Lembro do dia que comecei a trabalhar no meu emprego atual. No primeiro dia, quando cheguei, a garota do RH veio me receber na recepção e disse que a menina do TI cadastraria minha digital na próxima segunda, quando voltasse de férias, e que eu não teria mais que esperar para que minha entrada fosse liberada.
Na hora pensei: “-Legal, uma garota no TI, ela deve ser bem legal e descolada.”.
Na semana seguinte, já à minha mesa, alguém para ao meu lado e antes mesmo de ter minha atenção dizia:
- Oi, eu sou a Muriel do TI! Vamos cadastrar sua digital na portaria?
Me virei para a voz e vi ela pela primeira vez, um sorriso solto em lábios sedutores, cabelo chanel escuro, corpo violão de seios fartos, óculos de armação aviador, estilo descolado e um piercing no septo.
- Oi, tudo bem? Você quer cadastrar agora?
A acompanhei até a entrada enquanto atravessávamos o escritório. Percebia como ela era querida por todos e divertida, com as conversas aleatórias com quem cruzava nosso caminho.
Não sei explicar, mas de imediato senti uma atração por ela, eu simplesmente a desejei. Coloquei isso de lado na minha cabeça, era loucura, mal a conhecia, eu nunca havia ficado com uma garota e muito menos sabia se ela teria esse tipo de interesse.
Os dias foram passando, convivia pouco com a Muriel, mas as poucas interações que tínhamos só reforçavam minha vontade dela. Me pegava olhando para ela quando passava pelo corredor ou quando estava trabalhando em algo por perto, e imaginava automaticamente como seria beijá-la.
Super comunicativa, a conversa fluía fácil, e um dia quando falávamos de pegação, ela disse algo que me fez perguntar sem perceber:
- Há então você fica com gente. Depende só se rola o clima, né?
Rindo sem graça e me olhando com uma profundidade que me desconcertou, me respondeu?
- É mais ou menos isso. Gosto de homem, mas tem coisa que não dá para controlar.
Aquela resposta mexeu comigo, não conseguia tirar ela da cabeça. Minha imaginação me torturava.
Chegou meu aniversário, e como na maioria das empresas, havia uma identificação na minha mesa para que todos soubessem e pudessem me parabenizar. Esperando por isso, naquele dia decidi quebrar um pouco o dress code social e me vestir de modo mais autêntico.
De vestido de renda preto com forro verde fluorescente, meia-calça preta, bota estilo coturno, batom vermelho e perfume provocante, cheguei ao escritório na expectativa de uma única reação.
Metade do dia já havia passado e eu não havia visto minha musa. Saí para o almoço com uma colega, e quando estava atravessando a rua distraída escutei alguém que cruzava meu caminho dizer:
Com um sorriso cheio de malicia vi a Muriel ainda me olhado chegar ao outro lado da rua. Retribuí com um sorrisinho de satisfação e segui meu caminho.
Naquela tarde trabalhei tanto que não vi o tempo passar. Quando me dei conta o expediente já havia acabado há um tempo e eu já estava praticamente sozinha ali. Decidi que era hora de ir embora e desliguei o computador.
Antes de sair passei no banheiro para retocar o batom, e na saída vi a porta do CPD aberta e a luz acessa, achei melhor avisar que estava indo e que não havia mais ninguém ali.
- Alguém aí? Já estou indo, não tem mais ninguém por aqui...
- Oi, acho que ainda vou demorar um pouco.
Uma Muriel de mamilos arrepiados marcando a blusa branca que vestia, surgiu de trás da primeira fila de servidores para me responder.
- Você tem piercing nos mamilos! – exclamei muito empolgada e imaginando como aquilo devia ser lindo.
- Tenho. -respondeu um pouco corada.
- Seria ótimo, mas não quero te prender aqui.
- Vou adorar ficar presa aqui com você. -Sugeri entrando em definitivo na sala e colocando minha bolsa de lado.
Ela passou por mim e fechou a porta enquanto me advertia que eu ficaria com muito frio, que o ar condicionado ali ficava com a temperatura bem baixa.
- Percebi pela sua pele arrepiada, nem precisava dizer. -Disse rindo.
