and the clichés i knew, seemed so commonplace when i saw you.
⊹ ࣪ ˖ ◟. robin, 21+, ela/dela ⸻ conta de roleplay multi-muse, afiliada ao rewrittenhqs.
JUDY HOPPS . policial recém-formada, otimista demais para o próprio bem e determinada a provar que consegue fazer qualquer coisa que digam que não consegue ⠀ ˓ bio. | pinterest.
GARFIELD LOGAN . médico veterinário, dono de um coração grande demais para dizer não, vive cercado de animais e piadas ruins ⠀ ˓ bio. | pinterest.
SAMANTHA SIMPSON . engenheira química e divulgadora científica, analítica até o último detalhe, movida pela curiosidade e pelo desejo de encontrar respostas ⠀ ˓ bio. | pinterest.
ocupava o outro lado do sofá, tentando montar um móvel que havia chegado naquela manhã. o manual estava aberto no chão, as peças pareciam multiplicar-se a cada minuto e ele tinha absoluta certeza de que faltavam parafusos. ou sobravam. honestamente, as duas opções eram igualmente preocupantes. após vários minutos de silêncio, demais, na opinião dele, finalmente ergueu uma das peças na direção do amigo. 𓂃 ❛ eu gostaria de deixar registrado que este móvel foi claramente projetado por alguém que odeia a humanidade. ❜ girou a peça algumas vezes. ❛ talvez por alguém exatamente igual a você, que olha para cinquenta parafusos diferentes e pensa: "sim, isso é intuitivo". ❜ recebeu apenas o som distante dos equipamentos e deixou a cabeça cair para trás dramaticamente. ❛ você sabe que pessoas normais conversam, certo? fazem comentários, reclamam do clima, perguntam como foi o dia. você fica aí parecendo um computador esperando atualização. ❜ apesar da implicância, um sorriso acabava surgindo toda vez que olhava para vincent. havia algo estranhamente tranquilizador naquela calma constante. soltou um suspiro, largando as ferramentas ao lado. ❛ se eu desaparecer esmagado por esse armário, preciso que você diga às pessoas que eu fui corajoso. e também que este foi um crime cometido pela indústria dos móveis. ❜ inclinou a cabeça na direção dele. ❛ e, por favor, me diz que você sabe montar isso. porque a única outra opção é eu ligar para alguém e fingir que isso foi um acidente doméstico muito elaborado. ❜
o problema de dick era que ele fazia praticamente tudo parecer fácil. já havia chegado a essa conclusão semanas atrás, provavelmente depois de vê-lo carregar caixas pesadas como se fossem sacolas de supermercado ou alcançar alguma prateleira alta com a naturalidade irritante de quem claramente havia passado a vida inteira se jogando de lugares perigosos. aquilo era suspeito, ninguém podia ser tão coordenado daquele jeito. naquele fim de tarde, os dois haviam acabado presos na pequena quadra do condomínio depois que gar teve a brilhante ideia de o desafiar para uma partida de basquete, ignorando completamente o fato de que seu conhecimento do esporte se resumia a filmes e videogames. o resultado era previsível, ele estava jogado sobre o banco, respirando dramaticamente enquanto richard parecia apenas levemente aquecido. 𓂃❛ eu preciso que você seja honesto comigo... ❜ apontou para ele com a garrafa de água. ❛ você foi treinado em algum programa secreto do governo? porque pessoas normais não se mexem assim. ❜ passou a mão pelo rosto, ainda tentando recuperar o fôlego. ❛ eu juro que você desapareceu por uns três segundos. eu pisquei e você já estava do outro lado da quadra. isso não é velocidade, isso é assombração. ❜ deixou escapar uma risada curta, apoiando os braços nos joelhos. ❛ sinceramente, acho muito injusto você ser atlético, simpático e ainda ter esse cabelo. escolhe uma qualidade só como todo mundo. ❜ virou o rosto na direção de richard por alguns segundos, o sorriso permanecendo ali. ❛ mas eu ainda vou ganhar de você um dia. provavelmente quando você estiver com febre, com uma perna quebrada ou dormindo. ainda assim, uma vitória é uma vitória. ❜
gar tinha certeza de que silkie havia ganhado peso. não era uma suspeita vaga, ele havia chegado à conclusão depois de aproximadamente quinze minutos observando a gata atravessar a sala em velocidade questionável, parar diante do próprio pote de ração e desistir da caminhada no meio do caminho para se deitar dramaticamente no tapete. sinceramente, era quase admirável. sentado no braço do sofá do apartamento, os cotovelos apoiados nos joelhos enquanto acompanhava cada movimento do animal, gar franziu a testa com a seriedade de quem analisava um caso extremamente delicado. silkie, completamente indiferente ao julgamento alheio, permanecia deitada de barriga para cima, exibindo o que ele considerava provas suficientes. 𓂃 ❛ eu preciso que você saiba que estou falando isso como profissional e não como amigo. ❜ anunciou, sem tirar os olhos da gata. fez uma pequena pausa. ❛ na verdade, estou falando como os dois. porque a situação é grave. ❜ apontou discretamente na direção dela. ❛ korin, a sua filha está redonda. ❜
