—★: imagina uma AU com esses atores nesses universos? Um trio de assassinos gostosos atrás de mim querendo botar minhas entranhas pra fora AAAAAAA 🫦 era meu sonho (só na ficção mesmo pls
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Olá a todos! Vocês gostam de escrever fanfics? Sabiam que tem uma comunidade aqui no Tumblr? Se ainda não viu, é só clicar no link e participar!
Criei esse espaço para ficarmos mais próximos, trocar ideias, inspirações e divulgar nossas histórias. Estou criando também alguns desafios de escrita para aqueles que estão desmotivados em escrever e querem sair do lugar.
Ao entrar, leiam atentamente o post fixado e as regras, por gentileza. É isso, sejam todos bem-vindos!
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MASTERLIST
AO3 PAGE (ENGLISH FICS)
Traumnovelle (Dream Novel) | Winrina
jimin follows a night-long odyssey through a sexual underworld after her wife, minjeong, confesses a sexual fantasy she had with a stranger, shattering their seemingly perfect marriage and triggering jimin's own repressed desires and insecurities.
Fandom: Aespa
Explicit (18+)
Married Couple
POV First Person
Shortfic
WATTPAD PAGE (PT-BR FICS)
Crazy Taxi | Ningselle
em são francisco, a corredora de rua giselle é forçada a trocar o asfalto pelo táxi da família após um acidente, apenas para se ver atraída de volta ao cenário por causa de sua paixonite por yizhuo, a garota misteriosa ligada ao seu mais implacável rival.
Fandom: Aespa
Not explicit, but it has fool language and sexual jokes
racer Giselle
Shortfic
Dr. Love! | Purinz
sem papas na língua e obcecada pelo seu trabalho, a jornalista yunjin é colocada no papel de colunista para conselhos amorosos, apenas para descobrir que está desvendando os corações dos leitores e o próprio, através de uma tensão com sua superior, a editora-chefe chaewon.
Fandom: Le sserafim
Explicit (+18)
Romcom vibes
Nerdy and inexperienced Yunjin
Romantic Chaewon
Longfic
Glamorous | Annyeongz
a rebelde súcubo vicky (wonyoung) foge para a terra, onde se envolve com a diretora criativa e sexualmente frustrada yujin, alimentando-se de seus desejos sexuais não realizados
Fandom: IVE
Explicit (+18)
Dark romcom
Incel Yujin (not in a redpill way)
Succubus Wonyoung
...And she's also a supermodel btw
Traumnovelle (Dream Novel) | Winrina
jimin embarca em uma odisseia noturna por um submundo sexual depois que sua esposa, minjeong, confessa uma fantasia sexual que teve com um estranho, despedaçando o casamento aparentemente perfeito das duas e despertando seus desejos e inseguranças reprimidas.
Fandom: Aespa
Explicit (18+)
Married Couple
POV First Person
Shortfic
Bem-vindos ao meu Blog
Esse é um blog de Fanfics e Imagines sobre Alex Turner, esse rapaz belo, requintado, e muito, muito gostoso!
Aceito pedidos, então fiquem à vontade para me enviar suas ideias que eu vou colocar dentro da escrita.
MasterList
• THE UNEXPECTED
• ALEX AND THE WITCH Y/N
• O IMPREVISTO
A dica de hoje é para você, que adora criar personagens originais, mas tem dificuldade em dar uma boa e marcante personalidade para eles.
No Fiction Writers Mentor, há uma lista de mais de 400 traços de personalidades, além de dicas de como escolher as melhores características para cada personagem da sua fanfic.
Gostou da dica? Então comenta aqui embaixo o @ daquelx autorx que precisa de help e compartilha esse post para que possa chegar a mais pessoas 📝
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Peters x Male Reader
— P R O T U B E R Â N C I A —
.•✦ Resumo: 3 histórias antológicas, 3 homens-aranha e 3 paus muito grandes. ⋆͙̈
▶●─────────── A vastidão do multiverso é infinita demais para que não existam terras onde versões suas sofram felizes lidando com a boa genética dos diversos Parkers espalhados por aí. Há micro e colossais diferenças entre cada linha temporal, e, nesses três fiapos abaixo, seus Peters são enormes entre as coxas, grossos e impossivelmente encaixáveis.
