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Mikey Mouse. Found on Gifer.com.
Sobre a montanha do conhecimento... 📚
2446- El cuerpo humano es el carruaje; el yo, el hombre que lo conduce; el pensamiento son las riendas, y los sentimientos los caballos.
(Platón)
Cronos corta las alas a cupido:
Este cuadro lo pinto Pierre Mignard en francia
Y esta es la historia espero que te guste tanto como a mi:
A Cronos (El dios griego y padre del tiempo en el Renacimiento) Mignard lo ha pintado musculoso, con barba y el reloj de arena a sus pies. Sostiene con fuerza a Cupido (El amor), cuyas flechas han caído al suelo lo que simboliza que ha sido vencido, y le recorta las alas para que no vuele demasiado alto.
Esta pintura así simboliza que el tiempo vence al amor.
Si analizamos esto detenidamente, nos daremos cuenta de que el tiempo no está venciendo al amor, si nos damos cuenta, Cronos sostiene al amor cómo a un niño malcriado que recibe un correctivo, las flechas no están tiradas o rotas... están guardadas en su carca y recargadas con cuidado.
Cronos le corta las alas a cupido para que ponga los pies en la tierra, que es una metáfora sobre usar la razón, lo que significa que no está venciendo al amor, simplemente lo vuelve un amor realista, un amor que tiene alas pero no pierde el suelo.
A mí parecer aquí lo correcto sería decir el tiempo transforma el amor y lo vuelve más centrado, más maduro.
Lo podemos ver en las parejas que ya después de muchos años juntas descubren lo que está después del estrés positivo y de la idealización del otro, que es la aceptación del otro tal y como es, un amor que no estiliza a la pareja para amarla sino que descubre las partes más oscuras de su pareja y aprende a amarlas también y por tanto ama con-razón (no por nada se llama corazón). 😉
A Morte & o Ceifeiro
(Gomez e Morticia)
Não possuo cabelos longos e negros, minha pele não é tão alva quanto a neve do puro inverno, meus lábios não são rubros como o sangue que meu coração bombeia ao te ver, mas você é como meu fundamento, afinal, o que seria da Morte sem o Ceifeiro?
Era uma vez uma dama de preto, criada em meio ao cotidiano alheio, sua presença sombria destacava-se mesmo entre aqueles de sua família, esta preferia a noite do que o dia, inverno e outono do que á primavera e verão, amava felinos, e via na penumbra conforto e satisfação, seus gostos "exóticos" eram questionáveis, mas inteligência e elegância constatáveis.
O fundamento da vida após morte lhe intrigava, mas para aqueles ao seu arredor assustava... A dama de preto não se encaixava em lugar nenhum, as más bocas que lhe julgavam e a comparavam com a própria morte, afinal, sua presença sombria, embora não ameaçadora, parecia ir contra o que eles chamavam de boa moral, ou o que consideravam boa sorte.
Não se tratava apenas de sua sombria figura, eles sempre lhe diziam coisas duras: "Você é tão sem vida", diziam as outras meninas. "Você vai findar sozinha", diziam-lhe os rapazes.
Em contra partida havia sua irmã, cujo o Sol nascia junto de seu sorriso, cabelos loiros e trançados, com margaridas e vários laços, tal contraste reforçava-se à obscura irmã, que mesmo quando sorria, mantinha sóbria compostura, por causa de seu nome o apelido mórbido bem lhe caiu, Morte... Morticia, ela apenas aceitou e sorriu.
Tal como a morte esta sentia-se solitária, não importava de quem se aproximava, era sempre evitada... A culpa pouco á pouco a apossava, "Não sou como as outras, nem como minha irmã, queria não assusta-los pela minha natureza, do que adianta ser a número 1? Se meu cotidiano é pura tristeza?"
Enquanto o tempo passava, um jovem herdeiro excêntrico, porém agora deprimido, do mundo se afastava, ele costumava não ligar para oque fossem pensar á seu respeito, ele pouco ligava se o olhavam torto ou espalhassem falácias, sua mãe então tentou anima-lo, como? Um casamento arranjado!
Antes da reclusão o jovem nutria uma paixão, poesias obscuras e filmes de terror, vez ou outra via uma dama de preto em sua escola pelo corredor, mas ainda era jovem, como ela lhe daria bola? Apesar de audaz e habilidoso, seus colegas o consideravam meio louco, tudo em que tocava, desfazia-se ou quebrava, flores com vida não duravam com sua vinda, se havia sol, na presença dele, sumia!
Seu apelido foi dado, Ceifador, embora não lhe incomodasse com o passar do tempo o rapaz se isolou, não pelas fofocas, mas a falta que sentia conforme a maturidade batia-lhe a porta.
A mãe do jovem então se prontificou, nem o filho ela avisou: "Esta é Ophelia, sua noiva" disse ela ao receber a visita da mãe das... Duas meninas!
Sim, Ophelia era aquela que carregava o Sol em seu sorriso, margaridas e laços na cabeça e vestido, com seus cabelos dourados trançados, otimismo até exacerbado! O rapaz deprimido á fitou, franzindo as sobrancelhas cansado suspirou, logo atrás vinha Morticia, calada porém educada, o jovem cumprimentou.
Não tardou, os olhos do tal Ceifador brilharam, como se encontrasse o fim de sua misteriosa dor, após tocar a mão daquela que costumava olhar pelos corredores de sua escola, sua depressão logo o deixou.
Reciprocidade á parte, ambos nunca mais foram os mesmos.
A Morte encontra seu doce leito nos braços do Ceifador, e nela ele não tem o que ceifar, ele lhe ensina que ser ela mesma é uma dádiva mesmo após vida, ele sabe que com ela pode ser ele mesmo, afinal, o que seria do Ceifador sem a Morte? É óbvio que isso o anularia, mas não é apenas um vestido preto e lábios rubros, é um ciclo infinito de amor bruto. Ele não precisa mais ficar exausto em busca do que lhe é pleno, ela não precisa mais esconder o que há dentro, ele descansa nela e ela se aceita nele.
Gomez e Morticia.
Estoy hasta la verga de la vida.
(chica-con-alma)
Entraste tan lento en la habitación que no noté tu presencia, durante mucho tiempo y con mucha paciencia sembraste pequeñas semillas que llenaron mi corazón.
Observaste detenidamente hasta que aquellas pequeñas semillas se convirtieron en brillantes rosas que no podían ser ignoradas.
Mis ojos quedaron absortos en tan intensos colores y mi nariz se volvió adicta al dulce olor de tu amor.
Despertaste entonces mi corazón.