bunda deliciosa virada pra si e seu pau comendo fundo a xotinha do cacheado.
Acertou tapas fortes e duros na bunda do menino, sentindo seu orgasmo começar a se formar, afinal não havia gozado ainda enquanto Harry já havia gozado pela segunda vez na noite. Seus pés começaram a formigar, seus pelos se eriçaram e sua cabeça tombou pra trás.
Sabendo que gozaria puxou o corpo do menino pra si e colou as costas suada do garoto ao seu peito também suado e segurou fortemente em seu pescoço, impossibilitando a passagem de qualquer ar. Aquilo era excitante pra caralho.
Deixou mais três ou quatro estocadas brutas na xotinha do menino antes de se retirar de dentro dele e o virar abruptamente retirando a camisinha e começando uma masturbação rápida na frente do rosto pecaminoso de Harry, a língua quente do menino ajudou quando foi pressionada fortemente em sua glande roxa e fez com que os jatos espessos fossem liberados.
A porra branquinha de Louis pintava todo o rosto de Harry, as bochechas, os lábios, os olhos e até mesmo um pedaço do queixo havia sido atingido pelo jato de porra. Louis esfregou o pau no rosto de Harry literalmente melecando-o ainda mais e esfregando por último nos lábios recebendo uma última chupada ali.
– Caralho – Louis disse cansado se jogando no banco.
– Caralho digo eu – Harry disse incrédulo com o quão bom era o gosto do dj.
Uma risada gostosa foi escutada no carro enquanto Louis puxava o corpo cansado de Harry pra cima de si deixando beijos na cabeça molhada de suor.
– Quer ir lá pra casa comer um x-tudo e quem sabe repetir o que a gente acabou de fazer? – Louis perguntou sacana com a mão na bochecha de Harry acarinhando e deixando selinhos sobre a boca dela
– Só se for agora – Harry disse animado se vestindo rapidamente e indo pro banco do passageiro.