Mas, tanto eles quanto você estão dispostos a fazer caber.
PETER 1
1° pessoa - presente | Palavras: 1.5k
Arrasto meus lábios para fora da circunferência salgada, com as bochechas cheias. Engulo superficialmente o excesso, fazendo questão de manter a língua branca. Olhando para cima, me deparo com Peter atordoando os gemidos, usando uma das mãos para cobrir a boca. Ele tem a cabeça jogada para trás, manifestando o gogó.
Droga… queria ouvi-lo choramingar!
Só não o faço gritar porque uma terceira presença conduz a limusine que nos leva a… a… um avião? Jato? O destino é Berlim, então certamente iremos voar.
Estamos contando que Happy não abra a janelinha divisória e nos flagre. Felizmente, o homem se cansa só de imaginar Peter abrindo a matraca e não fechando mais, então evita qualquer direcionamento a ele. É fácil supor que temos privacidade para um boquetinho.
Mas eu quero mais.
Posso ver, através da camiseta, o contorno perfeito do peitoral farto de Peter, subindo e descendo desordenadamente. Sem desviar o olhar, volto com a boca para o centro de suas pernas, afundando minha cabeça entre suas coxas para lamber as bolas suadas, que convulsionam sob o carinho molhado, reféns da minha língua. Os efeitos do orgasmo ainda assolam Peter. Ele estremece e libera breves linhas cremosas da cabecinha inchada, que escorrem por todo o comprimento grosso, desviando das veias proeminentes e pousando no meu rosto, lambuzando minhas bochechas.
Vendo a baderna que causei, subo com a língua para limpar, consumindo o esperma e encharcando com mais saliva, trocando qualquer resquício de Peter por pedaços meus. Finalmente na glande, abraço a base com meus dedos e beijo a ponta rosinha, lambendo e sugando uma última vez.
Peter alucina, empurrando os quadris para cima, querendo atolar dentro da minha garganta. Mas eu não deixo.
Arreto minha coluna, sorrindo para a expressão pidona do garoto ofegante à minha frente. Um fio de porra diluída em saliva ainda conecta meus lábios inchados à cabeça babada, e eu quase me rendo ao implorar mudo de Peter. — Delícia. – soei rouco; afinal, o arrombado fodeu minha garganta.
— Então chupa mais, ué – balbucia, quase indignado, e se estica para frente, esfregando o pau teso no meu rosto.
Esse caralho não amolece?
Sabendo que o tempo é incerto, retiro somente minha calça e abro os botões da camisa. A cueca, afasto para o lado. Rindo baixinho, sento no colo de Peter, e, no mesmo instante, ele se retrai todo contra o couro do banco. — O que você… – o interrompi, unindo nossas bocas.
Deslizo minha língua gozada por sua cavidade, percebendo, mesmo sem ver, quando o Parker comprime os olhos arregalados, se vedando junto a mim. Levo as mãos ao seu rosto, aprofundando o beijo, e ele agarra minha cintura, apertando com força, deixando marcas.
Compartilho o gozo que mantive na língua, fazendo Peter sentir o gosto da própria essência. Ele murmura abafado na passagem, quase me partindo em dois quando intensifica a pressão das mãos. Levanto meus quadris sem desatar o nó das bocas, morosamente pegando na ereção quente abaixo de mim e a guiando até meu buraco dedilhado.
Apesar dos minutos me alargando enquanto mamava Peter, o pau do desgraçado é tão… colossal… que tortura as almas das minhas falecidas pregas; me faz de virgem toda vez!
E eu adoro.
Amo como até a cabecinha empaca no início, e é preciso fazer força para entrar. Arde tanto.
