Apresento a vocês: Kaminari cria
seen from Philippines
seen from Belarus
seen from Singapore

seen from Belgium

seen from Singapore
seen from China
seen from United States
seen from United States
seen from China

seen from Singapore

seen from Germany
seen from Malaysia

seen from Finland
seen from United States

seen from United Kingdom
seen from United Kingdom

seen from Germany
seen from China
seen from United States
seen from United States
Apresento a vocês: Kaminari cria
A verdade por trás do Massacre no Texas ou como são criados assassinos mentalmente programados e remotamente controlados
Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga
Como se já se tornou rotina, na última terça-feira, 19 de maio de 2022, dois dias antes do início das férias de verão, um jovem atirador, desta vez um adolescente de apenas 18 anos, invadiu a Robb Elementary School, uma escola do ensino fundamental na pequena cidade rural de Uvalde, no sudoeste do Texas, a cerca de uma hora de distância da fronteira com o México, e matou 19 crianças e dois professores.
O massacre, o mais mortal desde que 14 adolescentes e três adultos foram assassinados em uma escola de ensino médio em Parkland, Flórida, em 2018, e o pior em uma escola primária desde o tiroteio em Sandy Hook, Connecticut, em 2012, que matou 20 crianças e seis funcionários, voltou a arrastar os Estados Unidos para o pesadelo recorrente de ataques armados em ambientes escolares e, como também não poderia deixar de ser, instou o apelo do presidente Joe Biden para que o país "enfrente o lobby das armas": "Estou irritado e cansado. Temos que deixar claro a todos os funcionários eleitos deste país: é hora de agir", afirmou o presidente de 79 anos, que foi informado sobre a tragédia a bordo do Air Force One, ao retornar de uma viagem diplomática pela Ásia.
O papa Francisco declarou na Audiência Geral de quarta-feira que estava com o "coração partido" e que é hora de dizer "basta" ao tráfico sem controle de armas... E até o presidente ucraniano, o ex-ator e comediante Volodymyr Zelensky, declarou que "é terrível que tenhamos vítimas de atiradores em tempos de paz" (sic!)
Se Biden e Francisco tiveram o descaramento e o cinismo de usar mais essa desgraça para ludibriar a população e convencê-la de que tais massacres são devidos à falta de controle de armas e não à falta delas nas mãos daqueles que poderiam tê-las impedido a tempo, se armados estivessem, em sua campanha de apressar a aprovação dessa que é uma das principais prerrogativas da agenda da Nova Ordem Mundial, ou seja, a de deixar a população completamente vulnerável, rendida, indefesa e à mercê do Estado, dos governos e da bandidagem em geral, "Zé Lensky", por sua vez, que é outro marionete e servidor fiel da NOM, não teve o desplante de ir tão longe, ele que mais do que ninguém vem se valendo das armas para promover e prolongar ao máximo a guerra combinada com Putin e assim prosseguir com a devastação econômica e o morticínio populacional global iniciado com a falsa pandemia de Covid-19.
O massacre no Texas, assim como muitos dos anteriores, parece que foi armado para impactar a opinião pública e levá-la a engrossar o coro dos apelos a mais restrições, pois apesar dos ataques a tiros em massa recorrentes e de uma onda nacional de violência armada - os Estados Unidos registraram 19.350 homicídios com armas de fogo 2020, quase 35% a mais do que em 2019 -, múltiplas iniciativas para reformar as regulações sobre armas fracassaram no Congresso dos Estados Unidos, graças, em grande parte, à resistência dos grupos cristãos e conservadores.
Cabe lembrar que surtos de matanças coletivas perpetradas por atiradores em escolas públicas ou locais de grandes aglomerações por jovens perturbados, em sua maioria, antes restritos aos Estados Unidos, são agora fatos corriqueiros até mesmo no Brasil – vide os massacres de Realengo e de Suzano -, país que apesar de recordista em índices de violência de todos os tipos, não parecia propiciar tais modalidades.
Daqui a alguns dias a imprensa não falará mais nada do massacre, até pelo desinteresse do próprio público, sedento por novidades, e quase todos, excetuando os familiares e amigos das vítimas, já o terão esquecido. E como sempre as autoridades não serão pressionadas a revelar os detalhes da investigação, que permanecerão encobertos.
