macklin celebrini has autism
TMBGareOK. The Official They Might Be Giants tumblr
No title available
Color Me Curious
★

gracie abrams
Lint Roller? I Barely Know Her
YOU ARE THE REASON
art blog(derogatory)
Monterey Bay Aquarium
Show & Tell
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
almost home
The Bowery Presents
Claire Keane

Love Begins

#extradirty
untitled
Cosimo Galluzzi

No title available
seen from United States
seen from Romania
seen from Russia
seen from India
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Canada

seen from United States

seen from United States
seen from United Kingdom

seen from South Korea

seen from Malaysia
seen from Australia
seen from Canada

seen from Slovenia

seen from Türkiye

seen from Venezuela
seen from Colombia
seen from Brazil
@essedrama-blog
Como ser Mulher
Esse livro é espetacular!! Não tenho costume, mas dessa vez, deixo o nome da autora; a jornalista Caitlin Morgan. Resumidamente, o livro relata os passos e acontecimentos básico e clássicos na vida de toda e qualquer mulher, como: o primeiro salto alto, menstruar, se apaixonar, se decepcionar, descobrir-se um ser sexual, conseguir o primeiro emprego, amar, casar, ter filhos, não ter filhos, abortos, não aborto, velhice, plásticas etc. Tudo é retratado sob o olhar de uma jornalista, bem crítica, afinal, o livro é sobre ela, ao véu do que ela chama de feminismo estridente. Sobre isso, eu quero deixar claro o quanto gostei da visão sobre o feminismo da autora, o tipo que se o extremo feminismo lesse, ficaria arrasada. Ela destrói muito merda apregoada no feminismo atual, particularmente, eu gosto disso. O livro te mostra, exatamente, como é ser mulher, vemos, através da historia de Morgan, alguns dilemas que toda mulher enfrenta e algumas decisões que elas precisam tomar. Sobre a visão do feminismo, só queria deixar claro que a escritora é feminista e não poupa argumentos contra a sociedade machista e patriarcal, mesmo que, na maioria das vezes, de forma sútil!!
Como ser mulher
deixe ir.
você não é gaiola pra prender alguém,
no começo dá mesmo um vazio
mas depois fica tudo bem.
me deixa ir nos teus lugares mais escuros onde ninguém nunca foi? me deixa morar lá? faço faxina, abro as janelas pro sol te aquecer e coloco tim maia pra tocar. danço com tua tristeza e a faço sorrir.
262 Likes, 297 Comments - Lilian Souza Farias (@autoralilianfarias) on Instagram: “**SORTEIO O CONTO DA AIA ** - - Sinopse: Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da…”
**SORTEIO O CONTO DA AIA ** - - Sinopse: Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, o a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão, tornando-se propriedade do governo, e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump. Em meio a todo este burburinho, O conto da aia volta às prateleiras com nova capa, assinada pelo artista Laurindo Feliciano
A vida de Marisa é regida pelo controle. Seja à frente do seu trabalho ou da vida dos filhos, ela é racional, mantendo-se sempre fria, um ser à parte das banalidades, cuja única preocupação é ser um exemplo. Olga é sua antítese. Sentimentos à flor da pele, dor flagelando a carne, pensamentos embaçados pelo esquecimento proporcionado pelo álcool. Sozinha, preocupa-se em apenas ser, em um mundo cercado por fatos que não reconhece mais como seus. Duas senhoras solitárias, vizinhas e antagônicas. Será que um dia alguém acharia que poderiam viver em paz? Mais ainda, será que poderiam se apaixonar? Mulheres que não sabem chorar é mais que uma história de amor entre iguais. Junto a estas personagens tão humanas, o leitor vê-se despido dos preconceitos, pudores e medos. Ora crua, ora poética, a trama nos obriga a enfrentar o espelho e se ver como nunca imaginou antes. Pois ao mergulhar neste romance, o que fará você pensar não é a forma como vê o amor, mas sim a forma com que ele se volta em sua direção. Esteja preparado.
compre o seu na Saraiva - http://www.saraiva.com.br/mulheres-que-nao-sabem-chorar-9280902.html
Ou a versão digital na amazon - https://www.amazon.com.br/Mulheres-que-n%C3%A3o-sabem-chorar-ebook/dp/B00K0ZDZVQ/ref=zg_bs_5559908011_1
Cinqüenta tons- A trilogia
