“mas se o cinema é uma moldura, como queria Eisenstein, por que filmes também não poderiam ser instrumentos de consolo?”
Luiz Carlos Merten pág. 8 (via laphotonoir)
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“mas se o cinema é uma moldura, como queria Eisenstein, por que filmes também não poderiam ser instrumentos de consolo?”
Luiz Carlos Merten pág. 8 (via laphotonoir)
Allen roubado
Idéia de curta. Muito pretencioso, o Roger disse. Ficou por isso mesmo.
Plot: Allen acorda, vai trabalhar no roteiro e descobre que o arquivo foi roubado de seu computador. O ladrão, contente pelo sucesso da missão, pretende rodar o filme e fazer dele um sucesso, pois considera Woody mau diretor, apesar de ótimo roteirista. Além disso, acha Scarlet Johansson muito insossa. Allen permanece em dúvida sobre se o roteiro foi roubado por ser ótimo ou péssimo. Entra em crise. Gesticula. Toma remédios. Começa a delirar sobre o futuro de seu roteiro e esquece-se completamente da história. Escrevendo compulsivamente para tentar se lembrar, tem a idéia de fazer um roteiro sobre o roubo de seu roteiro. O ladrão filma o roteiro roubado, mas teme que Allen entre em contato com o filme ou que alguém reconheça os traços característicos da obra de Woody durante a gravação. Atua no filme exatamente como Allen faria. Fracasso total de bilheterias. O filme de Woody, porém, é aclamado por público e crítica.
Fecho os olhos e vejo um bando de pássaros. A visão dura um segundo ou talvez menos; não sei quantos pássaros vi. Era definido ou indefinido o seu número? O problema envolve a existência de Deus. Se Deus existe, o número é definido, porque Deus sabe quantos pássaros eu vi. Se Deus não existe, o número é indefinido, porque ninguém pode fazer a conta. Nesse caso, vi menos de dez pássaros (digamos) e mais de um, mas não vi nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três ou dois pássaros. Vi um número entre dez e um, que não é nove, oito, sete, seis, cinco, etc. Esse número inteiro é inconcebível; ergo, Deus existe.
“Argumento Ornitológico” de Jorge Luis Borges, satirizando com maestria o famoso argumento ontológico de Ancelmo da Cantuária. (Sugestão da Ana)
hey-paul:
“During rehearsals, Brad Pitt and Edward Norton found out that they both hated the new Volkswagen Beetle with a passion, and for the scene where Tyler and The Narrator are hitting cars with baseball bats, Pitt and Norton insisted that one of the cars be a Beetle. As Norton explains on the DVD commentary, he hates the car because the Beetle was one of the primary symbols of 60s youth culture and freedom. However, the youth of the 60s had become the corporate bosses of the 90s, and had repackaged the symbol of their own youth, selling it to the youth of another generation as if it didn’t mean anything. Both Norton and Pitt felt that this kind of corporate selling out was exactly what the film was railing against, hence the inclusion of the car; “It’s a perfect example of the Baby Boomer generation marketing its youth culture to us. As if our happiness is going to come by buying the symbol of their youth movement, even with the little flower holder in the plastic molding. It’s appalling to me. I hate it.”
ateismoepeitos:
Carl Sagan - O Pálido Ponto Azul (sugestão de @anatwix)
ateismoepeitos:
Carl Sagan - O Pálido Ponto Azul (sugestão de @anatwix)
pipocacombo:
1984 by George Orwell
The Adventures of Huckleberry Finn by Mark Twain
Alice in Wonderland by Lewis Carroll – read – July 2010
The Amazing Adventures of Kavalier & Clay by Michael Chabon
An American Tragedy by Theodore Dreiser
Angela’s Ashes by Frank McCourt
Anna Karenina by Leo...
Mas ele era seu professor.
Ao longos dos quatro anos em que se conheciam houve uma mínima tensão envolvendo as duas partes. Foi no dia em que pegaram o elevador juntos, pois ela precisava fazer uma última pergunta. Deixou-se ficar por último na sala pra que não houvesse chance de distração e...
Vegan friday
Black Friday no Clube do ViSta-se: Cartão de sócio por R$ 29,90! Só nesta sexta! #vistase http://t.co/m7FbUg8k
HEEEEY VEGAN LADY