Mas Peter resiste. — A-amor, não! – entretanto, apenas em lamúrias, porque não me afasta, sequer afrouxa o toque. — É muito arriscado! Você sabe que eu odeio ser pego no pulo, tenho trauma! – cochicha, fixando o olhar na divisória selada da limusine. — Eu juro que abro essa porta e me jogo na estrada se o rabugento lá na frente decidir ser simpático e dar oizinho pra gente! Eu nem tô brincando, cê sabe que eu não brinco! Juro que nunca falei tão sério em toda a minha vida, eu…
— Shh! – prenso suas bochechas, roubando o foco dele para mim, e, porra… aqueles olhos marejados e boquinha entreaberta me arregaçam tanto quanto o cacete palpitando na minha entrada. — Primeiro que o Happy nunca faria jus ao apelido. – conforme falo, vou descendo os quadris, engolindo mais do comprimento, cuja ponta molhada já se sente em casa. — E isso não é mais e nem menos arriscado que eu ajoelhado entre suas pernas, te chupando. É só… se-sermos rápidos! – estou tão necessitado de alívio. Me segurar é doloroso. E Peter, apesar de já ter experimentado o orgasmo, se encontra na mesma. Esse puto está sempre batendo no teto, mesmo que dele pingue porra e a carne flameje. — Seja um bom garoto, Petezinho. Você já encheu um buraco, agora tem que encher o outro, poxa…
A cada segundo decorrido encarando a testa franzida de Peter, suas sobrancelhas unidas, o suor descendo e o lábio inferior mordido, cresce ainda mais a convicção de que, sim, irei gozar intocado.
Ele demonstra descontrole, gemendo contido, ondulando os quadris para cima de forma dura e desajeitada, impondo limites onde sabe que costuma se perder. Tadinho…
Será que eu...
Amoleço os músculos, deixando a gravidade me puxar para baixo. O deslizamento é natural, e, logo, estou adorando o pau de Peter por completo.
— Caralho! – ele rosna, levando a mão fechada à boca e mordendo o punho, jogando a cabeça para trás. É divertido ouvi-lo xingar. — Tá tud… tudo bem a-aí? – pergunta entrecortado ao abaixar o olhar e se deparar com o volume na minha barriga. Ele toca, encantado e um tanto assustado com a protuberância que projeta em mim; nunca acostumado, mas, também, sem deixar de flexionar para cima, embainhando-se até grudar a pélvis.
Não respondo, pois não consigo. Estou anormalmente esticado em volta da grossura, é desconfortável demais. Tão bom! Minha voz atola na garganta, e a única coisa que sai são gemidos chorosos. Tão gostoso! Estou pulsando pra caralho, sinto que vou rasgar. Meu abdômen não para de contrair. Tão prazeroso!
Agarro os cabelos de Peter com uma mão e, com a outra, cubro sua boca. Ele geme contra meus dedos, esparrama as pernas para os lados, desliza os pés nervosamente no carpete e apalpa freneticamente o contorno do próprio pau sob minha pele, eufórico com a explosão de boas sensações.
Eu - arregaçado naquele pau, deitado preguiçosamente sobre o corpo enérgico de Peter, roçando meus lábios na pele suada de seu pescoço, fungando seu cheiro - concentro minhas vontades na ala inferior e ergo meus quadris, marejando conforme deslizo para cima na circunferência grossa.
Vendo Peter reagir com aumento no volume, intensifico meu aperto em sua boca.
Pairando na ponta, desço potente, esmagando as bolas inchadas abaixo de mim.
Peter praticamente grita, se libertando da minha contenção. — Droga! Não consigo… – ele me abraça com força, pressionando nossos peitorais juntos, e aninha a cabeça na curvatura do meu pescoço, choramingando lá. — Amor, por favor! Eu não vou aguentar, eu não… Amor!
Ele arranha minhas costas, jogando os quadris para cima, chocando sua pele palpitante contra minha bunda ávida enquanto desenha vergões.
A pele da minha barriga se estica a cada sentada, tornando aparente o contorno do pau dentro de mim. — Eu vou… – tento avisar, mas falho. Contraio intensamente quando gozo, me contorcendo. Não sou tão escandaloso quanto o Parker; meu gemido ressoa quase imperceptível. Reviro os olhos e tremo sob a pressão das mãos de Peter na cabecinha sensível do meu pau, impedindo que minha porra lambuze nossas roupas.
— Eu também! Vou te encher muito, meu lindo. – ele continua metendo, abraçando meu corpo molenga. Ofegante contra o ombro dele, molho a manga de sua camiseta com a baba que escorre da minha boca, meu corpo balançando com a movimentação. — Tá chegando… Porra! – Peter geme grosso, de boca fechada e dentes em atrito. Ele mantém o pau fundo dentro de mim; suas bolas contraem, impulsionando cargas de porra para o meu estômago. O abraço fragiliza, e os músculos tensos travam uma última vez antes de relaxar.