Eu li o primeiro desses livros a dois anos atrás, quando não tinha nem dezoito anos ainda, eu li o segundo e o terceiro livro da trilogia com 19 anos. A minha mãe não me deixou ficar com o primeiro livro depois de descobrir o erotismo que tinha nele, a serie é "adulta". Os livros contam a historia de Anastácia (Anna) e Christian Grey (sr° Grey), um magnata podre de rico, com o passado triste, um sadomasoquista que faz de Anna sua submissa. Dois anos atrás eu era uma criança e achei o livro fascinante, dois anos mais tarde, um pouco mais madura, e bem mais crítica, li o livro com outro olhar. Trata-se de um relacionamento abusivo, o sr° Grey é um manipulador, usa o sexo para conquistar tudo o que quer, na serie o sexo é a resposta de tudo, tanto Grey quanto Anna são, emocionalmente, desequilibrados. Anna se deixa seduzir pela beleza de Christian, que sabe muito bem o que está fazendo. Ele a reprime, pois é um controlador e ela se sufoca só pra não perde-lo. Mas tudo isso é ofuscado na série por causa do erotismo, também chamado putaria!
O diário de Anne Frank
Esse livro é maravilhoso!! Como o nome descreve, trata-se da história de Anne, uma menina judia que ficou exilada durante a período da 2 guerra Mundial. Este livro é um achado histórico. No diário são retratados todos os momentos de tensão enfrentado por Anne e sua familia junto aos Van Dan, familia que divide o pequeno cômodo de exílio com a familia Frank. Eles passam o período de dois anos exilados até serem descobertos, por isso o diário não é terminado, Anne morre dois anos depois por estar doente, junto a sua irmã. Ela tinha 13 anos quando ficou no exílio e por conta disso teve que amadurecer rapidamente, Anne tinha um espírito forte e duro, mas também era carente e amável. A grande palavra desse livro é ESPERANÇA, Anne nunca perdeu a esperança, acreditou até o fim e foi forte, acredito que manteve-se forte até os últimos segundos de sua vida. Durante a leitura refleti como, de certo modo, vivo exilada. Essa menina ganhou minha admiração (acho que ela ganhou a admiração de todos que já leram esse livro) ela tinha uma mentalidade a frente de seu tempo. Anne era feminista, apesar de aparentemente, não falar do assunto no livro, talvez nem soubesse do quê se trata. Acho que toda mulher se vê em Anne quando lê esse livro e isso aconteceu comigo. EU ME VEJO EM ANNE. Achei muito bom!!
Eu poderia ter sido tanta coisa, mas não fui nada. Eu poderia até ter mudado o mundo naquele dia, mas eu não consegui levantar da cama.
Vou chegando aos 20 sem ninguém, sem ser ninguém. (via oxigenio-dapalavra)
Cara! Esse texto me define completamente, principalmente o autor...
Inconstante
Olhando bem, não sou muito boa em traçar metas, não sou boa em permanecer, nunca consigo permanecer em nada, só começos as coisas, TUDO. No fim tudo é difícil, sou fraca e não suporto dificuldade, por isso desisto. No fim eu só quero liberdade, será que sou só eu que se senti presa? A um sistema, a uma familia, a sociedade, a vida, aos medos, aos projetos (ou rascunhos dele)? Eu só quero relaxar, mergulhar. Eu sinto que viver é como se afogar em um mar turbulento e eu preciso de um tempo para submergir e respirar, encher os pulmões de ar e saltar um grito, aquele que prendo, melhor, que sufoco dentro de mim.
É preciso ter força
Maria, Maria (Elis Regina)
Os 13 Porquês (13Reason Why)
Eu resolvi ler esse livro depois do sucesso de 13 Reason Why, uma série criada a partir do livro. Esse livro conta a história de Hanna, uma adolescente que cometeu suicídio e resolve contar o motivo através de fitas, Clay é o personagem coadjuvante, um garoto apaixonado pela Hanna. O livro traz uma reflexão muito boa sobre as ações das pessoas, o fato de que toda e qualquer ação ou palavra, tudo o que você faz afeta as pessoas, isso é muito complicado, a gente nunca sabe como o outro está se sentindo, se nossa palavra vai causar algo bom ou ruim ou se vai passar a impressão que a gente quer ou acha estar passando. Você pode conviver com pessoas, diariamente, sem saber o que elas, realmente, estão passando, as pessoas escondem bem os seus sentimentos, algumas sentem vergonha ou coisa parecida. Esse livro me fez refletir como tudo está conectado de alguma forma, também me fez refletir como pequenas mentiras acarretam em grandes problemas, no caso, foi o fator principal do suicídio de Hanna. Apesar de todas as dificuldades para terminar de fazer essa leitura eu terminei e gostei bastante.
UFA!!!
Esses tempos estou convivendo com um grande sentimento dentro de mim, engana-se quem pensa que é amor, não tive sorte de tal coisa, na verdade é só vazio mesmo. Um vazio constante, misturado ao incômodo, delírio, preguiça, insegurança, incerteza, dúvidas, por fora pareço serena, por dentro, uma turbulência, um embaraço, e sinto que não há nada que possa fazer para melhorar. Eu só queria pedir perdão a todos por não ser a melhor pessoa que já se conheceu e pedir perdão a mim mesma por não ser tudo o que eu queria ser. Tô dando adeus a mim mesma porque já cansei de me relacionar comigo.