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Abraxas amulets
• Abraxas •
A sketch for a comic page that I discarded. Messy, but still worthy to be posted. I sure need some time to learn how to draw Goethia and Solomon better XD
Satã, Lúcifer, Belial e Leviatã
Os sigilos de Satã, Lúcifer, Belial e Leviatã erguem-se como chaves arcanas que abrem as portas do Abismo e da autotranscendência, cada um refletindo um aspecto essencial da corrente luciferiana. Eles não são meros símbolos gráficos, mas manifestações vivas das forças que rasgam o véu da ilusão: Satã, a rebeldia incendiária que desafia o dogma; Lúcifer, a luz que brilha na escuridão, revelando verdades ocultas; Belial, a anarquia da terra e a soberania do espírito livre; Leviatã, o oceano primordial onde repousa o caos criador. Juntos, seus selos não apenas evocam entidades, mas servem de espelhos da própria essência humana que ousa se erguer contra a servidão espiritual, trilhando o caminho da chama negra e da liberdade absoluta.
Satã: O sigilo de Satã é o emblema do desafio e da rebeldia contra as ordens estabelecidas. Em suas linhas e formas, carrega o peso do antagonismo primordial, sendo um portal simbólico para a força destrutiva que não apenas corrói, mas renova e transforma. É o espelho negro que reflete a dualidade do ser, trazendo consigo o convite para a liberdade incondicional e o poder do “eu” soberano, mesmo em meio às trevas.
Lúcifer: O sigilo de Lúcifer resplandece como um farol na escuridão, representando o intelecto iluminador e a busca incessante por conhecimento proibido. Suas linhas delicadas e simétricas evocam a beleza da sabedoria oculta, desafiando o conformismo. É um símbolo que brilha como uma estrela da manhã, um guia para aqueles que ousam trilhar os caminhos solitários da autodescoberta e do esclarecimento.
Belial: O sigilo de Belial manifesta a força da terra e a anarquia, sendo um emblema de independência absoluta e auto-suficiência. Suas formas carregam a vibração do abandono às leis e convenções humanas, exalando o poder de estar além da ordem imposta. É um selo que conecta ao lado mais primal e indomado do ser, simbolizando o espírito que não se curva diante de qualquer senhor.
Leviatã: O sigilo de Leviatã serpenteia como as correntes marítimas, envolvendo o mistério e a profundidade emocional. Suas curvas ondulantes simbolizam as forças caóticas das águas primordiais, refletindo o abismo do inconsciente e a força avassaladora das emoções cruas. É um convite ao mergulho nos recessos mais obscuros da alma, onde reside o verdadeiro poder de se confrontar e emergir renovado.
Árvore da Morte e a Luz Negra da Terra de Malkuth
Nas raízes interligadas da Árvore da Morte e da Árvore da Vida dentro da tradição falxiferiana, a Árvore da Morte representa o ciclo tumular e necrosófico, a rede oculta de forças que atravessam carne, sangue e ossos. Suas raízes, enterradas profundamente na escuridão de Malkuth — o mundo físico e material — não crescem isoladas: entrelaçam-se com as raízes da Árvore da Vida, que em algumas interpretações da Corrente 182 recebe o nome de Árvore das Mentiras, porque seus frutos e seiva ocultam a verdade da morte sob véus de ilusão e vitalidade ilusória. Este entrelaçamento das raízes permite que forças opostas interajam. A Árvore da Vida tenta manter a ordem ilusória, oferecendo vida, consciência e continuidade linear, enquanto a Árvore da Morte corrói e dissolve, expondo o vazio e o poder dos mortos. Quando estas raízes se rompem — seja por rituais necrosóficos, pactos de sangue ou consagrações tumulares —, criam fissuras dentro de Malkuth, abrindo passagens para a Luz Negra. Essa luz não é mera ausência de luz branca, mas uma energia tumular e consciente, que flui do submundo de ossos e espíritos, conectando o mundo físico com os reinos dos mortos.