finalmente voltou a atenção para a amiga, embora ainda mantivesse um dos dedos apontados para silkie como se ela pudesse fugir do julgamento. ele já conhecia korin o suficiente para saber que qualquer comentário sobre a gata provavelmente seria recebido como uma ofensa pessoal, o que tornava tudo ainda mais divertido. ❛ eu estou quase certo de que ela me olhou e suspirou quando precisou subir no sofá. isso não é um comportamento normal. ❜ inclinou a cabeça na direção do animal, que naquele momento havia conseguido alcançar o colo de korin e se acomodado ali como se fosse a criatura mais injustiçada do universo. ❛ e não adianta fazer essa cara. as duas estão fazendo a mesma expressão, inclusive, o que honestamente só fortalece o meu argumento. ❜ deixou escapar uma risada curta, esticando a mão para coçar a cabeça de silkie apesar de toda a acusação anterior. ❛ eu só estou dizendo que talvez alguém esteja oferecendo petiscos em quantidades que desafiam a medicina veterinária moderna. talvez alguém olhe para essa criatura e pense "ela merece um agrado" dez vezes por dia. ❜ olhou diretamente para korin, já sabendo que estava se colocando em perigo. ❛ e antes que você me expulse de casa, eu gostaria de reg-istrar que silkie continua linda. ela só está... gravitacionalmente privilegiada. ❜
o apartamento estava silencioso demais, e gar detestava quando o apartamento ficava silencioso demais. era o tipo de silêncio que parecia se espalhar pelos móveis, pelas paredes e até pelas plantas da sala, e ele tinha absoluta convicção de que aquilo era culpa de rowena. ela simplesmente entrava em um ambiente e o ambiente decidia se comportar. aquilo era injusto, na opinião dele, porque passava a sensação de que qualquer barulho acima do volume de uma biblioteca era um crime. sentado no chão da sala, cercado por terra, vasos e um manual de jardinagem que já havia sido consultado tantas vezes que começava a parecer uma afronta pessoal, encarava uma pequena planta caída sobre si mesma. tinha comprado a planta poucas semanas antes porque alguém havia comentado que plantas ajudavam a deixar o apartamento mais agradável. agora ela parecia ter desistido de existir. olhou para o vaso, depois para a mulher, que parecia se mesclar com as sombras da área menos iluminada, depois novamente para o vaso, como se estivesse tentando descobrir qual dos dois era mais difícil de compreender. 𓂃❛ eu gostaria de deixar registrado que ela estava perfeitamente saudável quando chegou aqui. tinha futuro, sonhos, objetivos. agora parece que presenciou a queda de uma civilização. ❜ ergueu a planta alguns centímetros, observando as folhas murchas. ❛ eu reguei na quantidade certa, coloquei na luz indireta, pesquisei três fóruns diferentes e conversei com ela todos os dias. se isso não é dedicação, eu não sei o que é. ❜ seus olhos foram até a outra por alguns segundos. ela provavelmente nem havia dito nada ainda, mas aquilo nunca o impedia. na verdade, o silêncio dela sempre despertava algum instinto irritantemente específico nele, como se fosse sua obrigação preencher todos os espaços vazios da conversa. ❛ você sabia que é muito fácil implicar com você quando você fica aí parada, julgando as pessoas em silêncio? ❜ apontou na direção dela com o vaso. ❛ porque eu sei que você está julgando. você faz aquela cara de quem já leu o último capítulo do livro e decidiu não contar para ninguém. ❜ suspirou dramaticamente, voltando a olhar a planta. ❛ talvez ela tenha absorvido a sua energia sombria. talvez ela tenha olhado pra você uma vez e pensado: "não vale a pena". ❜
apoiou os braços nos joelhos e inclinou levemente a cabeça, estudando a expressão dela como se tentasse arrancar qualquer reação mínima. o calor daquela tarde deixava o apartamento abafado, e gar já tinha desistido de fingir que se importava com isso; estava descalço, usando apenas uma bermuda e completamente sem camisa, o que, aparentemente, também era algo que incomodava a roth de tempos em tempos. ele já tinha recebido mais de um olhar de reprovação e ignorado todos com o mesmo entusiasmo. ❛ antes que você diga qualquer coisa, não, eu não vou colocar uma camisa. está fazendo calor demais para isso. ❜ cruzou os braços sobre o peito, completamente teimoso. ❛ se você quiser reclamar da planta, da minha personalidade ou da minha falta de roupas, vai ter que escolher uma opção só. eu me recuso a lidar com três críticas ao mesmo tempo. ❜
