preciso fugir de mim
preciso de paz
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

Kiana Khansmith

#extradirty
No title available
Cosmic Funnies
d e v o n
I'd rather be in outer space 🛸
h
macklin celebrini has autism
AnasAbdin
Not today Justin
Alisa U Zemlji Chuda
art blog(derogatory)
KIROKAZE
Xuebing Du
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
One Nice Bug Per Day
dirt enthusiast
todays bird
taylor price
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from India
seen from Malaysia
seen from Malaysia
seen from United States

seen from United Kingdom

seen from United States
seen from Pakistan
seen from Singapore
@naughtyyygir
preciso fugir de mim
preciso de paz
Eu te odeio.
Eu odeio você com uma intensidade que me queima por dentro.
Odeio o jeito como você mora nos meus pensamentos, como se tivesse alugado espaço dentro da minha cabeça e decidido nunca mais sair.
Odeio lembrar do seu rosto, dos seus olhos, da forma como você sorria como se soubesse que eu ia me apaixonar por cada detalhe seu. E eu me apaixonei. Maldito seja por isso.
Odeio a sua voz, principalmente quando ela volta nos meus ouvidos no silêncio da madrugada, sussurrando coisas que hoje soam como mentira, mas que eu queria acreditar de novo.
Odeio o gosto da sua boca que ainda vive na minha memória como se tivesse sido ontem.
Odeio acordar sentindo sua falta. Dormir te desejando. Sonhar com você como se fosse castigo.
E quando eu acordo, ainda dói. Ainda falta. Ainda sangra e como sangra.
Eu odeio o que você faz comigo.
Odeio como você consegue me fazer sentir pequena, insuficiente, como se amar demais fosse sempre um erro, e o erro fosse sempre meu, como se erro mora-se em morresse em mim
Odeio me olhar no espelho e não reconhecer a mulher que você deixou pra trás, uma versão despedaçada de mim, tentando entender onde foi que eu perdi o amor que merecia.
Odeio o silêncio que você me dá. Odeio o barulho que você deixou.
Odeio escutar os seus áudios antigos e lembrar da sua voz no pé do meu ouvido, me prometendo que seria pra sempre
Eu odeio tudo isso. Odeio e odeio e odeio você.
Mas o que mais dói… é saber que mesmo com todo esse ódio, ainda tem amor embaixo e sim eu odeio isso.
Eu odeio entrar na sua conversa a cada cinco minutos, esperando uma mensagem sua, não pra me fazer sorrir, mas pra me dar mais um motivo pra te odiar de verdade, pra ver se esse amor morre de uma vez e que odiar porque eu ainda amo você.
Mas ele não morre. Ele apodrece em silêncio, enquanto eu finjo que estou bem mas é verdade é que esse amor está me matando.
Eu odeio esse choro preso na garganta, esse grito que nunca sai, essa saudade que não passa. Esse inferno que estou vivendo.
Odeio essa maldita esperança que insiste em existir, mesmo depois de tudo, mesmo por alguém que hoje me odeia, eu odeiooooooo e grito alto porque preciso que isso saia de mim, que você saia daqui.
Eu odeio o quanto me perdi enquanto te amava e você nem viu.
O quanto apaguei partes de mim pra tentar caber onde nunca tive espaço.
O quanto silenciei dores pra não te assustar.
E no fim, você foi eu fui embora, mas você já tinha ido antes de mim e eu odeio que me culpe por isso.
Talvez um dia eu acorde e esse ódio todo não precise mais existir.
Talvez ele seja só a dor gritando alto demais, tentando ocupar o espaço do amor que sobrou.
Mas hoje... hoje eu só sei odiar.
Porque se eu não odiar você, vou acabar me odiando por ainda te amar e eu já me odeio por ainda sentir.
E mais que tudo, eu odeio não conseguir te odiar do jeito que você merece.. Porque você merece, pois enquanto falava que eu estava fazendo você vivia falando de mulheres pra pessoas que me conheciam e me culpando por fazer aquilo que você fazia.
