imagina dar de ladinho pra um desses?
ele, com um braço rodeando sua cintura, coladinho às suas costas, cobrindo sua boca com a mão e metendo a rola devagarinho enquanto fala besteira no seu ouvido, roçando os lábios na sua orelha...

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imagina dar de ladinho pra um desses?
ele, com um braço rodeando sua cintura, coladinho às suas costas, cobrindo sua boca com a mão e metendo a rola devagarinho enquanto fala besteira no seu ouvido, roçando os lábios na sua orelha...
HOT!Short #6
★: Phillip Gallagher
| depois de uma madruga metendo sem pausa, Lip acorda todo fodido. Ele mal começa o dia e lá está você, doidinho por mais ~
P: 972
No tempo em que me aguentava de pé, rolei as quatro paredes do quarto contigo no colo e com meu pau atolado dentro do teu rabo. Gozei te fazendo de putinha em cima da cabeceira; a quina bateu tanto na parede que trincou o gesso.
Você transcendeu pela primeira vez quando abri a janela e coloquei metade do seu corpo pra fora. Esporrei de novo vendo seu gozo cair na grama do jardim.
Na cama, gastamos a validade das molas; reprisei todas as posições em que já fodi, e beirando a manhã, você montou em mim. Tive mais de um orgasmo seco com suas quicadas amassando minhas bolas e seus dedos comprimindo minha garganta.
Daí apagamos.
E pouquíssimo tempo depois, já estava me forçando a despertar.
Sequer cogitei te acordar; você estava uma graça enrolado no cobertor.
Sentado na beirada do colchão, senti a bunda dormente. Não verifiquei, pois sabia que eram os vergões que você deixara ali enquanto eu atolava em missionário. Curvei-me para pegar minha cueca largada próxima ao pé da cama, mas a fricção das coxas me fez travar; desconforto possuía minha virilha. Notando que a causa era a crueza da minha rola, pulei direto para a calça.
Coitadinha... estava tão vermelha! Precisava de descanso depois de você ter passado a madrugada afinando ela — creio que perdi alguns centímetros no seu cu.
Nunca tive tantos efeitos colaterais após uma foda.
Se bem que foram várias fodas...
Estava sendo interessante me aventurar contigo.
Desci usando minha woven listrada e nada mais. Recebi uma bronca da Fiona por ter mandado o Liam pro sofá, um blá-blá-blá sobre o molecote ter virado a noite assistindo tv e penado para ir à escola. Acho que foi isso... ela estava apressada e com uma torrada chuchada na boca, terminando o discurso gritando da varanda — e, ainda assim, parecia estar do meu lado.
~
O bacon e os ovos chiavam no óleo de três dias. Enquanto isso, eu tentava fazer render dois sabores de suco com menos da metade do pó em cada um dos pacotinhos.
Você já havia descido. Captei sua presença na minha traseira, mas demorei um pouco para me dirigir a você. "Chega aí! Como cê tá?" dei as costas para o balcão, encarando sua figura escorada na parede ao lado da entrada que dividia a sala da cozinha, só sendo lindo. "ia te acordar com café na cama, cara. Estragou meus planos!" cruzei os braços e sorri casto com sua aproximação.
Você usava a camiseta e a cueca que dispensei hoje mais cedo; devia ter suspeitado das suas intenções quando bati o olho.
"Eu é que deveria perguntar 'como cê tá'." o ar que escapou por entre seus lábios esquentou meu rosto, tão pertinho; exalava menta. Seus olhos miravam meu peitoral, contemplando os moldes de dentes gravados na carne — alguns ainda tão vibrantes... "Machuquei seu pescocinho?" dirigiu-se à minha face sem levantar a cabeça, apenas erguendo a pupila, e escalou meu braço com uma das mãos, batucando os dedos sobre a pele até rodeá-los em cima da forma vermelha na lateral da minha garganta.
Vadia de merda.
"Tô tentando ser prestativo, e é assim que você chega? Porra..." desviei do seu olhar para desligar a boca do fogão — sabia que não sairia fácil dessa. "Já vi putas na esquina com mais pudor que você." tentei manter a vista longe, mas seus dedos rastejaram para minha nuca e forçaram a cruza.
