imagina dar de ladinho pra um desses?
ele, com um braço rodeando sua cintura, coladinho às suas costas, cobrindo sua boca com a mão e metendo a rola devagarinho enquanto fala besteira no seu ouvido, roçando os lábios na sua orelha...
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imagina dar de ladinho pra um desses?
ele, com um braço rodeando sua cintura, coladinho às suas costas, cobrindo sua boca com a mão e metendo a rola devagarinho enquanto fala besteira no seu ouvido, roçando os lábios na sua orelha...
—❦ Minha Eterna Inimiga
Nami x Fem Reader
Sinopse: Vocês são de bandos diferentes o que já as torna inimigas por si só, mas também tem o fato da Nami, a Ladra Gatuna viver te roubando.
Anime: One Piece
778 palavras | Romance
Você fazia parte do bando das piratas Kuja e a Nami fazia parte dos Chapéus de Palha, óbvio que os dois bandos se davam bem afinal Luffy havia feito amizade com elas quando foi parar na ilha, mas por algum motivo vocês não se davam bem.
Sempre que apareciam uma na frente da outra, de duas uma ou entravam em brigas ou então ficavam se provocando, vocês tinham a mesma vibe do Zoro com o Sanji. O que fazia todos pensarem que vocês eram um casal, pois brigavam que nem um.
Boa Hancok, a líder das piratas Kujas resolveu ir navegar junto com os Chapéus de Palha, e lógico que além das irmãs dela elas te levariam também, o que você odiou já que teria que ficar perto da Gata Ladra, e o mesmo valia para ela.
"O que você faz por aqui? Vai voltar pra sua ilha, vai." a ruiva diz entre bufadas.
"Bem que eu queria, mas a minha líder resolveu vim nessa aventura com vocês e me chamou pra vim."
"Era só dizer não." Nami revirou os olhos.
"Aí cala a boca garota."
"Vem calar, quero ver se tem coragem."
"Ah, você não disse isso."
"Disse sim, e falo de novo, se quiser." ela da um sorriso cínico "Você não tem coragem."
Em um movimento rápido, você prendeu Nami contra a parede do convés seus rostos agora perto.
"Parece que vou conseguir te calar."
"E parece que você perdeu a carteira." ela sorri com a sua carteira em mãos.
"Sua ladra desmiolada!" você dá um soco não muito forte na parede do convés perto dela, que a faz estremecer de leve, você pensa em pedir desculpas mas seu orgulho não deixa, você apenas pegou sua carteira e se afastou "Espero que não nos encontremos muito, Ladra Gatuna."
Vocês só não esperavam que a marinha iria aparecer perto de onde estavam com o intuito de prender Os Chapéus de Palha, já que as piratas Kuja tinha a Boa Hancok que era uma shichibukai que estava do lado do governo mesmo que nem sempre ela estava a favor deles.
Mas acontece que umas dessas bombas acabou acertando o local onde você estava usando as habilidades da sua Akuma no Mi para acertar os navios da marinha. A bomba te mandou para longe fazendo com você fosse jogada ao mar que logo começou a afundar.
Nami quando viu você sendo jogada pro mar ficou em choque, ela não queria isso, a ruiva não queria perder você.
"Sua idiota! Eu não posso te perder assim, é muito cedo pra isso." ela gritou antes de pular do navio em direção ao mar a procura de você.
Enquanto Nami nadava cada vez mais fundo, Zoro, Sanji e Luffy lutavam contra a marinha, Ussop, Chopper, Brook e Robin davam apoio principalmente quando as bombas tentavam acertar o navio. Claro que as piratas Kuja também ajudaram, elas não aguentariam ficar paradas sem fazer nada.
A marinha começou a recuar, pois não queria perder as Kujas então resolveram deixar suas lutas com os do Chapéus de Palha de lado, Nami conseguiu te alcançar agarrando seu braço e a puxando para a superfície, levando para o navio e te deitando no convés.
"S/n, reage." ela fala desesperada "Você é importante, trate de acordar agora!"
Mas quando não houve respostas, Nami não sabia mais o que fazer tomada pelo desespero Nami aproximou seu rosto dos seu, ela iria fazer respiração boca a boca. Quando seus lábios estavam prestes a se tocar, você deu uma tossida cuspindo água, Nami se afastou rapidamente.
"Eu disse que iria te deixar sem palavras." sua voz estava rouca e sua respiração pesada.
"Ora, você é uma desgraça, S/n." ela olha para você "Eu deveria te bater agora."
"Não foi o que pareceu antes." você dá um sorriso de canto "Admite, você quer me beijar."
"O que?! Eu nunca vou admitir algo que não é verdade." mas o rosto dela estava começando a ficar vermelho.
"Então porque está vermelha?"
"É o calor sua idiota."
"Sei, então não teria problema eu fazer isso." você coloca a mão no rosto dela e a puxa para um beijo suave "Vai negar agora?"