Eu só quero odiar você, odiar até esse amor que me destrói acabar pra não acabar de vez comigo.
EU ODEIO VOCÊ, ODEIOOOOOOOO
Eu achei que estava fazendo parte de algo importante, algo que realmente desse sentido à vida. Achei que estava ganhando, que seria diferente… Mas, na verdade, eu estava perdendo. Eu errei, ou simplesmente me perdi? Onde é que eu venci?! Quando você luta para as coisas darem certo, e mesmo assim você perde, o que você faz? Tudo não é uma grande perda? Quando o tempo que foi dado não vale mais nada. Quando o amor e o carinho já não tem mais efeito. Foi isso que restou, mais nada.. O que valeu a pena, se agora só resta a dor? Devo ficar em furor, enquanto estou em clamor? Mas… E se eu ainda tiver sorte? Será que devo parar de pensar na morte? Por que desejar o que nunca poderei ter? Não seria mais fácil... morrer? Se eu ficar... Quem vai me amar, como saberei o que é amor? Já que agora só confio na dor? E sobre o meu subconsciente Será que ele continuará sendo meu confidente? Ou logo ficarei inconsciente? Estou em cima do muro de Berlim? O que esperar de mim, se tudo o que penso é no fim? Por que se explicar, se não tem ninguém para contar? Se um dia você me encontrar, não tente me entender Eu também não consigo me descrever. Mas se quiser, me ajude a parar de me esconder Deixar-me viver o que é meu por direito: O meu bem querer… E no futuro, Seja quem for, Possa me merecer. ..... Já que ás vezes eu quero demais e eu nunca sei se eu mereço.
ter consciência sobre si mesma a ponto de saber quando recolher-se a sua própria insignificância
"Eu me calei, mas não porque não tenho o que dizer. Me calei porque entendi que nenhum som meu vai atravessar o muro que você construiu entre nós. Você me condenou pelas mentiras que contei, mas nunca quis entender as verdades que escondi dentro do peito — aquelas que doíam mais em mim do que em você.
Eu menti, sim. E me culpei por isso. Mas enquanto você conta as minhas falhas, ignora o silêncio que eu engoli cada vez que me senti sozinha, ignorada, desvalorizada. As minhas mentiras foram só o reflexo da bagunça que virou o que a gente tinha. E mesmo assim, eu te amei. Mais do que devia, mais do que pude, mais do que me fizeram acreditar que eu merecia.
Você diz que não quer raiva nem desprezo, mas também nunca quis lidar com a minha dor. Sempre foi mais fácil me transformar no erro do que olhar pro que você fez. E ainda assim, olha que loucura… eu te desejei o bem. Mesmo ferida, ainda desejei que você lembrasse de mim com carinho.
Mas agora eu preciso sair disso. Não por orgulho. Por paz. Preciso aprender a gostar de mim com tudo o que eu sou: com a intensidade que te existe, com a sinceridade torta que às vezes mentiu por medo, com o amor que só queria ser visto.
Não vou mais responder, porque minha resposta agora é cuidar de mim.
E essa talvez seja a verdade mais bonita que eu já contei.
E eu sinto muito. Sinto muito por tudo o que foi feio, por tudo o que machucou, por tudo que a gente não soube fazer melhor. Mas eu não posso mais carregar o peso do que ficou. Eu preciso ficar bem. Não só por mim mas por esse bebê que cresce aqui dentro, que não tem culpa de nada disso e que precisa de uma mãe inteira, mesmo depois de ter sido partida."
"Em todas as partidas, eu levava um pouco do amor que um dia você me deu"
Nunca fui embora de mãos vazias.
Mesmo nas despedidas mais silenciosas, mesmo quando as portas se fechavam sem aviso…
sempre havia algo seu comigo.
Um gesto, um olhar, um calor escondido entre as lembranças.
Era como se, mesmo em ruínas, o amor insistisse em existir em mim feito chama baixa, mas teimosa.
Cada partida me ensinava a soltar um pouco,
mas nunca tudo.