Repare que em todos os casos do gênero, e este não foge à regra e obedece ao mesmo padrão, as autoridades dão informações inconstantes e muitas vezes contraditórias sobre a identidade do atirador, seu perfil, suas motivações e ações, e o que é mais desconcertante, deixam de responder por que os policiais demoraram tanto a agir ou não agiram a tempo e com a contundência necessária para ao menos minimizar os estragos.
A investigação do massacre ainda está em andamento quando este escrevo este artigo, mas já se sabe que quase duas longas horas se passaram entre quando as autoridades dizem que Salvador Ramos atirou em sua avó e quando o tráfego de rádio da polícia indicou que o atirador de 18 anos estava morto e o cerco havia terminado. Como e por que o atirador conseguiu permanecer dentro da escola por mais de uma hora antes de ser morto pela polícia? Vestido com um colete à prova de balas e armado com uma pistola e um rifle, o jovem de 18 anos se barricou dentro de salas de aula adjacentes, onde atirou e matou crianças e seus professores que tentavam protegê-los.
O comportamento do atirador nas semanas que antecederam o tiroteio e quando o iniciou, causa espécie. O atirador comprou seus rifles, um dos quais foi usado no ataque, com um cartão de débito. Três dias antes do tiroteio, uma foto de dois fuzis semiautomáticos estilo AR-15 e um carregador de pistolas, apareceu em sua conta no Instagram, agora removida. Minutos antes do ataque, Ramos enviou uma série de mensagens de texto para uma menina de 15 anos, que mora em Frankfurt, na Alemanha, com quem começou a conversar em 9 de maio por meio de um aplicativo de mídia social, descrevendo como ele havia acabado de atirar em sua avó e iria "atirar em uma escola primária".
Em sua conta no Instagram, Ramos, um cidadão americano de origem hispânica, aparecia com cabelo nos ombros e olhos fechados. Vítima de bullying no colégio por gaguejar e ter a língua presa, tinha antecedentes problemáticos, similares aos de outros autores de massacres escolares: conflitos familiares em casa e histórico de automutilações.
Mentes patológicas afetadas por uma sociedade cada vez mais indiferente, cínica, cruel, injusta e desumana e profundamente ressentidas por maus tratos decorrentes de bullyings, exclusões, humilhações e incompreensões, explicariam por si mesmas a irrupção de atos tão extremos e irracionais? Ou haveria por trás algum tipo de estímulo planejado e subliminar para que as massas não só venham a aceitar a imposição por parte do Estado de controles sociais cada vez mais abrangentes, como a restrição ao porte de armas e o incremento das medidas de vigilância, mas até a exigir a abolição das poucas liberdades que ainda nos restam?
Estaríamos sendo controlados por tecnologias que alteram nossas ondas cerebrais e regulam o nosso estado de consciência por meio de ondas eletromagnéticas perturbadoras? Você irá saber tudo sobre o controle mental que há muito vem sendo exercido pelas sociedades secretas e autoridades governamentais para o cumprimento de sua sinistra agenda, neste vídeo que produzi e que você pode assistir no meu canal no YouTube, e que foi baseado no extenso estudo que realizei intitulado A ilusão da verdade: Nossa realidade distorcida – O controle mental total do Instituto Tavistock e dos Projetos MKULTRA e Monarca, que faz parte da série O Culto da Verdade, a qual concebi para revelar como o mundo de fato funciona e não do jeito que as pessoas pensam que funcionam, bem como todo o aparato e o conhecimento oculto que vêm sendo mantido em segredo pelas sociedades secretas e religiões há milênios.
ELETROCHOQUE
Nos corredores úmidos e sombrios dos antigos sanatórios, o eletrochoque erguia-se como símbolo de uma psiquiatria marcada pela dor e pela incompreensão. As paredes frias ecoavam gritos que jamais seriam registrados em prontuários, mas que permaneciam impregnados no cimento como lamentos de uma era em que a ciência se confundia com tormento.
O procedimento, introduzido no início do século XX, era visto como uma promessa de controle sobre o caos mental. As convulsões provocadas pela descarga elétrica eram interpretadas como limpeza, como um exorcismo mecânico das trevas da mente. Mas por trás da retórica médica, o que restava era um espetáculo de corpos convulsionando em silêncio forçado, cercados por olhares indiferentes de profissionais acostumados ao sofrimento alheio.
Historicamente, a técnica surgiu como alternativa a métodos ainda mais brutais, como lobotomias e contenções físicas intermináveis. Contudo, longe de trazer alívio imediato, o eletrochoque tornou-se sinônimo de punição para os insubmissos, um instrumento de disciplina travestido de tratamento. Os pacientes, já fragilizados, eram reduzidos a corpos inertes após cada sessão, suas lembranças fragmentadas pela amnésia induzida.