Vivencio cada latejar do cacete nas minhas entranhas, antecipando cordas extensas de esperma quente. Me sinto mais cheio conforme Peter goza dentro, deixando meu interior pesado.
Ele mantém o abraço, e agora, um tanto equilibrado, levanto minha cabeça, encarando-o de cima. Encontro um sorriso bobo esticando os lábios de Peter em meio a uma expressão aliviada. Rio fraquinho, beijando aquele sorriso.
Contra minha boca, soa a voz rouca do Parker. — Foi muito gostoso. Você é muito gostoso. Fazer sexo com você é muito gostoso. Sua bunda é muito gostosa. – ele morde meu lábio inferior, impedindo meu afastamento quando, corado, tento encerrar o selar.
— Deixa disso! – choramingo, soando pouco entendível. Esfrego minha bunda em sua virilha, fazendo-o suspirar e libertar meu beiço inchado. — Idiota. – escondo meu rosto em seu peitoral, tímido quando o tesão passa, ao contrário de Peter, que se intimida no fervor.
Ele tenta puxar o pau para fora do meu buraco, mas eu o impeço com um aperto no pulso.
— Enlouqueceu? Você gozou pra caralho. – é óbvio para mim, mas Peter me encara como se perguntasse "e daí?". — Se você tirar, meu cu vai virar uma torneira de porra. Sacou? – explico, olhando para o lado, vendo minha mochila no espaço vazio do banco. — Tem lenços ali. Fica quietinho e tenta não… amolecer.
Entretanto, antes de alcançar os bolsos, as janelas se abrem e o vento entra, trocando o ar abafado pelo fresco. — Foi você? – volto a encarar Peter, nós dois de sobrancelhas erguidas.
— Não. Pensei que tivesse sido você, que tá mais perto da janela.
— Mas as duas abriram!
— Então só pode ser o… Merda!
PETER 2
2° pessoa - presente | Palavras: 600
A mão pesada amassa a carne macia da sua bunda, dando origem a marcas no molde dos dedos. Você solavanca devido ao choque, conectando essa agitação ao contorcer irritadiço entre as cobertas, oriundo do calor incômodo que se alastra de dentro para fora e não cessa.
Você fixa os punhos fechados no peitoral suado de Peter ao que ele empurra os quadris para frente, forçando a cabeça grossa para dentro do seu anelzinho apertado. O estouro traz tremor. Suas pernas fraquejam, quase batendo os joelhos, mas Peter, já na entrada, exige espaço, afastando suas coxas e as mantendo arreganhadas, fazendo pressão em rumos paralelos.
Você se sente uma cadela no cio por ansiar, por querer mais daquela carne abrindo espaço dentro do seu corpo ávido. — Hmn — geme sôfrego, tendo de ser puxado para mais perto e esmagado pela corpulência de Peter para ficar quieto.
Ele desliza os centímetros restantes com tanta facilidade no caminho treinado, que, antes mesmo dos seus olhos se arregalarem, as bolas inchadas já sufocam sua abertura.
Parecia impossível algo tão grande caber em um espaço tão miudinho, mas aqui está você, esticado ao redor da circunferência rija que, atolada até o fundo, espanca seu limite.
Você geme forte, satisfação nítida na voz rouca.
Peter sorri de lábios colados, apaixonado pela sua versão derretida, sonso do tanto que atura na bunda. — Você gosta? — ele sussurra no seu ouvido. — Porra… meter em você é a minha coisa favorita no universo.
— Grande! Mui-muito gran… — você engole a última sílaba, engasgando na própria saliva e simplesmente desistindo de falar, impedido, como sempre nesses momentos, pelo pau cerrando suas entranhas.
Contra o abdômen, no exterior, Peter não sente apenas sua frontal e cacete negligenciado; ele também sente a pressão do próprio pau, que é grande a ponto de esticar a firmeza das suas paredes rugosas e projetar o contorno das investidas na sua barriga.
Você sente aquela piroca pulsar dentro do seu estômago, entrando e saindo numa velocidade inebriante, te reorganizando como bem quer.