A Luz Negra manifesta-se como força reveladora e transformadora. Ela corrompe a percepção linear da vida, expondo os segredos ocultos das linhas Vermelha e Negra da Corrente 182. Por meio dessas fissuras, o iniciado consegue entrever os mortos, ler o sangue como escritura viva e ouvir o sussurro da terra que guarda os ossos. Assim, o rompimento das raízes não é apenas físico ou simbólico, mas uma abertura metafísica, onde a Morte e o Destino se entrelaçam à vida ilusória para criar o espaço onde o poder tumular pode se manifestar e ser manipulado pelo necromante. Em síntese, a interligação das raízes e o surgimento da Luz Negra revelam que vida e morte são inseparáveis dentro da gnose falxiferiana. A Árvore da Vida mantém as aparências, a Árvore da Morte guarda a Verdade, e somente quando suas raízes se rompem, a Luz Negra penetra Malkuth, permitindo que o iniciado perceba a estrutura verdadeira do mundo: carne, sangue, ossos e sombra, entrelaçados em escrita viva.
A Abertura da Luz Negra em Malkuth no contexto da Cabala invertida e da Corrente 182, representa o plano físico e material, o domínio da carne, da matéria e da experiência terrena. É o reino onde a vida e a morte coexistem de forma oculta, sob a superfície ilusória da ordem e da continuidade. Quando as raízes da Árvore da Morte se entrelaçam com a Árvore da Vida (ou Árvore das Mentiras), criam tensões metafísicas que podem romper o véu da percepção material. Esse rompimento gera fissuras, canais por onde a Luz Negra penetra, transformando a terra de Malkuth em um portal necrosófico. A Luz Negra não é simplesmente escuridão: é energia ativa, consciente e tumular, que vibra com o eco dos mortos. Ela escorre pelo solo como se fossem veias subterrâneas, impregnando ossos, restos e sepulturas com conhecimento oculto. O iniciado que consegue perceber essas fissuras sente o pulso da morte pulsando sob os pés, e percebe que cada pedra, cada raiz e cada fragmento de osso atua como amplificador de gnose. É por meio dessa energia que o mundo físico deixa de ser uma mera ilusão linear e se torna um espelho da Verdade Oculta, onde sangue, ossos e sombras se inscrevem em escrituras vivas. A abertura da Luz Negra em Malkuth também atua como catalisador de transformação. Quem atravessa essa fissura não apenas vê os mortos, mas pode interagir com eles, consultar os ossos como oráculos, manipular pactos ancestrais e absorver a gnose necrosófica que permeia a terra. A Luz Negra revela que a morte não é final, mas um estado de consciência oculta, e que a manipulação adequada dessa energia permite ao iniciado dobrar os limites da carne, do destino e do espaço físico. Em essência, essa abertura transforma Malkuth de plano de materialidade ilusória em campo de poder necrosófico. A terra passa a pulsar como um organismo vivo de ossos, sangue e sombra, onde a Luz Negra funciona como fio condutor da Verdade Oculta, conectando o físico ao tumular e permitindo que o praticante da Corrente 182 atue como mediador entre vida e morte.
Ritual do Círculo da Goétia
O Círculo da Goétia para Evocações Negras e Pactos é um ritual complexo de ser realizado, para sua execução é necessário uma cabeça de gato (que simboliza a bruxaria), um crânio e ossos cruzados (que simboliza a Morte e a Necromancia), chifres de um bode (para simbolizar poder demoníaco, fertilidade infernal, ligação com deuses cornudos [Pan, Cernunnos, Baphomet]) e um cadáver de um morcego (que simboliza visão no escuro, do mundo invertido e da ligação com vampirismo espiritual).