"Não." ela revirou os olhos, voltando a te beijar "Mas eu ainda te odeio, saiba disso."
"Claro, claro." você se indireta, sentando ao lado dela "Mas, agora você é minha inimiga e minha namorada, não é?"
"Acho que não faria mal te namorar."
"Ótimo." você se aconchega na curva do pescoço "Minha melhor inimiga é você."
No fundo vocês conseguiam ouvir tanto a sua tripulação quanto a da Nami batendo palmas por finalmente vocês fazerem as pazes e estarem finalmente juntas.
É só ódio que tem no seu coração?
Sasuke Uchiha x Male Reader
Sinopse: Vocês eram de times diferentes e mesmo sem perceber a rivalidade foi se formando até o ódio crescer e vocês só conseguirem pensar que se odeiam, mas é só isso?
1.4k | Sfw
Vocês são de times diferentes, você sendo do time 8 (M/n Uzumaki, Hinata Hyuga e Kiba Inuzuka) e Sasuke do time 7 (Naruto Uzumaki, Sakura Haruno e Sasuke Uchiha). Antes mesmo que percebessem vocês se tornaram inimigos, competindo o tempo todo para ver quem era melhor, quem fazia o melhor jutsu, quem tinha o melhor taijutsu, a única que ele te ganhava era pelo poder ocular dele, o sharigan o que te deixava com mais raiva ainda.
Desde que os times foram formados vocês competem é como se a única coisa que vocês soubessem fazer era isso, competir. Quando Sasuke ficou louco da cabeça e decidiu fugir para ser um renegado, Naruto decidiu formar uma equipe para ir buscar ele, até convenceu a Tsunade a deixarem vocês fazerem isso.
"Você tá doido irmão!" você se levantou da mesa, exaltado "Se ele quer ir embora, você tem que deixa - lo ir!"
"Eu não, ele é importante pra vila, maninho." Naruto deu o seu costumeiro sorriso.
"Importante pra vila ou pra você?" você perguntou com uma sobrancelha levantada.
"Bom, pra todo mundo." ele olhou para você "Até para você."
"Pra mim nada, eu odeio ele."
"Então porque você tá querendo ir junto?" ele perguntou com um sorriso de canto como se soubesse o que se passava na sua mente.
"Pra te proteger, claro."
"Sei, você não engana ninguém M/n." Naruto se aproximou bagunçando seus cabelos "Nem mesmo a mim, sou seu irmão. Sei que gosta dele."
"Jamais!" você sabia que ele estava certo, mas não queria admitir. Você colocou toda a comida na boca "Vamos logo, não tô com paciência pra esse Uchiha fajuto."
Você sai do apartamento de vocês batendo o pé, Naruto balançou a cabeça e te seguiu. Vocês foram para a entrada da aldeia da folha, esperando os outros chegarem.
"Você tem certeza que quer ir? Vai ser perigoso." Naruto falou preocupado.
"Eu sei me cuidar, irmão."
"Se você diz..."
Nesse momento, chegaram o resto do time que iria trazer Sasuke de volta, Kiba, Shikamaru, Neji e Choji.
"Olha quem finalmente resolveu se juntar a nós?" Kiba disse, zoando com a sua cara.
"Calado, não tô com paciência."
"Não tá mais aqui quem falou." o moreno disse levantando as mãos em rendição.
"Vamos logo com isso, Sasuke já deve tá longe." Naruto afirmou indo na frente.
Todos pararam de discutir e começaram a correr em direção a onde Sasuke estava indo, você corria todo a vapor com medo de perde - lo antes mesmo de encontra - lo.
Enquanto corriam, um dos capangas de Orochimaru apareceu para impedir vocês de alcançarem o ninja revoltado.
"Pode ir, eu fico." disse Choji, já em posição de ataque "Em breve alcanço vocês."
Vocês seguiram correndo até que um a um foi ficando pra trás para lutar contra ninjas que estavam sobre as ordens do Orochimaru, até que por fim ficou só você para ir atrás dele.
Você suspirou pesado, as coisas sempre sobravam pra você mas continuou seguindo até chegar no vale do fim.
"Finalmente o loirinho chegou." ele tinha um sorriso sarcástico "Já não aguentava mais te esperar, M/n."
"Cala a boca." você cruzou os braços "Vamos voltar, estão todos te esperando."
"Você quer que eu volte?" se você respondesse que sim ele voltaria de bom grado.
"Não." era mentira e o Uchiha sabia disso.
"Você só complica as coisas." ele suspira "Então vamos lutar."
E foi isso que fizeram, começaram a lutar cada um com as habilidades que tinham. Sasuke foi pra um lado do vale e você para o outro, nisso ele correu em sua direção com o chidori na mão e você corria na direção dele com o rasegan na mão.