O inchaço entre seus corpos enlouquece Peter; ele não consegue evitar se pressionar mais contra você, nem grudar seus lábios num beijo afoito enquanto roça no volume que ele mesmo implanta na sua barriga. A sensação deliciosa da língua molhada na sua boca faz você gemer, e o prazer do pau quente fervendo no seu interior atrai sua bunda rumo à pélvis que vem e vai.
Cada vez mais rápido, mais forte e com menos fôlego.
O pré-sêmen só não escorre da sua entrada porque está sendo estocado diretamente no seu estômago, como um aperitivo que atiça antes do prato principal.
Repetidamente, seu cuzinho é espancado com toda a força que o acúmulo de frustrações nutre, e a estrutura sensível balança por influência, pronta para extravasar.
No teor meloso das fanfics mais clichês, os abdomens contraem, gemidos falhos escapam, o suor rola e as bolas convulsionam no momento em que gozam ao mesmo tempo.
O pau grande de Peter jorra mares de porra grossa, alagando seu corredor trêmulo.
Apesar de atolado até o saco, é muito esperma, e um bocado acaba vazando por entre as bordas inchadas.
Estão crus.
O pau dele e o seu buraco, vermelhos feito sangue.
O dele, áspero, e o seu, macio.
Peter arrasta o pau vagarosamente para fora do seu calor, ainda grande e querendo mais, mas lhe dando a pausa que você aparenta precisar. Ele aproveita a vista, observando a protuberância na sua barriga se esvair aos poucos.
Entretanto, seguido do estalo molhado que acompanha a glande vermelha, o dedão dele ocupa o espaço, forçando a cachoeira de sêmen de volta ao âmago. — Você vai ficar com isso dentro de você quando for pro curso. – diz, temperando suas bochechas e lábios com bitocas.
PETER 3
3° pessoa - presente | Palavras: 1.1k
Deveria ter sido apenas um encontro romântico e um filminho até apagar, mas, quando Peter tem vontade, muito pouco é capaz de impedir que ele se sacie. Na volta do restaurante, a poucos metros da portaria do apê que dividiam, Peter pulsava de vontade.
Os dois rapazes se profanam entre prédios, apalpando o corpo um do outro no escurinho de um beco.
O distinto é que eles não estão com os pés no chão.
As solas de Peter, assim como os joelhos, estão coladas à parede do edifício, sendo esses os quatro principais pontos estáveis. A cinco andares da superfície, ele suga os lábios do namorado com gosto, aperta a cintura dele em um abraço inquebrável e certifica-se de esmagá-lo contra os tijolos, peito a peito aglutinados.
M/n tem as coxas esticadas ao encaixe de Peter, com os pés entrelaçados na lombar empinada do namorado-aranha e os braços cercando o pescoço tensionado. — Vamos logo pra dentro. — M/n tenta se pronunciar durante o beijo e quase chora de frustração ao insistir na fuga dos lábios pirralhos e falhar.
Quando não está de olhos fechados, M/n encara as íris castanhas do Parker e ignora as direções que apontam para o concreto falho do chão, evitando, assim, a vertigem.
Porém, sentindo a calça e a cueca serem arrastadas para fora do corpo e algo quente pressionar sua entrada exposta, M/n abaixa o olhar com os globos saltados, deparando-se com a cabecinha grossa do pau de Peter alargando seu anel tenso. — O que… – naturalmente, M/n levaria a mão ao quadril do outro para transitar a investida, mas, só de imaginar mover qualquer parte do corpo que não seja o pescoço, M/n fica tonto.
Peter, com a glande fincada na entradinha relutante, libera uma lufada de ar quente contra o pescoço de M/n. — Eu sei, eu sei! Mas… tá me incomodando tanto, mozi. Diz que posso meter? Por favor! – Peter não é composto apenas dos superpoderes que usa junto ao traje nas ruas; ele também é super no relacionamento com M/n, manha e persuasão sendo algumas de suas habilidades. — Você tá mais tesudo que o normal hoje. Tô me segurando desde que vi você arrumadinho pra gente sair.