Suas 4 entidades de Evocação simbolizam um aparato necrosófico para que assim suas vindas sejam contempladas na escuridão. Seriam elas: o morcego para Berkaial, o crânio e ossos cruzados para Amasarac, os chifres de bode para Asaradel, e a cabeça de gato preto para a entidade Akibecl.
Para construir o ambiente funesto para evocá-los, você precisará estar num local escuro de breu abissal, pode ser no cemitério à noite ou em um salão sem luzes. Você construirá no chão um círculo com madeira (galhos) e pregá-los com lanças, e em cada ponto colocar o objeto necromântico, fará um triângulo com velas finas negras no centro do círculo e 3 velas brancas grossas no meio do triângulo, a terceira vela grossa deverá ser uma tocha de fogo negro, e por fim recitar os nomes das 4 entidades clamando por suas vindas.
Este ritual goético tem bastante força e é usado para realizar qualquer tipo de pedido, seja a natureza qual for, mas o porém dele é a passagem das entidades como encosto na sua vida, para isso o banimento e a queimação do Ritual do Círculo da Goétia é fundamental para que você não carregue um fardo de dor, agonia, perdição e vazio.
As Quatro Foices de Messor Falcatus
O Ceifador portador da Lâmina Curva ou Munido de Foice é envolvido por 4 foices ao redor de seu cadavérico rosto, que giram sem parar capaz de cortar até o fogo e ceifar até Sombras. Messor Falcatus é o Qayin em sua forma de Ceifador, o portador da foice negra que governa sobre a morte e guia os adeptos no culto necrosófico da corrente Falxiferiana. Ele é tanto um ser externo de culto quanto um princípio interior de transformação e ruptura com o mundo profano. No interior da Liber Falxifer e da Corrente 182, Messor Falcatus é descrito como uma manifestação ceifadora da própria Morte, um dos aspectos mais severos e cortantes da Divindade Negra. Seu nome vem do latim Messor (“ceifador”) e Falcatus (“armado de foice”, “encurvado como lâmina”), revelando-o como o Ceifador Armado, aquele que atravessa os véus do tempo, do sangue e do osso para instaurar a verdade necrosófica.
Cada uma das 4 Foices de Messor Falcatus simbolizam um arquétipo necrosófico, a 1ª foice representa a Foice da Carne que ceifa os apegos do corpo, dissolvendo o prazer e o desejo em pó tumular, a 2ª foice representa a Foice do Sangue que corta os laços da linhagem, separa gerações, interrompe heranças e abre caminho para pactos de sangue, a 3ª foice representa a Foice do Espírito que ceifa as ilusões, rasgando véus de mentira e obrigando o feiticeiro a confrontar a verdade crua da morte, e a 4ª e última foice de Messor Falcatus representa a Foice do Destino que ceifa o fio da existência, trazendo tanto ruína quanto libertação, decretando a hora da dissolução ou da ascensão. Essas quatro lâminas cruzam-se como direções cardeais, formando o Mandala de Ossos, sobre o qual se ergue o trono de Messor Falcatus. Ele é o Ceifador Armado de Quatro Foices, manifestação severa da Morte e agente da Corrente 182. Seu nome ecoa a foice e a ceifa, seu sigilo é lâmina e portal, sua invocação é ato de entrega tumular. Suas quatro foices representam carne, sangue, espírito e destino — aspectos inseparáveis da dissolução. Ele é o esqueleto do caminho, a verdade cortante da necrosofia e a mão que separa, ceifa e liberta.