❝ desde que jurei nunca mais me envolver com tantos rapazes, tenho muito tempo livre. ❞ o juramento tinha sido feito exatamente na noite anterior, por mensagem para sam, após clover chegar de mais um encontro frustrado. neste, o rapaz esqueceu completamente que clover tinha informado que era vegetariana e a levou em uma lanchonete que não tinha nada para ela comer. para piorar, ele nem pareceu se importar com a questão, seguindo a noite como se tudo estivesse perfeito, enquanto clover se sentia cada vez mais irritada. ❝ ontem a noite, reorganizei completamente meu armário de bolsas. olha o que encontrei lá! ❞ virou-se para poder mostrar à amiga a bolsa pendurada em seu ombro. reorganizar seu armário tinha sido uma boa terapia para poder desabafar da frustração daquele encontro falido. ❝ uma graça, não é?! eu nem mais me lembrava que tinha ela no armário! combinou perfeitamente com esse meu sapato novo. ❞ e também salvou clover de mais uma fatura no cartão, já que ela esteve pensando em comprar algum acessório que combinasse com aquele par recém adquirido. ❝ e sobre o carinha? eu bloqueei! não quero mais saber dele e nem de romances. nunca mais, sam! ❞
sam soltou uma pequena risada ao ouvir a declaração dramática da amiga. honestamente, considerando a quantidade de mensagens indignadas que havia recebido na noite anterior e pelo tanto que conhecia clover, a decisão não parecia exatamente temporária. aliás, sequer era uma decisão porque o próximo amor da vida apareceria logo, era só uma questão do próximo cara bonito aparecer em frente a loira. 𓂃 ❛ eu apoio completamente esse juramento até segunda ordem. ❜ comentou, cruzando os braços enquanto observava a amiga girar para exibir a bolsa. seus olhos desceram rapidamente para o sapato e depois voltaram para o acessório, analisando a combinação como se estivesse avaliando um experimento. ❛ e, infelizmente, você está certa. ficou perfeito. o universo claramente compensou o encontro desastroso com um achado de armário. ❜ aproximou-se um pouco para observar a bolsa melhor, assentindo com a cabeça. ❛ sinceramente, essa bolsa demonstrou mais consideração pelos seus sentimentos do que o rapaz inteiro. ❜ disse com a maior naturalidade do mundo. ❛ você menciona que é vegetariana e ele escolhe justamente um lugar onde você não pode comer? isso nem entra na categoria de azar, clover. isso é falta de atenção com o mínimo. mas você foi rápida, eficiente e sem necessidade de revisão posterior. estou orgulhosa. e, além do mais, você realmente precisa dar uma pausa em compras, não é? seu quarto de roupas parece que vai explodir qualquer dia desses.❜ ergueu as sobrancelhas por um instante, observando um manequim em uma posição estranha na vitrine.
SAM, É VOCÊ? a cidade de westbridge dá boas vindas à SAMANTHA "SAM" SIMPSON, originalmente pertencente ao mundo de TRÊS ESPIÃS DEMAIS! ELA/DELA tem VINTE E CINCO anos, mora em EASTLINE, e em sua nova vida trabalha como ENGENHEIRA QUÍMICA nos LABORATÓRIOS OSCORP e COLUNISTA DE DIVULGAÇÃO CIENTÍCA na WESTBRIDGE GAZETTE. esperamos que ela esteja se adaptando bem à rotina mundana da terra!
samantha simpson cresceu em uma casa onde a ciência sempre ocupou espaço suficiente para se tornar parte da rotina. filha única de richard e eleanor simpson, ambos ligados ao meio acadêmico, passou a infância cercada por livros, projetos escolares e conversas que frequentemente terminavam em alguma explicação científica improvisada na mesa de jantar. seus pais incentivavam sua curiosidade desde muito cedo, ensinando que toda pergunta merecia uma resposta e que o conhecimento era algo que deveria ser compartilhado. a relação com eles sempre foi próxima, embora marcada por expectativas elevadas e pela constante busca pela excelência. durante a adolescência, sam desenvolveu um interesse cada vez maior pela química e pelas ciências exatas. dedicada e extremamente inteligente, costumava participar de feiras científicas e projetos extracurriculares, acreditando que poderia controlar qualquer situação desde que estudasse o suficiente. entretanto, um acidente durante um experimento na juventude acabou mudando profundamente sua maneira de enxergar o próprio trabalho. embora ninguém tenha se ferido gravemente, sam assumiu para si toda a responsabilidade pelo ocorrido e carrega as consequências emocionais desse momento até hoje.
após ingressar na universidade, destacou-se rapidamente por sua capacidade analítica e pela facilidade em compreender conceitos complexos. ao mesmo tempo, percebeu que gostava tanto de comunicar a ciência quanto de produzi-la. essa descoberta a levou por dois caminhos diferentes: a pesquisa química e a divulgação científica. atualmente, aos vinte e cinco anos, trabalha como engenheira química nos laboratórios oscorp enquanto também escreve para a westbridge gazette, traduzindo assuntos científicos para o público em geral. embora mantenha contato constante com os pais, ainda evita falar sobre algumas decisões profissionais e sobre as inseguranças que carrega. em eastline, sam tenta equilibrar a precisão da cientista com a curiosidade da jornalista, enquanto aprende que nem tudo na vida pode ser previsto ou controlado.
