lewisthewr:
“Como cê quer que eu ache isso aí maravilhoso?” Fitzgerald respondera ao observar os pratos que a russa lhe mostrava, evidenciando o desgosto que sentia ao olhar todos aqueles pratos. Ele não poderia falar muito quando sua cultura era fast food por ser mais barato, mas, ao menos, parecia gostoso? “Parece até que tá cru! Pera, não tá me levando para comer isso não, né?” Lançou um olhar em alerta para a jornalista, afinal, não desejava ir para qualquer armadilha que fosse. “Tenho um total de zero certezas sobre esse restaurante, como muita coisa aqui, mas, tava pensando, a gente pode ir num restaurante perto do forte depois. Parece que toda quinta o forte tem um desfile temático porque não-sei-que-ano uns soldados venceram umas batalhas aí…” Encolhera os ombros pensando na história que lhe contaram. Lembrava-se pouco daquela história. “Mas penso que pode ser legal.”
❝ não tem nada demais. é uma sopa de beterraba e tomate, não tem como ser ruim. disse ao mesmo passo em que encarava o conhecido ao lado, não conseguindo evitar um sorriso de canto de boca ao analisar a expressão deste. ❝ ok, não é um prato para todos. se deu por vencida, afastando a tela do celular do olhar alheio e guardando o aparelho em seu bolso.
❝ se te faz se sentir melhor, nós também temos um prato que é basicamente um pão frito com molho de alho de acompanhamento. eu não consigo imaginar como seria ruim, afinal, é pão, fritura e alho. explicava em diversão à medida em que andava nas pequenas ruas onde adentravam agora. podia ver já os letreiros em russo que deixavam nítido a localização do restaurante desejado. ❝ é? parece interessante... provavelmente pesquisaria mais sobre a história mencionada para que pudesse abordar sobre em seu blog de viagens. ❝ a gente pode pegar umas entradas pra viagem nesse restaurante que eu falei e depois seguir para lá, então. o que você acha?

