Quando as duas técnicas se colidiram se fez uma explosão jogando ambos para os lados, batendo nas montanhas fazendo um estrondo pela pressão.
Ambos cuspiram sangue mas não desistiram e continuaram a lutar, até que ambos caíram do vale do fim e quando chegaram na cachoeira você desmaiou pela pressão, Sasuke de alguma forma continuou acordado ele se deitou ao seu lado.
"Você é tão teimoso e é por isso que eu te amo." ele pegou a bandana e fez um risco nela, se tornando um renegado, nesse tempo você acordou mas permaneceu de olhos fechados "Se você tivesse tivesse falado para eu ficar eu ficaria só pelo simples fato de te amar, mas você tinha que complicar tudo."
Ele se levantou indo na direção oposta a sua cabeça, ficando sobre você o que deixou seus rostos próximos mais um pouco e ele podia te beijar.
"Adeus, loirinho. Foi bom te encontrar." e com isso ele se foi.
O que Sasuke não sabia era que você estava escutando tudo, você tentou ir atrás dele mas já era tarde demais não tinha mais nenhum sinal do Uchiha nem uma pista de onde ele estaria.
"Droga!" você disse chutando a água.
Anos se passaram, agora você era da Chunin enquanto Naruto estava treinando com o Jiraiya, você não quis ir pois não confiava naquele velho tarado pra te treinar, então ficou com a Sakura sendo treinado pela Tsunade.
Desde do diz em que você perdeu Sasuke no vale do fim, você não conseguia para de pensar nele e em qual seria a próxima vez que você o veria.
Depois de um longo treino, vocês receberam a missão de alguém ter visto Sasuke pelo caminho, então tanto a sua equipe quanto a de Naruto se juntaram e foram atrás dele.
Quando chegaram no local indicado pelas pessoas que moravam de que Sasuke poderia estar lá, mas quando chegaram era só Kabuto.
"Vocês nunca vão encontrar o Sasuke! Ele não quer vê - los, vão embora."
"É mesmo? Mas eu sei que ele tá aqui então fala pra ele aparecer antes que eu dê uma fuça nele!"
A menção da sua voz fez Sasuke aparecer, ele estava em cima da montanha com um olhar superior nos olhos.
"Olá loirinho, veio tentar de novo me levar de volta pra aldeia?"
"Sim, vamos logo Sasuke volte pra nós."
"Não quero." ele esboçou um sorriso de canto "Que tal eu acabar com vocês aqui mesmo?"
Sasuke levantou a mão, os raios do chidori começaram ase formar no céu o Uchiha começou a abaixar a mão pronto para atacar, mas foi impedido por Orochimaru.
"Agora não é hora pra isso, Sasuke."
Sasuke só riu e então olhou para você, seus olhos pretos não se desviavam dos seus olhos azuis.
"Então, loirinho, vai fazer o que pra me convencer a ir com você?"
Você pensou, e então lembrou do que ele disse no vale do fim antes de partir, sorrindo de canto você olhou para Sasuke.
"Você só tem raiva no seu coração, Sasuke?"
"É claro." ele disse desviando o olhar parecendo um pouco constrangido.
"Sei vou fingir que acredito." você diz rindo e dando de ombros "Eu quero que você volte, vai voltar pra casa comigo?"
"Vou pensar no seu caso." você sorriu já sabendo a resposta "Vou.: ele pulou da montanha ficando ao seu lado "Demorou, hein loirinho?"
"O que?! Mas como assim?." perguntou Sakura, confusa.
"Supera querida, ele é gay e ele me ama."
"E você também me ama."
Sakura bufou de raiva, você sabia que ela gostava do Sasuke mas você não era calculadora pra dividir, ele era seu e iria continuar por um tempo.
Anos se passaram, agora você estava casado com Sasuke ele vivia saindo a missões a fora assim como você, então quase não tinham tempo um pro outro.
Após uma missão, você chegou em casa cansado e assim que tirou os sapatos e sentou no sofá você logo adormeceu.
Sasuke chegou da missão logo depois, com uma única flor em mãos mas assim que te viu dormindo sentado no sofá não resistiu a vontade de pregar uma peça em você.
Ele se moveu pro quarto pegando uma canetinha amarela para combinar com seu olhos e fez um bigode em seu rosto.
Horas depois quando você acordou Sasuke estava na cozinha fazendo alguma comida ou tentando, você se moveu pro banheiro para lavar o rosto do sono, mas assim que se olhou no espelho você percebeu o bigode que o Uchiha havia feito.
"Sasuke Uchiha! Você me paga, seu canalha!" você gritou correndo atrás dele.
Sasuke apenas riu, desligando a panela e correndo pela casa para não ser pego pelas suas mãos, sabia que não sairia vivo depois dessa.