personalidade: sam é o tipo de pessoa que raramente toma decisões por impulso. analítica, observadora e reservada, prefere ouvir antes de falar e costuma pensar cuidadosamente antes de agir. sua curiosidade é praticamente inesgotável, o que a torna excelente tanto na pesquisa quanto no jornalismo. dificilmente consegue abandonar uma pergunta sem resposta e frequentemente se vê investigando assuntos até tarde da noite apenas porque algo despertou seu interesse. por trás da postura séria existe alguém profundamente leal e dedicada às pessoas em quem confia. embora leve tempo para se abrir, quando cria vínculos tende a protegê-los com intensidade. possui um humor seco e inesperado que costuma surgir nos momentos mais improváveis, surpreendendo quem a conhece apenas superficialmente. o perfeccionismo é uma das características que mais influenciam sua vida. sam revisa tudo inúmeras vezes, evita erros a qualquer custo e sente dificuldade em delegar tarefas importantes. a experiência traumática da adolescência contribuiu para que desenvolvesse uma necessidade constante de controle, fazendo com que trate sua ansiedade como simples rigor profissional. apesar da imagem de alguém extremamente segura e competente, ainda lida com o medo de falhar, decepcionar os outros ou repetir erros do passado. por isso, costuma assumir responsabilidades excessivas e colocar muita pressão sobre si mesma, mesmo quando ninguém ao redor espera tanto dela.
possui o hábito de organizar objetos da mesa enquanto pensa;
mantém diversos cadernos físicos cheios de anotações, listas e observações;
costuma pesquisar assuntos aleatórios até tarde da noite apenas porque alguém comentou algo durante o dia;
sempre sabe onde ficam saídas de emergência, extintores e procedimentos de segurança dos lugares que frequenta;
prefere ouvir música instrumental enquanto trabalha;
consome café em quantidades que preocupam algumas pessoas ao seu redor;
tem dificuldade em pedir ajuda, mesmo quando claramente precisa;
guarda um pequeno fragmento do experimento que deu errado na adolescência;
escreve à mão sempre que considera algo importante demais para ficar apenas no computador;
costuma esquecer de comer quando está concentrada em algum projeto;
seu senso de humor extremamente seco aparece apenas com pessoas de confiança; tem dificuldade em relaxar completamente durante períodos de folga;
guarda cópias físicas de artigos, matérias e trabalhos importantes;
quando confia em alguém, sua lealdade se torna praticamente inabalável.
[ PICK ] sender telling receiver to "hold still" while they remove something from their hair (clover + sam)
❛ ⠀⠀⠀ok. mantenha a calma. você precisa respirar profundamente com isso que eu vou te dizer agora... e ficar bem parada. ─ foi para perto da loira, colocando as mãos no cabelo dela como se fosse fazer carinho e fingindo fazer isso até conseguir tirar o bicho-folha que estava ali. ─ pronto, retirado. viu? você nem soube que o bichinho estava ali, easy peasy!
❛ ⠀⠀⠀óbvio que não! tá tudo bem, clo. ─ sam suspirou, sabia os efeitos de qualquer fala que não fosse agradável o suficiente para clover. viria com um biquinho e uma birra quilométrica que a faria rir antes de conseguir responder devidamente sobre outros detalhes. mas, mesmo assim, iria insistir, por não estar com vontade de lidar consigo mesma naquela semana. o problema não era a melhor amiga, mas sua própria cabeça jogando contra si. ─ quer ir tomar um café? e, NÃO, nós não podemos ir na loja de roupas ao lado porque está em promoção porque você já foi lá essa semana!
TELL ME IF I'M WRONG, TELL ME IF I'M RIGHT. TELL ME IF YOU NEED A LOVING HAND, TO HELP YOU FALL ASLEEP TONIGHT — &. ASK GAME !!
cheguei atrasada, mas vim participar também! tá bem difícil conciliar as coisas por aquikkkk. #vamosnessa
todos os meus personagens (judy, gar e sam) estão disponíveis para asks.
por favor, especifique para qual personagem a pergunta é destinada. se a ask envolver mais de um personagem, indique todos os participantes.
são permitidas perguntas sobre personalidade, passado, relações, gostos, medos, curiosidades, headcanons e situações hipotéticas. ou seja, TUDO! não se acanhem.