O corpo de Peter esquenta tanto, e a rigidez que ele busca amenizar, mesmo que, até então, só no raso, deixa o interior de M/n em tamanho fervor que ele sequer sente a brisa gelada agredindo a pele nua. — Mas… a janela do nosso apartamento tá literalmente do nosso lado! É só abrir e entrar! – com um simples virar de cabeça, M/n vê a moldura retangular, o abajur que esqueceu ligado emitindo luz através do vidro.
Peter chia com os lábios cercando uma das bochechas de M/n. — Eu não consigo esperar mais, não dá! Preciso sentir você! – ele morde a carne corada, afundando os dentes com força no macio, parando apenas quando o namorado choraminga e estremece. — Vai… fala que aguenta tudinho… – sussurra, lambendo as marcas de dente que implantou na região sensível.
O ardor na bochecha abocanhada gera lágrimas no canto dos olhos e pré-porra na fenda do pau de M/n. — Mas é arriscado demais! Você é tão enérgico quando me fode, e se nós cairmos? – apesar de tanto latejar, M/n encontra-se empatado pelo lugar, posição e ausência do prévio.
— Já saí saltitando entre esses prédios com coisa mais pesada. Segurar você aqui é molezinha. – Peter sussurra lábio a lábio, atritando os rosais. — Relaxa.
— E se eu não aguentar? É tão…
— Grande? Grosso? Gigante? Qual dos três G's você vai usar? – ele sorri de ladinho com o revirar de olhos que recebe do namorado, que já tem as íris configuradas para alcançar a nuca sempre que Peter cita a própria magnitude no meio das pernas. — Você vai se arrepender se eu parar, não vai? – Parker eleva a intimidação no interior de M/n, empurrando centímetro por centímetro vagarosamente, esticando a borda quentinha aos poucos.
— Merda… – M/n sussurra para si mesmo, fitando os olhos famintos de Peter com as sobrancelhas caídas, praticamente implorando para ser consumido.
Cheios de tudo há quase duas semanas, os rapazes não tiveram tempo para explodir, e agora não dá mais para atrasar o fogo que penaliza o cordão.
— Você gosta de ter um namorado grandão, sabe que gosta! E gosta ainda mais quando faço do meu jeito, né? Adora quando queima… – Peter sussurra, rouco, na orelha daquele que mói às lágrimas. — Então só me deixa… – cala quando mete até as bolas.
M/n grita ao ser alongado até não poder mais, interrompendo a si mesmo em seguida, forçando a língua e os lábios para dentro da boca. — Nngh, porra! – geme baixinho, afundando o rosto no ombro do namorado, amassando as roupas dele com os punhos contraídos no pano.
Peter puxa o quadril para longe do aconchego, mantendo apenas a pontinha, e bate com tudo novamente. O ritmo perdura, forte e gradativamente mais rápido.
Machuca o modo como Peter prende o parceiro na parede e o abraça, cria marcas, mas não dói em M/n, porque no momento, tudo é maravilhoso demais.
A boca de Peter, entreaberta no vão do pescoço que ama fungar, libera gemidos ininterruptos, soltos no ritmo de cada estocada, vindo mais altos de acordo com o quão gostosa foi a botada, e o volume não para de aumentar. O interior apertadinho, contraindo grosseiramente a fim de expulsar o caralho maldoso, deixa Peter no limite; ele não vai durar muito.
M/n está agarrado às costas do namorado com braços e pernas, a ponto de babar e soluçar, não aguentando ter sua próstata judiada pela cabecinha atrevida do pau grosso de Peter.
As roupas impedem de ver, mas, abaixo delas, uma saliência distende os limites de M/n a cada investida, desaparecendo quando Peter retorna o caminho antes de atolar toda a carne latejante na caverna rugosa outra, outra e outra vez.
— Cacete! – mesmo no topo, o Parker se manifesta com a voz mansa e, dessa vez, mais chorosa que nunca. Contraindo toda a musculatura, de olhos marejados e estrutura trêmula, Peter goza dentro de M/n. — Foi mal… Não consegui segurar, tava tão gostoso! – balbucia, diminuindo a velocidade até parar, mas segue fundo no calor, jorrando linhas grossas de esperma.
O buraquinho de M/n está cheio de Peter, e é tanto que escorre, pingando da entrada inchada rumo ao chão do beco.