MASTERLIST EM PORTUGUÊS
。☆♱★━━━━━━━━━━━━★♱☆。
(f) fofo | (d) drama | (h) horror (sg) sugestivo | (a) adulto
COLOR LOVE SÉRIES
pink!love (a)
NCT
Taeyong
"Pinte-me" (s)/(f)
Ginger Snaps
Olá, amigos! Gostaria de divulgar aqui nesse post a minha fanfic baseada no filme Ginger Snaps de 2000. A história conta com alguns personagens dos filmes + personagens originais criados por mim. O formato da fanfic é como se fosse o de uma série de TV baseado no universo dos filmes, com adição de diferentes criaturas sobrenaturais (a la Buffy e Teen Wolf), dando uma carga maior de ação. Também escolhi a dedo atores para serem os avatares dos personagens, como eu disse, é como se fosse uma série de TV.
Sinopse : A cidade de Manfield Falls está sendo palco de constantes ataques de uma criatura misteriosa. As irmãs Ginger e Brigitte Fitzgerald decidem investigar o caso se engalfinhando nas florestas. Nisso, elas acabam passando por um terrível acontecimento que mudará suas vidas para sempre, fazendo-as descobrirem o lado sombrio daquela cidadezinha até então pacata.
Você pode acessar o conteúdo da fanfic nesse link
Espero que todos gostem. No final de cada capítulo, há uma lista dos personagens que aparecem no mesmo pela primeira vez e o nome do ator que o representa ao lado.
sua poesia
aqui escrevo, por meio de um texto altamente descritivo e poético, aquele excedente de poesia que você deixou para mim.
319 palavras
Um Conto do Leste: Spoilers – A Morte não Discrimina.
“Nesses alicerces ruinosos eu quase consigo ver as cúpulas de minha antiga casa. As imagens dos que se foram perambulam pela minha mente, bem como as tediosas horas de estudo que já não me servem de muita coisa (...). Ainda assim... apesar das tragédias, sou grato. Não ao mundo que me tirou tudo, mas a você que me salvou das chamas que transformaram o resto em cinzas. Por isso odeio esse silêncio! Somos uma dupla! Eu não o julgaria, Pasha, nem se me confessasse um crime... eu acabaria por lhe dar razão, pois o coloco em um pedestal: elevado sobre todos os outros seres, como Tânia faz com a figura dos mártires.”
- Mikhail Andreyevich Karev
Capítulo novo disponível sexta-feira. Para ler as partes já postadas clique aqui
Peters x Male Reader
— P R O T U B E R Â N C I A —
.•✦ Resumo: 3 histórias antológicas, 3 homens-aranha e 3 paus muito grandes. ⋆͙̈
▶●─────────── A vastidão do multiverso é infinita demais para que não existam terras onde versões suas sofram felizes lidando com a boa genética dos diversos Parkers espalhados por aí. Há micro e colossais diferenças entre cada linha temporal, e, nesses três fiapos abaixo, seus Peters são enormes entre as coxas, grossos e impossivelmente encaixáveis.
Mas, tanto eles quanto você estão dispostos a fazer caber.
PETER 1
1° pessoa - presente | Palavras: 1.5k
Arrasto meus lábios para fora da circunferência salgada, com as bochechas cheias. Engulo superficialmente o excesso, fazendo questão de manter a língua branca. Olhando para cima, me deparo com Peter atordoando os gemidos, usando uma das mãos para cobrir a boca. Ele tem a cabeça jogada para trás, manifestando o gogó.
Droga… queria ouvi-lo choramingar!
Só não o faço gritar porque uma terceira presença conduz a limusine que nos leva a… a… um avião? Jato? O destino é Berlim, então certamente iremos voar.
Estamos contando que Happy não abra a janelinha divisória e nos flagre. Felizmente, o homem se cansa só de imaginar Peter abrindo a matraca e não fechando mais, então evita qualquer direcionamento a ele. É fácil supor que temos privacidade para um boquetinho.
Mas eu quero mais.
Posso ver, através da camiseta, o contorno perfeito do peitoral farto de Peter, subindo e descendo desordenadamente. Sem desviar o olhar, volto com a boca para o centro de suas pernas, afundando minha cabeça entre suas coxas para lamber as bolas suadas, que convulsionam sob o carinho molhado, reféns da minha língua. Os efeitos do orgasmo ainda assolam Peter. Ele estremece e libera breves linhas cremosas da cabecinha inchada, que escorrem por todo o comprimento grosso, desviando das veias proeminentes e pousando no meu rosto, lambuzando minhas bochechas.
Vendo a baderna que causei, subo com a língua para limpar, consumindo o esperma e encharcando com mais saliva, trocando qualquer resquício de Peter por pedaços meus. Finalmente na glande, abraço a base com meus dedos e beijo a ponta rosinha, lambendo e sugando uma última vez.
Peter alucina, empurrando os quadris para cima, querendo atolar dentro da minha garganta. Mas eu não deixo.
