Garlic ~

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Garlic ~
A carne era doce e ópio Comunhão aos filhos dos filhos Como um ideal matéria de anel Um peso morte sabor metal reluzente na luz da manhã O corpo era claro pelos mil anos Mergulhados em revesamento cloro e cândida Para ser modificado em olhos e veias anis A cabeleira era o procedimento estético, chamado aplique Se a vida pagã deveria ser evitada, Porque o próprio neo corpo santo o adorava? O paganismo era o embrião do horizonte de afagos E a sua detentora atual, o digeria como seu filho-ofício Espinoza e feitio de mouros O mal pelo mal e a verdade atrás do lirismo A quem pertencerá a alcunha síntese de gênese? Libertinagem característica de rubros dançando no mesmo copo com a chaga de pombas brancas... Cruzes, por que temes o mal uso das cruzes? O que seria filho e fé, era comércio e cosméticos A culpa de cruzadas recaí sob vosso travesseiro pena de ganso? Cruza-te a cruz e a rosa, veja como ressoa o assobio de público Estética stereo; O som abafado Entre mãos culpadas Fala diagnosticada canibalismo A vossa carne especiaria Não era trova de paraíso Contudo, figurávamos entre os carrascos Seriamos então filhos dos carrascos que nos puniam A promessa era tragável ao paladar A proteção era bélica Versos ao abate, verborragias ao ataque Esoterismo eclesiástico dizia-te até o próximo sábado, meu amado...
Mammon Papaya, Pierrot Ruivo
Minha expectativa fora epicentro Dos mimos da caridades descanso de mesa Envelopados em caixas de pandoras Não era fruta, mas sim fetiche de farmácia Teu toque lobotiza-me Teus óculos rejuvenescem paixões Camelo contrariado carregando amor Cuspindo desperdícios líricos, enfrentando a fome de deserto Fuma, fuma, o resto de minhas rebarbas Declarando-me sir da amargura Que gruda no céu da tua boca Ao lado de outro chiclete mofado, sabor rosas de primeira dentição... Tivera que vestir tapetes persas Às presas, para afagos de visitas Contra a taquicardia, não tivera ferida Que abastecesse o querer de frenesi Desculpe-me a desordem desta bússola Não rimamos, caro irmão Volte três dias após a tempestade E garanto-lhe que voltarei com o norte, diz o edital Adormeço na fábula de ouro Colares, colheres, presilhas e coques Cantavam com catados de cacos de vidro Dizendo sempre fora melhor a coloração de veraneio Tosse, torcicolo, tornado Acompanhar de perto o byte Virar parto fórceps no almoço de cidadania Quem estufa-se, faz-se estômago propicio do mata borrão... Nos dentes do amor, fora especiaria Vomitada e do almoço de ontem Devo repetir, vós foste aperitivo Em alturas de mortes ornamentais de deuses no piquenique...
Caravela Nadava Nos Mares De Papel Alumínio, Pierrot Ruivo
Cúrcuma: Especiaria Milenar, Seus Benefícios à Saúde e as Polêmicas dos Suplementos
A cúrcuma, também conhecida como hemaragini em sânscrito e apelidada de 'ouro indiano', é valorizada por sua inconfundível cor dourada. Esta tonalidade, que varia entre o amarelo e o alaranjado, provém da curcumina, um polifenol que confere à raiz seus reconhecidos poderes nutricionais. A curcumina, juntamente com sua matriz, tem sido o foco de intensas pesquisas e se tornou um componente…
Cominho: especiaria tradicional chama atenção pelos benefícios ao organismo
O uso de especiarias na gastronomia é essencial para adicionar aroma e sabor aos alimentos. Além de opções populares como o açafrão e a pimenta-do-reino, o cominho, tradicional na culinária mediterrânea, também chama atenção pelos possíveis benefícios ao organismo. Usado tanto em preparos salgados quanto em infusões, o tempero concentra compostos antioxidantes, minerais e substâncias associadas…
Cantor precisou desembolsar mil dólares para experimentar a especiaria
Publicado originalmente no site De Olho Nos Ruralistas POR CAIO DE FREITAS PAES Instituto criado pelo chef paulista transforma a especiaria em marcas exclusivas e obtém financiamento de R$ 424 mil para pesquisa; kalungas recebem menos de 10% do valor e afirmam que são excluídos das decisões sobre o produto No Território do Sítio Histórico …