Olhando para seus seios acesos me respondeu com um sorriso safado:
Vendo minha cara de pânico, me tranquilizou:
- Por favor! Não aguento mais só imaginar.
Ela levantou a blusa e pude ver um par de seios deslumbrantes, fartos, redondinhos, com aqueles biquinhos durinhos onde os piercings contrastavam contra o tom rosado.
Sem pensar, sem pedir, apenas seguindo o extinto, me dirigi até ela, a puxei pela cintura com uma mão e com a outra segurei um dos seios levando minha boca que salivava de desejo até eles. Sem nenhum sinal de repreensão, comecei a chupá-los incansavelmente.
Depois de algum tempo ali, escutando seus gemidinhos de tesão me levantei para olhá-la, e beijei sua boca com vontade. Dançando com minha língua lentamente dentro da sua boca, mordendo de leve seus lábios vez ou outra, alternando em selinhos molhados, enquanto entrelaçava meus dedos em seus cabelos pela nuca e deslizava minha mão pelo seu corpo, sentia ela se excitar.
Ela agarrava minha bunda com força e logo levantava meu vestido e me arranhava sob a meia calça. Senti sua mão apertar com força minha buceta e fiquei completamente louca de tesão com aquele toque inédito.
Eu queria senti-la. A levei para o fundo da sala onde havia uma mesa em que podia escorá-la.
Enquanto a beijava e deslizava minha língua por seu pescoço e brincava com seus mamilos abria o zíper da sua calça. Deslizei a mão por cima da sua calcinha de renda e apertei aquela buceta carnuda que já estava toda lambuzada, recebendo de volta um gemido gostoso de êxtase.
Fiquei ali a provocando mais um pouco até enfiar minha mão por dentro de sua roupa e sentir aquele grelinho duro de tanto tesão. Sem aguentar mais ela me empurrou para baixo de encontro àquele mel que escorria entre suas pernas.
Me ajoelhei diante dela e baixei sua calça e sua calcinha, vendo aquela buceta gostosa toda depiladinha, beijando sua barriguinha, desci para tocar com meus lábios aquele caposinho lindo que eu apertava entre os dedos.
Beijando e mordendo suas coxas, a provocava lambendo seus grandes lábios sem tocar seu grelinho, que já apontava durinho entre eles. Ansiosa, sem aviso, segurou minha cabeça com as duas mãos e me fez finalmente chupar seu grelo. Era tudo que eu queria, que ela estivesse louca a ponto de não se segurar mais de vontade de ter minha língua ali. Atendi sua ordem com prazer, e a escutei gemer bem alto ao sentir minha língua molhada tocá-la como ela queria.
Me livrei da sua calça jeans e sua calcinha e arreganhei suas pernas para poder descer e enfiar minha língua em sua buceta e beber o mel que escorria dali. Voltei a chupar e beijar seu grelinho enquanto enfiava um dedo naquele buraquinho apertadinho e todo lambuzado.
Vê-la descontrolada em minhas mãos estava me dando um prazer indescritível, e mais uma vez por extinto, a virei e a debrucei sob a mesa, vendo aquela bunda redondinha a minha frente não resisti a lhe dar um tapa gostoso, o que a fez dar um gritinho de tesão.
Apertei forte sua bunda com as duas mãos, afastei suas nádegas e me ajoelhando para lamber seu cuzinho gostoso ao som dos seus sussurros de prazer. Com a cara enfiada em sua bunda deslizava a língua dali até sua buceta e de volta. Com uma mão enfiava um dedo em sua buceta e com a outra brincava com seu grelinho.
Ela rebolava na minha cara se contorcendo de excitação, até gozar num grito que abafou ao morder a própria mão.
Sorrindo satisfeita, a abracei por traz, para perguntar roçando a boca em seu ouvido:
A única resposta foi uma gargalhada gostosa, virando o rosto para me beijar.
- Obrigada pelo presente. – completei.
- E a minha vez? Só você se diverte?
- Vamos deixar para outro dia, assim garanto o replay.
Ela se recompôs e eu fui embora.
Cheguei em casa e me joguei na cama. Lembrando de cada detalhe daquela aventura, fiquei encharcada de tesão e bati uma para ela.
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