Arreto minha coluna, sorrindo para a expressão pidona do garoto ofegante à minha frente. Um fio de porra diluída em saliva ainda conecta meus lábios inchados à cabeça babada, e eu quase me rendo ao implorar mudo de Peter. — Delícia. – soei rouco; afinal, o arrombado fodeu minha garganta.
— Então chupa mais, ué – balbucia, quase indignado, e se estica para frente, esfregando o pau teso no meu rosto.
Esse caralho não amolece?
Sabendo que o tempo é incerto, retiro somente minha calça e abro os botões da camisa. A cueca, afasto para o lado. Rindo baixinho, sento no colo de Peter, e, no mesmo instante, ele se retrai todo contra o couro do banco. — O que você… – o interrompi, unindo nossas bocas.
Deslizo minha língua gozada por sua cavidade, percebendo, mesmo sem ver, quando o Parker comprime os olhos arregalados, se vedando junto a mim. Levo as mãos ao seu rosto, aprofundando o beijo, e ele agarra minha cintura, apertando com força, deixando marcas.
Compartilho o gozo que mantive na língua, fazendo Peter sentir o gosto da própria essência. Ele murmura abafado na passagem, quase me partindo em dois quando intensifica a pressão das mãos. Levanto meus quadris sem desatar o nó das bocas, morosamente pegando na ereção quente abaixo de mim e a guiando até meu buraco dedilhado.
Apesar dos minutos me alargando enquanto mamava Peter, o pau do desgraçado é tão… colossal… que tortura as almas das minhas falecidas pregas; me faz de virgem toda vez!
E eu adoro.
Amo como até a cabecinha empaca no início, e é preciso fazer força para entrar. Arde tanto.
Mas Peter resiste. — A-amor, não! – entretanto, apenas em lamúrias, porque não me afasta, sequer afrouxa o toque. — É muito arriscado! Você sabe que eu odeio ser pego no pulo, tenho trauma! – cochicha, fixando o olhar na divisória selada da limusine. — Eu juro que abro essa porta e me jogo na estrada se o rabugento lá na frente decidir ser simpático e dar oizinho pra gente! Eu nem tô brincando, cê sabe que eu não brinco! Juro que nunca falei tão sério em toda a minha vida, eu…
— Shh! – prenso suas bochechas, roubando o foco dele para mim, e, porra… aqueles olhos marejados e boquinha entreaberta me arregaçam tanto quanto o cacete palpitando na minha entrada. — Primeiro que o Happy nunca faria jus ao apelido. – conforme falo, vou descendo os quadris, engolindo mais do comprimento, cuja ponta molhada já se sente em casa. — E isso não é mais e nem menos arriscado que eu ajoelhado entre suas pernas, te chupando. É só… se-sermos rápidos! – estou tão necessitado de alívio. Me segurar é doloroso. E Peter, apesar de já ter experimentado o orgasmo, se encontra na mesma. Esse puto está sempre batendo no teto, mesmo que dele pingue porra e a carne flameje. — Seja um bom garoto, Petezinho. Você já encheu um buraco, agora tem que encher o outro, poxa…
A cada segundo decorrido encarando a testa franzida de Peter, suas sobrancelhas unidas, o suor descendo e o lábio inferior mordido, cresce ainda mais a convicção de que, sim, irei gozar intocado.
Ele demonstra descontrole, gemendo contido, ondulando os quadris para cima de forma dura e desajeitada, impondo limites onde sabe que costuma se perder. Tadinho…
Será que eu...
Amoleço os músculos, deixando a gravidade me puxar para baixo. O deslizamento é natural, e, logo, estou adorando o pau de Peter por completo.
— Caralho! – ele rosna, levando a mão fechada à boca e mordendo o punho, jogando a cabeça para trás. É divertido ouvi-lo xingar. — Tá tud… tudo bem a-aí? – pergunta entrecortado ao abaixar o olhar e se deparar com o volume na minha barriga. Ele toca, encantado e um tanto assustado com a protuberância que projeta em mim; nunca acostumado, mas, também, sem deixar de flexionar para cima, embainhando-se até grudar a pélvis.
Não respondo, pois não consigo. Estou anormalmente esticado em volta da grossura, é desconfortável demais. Tão bom! Minha voz atola na garganta, e a única coisa que sai são gemidos chorosos. Tão gostoso! Estou pulsando pra caralho, sinto que vou rasgar. Meu abdômen não para de contrair. Tão prazeroso!
Agarro os cabelos de Peter com uma mão e, com a outra, cubro sua boca. Ele geme contra meus dedos, esparrama as pernas para os lados, desliza os pés nervosamente no carpete e apalpa freneticamente o contorno do próprio pau sob minha pele, eufórico com a explosão de boas sensações.