Você verticalizou os pés, sussurrando com os lábios roçando nos meus; "Falou o cara que passou dois terços da madruga gemendo no meu cangote e leitando no meu rabo." sua mão livre alcançou o tecido fino da minha calça, deslizando a ponta dos dedos por cima do volume modesto. "De longe eu vi sua piroca murcha marcando, Lipizinho. Acha bonito andar com essa coisa balançando? Ainda tem a pachorra de me chamar de puta..."
Seu toque me deixou eriçado; a sensação me fez afastar os quadris, mas minha bunda estacionou na bancada. Estava encurralado. "Não te chamei de puta, só fiz uma comparação." meu rosto estava quente. Suas palavras me relembraram da madrugada e fiquei sem jeito. Torcia para não ter corado na sua frente, quase orava. Pelo menos, com a distância, por mais que pouca, conseguia ser patético e fugir desviando o olhar. "Não existe palavra lasciva o suficiente capaz de definir o quão cadela você é."
Seus lábios entreabriram.
A mão direita desceu do meu pescoço, pegando onda na clavícula e nos gominhos leves do meu abdômen. Chegou no umbigo e... pulou aberta, direto pro meu pau.
Meus dedos esbranquiçaram na beira da bancada. "Desgraçado!..." sussurei meio engasgado. Com a expressão fechada, aparentava desconforto, mas o som que saia da minha boca...
Você encheu a mão com meu saco, se inclinando sobre mim e botando a língua pra fora, lambendo meu mamilo sensível com o mesmo instrumento que usara para maltratá-lo.
O sangue desceu e levantou minha piroca na hora; tão dura e revoltada que a cabecinha escapuliu para fora da calça.
Agarrei com força a parte de trás do seu cabelo, afastando seu rosto do meu peitoral. Um gemido choroso saiu de você, e meu pau latejou. Suas mãos correram para envolver meu pulso, mas você não me afastou, porque queria ser rasgado.
Era sua vontade desde o início.
Abaixei o suficiente do cós para soltar minha rola e minhas bolas. Numa brutalidade que me assustou e te fez sorrir, curvei você sobre a bancada, esmagando sua bochecha contra a superfície gelada. Usei a outra mão para levantar o blusão que cobria seu quadril e arrastar a cueca que você usava para baixo — só não rasguei porque era minha. "Cacete... seu cuzinho tá inchado pra caralho." e, por sua culpa, minha pica ardia dolorosamente a cada pulsar.
E, já que estávamos assim, o que custava uma gozadinha pra aliviar?
*Primeira vez escrevendo totalmente fora do ponto de vista do leitor aaaa vou tentar escrever assim mais vezes
*Revisei só no wattpad, então não sei se tá adequado pro formato daqui, mas vai assim mesmo! Já me estressei o suficiente corrigindo o tempo verbal (comecei no presente e mudei de ideia do meio pro final)
HOT!Short #5
★: Dylan O'Brien
| Sem enredo, só um boquete ~
P: 870
Sua boca fazia o cacete dele parecer enorme, e isso o fascinava. Sempre que você se ajoelhava, ele ficava tenso inicialmente, tomado pela sensação de que, a qualquer momento, seus lábios poderiam rasgar de tão esticados.
Mas era uma tensão fácil de desarmar, pois a contração da sua garganta era influente demais, fazia qualquer um perder as estribeiras.
A necessidade ensopava os olhos castanhos acima, já os seus transbordavam desde o primeiro reflexo. Sentira a umidade ainda no prelúdio, enquanto a bochecha esfregava no inchaço escondido. Ao ter a glande dilatada pesando na língua e o salgado da porra provocando o paladar, seu ventre agitara-se em ondas nervosas; uma emoção difícil de distinguir tomara as rédeas, seu pau começara a vazar, e lá estava você, todo molhadinho. Era instantâneo.