MUTANO, É VOCÊ? a cidade de westbridge dá boas vindas à GARFIELD MARC LOGAN, originalmente pertencente ao mundo de TEEN TITANS! ELE/DELE tem VINTE E TRÊS anos, mora em EASTLINE, e em sua nova vida trabalha como MÉDICO VETERINÁRIO em PAWS & CLAWS VET. esperamos que ele esteja se adaptando bem à rotina mundana da terra!
garfield marc logan nasceu em uma família que sempre enxergou os animais como parte da casa. filho único de mark e marie logan, cresceu cercado por cães resgatados, gatos adotados e uma infinidade de histórias sobre preservação ambiental. seus pais trabalhavam diretamente com pesquisa e conservação da fauna, o que fez com que a natureza estivesse presente em praticamente todos os momentos de sua infância. a relação com os pais era extremamente próxima. mark era o responsável por incentivar seu espírito aventureiro, levando-o para trilhas, acampamentos e projetos de observação da vida selvagem. já marie era quem alimentava sua curiosidade intelectual, ensinando-o a observar os animais com paciência e respeito. juntos, os dois ajudaram a construir a pessoa empática e apaixonada pela vida animal que gar se tornaria no futuro. porém, a estabilidade familiar não durou para sempre. durante a adolescência, gar precisou enfrentar a perda precoce dos pais, um acontecimento que mudou completamente sua vida. sem a presença deles, passou a ser criado por familiares próximos, que fizeram o possível para oferecer apoio e segurança durante um período extremamente difícil. embora tenha aprendido a seguir em frente, a ausência dos pais continua sendo uma das marcas mais profundas de sua trajetória. foi justamente por causa deles que decidiu cursar medicina veterinária. para gar, cuidar dos animais sempre foi uma forma de honrar tudo aquilo que aprendeu dentro de casa. cada resgate, cada tratamento bem-sucedido e cada vida salva carregam um pouco do legado que seus pais deixaram para trás. atualmente, aos vinte e três anos, vive em eastline e trabalha como médico veterinário na paws & claws vet. apesar da mudança para westbridge representar um recomeço, ele vê a cidade como uma oportunidade de construir novas memórias sem abandonar as antigas.
personalidade: garfield é o tipo de pessoa que raramente passa despercebida. extrovertido, comunicativo e dono de um senso de humor constante, costuma usar piadas e comentários descontraídos para quebrar o gelo em qualquer situação. fazer os outros sorrirem é quase um reflexo automático. por trás dessa postura leve existe alguém muito mais sensível do que aparenta. gar se importa genuinamente com as pessoas ao seu redor e tem dificuldade em ignorar alguém que esteja sofrendo. é extremamente leal aos amigos e costuma colocar as necessidades dos outros acima das próprias, mesmo quando isso não é saudável para ele. também possui uma energia quase inesgotável. gosta de experimentar coisas novas, conhecer pessoas diferentes e se envolver em atividades variadas. ficar parado por muito tempo o deixa inquieto. ao mesmo tempo, carrega uma certa impulsividade que frequentemente o coloca em situações complicadas. apesar da confiança que demonstra, ainda lida com inseguranças relacionadas ao abandono e à perda. por isso, valoriza profundamente os laços que constrói e faz o possível para manter as pessoas importantes por perto.
possui o hábito de dar apelidos para praticamente todo mundo;
conversa com os animais durante os atendimentos como se eles fossem capazes de responder;
tem uma coleção enorme de fotografias de animais que ajudou a tratar ou resgatar;
adora filmes de comédia e costuma decorar falas inteiras sem perceber;
não sabe cozinhar muito bem, mas insiste em experimentar receitas novas;
costuma adotar temporariamente animais abandonados até encontrar um lar definitivo para eles;
tem dificuldade em dizer "não" quando alguém pede ajuda;
seu lado do apartamento está sempre cheio de plantas, mesmo que algumas não sobrevivam por muito tempo;
mesmo adulto, continua assistindo desenhos animados quando precisa relaxar.
𝑼𝑴𝑨 𝑩𝑨𝑮𝑼𝑵𝑪̧𝑨 𝑶𝑹𝑮𝑨𝑵𝑰𝒁𝑨𝑫𝑨 descreve muito bem a cozinha. embora não seja uma chef michelin, rowena tem o molejo e expertise da arte da tentativa e erro. uma tarde de folga, um livro de culinária antigo — parecido até demais com um livro de poções — e uma missão particular. é o que motiva parte do dia da roth, que se dispôs a preparar o bolo de cenoura perfeito; sem modéstia alguma ou brecha para a mísera possibilidade de ficar ruim! no final da tarde, porém, o resultado não poderia ser menos do que agradável. embora não tenha habilidade para decoração, o aroma é o que a deixa otimista quanto ao resultado. havia feito dois; um para deixar em casa para os amigos e outro para o destino em questão.
a embalagem que carrega em mãos tem um laço laranja, da qual foi cuidadosamente ajeitado para ser um presente
para judy hopps. sendo que todo o roteiro do dia começa com uma mensagem: tive um dia difícil! bem, confessa que é um quanto pragmática com horários, tal que aparece na porta do apartamento da amiga após o expediente: dando-lhe tempo suficiente para que pudesse desestressar. "trouxe vinho barato e bolo! combinam? nenhum pouco! mas você pode escolher o que quer." recita quando a policial abre a porta, o sorriso orna as feições da roth. "teu chefe 'tava sendo um pé no saco de volta?" não há muita cerimônia para adentrar o espaço, o bolo é colocado cuidadosamente na mesa. "teus vizinhos tão ouvindo a gente de novo?!" percebe que, pelo outro lado da parede, alguém comenta sobre o dia de judy. "não vou dar bolo 'pra vocês! intrometidos do cacete." o punho bate em um código morse preguiçoso na parede, cujos braços se voltam a amiga ao abraçá-la e posteriormente arrastá-la para o sofá. "vamos! reclama, abre seu coração. o que quê houve?"