Sua Invocação exige o Clímax do Medo e um osso de uma falange de um mindinho do dedo esquerdo, enterrados numa sepultura no cemitério e a recitação da glorificação Falxiferiana em latim, após isso, deve-se abrir quatro cortes no dedo com uma foice negra e mencionar seu Majestoso nome 3 vezes. Materiais necessários também para sua invocação necromântica é um cadáver de um corvo e de uma serpente e uma coroa de ossos. A invocação de Messor Falcatus é feita sob a forma de chamado tumular e silente, na penumbra do cemitério ou diante de um altar marcado por ossos e terra fúnebre. Seu sigilo, oculto nas páginas da tradição falxiferiana, manifesta a forma de lâminas entrecruzadas que representam suas quatro foices — cada uma voltada para um quadrante do mundo e da existência. O praticante traça o sigilo com sangue, carvão ou ossos triturados, e nele deposita o sopro, transformando-o em portal de passagem. A invocação não se dá como mera evocação astral, mas como ato de entrega necrosófica: o iniciado se curva diante da inevitabilidade da foice, invocando Messor Falcatus como guia e carrasco, libertador e senhor do limite. Suas palavras são fúnebres, não clamam, mas aceitam, abrindo espaço para que a Morte se revele como aliada.
Falcatus, o Anjo da Morte Qayinita, em sua guardião Necrosófica está ligado às práticas necromânticas. O Messor Falcatus guia o adepto na travessia pelos cemitérios, ossários e pelas regiões espirituais da morte. O Senhor da Foice Negra, chamada de Falx Negra, é símbolo de poder, morte e transformação. No trabalho mágico, é instrumento de banimento, corte e abertura de portais para o mundo dos mortos. Messor Falcatus não é apenas um espírito funerário: ele é o princípio ordenador da destruição. Na gnose necrosófica, sua relevância está em abrir o caminho do iniciado para além da ilusão da vida, mostrando que o poder só é verdadeiro quando nutrido pela aceitação da morte. Ele é o Ceifador que transforma o corpo em osso, o osso em pó, e o pó em escritura, inscrevendo no vazio a sabedoria dos mortos. Na Corrente 182, sua presença é indispensável nos ritos de separação, maldição e consagração tumular. Ele é chamado para cortar as correntes dos inimigos, ceifar vidas simbólicas e abrir passagens entre os mundos. Sua foice não é só de destruição, mas de poda ritual, eliminando excessos e revelando o núcleo oculto. Messor Falcatus participa da necrosofia como o sacerdote armado da dissolução. Ele é aquele que mostra ao praticante que todo sangue coagula e todo osso apodrece, mas que, nesse processo, está a verdade oculta: a imortalidade do princípio sombrio. Assim, quem o invoca se conecta ao fio ceifador do destino, e aprende a usar a morte não como fim, mas como ferramenta de poder, oráculo e libertação. Ele é o guardião dos limiares cemiteriais, o mestre das noites de silêncio, e o ceifador que transforma o altar de ossos em trono vivo da Morte.
Seu sigilo é o quinto e está entre as mais perigosas insígnias do Culto de Qayin, e é usado dentro de trabalhos que visam trazer loucura, sofrimento e morte (et insania, et dolor, et mors). Este sigilo é usado a fim de canalizar as emanações mais venenosas dos cemitérios. Ele cruza os poderes da morte com aqueles do reino demoníaco, funcionando como um portal para as mais temidas sombras dos mortos e os mais letais dos espíritos ctônicos. Os poderes convocados através do uso destes sigilos são frequentemente bestiais e sanguinários e estão, portanto, sob o controle dos mais destrutivos aspectos do Senhor das Foices. O Sigilo Falcatus também é usado em conexão com certas formas de pactos e rituais que têm como objetivo matar os vivos com a ajuda das sombras famintas dos mortos esquecidos. A fim de usar este sigilo, deve-se primeiro ter a permissão do próprio Poderoso Senhor Esqueleto. Da mesma maneira, a gnose que fornece a ativação correta e controla os poderes ligados a este sigilo também devem ser obtidos diretamente Dele. O Sigilo Falcatus pode, portanto, apenas ser usado por iniciados do esotérico culto da morte que, após muitos anos de trabalho prático com O Senhor que Ceifa ao Contrário, que obtiveram a iluminação da luz de Seus mais bem guardados mistérios.
