been thinking more about them recently and saw this pose pack by @simlishyyy that reminded me of how they met.

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been thinking more about them recently and saw this pose pack by @simlishyyy that reminded me of how they met.
When It Doesn't Feel Like Enough 😕
Oooof. Let's hope Isla doesn't do anything too stupid... Does she really love Owen?
buckle up folks
First Story Post/Previous Story Post/Next Story Post
Transcript under the cut:
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i havent bought anything for myself in probs 10 months but i just bought 3 books & 3 cds & im happy
vivs vai colocar o titulo <3 || ophelia&charles {smallpara}
Uma das manias de Ophelia era distrair-se quando estava concentrada em uma coisa em particular, e naquela caso era devido a quantidade de livros que jaziam em sua mesa, influencias de sua mãe. Seus preferidos eram os de lendas tipicas italianas, que enchiam a sua mente das mais incríveis fantasias e receios. Ophelia desejava que um dia pudesse voltar para a Toscana, pelo menos uma vez, antes de entregar-se completamente a sua vida em NY, ou qualquer outro lugar, tudo dependia das vontades de Haziel. A jovem aceitara o anjo em seu corpo sem hesitar muito e o temor em seus pensamentos desvaneceu de uma vez por todas. Acreditava que o anjo estava fazendo o que era melhor, e sua mãe uma vez lhe disse que ela seria alguém grande quando ficasse mais velha, talvez ela tivesse previsto, Ophelia nunca saberia.
O dia estava particularmente agradável naquele dia em especifico, raras ocasiões onde o universo parecia dizer para aproveitar, nem que seja apenas sentindo os raios solares ou o vento em seus cabelos. Mas Ophelia não tinha tempo para ficar parada, não quando estava tão atarefada naquela semana em particular, já que estava servindo como monitora. Alguns alunos já começaram a procurá-la devido aos dúvidas com a matéria e ela, com toda a paciência do mundo, tentava ajudá-los. Uma coisa que ela e Haziel tinham em comum era a paciência, já que as diferenças entre essas duas forças em um corpo eram numerosas, porém harmônicas. Talvez Ophelia não tenha percebido, mas mudou muito graças a Haziel, deixando de lado a garotinha medrosa que um dia fora.
Lembrou-se, então, que precisava encontrar com o professor que ajudaria- apesar de que ela também estava sendo ajudada-, colocando os livros dentro de sua bolsa e andando pelos corredores da universidade, em busca da sala do homem. Ao perceber que estava chegando a sala, Ophelia deu um leve suspiro, não sabendo exatamente o que esperaria por ela, seria sua primeira experiencia com o professor como monitora. — Com licença — disse com sua voz baixa, porém alta o suficiente para que ele pudesse ouvi-la. — O senhor esta ocupado, ou…? — hesitante e incerta, poderiam ser duas palavras que descrevessem Ophelia naquele momento, por não saber exatamente como agir, mas mantendo a sua educação, e o decoro.
Wouldn't kill to have a little faith || Miguel & Haziel
Os papeis na mesa de Ophelia jaziam empilhados da forma mais organizada que a jovem conseguia, separados em pequenas pilhas de acordo com as funções respectivas. Seu professor lhe dizia que seria melhor se tudo estivesse organizado em um laptop, porém a mesma sempre preferiu a praticidade do papel e caneta, hábitos que precisava abandonar, afinal sempre precisava enviar trabalhos por e-mail, um trabalho cansativo quando é necessário passar tudo para o computador. Estava em um caso particularmente interessante naquela tarde em questão, a aula de Prática Jurídica tinha terminado então decidiu ir para casa trabalhar em sua decisão para o caso. Para a felicidade de Ophelia, e Haziel, o avô não estava em casa, era melhor evitar as discussões. Haziel não conseguia entender como um homem que dizia ter tanta fé fosse um tirano como aquele, infectando a vida de todos apenas para satisfazer seus desejos. Não era o trabalho do querubim em questão ouvir as orações dos fies, mas as vezes elas eram tão fortes que enchiam seus ouvidos com a mais pura generosidade, porém é possível dizer que nunca ouvira, nem uma vez sequer, a voz do avô de Ophelia.
Ao abrir o laptop, a noticia da morte de Tytos Blackwood apareceu na primeira pagina do jornal online, com letras grandes e destacadas em negrito. Não era como se Haziel não soubesse do ocorrido, os colegas de Ophelia haviam comentado sobre isso uma hora depois das autoridades chegarem ao local, não surpreendendo a garota com a rapidez que as informações corriam. Mesmo na Toscana era assim, recordava-se, as pessoas sabiam de um ocorrido minutos depois de acontecer e teorias já eram formadas a partir dai. Nas memórias de Ophelia, Haziel recordava que quando sua mãe engravidou as pessoas a julgaram logo de cara. Não estava casada, o que já era motivo de murmurinho, e todas as senhoras do local a invejavam por sua irreverencia e, é claro, o belo rapaz que mais tarde se casou.
O gato, que Haziel adotou logo após encontrá-lo na rua e levá-lo para Anne Marie, pulou em seu colo, fazendo com que o anjo saísse de seus pensamentos para dar um cafuné na cabeça do animal, que ronronou. Criara um vinculo com o animal, assim como faz com todas as pessoas que se aproximam dela sem más intenções, era algo que não conseguia evitar. Em homenagem ao receptáculo, Haziel nomeou o gato de Romeo, pois sabia que Ophelia gostaria. Com o alarme de seu celular soou pela segunda vez, avisando-lhe do compromisso, Haziel colocou o gato em cima de sua cama para apressar-se. Olhou-se no espelho e encarou o corpo de Ophelia que, sem duvidas, era belo. Uma coisa que lhe chamara a atenção fora a beleza da jovem, diferente das outras, desde seus cabelos negros até seus olhos castanhos claros. Não queria chamar atenção para si então preferiu ir com as calças jeans e blusa branca, pegando apenas uma jaqueta antes de sair.
Havia Starbucks em todos os lugares e, por localização, Haziel escolhera o segundo mais próximo de sua residencia, apenas algumas esquinas de distância, além de que aquele em particular era o mais movimentado naquela hora do dia. Sabia que estava um pouco atrasada e provavelmente isso seria notado pelo irmão, mas no momento estava mais preocupada em encontrá-lo. Ao vê-lo, em uma das mesas afastadas, Haziel tentou passar pela multidão.— Desculpe-me pelo atraso— disse, sentando-se na cadeira em frente a dele, olhando para o rosto do receptáculo, mas que, no fundo, possuía o brilho dos olhos do irmão.— Então, o que gostaria de falar comigo?— sua pergunta fora um tanto obvia, todos os anjos estavam falando sobre o ocorrido e é claro que Miguel estava a frente da maioria, o que era algo que admirava no irmão, a sua eficiência.