; I start to run Until I find places where nobody’s gone

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@voxversus-blog
; I start to run Until I find places where nobody’s gone
02:11
Eu já te disse que eu queimei os CDs que me lembravam você? Já comentei que as memórias escorreram como sangue após um tiro no peito? Não existe nada que eu não teria feito, mas existia algum outro jeito? São os ossos se destruindo em choque com a verdade, eu ainda bebo aquele vinho ruim. Diga honestamente que tudo isso é só outro roteiro pra uma canção triste; eu não quero viver essa tragédia novamente. É mais facil fugir, mas o fantasma ainda está em você. Não quero mais recorrer ao alcool e aos cigarros, eu não quero inspirar a fumaça pra esquecer o seu gosto. Um vampiro de memórias; esse é o monstro otário que eu me tornei.
01:49
Se você deseja transformar isso em um jogo, então coloque todas as peças no tabuleiro. Se você quer que o tempo não seja um inimigo, apenas se apresse. Eu prefiro que o suor escorra do que sangue, eu prefiro saudades mortas na boca do que incertezas que brilhem. Apenas sonhe, sonhe profundamente. Se eu te fizer marcas, ajoelhe e peça perdão. Você pode sentir ou devo cantar pra você? Apenas sonhe, sonhe profundamente.
Anymore! Nothing Scars Me Letras por Hatebreed
≡ My worst enemy; myself.
Sorte ou azar? #22:22 #2222 #lucky #badlucky #modernart #Photoart #time #clocks
20:51
Eu não sei. Ás vezes paro e observo a vida lá fora e tenho a estranha sensação de não viver a vida: me parece que eu nunca tenho uma história para contar, uma grande erro para compartilhar com as pessoas, ou uma grande conquista para me orgulhar de mim mesmo. É como observar as pessoas e saber que, no fundo, elas são escravas das próprias crenças e ganâncias, que se destroem pouco á pouco entre programas televisivos sem conteúdo algum, ou cada vez que sentam no sofá, reclamam de algo e vão dormir para acordar cedo para trabalhar, quanto você, que tenta ser livre e lutar contra essa "escravidão moderna" se sente preso também; mas á solidão. Isso porque nós homens nunca seremos verdadeiramente livres. Não se pode atingir a "liberdade absoluta". Sempre estaremos presos em alguma coisa, em algum sentimento, alguma vontade, ou outro ser. Nessa minha busca em me libertar das falsas crenças, dessa tirania social, eu me vi preso, algemado no pior dos medos de todos os homens; a solidão. É olhar a timeline do Facebook, ou abrir a janela e ver as pessoas e você entende o que quero dizer. Você é a tingido em cheio pela impressão de que a vida está passando e você não a viveu. Uma enchente de fotos e cmentários sobre a balada da madrugada passada, ou fotinhas bregas e sem nexo algum do casal de teenagers apaixonados (que irá durar menos de 3 meses e vai render boas indiretas nos post.) É ver o mundo preso, transformando cada ser em uma marionete descartável e destrutível e mesmo assim vê-los sorrir de felicidade, como se pudessem contemplar a vida melhor do que você. E será que podem? Será que mesmo alienados eles são mais felizes que nós, homens livres? Será que para sentir uma real felicidade eu devo aceitar a verdade que me vendem, que tenho que ser bonito, com músculos definidos e usar as marcas que todos usam para ser notado? Será que eu preciso agir como todo mundo age para ser ouvido? Será que eu devo questionar menos e concordar mais? Ás vezes eu sinto como se estivesse morto. Me sinto sem vida, sem cor, vivendo uma vida fria e cinza. Então é esse o mundo os homens livres? Doente de sorrisos e extremamente racional? Eu não entendo. Pensava que entendia e que estava certo, mas já estou ficando carente de certezas. Tem ainda aquela síndrome James Dean, onde você quer viver intensamente, cometer grandes erros, apenas viver e nada mais. Mas ela não funciona sozinha, aliás, você não achou seus iguais. Nem seus amigos necessariamente entendem quando você discursa sem perceber que o mundo está numa prisão mascarada de "qualidade de vida", eles só dão risada e pensam que você está exagerando. Aprendemos assim, a respeitar o silencio mortal que a chuva trás, o poder de olhar para o céu e observar as estrelas sob nossas cabeças. Que um quarto escuro e a música certa são melhores companhias que a maioria das pessoas. Me sinto triste, me sinto só, me sinto morto, me sinto super super super, suicidal. E é quando eu lembro que eu não posso ser livre se eu não me libertei dos meus próprios medos, de mim mesmo. Uma garoto atormentando, pois o céu sabe que eu estou arrasado e confuso ouvindo The Smiths. Essa é a história da minha vida.