Porque, por mais que o tempo passasse,
a verdade é que você foi abrigo no caos,
respiro no meio da dor,
e eu aprendi a carregar isso como proteção.
Em cada recomeço, mesmo quando sorria por fora,
lá dentro, havia um pedaço do amor que um dia me fez acreditar que tudo era possível.
Eu ia embora, sim.
Mas com os bolsos cheios de você.
Nunca aprendi a ficar.
Ao longo da vida, fui programada e ensinada, talvez a sempre ir embora.
Como se o amor tivesse prazo, como se o aconchego tivesse um limite invisível que eu não podia ultrapassar.
Carregava dentro de mim a ideia de que permanecer era para quem merecia, e eu…
nunca me senti completamente digna disso.
Ou talvez nunca estivesse totalmente em paz onde eu estava.
Sempre havia um desconforto, uma pontinha de silêncio gritando dentro de mim, como se algo me puxasse pela mão e dissesse: “Vai. Não é aqui. Não é agora.”
Mesmo quando eu queria muito ficar.
Mesmo quando tudo em mim implorava por descanso, por permanência, por abrigo.
Mas era mais forte que eu.
Era como se cada vez que eu tentava fincar raízes, o vento me lembrasse que fui feita pra ir e não porque era certo, mas porque me ensinaram que amar também era se afastar quando doía.
E doía.
Sempre doía.
Porque embora eu carregasse o amor comigo em cada partida, também deixava pedaços de mim nos lugares que insisti em abandonar.
Com o tempo, eu voltava.
Quase sempre tarde demais.
E nesse meio tempo, você se ia com seus próprios silêncios, suas próprias feridas.
E quem sou eu pra julgar?
Se eu também nunca fiz diferente…
Te amar foi a maior intensidade que meu corpo já sentiu.
Foi febre, foi vertigem, foi tempestade.
E todas as vezes que qualquer vestígio de vazio me cercava, eu lembrava daquele amor avassalador que sentimos no começo,da forma como nossos mundos colidiram como se fossem um só.
Sempre vou amar.
Mesmo sem ter motivos pra voltar.
Mesmo quando o amor já não me encontrava mais lá.
Porque isso não significa que ele um dia sequer saiu de dentro de mim.
Ficou.
Silencioso, escondido, mas vivo.
Como tudo que é verdadeiro mesmo que não tenha dado certo.
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou
Tenho que virar um cão
Tenho que lamber o chão
Dos palácios, dos castelos
Suntuosos do meu sonho
Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que me aventurar
Tenho que subir aos céus
Sem cordas pra segurar
Tenho que dizer adeus
Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada
Que ao findar, vai dar em nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Do que eu pensava encontrar
"Sobre a dor, o amor e tudo o que ficou"
Tem dores que não gritam. Elas apenas ficam. Silenciosas, mas constantes. Como essa que carrego no peito. Um amor que não foi como eu imaginei, uma gravidez que acontece dentro de mim, mas sem braços ao redor pra me amparar.
É estranho viver algo tão profundo, tão transformador… e se sentir invisível.
Sigo sozinha, dia após dia, com o corpo mudando e o coração tentando se manter inteiro.
Já perdi a conta de quantas vezes fui parar em hospital pressão caindo, corpo exausto, medo me engolindo. E tudo isso sem ninguém por perto pra segurar minha mão. Sim, por opção.
Não é só sobre a gravidez. É sobre tudo o que veio antes: a solidão que já me rondava, os amores que não ficaram, as promessas que viraram silêncio, todos os erros que me fizeram acreditar que eu não mereço mesmo ser amada.
É sobre mim. Sobre essa mulher que está aqui, de pé, mesmo quando ninguém vê, mas queria estar mesmo em um buraco, como pode um coração continuar batendo se a vontade de viver já foi embora faz tempo.
Também é sobre a mulher que chora baixinho pra ninguém escutar, mas que continua. Que sente medo, mas não desiste. Sobre alguém que está fazendo o possível e às vezes até o impossível pra não se perder de si mesma.