As coxas de Dylan tremiam, por vezes se fechando ao redor de seus ombros. Somente seu toque delicado nos joelhos dele, abrindo-lhe as pernas, era capaz de afrouxar a prisão muscular. "Ah! Porra!... sim, desse jeito!" aspereza e denguice ditavam a entonação das palavras gemidas. "Deixa ele bem molhado."
Dylan desistiu de tentar se conter e jogou os quadris para cima, estocando em sua cavidade como há tempos a tentação pedia.
Ele assistiu seus lábios inchados se esforçarem para acomodar seu comprimento dolorido, amando a pressão estranguladora de sua garganta o circundando. "Caralho… que boquinha gostosa!" no toque de seu nariz à virilha dele, um longo suspiro escapou da boca vazia.
Atolado por completo no seu poço esponjoso, Dylan abraçou sua cabeça com os antebraços, encurralando suas bochechas entre os bíceps e, novamente, encarcerando seus ombros entre as coxas, em prol de manter a cabeça do pau estagnada naquele ponto profundo da sua garganta.
Três coisas davam vivacidade ao cenário: seu engasgo expelindo gozo e saliva, o pulsar bruto do cacete na sua boca e os arranhões dignos de vergões que você depositava na parte interna das coxas fortes ao seu redor.
Sentindo que gozaria e crendo que bastava, Dylan enfraqueceu as rédeas, permitindo-lhe afastar-se para recuperar o ar.
Ainda que um tanto destruído, você garantiu que cada veia recebesse uma despedida majestosa. Dylan jogou a cabeça para trás, contraiu as pálpebras e lambeu os beiços sob a doutrina da sensação divina que era ter seus lábios macios deslizando para longe da dureza dele, devagar e com pressão.
Você enchia os pulmões com o pau de Dylan pousado em sua cara, saltando e lambuzando seu rosto com fios transparentes ininterruptos.
Permanecendo de olhos fechados, ele puxou um sorriso de canto, apenas imaginando seu estado, porque, caso se permitisse ver, não aguentaria. A realidade, na sua companhia, costumava superar qualquer fantasia.
A caça ao fôlego cravada por Dylan era árdua; acompanhava a sua. O peitoral robusto dele espandia o tecido branco da regata a cada inspiração, esticando a peça até transparecer e evidenciar a cor dos mamilos, que, inchados, te roubavam saliva à distância.
Captando na proeminência rija o calor denso da sua respiração, Dylan não pôde evitar circular a base do pau e guiar a cabecinha para dentro da sua boca entreaberta. "Passa a linguinha na ponta." murmurou rouco, enquanto pressionava o membro para baixo, enchendo, com a glande robusta, a concha moldada por sua língua. "Mostra pra mim como você é bom chupando minha rola… como gosta de me chupar…"
Antes de mover o músculo molhado, você esticou os braços e agarrou a cintura de Dylan, apertando as curvas singelas para ouvi-lo gemer e, por saber onde atiçar, ganhou o mais doce dos sons com o simples.
A manhosidade na voz de Dylan rendeu uma sugada tão forte de sua parte que quase fez a alma dele vazar pela uretra.
Felizmente, era só o orgasmo mais fácil que você já extraiu.
O formigamento característico fez o abdômen dele contrair, e o pau, junto das bolas, tremulavam. "Isso!… filho da… ah! Cacete!" Dylan engoliu a seco, inchou o pomo-de-adão e separou os lábios para liberar uma unidade de 'A' que se esticou até o duvidável.
Com os olhos revirados, ele finalmente disparou na sua garganta, esporrando jatos quentes e grossos, tremendo enquanto transbordava. O calor do seu interior e da sequência abundante que ele liberava o permitiam alcançar um auge quase alucinógeno, tão potente que, independentemente de estar exaurido, o deixava doido para foder, e foi como sucedeu; Dylan moveu o quadril e tomou ritmo de prontidão, metendo somente a ponta, rápido e errático, batendo contra a lateral interna da sua bochecha, sentindo a área esponjosa esticar e protuberar no exterior com o formato exato da glande.
Tudo isso enquanto gozava e gemia sem parar.
Quando o frenesi cessou, você lentamente abandonou aquele cacete que ainda solavancava em êxtase — lábios na ponta e bochechas inchadas devido a carga leitosa.