A descrição das sessões não pode ser suavizada: corpos amarrados em macas, bocas entreabertas por dispositivos metálicos, correntes atravessando a carne até alcançar a essência da mente. O choque vinha súbito, brutal, transformando músculos em cordas tensionadas, olhos revirados em direção ao vazio, e o cheiro metálico de queimado no ar. Era um rito de dor, conduzido com a frieza de uma execução.
No aspecto neuropsiquiátrico, a convulsão provocada artificialmente era justificada como reinício do sistema nervoso central. O cérebro, visto como máquina defeituosa, deveria ser “resetado” pela violência elétrica. A ciência, ainda envolta em sombras, acreditava que apagar lembranças e alterar circuitos sinápticos poderia curar delírios, depressões e desespero. Mas a fronteira entre cura e tortura nunca foi claramente definida.
Muitos médicos, dominados pelo pragmatismo da época, viam no eletrochoque uma solução rápida para acalmar pacientes considerados perigosos. A sociedade, temerosa dos transtornos mentais, aceitava o método como ato de contenção, não de compaixão. Assim, os sanatórios tornaram-se templos de dor institucionalizada, onde a esperança se diluía na repetição mecânica das sessões elétricas.
Os motivos de sua realização variavam: desde crises psicóticas até a mais tênue manifestação de melancolia. Mulheres deprimidas, homens alcoólatras, jovens rebeldes e idosos dementes eram submetidos ao mesmo destino. A uniformidade da dor revelava a ausência de critérios éticos, e a psiquiatria da época mascarava sua impotência com a brutalidade do choque.
Os resultados eram ambíguos e sombrios. Em alguns, o silêncio imposto pela amnésia era interpretado como cura; em outros, a devastação cognitiva era irreversível, reduzindo o paciente a um espectro do que havia sido. A promessa de reorganização mental frequentemente resultava em corpos dóceis, mas almas destruídas, incapazes de recordar suas próprias histórias.
O eletrochoque, portanto, foi mais do que técnica médica: foi ritual fúnebre, em que a eletricidade se tornou metáfora da morte simbólica. Cada descarga era uma sentença, apagando não apenas sintomas, mas identidades. O sanatório transformava-se em necrotério de memórias, onde a chama vital da consciência era sacrificada em nome de uma ciência ainda em gestação.
Hoje, ao olhar para trás, o eletrochoque dos sanatórios antigos permanece como cicatriz na história da medicina. Representa o limite entre a busca pela cura e a perpetuação da crueldade. Ecoa como lamento daqueles que se contorceram em silêncio sob correntes invisíveis de desespero e eletricidade, lembrando-nos de que a psiquiatria, nascida entre trevas, só encontrou luz após atravessar a escuridão do sofrimento humano.
Site do programa Radis . ENSP . Fiocruz
Site do programa Radis . ENSP . Fiocruz
Nota técnica orienta compra de aparelhos no SUS, além de pregar abstinência para usuários de drogas e leitos psiquiátricos infantis
Eletrochoque no SUS, retrocesso ou avanço?
Eletrochoque no SUS, retrocesso ou avanço?
Não importa o que o novo governo faça, a mídia está empenhada em distorcer os fatos e informar ao público apenas o lado ruim das questões. Isso confunde os leigos e traz impasses desnecessários. A bola da vez é o “eletrochoque” que, para começar, não é mais chamado assim há muito tempo. Atualmente este procedimento é chamado de “eletroconvulsoterapia” e, se bem aplicado, pode salvar vidas. Porém…
View On WordPress
O que há por trás do estigma do tratamento com eletrochoque, eficaz contra depressão grave
O que há por trás do estigma do tratamento com eletrochoque, eficaz contra depressão grave
[ad_1]
Direito de imagem Getty Images
Image caption Estigma que cerca os tratamentos de choque desencoraja aplicação do procedimento
Há 80 anos, médicosda Universidade La Sapienza, em Roma, na Itália, aplicaram uma corrente elétrica de 100 volts no cérebro de um homem de 39 anos. Ele tinha sido encontrado pela guarda municipal…
View On WordPress
Nise - O Coração da Loucura
Nise – O Coração da Loucura
Tela de Emygdio de Barros. Do acervo do Museu do Inconsciente, no Rio, que apresenta obras de pacientes psiquiátricos de Nise da Silveira – Las Españas – Una Corona – Varios Reinos
Se existe um nome fundamental na história da psiquiatria brasileira é Nise da Silveira. “Nise – O Coração da Loucura” transporta para as telas a história da alagoana que foi aluna de Carl Jung e usou a arte para…
View On WordPress