o dia inteiro havia sido uma sucessão impressionante de pequenas tragédias burocráticas. nada que explodisse, que envolvesse perseguições ou sequer remotamente emocionante. apenas formulários, relatórios, reuniões e um superior que parecia ter desenvolvido um talento sobrenatural para aparecer exatamente quando judy estava prestes a ir embora. por isso, quando a campainha tocou, levou alguns segundos para abrir a porta. 「 rowena. 」 o nome saiu acompanhado de um suspiro tão aliviado que chegava a ser dramático. seus olhos imediatamente caíram para a embalagem adornada pelo laço laranja, depois para a garrafa. 「 você é oficialmente minha pessoa favorita do dia. 」 declarou sem a menor vergonha, nem sequer tentou impedi-la de entrar. seria inútil. e honestamente? reconfortante. fechou a porta atrás de si enquanto observava a amiga tomar posse do apartamento como se pagasse metade do aluguel. o comentário sobre o chefe arrancou um gemido sofrido. 「 não me faz lembrar dele. 」 reclamou imediatamente. 「 se eu ouvir a palavra produtividade mais uma vez hoje, vou cometer um crime só pra variar a rotina. 」 a piada com a amiga demonstrava a liberdade que tinham, já que judy era sempre TÃO certinha que chegava a agoniar as pessoas ao seu redor.
ouviu a movimentação atrás da parede. e logo depois a ameaça envolvendo o bolo. houve um protesto indignado do outro lado e não conseguiu evitar a risada. 「 eles mereceram. 」 comentou enquanto era praticamente sequestrada até o sofá. a familiaridade daquilo arrancou mais um sorriso porque era fácil estar perto de rowena. sempre era. caiu contra o encosto e afundou ali por alguns segundos, apenas existindo. então, soltou outro suspiro. longo e teatral, como costumava parecer. daqueles que carregavam o peso de alguém que havia sobrevivido a uma batalha particularmente irritante. 「 sabe quando você passa semanas trabalhando num negócio? se bem que seu trabalho tem que ser rápido, então, talvez você não saiba saiba... mas sei que você já passou por momentos muito complicados e autópsias péssimas! 」 começou. 「 aí finalmente resolve tudo. fecha o caso, organiza os documentos e faz os relatórios. entrega tudo certinho. 」 ergueu uma das mãos, em sinal de redenção. 「 e aí alguém perde metade da papelada. 」 silêncio, com outro suspiro. 「 alguém. 」 repetiu. 「 e esse alguém fui eu. eu perdi metade da papelada. quer dizer, eu tenho 90% de certeza que deixei em um lugar específico na minha mesa. mas eu consegui encontrar? não, óbvio que não. e geralmente eu sou bem organizada, então não sei exatamente o que aconteceu para que isso acontecesse. e é um caso bem chato de contrabando de picolés... dá para acreditar que alguém está querendo dar golpe com isso? é desacreditante! 」 falou, cobrindo o rosto com as duas mãos, envergonhada pela perda, com a mente à mil por hora. 「 eu não quero falar sobre isso. 」 queria. aliás, estava falando sobre isso naquele exato momento. espiou entre os dedos. 「 quer dizer, quero. mas primeiro preciso saber uma coisa importante. 」 seus olhos foram imediatamente para o bolo. a expressão séria. quase profissional. 「 esse bolo é um presente de amizade... ou você matou alguém e é um suborno? 」 uma pausa e o sorriso apareceu. 「 porque, sinceramente? funciona dos dois jeitos. 」
é evidente de que não é a única arrependida; afinal, a reação ao sumiço de kazuki fora um tanto quanto... afirmativa. a ideia estúpida surge ao acaso e, numa curiosidade peculiar, resolve sanar uma dúvida da qual já tem uma resposta na ponta da língua. "achei que você tinha morrido, sei lá!" repete sem vaidade alguma a piada que havia feito, o assoprar do chá para não queimar a língua. "o que me ofendeu, porque cara... como assim não seria eu, sabe? a preparar teu corpo!" forçou uma risada em uma tentativa vã de dissipar a tensão; da qual não entende o porquê de esta existir. "depois pensei que você estava apaixonado." ousou brincar com a hipótese ridícula para fazê-lo rir; sequer havia pensado nisso.
