Não é possível exagerar a importância da intercessão em nossos dias. No entanto, Satanás tem obtido muito sucesso nas suas tentativas de convencer os cristãos de que a oração é principalmente um exercício fútil. Especialmente para os estado-unidenses inclinados à ação, a oração parece ser a coisa mais simplória que poderiam fazer em tempos de crise, estresse ou emergência. A opinião de Jesus era diferente. Ao longo dos evangelhos, vemos que Jesus desaparecia para passar noites inteiras em oração fervorosa antes de ministrar às massas no dia seguinte. Ele optou por passar a última noite antes de ser crucificado no jardim do Getsêmani: orando.
A arte perdida da intercessão | James Goll