"Engole tudinho." Dylan sussurou enquanto normalizava a respiração, hipnotizando você com o sobe e desce do peitoral. "Isso…" usando a junta do indicador, fez regressar um rastro branco que escorria do canto de sua boca, quase gemendo a palavra ao testemunhar sua garganta trabalhando para levar toda a carga que ele bombeou dentro de você. "Agora sobe." bateu nas próprias coxas, te chamando para o colo dele. "Quero te beijar."
Ele queria se sentir em você.
eu te imploro, faça uma fanfic do capitão america plmds
ESSE HOMEM É LINDO E EU NÃO AGUENTO MAIS 😭😭
Steve Rogers x Male Reader
"Dura matina"
M . C . U
★. Sinopse: Steve acorda de manhãzinha com a barraca armada. A ereção grossa do herói pulsa dentro da cueca e ele faz manha por alívio, pressionando-se contra você na cama, mordiscando sua nuca e esfregando os quadris contra os seus até que você desperte, grogue, e o ajude a gozar.
★. Gênero: hot (smut)
★. Palavras: 2.1k
*Eu não sei se você queria um hot, mas esse plot tava enraizado na minha cabeça, então mesclei e voilà! O final é meio abrupto, mas espero que goste <3
E a propósito, mencionem os tipos de enredos que vcs querem ler quando forem fazer pedidos (hot, fluff, terror etc) pra me deixar mais situado, pq se depender de mim, esse perfil vira um cabaré.
2° pessoa - presente
Entre o apagão e a consciência, seus sentidos o puxam para o lado mais excitado, salientando o peso esmagando suas costas e o choque estalando em sua nuca. Um arrepio prazeroso sobe da virilha até o ventre, levando-o a estremecer e abrir os olhos. O quarto está escuro, mas, ao seu lado na cama, os números luminosos do despertador sobre a mesa de cabeceira suavizam a escuridão. Você pisca freneticamente e tensiona os músculos, estralando os dedos dos pés ao contraí-los, quase gemendo com o gostoso espreguiçar.
Seus movimentos permitem que sinta mais do corpo forte pressionado contra o seu. Você sabe que é Steve; o calor dele é inconfundível.
Com o cérebro totalmente ativo, você sente tudo e reage ao que lhe é dado. De bruços, sua nuca vulnerável é vítima de mordidas pouco contidas que te fazem encolher, e, mais abaixo, seu herói te fode vestido, batendo a virilha com força contra sua bunda. A cada investida, você afunda mais os quadris no colchão, mas é sempre puxado de volta pelo braço musculoso ao redor da sua cintura.
Steve não usa nada na parte de cima, mas está contido por uma cueca e uma calça moletom no sul do corpo. Mesmo assim, é monstruosa a forma como ele vaza e escurece o tecido cinza-claro da calça, não se retendo à primeira camada. O pré-sêmen do seu namorado alaga tanto que parece que ele está tendo um orgasmo, e nem você escapa da umidade, tendo a parte traseira da sua cueca inundada pela porra abundante de Steve, enquanto ele roça freneticamente em você.
Ele abandona sua nuca com uma lambida extensa nas marcas que deixou. — Solzinho, acorda. Eu preciso de você. — todo molhadinho e agitado, Steve sussurra rouco no pé do seu ouvido, esquentando seu pescoço com arfadas quentes. — Preciso mesmo…
— Tô acordado. — você responde baixinho, sua voz quase imperceptível. — Mas amor… — segue uma pausa para coçar os olhos e desembaçar a vista cansada. Você se estica o quanto pode para ver as horas no despertador e geme fatigado com a marcação exata piscando na tela digital. — São cinco da manhã! E é sábado! — falar em voz alta parece solidificar ainda mais o raiar. — A gente transa depois… — você derrete no colchão, afundando o rosto no travesseiro, o que abafa suas palavras. — E para de esfregar a pica em mim! Tá certo que você é meu goldenzinho, mas agir que nem um cachorro no cio é encarnar demais no papel.