"prefiro a primeira opção! sem ofensas." levanta as mãos em uma súplica injustificável, o riso desta vez é espontâneo ao reclinar a cabeça para o lado. "qual é, não dá pra gente esquecer e seguir em frente?" o pedido é genuíno e um tanto delicado por não desejar que a amizade sucumba em prol de uma noite estúpida. "você sabe que eu nem gosto tanto assim de caras." resolve completar com a intenção de destruir qualquer pensamento negativo do amigo, pois era evidente que ele estava um tanto quanto mais... fechado. como uma rocha ou à deriva da erupção tal qual um vulcão. não sabe dizer qual opção se encaixa com excelência. "só 'tô com saudades do meu amigo."
kazuki por um momento, apenas a observou em silêncio. não porque estivesse pensando em uma resposta particularmente inteligente ou porque estivesse analisando alguma intenção escondida por trás das palavras dela. na verdade, era justamente o contrário. pela primeira vez desde que havia chegado, sentia a própria mente desacelerar. a piada sobre preparar seu corpo arrancou um breve sopro pelo nariz, quase uma risada. quase. depois veio a segunda hipótese. apaixonado. dessa vez, desviou o olhar imediatamente para a xícara em suas mãos. 「 essa é provavelmente a coisa mais absurda que eu já ouvi na minha vida. 」 murmurou. porque era completamente absurda. tão absurda que chegava a ser ofensiva. ou talvez só assustadora. não sabia. nunca sabia. seus dedos giraram distraidamente a xícara enquanto escutava o restante. o pedido. a tentativa de seguir em frente. a confissão simples de que sentia falta dele. e aquilo o atingiu de forma muito mais eficiente do que qualquer discussão séria teria conseguido. porque rowena que estava ali e parecia genuinamente irritada com o sumiço dele, não com o que havia acontecido naquela noite. aparentemente, a única pessoa transformando aquilo em uma catástrofe irreversível era ele mesmo. soltou um suspiro cansado. longo. daqueles que pareciam carregar semanas inteiras. 「 você fala como se fosse simples. 」 comentou, apoiando o cotovelo sobre a mesa. os olhos finalmente encontraram os dela outra vez. 「 mas eu acho que esse é exatamente o problema. 」 um sorriso pequeno surgiu no canto de sua boca. discreto. quase derrotado. 「 para você é simples. 」
e, honestamente, talvez devesse ser para ele também. talvez tivesse passado semanas construindo um problema gigantesco em volta de algo que ela aparentemente já havia resolvido no dia seguinte. muito típico. balançou a cabeça, soltando uma breve risada sem humor. 「 eu não desapareci porque achei que você estava apaixonada por mim. 」 fez questão de esclarecer imediatamente. 「 e muito menos porque eu estava apaixonado por você. que fique registrado. 」 apontou para ela com a seriedade de quem registrava um documento oficial. apenas para, alguns segundos depois, deixar escapar uma risada verdadeira pela primeira vez desde o início da conversa. pequena, mas genuína. 「 eu só... não sabia o que fazer. 」 admitiu. as palavras saíram mais baixas dessa vez. honestas. desconfortavelmente honestas. 「 nunca passei por uma situação dessas, então... minha solução brilhante foi fingir que ela não existia. 」 ergueu ambas as mãos em um gesto de rendição. 「 claramente funcionou muito bem. 」 a ironia era evidente. então recostou-se na cadeira, observando-a por alguns segundos. e, pela primeira vez em semanas, a tensão em seus ombros pareceu diminuir. 「 eu também senti sua falta. 」 admitiu por fim. antes de franzir levemente a testa. 「 mas não se acostuma com isso. não vou repetir. 」
foco, percepção aguçada, estratégia, bem… esses nunca foram grandes fortes de noah. apesar de amar o desafio e, é claro, vencer! às vezes dava sorte com alguns dos frequentadores assíduos do parque — os idosos — e vencia uma partida ou outra de damas, algo que definitivamente sobe à sua cabeça, uma vez que resolve se contrapor à sua regra de nunca entrar em um jogo para perder; espera ser capaz de carregar a partida de xadrez apenas com a força da confiança! mas hora ou outra tem que lutar com a memória para se lembrar como é que o cavalo se movimenta, se recordando apenas que é no formato de uma letra, por isso aquelas peças permaneciam no exato ponto em que haviam começado em seu lado do tabuleiro — seria um vexame se acabasse se movimentando em… L e a letra do cavalo fosse um… I! “ oh, por favor! sabe que eu ‘tô te deixando vencer, né? ” o sorriso quadrado — mostrando todos os dentes e nenhuma emoção — é um mero artifício para acobertar sua vontade infantil de virar o tabuleiro e sair correndo, aquela peça estava perto demais do seu rei. “ acho que a gente pode declarar um empate, vai. ” vale a tentativa quando mira seu oponente com um sorriso arteiro e ainda chuta os pés dele por baixo da mesa.