Eu - arregaçado naquele pau, deitado preguiçosamente sobre o corpo enérgico de Peter, roçando meus lábios na pele suada de seu pescoço, fungando seu cheiro - concentro minhas vontades na ala inferior e ergo meus quadris, marejando conforme deslizo para cima na circunferência grossa.
Vendo Peter reagir com aumento no volume, intensifico meu aperto em sua boca.
Pairando na ponta, desço potente, esmagando as bolas inchadas abaixo de mim.
Peter praticamente grita, se libertando da minha contenção. — Droga! Não consigo… – ele me abraça com força, pressionando nossos peitorais juntos, e aninha a cabeça na curvatura do meu pescoço, choramingando lá. — Amor, por favor! Eu não vou aguentar, eu não… Amor!
Ele arranha minhas costas, jogando os quadris para cima, chocando sua pele palpitante contra minha bunda ávida enquanto desenha vergões.
A pele da minha barriga se estica a cada sentada, tornando aparente o contorno do pau dentro de mim. — Eu vou… – tento avisar, mas falho. Contraio intensamente quando gozo, me contorcendo. Não sou tão escandaloso quanto o Parker; meu gemido ressoa quase imperceptível. Reviro os olhos e tremo sob a pressão das mãos de Peter na cabecinha sensível do meu pau, impedindo que minha porra lambuze nossas roupas.
— Eu também! Vou te encher muito, meu lindo. – ele continua metendo, abraçando meu corpo molenga. Ofegante contra o ombro dele, molho a manga de sua camiseta com a baba que escorre da minha boca, meu corpo balançando com a movimentação. — Tá chegando… Porra! – Peter geme grosso, de boca fechada e dentes em atrito. Ele mantém o pau fundo dentro de mim; suas bolas contraem, impulsionando cargas de porra para o meu estômago. O abraço fragiliza, e os músculos tensos travam uma última vez antes de relaxar.
Vivencio cada latejar do cacete nas minhas entranhas, antecipando cordas extensas de esperma quente. Me sinto mais cheio conforme Peter goza dentro, deixando meu interior pesado.
Ele mantém o abraço, e agora, um tanto equilibrado, levanto minha cabeça, encarando-o de cima. Encontro um sorriso bobo esticando os lábios de Peter em meio a uma expressão aliviada. Rio fraquinho, beijando aquele sorriso.
Contra minha boca, soa a voz rouca do Parker. — Foi muito gostoso. Você é muito gostoso. Fazer sexo com você é muito gostoso. Sua bunda é muito gostosa. – ele morde meu lábio inferior, impedindo meu afastamento quando, corado, tento encerrar o selar.
— Deixa disso! – choramingo, soando pouco entendível. Esfrego minha bunda em sua virilha, fazendo-o suspirar e libertar meu beiço inchado. — Idiota. – escondo meu rosto em seu peitoral, tímido quando o tesão passa, ao contrário de Peter, que se intimida no fervor.
Ele tenta puxar o pau para fora do meu buraco, mas eu o impeço com um aperto no pulso.
— Enlouqueceu? Você gozou pra caralho. – é óbvio para mim, mas Peter me encara como se perguntasse "e daí?". — Se você tirar, meu cu vai virar uma torneira de porra. Sacou? – explico, olhando para o lado, vendo minha mochila no espaço vazio do banco. — Tem lenços ali. Fica quietinho e tenta não… amolecer.
Entretanto, antes de alcançar os bolsos, as janelas se abrem e o vento entra, trocando o ar abafado pelo fresco. — Foi você? – volto a encarar Peter, nós dois de sobrancelhas erguidas.
— Não. Pensei que tivesse sido você, que tá mais perto da janela.
— Mas as duas abriram!
— Então só pode ser o… Merda!
PETER 2
2° pessoa - presente | Palavras: 600
A mão pesada amassa a carne macia da sua bunda, dando origem a marcas no molde dos dedos. Você solavanca devido ao choque, conectando essa agitação ao contorcer irritadiço entre as cobertas, oriundo do calor incômodo que se alastra de dentro para fora e não cessa.
Você fixa os punhos fechados no peitoral suado de Peter ao que ele empurra os quadris para frente, forçando a cabeça grossa para dentro do seu anelzinho apertado. O estouro traz tremor. Suas pernas fraquejam, quase batendo os joelhos, mas Peter, já na entrada, exige espaço, afastando suas coxas e as mantendo arreganhadas, fazendo pressão em rumos paralelos.
Você se sente uma cadela no cio por ansiar, por querer mais daquela carne abrindo espaço dentro do seu corpo ávido. — Hmn — geme sôfrego, tendo de ser puxado para mais perto e esmagado pela corpulência de Peter para ficar quieto.
Ele desliza os centímetros restantes com tanta facilidade no caminho treinado, que, antes mesmo dos seus olhos se arregalarem, as bolas inchadas já sufocam sua abertura.