Quando Steve agarra seus ombros e te vira, pondo você de barriga para cima, você sorri e revira os olhos, já esperando por aquilo.
Ele te prende em uma prisão corpulenta: as mãos, esparramadas no travesseiro, uma de cada lado da sua cabeça, e os braços, cercando à esquerda e à direita, são como grades. O torso erguido, que te cobre, serve de teto, e o pau te cutucando representa um guarda frustrado e impertinente.
Seu crime?
Ser absurdamente desejável, mesmo estático na maior das monotonias.
— Tá tão duro. Você sente? — fincado entre suas pernas, Steve pressiona suas virilhas. Ele estremece com o próprio movimento, jogando a cabeça para trás, destacando a saliência das veias no pescoço. O vingador morde o lábio inferior e você faz o mesmo, contendo a conclusão dos nervos agitados. — Acordei assim. Faz um tempo que não acontece. — encarar aquela face ébria de tesão faz você desejá-lo enraizando dentro do seu corpo. O sono já não cabe mais. — Querido, eu quero muito goz… gozar! Sinto que vou explodir se não esvaziar dentro de você. Por favor… você pode me a-ajudar com isso? Vai ser tão gostoso… e depois eu faço qualquer coisa que você pedir! Eu juro!
— Você já me acordou mesmo, ent... — antes que sua frase fosse digna de ponto final, Steve engatinha sobre você, sentando no seu colo, prendendo seu quadril entre as coxas e fazendo pressão contra sua ereção. Você aperta a cintura firme de Steve, e ao sentir o encaixe do seu inchaço entre o vão das nádegas do loiro, a gagueira é instantânea. — E-então vá em fren-frente. — você sente que pode gozar na cueca a qualquer momento.
Ainda montado em você, Steve ergue a pélvis e aperta o volume que enche a calça, manchando ainda mais o moletom com o pré-gozo que vaza da ponta inchada. Ele abaixa o mínimo da peça, o suficiente para expor a cueca preta, que, mesmo diluída no escurinho do quarto, em nada reduz o volume grosso que cobre. Steve brinca com o elástico, fazendo o cós chicotear a pele, atraindo sua atenção para o V que leva ao abdômen cheio de gominhos saltados, gostosos de morder.
Steve jura ver corações nos seus olhos quando finalmente bota o pau para fora. Ele sorri, corado. 'Adoravelmente vagabunda' é como ele te define.
A glande vazando te hipnotiza; é de se refletir como coisas em formato de cogumelo podem ser atordoantes.
Salivando, você leva a mão para apertar, esfregar e acariciar.
Entretanto, Steve agarra seus pulsos e os prende ao lado da sua cabeça. Você choraminga, resistindo inutilmente ao aperto do loiro. Também sentindo falta da bunda esmagando sua excitação, você eleva os quadris, buscando estímulo, já mais eufórico que Steve. Ele ri baixinho, e isso multiplica sua agitação.
— Calma… — a voz do herói vem rouca e suave, acarretando em você pulsando e molhando a frente da cueca com porra quente e espessa. Steve te encara, curioso com a forma como você respira rápido, se contorce e treme embaixo dele. Ele junta os pontinhos e sorri largo, curvando-se e esfregando a bochecha na sua. — Awwn, eu nem enfiei e você já gozou? Que fofo! — Steve solta seus pulsos agora que seu corpo está fraco e sensível.
Você tem espasmos enquanto, ocasionalmente, mais sêmen vaza e encharca sua cueca a cada contração. Você quer retaliar, dizer que é constrangedor, não fofo. Mas a satisfação física é tanta que você apenas aceita relaxar e assume que é completamente rendido e reativo ao seu namorado, a ponto de ele conseguir extrair seus orgasmos com o mínimo de esforço.
Steve estabiliza a palma suavemente sobre a sua virilha, deslizando-a para frente, agarrando a barra da sua camiseta larga e a erguendo até o peitoral. Ele envolve seu dorso com um braço, apoiando suas costas no antebraço e afundando os dedos na lateral da sua cintura. Steve te puxa contra si, unindo seus corpos acalorados. Com as pernas separadas paralelamente no colchão, o loiro arrasta o quadril para frente até montar na sua cintura e descansar o pau pesado sobre seu estômago.
