(...) Y cuando me concedas tu indulgente sonrisa, consagraré en el ara que la grama tapiza mi rústica siringa a tu lira de plata.
El bucoliasta | Pierre Louÿs

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(...) Y cuando me concedas tu indulgente sonrisa, consagraré en el ara que la grama tapiza mi rústica siringa a tu lira de plata.
El bucoliasta | Pierre Louÿs
La historia es cíclica.
Cada vez que tiro abajo las paredes que me protegen, alguien viene para derrumbarme. Conquista mi alma, esclaviza mis pensamientos. Me rompe. Me deja mal, en ruinas. Me deja preguntándome qué pude hacer para defenderme de su lengua romántica, haciendo promesas de paz, tranquilidad y amor. Promesas de que se quedará para siempre, que nunca me lastimará.
Se disfrazan de la manera más bonita, visten sus mejores prendas, la cara más amable de sí; y luego cuan caballo de madera sacan sus verdaderas intenciones. Me quiebran en pedazos, pisotean mis áreas sagradas, queman mis palabras y se van tan rápido como vinieron.
Lo único que quedan soy vistazos de lo que soy (o me dejan creyendo que soy), con lo que trato de reconstruir mi nueva fachada al exterior. Más fría, seca. Desierta. Creerme fuerte de nuevo, levantar mis muros con lo que queda de lo que fui sin ver la luz del sol. Rogando que nadie me vuelva a engañar.
Permitame decirle que usted es el ser más hermoso de este mundo y perdón si exagero pero son las palabras que nacen de este humilde servidor suyo.
Amante inmortal
Meus passos iram encorpar o coro de Medeia Expectorando o imã por sílabas tônicas Encontrando a solução da tormenta Nos pedaços oníricos da carne de papelão Grato por teus bálsamos e bolsas nos olhos Em respeito ao jejum em períodos noturnos O espírito de um filho entregue na bandeja Pronto para a bênção das três vigílias Doutor Caligari, seria psicopatia ou engenhosidade? Um debate rogado à mesa, o amor morrera? Um corte inaugurado para evitar despedidas Destorci-lhe em fera aos olhos dos degraus primários da igreja Jasão chora sob o cobre, Seus apêndices se foram Rugiram como boato de fuga Os encontrou como malhação de Judas Não ousei rimar família com matilha Pois, apesar de sinônimos, Ambos vagam desajeitados pela fome Hão de rejeitar o ventre de uma cobra de vidro Datei o sonambulismo como meu samba Acariciei os coelhos brancos do jornal Cortejei as flores pavimentadas na calçada Ofertei-me na encruzilhada para o primeiro vestígio gótico Matei o meu amor vespertino com tons de vespas Divorciei-me dos cortejos de horários comerciais Para ser agouro dentro da entrega futurista Sorri e assenti, com o querer do coronel Ame a árvore que cai, o trovão que se esvai Não emaranhe-se à figuração de poeta indulgente É fácil apaixonar-se na primavera, Ama-te na queda, por volta da uma e meia da tarde
Subindo O Rio Lírico Do Datilógrafo, Pierrot Ruivo
Lo imposible es indulgente con la maravilla, llamo maravilla al pez de obsidiana y al vértigo de otro abismo desde los puentes de mimbre.
Juan Carlos Mestre
SOMOS ESPECIALISTAS EM JULGAR E CONDENAR. (VC ESTÁ OCUPADO(A) DEMAIS PRA LER)...
SOMOS ESPECIALISTAS EM JULGAR E CONDENAR. (VC ESTÁ OCUPADO(A) DEMAIS PRA LER)…
E AÍ VAI LER?
Por acaso já existiu alguma época ou lugar nos que não se tenha investido uma desmedida quantidade de recursos, tempo e sacrifício pessoal para julgar a conduta dos demais?
“Muchísimos vamos por la vida dando por supuesto que en lo esencial tenemos razón, siempre y acerca de todo: de nuestras convicciones políticas e intelectuales, de nuestras creencias religiosas y…
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Ele tinha uma natureza indulgente e pronta a perdoar, que buscava explicações e desculpas psicológicas para as atitudes dos outros e que jamais entenderia que as feras deste mundo só conhecem uma linguagem. Ela sentia quase um desconfortável instinto de proteção quando pensava nele.
Os Homens Que Não Amavam as Mulheres – Stieg Larsson