Mesmo atingindo o ápice muito antes do namorado, Peter tem porra demais acumulada nas bolas e pretende gastar até secar.
——— --- ·
Gostaro?
Se possível, falem aí pra mim qual tipo de narração vcs preferem (primeira, segunda ou terceira pessoa)
Eu PRECISO equilibrar a quantidade de palavras! 😭
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Pedro Pascal x Male Reader
—★"Encosto que arde"
—★.Resumo: ele te fodendo no sofá da sala.
—★.Gênero: NSFW
—★.Avisos/Tags: putaria sem enredo, daddy kink, sexo rude e desprotegido.
—★.Palavras: 1.1k | 2° pessoa - passado
Ao chão, gravata, camisa, paletó e cinto.
— É muito grande! – você simulava uma pureza não mais compatível com seu interior modelado, dramatizando como se nunca tivesse sentido o pau daquele homem te abrindo. — Não vai caber! – fazia beicinho enquanto tomava os quadris de Pedro, incerto entre atrasar e adiantar a invasão.
Ele manifestou um riso leve, espirituoso com o carinho no ego. A contenção das mãos na sua cintura se fortaleceu, segurando você no lugar, junto ao avanço que garantia o afastamento das suas pernas.
Pedro ocupava os três assentos do sofá, cobrindo seu corpo disposto. Ele mantinha um dos joelhos no tapete felpudo sobre o piso, para dar chance à intensidade que caçava.
Aquele membro longo estourava os dentes do zíper, e o dono da saliência a pressionava contra sua entradinha trêmula, deixando pairar a ameaça-promessa de que enfiaria a qualquer momento. — Acho que vai caber sim, meu bem… – ronronou, batendo a glande inchada na sua abertura até deixá-la babada de pré-porra. — Sua bunda tá acostumada com o cacete do papai.
No tempo de um estalo, ele enterrou não menos que tudo dentro do seu buraco apertado, a virilha e as bolas esmagando sua abundância. Pedro esfregou-se ali, assegurando que você sentisse cada centímetro latejar profundamente.
Grande demais para não fazer arder.
Todas as veias do corpo acima pulsavam. Era impossível não gemer sob o calor abrasante das entranhas o espremendo, tentando expulsá-lo.
O homem mais velho fechou os olhos por um instante, antes de abri-los para encarar os seus. — Porra… você é tão apertado! – grunhiu e rebolou o quadril aconchegado, te bagunçando por dentro com o pau rolando em seu interior; lento e tão, tão fundo. — Sabe… eu gosto de ter sido o seu primeiro. Eduquei bem o seu rabo com um pau de verdade, e você nunca encontrou outro igual. Só o meu te serve, não é?
Pedro juntou suas bocas, silenciando sua resposta antes que ela existisse - não passaria de murmúrios manhosos.
E, de lá, com o bigode roçando a pele fina, os lábios macios sendo rebeldes e a língua matadora, foi extraído frescor e contração direto do seu ventre; ele jantava sua submissão.
Na deixa, Pedro raspou os dentes, avermelhando seu lábio inferior, que se conectava ao dele por uma ponte fina de saliva. — É aqui que o papai pertence… – ele abaixou o olhar, dando uma ligeira observada na cena onde você o fazia desaparecer. Quando voltou a te encarar, exibia um sorriso de canto. — Bem aqui, enterrado no buraquinho perfeito do meu garoto. – a voz áspera antecedeu um impulso de revirar os olhos; Pedro não retirou um centímetro sequer, mas moveu-se como se metesse, jogando o quadril para frente, atingindo um lugar tão além que te fazia questionar a capacidade do próprio corpo.
As mãos pesadas não paravam quietas; mapeavam cada pedacinho seu. Pedro apertava sua cintura, bunda e coxas, pressionava sua barriga para ver o contorno da própria carne exploradora e detonava seus mamilos entre os dedos. Bruto e sem cuidado, para marcar.
Você arranhava as costas dele, sentindo os músculos pipocarem na ponta dos dedos. — Por favor… – suas mãos desceram ao quadril alheio, sem deixar de incluir as bandas contraídas num aperto - você não era bobo -, e aplicou força para afastar a virilha viciada. A imagem da grossura abandonando sua abertura era inebriante. O deslizamento puxava seu interior contraído. — Faz a-assim… – você o trouxe de volta e o afastou em seguida, tremendo só com o entra e sai da ponta.