Sob pressão, a pele ferve, e o suor que escorre da testa ao tronco de Steve mistura-se com seus fluidos e vira sal temperado, combinando a essência que transpira de cada corpo.
As sobrancelhas se juntam, os cílios umedecem, e Steve passa a suspirar no limite entre rosnados e gemidos conforme esfrega o cacete grosso na pele suave da sua barriga, mantendo-o contido abaixo dele, refém do abraço que te cerca e das coxas grossas que prendem sua cintura no lugar.
Steve empurra uma vez e choraminga.
Empurra novamente e estremece.
O terceiro impulso é lento. Steve quase funde seus corpos com a pressão que faz para prolongar a sensação gostosa.
O quarto movimento é desajeitado e trêmulo.
A partir do quinto, a contagem se perde.
O vai e vem é errático; é quase raivosa a forma como o loiro corre atrás do ápice. As investidas são rápidas, o pau babão vaza, e estalos molhados são produzidos com o atrito entre a rigidez agressora e a maciez acomodada. Você estremece sempre que a cabecinha vermelha é jogada para frente; aquele pau é tão grande que te faz perder a noção da distância e jurar que a glande roçando em seu abdômen vai, em algum momento, parar na sua boca. Isso resulta em estômago frio e calor por toda a face.
As bolas pesadas de Steve, esparramadas abaixo do seu umbigo, acumulam parte do pré-sêmen que escorre da ponta e, quando o herói decide triplicar a potência e realmente afundar o cacete rijo, ajudam a espalhar porra por todo o seu abdômen. — Caralho, amor... — Steve grunhe, a voz áspera embargada pela saliva que se acumula na boca. Ele amassa o lençol com a mão livre e se pressiona com mais força contra você, tensionando as fibras. O corpo vigoroso, de constituição maciça, agora trêmulo e sem estruturas, deita completamente sobre sua forma menor, afundando você no colchão enquanto te afoga em suor e porra. — Su-sua barriguinha é... é tão gostosa... tã-tão boa de me esfregar... — sussurra abafado, com o rosto perdido no vão do seu pescoço e a boca ocupada mordendo o travesseiro.
Steve trava na posição, estremecendo da cabeça aos pés. Ele mantém os quadris jogados para frente e ofega alto. Para a insatisfação dos seus ouvidos - felizes com a respiração errática que os aquece -, o loiro geme tão profundamente que o som se perde no interior da garganta, sem alcançar o exterior.
Tudo isso enquanto o pau inchado do felizardo se agita, pressionado contra sua barriga, latejando tão forte que você sente cada veia pulsar. Já era quentinha a sensação daquele pau grande roçando na sua pele, mas quando Steve entra em erupção, gozando, aquilo ferve.
As bolas cheias contraem, esvaziando, impulsionando toda a carga para a cabecinha irritada. Um jato grosso esquenta seu abdômen e o de Steve, melando seus corpos de branco. O esguicho é tão potente que atinge seu peitoral e queixo. Seu namorado não hesita em se responsabilizar. — O plano era gozar dentro... — o loiro choraminga, sensível, te limpando e sujando ao mesmo tempo, lambendo a própria porra em seus peitos enquanto mais porra vaza do pau choroso.
Torrentes lentas e abundantes ainda são liberadas da fenda, lambuzando seu estômago e escorrendo pelas curvas. O aperto de Steve afrouxa, mas ele não desgruda de você. O loiro raspa a colher no manjar, aproveitando os últimos resquícios do ápice, tendo espasmos até a derradeira gota vazar.
Steve sorri com a boca no seu mamilo, deleitando-se da forma como você estremece enquanto ele morde e lambe a trilha de esperma que inaugurou em seu corpo e que já está interditando. O herói salta até seu queixo, abocanhando a região ossuda, eliminando as evidências da luxúria.
Você está confortável. É gostosinho como Steve te devora; seu estômago formiga, as juntas estalam e relaxam em seguida. Tão próximos, palpitando audíveis, peito a peito acelerado, respirando vida face a face. Em paz e eriçado, suas pálpebras pesam e você se aconchega, prestes a retornar para a inconsciência de momentos atrás.