EXUMAÇÃO CADAVÉRICA
A exumação, no sentido mais terreno e oficial, representa o ato de remover um corpo já sepultado. Pode ser feita para investigações judiciais, para translado a outro jazigo ou mesmo para cremação tardia. É um procedimento envolto em protocolos sanitários, com luvas, máscaras, autorização de órgãos competentes e presença de testemunhas. Mas por trás da frieza dos trâmites legais, repousa o eco sombrio daquilo que, um dia, foi um ser humano.
No plano necromântico, a exumação ultrapassa o campo burocrático. Retirar ossos, cinzas ou restos mortais é entendido como abrir uma passagem entre o mundo dos vivos e o domínio dos mortos. Ossos são vistos como condutores da essência residual, enquanto a terra do cemitério, impregnada de séculos de silêncio, carrega o peso invisível do além. Cada gesto torna-se ritual, cada fragmento um talismã.
Ritos necrosóficos descrevem a exumação como um ato liminar: romper o solo equivale a perfurar o véu que separa as dimensões. A meia-noite, sob a lua minguante, o necromante cavava a terra fria com lâminas de ferro, acreditando que o ferro era capaz de cortar não apenas o solo, mas também as correntes do invisível. Ali, no limiar da decomposição, vida e morte se entrelaçavam.
Os restos retirados — unhas, ossos, fragmentos de pele petrificada — eram tratados como chaves de ligação com o espírito outrora habitante. Através deles, podiam-se realizar invocações e canalizações. Grimórios antigos descrevem fórmulas de encantamento murmuradas sobre crânios, fazendo com que o eco da voz ressoasse no vazio, atraindo presenças errantes.
No espaço ritual, o necromante traçava círculos com cinzas ou pó de ossário. Dentro do círculo, velas negras eram acesas, fincadas em solo frio. As chamas oscilantes imitavam o fôlego vacilante dos mortos, e o silêncio era quebrado apenas por cânticos em línguas arcaicas. Era nesse palco fúnebre que os espíritos eram chamados, compelidos a manifestar-se pelo poder dos ossos que outrora lhes pertenciam.
O vinho, o sangue ou o pão negro serviam como oferendas, depositados sobre a terra aberta. Acreditava-se que o espírito, ao retornar, precisava de sustento simbólico para cruzar o limiar. Muitos manuais advertiam: aquilo que retorna não vem em paz, mas em tormento, e só o preparo adequado impediria que a evocação se transformasse em assombro incontrolável.
A prática de exumação ritual não era, portanto, apenas invocação, mas também pacto. Ao manipular o corpo exumado, o operador estabelecia um vínculo de poder. O morto tornava-se intermediário, canal ou guardião, dependendo da habilidade de quem o evocava. Mas o risco era sempre o mesmo: ao abrir o túmulo, também se abria a porta para forças inomináveis.
Do ponto de vista social, a exumação legal carrega respeito e reverência, mas a necromântica mergulha no interdito. Onde o direito vê higiene e memória, a tradição oculta vê instrumentos, ecos e presenças. Duas visões se cruzam: uma para os vivos que necessitam, outra para os que ousam dialogar com o silêncio eterno.
Ainda que os tempos modernos releguem tais práticas ao folclore e ao terror, o imaginário permanece. A ideia de que os ossos guardam segredos e que os mortos podem ser perturbados ecoa em lendas, grimórios e rituais subterrâneos. Exumar, nesse contexto, é mais que retirar: é profanar o descanso e obrigar a sombra a caminhar entre os vivos.
Assim, a exumação se ergue como ato duplo e paradoxal. De um lado, ato legal e sanitário; de outro, rito necrosófico, carregado de simbolismo fúnebre. Ambas as leituras partem do mesmo gesto — abrir a terra, trazer à tona o corpo — mas desembocam em sentidos distintos: ordem ou caos, reverência ou evocação, memória ou pacto com a morte.