Parecia impossível algo tão grande caber em um espaço tão miudinho, mas aqui está você, esticado ao redor da circunferência rija que, atolada até o fundo, espanca seu limite.
Você geme forte, satisfação nítida na voz rouca.
Peter sorri de lábios colados, apaixonado pela sua versão derretida, sonso do tanto que atura na bunda. — Você gosta? — ele sussurra no seu ouvido. — Porra… meter em você é a minha coisa favorita no universo.
— Grande! Mui-muito gran… — você engole a última sílaba, engasgando na própria saliva e simplesmente desistindo de falar, impedido, como sempre nesses momentos, pelo pau cerrando suas entranhas.
Contra o abdômen, no exterior, Peter não sente apenas sua frontal e cacete negligenciado; ele também sente a pressão do próprio pau, que é grande a ponto de esticar a firmeza das suas paredes rugosas e projetar o contorno das investidas na sua barriga.
Você sente aquela piroca pulsar dentro do seu estômago, entrando e saindo numa velocidade inebriante, te reorganizando como bem quer.
O inchaço entre seus corpos enlouquece Peter; ele não consegue evitar se pressionar mais contra você, nem grudar seus lábios num beijo afoito enquanto roça no volume que ele mesmo implanta na sua barriga. A sensação deliciosa da língua molhada na sua boca faz você gemer, e o prazer do pau quente fervendo no seu interior atrai sua bunda rumo à pélvis que vem e vai.
Cada vez mais rápido, mais forte e com menos fôlego.
O pré-sêmen só não escorre da sua entrada porque está sendo estocado diretamente no seu estômago, como um aperitivo que atiça antes do prato principal.
Repetidamente, seu cuzinho é espancado com toda a força que o acúmulo de frustrações nutre, e a estrutura sensível balança por influência, pronta para extravasar.
No teor meloso das fanfics mais clichês, os abdomens contraem, gemidos falhos escapam, o suor rola e as bolas convulsionam no momento em que gozam ao mesmo tempo.
O pau grande de Peter jorra mares de porra grossa, alagando seu corredor trêmulo.
Apesar de atolado até o saco, é muito esperma, e um bocado acaba vazando por entre as bordas inchadas.
Estão crus.
O pau dele e o seu buraco, vermelhos feito sangue.
O dele, áspero, e o seu, macio.
Peter arrasta o pau vagarosamente para fora do seu calor, ainda grande e querendo mais, mas lhe dando a pausa que você aparenta precisar. Ele aproveita a vista, observando a protuberância na sua barriga se esvair aos poucos.
Entretanto, seguido do estalo molhado que acompanha a glande vermelha, o dedão dele ocupa o espaço, forçando a cachoeira de sêmen de volta ao âmago. — Você vai ficar com isso dentro de você quando for pro curso. – diz, temperando suas bochechas e lábios com bitocas.
PETER 3
3° pessoa - presente | Palavras: 1.1k
Deveria ter sido apenas um encontro romântico e um filminho até apagar, mas, quando Peter tem vontade, muito pouco é capaz de impedir que ele se sacie. Na volta do restaurante, a poucos metros da portaria do apê que dividiam, Peter pulsava de vontade.
Os dois rapazes se profanam entre prédios, apalpando o corpo um do outro no escurinho de um beco.
O distinto é que eles não estão com os pés no chão.
As solas de Peter, assim como os joelhos, estão coladas à parede do edifício, sendo esses os quatro principais pontos estáveis. A cinco andares da superfície, ele suga os lábios do namorado com gosto, aperta a cintura dele em um abraço inquebrável e certifica-se de esmagá-lo contra os tijolos, peito a peito aglutinados.
M/n tem as coxas esticadas ao encaixe de Peter, com os pés entrelaçados na lombar empinada do namorado-aranha e os braços cercando o pescoço tensionado. — Vamos logo pra dentro. — M/n tenta se pronunciar durante o beijo e quase chora de frustração ao insistir na fuga dos lábios pirralhos e falhar.
Quando não está de olhos fechados, M/n encara as íris castanhas do Parker e ignora as direções que apontam para o concreto falho do chão, evitando, assim, a vertigem.
Porém, sentindo a calça e a cueca serem arrastadas para fora do corpo e algo quente pressionar sua entrada exposta, M/n abaixa o olhar com os globos saltados, deparando-se com a cabecinha grossa do pau de Peter alargando seu anel tenso. — O que… – naturalmente, M/n levaria a mão ao quadril do outro para transitar a investida, mas, só de imaginar mover qualquer parte do corpo que não seja o pescoço, M/n fica tonto.
Peter, com a glande fincada na entradinha relutante, libera uma lufada de ar quente contra o pescoço de M/n. — Eu sei, eu sei! Mas… tá me incomodando tanto, mozi. Diz que posso meter? Por favor! – Peter não é composto apenas dos superpoderes que usa junto ao traje nas ruas; ele também é super no relacionamento com M/n, manha e persuasão sendo algumas de suas habilidades. — Você tá mais tesudo que o normal hoje. Tô me segurando desde que vi você arrumadinho pra gente sair.