observou o sorriso exageradamente artificial surgir no rosto de noah e precisou conter outra risada. não porque estivesse convencido pela tentativa de blefe (muito pelo contrário. aquele era exatamente o tipo de expressão de alguém que sabia que estava prestes a perder e tentava ganhar tempo antes do inevitável). kazuki apoiou o cotovelo sobre a mesa, sustentando o rosto com uma das mãos enquanto o encarava por alguns segundos, claramente se divertindo com a situação. então veio a proposta de empate. a resposta foi imediata. uma gargalhada curta escapou de seus lábios antes mesmo que pudesse pensar em levá-la a sério. 「 empate? agora? 」 repetiu, arqueando uma das sobrancelhas enquanto lançava um olhar para o tabuleiro e depois de volta para o outro. 「 você realmente acha que eu vou cair nessa? 」 mal terminou a frase e sentiu o chute atingir sua perna por baixo da mesa. 「 ei. 」 reclamou sem qualquer indignação verdadeira, recuando a perna apenas para impedir uma segunda tentativa. o sorriso, no entanto, permanecia intacto. 「 isso é falta técnica. devia perder uma peça por conduta antidesportiva. 」 declarou com a maior seriedade que conseguiu fingir, embora a diversão fosse evidente em seu olhar. seus dedos voltaram para uma das peças. girou-a distraidamente entre eles enquanto analisava o tabuleiro mais uma vez. para ser sincero, já não estava prestando tanta atenção na partida quanto antes. naquele ponto, metade da graça vinha justamente das tentativas cada vez mais desesperadas do outro para escapar da derrota. após alguns segundos, avançou outra peça. o som da madeira deslizando pelo tabuleiro ecoou entre os dois. 「 e, por favor... 」 começou, inclinando-se levemente para frente. 「 se vai mentir dizendo que está me deixando vencer, pelo menos tenta parecer convincente. 」 o sorriso que surgiu em seguida era descaradamente provocador. 「 eu consigo sentir o desespero daqui. 」
ㅤ⠀ depois de ter choramingado e desabafado sobre o quanto a vida era dura - na verdade, zoey só tinha sido chamada atenção no trabalho e recebeu alguns xingamentos de um cliente -, ouvir juddy tinha sido um alivio e tanto. ㅤ⠀ ❛ ai, você acha mesmo, juji? ❜ kang questionou ligeiramente insegura. mas talvez o alcool misturado com as batatinhas que ela comia naquele momento a estivesse dando coragem o suficiente. a barista bateu o punho na mesa, forte o bastante para sacudir as coisas que estavam ali. ㅤ⠀ ❛ tem razão! não é porque não sou uma mal amada que preciso ser tratada assim! ❜ concordou, virando o copo de cerveja em um gole só, o batendo novamente na mesa. ㅤ⠀ ❛ nossos cerebros combinados são dois, não um. ❜ ela continuou falando animadamente, o alcool já fazendo todo o efeito que poderia fazer na jovem.
concordou com a cabeça, bebericando mais um pouco da taça e escutando o barulho vindo de fora. os vizinhos eram SEMPRE barulhentos, não importasse o quanto já tivesse reclamado (e já tinha o feito múltiplas vezes). no momento, ainda estava com sorte, na verdade. e apreciava ter a companhia da amiga, para variar um pouco o sentimento de solidão que era inerente a se estar ali depois de crescer rodeada de pessoas. 「 eu não acho, eu tenho certeza! ― judy, por fim, falou, rindo levemente quanto a mesa sacudiu diante do entusiasmo de zoey. ― e você é mal amada? meu santo coelhinho, amiga. não sou nem terapeuta, mas pelo rumo da conversa, você está precisando de uma. o problema é a música? a gente pode trocar e ouvir algo mais animado, sabe? hoje, no trabalho, teve um cara que foi preso e ele falou uma coisa impressionantemente interessante sobre não ter vergonha de ter feito aquilo que ele fez porque fazia parte de quem ele era. e ele era um tremendo de um cuzão, mas isso não vai vir ao caso agora. mas, sabe? esses caras... malvados... eles sentem orgulho disso. não sei nem se malvados é a palavra certa, mas são escolhas e escolhas erradas. quer dizer, a lei existe por um motivo, né? a gente não pode só fazer aquilo que quer fazer por querer fazer e ponto final. a gente tá à mercê de regras sociais porque é isso que funciona e é o mesmo padrão com esse cliente bosta aí que te tratou mal. um grande imenso enorme idiotão! 」
「 ei! nada disso. a gente tem que ter ORGULHO de quem a gente é. ― afirmou, com a voz firme cheia de honra, assim como sua mãe tinha te ensinado. juddy detestava não ser levada a sério por outras pessoas somente por ter um bom senso de humor ou não deixar que a vida se tornasse amarga d'baixo da língua, como uma fruta que não se sabia estar podre sendo consumida ― sério, zoey, você não pode deixar as outras pessoas falarem essas coisinhas assim sobre você e só fazer piada comigo. eu SEI que a gente é super legal e as pessoas costumam achar que nós somos ingênuas demais só por sermos boas pessoas. só que a gente é funcional SIM, mesmo sem estarmos combinadas. 」