E talvez esse amor que hoje dói, um dia floresça de outro jeito. Porque eu mereço mais que sobreviver. Eu mereço viver com leveza, com amor verdadeiro, com paz, em algum lugar do mundo minha cabeça a de me dar paz.
Eu só queria ter coragem pra acabar de vez com tudo, mas como, todas as minhas tentativas foram em vão, mas a verdade é que não quero continuar, não com essa dor que não descansa, não com todo esse medo me rondando a todo momento, eu só queria que isso acabasse de vez.
"Se eu pudesse voltar ao começo..."
Se eu pudesse voltar no tempo, escolheria aquele início de novo, quando os olhares eram mais leves, as promessas silenciosas e a gente ainda não tinha se machucado tanto.
Sinto falta daquela versão de nós. Da tua risada despreocupada, do seu olhar que me tirava o fôlego, da minha vontade de acertar, da sensação de que tudo era possível. Mas a verdade é que não somos mais aquelas pessoas. A vida, os erros, as palavras ditas e não ditas, tudo isso nos transformou.
Eu carrego arrependimentos. Sei que fui péssima em muitos momentos. Fui limitada, fui reativa, fui pequena diante do amor que você me dava… e talvez você também tenha me ferido quando eu mais precisava de cuidado. Guardo isso em mim — mesmo sem querer.
As nossas idas e vindas sempre foram intensas. Mas as últimas… foram frias demais. Eu entendo — fui eu quem partiu tantas vezes, fui eu quem vacilou em permanecer mesmo que a certeza não gritasse aqui dentro. Mas o que não entendo é por que aceitar me ter de novo, se seria pra ser assim, tão gelado… a ponto de eu não saber mais se ali ainda existe amor ou apenas o hábito de me receber.
Hoje, amo você com mais consciência, mas com menos ilusões. Amo sabendo do que fomos capazes de fazer um com o outro, tanto o bonito quanto o feio. Amo com saudade, com dor, com dúvida do que poderia ser diferente. E talvez seja esse o problema: ainda quero estar perto, mas não sei como confiar sem medo.
Não escrevo isso pra cobrar ou pra pedir garantias. Escrevo porque guardar aqui dentro está me matando, você continua sendo especial pra mim — mesmo que às vezes minha mágoa fale mais alto que meu amor. E também porque não quero mais viver presa nesse ciclo que nos machuca.
Que a espiritualidade que carregamos hoje seja maior que o ego, maior que os traumas, maior que tudo que nos impede de amar com verdade. E se não for pra ser, que a gente tenha força pra deixar ir. Que não estejamos mais presos um ao outro se isso significar continuar sofrendo.
Mas se ainda houver algo puro, algo que ainda vive… que esse amor nos encontre de novo, inteiros ! Porque não aguento mais ser apenas pedaços de algo que já existiu.
O quanto de dor cabe em minhas palavras
Talvez você nunca saiba.
Porque minha dor não grita — ela sussurra nas entrelinhas.
Se esconde nos pontos finais e sangra nos silêncios.
Cada frase é uma ferida que cicatrizou torta.
Cada vírgula, uma pausa pra respirar entre lágrimas que ninguém viu.
O quanto de dor cabe em minhas palavras?
Cabe o que sobrou de mim depois que a vida arrancou o resto.
Cabe o abraço que eu esperei e nunca veio.
Cabe o cansaço de ser forte o tempo todo.
Cabe o vazio que finge ser poesia.
Escrevo porque é a única forma de não explodir.
Porque no papel, eu posso desabar sem pedir desculpas.
E talvez, quem lê, sinta.
Ou apenas passe os olhos — como muitos passaram por mim.
Mas ainda assim eu escrevo.
Porque, mesmo doendo, minhas palavras me salvam.
E talvez, em meio à dor, alguém também se encontre.
Ficar longe de mim é um favor. Eu mesmo vivo tentando me evitar, mas a cabeça não desliga.
- Beco Escuro.