Os arfares no pé da orelha, cada vez mais densos, cronometravam o aumento do calor que aquecia a pele; naquele bem passado, doía não estar trepando feito bicho no cio.
— Hum, o putinho quer foder de verdade? – Pedro agarrou seus pulsos, os prendendo ao lado da cabeça. — Pode deixar, então… – fazia a promessa suja e deslizava, deixando-o vazio. — Papai vai destroçar seu buraquinho, te deixar todo aberto. Vou meter com tanta força que você não vai conseguir levantar desse sofá… – a provocação se extendeu num chiado, seguida de pálpebras contraídas e gemido mudo quando o caralho teso alargou seu orifício dormente.
Era tamanha a irritação acumulada na cabecinha sensível que, quando Pedro jogou os quadris, tanto o sofá quanto você se deslocaram alguns centímetros na mesma direção.
Ele pairava sobre seus olhos marejados, ofegante, lá longe com seu volume grosso; era como se aquele homem perfurasse camadas em você.
Pedro socou novamente, no mesmo grau de 'sou viciado em sexo' que furtava seu vigor. — Vou encher esse cuzinho com tanta porra, garoto… – sempre que atolava até as bolas, ele freava e rebolava, esfregava em todas as direções no seu centro caloroso; Pedro dançava no seu interior, te fazia senti-lo e senti-lo pulsar.
Seus pulsos doíam sob o viço dos dedos, mas isso era uma questão para mais tarde - a pica enterrada na sua bunda te deixava ignorante. O sofá rangia, seu corpo balançava; a cabeça batia no braço do móvel, e você nem ligava. Com o zíper aberto, por onde a piroca passava, Pedro abria vergões nas suas coxas com os dentes metálicos, mas você ignorava.
Porque era bom demais ser fodido.
E quem te fodia planejava cada marquinha.
Pedro deitou-se completamente sobre você, unindo os peitorais, esfregando as peles suadas enquanto enfiava mais rápido a cada estocada, produzindo estalos com a umidade da pré-porra que se acumulava de dentro para fora. — Meu menino quer gozar, não é? – sussurrou, falho com a eminência do clímax. Ele abocanhou seu pescoço numa tentativa de expressar controle, mas sequer conseguiu afundar os dentes como antevira. — Deixa o papai molhadinho… – pediu no embolo da voz, roçando o abdômen contra seu pau duro, buscando o grude da sua essência ao te estimular duplamente.
Para Pedro, foi um alívio ver você se contorcer, jogar para trás e pulsar endoidecido até secar, pois ele já não aguentava mais segurar a tensão nas bolas.
Você fechou os punhos, contraiu tudo interna e externamente, gemeu manhoso e abraçou a cintura alheia com as pernas, prendendo-lhes na rigidez eloquente de toda feira. Seu pau latejou e expeliu sobre o você extasiado e o ele desesperado.
As mãos largaram seus pulsos e desceram, sem solidão, rumo à sua cintura. Pedro duplicou o vão de suas curvas com um aperto que te puxava para ele. — Porra… caralho! Eu vou… porra! – as bolas pesadas, atoladas na sua entrada, convulsionaram; as veias saltavam, e o suor molhava as raízes acima da linha do cabelo, descendo em fios brilhosos até pingar. — Vou gozar! – um gemido rouco nasceu, quase um rosnado, e perdurou, mesmo com os lábios trancados no seu gogó salgado.
O pau dele pulsava nas suas profundezas, expandindo suas paredes e aquecendo com cargas fortes - te encheu rápido; você mal calculou a avidez, e ela já não era mais só sua: transbordava e acumulava nas bordas.
Pedro se manteve ali, com a glande esmerilhando seu núcleo, te entupindo, depositando a porra grossa que prometera. Ele estufou o peito sobre arfares densos e gemidos baixos, esfregando preguiçoso para frente, confortável demais naquela bagunça escorregadia.
— Isso foi… do caralho – murmurou com selares, bitocando sua garganta e queixo, elevando os estalos até encontrar seus olhos. — Te amo.