Mas você arregala os mirantes ao ter seu corpo molenga agarrado pela cintura e erguido, sendo colocado sentado com as costas apoiadas na cabeceira da cama. Você percebe que está sem camiseta e que não faz a mínima ideia de quando ela foi tirada.
Steve, com os joelhos afundando o colchão nas laterais da sua cintura, te olha de cima, elevando-se sobre você. — Mas o plano ainda está de pé, — ele acaricia suas bochechas, encarando sua expressão atordoada com paixão corada. — Então abre a boquinha e chupa, príncipe. Deixa ele bem molhado pra eu meter gostoso na sua bunda.
Focado demais no mistério da camiseta, você só nota Steve ajoelhado na sua frente, com o quadril dele rente ao seu rosto, quando a voz mansa soa.
O movimento de erguer a cabeça leva seus lábios diretamente à glande do pau de Steve, mais macia agora, porém impressionantemente grossa para alguém que gozou mares de porra há pouco.
O herói estremece com o contato dos seus lábios na cabecinha sensível e leva uma das mãos aos seus fios, entrelaçando-os entre os dedos. Você se assusta inicialmente, mas logo está sorrindo diante do revirar de olhos que seu namorado lhe proporciona.
A carne grossa segue úmida da última ejaculação e renova com pré-sêmen fresco. — Pode deixar… — você exibe a ponta da língua, passando-a vagarosamente por toda a glande molhada, sentindo o gostinho salgado enquanto, na mesma lentidão, arrasta a ponta dos dedos pelos centímetros restantes, propositalmente dando o mínimo com o máximo de mansidão.
Você provoca, como se nunca tivesse engasgado até o talo naquela pica.
Como se não tivesse sido a sua boca o primeiro buraco em que Steve se enfiou.
Ver você sorrir com o pau dele preso entre os lábios foi demais. Ele choraminga, curvando a coluna e gaguejando os quadris para frente e para trás, fodendo apenas com metade da ponta. Steve agarra os dois lados da sua cabeça, mantendo-o parado. Você responde entreabrindo a boca, e do loiro escapa um risinho soprado.
Ele precisa de bem mais do que isso para caber.
E prova, te fazendo arreganhar ao enfiar tudo de uma só vez.
Outras listas: HORROR | masterlist . HOT masterlist . HOT!Short masterlist — fandoms . pedidos e funcionamento ~
Esse cantinho é um atalho para todas as minhas obras! Encarem-no como uma prateleira de imagines e fanfics. Tudo junto, porém não misturado! As histórias estão separadas por formato, fandom e personagem. Os links serão adicionados logo após as postagens, sempre que possível.
Caso este post se perca no meio de muitos outros, basta passar no meu fixado; vou deixar esta e as demais guias por lá.
Tem muita coisa pré-histórica aqui gente, relevem as mais antigas.
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E cá estou eu bebendo meu bom cafezinho enquanto descrevo pirocas
boa tarde quase noite
o que vc tem no rascunhos pra gente vei ?
Vou mostrar só os três primeiros pq oq tem mais pra baixo é muito nebuloso (no sentido de esqueci o que eu tava fazendo e preciso redescobrir como continuar)
Divo uma dúvida, quando vc vai procurar por fanfics br vc coloca "male reader" ou "leitor masculino"? Ou tem alguma hashtag específica pra encontrar mais fácil
Eu uso muito "leitor masculino", "imagines br", "imagine br", "smut br" e "fanfic br" nas minhas postagens, mas, pra pesquisa, infelizmente não conheço nenhum meio útil
Muita gente q escreve em pt br não utiliza tags que evidenciam o idioma, o que acaba dificultando bastante para nós, brasileiros, nos encontrarmos, já que a maioria esmagadora aqui consome e posta em inglês, e o próprio app recomenda apenas postagens similares
Por isso acho importantíssimo o uso das marcações e sigo entupindo meus posts com elas, tentando emplacar, principalmente, as hashtags de conteúdo br