O corpo de Peter esquenta tanto, e a rigidez que ele busca amenizar, mesmo que, até então, só no raso, deixa o interior de M/n em tamanho fervor que ele sequer sente a brisa gelada agredindo a pele nua. — Mas… a janela do nosso apartamento tá literalmente do nosso lado! É só abrir e entrar! – com um simples virar de cabeça, M/n vê a moldura retangular, o abajur que esqueceu ligado emitindo luz através do vidro.
Peter chia com os lábios cercando uma das bochechas de M/n. — Eu não consigo esperar mais, não dá! Preciso sentir você! – ele morde a carne corada, afundando os dentes com força no macio, parando apenas quando o namorado choraminga e estremece. — Vai… fala que aguenta tudinho… – sussurra, lambendo as marcas de dente que implantou na região sensível.
O ardor na bochecha abocanhada gera lágrimas no canto dos olhos e pré-porra na fenda do pau de M/n. — Mas é arriscado demais! Você é tão enérgico quando me fode, e se nós cairmos? – apesar de tanto latejar, M/n encontra-se empatado pelo lugar, posição e ausência do prévio.
— Já saí saltitando entre esses prédios com coisa mais pesada. Segurar você aqui é molezinha. – Peter sussurra lábio a lábio, atritando os rosais. — Relaxa.
— E se eu não aguentar? É tão…
— Grande? Grosso? Gigante? Qual dos três G's você vai usar? – ele sorri de ladinho com o revirar de olhos que recebe do namorado, que já tem as íris configuradas para alcançar a nuca sempre que Peter cita a própria magnitude no meio das pernas. — Você vai se arrepender se eu parar, não vai? – Parker eleva a intimidação no interior de M/n, empurrando centímetro por centímetro vagarosamente, esticando a borda quentinha aos poucos.
— Merda… – M/n sussurra para si mesmo, fitando os olhos famintos de Peter com as sobrancelhas caídas, praticamente implorando para ser consumido.
Cheios de tudo há quase duas semanas, os rapazes não tiveram tempo para explodir, e agora não dá mais para atrasar o fogo que penaliza o cordão.
— Você gosta de ter um namorado grandão, sabe que gosta! E gosta ainda mais quando faço do meu jeito, né? Adora quando queima… – Peter sussurra, rouco, na orelha daquele que mói às lágrimas. — Então só me deixa… – cala quando mete até as bolas.
M/n grita ao ser alongado até não poder mais, interrompendo a si mesmo em seguida, forçando a língua e os lábios para dentro da boca. — Nngh, porra! – geme baixinho, afundando o rosto no ombro do namorado, amassando as roupas dele com os punhos contraídos no pano.
Peter puxa o quadril para longe do aconchego, mantendo apenas a pontinha, e bate com tudo novamente. O ritmo perdura, forte e gradativamente mais rápido.
Machuca o modo como Peter prende o parceiro na parede e o abraça, cria marcas, mas não dói em M/n, porque no momento, tudo é maravilhoso demais.
A boca de Peter, entreaberta no vão do pescoço que ama fungar, libera gemidos ininterruptos, soltos no ritmo de cada estocada, vindo mais altos de acordo com o quão gostosa foi a botada, e o volume não para de aumentar. O interior apertadinho, contraindo grosseiramente a fim de expulsar o caralho maldoso, deixa Peter no limite; ele não vai durar muito.
M/n está agarrado às costas do namorado com braços e pernas, a ponto de babar e soluçar, não aguentando ter sua próstata judiada pela cabecinha atrevida do pau grosso de Peter.
As roupas impedem de ver, mas, abaixo delas, uma saliência distende os limites de M/n a cada investida, desaparecendo quando Peter retorna o caminho antes de atolar toda a carne latejante na caverna rugosa outra, outra e outra vez.
— Cacete! – mesmo no topo, o Parker se manifesta com a voz mansa e, dessa vez, mais chorosa que nunca. Contraindo toda a musculatura, de olhos marejados e estrutura trêmula, Peter goza dentro de M/n. — Foi mal… Não consegui segurar, tava tão gostoso! – balbucia, diminuindo a velocidade até parar, mas segue fundo no calor, jorrando linhas grossas de esperma.
O buraquinho de M/n está cheio de Peter, e é tanto que escorre, pingando da entrada inchada rumo ao chão do beco.
Mesmo atingindo o ápice muito antes do namorado, Peter tem porra demais acumulada nas bolas e pretende gastar até secar.
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Gostaro?
Se possível, falem aí pra mim qual tipo de narração vcs preferem (primeira, segunda ou terceira pessoa)
Eu PRECISO equilibrar a quantidade de palavras! 😭
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